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Humanismo digital e inteligência artificial

(Foto: kentoh via Getty Images)

Texto por Época

Atualmente, quando se fala em IA (Inteligência Artificial) é inevitável o entusiasmo com o qual imaginamos um futuro onde as máquinas servirão às nossas necessidades corriqueiras, como dirigir um carro em qualquer tipo de terreno sem o risco de colisão ou acidente. Ou conversar sobre assuntos de nosso interesse sem provocar polêmicas desagradáveis. Mas será realmente assim?

Recorrentemente, os mais críticos citam a conferência de 1951 de Alan Turing, o pai da Ciência da Computação, em que ele afirmava: “Parece provável que, uma vez que os computadores comecem a pensar, não demorará muito para que eles superem nossos débeis poderes (…) Em algum estágio, portanto, devemos esperar que as máquinas assumam o controle”.

Evidentemente, há o grupo daqueles que acreditam em situações intermediárias entre os dois extremos. E há aqueles que, diante das pesquisas acerca da mente humana, observam toda essa discussão com ceticismo.

É preciso antes de tudo lembrar que a circunstância atual do desenvolvimento da IA – que se ampara nos mesmos modelos usados para funções econômicas, pesquisa operacional, estatística avançada, entre outros – dá-se por um paradigma que leva em conta objetivos definidos por nós, humanos.

É exatamente aí que reside o desafio. Máquinas inteligentes executam suas ações de acordo com seus objetivos, enquanto nós, humanos inteligentes, executamos nossas ações de acordo com os nossos objetivos.

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