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Livros fortalecem diálogo e entendimento mútuo, diz UNESCO em dia mundial

Em mensagem para o Dia Mundial do Livro, lembrado nesta segunda-feira (23), a diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, defendeu que a data é uma celebração das liberdades humanas “mais essenciais”, como as liberdades de expressão e de publicação. Dirigente disse que os livros “permitem o compartilhamento de ideias e conhecimento através das fronteiras e fortalecem o entendimento mútuo e o diálogo”.

Em mensagem para o Dia Mundial do Livro, lembrado nesta segunda-feira (23), a diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, defendeu que a data é uma celebração das liberdades humanas “mais essenciais”, como as liberdades de expressão e de publicação. Dirigente disse que os livros “permitem o compartilhamento de ideias e conhecimento através das fronteiras e fortalecem o entendimento mútuo e o diálogo”.

Em 23 de abril de 1616, morreram dois gigantes da literatura mundial, dois precursores cujo trabalho iria revolucionar a forma como a ficção é concebida e escrita: Miguel de Cervantes e William Shakespeare. Essa coincidência é a razão pela qual o dia 23 de abril foi escolhido como o Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais”, explicou Audrey sobre a origem da data.

Hoje, a ocasião é uma oportunidade de reafirmar o valor das práticas da escrita, leitura, tradução e publicação. Segundo a chefe da UNESCO, tais atividades “fazem com que o ser humano evolua e prospere”.

Para Audrey, “os livros estão na interseção de algumas das liberdades humanas mais essenciais, primeiramente a liberdade de expressão e a liberdade de publicar”.

Essas liberdades são frágeis. Diante de muitos desafios, do questionamento aos direitos autorais e à diversidade cultural até as ameaças físicas que, em vários países, atingem autores, jornalistas e editores, essas liberdades também são negadas, ainda hoje, quando escolas são atacadas e quando manuscritos e livros são destruídos”, alertou a dirigente.

A chefe da agência da ONU acrescentou que é um dever de todos proteger esses direitos e promover a leitura e a escrita, com o objetivo de combater o analfabetismo e a pobreza, fortalecer os fundamentos da paz e proteger as profissões e os profissionais relacionados à área editorial.

Em 2018, a cidade de Atenas foi designada a Capital Mundial do Livro. O título é um reconhecimento da qualidade de seus programas de apoio ao setor editorial, que têm facilitado o acesso aos livros pela população como um todo e, em especial, por migrantes e refugiados.

Fonte: ONU BR

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