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UNESCO discute futuro de projeto para coletar e preservar documentos sobre o Brasil Colônia

No Rio de Janeiro, a UNESCO participou na semana passada de um seminário para avaliar o andamento do projeto Resgate Barão do Rio Branco, iniciativa que visa identificar e preservar documentos históricos sobre o Brasil Colonial. Fruto de uma parceria entre a Biblioteca Nacional e a agência da ONU, o programa já foi atrás de arquivos em mais de 500 instituições de nove países, permitindo a recuperação de 4 milhões de manuscritos e códices.

Mapa mostra invasão dos Holandeses a Pernambuco em 1630. Imagem: Biblioteca Nacional

No Rio de Janeiro, a UNESCO participou na semana passada de um seminário para avaliar o andamento do projeto Resgate Barão do Rio Branco, iniciativa que visa identificar e preservar documentos históricos sobre o Brasil Colonial. Fruto de uma parceria entre a Biblioteca Nacional e a agência da ONU, o programa já foi atrás de manuscritos em mais de 500 instituições de nove países.

Nos dias 25 e 26 de abril, a sede da Biblioteca Nacional recebeu especialistas para o evento Rumos do Resgate: signos globais da memória cultural brasileira. O encontro tinha por objetivo debater os resultados e os rumos do programa. A coordenadora de Cultura da UNESCO no Brasil, Isabel de Paula, estava entre os participantes, que discutiram possíveis revisões conceituais e metodológicas do projeto.

Para localizar o patrimônio documental sobre os tempos coloniais, a iniciativa já percorreu mais de 200 cidades de Portugal, Espanha, Holanda, França, Bélgica, Inglaterra, Estados Unidos, Itália e Áustria. Foram recuperados 4 milhões de manuscritos e códices relativos ao Brasil Colônia. Os materiais foram microfilmados e muitos, já digitalizados, estão disponíveis no site da Biblioteca Nacional.

Fonte: ONU BR

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