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O futuro das bibliotecas com a interatividade

 

O futuro das bibliotecas com a interatividade


Escolas Sociais utilizam Bibliotecas Interativas como espaços de aprendizado e integração

O Dia Nacional da Biblioteca é celebrado em 9 de abril, data criada para incentivar a leitura como base da educação e formação. Um espaço conhecido como local essencialmente de leitura vem ganhando novas formas de utilização, principalmente por crianças e adolescentes do século 21. Um exemplo desses novos espaços está nas Escolas Sociais do Grupo Marista, que atendem gratuitamente mais de 7500 alunos nos estados em áreas de vulnerabilidade social nos estados do Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Mato Grosso do Sul criaram as bibliotecas interativas, espaços de leitura e incentivo, mas também de debates, desenvolvimento de projetos e com portas abertas para toda a comunidade.

A ideia das bibliotecas interativas é ir além das paredes da escola. “É um espaço muito rico de informação. Nada melhor do que levar tanto conhecimento para a comunidade, tornando a biblioteca um espaço altamente interativo”, explica Vanessa Hundzinski da Fonseca, coordenadora das bibliotecas das Escolas Sociais do Grupo Marista.

Espaços Interativos

Os espaços contam com a participação ativa das crianças e adolescentes. Um dos exemplos está no Centro Educacional Marista Lucia Mayvorne, localizado em Florianópolis (SC), onde as crianças e adolescentes participam do Conectando Leitores, projeto que promove o incentivo à leitura por meio de etiquetas de recomendação.

Após terminar a leitura os jovens identificam os gêneros literários e respondem no adesivo porque recomendam determinado livro para outro estudante. “É ampliar o acesso e o gosto para a leitura, mas também é proporcionar o relacionamento entre eles, pois uma indicação vinda de um colega da mesma idade, na sua forma de se comunicar, vai ter um impacto muito maior”, explica a bibliotecária da unidade, Aline Cipriano de Souza. Os números comprovam o sucesso dos projetos: em 2017 cerca de 7 mil livros foram emprestados por cerca de 500 estudantes, uma média de 15 livros por aluno.

A utilização da biblioteca como espaço interativo também proporciona a aproximação da comunidade. No Centro Social Marista Irmão Justino, localizado na Zona Leste de São Paulo, o espaço de leitura tem portas abertas para empréstimos: no ano passado 17 mil livros foram emprestados por alunos e moradores da região. O Centro ainda promove oficinas, saraus literários, contação de histórias e outras ações de cidadania. Trata-se de um ambiente repleto de interatividade, como revela a bibliotecária da unidade, Naudimar Pereira de Souza. “É comum chegar aqui e ter várias atividades ao mesmo tempo, como poesia, oficinas, debates sobre gêneros literários. Um espaço tão aberto como este vai atrair cada vez mais crianças e adolescentes apaixonados pela leitura”, comenta.

Fonte: jornaldiadia.com.br

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