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Sala de Leitura II

Uma biblioteca é uma casa onde cabe toda a gente

A autora, desde o título, fala sobre o lado democrático que toda biblioteca deve apresentar: ser um lugar de leitura para todos. No seu texto, personagens de histórias e pessoas transitam igualmente como leitores comuns. Professoras, tias, Três Porquinhos, contadores de história, avô, bebê, Chapeuzinho Vermelho, o medo, a realeza, o inesperado, a bruxa má, os compadres agricultores e muitos outros – todos se sentem bem acolhidos na biblioteca – como em sua própria casa.

Fonte: Abacatte Editorial

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Escola de Chicago e Ciência da Informação: Influências, Aproximações e Contribuições

A obra Escola de Chicago e Ciência da Informação: influências, aproximações e contribuições convida o leitor a descobrir o que foi o movimento da Escola de Chicago na Biblioteconomia norte-americana e como esses princípios chegaram à Ciência da Informação no Brasil.

Fonte: Editora Appris

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Informação em Biblioteconomia

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Os meninos da biblioteca

Heitor estava cansado de escrever só para o seu blog, o Blog do Le-Heitor. Estava em busca de uma história da qual fizesse parte. Uma história de livro, mesmo… Mas durante essa busca surge mais um problema: a biblioteca do seu bairro está ameaçada de demolição! E na luta pela proteção de sua biblioteca, o garoto acaba recebendo uma ajuda inusitada: os personagens dos seus livros prediletos sairão das páginas para participar dessa difícil batalha.

Fonte: Editora Biruta

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Herdando uma Biblioteca

“Herdando uma Biblioteca é uma celebração do mundo dos livros. Uma celebração bastante pessoal, mas que não deixa de ter sentido universal, de valer para tantos outros leitores. O livro reúne crônicas que falam de leituras, das bibliotecas que herdamos e que deixamos de herança, daquelas que existem na realidade e das outras, às vezes melhores, que só persistem em nossa imaginação. Num certo sentido, Herdando uma Biblioteca é uma continuação – ou desdobramento – do romance autobiográfico de Miguel Sanches Neto, Chove Sobre Minha Infância. Os temas que lá estão reaparecem aqui e o diálogo entre as duas obras é notável a cada passagem. Miguel lembra de saída que, órfão precoce de pai analfabeto, não poderia ter herdado livros. Restava então desvelá-los no quotidiano precário da Peabiru da infância, da banca de jornais que vendia alguns poucos volumes, na descoberta espantosa de livrarias e sebos em outras cidades.
Para além das revelações pessoais – que nunca perdem seu teor ficcional –, os livros e as leituras são captados por uma lente singular: a que sabe de sua consistência pluriforme: são objetos sagrados e profanos, são cultuados, mas também apropriados pelos leitores, que os rabiscam com o lápis que está à mão, que os garimpam pelas prateleiras dos sebos. E esse conhecimento dos livros só o tem quem convive com eles numa intensidade quase obcecada, quem teme sobretudo a ausência deles – que traz a “pobreza de palavras” e a solidão. Borges uma vez falou, lembrando sua infância, que nunca se perdera fora da biblioteca de seu pai. Miguel Sanches Neto, você, leitor, eu e tantos outros, talvez possamos endossar a afirmação, ampliando-a. Em nosso mundo, não é possível se perder fora de bibliotecas. Mas é impossível não nos perdermos dentro delas. [Julio Pimentel Pinto]

Fonte: Ateliê Editorial

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Literatura para crianças e jovens

A literatura oferecida à criança, desde o início de sua vida, precisa ser alvo de estudo por parte dos professores, pais, bibliotecários, animadores culturais e demais mediadores de leitura. Para os autores da presente coletânea, a literatura, seja ela reconhecida nos contos e recontos para a infância, nas narrativas de autoria indígena, no romance-reportagem, nos aplicativos para crianças, na produção de autores e autores de diversas épocas e regiões, tem importância indiscutível na formação de leitores, e, portanto, na formação de pessoas sensíveis, capazes de compreender o mundo que se apresenta ao seu redor, de maneira ampla e inclusiva. Esta publicação é destinada a estudantes, pesquisadores, professores e interessados pela literatura para crianças e jovens tema.

Fonte: Paco e Littera Editora

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Representação do Conhecimento, Ontologias e Linguagem:
pesquisa aplicada em Ciência da Informação

O Grupo de Pesquisa Representação do Conhecimento, Ontologias e Linguagem (ReCOL) nasceu há mais de 15 anos e se articulou em dois eixos – ontologias e data-science – que contemplam o interesse crescente nesses temas pela ciência, campos profissionais e sociedade em geral.

A Representação do Conhecimento é um dos campos de pesquisa mais significativos da Ciência da Informação, uma área que se debruça sobre problemas da efetiva representação e organização do conhecimento e de seus registros entre as pessoas no contexto social, institucional ou individual do uso e das necessidades de informação. O Grupo de Pesquisa Representação do Conhecimento, Ontologias e Linguagem (ReCOL) se articulou em dois eixos principais, abordando, por um lado, o reino dos dados estruturados, com o uso de ontologias; e, por outro lado, o reino dos dados não estruturados que se vale hoje de uma nova geração de aplicações de aprendizado de máquina. A estratégia é se valer dessas abordagens para desenvolver a visão do grupo que privilegia tecnologia, pessoas e processos. Tudo isso é devido ao grupo de pesquisadores que é aqui representado por: Amanda D. Souza, Cristiano Moreira, Daniela L. S. Lemos, Eduardo R. Felipe, Fabiana Bigão, Fernanda Farinelli, Fabrício M. Mendonça, Guilherme Noronha, Jaime A. Pinto, Jeanne L. Emygdio, Lívia M. D. Teixeira, Murillo L. Modesto, Mauricio B. Almeida, Renato R. Souza, Simone Torres.

Fonte: Editora CRV

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Literatura e ditadura

Este livro é uma pequena mostra do quanto desdobramentos e ressonâncias da experiência ditatorial atingem o nosso presente, mesmo depois de encerrado o ciclo autoritário que marcou a história política do continente latino-americano. Os ensaios aqui publicados constituem “arquivos da memória”, dando visibilidade e legibilidade aos modos como as muitas violências entranhadas na organização do estado deixam marcas indeléveis nas vidas dos sujeitos e das sociedades. De outra parte, o olhar crítico sobre a ditadura nos tempos atuais. De outra parte, o olhar crítico sobre a ditadura nos tempos atuais, ao mesmo tempo que constitui um gesto de resistência ao esquecimento e de restituição de verdades silenciadas, representa ainda o esforço para a configuração de novas percepções do presente, que possibilitem a construção de um futuro mais justo. Este livro, ao reunir pesquisadores e escritores que se dedicam à reflexão sobre as relações entre literatura e ditadura, traz ao debate questões que ainda hoje carecem de respostas e, sobretudo, de renovadas indagações.

Fonte: Zouk Editora

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#TRANSliteracy: competência em informação voltada às pessoas trans*

O proposto da obra é apresentar o movimento da competência em informação além da elitização acadêmica e restrita às instituições de ensino; é o despertar do lifelong learning na construção cidadã dos grupos socialmente vulneráveis. Em foco, na obra, encontram-se dispostas as narrativas de pessoas transgênero (ou trans), aquelas que perpassam a dicotomia homem/masculino e mulher/feminino para fomentar a discussão construída.

Fonte: Pimenta Cultural

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A marca do editor

Em uma época de nivelamento das categorias, de fácil acesso a uma suposta biblioteca universal digitalizada (de fato, fragmentária e caótica), o editor tende a ser visto como um intermediário desnecessário entre o escritor e o leitor. Em A marca do editor Roberto Calasso rebate ponto a ponto esse e outros graves erros dos paladinos do imediatismo, da velocidade e do desempenho financeiro como categorias absolutas. Escorado em sua posição excepcional, na intersecção entre o grande editor – está à frente há muitos anos da mais prestigiosa casa editorial europeia, a Adelphi, uma referência internacional – e o escritor de enorme cultura e perspicácia crítica, Calasso adota uma posição dura, comprometida e fundamentada por sua própria trajetória. Ao iluminar a figura dos grandes editores europeus e americanos do século XX, Calasso mostra a importância decisiva que editoras como Gallimard, Einaudi, Suhrkamp ou Farrar, Straus & Giroux tiveram na formação de um critério e de um público leitor, no ordenamento e na separação do essencial do supérfluo no que diz respeito à literatura. Calasso discorre sobre sua ideia da “edição como gênero literário”: um editor da estirpe à qual ele pertence é um caçador de “livros únicos”, é alguém que escreve, com os livros que publica, o melhor livro de todos: seu catálogo, que é ao mesmo tempo sua autobiografia. Contra a ideia daqueles que querem encarar a edição como uma indústria qualquer, este livro mostra, tanto com fineza quanto com contundência, a importância do editor que defende e cultiva sua marca. Sem a qual tudo se resume a uma única categoria: a do entretenimento fácil e o rápido esquecimento. A marca do editor é o relato de uma trajetória excepcional, de uma estirpe que formou nossa sensibilidade e nossa cultura, e que agora mais que nunca precisa de nosso reconhecimento. “A verdadeira história da edição é em larga medida oral – e assim parece destinada a permanecer. Uma teoria da arte editorial nunca se desenvolveu – e talvez seja tarde demais para que possa se desenvolver agora. Contrariando esses fatos, tentei reunir dois elementos: alguns eventos da história da Adelphi, que vivi por cinquenta anos, e um perfil não da teoria da edição, mas daquilo que um determinado tipo de edição também poderia ser: uma forma, a ser estudada e julgada como se faz com um livro. Que, no caso da Adelphi, teria mais de dois mil capítulos.” Roberto Calasso

Fonte: Editora Âyiné

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Aspectos da Leitura na Era Digital: Como as Novas Tecnologias podem Afetar nossa Capacidade de Compreender Textos

Você já se viu lendo e relendo o mesmo trecho de um livro diversas vezes sem conseguir concentrar-se no sentido das palavras? Já pensou que estar o tempo todo on-line pode ter a ver com essa dispersão? Pensa sobre as consequências do contato intenso das crianças com celulares e tablets?

