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Sala de Leitura

Biblioteca escolar e a extensão universitária

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Fonte: ABECIN

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Gestão dos dados científicos

A gestão dos dados científicos inclui processos de preservação, uso e reutilização. O domínio destes aspectos é fundamental para que os pesquisadores planifiquem seu trabalho, desde a concepção de seu projeto até a execução, uso e arquivo. A obra tem como objetivo investigar a relação, a nível conceitual e prático, entre o processo de pesquisa e o tratamento dos dados, tendo em vista a questão sobre as infraestruturas disponíveis e as possibilidades de uso dos recursos nas diferentes áreas do conhecimento. Da mesma forma, mostra uma série de recomendações dirigidas especialmente a pesquisadores para que façam uso apropriado de ferramentas, tanto em seu armazenamento quanto na divulgação. A maior parte das diretrizes de gestão de dados se dirige aos pesquisadores, porém os profissionais da informação exercem um papel cada vez mais importante. Caminhamos através das peças de um plano de gestão de dados com o objetivo de ajudar na tomada de decisões sobre os repositórios e outras infraestruturas, enquanto guiamos o leitor através de alguns conceitos sobre o intercâmbio, o acesso aos metadados e a preservação dos dados científicos.

Fonte: Editora Interciência

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Biblioteconomia social: possíveis caminhos para construção da cidadania

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Fonte: ABMG – Associação dos Bibliotecários de Minas Gerais

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Empreendedorismo bibliotecário na sociedade da informação: outro caminhos e possibilidades

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Fonte: ABMG – Associação dos Bibliotecários de Minas Gerais

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La Arquitetura de la Biblioteca

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Livro especializado em equipamentos que pretende ser um instrumento para planejar e projetar de forma integral uma biblioteca, a partir do trabalho entre arquitetos, bibliotecários e usuários. Se trata de uma monografia baseada na realidade bibliotecária do país (Espanha), que vem preencher o vazio existente de publicações especializadas neste tema.

Fonte: Febab

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E-book – Epistemologias Negras: relações raciais na Biblioteconomia

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Reunindo diversos relatos sobre a resiliência na luta diária de um cotidiano cercado por discussões sobre as relações raciais interseccionadas a gênero, sexualidades, informação e comunicação, marca a trajetória de estudantes negras e negros que não se curvaram para uma formação acadêmica hegemonicamente branca. 

São relações existentes em diferentes espaços, assumidas sobre tudo pela necessidade de respeito, alteridade e identidade de uma população com infindáveis potencialidades, seja na universidade, seja no mercado de trabalho, seja nas escadas de um processo formativo que deve empoderar e muitas vezes ainda marginaliza e tem o ensino comprometido por hegemonias

A obra discute o ensino e as práticas profissionais, reforça identidades, amplia a representatividade a partir de iniciativas que reforçam ações coletivas, reforçam a necessidade de aceitação do diferente no ensino e na vida! Navega pela necessidade de reformulação de saberes culturalmente aceitos na formação discente e docente. Dialoga com novas práticas afropedagógicas das populações negras dando lugar, não ao silenciamento e a medo, mas a vozes que reivindicam e lutam por causas maiores! Educa contra o racismo, reivindicando o protagonismo e o empoderamento a partir de olhares epistêmicos!

Fonte: Biblioteconomia Digital

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Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) e os indicadores de avaliação referente à biblioteca universitária: construindo um modelo de avaliação para a biblioteca universitária (Portuguese Edition)

O cenário atual do ensino superior no Brasil é caracterizado pelo dinamismo decorrente da ideologia neoliberalista marcada pela globalização dos mercados e a forte troca de conhecimentos entre os países, desde o final do século XX. Nesse sentido, pode-se dizer que o movimento da globalização estabeleceu uma maior integração entre os países e entre as pessoas como também implicou em fortes mudanças nas perspectivas do ensino como um todo.Permitiu o desenvolvimento de políticas educacionais além das fronteiras nacionais dos países, o que resultou, no caso brasileiro, em uma acentuação da reformulação do aparelho do Estado na década de 1990, culminando na redução de obrigações estatais, na criação de serviços não essenciais e na potencialização de políticas de avaliação.Uma década após a promulgação da LDB e a reforma do Estado, foi criado o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), com o objetivo de disciplinar a avaliação periódica interna e externa dos cursos de graduação, das instituições de ensino superior e do desempenho dos estudantes. O sistema, além disso, ressalta a importância da responsabilidade social das instituições, bem como o papel da biblioteca universitária.Em um sentido mais restrito, pensando na função e na importância da biblioteca universitária, observamos que este espaço passa a ser visualizado como um elemento fundamental para a boa formação. No que tange à infraestrutura e organização pedagógica, o papel da biblioteca se concentra em torno da sua função subsidiária à comunidade acadêmica e, de maneira geral, a importância que ela tem para a consecução da missão da instituição mantenedora.Com a ampliação da política da educação superior, em 2005, para o setor privado com a criação do Programa Universidade Para Todos – PROUni instituída pela Lei 11.096/2005, e no setor público pelo Programa de apoio à Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI), instituído pelo Decreto nº 6.096, de 24 de abril de 2007 e os Institutos Federais também em 2007, com a criação da integração de Instituições Federais de Educação Profissional e Tecnológica através do Decreto 6.095 de 24 de abril de 2007, transformado na Lei 11.892/2008, objetivando a constituição de Instituições Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFET) no âmbito da Rede Federal de Educação Tecnológica, ampliando de modo geométrico as demandas das bibliotecas do ensino superior.Nesta pesquisa, pensamos especificamente as bibliotecas universitárias que foram ampliadas, além do incremento do seu acervo, a infraestrutura e os recursos humanos, bem como suas funções e atribuições.Assim, o estudo realizado parte da seguinte questão: por que criar um instrumento de avaliação para a biblioteca universitária?Um primeiro argumento é baseado no pioneirismo da investigação, sobre esses ângulos, de uma análise sobre as bibliotecas universitárias, o que pode inclusive permitir a identificação de potencialidades e fragilidades de sua respectiva unidade. Um segundo argumento reside, por sua vez, na importância dos resultados que podem ser gerados, para a atualização das bibliotecas em relação às demandas evidenciadas em portarias e notas técnicas do Ministério da Educação (MEC/INEP), que por sua vez regulamentam dimensões e aspectos das bibliotecas universitárias. Por fim, um terceiro argumento diz respeito à interação das bibliotecas com a comunidade acadêmica da instituição, cada vez mais heterogênea, e que representa a clientela dos serviços e produtos do Sistema de bibliotecas. A construção de um instrumento de avaliação do desempenho da biblioteca, nesse sentido, pode contemplar preocupações relacionadas a questões de ordem formativa, regulamentária e participativa, que por sua vez influenciam no cumprimento da missão da biblioteca universitária. O Questionário de avaliação de biblioteca universitária em anexo, segue a sensibilização da cultura de avaliação institucional na perspectiva pedagógica e formativa da Bib. Universitária

Fonte: Amazon.com

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Ciências Sociais Aplicadas: Entendendo as Necessidades da Sociedade

No e-book “Ciências Sociais Aplicadas: Entendo as Necessidades da Sociedade”, apresentam-se artigos e pesquisas que mantém relação com demandas da sociedade contemporânea, a partir de estudos realizados nas diferentes regiões do Brasil, representando a diversidade territorial, bem como, as singularidades e elementos que as conectam.

Apresentam-se ainda, três artigos em espanhol, sendo estes de cursos de graduação e pós graduação do Uruguai, México e Espanha e um em inglês do programa de Pós-Graduação da Universidade de Brasília. Tais artigos mostram-se pertinentes e contribuem para as discussões e análises que são apresentadas aos leitores a partir do campo das Ciências Sociais Aplicadas.
São ao todo cinquenta artigos divididos em dois volumes. Os artigos foram organizados em seis seções, conforme segue: Tecnologia e Comunicação, sendo esta a primeira seção, em que são abordadas as relações existentes entre a tecnologia
e a comunicação com os processos de trabalho, políticas públicas, inovação nos processos de gestão e de conhecimento; O Comportamento Organizacional, título que nomeia a segunda seção, apresenta-se de maneira expressiva nos artigos que
também tematizam os processos decisórios e de gestão de conhecimento no setor empresarial, com valorização do capital humano e da função social das empresas; Cidadania e Políticas Públicas, aborda pesquisas realizadas entorno das políticas
de saúde, de atendimento às crianças e adolescentes, da educação, da questão agrária, da segurança pública e das políticas tributárias na lógica de cidadania e garantia de direitos; Estado e Sociedade, aborda as relações estabelecidas entre estes, apontando para a importância e impacto dos movimentos sociais para a definição de pautas que contemplem os diferentes interesses existentes na sociedade de classes; Os artigos que compõem a seção Trabalho e Relações Sociais debatem o grau de satisfação de acesso ao trabalho em um contexto de terceirização e precarização das relações estabelecidas através deste e por fim, em Estudos Epistemológicos apresentam dois artigos que analisam perspectivas diferentes do processo de construção do
conhecimento.

Os artigos apresentam pesquisas de envergadura teórica, as seções mantém articulação entre si e contribuem para a divulgação e visibilidade de estudos e pesquisas voltadas para as necessidades e desafios postos para vida em sociedade no atual contexto social, econômico e político.

Luciana Pavowski Franco Silvestre

Fonte: Atena Editora

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Manual de Normas Técnicas de Formatação de Trabalho de Conclusão de Curso

Este manual é resultado de uma pesquisa acadêmica, sendo o fruto de um período lecionando o componente curricular de Metodologia do Trabalho Científico ou Metodologia da Pesquisa Científica (ambas são a mesma disciplina). Verificaram-se a dificuldades dos acadêmicos dos cursos superiores na graduação e na pós-graduação Lacto e Stricto Sensu na formatação de seus Trabalhos de Conclusão de Curso. Uma das mais fortes características de um trabalho de pesquisa científico é o cuidado com sua apresentação e configuração em estruturas padronizadas. A aplicação adequada das normas e técnicas denota cuidado, conhecimento, ética e, principalmente, respeito pelos leitores do texto, pois lhes poupa esforço e maximiza seu tempo e compreensão. Buscando oferecer subsídios apropriados para a elaboração dos textos de natureza acadêmico-científica, este manual adota as normas da ABNT, acrescentando, no entanto, informações relacionadas a aspectos que as normas omitem. O intuito deste livro é oferecer ao leitor uma proposta de facilitar o entendimento, os propósitos e a aplicação da estruturação das diferentes atividades requeridas no âmbito acadêmico da graduação e da pós graduação.

Fonte: Editora Interciência

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As desordens da biblioteca

A partir de uma imagem de biblioteca contida no primeiro livro de fotografia de que se tem notícia, The pencil of nature, de William Henry Fox Talbot, publicado em 1844, Muriel Pic realiza uma série de fotomontagens e, em seguida, desenvolve uma ficção crítica fundamental para entendermos a relação que temos com imagens, textos, objetos e bibliotecas.
Suas fotomontagens realizam uma investigação visual que desperta a atenção aos arredores da biblioteca e que deriva, justamente, da fotografia da biblioteca de Talbot. Para isso, ela recorreu a bibliotecas de intelectuais, críticos, escritores e curadores e, como anota o poeta Christian Prigent no prefácio do livro, essas bibliotecas aparecem como verdadeiros exoesqueletos do pensamento.
A segunda parte do livro é uma leitura ensaística na qual a autora francesa explora o imaginário das bibliotecas a partir da fotografia de Talbot, ressaltando todo o seu diálogo com o fenômeno literário e passando obrigatoriamente por potenciais vizinhos de prateleira, tais como Georges Perec, Michel Foucault, Paul Éluard e Walter Benjamin. Surge então uma íntima relação entre a biblioteca e a fotografia, já anunciada de outro modo nas fotomontagens. Agora, o texto torna-se cena, e a imagem da biblioteca, uma espécie de atlas fantástico, uma aventura inesgotável do conhecimento.
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Big Data e Fake News na sociedade do (des)conhecimento

A tradicional relação entre a sociedade e a notícia se transformou, especialmente com o advento da web 2.0, que levou a todos a possibilidade de construir os seus próprios espaços midiáticos e disponibilizar conteúdos. Entretanto, para uma parte da sociedade, acostumada a reconhecer como verdadeiro o que era publicado “nos meios” sem um olhar crítico, isso causou confusão e possibilitou o agravamento de algo que sempre existiu: a notícia mentirosa, agora rebatizada de Fake News, tema dessa obra. O livro, coordenado por Pollyana Ferrari, Carlos Toural e Gabriela Coronel, conta com prefácio de Francisco Belda e capítulo especial de Paul Levinson.

O livro resulta de um call for papers internacional, submetidos aos coordenadores, que avaliaram e selecionaram o conteúdo e definiram a organização interna da obra. O e-book é oferecido gratuitamente para download e leitura, respeitando a filosofia de conhecimento livre e aberto, parâmetros que orientam os projetos da Ria Editorial.

Fonte: Ria Editorial

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A condenação de Emília: o politicamente correto na literatura infantil

Fruto de sua tese de doutorado na Faculdade de Educação da USP, A condenação de Emília analisa a presença de termos e comportamentos politicamente corretos nos livros e cantigas infantis, apresentando inúmeros exemplos. O autor defende que a presença de tais expressões não contribui para a formação de nossas crianças. Para Ilan Brenman – premiado autor de literatura infantil, já traduzido em diversos países –, alguns livros escondem os conflitos, não abordam temas como o sofrimento e a perda, limitando a experiência do leitor e inibindo suas possibilidades de descoberta e crescimento com a literatura. Uma obra que traz uma discussão pertinente, necessária e abre um importante debate entre os educadores.

Fonte: Aletria Editora

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MÚLTIPLAS INTERFACES: Livros digitais, criação artística e reflexões contemporâneas

“Em 2014 reuniram-se em Belo Horizonte, Minas Gerais, diversos pesquisadores de arte e tecnologia do Brasil e do mundo. A ocasião era o Simpósio de Literatura e Informática, evento fundado em 2003 na UERJ e que teve edições em 2005 (UFSC), 2007 (UEL), 2010 (UFSC), 2012(UFSC), 2013 (UFSC), 2014 (CEFET-MG, UEMG, UFMG), 2016 (UPF) e 2018 (ULBRA).

Tivemos como tema principal a discussão sobre o livro digital, mas esse tema se ampliou para todas as áreas expressivas não apenas em relação à literatura e informática, mas a artes e tecnologia. Em consequência desse amplo debate que se deu em 2014 é que este livro começou a ser gestado. Atravessando os últimos 2 anos, foi possível atualizar e incluir debates acerca do tema daquele Simpósio, bem como dos Grupos de Trabalho que iniciaram suas atividades naquele momento. (…)”

Fonte: Livraria Scriptum

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Literatura infantil e juvenil: campo, materialidade e produção

“Há livros que abordam uma temática em profundidade como se nos convidassem a um mergulho naquele universo. Há livros que buscam mapear uma temática em suas múltiplas facetas como se nos alçassem às alturas de um voo panorâmico. Este livro se debruça sobre a edição de obras de literatura infantil e juvenil, abarcando em seus vários estudos essa dupla caracterização de mergulho e voo. É assim que se pode ler essa temática tanto em seus aspectos mais específicos, quando os estudos aqui reunidos procuram dar conta da materialidade, produção e circulação do livro, quanto em termos mais amplos, o que lhe confere ares de um campo de saber, para o que muito ajuda a maneira inovadora com que a constituição das obras endereçadas às crianças e aos jovens é apresentada. Tratase de uma coletânea que apresenta ensaios e resultados de pesquisas com perspectivas teóricas diversas, sem perder sua unidade. A obra vale
a pena ser lida não só porque seus capítulos trazem sólidas análises em relação ao mundo dos livros infantis e juvenis, informando o leitor sobreas várias questões que constituem essa temática, mas também, e talvez sobretudo, porque nos convida a olhar a literatura infantil e juvenil para além da perspectiva tradicional que opõe arte e educação. Aqui as obras literárias que constituem a literatura infantil e juvenil adquirem a condição de produto cultural simultaneamente singular e complexo em sua contemporaneidade e são analisadas como tal. Este livro é leitura bem-vinda e necessária para acadêmicos, profissionais da edição, professores e demais amantes do livro infantil e juvenil. É um convite para o voo panorâmico e para o mergulho crítico na produção editorial que vem sendo destinada às crianças e aos jovens, mas que certamente conquista leitores de todas as idades.”

