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Personalização e gamificação são tendências dos conteúdos educacionais

Tema foi debatido no EdTech Meeting, encontro que reuniu especialistas para discutir o presente e o futuro do setor educacional dentro da indústria do livro

Aconteceu nesta terça-feira (15), o EdTech Meeting, encontro que reuniu especialistas para debater o futuro do setor educacional da indústria do livro. Responsável por R$ 2,85 bilhões na soma do PIB da indústria editorial, o setor educacional tem passado por profundas transformações e startups da educação – as EdTechs – querem dar respostas rápidas a essas mudanças. Representantes de duas delas – João Leal, fundador da Árvore e Mauris Henrique Poggio dos Santos, coordenador de produtos digitais da FTD Educação – conversaram com Gabriela Dias, colunista do PublishNews e especialista no tema, neste primeiro EdTech Meeting.

A personalização de conteúdos e a gamificação são duas das importantes tendências apontadas pelos participantes do encontro. Mauris apontou que vê uma permanente ameaça ao negócio do livro físico por ele não atender a estes dois quesitos. “O conteúdo [dos livros físicos] é muito rico, é curado, tem autores renomados, tem toda uma inteligência por trás, mas ele não é adaptável, não oferece aprendizado personalizado, não tem big data. É algo realmente complicado de você sustentar”, comentou dizendo ainda que a estratégia da FTD é adaptar às necessidades dos clientes. “As plataformas precisam se adequar cada vez mais ao estudantes e não o contrário”, arrematou.

A pandemia se impôs como um grande desafio que exigiu agilidade das empresas. “Foi um grande desafio”, ressaltou Mauris. João apontou que o relacionamento com as escolas ao longo da história da Árvore e as necessidades surtiram um efeito importante na operação da plataforma de leitura digital. Ele revelou que, no início do ano letivo de 2020, a Árvore contava com 200 mil alunos de 500 escolas. Finaliza o ano com 1,7 milhão de alunos de três mil escolas. Na FTD, Mauris revelou que o número de acessos quadriplicou em 2020. Apesar dos números positivos, os dois foram unânimes ao apontar que a conectividade e o acesso ainda são barreiras para que os conteúdos digitais cheguem aos alunos.

Leia a matéria completa publicada pelo Publishnews

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