Fonte: Editora Appris

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Boletim Estatístico das Bibliotecas Públicas de São Paulo

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Revista Eletrôncia da ABDF (REABDF)

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Fonte: Revista Eletrônica da Associação dos Bibliotecários e Profissionais da Ciência da Informação do Distrito Federal (ABDF)

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Guia Direito Autoral e Educação Aberta e a Distância: Perguntas e Respostas

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Os objetivos deste Guia são elucidar dúvidas sobre o uso no ensino on-line do material protegido por direitos autorais e, ao mesmo tempo, tratar da proteção das gravações das aulas, com foco neste período excepcional e emergencial causado pela pandemia. Versões novas do Guia poderão ser lançadas com novas perguntas e respostas.

Fonte: Zenodo

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A Literatura Como Remédio

Não há dúvida de que a leitura dos grandes clássicos da literatura universal seja um meio privilegiado para o nosso desenvolvimento intelectual e cultural. Mas e se nos dissessem que, além disso, esta leitura pode nos curar de muitas doenças da alma? Baseado numa experiência desenvolvida originalmente numa escola de medicina, este livro fala sobre um experimento (o Laboratório de Leitura) que, partindo da leitura e discussão coletiva dos clássicos, tem propiciado um poderoso efeito humanizador e terapêutico que vem transformando a vida de muitas pessoas.

Fonte: Martin Claret Editora

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E-Book “Desafios da inclusão na práxis pedagógica: saberes e fazeres em Ciência da Informação”

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Fonte: ABECIN

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A leitura e o leitor integral: lendo na biblioteca da escola

Para quê mais um trabalho sobre leitura na escola fundamental da rede pública no Brasil, tendo por centro de interesse a camada da população cuja preocupação primeira é com a sobrevivência diária, em condições precárias de vida? Quem conhece o poder da leitura sabe que ela nos permite ler mais do que palavras. Através dela podemos ler o mundo. Desenvolver a prática literária em escolas públicas significa reconstruir a história junto a uma nova geração de alunos, oriundos de diferentes estratos sociais. O exercício da leitura é uma ferramenta de transformação e socialização, especialmente para crianças e pré-adolescentes. Neste livro, a autora aposta, ainda, na necessidade dos educadores se enxergarem como uma ponte entre o livro e o aluno. Conscientes, devem rever a importância do ato de ler nas escolas , bem como o papel dessa prática na constituição de cidadãos.

Fonte: Editora Autêntica

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Práticas de Leitura de Histórias em Quadrinhos no Ensino Fundamental

Práticas de leitura de histórias em quadrinhos no ensino fundamental apresenta sugestões de práticas de leitura realizadas com o gênero história em quadrinhos (HQ), tendo como base teórica os autores Vygotski (aprendizagem), Bakhtin (linguagem), Marcuschi (gêneros textuais), Soares (letramento) e Solé (habilidades de compreensão leitora), entre outros. O leitor encontra nestas páginas atividades de leitura com o gênero HQ elaboradas com base em estratégias de compreensão de texto sugeridas por Solé. As autoras também propõem o uso do conceito de sequência didática (Dolz) para organizar as atividades propostas – atividades que possibilitam a interação entre os indivíduos, para que eles possam socializar o conhecimento na compreensão de que a linguagem ocorre em função de relações interpessoais, por meio dos enunciados produzidos pelos indivíduos durante as situações comunicativas.

Fonte: Editora Appris

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O livro de ouro dos contos de fadas

Uma antologia dos mais admiráveis contos de fadas, consagrados pelos mestres Charles Perrault, irmãos Grimm e Hans Christian Andersen. Todos selecionados e traduzidos por ninguém menos do que Monteiro Lobato. Esta reunião de peso é coroada pelo trabalho de três grandes ilustradores de nosso tempo: Alexandre Camanho, Renato Moriconi e Lelis. Um tesouro da literatura para se ter em casa e na biblioteca; para ser lido em voz alta e também quietinho, aproveitando o silêncio da hora de dormir.

Fonte: Nova Fronteira

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Media, informação e literacia: rumos perspetivas

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Media, information and literacy: directions and perspectives brings together a diverse range of perspectives and voices on the relationship between Media, Information and Literacy, in an attempt to document directions and discuss seemingly triumphant perspectives in the international context and on an interdisciplinary horizon. Taken together, these contributions fuel the bumpy but vital debate about the impact of social and technological change on the concept of literacy and the place of literacy in democratic societies.

Fonte: COIMBRA UNIVERSITY PRESS

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Museologia, musealização e coleções: conexões para reflexão sobre Patrimônio

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Publicação recém-lançada sobre o processo de musealização de coleções em distintos contextos, sob visões teóricas e práticas.

Fonte: Ibermuseus

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Gabriela, a semeadora de encantos poéticos

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Informação e tecnologias: desenhando fronteiras científicas

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Nesta obra, reflete-se sobre algumas fronteiras científicas relacionadas ao tema “Informação e Tecnologia”, no contexto da Ciência da Informação. O ponto de partida foi a percepção de que as fronteiras científicas são dinâmicas e podem se modificar no processo de acumulação científica.

Fonte: Editora UFPB

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Organização e representação da Informação e do Conhecimento: intersecções teórico-sociais

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O livro reúne autores que discutem aspectos relevantes da Organização e Representação da Informação e do Conhecimento, seus impactos científicos e sociais.

Fonte: Editora UFPB

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iKrítika: estudos críticos em informação (ebook)

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Este livro reúne as contribuições para uma teoria crítica da informação dos últimos 50 anos, relacionando-a com sua história desde o século XIX e suas raízes na modernidade, dentro de um amplo quadro que engloba teorias e autores como Aristóteles, Kant, Hegel, Marx, Lukács, Escola de Frankfurt, Bourdieu, Foucault, Žižek, bem como os clássicos da biblioteconomia e da informação e da comunicação. O fio condutor desses textos é um pensamento social e crítico, ou seja, pensar a teoria da informação como inseparável de uma interpretação e prática dos processos sociais, econômicos e políticos dos processos comunicacionais e informacionais diante de transformações estruturais de opressão, controle, vigilância e discriminação que aparecem historicamente desde meados do século XX em relação às tecnologias digitais.

Fonte: Garamond

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Análises relacionais de citação para a identificação de domínios científicos: uma aplicação no campo dos Estudos Métricos da Informação no Brasil

A produção científica, em todo campo do conhecimento, tem como premissa o fato de um pesquisador construir seu trabalho sustentado em publicações anteriores. Nesse contexto, o registro da lista de referências em um trabalho científico expressa o diálogo estabelecido pelo pesquisador com seus pares, bem como o processo de construção do seu conhecimento, uma vez que evidencia quais os referenciais teóricos e metodológicos constituíram a fundamentação durante o desenvolvimento da pesquisa. As referências registradas nos trabalhos científicos definem, assim, a ciência legitimada e reconhecida como relevante para o desenvolvimento conceitual, teórico e metodológico de uma temática, um campo, uma disciplina ou um domínio do conhecimento. Desse modo, considera-se que o conjunto de referências das publicações em um campo científico pode ser analisado como um retrato empírico e objetivo de uma comunidade científica discursiva, na medida em que explicita tanto as relações semânticas entre os autores citantes e citados, como o reconhecimento das proximidades e vizinhanças teórica e/ou metodológicas entre os citados estabelecidas por essa comunidade, revelando e caracterizando seus domínios científicos. Este livro propõe a aplicação conjunta das análises bibliométricas de acoplamento bibliográfico e de cocitação de autores como método para a identificação de domínios em um campo científico. Toma como universo de aplicação um conjunto de pesquisadores brasileiros do campo dos Estudos Métricos da Informação.

Fonte: Faculdade de Filosofia e Ciências – UNESP/campus de Marília

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E-BOOK SOBRE OBRAS E ACERVO DA BIBLIOTECA PÚBLICA DE SANTA CATARINA NO SÉCULO XIX É DISPONIBILIZADO ON-LINE

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Está disponível para leitura on-line e download o e-book Obras e Uso do Acervo da Biblioteca Pública de Santa Catarina em 1896, organizado pela bibliotecária da instituição Helen Moro de Luca em parceria com Tânia Regina da Rocha Unglaub. A publicação é da Editora Udesc, de 2019.

As obras que fizeram parte do primeiro acervo da Biblioteca, criada em 1854, foram doadas por intelectuais da época. Muitas delas ainda fazem parte do acervo e estão armazenadas no setor de Obras Raras.