Fonte: Editora Moinhos

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Livro: edição e tecnologias no século XXI

Pensar Edição, Fazer Livro foi, antes de tudo, um encontro, uma oportunidade de pensar a prática e de praticar o que pensamos sobre o livro e a edição, deixando emergirem a curiosidade e a partilha. A despeito de uma expressão que separa pensar e fazer, queremos o movimento em mão dupla: fazer pensando, pensar fazendo, atuar na interação entre prática e teoria, ouvir e propor. A partir do evento anual, em Belo Horizonte, trouxemos à luz a coleção Pensar Edição. O objetivo é, em uma parceria intensa entre editoras, editores, profissionais e pensadores/as do livro e da edição, publicar obras que constituam uma bibliografia voltada aos leitores, profissionais e/ou pesquisadores, interessados na área. Consolidar uma bibliografia sobre esses temas é um dos pilares que sustentam um campo do saber, e aqui vamos nós, na Moinhos e na Contafios, em parceria com o grupo de pesquisa em Escritas Profissionais e Processos de Edição, sediado no Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais. Esperamos possibilitar, com esta coleção, trocas de saberes, no Brasil e em outros lugares, e colaborar para a formação em cursos de diversas áreas e em diferentes disciplinas e atividades relacionadas ao livro e à leitura.

 Fonte: Editora Moinhos

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O Mundo da Escrita: Como a Literatura Transformou a Civilização

Como a escrita inspirou a ascensão e a queda de impérios e nações, o desabrochar de ideias políticas e filosóficas e o nascimento de crenças religiosas.

O mundo da escrita nos conduz a uma viagem maravilhosa pelo tempo e pelo globo, por meio de dezesseis textos fundamentais, selecionados dentre 4 mil anos de literatura mundial. É assim que conhecemos a sra. Murasaki, autora do primeiro grande romance da história universal; as aventuras de Miguel de Cervantes ao enfrentar piratas — tanto os que atuam no mar como os literários —; e os artesãos da linguagem do épico oral Sundiata na África Ocidental. Também aprendemos como Goethe descobriu a literatura mundial na Sicília, passamos mil e uma noites com Sherazade, acompanhamos a difusão do Manifesto Comunista e a batalha dos livros na América espanhola.
Para contar toda essa trajetória, Martin Puchner trata tanto da narrativa quanto da evolução das tecnologias criativas — o alfabeto, o papel, o códice, a impressão —, que formaram pessoas, comércios e hábitos. A literatura, em suma, moldou nosso mundo, um espaço a partir do qual conversamos rotineiramente com vozes do passado e imaginamos que podemos nos dirigir aos leitores do futuro.

Fonte: Livraria da Travessa

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Biblioteconomia e Discurso

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Nestes trabalhos veremos Habermas em discussões com outros autores de Filosofia e Sociologia. Nós todos gememos? Sim, nos deparamos com perguntas, vislumbramos respostas. Percebemos problemas, tentamos soluções; tudo baseado na conscientização do trabalho em equipes humanas em bibliotecas. Há consciência da questão da verdade oculta em seleção de bibliotecas e mentiras descobertas nas obras e algumas coleções nas quais o poder de a seleção é incapaz de atuar por meio de determinações institucionais complexas; há a questão de construção discursiva das normas das obras cooperativas, uma tradição da biblioteconomia, tanto para repositórios digitais como para a Biblioteca Digital de Teses e Dissertações; há a questão da ética do discurso em todo o trabalho informacional e, finalmente, competência comunicativa como uma das habilidades em formação.

Fonte: IBICT

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Biblioterapia – Um Cuidado com o Ser

A leitura é um fenômeno corporal, temporal, descentrado, intersubjetivo, transcendental. É um ato de comunicação que ultrapassa o corpo do autor e atinge o corpo do leitor ou do ouvinte. A partir da teoria da linguagem de Merleau-Ponty, especificamente a respeito da fala falante, a autora credita à leitura possibilidades terapêuticas. O envolvimento do leitor com o livro, o preenchimento dos vazios do texto literário, a significação como continuidade e retomada do texto, permitem que se pense na terapia por meio de livros, a biblioterapia.

Fonte: Saraiva

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Biblioteconomia e os Ambientes de Informação 2

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Fonte: Editora Atena

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O Renascimento de Vênus – A Mulher na Literatura Infantil

De que maneira a literatura infantil contemporânea está dialogando com os conflitos de agora através da questão da mulher? Ao privilegiar três nomes da literatura infantil brasileira – Lygia Bojunga Nunes, Marina Colasanti e Ciça Fittipaldi –, este livro, de autoria de Gloria Pondé, ilustra como o atributo masculino e o feminino disputam entre si, além de trazer informações que possibilitam o entendimento dos papéis da mulher em várias situações históricas e apontar caminhos para a reconstrução de práticas sociais e políticas mais justas e harmoniosas.

Fonte: SESI-SP Editora

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A literatura na escola: uma questão de gêneros

“Gloria Pondé sempre foi uma grande entusiasta da tríade alfabetização, leitura e literatura, desde o início do magistério, nas escolas públicas de periferia, até a última etapa de sua carreira, como professora titular em universidade. A partir de sua prática pedagógica, Gloria elaborou uma pedagogia lúdica, centrada na linguagem polissêmica da literatura, com suas múltiplas possibilidades, de modo a despertar no educando o prazer estético e o pensamento crítico. Assim, é possível levar o leitor a perceber e participar do processo de construção do sentido do que lê e do seu estar no mundo, ou seja, fugir da passividade mental e tornar-se cidadão pleno e consciente. Destas reflexões surgiu, em 1985, A arte de fazer artes: como escrever histórias para crianças e adolescentes. Nessa obra, a autora analisa a situação do livro infantil até aquele momento, bem como o contexto do país na época e a predominância do magistério feminino, com suas consequências. Muitos estudos, pesquisas, leituras e novas reflexões depois, Gloria produziu a presente obra, A literatura na escola: uma questão de gêneros. Ao se confrontar as duas obras, percebe-se que a anterior é em parte fruto da prática pedagógica da autora, ao passo que na segunda ela explicita seus pontos de vista metodológicos e filosóficos, ao mesmo tempo em que faz sua conexão com as mais modernas teorias das diversas disciplinas capazes de enriquecer o processo de formação não só dos futuros leitores, mas, antes de tudo, do futuro mestre, processo que é enfatizado por meio da prática da oficina literária. ” Ligia Vassalo

Fonte: SESI-SP Editora

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A arte de fazer artes – Como escrever histórias para crianças e adolescentes

No intervalo entre 1980 e 1990, os estudos sobre a leitura e a literatura infantojuvenil eclodiram no mundo acadêmico brasileiro. Diversos autores passaram a refletir sobre o tema e a endossar um aparato crítico. Nesse contexto, a obra de Gloria Pondé surge para repercuti-lo e fundamentar uma reflexão sobre os principais tópicos de literatura e educação. A arte de fazer artes é um passeio orientador sobre fazer, produzir e promover a leitura literária. Valendo-se da teoria literária e de exemplos dos maiores expoentes da literatura infantil brasileira, Gloria atravessa veredas do conto tradicional e da poesia, comentando a influência desses gêneros na instrução das crianças.

Fonte: SESI-SP Editora

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Biblioteconomia e os Ambientes de Informação

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Fonte: Atena Editora

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Dos princípios da classificação decimal universal a uma prática harmonizada

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Fonte: UNIVERSIDADE DE COIMBRA

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Lugares de Memória: A França no Rio de Janeiro

Livro passeia pela presença física e cultural da influência francesa na cidade através de ensaio de Rogério Reis e rica coleção garimpada em acervos

São muitos os laços que unem a história e a formação cultural do Rio de Janeiro à França. Além das numerosas edificações ainda ativas em nossa cidade, como o Palácio Capanema, de Le Corbusier, ainda mais significativos são aqueles menos visíveis. Desde as tentativas de colonização no século XVI até a gastronomia contemporânea, passando pela invasão napoleônica de Portugal, em 1807, e pelos impulsos libertários de 1968, os exemplos do intercâmbio com a França são abrangentes e infinitos. Muito do que aconteceu se refletiu aqui.

Este livro se propõe, em 12 capítulos, a levar o leitor por um passeio por alguns destes ícones acima citados. Imagens históricas resgatadas de arquivos, aquarelas centenárias e ensaio fotográfico atual do consagrado Rogério Reis tecem este fio invisível identificando os lugares de memória em nossa cidade, em uma edição inspirada na expressão consagrada pela obra coletiva dirigida por Pierre Nora, intitulada Les lieux de Mémoire, publicada em três volumes entre 1984 e 1992.

Lugares de memória: a França no Rio de Janeiro é a mais nova obra prima do Andrea Jakobsson Estúdio, organizado por Lorelai Kury, com textos de Alda Heizer, André Nogueira, Letícia Pumar, Lorelai Kury e Tânia Bessone. São 336 páginas e cerca de 400 imagens que trazem à tona, entre outras, a história da Ilha de Villegagnon; do Petit Trianon, sede da Exposição Universal de 1922 e que hoje abriga a Academia Brasileira de Letras; dos jardins de Glaziou, na Quinta da Boa Vista; e tantas outras edificações. São apresentados personagens ímpares que fizeram parte da elite carioca, como Louis Pharoux, integrando a história de construção da cidade que se revela aos poucos e sob ângulos pouco explorados. Você sabia que o pórtico que existe dentro do Jardim Botânico era, na verdade, um elemento da fachada da Academia Imperial de Belas Artes, demolida para dar lugar à modernização do Rio de Janeiro?

O livro é complementado por um ensaio de tirar o fôlego, assinado pelo renomado Rogério Reis. Em passeios pelos detalhes dos prédios, jardins e locais que permanecem íntegros, o fotógrafo explora a beleza e realça a memória afetiva que resiste na metrópole. Aquarelas, mapas, fotos e até mesmo detalhes de azulejos retratam um Rio desejado pelos franceses e que apresenta, até hoje, marcas da presença daquele país.

Fonte: Livraria da Travessa

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Manual  TC-03 “A Salvaguarda do Patrimônio Audiovisual: Ética, Princípios e Estratégia de Preservação”

Já está disponível para download no site da Associação Brasileira de Preservação Audiovisual e no site da International Associations of Sound and Audiovisual Archives , a versão em português do manual  TC-03 “A Salvaguarda do Patrimônio Audiovisual: Ética, Princípios e Estratégia de Preservação”. A publicação é  um dos textos  técnicos do Comitê Técnico Padrões, Práticas e Estratégias Recomendadas da IASA.

O TC-03 é a primeira publicação da instituição internacional que foi traduzida e disponibilizada em português. O trabalho foi iniciado em 2017 pelos membros da ABPA e IASA  Marco Dreer e Ariane Gervásio e revisada pelo diretor da ABPA Carlos Roberto Rodrigues de Sousa,  o diretor técnico Igor Calado e a pesquisadora e membro da ABPA Inês Aisengart.

Clique aqui  para fazer o download do livro.

Fonte: Associação Brasileira de Preservação Audiovisual

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O Cérebro no Mundo Digital: os desafios da leitura na nossa era

Nunca se leu tanto como hoje. Com alguns toques no smartphone, temos na palma da mão um universo de informações. Mas será que estamos lendo de verdade, apreendendo esses dados, analisando-os criticamente, ampliando nossos conhecimentos a partir deles, transformando tudo isso em sabedoria? A professora Maryanne Wolf responde a essas perguntas, mostrando neste livro os efeitos da leitura nas mídias digitais para o cérebro leitor, principalmente dos jovens. A partir das pesquisas mais modernas, muitos exemplos literários e de sua própria experiência como pesquisadora e mãe, a autora apresenta uma discussão impressionante sobre o impacto da tecnologia para a maneira como estamos lendo, consequentemente, para a nossa cognição, e o que isso pode acarretar para o futuro da humanidade. Surpreendente e necessária para os tempos de hoje, esta obra é, acima de tudo, uma defesa da leitura.

Fonte: Editora Contexto

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A Psicanálise Dos Contos de Fadas

Relançamento de um sucesso da Paz & Terra, agora com nova capa Em A Psicanálise dos contos de fadas, Bruno Bettelheim faz uma radiografia das mais famosas histórias para crianças, extraindo-lhes o seu verdadeiro significado. Os contos de fadas, considerados por pais e educadores até pouco tempo como “irreais”, “falsos” e “cheios de crueldade”, são, para as crianças, o que há de mais real, por lhes falar, em linguagem mágica sobre o que é real dentro delas. Os pais temem que os contos de fadas afastem as crianças da realidade, por meio do encantamento e da fantasia. Porém, o real, a que adultos comumente se referem, é o extremo, é o mundo circundante, talvez mais cruel do que o das fadas; o conto de fadas, por outro lado, fala de um mundo fantástico, que é bem mais real para as crianças. Isto fica ainda mais claro quando as histórias se situam na “Terra do Nunca”, ou no “Era uma vez um país muito longe…”, ou “Numa época em que os bichos falavam”, evidenciando, assim, que não se trata do aqui, nem do agora da realidade adulta, mas de um território fora do tempo e do espaço. Durante muito tempo, os contos de fadas jazeram esquecidos, desprezados e banidos sob a alegação de irreais e selvagens, em vista de suas tramas sempre altamente dramáticas. Depois que a psicanálise desmitificou a “inocência” e a “simplicidade” do mundo da criança, os contos de fadas voltaram a ser lidos (e discutidos) justamente por descreverem um mundo pleno de experiências, de amor, mas também de destruição, de selvageria e de ambivalências. A psicanálise provou que, na verdade, os pais temem que os filhos os identifiquem com bruxas e monstros, ogros e madrastas e, consequentemente, deixem de amá-los. Porém, ao contrário, podendo vivenciar tudo, identificando a si mesmos e aos pais com personagens dos contos, os filhos têm sua agressividade diminuída, podendo amar os pais de maneira mais sadia. O conto, assim, contribui para um melhor relacionamento familiar, desmanchando as fontes de pressão agressiva que poderiam ser dirigidas aos pais. Entretanto, a maior contribuição dos contos de fadas se dá em termos emocionais ao propor e, concretamente, realizar a fantasia, o escape, a recuperação e o consolo. Desenvolvem na criança a capacidade de fantasiar; fornecem-lhe escapes necessários falando a seus medos internos, a suas ansiedades e seus ódios, seja para vencer a rejeição (como em “João e Maria”), ou para enfrentar os conflitos edípicos com a mãe (como em “Branca de Neve”), seja para se portar diante da rivalidade com irmãos (como em “Cinderela”), ou dos sentimentos de inferioridade (como em “As Três Penas”). Os contos aliviam as pressões exercidas por esses problemas; favorecem a recuperação, incutindo coragem na criança, mostrando-lhe que é sempre possível encontrar saídas; e, finalmente, consolam, e muito: o “final feliz”, que tantos adultos consideram “irreal” e “falso”, é a grande contribuição que eles fornecem à criança, encorajando-a à luta por valores amadurecidos e a uma crença positiva na vida. A psicanálise dos contos de fadas mostra as razões, as motivações psicológicas, os significados emocionais, a função de divertimento e a linguagem simbólica do inconsciente que estão subjacentes nos contos infantis.

Fonte: Saraiva

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O Lado Sombrio dos Contos de Fada: as origens sangrentas das histórias infantis

Chapeuzinho Vermelho comeu a própria avó. Cinderela fugiu do pai incestuoso. E Bela Adormecida engravidou do príncipe encantado – enquanto estava dormindo. Os contos de fadas originais são muito mais cruéis do que se imagina. Surgiram em uma época em que feitiços, magias, canibalismo e animais falantes realmente existiram. Este livro conta essas origens. Ele olha para séculos de mitologia e folclore para explicar como enredos tão violentos foram parar nas histórias que contamos para nossas crianças. Você nunca mais vai ouvir um “era uma vez” do mesmo jeito.

Fonte: Amazon

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Educação Patrimonial: Diálogos Entre Escola, Museu e Cidade – Caderno Temático 4

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Autor: Átila Bezerra Tolentino (org.)

