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Os múltiplos usos sociais dos acervos da USP

Fotomontagem: Moisés Dorado

Exemplos do empenho da Universidade em preservar, restaurar, divulgar e gerar conhecimentos com as coleções sob sua guarda

Textos por Claudia Costa, Leila Kiyomura e Luiz Prado

Eles poderiam estar perdidos para sempre: obras de arte, cerâmicas amazônicas milenares, fotografias antigas, os primeiros mapas a descrever o Brasil, ainda no século 16, manuscritos originais de grandes escritores, exemplares de animais extintos. Ao longo das últimas oito décadas, acervos de valor inestimável foram entregues aos cuidados da USP, que, através de seus pesquisadores, tratou, recuperou, preservou, exibiu em público e estudou esses tesouros. O resultado – também inestimável – pode ser parcialmente verificado na forma de ensino consistente, formulação de teorias que explicam com mais exatidão o mundo natural e as sociedades humanas, produção de pesquisas de impacto internacional e a possibilidade de contemplar peças que enriquecem, inspiram, emocionam e deslumbram o coração e a mente.

Na reportagem a seguir, o Jornal da USP apresenta seis acervos da Universidade, abrigados no Museu de Arte Contemporânea (MAC), no Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE), no Museu Paulista (MP), no Museu de Zoologia (MZ), no Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) e na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM). Pequena parcela das centenas de coleções mantidas pela USP, eles são exemplos do empenho com que a Universidade acolhe patrimônios públicos, evita sua perda e dá a eles um uso social, beneficiando toda a sociedade.

Abertura da Exposição no saguão da Reitoria “Museus e Acervos da USP” com o reitor e vice reitor Vahan Agopyan e Antonio Carlos Hernandes. Fotos: Cecília Bastos/USP Imagem

Parte dessas riquezas foi atingida nesta semana, quando teve início o leilão do acervo oriundo do falido Banco Santos, previsto para se estender até 2 de outubro. Em 2005, por decisão judicial, a USP ficou como fiel depositária de 18 mil objetos daquele acervo, que foram distribuídos entre o MAC, o MAE, o MP e o IEB. Agora, com o leilão, essas peças estão prestes a deixar os museus da Universidade e se transferir para o setor privado. Só na primeira noite de leilão, no dia 21 passado, foram arrematadas obras como a tela The Founding #6m, do artista plástico norte-americano Frank Stella, e um esboço do quadro Operários, de Tarsila do Amaral – até então em posse do MAC -, entre outras.

Confira os múltiplos usos sociais dos acervos da USP acessando a matéria completa publicada pelo Jornal da USP

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