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Neuroeducação. Qual é o papel das ilustrações no aprendizado pelo livro didático?

Texto por Louise Moraes

Imagem: Licenciado por Pixabay

A Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos (vol. 101, no. 257) traz artigos multitemáticos, buscando contribuir para a aquisição de conhecimentos na área educacional, sobretudo neste momento de reclusão em casa durante a pandemia em curso de COVID-19. Um dos focos da edição é a neuroeducação, que integra as áreas de neurociências, psicologia e educação (SHOLL-FRANCO; MARRA; 2012). O estudo “Bases neuroeducativas do papel das ilustrações: uma proposta de análise de livro didático” foi realizado pelos pesquisadores Kleyfton Soares da Silva, do Instituto Federal Goiano e Laerte Silva da Fonseca, do Instituto Federal de Sergipe.

Kleyfton e Laerte direcionam seu foco para o papel das ilustrações em livros didáticos sob a perspectiva neuroeducativa, que busca o entendimento do processo de ensino e aprendizagem com base em evidências científicas do campo da neurociência (SILVA, 2018). A partir dos avanços tecnológicos, hoje é possível investigar mecanismos cerebrais subjacentes à aprendizagem (HORVATH; LODGE; HATTIE, 2017) e sabe-se que, no caso das ilustrações, determinadas características podem facilitar ou dificultar o entendimento do conteúdo a ser ensinado. Utilizando como referencial teórico a Teoria da Aprendizagem Multimídia (TAM) e noções da neurociência cognitiva, foi construída uma ficha para a análise de ilustrações de livros didáticos com conteúdos matemáticos.

Acesse a matéria completa em SciELO em Perspectiva – Humanas

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