Edição: 2015

Páginas: 61

Publicação: Iphan/Superintendência no Estado da Paraíba

O número 4 desta série de cadernos patrimoniais retrata experiências de Educação Patrimonial por todo o Brasil que tomam os espaços educativos das escolas e dos museus como polos a partir dos quais se desenvolvem experiências sensoriais e interpretativas que extrapolam seus limites físicos e sua atuação institucional. A ampliação do limite entre o dentro e o fora, relatada em diversas experiências, incorpora novos elementos às práticas educativas comumente realizadas e revela como as referências culturais são palpáveis e acessíveis a qualquer cidadão ou cidadã, pois permeiam o cotidiano, a vizinhança e a cidade de todos.

Fonte: IPHAN

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O BiblioArte LAB é um programa de inovação em biblioteca e formação de leitores do século XXI. Finalista do Prêmio Jabuti 2018 na categoria Inovação em Formação de Leitores, além dos Prêmios IPL – Retratos da Leitura e ARede.Educa. Desenvolvemos produtos educativos, capacitações e serviços criativos para organizações e profissionais do livro e da leitura.

Fonte: pages.hotmart.com

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O Arquivo Público do Estado de São Paulo disponibilizou o novo Modelo de Plano de Classificação e Tabela de Temporalidade de Documentos do Poder Legislativo Municipal, com contribuições das casas legislativas de treze municípios paulistas. A nova versão, que atualiza a lançada em 2015, serve como roteiro para a elaboração dos instrumentos de gestão dos documentos produzidos nas atividades meio e fim das câmaras municipais. Para ver a publicação, acesse:

Fonte: www.arquivoestado.sp.gov.br

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O Silêncio dos Livros

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TER LIVROS É CRIME. DENUNCIE. Numa época em que os livros são proibidos, o misterioso Santiago Pena acaba de chegar a Portugal, onde conhecerá Alice, menina desprezada pelos pais. O encontro de um antigo caderno trará questões intrigantes. Que relação haveria entre um jovem acusado de crime que alega não ter cometido, suntuosos projetos arquitetônicos e a descoberta de uma biblioteca abandonada? O Silêncio dos livros é uma declaração de amor à Literatura. Romance para ser saboreado não só pelo enredo recheado de tensões e suspense, mas também pelos detalhes de construção, insere-se na melhor tradição da cultura ocidental, com sutis menções a livros, poemas e vinhos, a mitos clássicos e folclore, a obras de arte e teorias científicas, além de enveredar por grandes discussões da contemporaneidade, como privacidade, identidade, genética, direito ao esquecimento. Manejando uma linguagem precisa e poética, o autor cria metáforas surpreendentes, explora recursos estilísticos e sabe convidar o leitor a desvendar sentidos apenas sugeridos.

Fonte: www.amazon.com.br

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Guia de coleções da Divisão de Manuscritos da Biblioteca Nacional

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Contém informações sobre proveniência, conteúdo, dimensão, localização no acervo, acesso aos documentos das coleções custodiadas pela Divisão de Manuscritos, entre outras, de 225 coleções custodiadas pela Divisão de Manuscritos. As coleções provêm de fundos públicos e privados. Novas coleções serão incluídas à medida que forem sendo tratadas pelos técnicos da Divisão de Manuscritos.

Fonte: Fundação Biblioteca Nacional

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Literatura, leitura e educação

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Reúne ensaios sobre a literatura destinada à infância e ao jovem e sobre as práticas de leitura no âmbito da escola e da vida social. Os autores transitam por diversos recortes temporais da relação entre leitura e educação, oferecendo também análise das reflexões de Cecília Meirelles e de Leonardo Arroyo acerca do tema. Os capítulos contribuem para o debate sobre a função da leitura literária na escola e a formação dos professores na condição de mediadores fundamentais do processo educativo.

Fonte: SciELO – Scientific Electronic Library Online | FAPESP

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Estrutura narrativa nos quadrinhos: construindo sentido a partir de fragmentos

Neste livro, Barbara Postema colabora para a definição de um vocabulário sobre aspectos formais da linguagem dos quadrinhos, a partir de teóricos como Roland Barthes, Thierry Groensteen, Scott McCloud, entre outros. A pesquisadora holandesa, hoje professora da Universidade da Nova Zelândia, analisa o potencial das imagens, as funções narrativas dos quadros e sua sequência, além dos conceitos narratológicos mais tradicionais e apresenta uma fundamentação convincente para a maneira como os quadrinhos estruturam suas narrativas. Uma grande contribuição para a teoria sobre a 9a. Arte.

O livro tem prefácio de Waldomiro Vergueiro e é publicado com o Observatório de Histórias em Quadrinhos da ECA-USP.

Fonte: Editora Peirópolis

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Panorama das Histórias em Quadrinhos no Brasil

Da  popularidade das charges políticas nos primórdios da imprensa brasileira à conquista do público infantil, com as tiras publicadas semanalmente nos jornais de grande circulação, a indústria dos quadrinhos no Brasil tomou impulso na primeira metade do século XX a partir da energia empreendedora de editores brasileiros da época. Os suplementos semanais dedicados à criança abriam caminho para que o leitor brasileiro não apenas recebesse a influência poderosa da indústria americana, mas também conhecesse as criações nacionais ? personagens e histórias com a cor e os hábitos locais. Esta trajetória, muito bem sintetizada por um dos maiores pesquisadores no tema da América Latina, ganhou nesta edição a companhia de uma entrevista concedida pelo autor a Érico Assis e uma linha do tempo que relembra sua vida e obra. Escrito originalmente em espanhol para apresentar à América Latina o cenário brasileiro, um dos grandes mercados produtores e consumidores de quadrinhos do mundo, a versão em português ganha o tom de homenagem a Waldomiro Vergueiro, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) e um dos pioneiros nos estudos acadêmicos sobre os quadrinhos.

Fonte: Editora Peirópolis

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Dicionário de Biblioteconomia e Arquivologia

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O objetivo deste dicionário é definir, de forma clara, sucinta e simples, os termos utilizados por bibliotecários, arquivistas e demais profissionais da ampla e multifacetada área de ciência da informação, facilitando a expansão de seus conhecimentos. O critério básico para inclusão de um termo foi seu uso potencial ao longo do exercício profissional desses especialistas. Em muitos verbetes foram incluídas abonações extraídas da literatura técnico-científica e de léxicos gerais e especializados. A tarefa de compilação sistemática de terminologia é vital para o desenvolvimento de qualquer ramo técnico-científico, pois é impossível atingir clareza e precisão sem uniformidade na linguagem pelos praticantes da área. Amplo em seu escopo, com mais de quatro mil verbetes, o dicionário inclui não somente a terminologia das várias especializações dentro da biblioteconomia, arquivologia, documentação e estudos de informação, mas também os principais termos de direito autoral, editoração, comércio livreiro, artes gráficas, história do livro, bibliografia, comunicação científica, telecomunicações e informática. Servirá, portanto, a bibliotecários, arquivistas, editores, livreiros, estudantes, pesquisadores e demais profissionais que trabalham na coleta, armazenamento, processamento, recuperação e difusão da informação, em seu formato tradicional impresso ou em meio eletrônico. Colaborará também para atender às necessidades daqueles estudiosos que necessitam da terminologia técnica em inglês.

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Guía para la incorporación del enfoque de género en biblioteca

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IFLA – Gifts for the Collections: Guidelines for Libraries

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IFLA acaba de publicar a atualização das diretrizes para o recebimento de doações nas bibliotecas. As doações representam um componente importante das atividades de criação de coleções das bibliotecas. Estas Diretrizes se concentram exclusivamente em presentes e doações para coleções de bibliotecas, seja de forma proativa ou passiva. É aconselhável que a biblioteca desenvolva processos claros para lidar com e avaliar ofertas de acordo com as políticas da biblioteca. Isso fornecerá clareza tanto para o pessoal da biblioteca como para os doadores, reduzir a exposição a riscos e garantir que as futuras oportunidades associadas a itens aceitos nas coleções da biblioteca possam ser totalmente exploradas.

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Ebook Produção, tratamento, disseminação e uso de recursos informacionais

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O Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal Fluminense (PPGCI/UFF) comunica o lançamento, para leitura e download, do livro Produção, tratamento, disseminação e uso de recursos informacionais heterogêneos: diálogos interdisciplinares.

A publicação é resultante do V Seminário de Estudos da Informação, realizado pelo PPGCI/UFF em 2018, estruturado a partir dos conceitos de resiliência e transdisciplinaridade. A publicação foi organizada pelos professores Maria Luiza de Almeida Campos, Carlos Henrique Marcondes, Joice Cleide Cardoso Ennes de Souza, Ana Célia Rodrigues, Michely Jabala Mamede Vogel e Lucia Maria Velloso de Oliveira.

Fonte: De Olho na CI

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Anais do VI Ciclo de Debates Periódicos UFSC

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A Biblioteca Universitária da Universidade Federal de Santa Catarina publicou os Anais do VI Ciclo de Debates Periódicos UFSC e I Encontro Nacional de Portais de Periódicos, eventos realizados em maio de 2018 na Universidade Federal de Santa Catarina com o tema central “Gestão Editorial: Tendências e Boas Práticas”

Fonte: De Olho na CI

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O livro no Brasil: sua história

Esta edição de bolso de O livro no Brasil reproduz o texto integral da segunda edição, com algumas correções e atualizações, mas sem as ilustrações, para proporcionar uma versão com preço reduzido que atenda às necessidades de um leque de leitores mais abrangente. É o mais completo panorama histórico da indústria editorial brasileira, escrito originalmente em 1975, publicado pela primeira vez no Brasil em 1982, com uma segunda edição revista e atualizada pelo autor publicada em 2005. Retrata com precisão, clareza e riqueza de dados estatísticos o desenvolvimento das editoras brasileiras e os problemas econômicos, sociais e políticos que enfrentaram para sobreviver. Oferece um relato minucioso das obras e dos autores publicados pelas editoras comerciais e oficiais, além de tabelas, cronogramas e dados comparativos detalhados sobre população, importação, tarifas, preços, salários, exportação, produção de papel, traduções e comércio livreiro.

Fonte: Edusp

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Livro – Coleções, Acervos e Centros de Memória: Memórias e História da Educação Profissional

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O Centro Paula Souza (CPS), por intermédio do Grupo de Estudos e Pesquisas em Memórias e História da Educação Profissional, lançou o livro Coleções, Acervos e Centros de Memória. A publicação traz artigos sobre o papel dos centros de memória e relatos de experiências pedagógicas na preservação de coleções e acervos ligados à história do ensino profissional.

A obra reúne 25 trabalhos de professores de Escolas Técnicas (Etecs) e Faculdades de Tecnologia (Fatecs) estaduais, além de pesquisadores que atuam em centros de memória de outros institutos de ensino nacionais e internacionais. Os temas foram apresentados no 4º Encontro de Memórias e História da Educação Profissional, evento que marcou a comemoração dos 45 anos do Centro Paula Souza.

Coleção

Este é o terceiro livro da série Memórias e História da Educação Profissional. Lançada em 2011, a primeira publicação foi Cultura, Saberes e Práticas. A segunda obra foi publicada em 2013, sob o título Patrimônio, Currículos e Processos Formativos. As versões em pdf estão disponíveis gratuitamente para download.

Fonte: Centro Paula Souza

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A REDARTE/RJ informa que Anais do 6. Seminário de Informação em Arte pode ser acessado no link: https://bit.ly/2DY1t5d e agradece aos autores, participantes e toda a equipe envolvida na organização do Evento. #6seminarioRedarte

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Livro – HISTÓRIA DAS BIBLIOTECAS:  De Alexandria às Bibliotecas Virtuais

Frédéric Barbier propõe uma história das bibliotecas a partir de uma estrutura cronológica ampla, adotando uma perspectiva comparativa: parte das bibliotecas da Antiguidade clássica, passa pelas da Idade Média, acompanha as mudanças decorrentes da invenção de Gutenberg, testemunha tanto a difusão do modelo da “biblioteca mural”, até o final do século XVIII, como a problemática da coletividade e da leitura pública, no século XIX, até enfim chegar à pós-modernidade marcada pela desmaterialização das novas mídias e pela generalização de uma acessibilidade em tempo real. Para o autor, a biblioteca sempre foi uma instituição de transferência cultural, um lugar de encenação e um meio de legitimação do poder, sendo necessário considerar, assim, não só as transformações materiais, mas também a influência do mundo das bibliotecas sobre o mundo do pensamento, das ideias, da informação e da política.

Fonte: Edusp – Editora da Universidade de São Paulo

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Ebook – Biblioteconomia é para você?

Esse livro foi desenvolvido para pessoas que buscam mais informações sobre a profissão de um bibliotecário e desejam saber se têm perfil para seguir a área. Um livro leve e dinâmico para quem deseja conhecer o mundo dos bibliotecários para mudar de área, aprimorar conhecimentos ou para jovens que estão pensando se, afinal, Biblioteconomia vale a pena.

Muitas vezes as pessoas pensam que a profissão dos bibliotecários está fadada à morte. Se você tem essa impressão, esse livro está aqui para provar o contrário. Na verdade, em um mundo pós-internet, com Google, redes sociais e uma bomba de notícias falsas por aí, é quando se precisa mais ainda de bibliotecários.

Fonte: amazon.com.br

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I Jornada Fluminense de Pós-Graduação em Acervos, Preservação e Memória – Caderno de Resumos

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Boletim informativo da Comissão Brasileira de Bibliotecas Prisionais 2018

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Anais do Seminários de Pesquisa da FESPSP

Nesta edição, estão publicados os trabalhos aprovados no VII Seminário da FESPSP: “Na encruzilhada da democracia:instituições e informação em tempos de mudança.”

Para conferir, acesse www.fespsp.org.br/anais

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Livro: Bibliotecas itinerantes: livros libertos, leitura e empoderamento

Este livro tem como objeto de estudo as bibliotecas sem lugar fixo, que buscam alcançar locais tradicionalmente marginalizados e privados do acesso à cultura. A questão central da obra é a contribuição dos livros e da leitura para o empoderamento dos sujeitos. Os artigos reunidos nesse livro apresentam diferentes abordagens metodológicas, com diálogos entre si. Isso contribui para a historicização do processo de institucionalização das bibliotecas itinerantes como política pública cultural.

Fonte: EDUFBA – Editora da Universidade Federal da Bahia UFBA

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Livro: “Da Minha Casa para Todos: a institucionalização de acervos bibliográficos privados” 

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Inovação em biblioteconomia: temas transversais

Ao considerar inovação como uma ação ou um ato de modificar, renovar ou criar de uma novidade, é factível entender que estão incorporados nesta obra 12 relatos de pesquisas brasileiras, conclusas ou não, que apontam caminhos ou estratégias diferentes aos habituais percursos que são construídos para examinar as questões inerentes à Biblioteconomia e à Ciência da Informação. Sob esta concepção, esta obra, de iniciativa dos professores do curso de Biblioteconomia da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó) e da Universidade Federal do Amazonas, se debruça para examinar a inovação na Biblioteconomia sob diferenciados contextos, a saber: o tecnológico e seu emprego no aperfeiçoamento da oferta de produtos e serviços; o da promoção de informações dispostas em diferenciados ambientes para consumo de públicos diversificados; o da informação enquanto elemento construtivo dos processos de inovação e prospecção tecnológica; o do empreendedorismo; e o da imagem, seja ela institucional, seja ela urbana, denotando a transversalidade das temáticas tratadas.

Fonte: Editora Argos

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Esses livros sem idade

A função da literatura é a de alcançar a comunicação com o leitor. Esta publicação discute as classificações habituais na ordem dos livros, em indagação das produções consideradas sem idade, passíveis de serem lidas e fruídas em variadas etapas da vida. Atentos à realização estética, os textos dos autores presentes no Colóquio Internacional Esses Livros Sem Idade, realizado em 2012 na Universidade Federal Fluminense, tomam a obra nessas condições, em discussão produtiva e necessária, de interesse fundamental à literatura para crianças e jovens, terreno em que a escolarização da leitura, a simplificação das questões e as banalizações do mercado podem fazer estragos consideráveis. Estão representados os pontos de vista de autores (as), ilustradores (as), editoras, editor, críticas (os), bibliotecárias, docentes, em diálogo com leitores na Educação, nos Cursos de Letras, nas pesquisas sobre leitura.

