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Papel social: ler mulheres na literatura brasileira

No Brasil também temos uma porção de autores que nós precisamos valorizar, em especial mulheres brasileiras cuja contribuição é indispensável para o alcance de uma sociedade mais justa

Texto por Da Reportagem

É preciso reformular a ideia do escritor inacessível, ou apenas remeter ao clássicos
Foto: Pexels

Franz Kafka já disse que a “literatura é sempre uma expedição à verdade”, e qual é a nossa verdade quanto sociedade? Se as notícias de jornais nos trazem a informação com tempo de validade contado, na literatura a informação se junta a uma outra, transforma-se em ideia e então, já em narrativa, dura, persiste e finalmente aguça o senso crítico e nos faz pensar sobre as coisas que afetam nossas vidas.

Best-sellers internacionais enchem prateleiras de livrarias, o que é justo, já que leitura sempre será bem-vinda. Mas no Brasil também temos uma porção de autores que nós precisamos valorizar, em especial mulheres brasileiras cuja contribuição é indispensável para o alcance de uma sociedade mais justa.

A literatura brasileira contemporânea – e feminina – como papel social

É preciso reformular a ideia do escritor inacessível, ou apenas remeter ao clássicos. Todo o respeito à Machado de Assis ou Castro Alves, mas a literatura brasileira está viva e tem muito conteúdo bom que infelizmente é pouco divulgado, principalmente de escritoras mulheres. Elas são mães, pesquisadoras, mulheres negras, homossexuais, moradoras de periferia, etc. Ler o que essas mulheres têm a dizer é um aprendizado necessário como indivíduo e cidadão, além de ceder-lhes espaço para discutir questões sociais, de gênero e raciais que são mais dominadas por homens ou por uma elite.

Leia a matéria completa publicada pelo site Diário do Litoral.

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