O catálogo apresentado no livro transcreve as 1635 obras existentes na BPSC em 1896. O trabalho é o produto final da Dissertação de Mestrado Profissional de Helen Moro de Luca, finalizada em 2018 para o curso de Gestão de Unidades de Informação, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Gestão da Informação (PPGInfo), do Centro de Ciências Humanas e da Educação (FAED), na Udesc.

Fonte: FCC – Fundação Catarinense de Cultura

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Leitura de Estudo: ler para aprender a estudar e estudar para aprender a ler

O livro traz uma investigação teórico-prática sobre o ensino de alguns procedimentos intelectuais, necessários no estudo do texto escrito, fundamentais para quem tem de lidar com esse material, tanto na sua formação, como na formação de futuros estudantes e leitores. Trata-se, em outras palavras, de estudar como se ensina a estudar – os procedimentos metodológicos necessários na interação com o texto, em particular com certos gêneros de texto. A preocupação não foi com a técnica, passos que se devessem seguir, mas com o como ensinar a encontrar as idéias principais, a interpretar as pistas que o texto apresenta para encontrar essas idéias.

Fonte: Grupo Átomo & Alínea

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Acessibilidade na Web: Boas práticas para construir sites e aplicações acessíveis

Acessibilidade na Web consiste na eliminação de barreiras de acesso em páginas e aplicações digitais para que pessoas com deficiência tenham autonomia na rede. Na verdade, acessibilidade na web beneficia todas as pessoas. Em algum momento da vida todos podem precisar de acessibilidade, seja devido a uma limitação temporária ou permanente. Quando não levamos em consideração o acesso de pessoas com deficiência, estamos tirando o direito de uma pessoa de navegar, interagir ou consumir produtos e serviços na rede. Empatia é o fator principal para que as aplicações que desenvolvemos sejam inclusivas.

Neste livro, Reinaldo Ferraz aborda o tema da acessibilidade na Web, desde os conceitos básicos, até as especificidades relativas aos seus diversos públicos, com uma introdução sobre as várias diretrizes e leis existentes. Você conhecerá as barreiras de acesso que temos de derrubar e quais as principais orientações para implementação, manutenção, avaliação, correção e divulgação, até as mais recentes e refinadas técnicas de acessibilidade para a rede.

Fonte: Casa do Código

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Gestão Editorial de Periódicos Científicos: tendências e boas práticas

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Há mais de 20 anos, o contexto editorial brasileiro vem se modificando na produção do periódico científico, com intervenções tecnológicas, técnicas, políticas ou sociais. A leitura deste livro proporcionará um retrato das possibilidades desta fase de transição da gestão editorial do periódico, revelando tendências e boas práticas factíveis de serem multiplicadas. Escrito por um conjunto de autores que possuem uma trajetória de imersão no tema, traz à tona, principalmente, relações entre o presente e o futuro do periódico.

Fonte: Repositório Institucional da UFSC

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Mini/Manual: Archivamiento de Medios Sociales: conceptos básicos, estrategias y mejores prácticas

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Os livros, nossos amigos

Na obra, Eduardo Frieiro analisa desde aspectos gráficos como a impressão até assuntos como os grandes leitores (bibliófilos, bibliômanos e bibliopiratas); o gosto da leitura utilizada como crescimento humano; os clássicos; o que é a vida intelectual; os inimigos dos livros, as pragas, os cuidados e os remédios para prolongar a vida dos livros, e conselhos úteis para manutenção da uma biblioteca; livros para poucos e livros para muitos; livros curiosos, ridículos, extravagantes e singulares; e muito mais. No capítulo “A patologia dos livros”, o autor escreve: “A umidade e a fauna devoradora dos livros exigem atenções e trabalhos constantes. A limpeza e vigilância são os únicos remédios ao nosso alcance. Mas, afinal, por que havemos de deter a obra da vida, que se alimenta de cadáveres? Sem dúvida porque não podemos conceber a destruição total de nós próprios nem a de tudo aquilo que amamos e se incorpora ao nosso destino”. Certamente esta obra de Frieiro é um livro para os amantes do livro.

Fonte: Livraria do Senado

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O Diabo na Livraria do Conego 

Pouco se ficou sabendo da vida do Cônego Luís Vieira da Silva, um dos implicados na Conjuração Mineira de 1789. Mas deixou ele quase um milheiro de livros, sequestrados pelas autoridades da Devassa. Formavam uma variada biblioteca, admiravelmente selecionada, como provavelmente não existia outra igual em todo o País, naquela época. Que livros lia o Cônego? Quais eram as inclinações ou direções do seu espírito, ávido de saber? Eis o que se investiga neste livro, tendo como base a relação dos livros apreendidos, que figura nos Autos da Devassa da Inconfidência Mineira, mostrando que Luís Vieira, ainda que pobre e vivendo na longínqua e mal povoada Capitania das Minas Gerais, de onde nunca saíra, achara meios de reunir uma notável biblioteca.

Fonte: Livraria da Travessa

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A dieta da informação: uma defesa do consumo consciente 

O ser humano moderno gasta mais de 11 horas a cada 24 em consumo constante. Não apenas se alimentando, mas devorando informações continuamente expelidas pelos eletrônicos de que tanto gostamos. Assim como podemos nos tornar morbidamente obesos de tanto ingerir açúcar, gordura e farinha, também nos transformamos em glutões de textos, mensagens instantâneas, e-mails, feeds RSS, downloads, vídeos, atualizações e tuítes.

Estamos enfrentando uma tempestade de distrações, sendo bombardeados por notificações ininterruptas e tentados por pequenas doses de informações apetitosas. Da mesma forma que o excesso de alimentos pouco saudáveis pode resultar na obesidade, muita informação sem conteúdo pode facilmente nos tornar ignorantes. Este livro ensina a prosperar nesse contexto — o que procurar, o que evitar e como ser seletivo. Nele, Johnson explica o papel da informação na história humana e por que sua dieta é essencial a todos que desejam ser inteligentes, produtivos e sadios.

No livro A Dieta da Informação, você:

– descobrirá por que estudiosos renomados estão preocupados com nosso estado de atenção e nossa inteligência geral;

– analisará de que modo a mídia atual — a grande mídia — nos oferece exatamente o que desejamos: conteúdo que apenas confirma nossas crenças;

– aprenderá a tomar medidas para desenvolver sua alfabetização de dados, sua capacidade de atenção e um senso de humor saudável;

– verá como se envolver na economia da informação, aprendendo a recompensar bons provedores de informação;

– da mesma forma que uma dieta alimentar normal e saudável, este livro não pretende que você consuma menos, mas que encontre um equilíbrio sadio.

Fonte: Livraria da Travessa

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Introdução ao Controle Bibliográfico

A criação de ferramentas que permitam registrar e organizar a produção de informações tem sido uma das prioridades recorrentes no universo da cultura. O controle bibliográfico consiste na utilização sistematizada dessas ferramentas, e visa preservar suportes de informação para torná-los acessíveis a qualquer indivíduo ou organização. As origens dessa prática como atividade sistematizada, no Ocidente, remontam à Antiguidade clássica, mas foi só a partir da invenção da imprensa que ela se tornou mais bem organizada, passando inclusive a ser responsabilidade do Estado em muitos países. Nos últimos anos, a questão do controle bibliográfico alcançou nova dimensão com as mudanças no universo informacional trazidas pela internet. O advento de um formato físico imaterial e de grande volatilidade representa um dos desafios para a preservação da memória da humanidade. Introdução ao controle bibliográfico examina as principais propostas e realizações, em âmbito internacional e nacional, que têm como objetivo identificar, registrar, difundir e preservar os produtos da cultura, em diferentes suportes com que hoje se apresentam.

Fonte: Autêntica Editora

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Massimo Listri – The World’s Most Beautiful Libraries

Bibliophiles, rejoice! In this rapturous photographic journey, Massimo Listri travels to some of the oldest and finest libraries around the world to celebrate their architectural and historical wonder. From medieval to 19th-century institutions, private to monastic collections, this is a cultural-historical pilgrimage to the heart of our halls of learning and the stories they tell.

Fonte: Saraiva

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Ciência da Informação na Era da Virtualidade

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Livro do Encontro de Bibliotecas Virtuais 2017

Fonte: figshare

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Arquivologia: temas centrais em uma abordagem introdutória

Com interesse em difundir a área, este livro expõe os temas centrais da arquivologia em uma linguagem acessível, visando a um público de iniciantes e também de curiosos que queiram se informar sobre o assunto. Trata-se de um contato inicial, que pode ser usado em salas de aula para apresentar temas importantes aos ingressantes dos cursos de graduação, ou ainda a leigos que almejam conhecer o campo arquivístico ou nele tenham interesses ou afinidades.

Fonte: Editora FGV

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Diário de uma Pipa em quarentena

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As reflexões em um Diário da Pipa Esag Kids durante a Pandemia do Corona Vírus, Covid-19. São 41 tirinhas para se divertir, sorrir e refletir!