Fonte: SESI-SP Editora

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A arte da leitura: diálogos sobre livros

Este livro proporciona ao leitor uma viagem através dos clássicos da literatura mundial, mostrando que o contato com essas obras permite uma conversa divertida e, ao mesmo tempo, infinita, por toda a biblioteca. Esta edição apresenta a transcrição dos treze encontros de Mortmer J. Adler e Charles Van Doren, produzidos e publicados pela Enciclopédia Britânica, e acesso integral aos vídeos do programa. É curioso que, um tempo depois de sua publicação, os vídeos se perderam, e assim permaneceram durante muitos anos. Agora você poderá assisti-los via aplicativo, e lê-los, nesta publicação da É Realizações!

Fonte: Livraria da Travessa

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Gestión estratégica en unidades de información: planeamiento

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Las organizaciones en general están constantemente influenciadas por su entorno o entornos (economía, política, ciencia y tecnología, demografía, sociedad, derecho, mercado / clientes, proveedores, competidores, etc.), mostrando características, tendencias y comportamientos evidentes como inestabilidad, incertidumbre, dinamismo, riesgos, cambios permanentes en el tiempo y lugar; son como “territorio desconocido”. Dadas estas características, las organizaciones necesitan entender el comportamiento de su entorno para saber qué situaciones afrontan y cuáles son más probables. De ahí surge la planificación estratégica que orienta a las organizaciones a confrontar, adaptar, anticipar e influir en su entorno.

Fonte: Universo Abierto

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Livro: Pensar os arquivos: uma antologia

Toda ciência, sendo imersa no tempo e na sociedade humana, se defronta com novos problemas. E nesse processo, na busca de novas soluções, precisa voltar-se à sua história, rediscutir seus princípios e paradigmas, reavaliar o que lhe dá utilidade e caráter específico, ao mesmo tempo que necessita deixar-se irrigar e penetrar por avanços de outras áreas de conhecimento que possam ajudar-lhe a seguir adiante. Como processo, essa situação é contínua, mas há conjunturas em que a necessidade de revisão e mudança é mais premente. A arquivologia encontra-se num desses momentos difíceis e privilegiados, em que as dúvidas são muitas e as escolhas assumidas podem fi rmá-la como área de conhecimento estratégico ou marcá-la como um saber ultrapassado e visceralmente comprometido com o Estado e com os setores sociais hegemônicos.

Fonte: FGV Editora

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Livro: Desafios Iberoamericanos: o patrimônio histórico-educativo em rede

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O Patrimônio Histórico-Educativo traz com ele a “sedução do arquivo”.  Reunir manuais escolares, mobiliário e material de ensino, documentos escritos manuscritos e impressos, em instituições escolares ou em espaços criados para a guarda e a difusão da cultura escolar, representa o início de tantos projetos acadêmicos, que trazem o envolvimento de investigadores e grupos comprometidos com a preservação da memória e da cultura que a sustenta. A publicação que constitui o primeiro número desta Coleção foi organizada em 03 partes assim constituídas:  – Parte I: Projetar e organizar espaços para o Patrimônio Educativo – Parte II: Refletir sobre espaços projetados / organizados – Parte III: Estudar e Difundir o Patrimônio.

Fonte: Portal de livros abertos da UNICAMP

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Livro: “Paradigmas, Serviços e Mediações em Ciência da Informação”

Na origem deste livro esta um outro, resultante de um desafio que nos foi lançado por colegas de uma universidade pública, especializada no ensino à distância, interessados numa espécie de manual – um “manual teórico” sobre recursos e serviços de informação -, com o objetivo de servir de orientação para estudantes do ensino superior e de ser tomado como base de referência para a elaboração de materiais didácticos e pedagógicos sobre o assunto. Mas na raiz mais próxima está a estreita convergência de duas vontades: a dos autores de aprofundarem e reformularem o título e o conteúdo do projecto inicial e a da ideia de divulgar, no Brasil, mais um fruto do nosso trabalho de reflexão, de pesquisa, de síntese e de divulgação científica.

Fonte: https://www.facebook.com/commerce/products/2123632824365903/?rid=1525188174472362&rt=6

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Livro: “O custodialismo e a teoria da intencionalidade”

A sociedade contemporânea experimenta uma “cultura de abundância” proporcionada pelo acesso ilimitado à informação. no cenário da livre produção de informação os Sistemas de Informação devem fornecer condições para que os utilizadores encontrem os conteúdos armazenados por eles. No contexto do Paradigma pós custodial e Contemporâneo, o tema Acessibilidade à informação, investigado nessa obra, direciona-se ao entendimento do problema de localização da informação, também relacionado ao neologismo Findability. Findability vincula-se ao contexto de utilização e a capacidade de visibilidade da informação em Sistemas de Informação. Diante de uma perspectiva sistêmica investigamos na CI aspectos específicos da Epistemologia; do Comportamento informacional, e da Organização da informação. Buscou-se abordar sistemicamente tais conceitos, por meio do Modelo resultante da pesquisa, indicando que o fenômeno informação, respaldado pela Teoria da Intencionalidade, pode contribuir para Sistemas de informação completos e Democráticos.

Fonte: https://www.facebook.com/commerce/products/1907373176050907/?rid=1525188174472362&rt=6

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Livro: Mídias sociais: saberes e representações

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Hoje, a grande maioria dos setores da sociedade já foi influenciada, direta ou indiretamente, pelas mídias sociais. E é neste contexto que surge a necessidade de debater, dentro e fora da academia, este fenômeno. Dentre os assuntos abordados, estão a interatividade e a participação em contexto de convergência midiática, a sociabilidade em RPGs on-line, a interação pessoal mediada pelos blogs, a prática religiosa em tempos de internet, o fenômeno das compras coletivas e a circulação de música nos sites de redes sociais.

Fonte: SciELO Books

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Boletim Sistema CFB/CRB nº 73

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ANAIS DO 2º ENCONTRO REGIONAL NORTE-NORDESTE DE EDUCAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO – 2º ERECIN N-NE

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O dom da leitura: Helder Câmara e suas bibliotecas

A presente obra narra um percurso humano digno dos heróis e dos santos. É impossível não se encantar com o trajeto pessoal de Dom Helder Camara, que vai mostrando como simplicidade e grandeza podem ser pares perfeitos na construção dos grandes homens. Dom Helder soube cuidar do dom da vida, do dom da razão e do dom da fé na construção de si mesmo nos mundos em que foi habitando e nas missões que foi assumindo. 

Os que conheceram o Bispo dos Pobres não supõem qual terá sido seu trajeto intelectual. A paixão pela justiça, a liderança do episcopado, a resistência às tiranias e a mística profunda beberam diariamente das fontes da fé e da razão.

Este livro convida o leitor a passear por entre as estantes das bibliotecas pessoais de Dom Helder. O objetivo é apresentar o Helder leitor, pouco conhecido do grande público, para quem os livros representaram muito mais do que uma fonte de informações. 

Além de informações sobre as obras que Dom Helder lia e das anotações às margens das páginas, que ele mesmo fazia nesses livros, o livro resgata trechos de cartas, meditações, discursos e anotações que ele fazia em pequenas cadernetas, a maior parte delas apresentadas pela primeira vez ao grande público. 

O estudo é original e contribui com o conhecimento do labor que fez o grande bispo do Brasil e do mundo. 

Fonte: Paulinas

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Acervo: Revista do Arquivo Nacional

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Cartilha: Entidades de classe da biblioteconomia: o que são e para que servem?

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A publicação tem como objetivo esclarecer o que são as entidades de classe e qual a função de cada uma delas. A proposta foi trazer para a cartilha informações para conhecimento e esclarecer dúvidas sobre conflitos de funções que ocorrem no dia a dia dos estudantes e profissionais sobre a existência e os papeis que competem a cada uma delas.

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Livro: Ontologia Digital Arquivística

A informação digital possui uma série de recursos que, se combinados, potencializam seu alcance e facilita a vida do usuário dessa informação. Nesse sentido, na tecnologia digital é possível que os padrões de descrição dos documentos, representados por meio de metadados, estimulem a criação de ontologias leves com potencial uso no processamento e na interoperabilidade?

O livro explora este caminho, desde como interoperabilizar a informação digital, tanto para a difusão como para a preservação a longo prazo em sistemas de arquivo e na internet. Até mostrar que a descrição arquivística permite acesso à informação arquivística registrada e é capaz de fornecer dados acerca do contexto de produção documental para sistemas de arquivo e para a Web 3.0.

Para o estudo que culminou nesta publicação foram utilizados os padrões dos sistemas informatizados de arquivos, como o Sistema Informatizado de Gestão Arquivística de Documentos (SIGAD) e Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de Documentos (e-ARQ), além dos Repositórios Digitais Confiáveis Arquivísticos (RDCArq) e o Modelo Record Continuum.

As ontologias têm seu papel na estruturação dos domínios de conhecimento e cresce seu uso na tecnologia digital. Por isso aborda-se sobre as características das ontologias, cujo as leves podem resultar do uso de padrões arquivísticos. O resultado disso pode ser considerado uma Knowledge Organization System (KOS).

O estudo mostra os padrões arquivísticos e a descrição arquivística. Para isso, trata de identificar a descrição arquivística como base…

Fonte: Bookess

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Anais do XX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias

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Em 2018, Salvador sediou o Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias, o XX SNBU, organizado pelo Sistema Universitário de Bibliotecas da Universidade Federal da Bahia (SIBI/UFBA) e o grande tema escolhido foi: “O Futuro da Biblioteca Universitária na Perspectiva do Ensino, Inovação, Criação, Pesquisa e Extensão”. Nesse SNBU buscamos ouvir conferencistas e palestrantes principalmente de outras áreas, como a Linguística, Letra Física, e Artes profissionais da inovação e criação, de dança , músicas , artistas das várias vertentes para contar como se processa a criação e o que espera ou o que fundamenta a participação da biblioteca universitária nesse contexto e institucional contemporâneo Através desse Anais caberá a reflexão sobre as conquistas e desafios enfrentados pelas bibliotecas universitárias, e se o espaço do XX SNBU solidificou-se com o passar dos anos nesse requintado ambiente. A realização conjunta entre as instituições de ensino federais do estado da Bahia, e o apoio das universidades públicas estaduais do estado à participação efetiva do Conselho Federal de Biblioteconomia, 17ª Gestão, evidencia a união necessária para a apresentação do tema como o resgate da sua missão histórica, identidade e relevância acrescida da nova função dentro do contexto contemporâneo, ou seja, biblioteca universitária: espaço de ensino, pesquisa extensão criação e inovação e centro de aprendizagem. Ao completar 40 anos de realização, o evento mais expressivo, para esse segmento de bibliotecas no Brasil, retorna aos seus primórdios, porém destaca o protagonismo e atuação das bibliotecas universitárias, ao estarem sempre atentas às inovações e progressos tecnológicos ocorridos, e a defesa da importância e evidência na sociedade contemporânea. Se hoje, chegamos aqui na apresentação dos Anais do XXSNBU temos muito a agradecer ao Reitor João Carlos e Paulo Miguez (Vice-Reitor) que desde o início da Gestão tinham o foco para disponibilizar para o meio acadêmico os recursos do SIBI. Foi por acreditar na equipe que conseguimos realizar mais esse evento. Todos os bibliotecários e servidores administrativos e terceirizados do SIBI que direta ou indiretamente participaram de todos os momentos da concepção do SNBU, do seu início até o encerramento final. Nossos agradecimentos também à equipe da EDUFBA, do ICI e das Pró-Reitorias com suas estruturas e recursos humanos, servidores administrativos das unidades envolvidas e os funcionários das empresas terceirizadas. Lídia Brandão Toutain Presidente do XXSNBU Superintendente do SIBI/UFBA.

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Livro: Ensino e pesquisa em arquivologia: cenários prospectivos

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Ebook: O Protagonismo da Mulher na Biblioteconomia e Ciência da Informação

cAPA

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Livro: Literatura: Ontem, hoje, amanhã

Este livro volta-se ao público com uma provocação: o que é a literatura? A pergunta aparentemente simples guarda inúmeras armadilhas. Quais os limites da literatura? Quais são os seus tipos, suas modalidades, seus gêneros? E, mais que isso: como a ideia do que é literatura se alterou com o tempo? Para todas as idades, este texto, por seu tom saborosamente literário, acaba ele mesmo sendo objeto entre os territórios investigados em suas páginas.

Fonte: Editora Unesp

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Anais HDRio2018 disponíveis

A divulgação de saberes e a democratização do acesso ao conhecimento apresentado no evento é parte do compromisso do HDRio2018. Os trabalhos aqui compilados e organizados foram apresentados durante o Congresso nas modalidades de comunicação coordenada e sessão de pôsteres, após prévia avaliação por pares, seguida de aprovação pela Comissão Científica do Congresso. Os autores que atenderam à chamada de envio de seus textos finais encontrarão os trabalhos organizados de acordo com os eixos temáticos relacionados. Esperamos que o acesso aos relatos aqui apresentados produza novas possibilidades de interlocução entre os autores e os demais pesquisadores que atuam neste fértil e emergente campo das Humanidades Digitais.

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Livro: As tecnologias e o contexto da educação inclusiva: problematizações em espaços educacionais

O livro As tecnologias e o contexto da educação inclusiva: problematizações em espaços educacionais tem como objetivo suscitar uma discussão sobre as questões que convergem tecnologias e inclusão no contexto das instituições educacionais. Aborda a integração das chamadas tecnologias de informação e comunicação (TIC) associadas às práticas dos educadores como uma temática complexa que articula aspectos sociais, tecnológicos, psicológicos e didáticos.

Fonte: Editora UFS

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Livro: Os homens que salvavam livros: A luta para proteger os tesouros judeus das mãos dos nazistas

Uma saga de heroísmo e resistência, amizade e romance, e uma devoção inabalável à literatura e à arte, mesmo sob o risco de morte.

Os homens que salvavam livros é a incrível história real dos habitantes do gueto de Vilna, na Lituânia, que resgataram milhares de livros e manuscritos raros da cultura judaica por duas vezes – primeiro das mãos dos nazistas, depois dos soviéticos. Tendo como base documentos judaicos, alemães e soviéticos, incluindo diários, cartas, memórias e entrevistas do autor com vários participantes da história, o livro registra as atividades ousadas de um grupo de poetas e eruditos que se tornaram combatentes e contrabandistas na cidade conhecida como a “Jerusalém da Lituânia”.

Partindo de uma extensa pesquisa do principal estudioso do gueto de Vilna, de estilo e ousadia excepcionais, Os homens que salvavam livros é uma história épica de heroísmo, um conto pouco conhecido dos dias mais sombrios da guerra.

Vencedor do National Jewish Book Award 2017 – Categoria Holocausto

Fonte: Grupo Autêntica

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Manual: Journalism, ‘Fake News’ and Disinformation: A Handbook for Journalism Education and Training

Escrito por especialistas na luta contra a desinformação, este manual explora a natureza do jornalismo com módulos sobre por que a confiança é importante; pensar criticamente sobre como a tecnologia digital e as plataformas sociais são canais do distúrbio da informação; lutando contra a desinformação e a desinformação através da alfabetização midiática e informacional; verificação de fatos; verificação de mídia social e combate ao abuso online.

Faça o download em: https://en.unesco.org/node/295873

Fonte: De olho na CI

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Livro: Arquivologia, Biblioteconomia, Museologia e Ciência da Informação. O Diálogo Possível

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Na trajetória histórica do conhecimento humano, áreas surgem e outras perecem, atendendo a necessidades, preocupações, interesses, imposições, questionamentos, dominação, etc. A arquivologia, a biblioteconomia, a museologia e a ciência da informação são abordadas, neste livro de Carlos Alberto Ávila Araújo, tanto em seus aspectos históricos, como na síntese das correntes e modos de explicá-las e entendê-las. Trabalhando no espaço das discussões apresentadas acima, o autor enfatiza a importância do diálogo entre as áreas, refutando qualquer entendimento de dominação de uma por outra. Os objetos ou os núcleos do objeto não impedem a relação. Ao contrário, exigem a troca, o diálogo. As áreas de interesse do livro precisam uma das outras. A existência isolada pode até ser possível, mas acarretando empobrecimento teórico e prático; um olhar apenas para o próprio âmago, alijando-se do mundo, dos homens e das outras ciências; um não pertencimento ao universo do conhecimento humano. Este livro enquadra-se entre os que propõem algo novo. O novo é o questionamento, o desnudar dos conflitos, a apresentação dos antagonismos. O novo exige um repensar; transforma o conhecimento e o reorganiza, o reestrutura. O desejo de qualquer autor é retirar o leitor da passividade das certezas, é criar dúvidas, é transformar as posições apresentadas em questionamentos. Texto bom, para mim, é aquele que gera conflitos no leitor, conflitos que exigem um novo olhar em nossas sedimentadas verdades.

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Livro: Livrarias, uma história da leitura e dos leitores

O escritor catalão Jorge Carrión desenha um verdadeiro mapa-múndi das livrarias, revelando uma série de histórias e informações preciosas sobre o universo dos livros, da Roma Antiga aos dias atuais. Nesse percurso, o autor investiga a relação de escritores e leitores com diversas livrarias, mostrando como esses encontros se tornaram peças-chave da cultura e da economia criativa em diversas partes do mundo. Ao transitar pelos caminhos da memória editorial e livreira – evocando uma série de personagens e estabelecimentos, além de referências literárias, filosóficas e políticas –, Carrión constrói uma história inédita do livro em âmbito internacional, apoiado em uma profunda pesquisa que revela dados bibliográficos e biográficos, análises de conteúdo e de mercado.

Livrarias e livreiros icônicos – como Shakespeare & Co., Daunt Books, Strand Books, Bertrand – estão presentes na obra, assim como contextos menos conhecidos e igualmente fascinantes: livreiros de Havana, as lojas das ruas de Istambul, estabelecimentos e histórias na Austrália, China, Guatemala, África.

Carrión sabe que as ruas, a geografia, a alma das cidades não seriam as mesmas sem as livrarias que compõem sua paisagem. Cada uma com seu perfil e vocação, leitores apaixonados, frequentadores assíduos ou mesmo clientes de primeira viagem tem o seu lugar e função neste universo de livros, escritores e leitura.

Fonte: Bazar do Tempo

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E-book: Tratado de Documentação

A editora Briquet de Lemos fez a tradução para o português, da principal obra de Paul Otlet: Tratado de documentação. Esta obra é fundamental para a Biblioteconomia e para a Ciência da Informação. A editora disponibiliza a publicação gratuitamente.

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Livro:  ORDEM DOS LIVROS, A: LEITORES, AUTORES E BIBLIOTECAS NA EUROPA ENTRE OS SÉCULOS XIV E XVIII

As relações estabelecidas entre a humanidade e o saber, entre a cultura e a massa, entre os livros e os leitores são os fundamentos deste livro que fascina desde a primeira página. Ao argumentar que os artifícios de leitura dos sentidos de um texto são infinitos como as possibilidades do conhecimento e de propagação da cultura, Roger Chartier abre uma perspectiva de análise de uma temática tão apaixonante quanto vasta: reconhecer as modalidades diversas do processo de “armazenamento do saber” nos livros e sua interação entre as identidades dos leitores e a arte de ler. Sensível, acessível e profundo, este estudo também objetiva mostrar que os livros, na condição de “realidades físicas do saber disperso”, são objetos cujas formas estão em estreita ligação com a noção de mundo dos leitores, cada dia mais plural, devido principalmente ao advento da informática e suas vastas possibilidades de aquisição do conhecimento a partir da leitura.

Fonte: Editora UnB

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Livro: Uma Biografia em Livros

Ricamente ilustrado, principalmente, com fotografias de manuscritos nunca antes vistos, primeiras edições raras e livros anotados de autores que vão desde Homero, Ovídio, Mestre Eckhart e Dante até Wiliam Blake, Goethe, Hölderlin, Nietzsche e James Joyce, este livro apresenta a biografia intelectual de Jung, seguindo seus encontros essenciais com os livros e mostra como, através de seu envolvimento com eles, ele criou uma nova concepção de natureza humana.

Fonte: Editora Vozes 

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Livro “MUSEUS BRASILEIROS”

Na segunda metade do século XX, o tema do museu adquiriu importância na vida social, atraindo um público cada vez maior na dinâmica criada pela indústria cultural. Aumento do turismo, revitalização urbana e destino arquitetônico são consequências naturais da criação de novos museus nas cidades. No início do século XXI, o Brasil conta com um número considerável de museus de grande qualidade arquitetônica e modernos esquemas museográficos, tornando fundamental sua difusão nacional e internacional. Este livro ilustra a importância deste tema, demonstrando que a diversidade das iniciativas espalhadas pelo Brasil é a resposta às inúmeras tradições e manifestações artísticas de uma sociedade multicultural. Entre as obras selecionadas nesta obra estão – Museu de Arte Contemporânea, projetado por Oscar Niemeyer O Museu Iberê Camargo, de Álvaro Siza A Pinacoteca do Estado de São Paulo, de Paulo Mendes da Rocha O Museu Rodin, de Marcelo Ferraz e Francisco Fanucci além dos projetos de Diller, Scofidio + Renfro para o Museu da Imagem e do Som de Thiago Bernardes e Paulo Jacobsen para o Museu de Arte do Rio e de Santiago Calatrava, para o Museu do Amanhã.

Fonte: Editora Interciência

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Traducción al español del material de entrenamiento de RDA

 

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Traducción al español del material de entrenamiento de RDA elaborado y almacenado por Library of Congress (LC)

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Más sobre  

Este proyecto fue coordinado por la Biblioteca Nacional Mariano Moreno de la República Argentina (BNMM), en el ámbito de ABINIA (Asociación de Estados Iberoamericanos para el Desarrollo de las Bibliotecas Nacionales de Iberoamérica), contando con el aporte de las Bibliotecas Nacionales de España, Chile y Colombia y colaborando Library of Congress (LC, Biblioteca del Congreso de Estados Unidos) en la revisión de las traducciones.

Catalogación descriptiva utilizando RDA

Actualizaciones de RDA

Fonte: Universo Abierto

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Livro “RECURSOS AUDIOVISUAIS – Sua contemporaneidade na organização e representação da informação e do conhecimento”

As coleções de audiovisuais tomam proporções inimagináveis com as novas soluções tecnológicas para localização e acesso, refletir e avaliar sobre elas é o objetivo do livro Recursos audiovisuais: sua contemporaneidade na organização e representação da informação e do conhecimento. Os novos olhares e contribuições eficazes para o tema, é feito pelos autores a partir de uma interlocução dos métodos e instrumentos de representação e organização com os audiovisuais e são apresentadas por meio de conjunto de textos que retratam os estudos e experiências dos recursos audiovisuais na Ciência da Informação e seus novos e tradicionais campos de trabalho. Além disso, a motivação para reunir diferentes autores de diversas instituições do país em uma mesma obra deriva das discussões realizadas pelo Grupo de Pesquisa Organização e Representação da Informação e do Conhecimento de Recursos Imagéticos (ORICRI) ao longo de 2014 e 2015 com os alunos das graduações de Arquivologia e Biblioteconomia da Universidade Estadual de Londrina (UEL), proporcionando aos alunos em aprofundar os conceitos, estratégias e metodologias que levassem a uma compreensão de como melhorar, assegurar e inovar uma representação e organização das coleções audiovisuais.

Fonte: Editora Interciência

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Livro “COMPETÊNCIA EM INFORMAÇÃO – Como buscar, avaliar e usar a informação para atingir a competitividade”

Para gerir uma organização é necessário saber como utilizar a informação e o conhecimento para o alcance de diferenciais competitivos, o que pressupõe que os gestores devam possuir competências atreladas aos processos administrativos, à competência na gestão de pessoas e à competência em informação. Assim, a riqueza do livro é ser multifacetada, considerando-se que oferece uma excelente análise sobre as características e a situação da competência em informação de gestores como diferencial competitivo de indústrias de MPE organizadas como clusters; contribui também com sistematização da literatura sobre esse tema e suas outras denominações, em inter-relação com a competitividade e inovação, além de estabelecer sua relação com a competência em informação. Além de uma abordagem teórica, a autora, complementa sua pesquisa com o desenvolvimento de um estudo de caso junto a uma realidade – indústrias de eletroeletrônicos de Garça (SP) – enquanto clusters representados por um conjunto de indústrias de micro e pequeno porte, o que permitiu demonstrar toda uma trajetória prática na aplicação de metodologias estruturadas. Os resultados são relevantes para aqueles interessados em saber como a competência em informação pode contribuir de maneira direta para o crescimento das indústrias de micro e pequeno porte que se acham organizadas em clusters, pois, além de contar com o aglomerado há a valorização da informação para gerar inovação por meio da criatividade e, com isso, sobreviver no mercado de negócios no contexto brasileiro. Além disso, a autora ressalta a importância do compartilhamento de informação e finaliza com a recomendação de que deve ocorrer de forma frequente entre as indústrias a fim de que possam realizar o uso dessas informações com inteligência.

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Livro “BIBLIOTECAS DIGITAIS – Novas Tendências na Navegação em Contexto”

A principal motivação para a publicação deste livro é trazer, nesta segunda coletânea, a divulgação dos resultados das pesquisas que vêm sendo desenvolvidos, ao longo destes últimos 14 anos, pelos pesquisadores integrantes do Grupo de Pesquisa Modelagem Conceitual para Organização e Representação da Informação Hipertextual – MHTX. A obra que aqui se apresenta, no formato de livro, fornece uma visão sobre a importância e a influência do contexto no momento da categorização e representação da informação e do conhecimento, o que possibilita refletir a estrutura cognitiva do indivíduo na organização da estrutura informacional sobre determinado domínio do conhecimento. Essas estruturas do conhecimento são representações da organização das ideias na nossa memória semântica. Cada estrutura de conhecimento existe como objeto, ideia ou evento e, também, como um grupo de atributos, o qual é ligado à outra estrutura do conhecimento. À medida que aprendemos, apreendemos novas estruturas e ligações, adicionando informações às estruturas existentes, ou alterando essas estruturas através do processo de reestruturação. Para organizar o conhecimento de qualquer área, da sua representação à sua recuperação, estudam-se primeiramente os conceitos que compõem esse campo do conhecimento e as relações entre eles. Neste livro, no percurso dos seus oito capítulos, são apresentados os esforços desses pesquisadores em estudar os fundamentos teóricos e propor soluções para questões relacionadas à organização e representação da informação hipertextual, principalmente, aquelas que dizem respeito às técnicas de pesquisas em tecnologias da Web Semântica, tendo o usuário como ponto central de estudos na área. Para realização dessas pesquisas, também, foi necessário buscar aportes teóricos e metodológicos em outras áreas do conhecimento, tais como a Ciência da Computação, a Linguística e a Psicologia Cognitiva. Espero que este livro seja útil para os alunos de graduação e de pós-graduação, bem como para professores e pesquisadores da área.

Fonte: Editora Interciência

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Boletim Sistema CFB/CRB nº 72

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E-book: As contribuições de Paul Otlet para a Biblioteconomia

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E-book: Bibliotecári@s Negr@s: ação, pesquisa e atuação pesquisa

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E-book: Leitura documentária: estudos avançados para a indexação

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Sinopse

O desejo de desvelar os mecanismos subjacentes à leitura documentária e contribuir para o avanço das reflexões científicas no Brasil motivou a organização desta obra, fruto da colaboração científica entre as pesquisadoras Profa. Dra. Mariângela Spotti Lopes Fujita da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquista Filho”, Campus de Marília, Profa. Dra. Dulce Amélia de Brito Neves da Universidade Federal da Paraíba e Profa. Dra. Paula Regina Dal’Evedove da Uni-versidade Federal de São Carlos, que encontram nos estudos da representação temática da informação um elo comum. Apresenta uma coletânea de resultados de pesquisas que proporciona ao leitor uma rica reflexão acerca da leitura documentária. Seus capítulos resgatam e discutem, de forma verticalizada e atual, os referentes teóricos e metodológicos do processo de leitura documentária mediante um diálogo interdisciplinar, o que torna esta obra um convite aos profissionais, professores, pesquisadores e estudantes de Ciência da Informação que buscam uma aproximação crítica com o papel da leitura documentária no processo de indexação.

Fonte: Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC) – UNESP/campus de Marília

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E-book “As bibliotecas universitárias de Portugal e do nordeste do Brasil: estudo sobre o impacto e mediação das tecnologias”

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Livro: Quer que eu leia com você? – Refletindo sobre as práticas e os espaços de leitura para a educação infantil

 Este livro contribui para estimular o debate, a reflexão e a criação de novas metodologias para incrementar a leitura e a contação de histórias, inclusive com o envolvimento e a participação ativa das crianças. Apresenta experiências desenvolvidas na Biblioteca Flor de Papel da UFF, um espaço de mediação dedicado a incentivar as crianças da educação infantil a terem contato com a literatura e demais gêneros textuais, buscando trabalhar o gosto e a prática cotidiana da leitura. Uma obra de grande interesse para pais, professores, bibliotecários e todos os que se interessam pelo desenvolvimento das práticas de leitura infantil.

Fonte: Eduff – Editora da Universidade Federal Fluminense

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E-boook: Gestión de proyectos en información y documentación

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 Fonte: De Olho na CI

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E-book: Contextos formativos e operacionais das bibliotecas escolares e públicas brasileiras

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Este livro contém o registro sistematizado das atividades desenvolvidas pelo Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB) com o fim de refletir sobre a realidade social e política das bibliotecas públicas e escolares no Brasil. Afinal, a educação e a cultura são pilares fundamentais para a transformação do sujeito em cidadão, capaz de configurar, continuamente, seu contexto cultural e social. Mas também registra as reflexões sobre ética profissional acontecidas nos Seminários Regionais de Bibliotecas Escolares e Públicas e de Ética Profissional que o CFB realizou em todas as regiões do País, quando a temática foi apresentada e discutida como conceito normativo e prática essencial ao exercício de qualquer profissão. Assim, por meio da análise das informações coletadas regionalmente no País, baseada em princípios filosóficos, discorre-se sobre a sua pertinência e reflete-se sobre como a ética, atualmente, orienta e disciplina a conduta do bibliotecário brasileiro em suas realidades regionais e ambientes profissionais.

Fonte: Repositório Institucional do Conselho Federal de Biblioteconomia

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E-book: Mediadores de leitura na bibliodiversidade

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A presente publicação resulta da produção textual dos docentes que atuaram na equipe coordenadora e executora do projeto Curso de Extensão Mediadores de Leitura na Bibliodiversidade, na modalidade EAD. Os capítulos deste livro constituem-se na trajetória dos autores envolvidos no curso acerca dos temas desenvolvidos nos cinco Módulos do conteúdo programático, na sequência de seu desenvolvimento. Os conteúdos desenvolvidos objetivaram desenvolver competências para a fruição da literatura, da construção estética dos textos em suas diferentes linguagens e em diferentes ambientes; identificação de práticas leitoras; a reflexão e o debate sobre os aspectos teóricos, políticos e metodológicos da leitura e da mediação da leitura.

Fonte: Secretaria de Educação a Distância da UFRGS

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Manual de procedimentos para o tratamento da informação com restrição de acesso

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Publicado em 2017 pelo Centro de Documentação e Informação da Câmara dos Deputados este manual tem como objetivo definir critérios técnicos sobre o acesso a informações restritas, a fim de que se possa garantir o necessário e pertinente tratamento a determinadas informações de controle especial. Nesse sentido, a leitura e análise desta obra é indicada não apenas àqueles que se veem diante da necessidade de cumprir as disposições prescritas em textos normativos, mas também a todos quantos, na condição de cidadãos, queiram conhecer e entender os procedimentos da administração pública brasileira, para melhor exercer o controle social e a efetiva cidadania.

Fonte: Portal do Bibliotecário

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E-book: ComCiência e divulgação científica 

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Fonte: Agência FAPESP

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Livro: “Modelo de Gestão de Bibliotecas Comunitárias: criado a partir do TCC: Modelo de Gestão de Bibliotecas Comunitárias, apresentado à FESPSP – FaBCI – 2013”

Mesmo diante às novas tecnologias e o rápido acesso à informação, a sociedade atual encontra-se em um patamar de desinformação muito alto principalmente no que tange às sociedades menos favorecidas. Nesse sentido surgem às bibliotecas comunitárias, que por serem normalmente gerenciadas por uma multidisciplinaridade de pessoas da própria comunidade e não contar com um modelo de gestão, acabam muitas vezes por deixarem de existir. Esse trabalho tem o propósito de servir como um modelo de gestão aos interessados em constituir uma biblioteca nesse gênero, servindo de suporte desde sua criação, captação de recursos, parcerias, até sua construção – o trabalho técnico mais apropriado para o usuário (comunidade), disponibilização para o usuário e ações culturais e demais serviços que podem ser desenvolvidas nesses espaços onde normalmente contam apenas com doação para sua existência. Essa pesquisa foi realizada para obtenção do título de Bacharel em Biblioteconomia e Ciência da Informação na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP.