Fonte: ESAG KIDS

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Biblioteca escolar, eis a questão! Do espaço do castigo ao centro do fazer educativo
Desde a constituição de bibliotecas da Antiguidade Clássica até a invenção e a fabricação do papel pelos chineses, o homem tem lançado mão dos mais diversos suportes para registro dos acontecimentos, das impressões e, especialmente, para o suprimento das suas necessidades cotidianas de aprendizado e de uso da palavra escrita. Neste livro, Lucia Helena Maroto tece um relato crítico sobre o surgimento e a atuação das bibliotecas brasileiras no decorrer dos tempos e apresenta iniciativas de promoção da leitura e da valorização da biblioteca desenvolvidas em diversas cidades do País.
Para que a biblioteca tenha um lugar de destaque no espaço escolar, alguns aspectos relacionados ao desenvolvimento de serviços bibliotecários são abordados e discutidos, entre eles: a transformação da biblioteca num espaço democrático de acesso crítico à leitura e ao conhecimento, onde o leitor se sinta artífice da sua própria aprendizagem, seduzido e livre para usufruir das fontes e dos mundos ali inscritos, e o estabelecimento de propostas inovadoras de dinamização e incentivo à leitura e à pesquisa. É isso que a autora apresenta nesta obra, fundamental para se pensar a biblioteca escolar no Brasil de hoje e, consequentemente, a escola pública que se constitui, muitas vezes, na primeira oportunidade concreta de acesso aos bens culturais e científicos produzidos pela coletividade.

Fonte: Autêntica Editora

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A arte de criar leitores: reflexões e dicas para uma mediação eficaz

A partir de sua própria experiência de como tornou-se leitora voraz, Goimar Dantas desenvolve neste trabalho não apenas reflexões teóricas sobre o universo dos livros e da leitura, mas também traz dicas importantes e práticas para todos os que buscam despertar no outro o gosto pela leitura e o amor pelos livros. E quem pode estimular o prazer pela leitura? Qualquer pessoa que tenha essa paixão: de pais e professores a bibliotecários e booktubers. No entanto, tem lá suas exigências: é preciso preparar-se, fazer pesquisas, debruçar-se sobre livros, temas, críticas e estar atento às novidades do mundo que pretende apresentar ao leitor/ouvinte, buscando ultrapassar limitações sem que se perca a poesia e a imaginação. Lançamento do Senac São Paulo, A arte de criar leitores: reflexões e dicas para uma mediação eficaz mergulha no mundo da narrativa dos livros sagrados e relatos mitológicos aos contos de fadas, às fábulas e à produção literária infantojuvenil, com a certeza de que o amor pelos livros contribui para uma experiência cultural mais rica e um ser social mais crítico e, portanto, mais livre.

Fonte: Editora Senac São Paulo

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As Antenas do caracol: notas sobre literatura infantojuvenil

Este livro da ensaísta, tradutora e dramaturga Dirce Waltrick do Amarante discute aspectos nada óbvios da literatura infantojuvenil. A autora visita – com um olhar apaixonado, de quem tem “fé” na leitura e fulmina certas instituições promotoras do emburrecimento do jovem leitor – casos concretos como a adaptação da obra dos irmãos Grimm para quadrinhos, o teatro infantil, a censura a Monteiro Lobato, o nonsense do escritor, desenhista e pintor inglês Edward Lear e as suas diferenças para com o nonsense de Lewis Carroll, o texto de James Joyce “O gato de Copenhague”, as posições de Ana Maria Machado e de Marcelo Coelho, que a ajudam a refletir sobre a tradição cultural, a lógica, a linguagem, a utilidade da literatura e as suas relações com a educação.

É de Graciliano Ramos, contudo, que vem a melhor evocação das leituras “edificantes” da infância, nas que um menino vadio encontra casualmente no seu caminho uns passarinhos-mensageiros dos valores do sistema… A partir do aspecto “monumental” da obra para crianças de Monteiro Lobato, a questão surge, e atinge um nível geral – a quem se destina este monumento, e o que fazer com ele? A questão é ampla, pois a infância mudou, e talvez nem exista mais, a não ser em estado de ruptura da ordem simbólica, como na visão apocalíptica de Baudrillard. As notas teóricas da autora, em diálogo com pensadores dentre os quais Agamben, Adorno e Horkheimer, Benjamin, além do próprio Baudrillard, conferem ao livro uma potência de pensamento sobre uma questão que excede a da infância, ou melhor, que nos puxa para a infância que nunca nos deixou, se, como propõe Agamben, a infância seria “aquilo que cha¬ma¬mos de pensamento”.

Fonte: Iluminuras

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Pequena biblioteca para crianças

É de Fernando Pessoa a frase em tom de paradoxo: “Nenhum livro para crianças deve ser escrito para crianças.” Vale a pena repeti-la a propósito desta Pequena Biblioteca para Crianças em que Dirce Waltrick do Amarante convida pais, professores e uma legião de curiosos a ampliarem, na condição de leitores, os limites impostos ao repertório infantojuvenil pela homogeneização comercial e pedagógica.

Os textos da autora distinguem-se pela qualidade dos comentários sobre sua pequena biblioteca, apoiados em referências precisas a escritores, críticos e teóricos de primeira linha, e, em particular, pela reflexão exercida sobre uma questão cada vez mais urgente: a necessidade de redefinir o que entendemos por criança e infância. O significado de infans – o que não sabe falar – parecer voltar como um boomerang irônico sobre os adultos de hoje.

É preciso acrescentar ainda que a redefinição proposta neste livro encontra-se implícita em boa parte dos textos literários recomendados. Tal abertura apoia-se, por exemplo, na edição brasileira para o público infantojuvenil do humor erótico-libertário de Boccacio, dos mitos maias do Popol Vuh, na adaptação de Poe por Clarice Lispector, no fascínio dos Wilhelm (Hauff e Busch), no jogo lúdico-corrosivo de Kurt Schwitters, na versão do Finnegans Wake de Joyce (Finnício Riovém), este “play-ground da cultura”, conforme Harry Levin. Neste sentido, caminham as sugestões da autora para a inclusão de leituras como os mitos indígenas de Makunaíma e Jurupari, os contos de Péricles Prade e pela iniciação em Shakespeare muito bem guiada por Charles e Mary Lamb.

Fonte: Iluminuras

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A Biblioteca e a formação do leitor infantojuvenil

Em A biblioteca e a formação do leitor infantojuvenil: conversa com pais e professores (Iluminuras, 2019), Dirce Waltrick do Amarante retoma a sua preocupação constante — já anunciada nos livros As antenas do caracol: notas sobre literatura infantojuvenil (Iluminuras, 2012) e Pequena biblioteca para crianças: um guia de leitura para pais e professores (Iluminuras, 2013) — com a constituição de um repertório alargado para a formação leitora de crianças e jovens a partir da constituição de uma biblioteca.

O livro está dividido em duas partes que se inter-relacionam e dialogam. A primeira “Para começo de conversa” versa sobre aspectos mais reflexivos sobre os livros literários para infância e juventude, desde a conceituação movediça de uma literatura edificante que se apoia em lições de moral explicitas de narrativas impregnadas de “mensagens” e modelos à uma produção que descarta os clichês e se renova em sua feitura e seu dizer, desfazendo o mercado editorial e suas imposições de faixa etária, demarca outras possibilidades de leitura para o público em questão.

Ao esgarçar as fronteiras etárias, a pesquisadora apresenta, por meio da leitura atenta e rigorosa, na segunda parte “Estante de livros: um repertório possível”, um conjunto de títulos de autores brasileiros e estrangeiros como possibilidade de leitura e composição de acervo pessoal. Aos mediadores a quem o livro é oferecido, pais e professores, faz-se necessário uma caminhada desejante que atravesse as fronteiras de escolhas restritas e adentre no espaço das possibilidades múltiplas do mercado editorial. Ganham os leitores de todas as idades!

Fonte: Iluminuras

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Leitura e escrita: lugares de fala e visibilidade

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Qual o papel das narrativas, orais e escritas, na construção do humano? Como elas afirmam, ou negam, a diversidade? Quais são as questões centrais que permeiam a realidade hoje? Como fechar os olhos para o racismo, para o machismo, para a violência e manifestações sociais colocadas à margem de uma cultura dominante e homogeneizante? Como as diferentes identidades se tornam visíveis, mostram sua voz, revelam-se pela literatura?

Estas foram as questões que nortearam a segunda edição do Seminário Arte, Palavra e Leitura, em 2019, e revisitando as discussões feitas nas mesas com especialistas e compartilhadas nesta publicação, acreditamos que ampliamos os espaços de fala e escuta, alargamos o nosso senso de alteridade e levantamos novas inquietações que nos movem a buscar outras referências e práticas. Pudemos nos alimentar de humanidade, de muitas histórias de outros que nos constituem. Tivemos momentos inspiradores, provocativos, que nos tiraram de zonas de conforto.

Ainda bem! Esta publicação vem possibilitar que tais reflexões, sentimentos e provocações possam ganhar novos horizontes, pela possibilidade de (re)leituras e pela ampliação de novos leitores.

Fonte: Revista Emília

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De la lectura académica a la lectura estética

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A pesar de que la lectura estética y las artes han sido relegadas a un lugar periférico por ser consideradas como recreativas, muchos estudios han comprobado que recurrir a éstas atrae muchos beneficios que repercuten en el desempeño académico del lector, pues permite que desarrolle muchas habilidades que se transforman en aprendizaje. En este libro, se reúnen muchos testimonios de distintos autores sobre cómo es que la lectura se puede realizar de distintas maneras y los beneficios que ésta ofrece tanto dentro como fuera del aula.