Fonte: Novas Edições Acadêmicas

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E-book “Educação Científica: abordagens teóricas e metodológicas para a formação de jovens pesquisadores” 

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As Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação (NTIC) trouxeram uma série de mudanças sociais e comportamentais. Essas mudanças reverberaram em todos os espaços e instâncias da sociedade. Em alguns elas causam espanto, repulsa; em outros , despertam curiosidade e fascínio. O fato é que a influência das NTIC é enorme, quase inevitável, atingindo de modo mais forte as camadas mais jovens da população. Diante disso é necessário (re)pensar a formação dos jovens nesse contexto cada dia mais efervescente.

O livro Educação científica e cidadania: abordagens teóricas e metodológicas para a formação de pesquisadores juvenis, organizado pela professora Maria Aparecida Moura, da Universidade Federal de Minas Gerais, traz justamente trabalhos que refletem sobre a formação ética,cidadã e científica de jovens, trabalhos esses que buscam também romper com barreiras e propor novos caminhos para a formação de pesquisadores juvenis.

A fim de organizar e aproveitar de maneira mais clara as ideias contidas em seus 21 capítulos o livro divide-se em quatro eixos. São eles:

  1. Educação científica e cidadania;

  2. Metodologias de pesquisa, comunicação e divulgação científica;

  3. Letramentos, leitura e mediações;

  4. Ciências, tecnologias e práticas colaborativas em ambientes digitais.

Ao longo dos capítulos os mais diversos contextos, discussões e possibilidades de abordagem da temática “educação de jovens e formação de pesquisadores juvenis” são expostos. Há textos que levantam questões em torno da formação ética, outros apresentam discussões de gênero, além das novas possibilidades e cenários surgidos com as NTIC.

Dentro desse último tópico discute-se creative commons, escrita colaborativa, blogs, letramento, cultura wiki e robótica. Todos os textos possuem um bom nível de conteúdo e constituem-se em ótimo referencial inicial para quem se interessa por essas temáticas.

O livro Educação científica e cidadania: abordagens teóricas e metodológicas para a formação de pesquisadores juvenis é antes de mais nada um indicador de que é possível construir novos caminhos no que se refere a formação humana e que esses caminhos passam pelo desenvolvimento de práticas mais inclusivas e dinâmicas no tocante a lida com o caótico, amplo e rico campo tecnológico e informacional.

Fonte: Estante da Bibliotecária

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Livro: Biblioteca Digital Jurídica do STJ : BDJur 10 anos

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Livro: Informação Seletiva , Mediação e Tecnologia. A Evolução dos Serviços de Disseminação Seletiva da Informação

Esta obra, não apenas atualiza a literatura acadêmica existente sobre os serviços de disseminação da informação, mas, também, sistematiza, de forma inovadora, os conhecimentos já consolidados sobre o processo. Além disso, sintetiza e integra a literatura sobre tópicos relacionados aos mesmos, sobre o papel do profissional da informação no seu oferecimento e sobre os aspectos práticos do seu planejamento e produção.

Fonte: Amazon

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Livro: O Profissional da Informação em Tempo de Mudanças

Sinopse profissional da informação em tempo de mudanças, o
Falar em Sociedade da Informação faz-nos repensar vários conceitos e práticas em praticamente todas as áreas. Evidentemente, a Ciência da Informação não poderia deixar de refletir sobre tal questão. A Ciência da Informação parece ainda não ter alcançado um ponto de equilíbrio e consenso em relação à atuação que se espera por parte dos profissionais que atuam na área. Muitos indivíduos consideram que a principal causa dessa situação está nos currículos dos cursos de graduação; outros consideram que os currículos são satisfatórios e que a questão está mais relacionada com o perfil do profissional. Assim, focando-se no “perfil profissional”, o conteúdo do livro constitui-se em cinco ensaios relacionados ao perfil do profissional da informação. Cada um com sua particularidade, envolvendo aspectos tais como: perfil de habilidades demandadas por empresas de recrutamento e seleção de recursos humanos; reflexões sobre cenários, práticas e perspectivas da Biblioteconomia; atuação do profissional da informação na Gestão do Conhecimento; o compromisso social da profissão e a visão do usuário em relação ao perfil do profissional. Dessa forma, não ousamos dar por encerrada a questão sobre “O bibliotecário no contexto da sociedade da informação? refletindo sobre a busca de uma identidade”. Pelo contrário, embora esperamos ter contribuído para que os próprios profissionais possam identificar um perfil que melhor se adapte a seus interesses e realidade, lançamos o desafio para que eles busquem respostas para as inquietações pessoais que possivelmente surgirão após a leitura dos textos, os quais, apesar de serem escritos por diferentes autores, mantêm uma mesma linha que os une – o perfil do profissional da informação.

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Livro: Coaching e Gestão do Conhecimento Pessoal: O Bibliotecário Como Agente de Desenvolvimento Humano

Sinopse coaching e gestão do conhecimento pessoal: o bibliotecário como agente de desenvolvimento humano
“…Esta obra de Leonardo Fernandes Souto inicia-se tratando dos meios pelos quais se faz a Gestão do Conhecimento Pessoal, ou seja, como se planeja, organiza, mobiliza e controla os resultados do seu próprio conhecimento pessoal desenvolvido, mas já se pode supor, a partir das considerações de Polanyi, que esta tanto é melhor quanto mais se evolui no desenvolver da consciência e da apreensão da realidade, do indivíduo encontrar e saber trilhar os caminhos com os quais defronta-se em seu cotidiano. E aí entram técnicas como o coaching, descritas no livro. Ou seja, o coaching torna-se de imensa valia para a gestão do conhecimento pessoal do indivíduo, seja aplicado às organizações, a outros ambientes, enfim, à sua própria vida. O coaching faz valer também a importância da relação com o outro, no sentido de estimular o indivíduo na busca do seu caminho.O livro é fortemente recomendado, especialmente para os bibliotecários, mas também para qualquer outro profissional interessado em buscar respostas para o seu desenvolvimento pessoal…”

Fonte: Cia. dos Livros – BOOKPartners Brasil Editora e Distribuidora de Livros LTDA.

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Ebook: Archivos personales: experiencias de organización y gestión /  Arquivos pessoais: experiências de organização e gestão

Las comunicaciones reunidas en esta obra fueron presentadas en el “I Encuentro de Archivos Personales”, coordinado por Noelia García y Maria Celina Soares de Mello e Silva, en el marco del XII Congreso de Archivología del MERCOSUR, celebrado recientemente en la ciudad de Córdoba, Argentina.

Los trabajos abordan, desde diversas perspectivas, distintas temáticas relativas a los archivos personales.

Fonte: RED de Archiveros graduados de Córdoba

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E-book: Dar nome aos documentos: da Teoria à Prática

Sinopse

Arquivos, bibliotecas, museus e centros de memória enfrentam hoje, mais do que nunca, a dificuldade de nomear adequadamente os documentos que precisam descrever e disponibilizar para consulta. Na medida em que se interessam por tudo aquilo que pode servir de fonte para a pesquisa, e não apenas por documentos que correspondem a atos de caráter administrativo e jurídico, lidam com uma variedade muito grande de linguagens, suportes, técnicas de registro e formatos, sem dispor de repertórios que os auxiliem nessa tarefa.

Fonte: Fundação Fernando Henrique Cardoso

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Livro: Competência em informação: Políticas Públicas, teoria e prática

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Autor(a): Fernanda Maria Melo Alves, Elisa Cristina Delfini Corrêa e Elaine Rosangela de Oliveira Lucas (Org.)
Ano: 2016
Editora: Edufba
ISBN: 978-85-232-1540-8
Nº de Páginas: 457
Idioma: Português, Inglês e Espanhol

O livro possibilita uma reflexão sobre os diversos caminhos seguidos pela ciência da informação. Dividido em três eixos: políticas públicas, aspectos teóricos e práticas e experiências, os autores do Brasil e da Espanha descrevem diferentes abordagens do campo de atuação e pesquisa na área , desde a iniciativa dos estados para o fomento à formação e ensino em competência em informação, até as metodologias, conceitos e aplicabilidade dessas ações em diferentes lugares.

Fonte: Edufba

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E-book: Open data day: dados abertos governamentais e democracia

A presente obra é um resultado do evento denominado Open Data Day (ODD), dedicado à pesquisa e ativismo pelos dados abertos. Esse evento é realizado simultaneamente em diversos países, no qual se vislumbra a continuidade de uma rede de cooperação científica interinstitucional e internacional de alto nível na área, com a colaboração de diversos professores estrangeiros e nacionais de vários campos do saber, tais quais Direito, Tecnologia de Informação, Comunicação Social, Políticas Públicas e Administração. No Brasil, o ODD já possuiu edições em anos anteriores, ocorrendo em alguns estados. Em todas as edições, têm-se levado a cabo discussões que trazem temas contemporâneos ante o uso desses dados para a melhoria das ações governamentais e da sociedade. Sabe-se que os dados abertos geram transparência e responsabilidade democrática, oferecendo à sociedade uma melhor compreensão das ações públicas e governamentais, e capacitando-a a tomar decisões que melhore a sua qualidade de vida.

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Livro: Biblioteconomia social: epistemologia transgressora para o Século XXI

SPUDEIT, D. F. A. de O.; MORAES, M. B. de (Orgs.). Biblioteconomia social: epistemologia transgressora para o Século XXI. São Paulo: ABECIN Editora, 2018. 278p. (Coleção Estudos ABECIN; 07). 

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E-book: Arquivos fotográficos: reflexões sobre sua abordagem arquivística

Las comunicaciones reunidas en esta obra fueron presentadas en el “III Encuentro de Archivos Fotográficos”, coordinado por André Malverdes (Universidade Federal do Espírito Santo – Brasil) y Anna Carla Mariz (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – Brasil) en el marco del XII Congreso de Archivología del MERCOSUR. Los textos reunidos están orientados al tratamiento
archivístico de fondos y colecciones fotográficas, en distintos ámbitos institucionales y espacios geográficos.

Fonte: RED de Archiveros graduados de Córdoba

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Livro: Livro, leitura e biblioteca em tempos sombrios

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E-book: Comunidades de usuarios, necesidades de información y servicios bibliotecarios: investigaciones.

Calva González, J. J. (coord.). [e-Book]  Comunidades de usuarios, necesidades de información y servicios bibliotecarios: investigaciones. México, Instituto de Investigaciones Bibiotecológicas. y de la Información, 2017

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Los usuarios de la información son uno de los elementos fundamentales de los servicios bibliotecarios y de información que se brinden, ya sea que estos se encuentren en sectores público o privados. Así se tiene a comunidades o sectores sociales de muy diferente orden como lo son: los enólogos, los agricultores de agave, los estudiantes, las comunidades indígenas, los docentes y muchos otros más, que esperan de dichos servicios, precisamente, obtener la información que necesitan. Todas las comunidades de usuarios de la información del tipo que sea, tendrán siempre necesidades de información. El conocimiento de las necesidades de información se obtiene de una manera bastante aproximada llevando a cabo los llamados “estudios de usuarios” y concretándose sobre las necesidades informativas. La investigación sobre los usuarios de la información está presente en esta obra, la riqueza de información que brinda permite que sea utilizada en diversas comunidades y que para ciertos sectores como los agroindustriales.

Fonte: Universo Abierto

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E-book: Paleografia e suas interfaces

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Livro: Acessibilidade Cultural no Brasil: narrativas e vivências em ambientes sociais


Organizadores: Francisco Nilton Gomes de Oliveira, Gerda de Souza Holanda, Patrícia Silva Dorneles, Juliana Valéria de Melo

Ano: 2016

Editora: Luminária Academia

ISBN: 978-85-5996-161-4

Nº de Páginas: 332

A acessibilidade cultural, tratando-se de algo muitas vezes subjetivo, torna-se um desafio bastante complexo para profissionais da área. A cultura transcende normas ou padrões, não se baseia em fórmulas ou parâmetros fixos e universais. Somente a acessibilidade física ou arquitetônica de instituições culturais, por exemplo, não garante a fruição total daqueles bens. Para a acessibilidade cultural, também é preciso adaptar ou criar novas linguagens. O livro ACESSIBILIDADE CULTURAL NO BRASIL: NARRATIVAS E VIVÊNCIAS EM AMBIENTES SOCIAIS instiga o leitor a lidar com as diferentes linguagens sobre essa temática, transversalzando vivências práticas dos autores e discussões teóricas a partir de diferentes olhares.

Fonte: Editora Multifoco

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Livro: A Ciência da Informação em evidência: autonomia e participação social

Autor(a): Kátia de Oliveira Rodrigues, Maria Isabel de Jesus Sousa Barreira, Hildenise Ferreira Novo e Jaires Oliveira Santos (Org.)
Ano: 2017
Área: Biblioteconomia e ciência da informação
Editora: Edufba
Edição: 
ISBN: 978-85-232-1618-4
Nº de Páginas: 199

O tema central do  livro são as atividades de informação para o desenvolvimento do protagonismo social na memória social, na cidadania, e na atuação de arquivos, bibliotecas e museus. Promove o debate acerca da concepção, promoção e valorização do desse protagonismo, fundamentado no desenvolvimento de competências específicas das áreas que se interligam para atender aos novos tipos de necessidades informacionais da sociedade contemporânea.

Fonte: Edufba

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Livro: Gestão de Coleções em Unidades Informacionais

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Academic E-Books: Publishers, Librarians, and Users

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Ward, S. M., R. S. Freeman, et al. [e-Book] Academic E-Books : Publishers, Librarians, and Users. West Lafayette, IN, Purdue University Press, 2015

Academic E-Books: Publishers, Librarians, and Users  ofrece a los lectores una visión de las implicaciones cambiantes y emergentes que conllevan los libros electrónicos en la educación superior. Las tres secciones principales contienen contribuciones de expertos en el ámbito editorial, comercial, y también de bibliotecarios que informan sobre los desafíos que conlleva ofrecer y gestionar libros electrónicos; así como sobre los aspectos relacionados con el uso de los e-books por parte de los usuarios. La sección de estudio de caso ofrece experiencias de siete bibliotecas universitarias de diferentes tamaños y tipos, en las que los bibliotecarios describen proyectos innovadores y estimulantes que implican el trabajo con libros electrónicos

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Caderno Emília nº 1

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E-Book: “Interlocuções e novas perspectivas na educação em Ciência da Informação”

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FARIAS, G. B. (Org.). Interlocuções e novas perspectivas na educação em Ciência da Informação. São Paulo: ABECIN Editora, 2018. 115p. (Coleção Estudos ABECIN; 06).

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Livro: Com Borges

Em 1964, Alberto Manguel, então com dezesseis anos, trabalhava em uma famosa livraria de Buenos Aires, onde era possível encontrar as últimas novidades publicadas na Europa e nos Estados Unidos – e onde todas as tardes Borges passava, retornando da Biblioteca Nacional. Um dia, o escritor, já cego, perguntou ao jovem Manguel se ele estaria disposto a ler para ele à noite, já que sua mãe, Doña Leonor, com noventa anos, se cansava facilmente. O apartamento de Borges é um lugar fora do tempo, povoado de livros e palavras, um universo puramente verbal onde Manguel descobrirá o tipo de conversa que lhe era congenial – a dos livros e de sua feitura. E descobrirá (ele que havia crescido em Israel e que a partir de 1968 viveria em diversos países), a única terra à qual vale a pena pertencer – a da literatura. Com uma paixão constantemente moderada por um afável comedimento, Manguel nos faz compartilhar sua descoberta, permitindo-nos conhecer o que de Borges não conhecíamos. Tanto que, no final, nos é difícil acreditar que não conhecemos pessoalmente Borges, que não fomos hóspedes em sua casa.

Fonte: Livraria da Travessa

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Livro: Bibliotecas no Mundo Antigo

Lionel Casson (autoria), Cristina Antunes (tradução)

Esta deliciosa obra conta a história das bibliotecas antigas desde suas origens, quando “livros” eram tábuas de cerâmica e a escrita, um fenômeno novo.
O renomado estudioso clássico Lionel Casson nos conduz em uma animada viagem, partindo das bibliotecas reais do Antigo Oriente, passando pelas bibliotecas públicas e privadas da Grécia e de Roma, até as primeiras bibliotecas monásticas cristãs.
Casson traça o desenvolvimento das construções, os sistemas, acervos e patronos das bibliotecas, considerando questões de uma ampla variedade de tópicos, como: quem contribuiu para o desenvolvimento das bibliotecas públicas, especialmente a grande Biblioteca de Alexandria? O que as bibliotecas antigas incluíam em seu acervo? Como bibliotecas antigas adquiriam livros? Qual era a natureza das publicações no mundo greco-romano? Como o cristianismo transformou a natureza dos acervos bibliotecários?

Assim como uma biblioteca recompensa quem a explora com tesouros inesperados, este interessante livro oferece a seus leitores a história surpreendente da ascensão e do desenvolvimento de bibliotecas antigas – uma história fascinante que nunca foi contada antes.

Fonte: Grupo Autêntica

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Guia de Gestão de Dados de Pesquisa para bibliotecários e pesquisadores

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Gerenciamento de dados de pesquisa é o processo de supervisão dos dados que estão sendo gerados durante um projeto de pesquisa. Qualquer pesquisa vai exigir algum nível de gerenciamento de dados, e as agências de financiamento estão cada vez mais exigindo que os cientistas e acadêmicos planejem e executem as boas práticas de gestão desses dados. O Guia de Gestão da Dados de Pesquisa elaborado por Luana Sales e Luís Fernando Sayão busca, nesse sentido, orientar os pesquisadores e os profissionais de informação frente a esses novos desafios.

Fonte: Comissão Nacional de Energia Nuclear

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Livro: A Europa de Gutenberg: O Livro e a Invenção da Modernidade Ocidental (Séculos XIII-XVI)

Autores: Souza, Gilson César Cardoso de , Barbier, Frédéric

Editora: Edusp – Editora da Universidade de São Paulo

Sinopse: As grandes transformações das sociedades são acompanhadas por transformações paralelas nos sistemas de comunicação social. No Ocidente, a primeira “revolução midiática” foi desencadeada pela invenção da imprensa por Gutenberg, em meados do século XV. Suas principais características, segundo Frédéric Barbier, foram o desenvolvimento da organização técnica do campo literário moderno, o desenvolvimento da fiscalização e da censura, bem como a invenção do processo mesmo de midiatização. Ao analisar a revolução de Gutenberg e estabelecer comparações entre ela e fenômenos contemporâneos, o autor propõe algumas chaves sobre a revolução das mídias dos anos 2000. Este livro permite, assim, que se compreendam melhor questões relacionadas à história da cultura no mundo ocidental. 

Fonte: Livraria Edusp

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Livro: Alfabetizar letrando na biblioteca escolar

Tomando por foco a proposta de alfabetizar letrando na biblioteca escolar e nas salas de leitura, os autores defendem que as diversas vozes se façam ouvir nesses importantes ambientes de leitura, destacando sua função crítica, educacional e pública. Traçam ainda relações entre a arte e o livro infantil e fundamentam a importância de se ler em voz alta e contar histórias para favorecer a construção de sentido e despertar o prazer da leitura nas crianças. No livro, são propostas atividades com poesias, canções, periódicos, livros informativos, placas, anúncios, cartazes, quadrinhos, livros sem texto, livros informativos sobre arte e narrativas curtas.

Cortez Editora
Coleção: Coleção Biblioteca Básica de Alfabetização e Letra
Autor: Eduardo Valadares, Marcela Mendonça Amorim, Fabiano Moraes

Fonte: CORTEZ EDITORA E LIVRARIA

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E-book: Competência em informação no Brasil: cenários e espectros

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Fonte: ABECIN Editora

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Livro: O contributo da biblioteca escolar para o reforço da escola inclusiva

Cabe à biblioteca escolar fornecer as melhores oportunidades de informação para que todos os indivíduos possam tirar o maior partido das suas vidas como cidadãos ativos, construtivos e independentes. Mas, perante o aumento de situações de vulnerabilidade da população escolar que caracterizam a escola contemporânea, nomeadamente, o crescente número de alunos oriundos de outros países, a elevada percentagem de discentes com comportamentos de risco e de alunos com necessidades educativas especiais (NEE), nas escolas do ensino regular, a biblioteca escolar confronta-se com o desafio de responder a uma população escolar com necessidades diversas que, muitas vezes, requer meios tecnológicos diferenciados e estratégias individualizadas de acesso à informação.

Biblioteca escolar e aprendizagem

A biblioteca escolar assume, no paradigma educacional do século XXI, a missão primordial de apoiar alunos e professores no desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem, disponibilizando equipamento diversificado e informação em diferentes formatos e suportes, promovendo a igualdade no acesso e colaborando na planificação e dinamização de atividades de aprendizagem centradas no aluno e nas suas necessidades. Na definição apresentada por Lourense Das (2008) sobre a concepção de uma biblioteca escolar no século XXI, a autora refere que a biblioteca escolar é mais do que uma sala com livros e serviços, é uma função na escola. Também, segundo Valverde (2000) a Biblioteca Escolar é um recurso coletivo que permite a todos os alunos, sem exceção, o acesso aos instrumentos de aprendizagem, à informação e à leitura, garantindo, assim, uma educação, em condições de igualdade.

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Fonte: Portal do Bibliotecário

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Livro: Leitura, escrita e tecnologias da informação

Organizadores: Ana Lúcia Tinoco Cabral, Jean-Luc Minel, Sueli Cristina Marquesi

Em uma sociedade em que a informação está disponível como nunca esteve, arriscamos dizer que nunca se leu e nem se escreveu tanto. Por isso é premente desenvolver habilidades de leitura e escrita por meio dos sistemas de computador e voltadas para as modernas tecnologias de informação. Elas ajudarão a melhorar as competências leitora e escritora e, consequentemente, possibilitarão o desenvolvimento pleno da cidadania de nossos jovens. É com esse intuito que os pesquisadores do Programa de Mestrado em Linguística da Universidade Cruzeiro do Sul envolvidos no projeto de pesquisa Gramática, texto e argumentação para a prática de leitura e escrita, em cooperação com pesquisadores de universidades brasileiras, portuguesas e francesas, desenvolveram este livro.

Fonte: Editora Terra Cota

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Livro: Cultura, representação e informação digitais

 

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Autor(a): Rubens Ribeiro Gonçalves da Silva, Aurora Leonor Freixo, Iole Costa Terso e Ricardo Sodré Andrade (org.)
Ano: 2010
Editora: EDUFBA
Edição: 1ª Edição
ISBN: 978-85-232-0713-7
Nº de Páginas: 248

Os diferentes capítulos deste livro associam reflexões epistemológicas, científicas e técnicas no domínio da Ciência da Informação em contextos técnicos, históricos e culturais. A obra elenca de modo central as relações entre a informação e sua configuração contemporânea em formato digital e seus desdobramentos nos campos da cultura e da representação. Estabelece relações complexas entre a importância da informação digital numa perspectiva de cultura e representação.

Fonte: EDUFBA

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E-book: Bibliotecário do Século XXI: pensando o seu papel na contemporaneidade

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Organizadores: Anna Carolina Mendonça Lemos Ribeiro e Pedro Cavalcanti Gonçalves Ferreira

Fonte: Ipea

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E-book: ‘Estudos Métricos da Informação no Brasil: Indicadores de Produção, Colaboração, Impacto e Visibilidade

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Este livro constitui um estudo teórico-conceitual-metodológico, analítico e aplicado, resultante da trajetória científico-acadêmica da vida profissional da autora, decorrente da sua vivência junto à Universidade Estadual Paulista (UNESP), no campus de Marília, como docente do Departamento e do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação. Seu foco é atender ao estudioso da subárea Estudos Métricos da Informação, área de Ciência da Informação, trazê-lo à compreensão do significado de indicadores e suas aplicações.

Desde os anos de 1982, quando iniciou sua docência na vida universitária, a autora teve o primeiro contato com a Bibliometria, por meio de um curso oferecido pela Profa. Dra. Gilda Maria Braga (Convênio IBICT/UFRJ), uma das pioneiras no Brasil, com experiência na área de Ciência da Informação e ênfase em Cientometria, dedicada aos temas: recuperação da informação, socialização da informação, bibliometria e comunicação científica. A autora compreendeu a necessária associação entre os indicadores bibliométricos e cientométricos e os recursos matemáticos dos quais dispunha. Sentiu, também, a necessidade de agregar os conhecimentos estatísticos e, na sequência, a competência em softwares que agilizassem os cálculos e pudessem organizar e sintetizar os dados retirados das fontes escolhidas.

Fonte: Unesp

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Livro: “O BIBLIOTECÁRIO PERFEITO: O HISTORIADOR RAMIZ GALVÃO NA BIBLIOTECA NACIONAL”

Este livro traz novas perspectivas ao destacar a importância da Biblioteca Nacional para o projeto político-cultural nacional e para o projeto de escrita da História do Brasil do século XIX. A biblioteca, por meio de suas rotinas e também de acontecimentos extraordinários, como a Exposição de História do Brasil de 1881, surge como locus decisivo para a reunião de um acervo, para o trabalho de pesquisa com livros e documentos e para sua disponibilização a um público, quer de letrados, quer de cidadãos cultos. […] Estou certa de que este livro poderá inspirar outros estudos sobre intelectuais, com destaque àqueles que se tornaram, privilegiadamente, mediadores culturais (Angela de Castro Gomes).

Mais informações: ediPUCRS

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Ebook: Manual de direito autoral para museus, arquivos e bibliotecas

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A digitalização de acervos é uma atividade que tem se intensificado nas instituições de memória nos últimos anos. O barateamento das tecnologias de digitalização torna cada vez mais viável que museus, arquivos e bibliotecas disponibilizem para acesso online heranças culturais antes alcançáveis apenas por aqueles com possibilidades financeiras e geográficas. No Brasil, essa atividade também tem se popularizado. Observando este fenômeno é que a equipe do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da Fundação Getulio Vargas iniciou, em setembro de 2014, o projeto Acervos Digitais. Este livro buscou investigar quais eram os aspectos técnicos, jurídicos, financeiros e institucionais que surgem quando museus, arquivos e bibliotecas optam pela atividade da digitalização.

Fonte: Repositório Digital da FGV

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Ebook: Desigh thinking para bibliotecas

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O livro “Design Thinking para Bibliotecas” foi idealizado pela IDEO, com patrocínio da Fundação Bill & Melinda Gates. A FEBAB obteve autorização para traduzi-lo com participação voluntário da professora Adriana Souza e a revisão de Paula Macedo.

É uma experiência para quem pretende conhecer uma nova filosofia em que o surgimento de problemas sejam potencialmente transformados por uma equipe em oportunidades para ação por meio de processos de inspiração, ideação e iteração.

Fonte: Biblioteconomia Digital

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Livro: “Arquivo Zila Mamede: Inventário”

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Com a publicação do inventário do arquivo de Zila Mamede (1928-1985), a Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin da Universidade de São Paulo dá início à difusão dos fundos e coleções que custodia, para além de seu rico acervo bibliográfico.
Por suas dimensões reduzidas, que não comprometem, contudo, sua representatividade e seu potencial informativo, o arquivo da bibliotecária, pesquisadora e poetisa Zila da Costa Mamede foi escolhido para ser o primeiro a ser descrito e disponibilizado para a consulta, em experiência-piloto que teve por objetivo consolidar metodologia específica para o tratamento de arquivos de natureza pessoal a ser aplicada aos demais conjuntos documentais.
José Francisco Guelfi Campos: professor da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais (ECI-UFMG). Doutorando em História Social pela FFLCH-USP. Realizou estágio de especialização em gestão de arquivos privados no Archivo Histórico de la Nobleza, Espanha (2012). Coordenador de cursos da Associação de Arquivistas de São Paulo (Arq-SP). Entre 2014 e 2016, foi coordenador do Setor de Arquivo da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin da Universidade de São Paulo (BBM-USP).

Fonte: Fonte: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin

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Livro: “As Bibliotecas de Maria Bonomi”

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Convidada para ilustrar o sexto número da revista Livro (Núcleo de Estudos do Livro e da Edição – USP, 2017), a artista plástica Maria Bonomi produziu 23 xilogravuras das mais proeminentes bibliotecas do
mundo, desde a antiga Biblioteca Marciana (de 1564) à jovem Biblioteca Brasiliana (2013), passando por diversos países, como Itália, Portugal, Áustria, República Tcheca, Alemanha, Inglaterra, França, Estados Unidos, Brasil, Egito, Japão e China, sem deixar de fora a biblioteca infinita de Jorge Luis Borges. As xilogravuras da artista, com suas matrizes e impressões, resultaram na exposição “A Revista Livro e as Bibliotecas de Maria Bonomi”, realizada na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin.
A partir das gravuras, a historiadora Marisa Midori Deaecto compôs um histórico conciso e profícuo a respeito de cada uma das 23 bibliotecas, as quais são discorridas em seus diversos aspectos: as condições de fundação, os percalços históricos, a formação e a relevância do acervo, os projetos arquitetônicos e a edificação dessas construções monumentais dedicadas ao livro e responsáveis por conservar o conhecimento, a cultura, a memória e a história das civilizações humanas.
Este e outros livros marcam o início das Publicações BBM, resultado de parceria entre a Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin da USP e o BNDES.

Fonte: Fonte: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin

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Livro: “Glossário Visual de Conservação: um Guia de Danos Comuns em Papéis e Livros”

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Elaborado como instrumento de trabalho para o Laboratório de Conservação Preventiva Guita Mindlin da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin da USP, este Glossário Visual de Conservação busca, por meio de imagens e definições sintéticas, esclarecer alguns termos básicos usados para descrição de danos comuns em livros e obras em papel.
Camila Zanon Paglione: graduada em História pela Universidade de São Paulo em 2010 e mestra em História Social pela mesma instituição em 2014. Tem como principal área de atuação a conservação de bens culturais

Fonte: Fonte: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin

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Livro: “Rubens Borba de Moraes: Anotações de um bibliófilo”

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Pensando no importante papel desempenhado pelo bibliotecário, bibliófilo, bibliógrafo, historiador, professor e pesquisador Rubens Borba de Moraes (1899-1986) no universo da bibliografia brasiliana, o
livro Rubens Borba de Moraes: Anotações de um Bibliófilo, de Cristina Antunes, reúne o conjunto das notas manuscritas por ele nos livros que constituem sua biblioteca – hoje parte integrante da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, na Universidade de São Paulo (BBM-USP) –, a partir do levantamento, registro e transcrição de toda a marginalia presente nas referidas obras, na forma de anotações feitas no próprio livro, ou notas manuscritas em papéis avulsos, recortes de jornais, recortes de catálogos e notas de venda emitidas por livreiros.
Cristina Antunes: graduada em Educação pela Universidade de São Paulo. Grande bibliófila, é atualmente curadora da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, da Universidade de São Paulo.

Fonte: Fonte: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin

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Livro: “Cartas de Rubens Borba de Moraes ao Livreiro Português António Tavares de Carvalho”

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Por meio deste conjunto de cartas trocadas com o livreiro português António Tavares de Carvalho, o leitor poderá acompanhar parte significativa da formação da Biblioteca Brasiliana de Rubens Borba de Moraes – integrada hoje à Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin da Universidade de São Paulo –, bem como a crescente empatia entre ambos.
Com a erudição aliada à peculiar clareza, sem pedantismo e sem falsa modéstia, discorre Borba de Moraes sobre a importância de cada obra desejada, adquirida ou não, traçando um amplo painel dos interesses que nortearam o colecionador e o estudioso que foi.
Sem a trava da censura que a troca de correspondência entre amigos permite, aborda ainda com muito equilíbrio, inteligência, por vezes com fina ironia, outras, de forma mordaz, diversos assuntos que transcendem o da bibliofilia e nos dá a visão de mundo de um personagem instigante de nossa história cultural que, por meio desta correspondência insólita, confirma, mais uma vez, a sua importância no universo do livro no Brasil.
Rubens Borba de Moraes: nascido em Araraquara (SP) em 1899, foi um bibliófilo, bibliógrafo, bibliotecário, professor e pesquisador brasileiro.