Fonte: Universo Abierto

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Bibliotecas inclusivas: o que posso fazer para a inclusão das pessoas com deficiência visual?

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Esta obra trata sobre deficiência visual e apresenta as principais políticas públicas, os avanços na legislação, pesquisas científicas e práticas de inclusão e acessibilidade da área de Biblioteconomia, tecnologias assistiva e serviços acessíveis. Apresenta o contexto atual da educação especial e inclusiva, na Sociedade da Informação, esclarece a necessidade de atualização de currículos na área de Biblioteconomia, o cumprimento da legislação para a efetivação do direito á educação e do acesso às informação das pessoas com deficiência nos ambientes da sociedade.

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Gestão de bibliotecas universitárias : experiências e projetos da UFSC

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O livro Gestão de bibliotecas universitárias: experiências e projetos da UFSC, apresenta ao grande público, ricos detalhes, importantes projetos desenvolvidos pelo Sistema de Bibliotecas da UFSC a partir de 2008. Os temas abordados são variados; liderança, o modelo participativo no desenvolvimento de coleções, a capacitação dos usuários para o uso dos serviços de informação, a criação do Portal de Periódicos, o atendimento especializado aos universitários com deficiência, a aplicação do Digital Object Identifier – DOI e a digitalização de teses e dissertações.

Fonte: Repositório Institucional da UFSC

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A Construção de Saberes: protagonismo compartilhado em serviços e inovações na Biblioteca Universitária da UFSC

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Desinformação e a Criação da Comissão de Confiabilidade Informacional / Leonardo Ripoll, Marcela Gaspar Custódio, José Claudio Matos. – 9. O Papel da Biblioteca Universitária no Combate ao Plágio e a Má Conduta em Pesquisa / Fábio Lorensi do Canto, Roberta Moraes de Bem, Marli Dias de Souza Pinto. – 10. Repositório Institucional da Universidade Federal de Santa Catarina: uma avaliação com base nas diretrizes do RECOLECTA / Gesmar Kingeski Barbosa. – 11. Inovação no Portal de Periódicos UFSC: concepção, serviços e propostas / Lúcia da Silveira , Alexandre Pedro de Oliveira, Gabriel Araldi Walter , Juliana Aparecida Gulka, Mirna Saidy, Caio Fraile Gonçalves , Julia Mattia. – 12. Organização e Preservação da Coleção Especial Raridades Catarinenses / Gleide Bitencourte José Ordovás, Joana Carla de S. M. Felicio. – 13. Projeto Cinema Mundo: uma trajetória de produção de conhecimento / Leonardo Ripoll, Marcio Markendorf, Joana Carla de S. M. Felicio. – 14. Papéis (Re)editados: o bibliotecário e a atuação em projetos editoriais / Andréa Figueiredo Leão Grants, Roberta Moraes de Bem. – Sobre os autores.

Fonte: Repositório Institucional da UFSC

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Pesquisando Acervos

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Fonte: Mémoria em Papel

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Bibliotecas Digitais ou Plataformas Digitais Colaborativas? : Por uma Compreensão do Funcionamento das Bibliotecas Digitais (Não) Autorizadas no Espaço Digital

O livro Bibliotecas digitais ou plataformas digitais colaborativas? Por uma compreensão do funcionamento das bibliotecas digitais (não) autorizadas no espaço digital busca compreender como as plataformas digitais colaborativas estudadas na pesquisa produzem um imaginário de serem bibliotecas digitais. Na obra, faço uma descrição das políticas de formação e desenvolvimento de coleções nas bibliotecas (tradicionais e digitais) e uma descrição do processo de produção de sentidos do que estou denominando de “plataformas digitais colaborativas”.

Fonte: Editora Appris

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Anais WIDaT 2019

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Fonte: WIDaT 2019

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Aplicação do Resource Description and Access: exemplos práticos para teses de dissertações

Publicada originalmente como dissertação no Mestrado Profissional em Gestão de Unidades de Informação, da Universidade do Estado de Santa Catarina, a presente obra enfoca questões práticas da Biblioteconomia. Este livro é oriundo da prática e do estudo da autora com atividades de catalogação. A ação de catalogar exige domínio dos padrões e das regras da catalogação para que o fazer bibliotecário seja de qualidade. O Resource Description and Access (RDA) é a nova diretriz para a catalogação desenvolvida para substituir o Código de Catalogação Anglo-Americano, segunda edição (AACR2) com a finalidade de melhorar a recuperação da informação. Desse modo, o propósito deste livro é apresentar por meio de exemplos como alguns tipos de registros bibliográficos serão modificados com os padrões do código RDA. O livro está estruturado em duas partes distintas. A primeira apresenta os principais conceitos que circundam o tema desta obra, ou seja, a diretriz RDA e suas origens. Para tanto, é traçado um breve histórico da catalogação, bem como os conceitos-chave, os instrumentos e os modelos conceituais que compõem a base teórica do RDA. A segunda parte mostra alguns exemplos práticos e explica a catalogação de teses e dissertações em RDA e como o novo padrão pode contribuir para atender algumas das tarefas dos usuários de catálogos.

Fonte: Editora Interciência

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Automação em bibliotecas universitárias brasileiras com o Aleph 500

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Avalia a qualidade do software Aleph 500 no ambiente das bibliotecas universitárias brasileiras. A metodologia se baseia na validação e avaliação de um conjunto específico de requisitos gerais e específicos de qualidade de produtos de software aplicáveis ao Aleph 500 mensuréveis a partir de questionários respondidos por bibliotecários e analistas de sistema. Os resultados apresentam a caracterização, impactos da utilização e avaliação da qualidade (nível de desempenho) do Aleph 500 no cenário das bibliotecas universitárias brasileiras.

Fonte: E-LIS repository

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Gestão de Coleções: Experiências plurais em Bibliotecas do Rio Grande do Norte (Portuguese Edition)

Esta obra apresenta nove relatos de experiências de diferentes Bibliotecas do Rio Grande do Norte em relação ao processo de Gestão de Coleções. Identifica lacunas e deficiências neste processo bem como revela aspectos positivos na prática profissional frente a esta atividade. Busca apresentar um panorama heterogêneo na realidade de bibliotecas observando aspectos das etapas desenvolvidas para a formação e desenvolvimento de coleções bibliográficas nestes espaços.

Fonte: Amazon

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Formação E Desenvolvimento Do Leitor: Os Sujeitos Envolvidos e Suas Responsabilidades

Neste livro buscamos identificar fatores que podem ser úteis á formação e ao desenvolvimento dos novos/futuros leitores e os benefícios que a leitura pode trazer ao indivíduo em sua formação humanística e técnica.

Fonte: Editora FiloCzar

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Comunidades, Algoritmos e Ativismos Digitais: Olhares Afrodiaspóricos

O livro “Comunidades, Algoritmos e Ativismos: olhares afrodiaspóricos” busca combater uma lacuna na academia brasileira: reflexões sobre a relação entre raça, racismo, negritude e branquitude com as tecnologias digitais como algoritmos, mídias sociais e comunidades online. 

Organizado por Tarcízio Silva e publicado pela editora LiteraRUA, a obra reúne 14 capítulos de pesquisadoras e pesquisadores provenientes do Brasil e países da Afrodiáspora e África, como Congo, Etiópia, Gana, Nigéria, Colômbia, Estados Unidos e Reino Unido. O capítulo de abertura é de Ruha Benjamin, ativista e professora da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos. Pela primeira vez traduzido ao português, seu trabalho discorre sobre a “imaginação carcerária” imbricada nas tecnologias do Ocidente, da escravidão até o reconhecimento facial de hoje.

Textos estrangeiros inéditos e atualização e redação de publicações selecionadas de brasileiras/os, o livro colabora com a crescente complexificação do pensamento sobre a comunicação digital e internet resultante da diversificação dos olhares e falas nos espaços acadêmicos.

O rapper, compositor e empresário Emicida assina o prefácio, onde pontua que “se a essência das redes sociais é a conectividade, está para nascer uma que cumpra seu

papel com mais eficácia do que um tambor”. Com vários pontos de vista, os temas abordados incluem a matemática na divinação Ifá, ativismo político, transição capilar, blackfishing, afroempreendedorismo, Black Twitter, contra-narrativas ao racismo e métodos digitais de pesquisa apropriados à complexidade das plataformas, algoritmos e relações de poder incorporadas nas materialidades digitais racializadas.

A publicação está disponível em versão digital gratuita (aqui), graças ao apoio do Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados, e em pré-venda da versão impressa no site da editora LiteraRUA.

Fonte: LiteraRUA

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Perspectivas atuais em Bibliotecas e Arquivos

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A obra Perspectivas Atuais em Bibliotecas e Arquivos, estruturada sob a forma de coletânea, reúne trabalhos de profissionais que atuam em variados contextos no cenário nacional. A culminância desta publicação se constitui em um salutar ponto de convergência que agrega parte das temáticas discutidas durante o Workshop – Perspectivas Atuais em Bibliotecas e Arquivos, realizado em agosto de 2018 na cidade de São Luís, Maranhão, organizado pela Bibliotecária e Doutora em Serviço Social, Francilene do Carmo Cardoso.

A ideia de realizar um evento que pudesse discutir as práticas atuais em bibliotecas e arquivos, considerando a perspectiva de se ampliar para incluir as diversas possibilidades de atuação dos profissionais nos mais variados cenários, e ainda a possibilidade de apresentar aos antigos, recentes e futuros bibliotecários, a diversidade, os desafios e as possibilidades da contemporaneidade, foi o que motivou a realização do Workshop, que teve grande aceitação e procura do público local. A organizadora desta obra sempre esteve envolvida em trabalhos que abrangem a disseminação da informação nas mais diversas esferas, sendo o referido evento, mais uma de suas iniciativas nesse meandro. No entanto, apenas a realização desse evento não foi suficiente, era necessário dar materialidade àquela causa que urge no cenário biblioteconômico, era preciso que a semente germinasse, e a árvore pudesse crescer para gerar os frutos.

Nessa perspectiva, esta obra se coloca como uma contribuição necessária e iminente para o cenário profissional da Biblioteconomia, especialmente nos tempos atuais, nos quais lidamos com dificuldades do cenário político-econômico ao educacional e social, que eventualmente, dificultam que novas e boas ideias sejam plantadas e/ou colhidas, não apenas no contexto das bibliotecas e dos arquivos, mas nos mais diversos cenários. Desse modo, é ainda mais urgente que ações que visam levar informação e todo tipo de possibilidade de crescimento social sejam acolhidas, protegidas e incentivadas. Assim, seguimos unindo forças e enfrentando desafios em bibliotecas, arquivos e aonde mais a informação, a leitura, e o conhecimento possam ser o combustível que impulsiona o desenvolvimento de uma sociedade mais justa e igualitária.

 

Fonte: Editora Nyota

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BIBLIOTECAS LAC: El impacto de la legislación de derechos de autor en América Latina y el Caribe

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Tendências para a gestão e preservação da informação digital (recurso eletrônico)

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Organizado pela equipe da Rede Cariniana o livro é o resultado de uma parceria entre o Ibict e a Universidade de La Salle, de Bogotá – Colômbia. A proposta de publicação surgiu após a realização de um evento internacional em 2015 na Universidade de La Salle, com a ideia de se publicar alguns dos trabalhos apresentados no evento e outros de especialistas em informação digital. O resultado final aborda assuntos relacionados com a gestão e preservação da informação digital, mencionando algumas tendências presentes em diversos projetos de pesquisa nacionais e estrangeiros. Alguns dos temas foram a internacionalização e virtualização da ciência, o fenômeno de big data e gestão dos dados de pesquisa expõem fatos que afetam o desenvolvimento da ciência e seus efeitos na sociedade atual. Alguns conceitos e aplicações ainda precisam de um consenso na literatura, reflexões sobre esses temas são cada vez mais necessárias. Expor os princípios e linhas operacionais para orientar a gestão digital de conteúdos patrimoniais corrobora na efetiva apropriação da produção científica e cultural via a mediação tecnológica. Colocar em evidência os aspectos informacionais no desenvolvimento da e-science contribui para a compreensão do papel dos profissionais da informação na gestão de dados, em contextos geográficos e tecnologicamente diversos. Os autores desta obra discorrem sobre formas de apropriação do patrimônio científico e cultural, utilizando tecnologias digitais, integrando eixos conceituais e empíricos, com preposições orientadoras para a gestão digital na sua interdisciplinariedade, cooperação e hipermediacionalidade. O livro eletrônico contém, além do prefácio, cinco capítulos produzidos por pesquisadores brasileiros e três capítulos de autores latino-americanos.Esta é mais uma contribuição dos colaboradores da Cariniana com os serviços oferecidos pela Rede e na publicação de produtos de informação como dicionários, guias de fontes e mapeamentos de acervos digitais.

Fonte: IBICT

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Produtos e serviços de informação: estudos de usos e usabilidades

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O processo comunicativo entre instituição e sociedade tem se apresentado essencial para o desenvolvimento e aprimoramento de produtos e serviços de informação. Para tanto, requer a criação e a manutenção de um canal que contribua para garantir condições de uso e apropriação de informação dos destinatários, assim como fornecer elementos para a realização de um contínuo processo de aprendizagem organizacional. Esta publicação considera estas condições, trazendo exemplos concretos do estudo dos usos e usabilidades de produtos e servidos de informação do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT). Com este estudo, profissionais e gestores de informação entram em contato com ferramentas úteis para o aperfeiçoamento de insumos e serviços, tomando como referencial uma metodologia que prioriza, mediante o diálogo, as contribuições fornecidas pelos exigentes, e antenados, usuários de informação.
The communication process between institution and society has been essential for the development and improvement of products and information services. For such it is necessary to create and maintain a channel that will help guarantee conditions of use and information appropriation, as well as provide input for the realization of a continuous process of organizational learning. This publication considers these conditions, bringing concrete examples of uses of products and services of information from the Brazilian Institute for Information in Science and Technology (IBICT). With this study, professionals and information managers come in contact with useful tools for the improvement of inputs and services, taking as reference a methodology that prioritizes, through dialogue, contributions provided by demanding and knowledgeable information users.

Fonte: IBICT

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Comunicação da informação, gestão da informação e gestão do conhecimento

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Este livro reúne frutos de pesquisas realizadas no âmbito da Ciência da Informação e que adotaram quadros teóricos de referência dos tópicos comunicação da informação, gestão da informação e gestão do conhecimento. Ora abordados isoladamente um do outro, ora abordados de modo associado um com o outro, todos são tangenciados pela noção de contexto. Ao longo da obra os autores oferecem aos leitores uma trama de abordagens conceituais – por meio dos modelos teóricos – métodos e resultados que compõem conjunto de conhecimentos elaborados por pesquisas realizadas ao longo de pouco mais de uma década. Constituído de dezessete capítulos, o livro é estruturado em partes sendo a primeira Introdução, e as demais intituladas, respectivamente, Comunicação da Informação Organizacional, Comunicação da Informação Científica, Comunicação da Informação em Comunidades, Gestão da Informação e Gestão do Conhecimento, Comunicação e Gestão da Informação e do Conhecimento. A expectativa dos organizadores e dos autores é oferecer contribuições úteis para fundamentação teórica de outros trabalhos que, sem dúvida, expandirão essa discussão.

Fonte: IBICT

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William Morris – Sobre as Artes do Livro

Sempre que se faz necessário apontar um marco inicial do movimento de private press, escolhe-se a publicação, em 1891, de The Story of the Glittering Plain, escrito por William Morris, primeiro título editado pela Kelmscott Press com o objetivo de recuperar a beleza do livro, perdida em meio às tiragens cada vez mais apressadas e descuidadas da imprensa regular. Todos os componentes de uma obra (a escolha do texto e da fonte tipográfica, a composição dos tipos, o papel, a tinta, a “decoração” e a encadernação) deveriam ser planejados e executados manualmente com o máximo de cuidado e excelência para, juntos, produzirem o “livro ideal”. Os mais de cinquenta livros que Morris editaria nos anos seguintes obedeceram, todos, à busca por esse padrão ideal de qualidade.

Fonte: Ateliê Editorial

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A Sabedoria do Bibliotecário

Neste livro, o autor presta uma homenagem ao bibliotecário. A importância desse profissional se revela em diversas situações: ao auxiliar o leitor perdido em uma infosfera atordoante; no embate entre comunicação e preservação, considerando que a saciedade do leitor coloca em risco a própria integridade do objeto lido ou consumido; na condição de sujeito anônimo, destinado a servir sem ser visto e a acolher sem ser notado.
Tudo isso porque o bibliotecário está imerso em um mundo muito particular, “em um lugar indispensável, onde o saber decanta”.

Fonte: Ateliê Editorial

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Da Argila à Nuvem

Desde o seu aparecimento, no segundo milênio a.C., o catálogo acompanha o desenvolvimento da cultura escrita, testemunhando uma ambição fundamental, ligada à própria origem da ciência e da cultura: nomear, descrever e classificar o universo.
Das tabuinhas de argila aos catálogos hoje desmaterializados nas “nuvens”, essas ferramentas revelam uma tipologia complexa. Não obstante, elas foram concebidas com funções tão diversas quanto contraditórias: a busca de textos, a conservação da memória, o transporte de uma coleção, a censura aos livros, a disseminação de um fundo, o comércio e a circulação da escrita…

Fonte: Ateliê Editorial

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Bibliotecas Públicas: ações, processos e perspectivas

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A publicação reúne artigos com relatos de experiências desenvolvidas nos últimos anos na rede de bibliotecas públicas administradas pela Coordenadoria do Sistema Municipal de Bibliotecas de São Paulo.
– Bibliotecas Públicas: práticas, histórico e perspectivas
– Política de acervo, unificação técnica e informatização das bibliotecas públicas
– Articulação em rede: formas de pensar e agir na comunidade
– Contribuições ao processo de construção de uma política pública de acesso à leitura de textos literários
– Serviços de extensão: espaços alternativos de cultura e leitura
– Programação cultural em bibliotecas públicas: estruturação, investimento e ampliação.