Fonte: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin

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Livro: “Bibliografia e a Sociologia dos Textos”

 

 

Bibliografia e a Sociologia dos Textos aborda a questão da textualidade e da materialidade do impresso de modo inovador, mostrando como a forma de um texto é crucial na composição de seu sentido. D. F. McKenzie demonstra que, à medida que qualquer obra é reproduzida, reeditada e relida, ela assume novas formas e novos significados. Nas quatro conferências que compõem o livro, o autor discute temas como a materialidade do livro e seu potencial “discursivo”, amplia o conceito de textualidade e de materialidade da escrita para suportes múltiplos, e enfatiza a relação entre forma e conteúdo, abrindo novos caminhos para que os objetos da escrita possam ser pensados de forma mais ampla. Nesta edição o leitor encontrará ainda o estudo de McKenzie sobre oralidade e letramento em seu país natal, “A Sociologia de um Texto: Cultura Oral, Alfabetização e Impressão na Nova Zelândia”.

 

Fonte: Edusp

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Livro: Altmetria para bibliotecários

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“Altmetria para bibliotecários” é um guia que explica de forma didática os principais conceitos e ferramentas de altmetria, com exercícios práticos para sua aplicação na avaliação da produção científica.

Edição E-BOOK (PDF)
Edição do autor
Formato PDF
106 páginas
2016
Gratuito

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Ebook: Formação e atuação política na Biblioteconomia

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SPUDEIT, D. F. A. de O.; PEREIRA, D. B.; LOBÃO, I. de S. L.; DAVID, J. G. (Orgs.). Formação e atuação política na Biblioteconomia. São Paulo: ABECIN Editora, 2018. 361p. (Coleção Estudos ABECIN; 04)

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Ebook: Fazeres cotidianos na biblioteca escolar

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SILVA, R. J. da; BORTOLIN, S. (Orgs.). Fazeres cotidianos na biblioteca escolar. 2.ed. São Paulo: ABECIN Editora, 2018. 163p. (Coleção Estudos ABECIN; 03)

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Livro: “Ética da informação: perspectivas e desafios”

 

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Os textos reunidos no livro organizado por Maria Nelida Gonzalez de Gomez e Regina de Barros Cianconi nos despertam para questões contemporâneas que tocam os problemas relativos à gestão democrática da informação, da produção e reprodução do conhecimento científico e da construção de narrativas e “verdades” ancoradas nas memórias dos documentos e arquivos que (re)fazem os eventos e acontecimentos históricos. Os textos da coletânea nos suscitam reflexões pertinentes à governança das democracias sociotécnicas contemporâneas.

 

Um primeiro aspecto trazido pelo conjunto de trabalhos diz respeito aos desafios impostos às sociedades contemporâneas face à intensificação e difusão de dispositivos de normalização das práticas, discursos e dos mecanismos de formulação das identidades. Michel Foucault foi sem sombra de dúvida um dos melhores observadores e analistas das feições concedidas às instituições de controle na modernidade, tornando-se abrigos da sujeição dos indivíduos aos regimes de normalização e internalização das normas (Foucault, 1972, 1987a). O espírito do capitalismo não só conferiu vida às noções de individualismo e autonomia, mas também concedeu corpo a uma ideia de ética universal fundamentada na radical separação entre a ética e a moral, espaço público e privado, fazendo com que a “ética protestante” se tornasse majoritária na promoção de uma ética universalizante informada, neste sentido, pelos princípios do regime da normalização. Em grande medida, os EUA figuraram como a fonte irradiadora dos modelos de gestão da ética na pesquisa não somente pelo seu papel de destaque na política científica, mas pela amplitude que a ideologia liberal e individualista (e normalizadora) obteve nos diferentes contextos socioculturais.

 

Fonte: Garamond

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Livro: “Pierre Bourdieu e a produção social da cultura, do conhecimento e da informação”

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Organizado pelos pesquisadores Regina Marteleto e Ricardo Pimenta, do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação do IBICT-UFRJ, o livro-coletânea conta com a contribuição de autores das áreas de Ciência da Informação, Comunicação, Saúde, Arquitetura e Urbanismo, Museologia, Ciências Sociais, que analisam diferentes formas de aplicação dos conceitos e métodos produzidos por Pierre Bourdieu, em seus respectivos campos de inserção científica. A obra pretende ainda fornecer um guia de leitura da obra do sociólogo para a reflexão crítica das formas sociais de produção do conhecimento, obra inovadora proposta pela Ciência da Informação, como tributo às contribuições das ideias de Pierre Bourdieu nesse campo de estudos.

De acordo com os organizadores da obra, o tempo de maturação de seus conceitos e métodos aplicados em pesquisas na Ciência da Informação, enquanto domínio de conhecimento das Ciências Sociais e Humanas, parece ter atingido um patamar que justifica o diálogo interdisciplinar proposto. Além disso, lembram que no momento histórico presente, no qual os laços sociais e os produtos culturais alcançam relevo mundializado nos intensos fluxos de comunicação e informação, reconfigurando as formas de leitura, interação e aprendizagem, cabe redimensionar o pensamento de um autor que dedicou suas pesquisas à reflexão sobre os processos de dominação simbólica e de diferenciação social por meio de uma abordagem socioantropológica do conhecimento.

A prefaciadora do livro, a pesquisadora Maria Cecília de Souza Minayo, da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), chama a atenção dos leitores para “o elevado nível de sofisticação e seriedade desta obra acadêmica – que, com certeza, será uma referência para professores, pesquisadores e estudantes da área de informação, comunicação e das ciências sociais, em geral”, desejando que “os leitores desta obra encontrem nela o rigor da ciência e a humanidade que lhe dá sentido, fazendo jus ao engajamento intelectual e social dos que a escreveram”. E sublinha o que mais marcou a si própria na trajetória de Pierre Bourdieu, tomando-o como exemplo de postura ética na práxis acadêmica: “a coerência de sua trajetória intelectual; a coerência de seu discurso teórico; e a coerência de seu engajamento como cidadão e ator político, sempre qualificado por sua produção científica”.

O autor do Posfácio, o pesquisador Marco Antônio de Almeida, do Curso de Ciências da Informação e Documentação da FFCLRP e do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Eca, Universidade de São Paulo (USP), destaca “o diálogo de alto nível entre estudiosos do campo informacional e dos demais campos disciplinares presentes nesse volume, o que atesta a pujança e a atualidade do pensamento de Bourdieu para refletir sobre diversos aspectos que compõem nossa sociedade perpassada pelos fluxos de informação e comunicação. Conceitos consagrados como os de “habitus”, “campo”, “capital simbólico”, “distinção” são empregados em discussões que refletem tanto sobre os paradigmas e concepções dos estudos informacionais, como também sobre fenômenos relacionados, como as redes sociotécnicas, a educação, as formas de organização da ciência, as políticas estatais, os públicos das instituições culturais, entre outras. Uma obra que, sem dúvida, estimulará e contribuirá para os diálogos interdisciplinares no âmbito da Ciência da Informação no Brasil”.

Fonte: Garamond

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Livro: “Competência em leitura: interface entre contextos psicossocial, familiar e escolar”

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Resumo

“Diante dos crescentes resultados negativos do desempenho escolar de alunos brasileiros, constatados pelo Ministério da Educação (MEC), Competência em leitura: interface entre contextos psicossocial, familiar e escolar propõe-se a refletir sobre o complexo processo de alfabetização infantil e os contextos em que a leitura está inserida. Nesse sentido, apresenta-se uma análise dos aspectos cognitivos e sicossocioambientais que interferem no desempenho dos alunos. A obra contribui para o aprofundamento do conhecimento acerca dos processos envolvidos na aquisição da leitura e abre portas para intervenções eficazes que impulsionem essa competência tão relevante à formação das crianças. A compreensão do processo de aquisição da leitura e dos instrumentos disponíveis para sua avaliação, como a Provinha Brasil – Leitura, pode beneficiar profissionais das áreas da Educação, Psicologia e Psicopedagogia.”

Mais informações sobre o livro

Autor: Mendes, Eva Cristina de Carvalho SouzaBrunoni, Decio

Editora: Editora Mackenzie

Idioma: Português

Ano: 2015

Páginas: 84

ISBN 9788582933022

eISBN: 9788582937242

DOI: https://doi.org/10.7476/9788582937242

Fonte: SciELO Livros

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“O LEITOR COMO METÁFORA: o viajante, a torre e a traça”

Tanto quanto se pode dizer, os seres humanos são a única espécie para a qual o mundo parece composto de histórias, escreve Alberto Manguel. Lemos o livro do mundo de muitas formas: podemos ser viajantes, avançando através de suas páginas como peregrinos que se dirigem para a iluminação. Podemos ser reclusos, retirando-nos através da nossa leitura em nossas próprias torres de marfim. Ou podemos devorar nossos livros como traças, não para nos beneficiarmos da sabedoria que eles contêm, mas apenas para nos enchermos de inúmeras palavras. Neste livro, Manguel considera a cadeia de metáforas que descreveram os leitores e suas relações com o texto em um período de quatro milênios.

Fonte: SESC SP

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“A Capa do Livro Brasileiro: 1820-1950”

Mesclando a análise da evolução das capas com a história do desenvolvimento do livro, dos editores e dos capistas, Ubiratan Machado oferece uma visão ampla e consistente da história do livro brasileiro do ponto de vista de suas capas. O autor costura a história das capas na trajetória das principais escolas literárias do período em tela, ressaltando as interações entre forma e conteúdo. Dessa forma, passamos pelo romantismo, pelo naturalismo, pelo simbolismo e vemos um grande quadro do modernismo. A alguns dos grandes artistas da capa são reservados capítulos inteiros: J. U. Campos, Di Cavalcanti, Belmonte, Dorca e, talvez aquele que seja pintado com as cores mais belas, Santa Rosa. Naturalmente, há todo um capítulo dedicado à obra infantil de Monteiro Lobato, artista de talentos múltiplos, cuja biografia se confunde com a história do livro na primeira metade do século XX.
Com mais de mil e setecentas imagens de capas, o amante dos livros, Ubiratan Machado, oferece uma densa e coesa história das capas dos livros no Brasil. Obra que nasce original e clássica, tornar-se-á indispensável nas prateleiras de bibliófilos e historiadores. [Felipe Castilho de Lacerda]

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O Livro tem 28 de altura por 30 de largura e 4,3 de espessura.

Fonte: Ateliê Editorial

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¿Cómo atender al usuario de las bibliotecas?

Blazquez Viedma, M. and M. A. Cuadrado Cordero Cómo atender al usuario de las bibliotecas. Salamanca, CITA. Fundación Sánchez Ruipérez, 2016.

Texto completo

¿Cómo es la biblioteca donde trabajo? • ¿Cuál es su misión? • ¿Qué objetivos tiene? Lo que está claro es que nuestro objetivo es aprovechar el impulso del cambio social, cultural y tecnológico que venimos experimentando desde hace unos años y aplicarlo a la forma que tenemos de atender al usuario. Se facilitan las pautas para manejar eficazmente la comunicación con el objeto de ofrecer un mejor servicio al usuario y así satisfacer sus necesidades de información junto con un trato excelente, aprendiendo a crear estrategias para desarrollar la motivación y el trabajo en equipo.

Fonte: Universo Abierto

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“(eBook) Biblioteca pública: avaliação de serviços”

Sinopse

Considerando que a avaliação está presente e perpassa inúmeras áreas e segmentos da biblioteconomia, abrangendo diversas maneiras de atuação desenvolvidas pelos profissionais da área, o objetivo principal desta obra é o estudo sobre a avaliação no trabalho desenvolvido nos Serviços de Referência e Informação das bibliotecas públicas.

Informações sobre o livro

 Fonte: Eduel – Editora da Universidade Estadual de Londrina

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“Leitura, literatura infanto-juvenil e educação”

Sinopse

Partindo da ideia de que a escola exerce papel de mediadora, no que tange à divulgação e ao consumo de livros específicos para o publico infanto-juvenil, esta obra tem como objetivo refletir sobre as relações entre aquela instituição e esta literatura. A abordagem realiza-se por intermédio de uma vasta seleção de obras que representam a escola, os professores e o ensino. Este livro é imprescindível para professores, estudiosos e interessados em conhecer mais sobre o complexo processo de utilização da literatura infanto-juvenil.

Informações sobre o livro
Título: (eBook) Leitura, literatura infanto-juvenil e educação
Autor(a): Célia Regina Delácio Fernandes
Idioma: Português
Editora: Eduel – Editora da Universidade Estadual de Londrina
Edição: 1
Ano: 2013
Número de Páginas: 320
ISBN: 978-85-7216-690-4

Fonte: Eduel – Editora da Universidade Estadual de Londrina

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“Biblioteca escolar e a formação de leitores: o papel do mediador de leitura”

Sinopse

De acordo com o autor, o objetivo deste livro é formular um modelo de formação do mediador de leitura em biblioteca escolar que possa ser aplicado em qualquer município do Brasil, respeitando a peculiaridade de cada região. Propõe ainda o desenvolvimento de cursos de formação continuada que possibilitem ao professor mediar a leitura na biblioteca da escola e se utilizar eficientemente dos materiais escritos nela disponíveis.

Informações sobre o livro:

  • Título: Biblioteca escolar e a formação de leitores: o papel do mediador de leitura
  • Autor(a): Rovilson José da Silva
  • Idioma: Português
  • Editora: Eduel – Editora da Universidade Estadual de Londrina
  • Edição: 1
  • Origem: NACIONAL
  • País de Produção: BRASIL
  • Peso: 0,3750 Kg
  • Número de Páginas: 192
  • ISBN: 978-85-7216-551-8

Fonte: Eduel – Editora da Universidade Estadual de Londrina

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“Arquivística audiovisual: filosofia e princípios”

A arquivística audiovisual é uma área amplamente reconhecida entre as instituições de memória, indústrias e universidades, e apresenta uma gama de políticas de governança para o desenvolvimento de coleções, sua preservação e acesso a elas. Entretanto, o volume crescente de documentos audiovisuais e a rápida obsolescência das tecnologias utilizadas para criá-los são fatores que impõem desafios imensos para os arquivos e os arquivistas de coleções audiovisuais. Esta publicação trata desses desafios e examina as questões levantadas pela migração de imagens e sons do analógico para o digital, além de conceitos mais amplos de preservação e acesso.

Alinhado à Recomendação da UNESCO de 2015 relativa à Preservação, ao Acesso e ao Patrimônio Documental, incluindo o Formato Digital, o Programa Memória do Mundo visa a proteger a memória documental e coletiva dos povos do mundo, assim como torná-la acessível a todos. Espera-se que esta publicação sirva como repositório de sabedoria e conhecimento para aqueles que exercem a profissão de arquivista audiovisual, e também como fonte para o seu trabalho de preservação desse rico legado cultural, para o benefício das gerações presentes e futuras.

Autor: Ray Edmondson

Brasília, UNESCO, 2017. 102 p.

Título original: Audiovisual archiving: philosofphy and principles.

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Para solicitar cópias impressas em português, entre em contato com: grupoeditorial@unesco.org.br

Fonte: UNESCO

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“Memórias digitais: o estado da digitalização de acervos no Brasil”

Os acervos de instituições de memória – como bibliotecas, museus e arquivos – promovem acesso ao conhecimento, à educação e à cultura, além de preservar a memória e a identidade. O desenvolvimento das tecnologias digitais permite que esses acervos sejam divulgados e cheguem a públicos mais vastos, não mais restritos por limitações geográficas. Do ponto de vista geopolítico, trata-se da possibilidade de a cultura de um país e uma língua encontrarem presença qualificada na rede mundial. No Brasil, esse potencial está ainda por ser realizado, ou tem sido realizado de forma bastante desigual regionalmente.
Nesse contexto, o presente livro apresenta os principais desafios enfrentados para a digitalização de acervos, por meio de artigos de renomados profissionais que trabalham com instituições de memórias, em suas mais diversas esferas e em experiências internacionais relevantes.

Fonte: http://editora.fgv.br/memorias-digitais-o-estado-da-digitalizacao-de-acervos-no-brasil

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“Arquivos pessoais: experiências, reflexões, perspectivas”


O livro é uma coletânea dos trabalhos apresentados no I Encontro Arquivos pessoais: experiências, reflexões, perspectivas , realizado em São Paulo (2015).