Fonte: Prefeitura Municipal de São Paulo

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VII Seminário o Negócio do Livro: mercado editorial em debate

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Obra  proveniente do VII Seminário O Negócio do Livro: mercado editorial em debate, realizado pelo Clube dos Editores do Rio Grande do Sul, aborda temáticas voltadas para a área de edição, configurando-se como registro das palestras, painel e entrevista realizados durante o evento em Porto Alegre, no ano de 2015.
Em formato de ePub, esta obra aborda o ponto de vista de profissionais atuantes no setor editorial sob diversas perspectivas. Um debate como esse não poderia deixar de ser registrado, de maneira que o Clube dos Editores e o Curso de Comunicação Social-Produção Editorial da Universidade Federal de Santa Maria/ UFSM estabelecem a parceria e publicam o eBook do VII Seminário que contém podcasts, fotos e transcrição das palestras, bem como vídeos sugeridos durante as falas.
O trabalho de edição foi desenvolvido na disciplina intitulada Editora experimental, no âmbito do Curso e do projeto de extensão da Editora pE.com UFSM, com o intuito de aproximar academia e sociedade por meio da atuação em tarefas empíricas, parte da formação do jovem editor.
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Aplicabilidades metodológicas em ciência da informação

A obra coloca em relevo os vários olhares metodológicos empregados nas pesquisas desenvolvidas pelos estudantes, orientadores e professores envolvidos no Doutorado Institucional (Dinter), projeto em parceria entre a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP/Marília) e a Universidade Federal do Ceará (UFC), financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

O livro é constituído por nove capítulos referentes às várias metodologias de pesquisa empregadas pelos autores, cujo propósito é contribuir com ideias metodológicas para aqueles que buscam enveredar nessa atividade.

Fonte: Editora da UFC

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Gestão Cultural e Diversidade: do pensar ao agir

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O livro reúne 12 textos, de 17 autores, com conteúdo voltado para as práticas e reflexões sobre a Gestão Cultural, pensada sob a perspectiva da diversidade cultural.

Fonte: Observatório da Diversidade Cultural

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Tópicos para o ensino de biblioteconomia: volume II

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O livro Tópicos para o Ensino de Biblioteconomia: volume II prossegue no objetivo de contribuir com a área da Biblioteconomia, no que se refere ao ensino, formação e exercício profissional de bibliotecários. Em um compromisso de responsabilidade acadêmica os autores deste volume apresentam conteúdos dos programas de disciplinas lecionadas no curso de graduação em Biblioteconomia da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. A proposta reflete tanto a lógica do esforço centrado na qualidade do ensino de biblioteconomia quanto a valorização do apoio e do enriquecimento provido pela pesquisa. Os textos abordam temas como: a biblioteca digital, a representação descritiva sob norma da RDA (Recurso: descrição e acesso), os aspectos conceituais das humanidades em ambientes digitais, a biblioteconomia e lógica, a análise documentária, além de tópicos de ação cultural no enfoque dos quadrinhos e na perspectiva das políticas e dos indicadores culturais. O livro não esgota os temas tratados e a proposta dos organizadores é desenvolver uma obra aberta e contínua, que deve incluir tópicos atualizados e inerentes aos desafios da Biblioteconomia no século XXI.

Fonte: Portal de Livros Abertos da USP

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Museu e museologia: interfaces e perspectivas

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Esta coletânea apresenta algumas das palestras da série MAST COLLOQUIA 2008, as quais refletem diferentes aspectos do tema Museu e Museologia: Interfaces e Perspectivas.

Fonte: IBICT

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Documentação em museus

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Publicação organizada pela Coordenação de Museologia, é dedicada à documentação de acervos em museus, atividade cuja importância é inquestionável no âmbito dos museus e da Museologia e que se configura como a base para socialização do patrimônio cultural.

Fonte: IBICT

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Série Tecnologia e Organização da Informação: Contribuições para a Ciência da Informação

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O Congresso Internacional em Tecnologia e Organização daInformação – TOI, é iniciativa do Grupo de Pesquisa “Observatório doMercado de Trabalho em Informação e Documentação (OMTID) – CNPq” da Escolade Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Seu principal focoestá em reunir pesquisadores, estudantes e profissionais da área da Ciência daInformação: Biblioteconomia, Arquivologia, Museologia, e afins, com objetivo depromover a reflexão e o diálogo em torno de temas relevantes para a sociedade dainformação: Gestão da Informação e do Conhecimento, Tecnologia e Sistemas deInformação, Biblioteca Digital, Conservação e Preservação de Acervo, CuradoriaDigital, Ética da Informação, Humanidades Digitais, Recuperação e Organizaçãoda Informação e do conhecimento, Ciência de Dados, Inteligência Artificial,Internet das Coisas IoT, Cultura Computacional, Mercado de Trabalho doProfissional da Informação. Entre seus principais objetivos destacamospromover o debate sobre os temas centrais do Congresso e contribuir para aintegração entre o meio acadêmico, as comunidades profissionais e o setorprodutivo, ampliando o interesse pela pesquisa, pelo compartilhamento deinformação e conhecimento bem como divulgar práticas inovadoras no campoda Ciência da Informação.

Fonte: Editora Blucher

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Informação, Conhecimento, Ação Autônoma e Big Data: Continuidade ou Revolução?

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Existem mais aspectos admiráveis na realidade do que aqueles que nós podemos dominar; compartilhamos desse pensamento, mas não somos donos dele. Não somos donos do pensamento: O pensamento está em nós e nós estamos em pensamento. Ele não é privilégio daqueles que são chamados “intelectuais”. Mais importante do que isso, a dimensão que não pode se perder, é a dimensão da busca da verdade, a dimensão do afeto, do respeito, da sensibilidade da gente, porque os preconceitos são insidiosos, e bem mais do que parecem ser. […] Antes de mais nada, Mariana, desejamos que você esteja sempre conosco, nessa relação afetiva, que dá sentido às nossas investigações teóricas e daí por diante. Antes de tudo isso, esse pensamento do qual compartilhamos, você pode ter certeza, Mariana, traz para nós uma contribuição importantíssima. Que a gente sempre possa continuar fazendo isso.

Fonte: Unesp

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A formação da leitura no Brasil

Marisa Lajolo e Regina Zilberman apresentam aqui um traçado consistente do nascimento, da consolidação e das transformações das práticas de leitura da sociedade brasileira, sem ignorar o fato de que cada época, cada obra e cada autor trazem consigo características próprias. Por esse viés, acompanhamos, fascinados, o amadurecimento do leitor – o que, por consequência, também nos esclarece sobre as conexões intrínsecas entre o universo fantasioso (e fantástico) da literatura e o mundo social em que habitamos.

Fonte: Editora Unesp

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O Que É Um Livro?

Neste volume o autor nos convida a refletir sobre os múltiplos significados do livro, palavra que se converte em uma ideia; ideia que se materializa em um objeto.
Os caminhos de exploração são abertos e se tornam tanto mais ricos quanto maior a erudição do autor. Tal perspectiva sugere imagens e situações diversas, até o momento em que o leitor descobre que ele também faz parte dessa construção.

Fonte: Ateliê Editorial

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A importância da Literatura como Elemento de Construção do Imaginário da Criança com Deficiência Visual

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 livro de Maria da Glória de Souza Almeida é o resultado do seu trabalho de mestrado e trata da construção do imaginário da criança com deficiência visual através da literatura.   A obra é um exercício de reflexão baseado na experiência profissional e pessoal da pesquisadora –  cega  desde a infância e professora de crianças e jovens cegos e com baixa visão do Instituto Benjamin Constant.  Uma vez ultrapassada a ideia de que a cegueira era um impedimento grave ao desenvolvimento pleno da pessoa, a professora discute o papel do universo literário para a formação de conceitos da realidade visível na criança cega ou com baixa visão.

Fonte: Instituto Benjamin Constant

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Manual de fontes de informação

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Fonte: REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL DA UNB

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Audiobook – Audiolivro: da produção à comercialização

Este livro traz tudo que um profissional precisa saber para produzir, narrar, revisar e até mesmo empreender no mercado de audiolivros. Na parte técnica, os princípios de áudio e acústica, os equipamentos mais adequados, os principais plug-ins e programas de edição, além dos caminhos mais fáceis para editar, mixar e finalizar o produto.
Para narradores, os tipos de narração, técnicas para usar melhor a voz e suas nuances, além de questões ligadas a entonação, ênfase, dicção, pronúncia, volume e caracterização de personagens.
Para revisores, as principais técnicas e dificuldades, e para produtores, as opções para atuar como prestador de serviços e as possibilidades de venda por meio de plataformas e aplicativos.
Tudo incluindo contratos com profissionais e autores e noções gerais de custos e de remunerações na área, além de um grande panorama do mercado brasileiro, desde o início, com o Selo Festa e a coleção Disquinho, até o ano de 2018 e as atuais plataformas. Disponível no formato de e-book e de audiobook.

Fonte: Amazon

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A fantasia, o design e a literatura para a infância

O desafio de A fantasia, o design e a literatura para a infância é entender a criatividade por trás dos livros, olhar o projeto gráfico e o texto como um conjunto único para, a partir daí, definir quais categorias podem compor uma gramática da fantasia contemporânea da literatura para a infância. A autora trata dos livros ilustrados, que ela denomina “objetos narrativos ou literários”. Neles, o planejamento gráfico é componente ativo do projeto. São, para autora, objetos literários em que se mesclam linguagens e signos e podem ser lidos de variadas maneiras, encantando públicos de todas as idades.

Na obra de Pivetti, o design contribui para a observação de aspectos de originalidade e experimentação em literatura, especialmente aquela para o público infantil. O próprio conceito de fantasia entra em discussão: Munari dizia que fantasia é a faculdade mais livre de todas, complementar à invenção, criatividade e imaginação. Para Pivetti, “a fantasia torna-se a criatividade posta em ação pelo trabalho do autor” e, por isso, é chave de leitura ideal.

Com este livro, Pivetti destaca a importância do design também para a teoria crítica, na ponte entre a criação e experiência de leitura. “O design é parte necessária da análise de um livro, principalmente se for um livro ilustrado”, diz a autora.

Fonte: Editora Limiar

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Entre Dados e Robôs: Ética e privacidade na era da hiperconectividade: 5

Na atual Era da Informação, os comportamentos humanos são cada vez mais mediados por ações tecnológicas. Algoritmos, sensores, conectividade, tratamento de Big Data, Inteligência Artificial e computação em nuvem são alguns dos elementos que vêm alterando rapidamente os processos culturais, mercadológicos e políticos. Esse cenário de crescente interação entre humanos e artefatos técnicos, cada vez mais inteligentes, impõe desafios contemporâneos significativos ao Direito e à Ética. A forma como a legislação deve regular o mundo de dados em que vivemos consiste em uma questão fundamental para construirmos um futuro ao mesmo tempo tecnológico e seguro, a partir de uma base sólida de governança das informações. Além da importância da proteção de dados, temos à frente o desafio de construir bases legais capazes de atender aos impactos da Inteligência Artificial nas próximas décadas, devendo estas serem acompanhadas de perto por novas lentes éticas, propiciando uma regulação justa e eficaz. Nesta obra discutiremos os principais desafios éticos e jurídicos impostos pelo contexto de hiperconectividade a partir do avanço da Internet das Coisas e da Inteligência Artificial.

Fonte: Amazon

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Acessibilidade em ambientes informacionais digitais

Neste livro, Juliane Corradi aborda o tema central e os aspectos correlatos da acessibilidade em ambientes informacionais digitais – com destaque para a inclusão de pessoas com necessidades especiais, notadamente aqueles com dificuldades auditivas -, bem como analisa o uso estratégico das tecnologias disponíveis no processo inclusivo desses usuários em ambientes informacionais digitais.
A autora apresenta os aspectos relacionados aos campos da Ciência da Informação, dos Estudos Surdos, da surdez e do bilinguismo focados no acesso às informações, na interface entre usuário e sistema informacional, no bilinguismo e na acessibilidade digital e na ressignificação do estereótipo da surdez como deficiência.
O assunto, tratado de modo claro e conciso, permite uma leitura agradável, mas em profundidade, para o leitor interessado nas áreas de Ciência da Informação, Biblioteconomia, Ciência da Computação, Linguística, Educação e os analistas e desenvolvedores de ambientes informacionais digitais.

Fonte: Editora Unesp

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A museologia: história, evolução, questões atuais

Manuais de museologia ou de museografia, em geral, abordam prioritariamente questões relativas a conservação, a gestão e a montagem de exposições. O objetivo de A museologia é mais amplo e fornece uma introdução a um campo de pesquisa, uma reflexão teórica e histórica. A ambição é também oferecer instrumentos práticos àqueles que pretendem produzir o museu e fazê-lo viver concretamente. A intenção é que sirva aos que pretendem se profissionalizar e abraçar o conjunto de questões ligadas aos museus. Mais que ressaltar as diferenças entre museus e tipos de acervos, aqui são enfatizados os pontos comuns e as convergências a fim de destacar os traços específicos da instituição museal.

Fonte: Editora FGV

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Coleção Entre-Redes – Percursos Formativos: Saberes das Bibliotecas Comunitárias: Articulação

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A Coleção Entre-Redes – Percursos Formativos: Saberes das Bibliotecas Comunitárias apresenta um conteúdo inédito sobre processos formativos que se desenvolvem a partir de trocas de saberes entre as Redes Locais de Promoção da Leitura que integram a Rede Nacional de Bibliotecas Comunitárias – RNBC.

Acreditamos que as trocas de experiências feitas com intencionalidade são as maiores riquezas dessa rota que, com alegria, apresentamos a vocês! É importante lembrar que “Percurso” não é programação, portanto não é estático.

Fonte: Rede Nacional de Bibliotecas Comunitárias – RNBC

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Coleção Entre-Redes – Percursos Formativos: Saberes das Bibliotecas Comunitárias: Comunicação

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A Coleção Entre-Redes – Percursos Formativos: Saberes das Bibliotecas Comunitárias apresenta um conteúdo inédito sobre processos formativos que se desenvolvem a partir de trocas de saberes entre as Redes Locais de Promoção da Leitura que integram a Rede Nacional de Bibliotecas Comunitárias – RNBC.

Acreditamos que as trocas de experiências feitas com intencionalidade são as maiores riquezas dessa rota que, com alegria, apresentamos a vocês! É importante lembrar que “Percurso” não é programação, portanto não é estático.

 

Fonte: Rede Nacional de Bibliotecas Comunitárias – RNBC

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Hiperconectados: museus, estratégias e conexões

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O livro relata sobre às discussões temáticas pelos quais englobaram reflexões críticas acerca da instituição museu em Belém e na Amazônia, tendo como referência a produção teórico-empírica das áreas de Artes Visuais, Arqueologia, Ciência da Informação, História,Museologia e Patrimônio. Os trabalhos tiveram como eixo temático o estudo da Cultura Material e Imaterial, em especial os processos desenvolvidos em coleções, arquivos e museus de arte ou etnográficos, entre outros temas correlatos.

Fonte: Livro Aberto UFPA

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Anais do XLII Encontro Nacional dos Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da Informação

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Os acadêmicos de Biblioteconomia da Universidade Federal do Pará, preocupados com o bem estar social, o desenvolvimento da produção científica e a valorização do profissional da informação, perceberem que nos últimos anos vem ocorrendo diversas transformações nas políticas informacionais, na implantação de novas tecnologias de informação e de comunicação, que tornam as práticas profissionais cada vez mais desafiadoras, entenderam ser necessário discutir as mudanças do profissional bibliotecário e seus impactos no mercado de trabalho. Com o tema ― O que você está fazendo pelo campo
da informação e o que poderia ser feito: práticas profissionais, acadêmicas e sociais durante o processo de formação‖, o XLII ENEBD, realizado na cidade de Belém-PA, em julho de 2019, apresentou e discutiu propostas voltadas para a área de ciência da informação, com foco na atuação e formação do profissional diante da nova demanda exposta pela tecnologia atual, pautando-se nos debates sociais e acadêmicos, como: O sucateamento das representações acadêmicas, desvalorização do profissional bibliotecário no mercado, o papel do bibliotecário na sociedade, a evolução das bibliotecas tradicionais para as virtuais entre outras.
Com a participação média de 170 pessoas entre acadêmicos e profissionais de todo o Brasil, foram traçadas diversas discussões e socializações. Encontra-se neste, na intenção de tornar público o acesso, os trabalhos apresentados durante o evento, subdivididos conforme os grupos de trabalhos estabelecidos.

Fonte: Livro Aberto UFPA

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A Representação espacial e a linguagem cartográfica

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Este livro busca sintetizar temas ligados à Cartografia, para oferecer ao leitor, graduando ou graduado, um panorama geral sobre a temática tratada em cada texto, contribuindo para trabalhos futuros (TCC, monografias, dissertações etc.) ou nas atividades de profissionais que desejam se atualizar em assuntos relacionados à Ciência Cartográfica e às ferramentas de Geoinformação.

Fonte: Livro Aberto UFPA

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A relevância do Facebook no compartilhamento de informação jurídica

A informação jurídica é a base para o desenvolvimento das atividades dos Operadores do Direito. Por se tratar de uma informação dinâmica alicerçada nas doutrinas, nas legislações e nas jurisprudências é encontrada em abundância. As tecnologias existentes servem de suporte para filtrar as informações importantes de maneira a selecionar as informações de credibilidade, pois no Direito a veracidade das informações é muito importante. Com o surgimento das novas tecnologias e da Internet, surgiram também as diversas plataformas de mídias sociais. O Facebook é uma rede social bastante utilizada pelas pessoas e também pelos mais diversos tipos de empresas. Na área jurídica, as instituições que produzem tais informações aderiram de maneira muito positiva o uso da plataforma.

Fonte: libreriauniversitaria.it

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Jornais Centenários do Brasil

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Este livro trata dos jornais longevos do Brasil – que atingiram ou ultrapassaram a marca temporal dos 100 anos – e como estão lidando com os desafios da convergência, quais estratégias de sobrevivência vêm lançando mão no atual contexto de crise do jornalismo e busca por novos modelos de negócio de produção da notícia. Toma-se como base a lista da Associação Nacional dos Jornais (ANJ) dos periódicos centenários em circulação no país. A pesquisa, iniciada em 2014 com o apoio do CNPq, foi desenvolvida no pós-doutorado em Comunicação e Cultura na UFRJ e considera a conjuntura desses impressos até o primeiro semestre de 2019. A metodologia foi pesquisa bibliográfica e entrevistas com os dirigentes dos jornais (diretores, editores ou chefes de redação). Teve como aportes teóricos abordagens sobre memória, história, tradição, jornalismo, temporalidade e convergência cultural e midiática.

Fonte: Communication Philosophy Humanities