Conservação

CE01/2020 – Soluções de acondicionamento para documentos de arquivo e acervo bibliográfico

Curso especial em 4 (quatro) módulos.

Vagas: 25 (vinte e cinco). Quórum mínimo para o curso ser realizado: 15 (quinze) alunos inscritos na Opção 1.

Local: Associação de Arquivistas de São Paulo (Av. Prof. Lineu Prestes, 338 – térreo, Sala N – Prédio do Departamento de História da USP, Butantã)

Docente: Fernanda Brito (Lattes: http://lattes.cnpq.br/5008305763502646)

O curso “Soluções de acondicionamento para documentos de arquivo e acervo bibliográfico” foi pensado tanto para o profissional que atua em arquivos, bibliotecas, centros de documentação, centros de memória, museus e em outras instituições de documentação, quanto para estudantes de graduação, pós-graduação, cursos técnicos de Arquivologia, Biblioteconomia, Museologia, Arquitetura, além de História, Ciências Sociais, Administração etc., e também para pessoas interessadas em realizar o acondicionamento de seus documentos e/ou livros produzidos em suportes, formatos e tamanhos diferentes. Está estruturado em 4 (quatro) módulos independentes, que poderão ser adquiridos em conjunto ou individualmente.

Mais informações e inscrições: ARQ-SP

20° curso informativo de preservação de acervos bibliográficos e documentais

Curso Informativo de Preservação de Coleções Bibliográficas e Documentais
Data: 16/09/2019 a 19/09/2019
Estão abertas as inscrições para o 20° Curso Informativo de Preservação de Acervos Bibliográficos e Documentais, que ocorrerá no período de 16 a 19 de setembro.

INSCRIÇÕES

As vagas são limitadas.

FORMA DE PAGAMENTO

O depósito deverá ser feito em nome da Fundação Miguel de Cervantes, CNPJ 05.214.413/0001-92; Banco Santander, agência 3140, conta corrente 13.000.424-2.

Para confirmar a inscrição, o candidato deverá enviar o comprovante do depósito bancário e a ficha de inscrição preenchida para cursodepreservacao@bn.gov.br.

O evento conta com certificado de participação.

O evento é promovido pelo Centro de Processamento e Preservação – CPP e pela Coordenadoria de Preservação – COP da Biblioteca Nacional. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato nos números (21) 2220-1973, 2220-1906 e 3095-3830.

PROGRAMAÇÃO

16 de setembro

9h

Abertura oficial do 20º Curso Informativo de Preservação de Acervos

  • Helena Severo – Presidente da FBN
  • Maria Eduarda Marques – Diretora Executiva da FBN
  • Suely Dias – Coordenadora geral do Centro de Processamento e Preservação|CPP
9h15

O Plano de Gerenciamento de Riscos – uma ferramenta de conservação preventiva

  • Jayme Spinelli – Conservador, restaurador, coordenador de Preservação da Biblioteca Nacional. Mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais pelo Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil – Fundação Getúlio Vargas. Pós-graduado em conservação e restauração de bens culturais pelo Centro de Conservação e Restauração de Bens Culturais, Escola de Belas Artes , Universidade Federal de Minas Gerais. Pós-graduado em Arqueologia pelo Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro.
10h35

O prédio da Biblioteca Nacional – ações na arquitetura

  • Luiz Antônio Lopes de Souza – Mestre em Arquitetura pelo Pro Arq./UFRJ – Chefe do Núcleo de Arquitetura da Fundação Biblioteca Nacional.
11h35

As mudanças climáticas na Biblioteca Nacional ao longo de 10 anos

Antônio Carlos dos Santos Oliveira – Graduado em Museologia pela UFRJ e Mestre em Arquitetura pela UFRJ. Doutorando no curso de Museologia e Patrimônio na UNIRIO. Consultor em controle climático para Museus e Bibliotecas. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Meteorologia. Atualmente desenvolve o sistema “CONCLIMAWEB”: análise de risco para a ambiência museológica.

12h30 Almoço
14h

Química aplicada à conservação e à restauração de acervos documentais

  • Profa. Isabel Spitz – Fundadora e Educadora da ChimicArte Projetos Educacionais. Pesquisadora, Mestre em Química (PUC-Rio). Doutoranda em Química, UFRJ. Desenvolve pesquisa na área de Química, com ênfase em Química do Estado Sólido/Química Inorgânica, atuando principalmente nos seguintes temas: síntese inorgânica, reações no estado sólido, caracterização de materiais. Recebeu, em 2012, o Prêmio Marie Curie de Produções Científicas pelo trabalho Química e Arte: uma articulação mostrada através de mapas conceituais.
15h35

Palestra: O Plano Nacional de Microfilmagem de periódicos brasileiros

  • Vera Lúcia Garcia Menezes – Bibliotecária e Coordenadora de Microrreprodução da Biblioteca Nacional e do Plano Nacional de Periódicos Brasileiros.
16h35

Do daguerreotipo à imagem digital

  • Prof. Joaquim Marçal Ferreira de Andrade – Coordenador da Biblioteca Nacional Digital | BNDigital. Coordenou o projeto de resgate da coleção de fotografias doada pelo imperador D. Pedro II / hoje inscrita no Registro Internacional do Programa Memória do Mundo, da Unesco. Mestre em design e doutor em história social, é professor de fotografia da PUC-Rio e da UCAM. Curador de exposições, perito judicial em fotografia e artes gráficas, é autor de ensaios sobre a história da fotografia, das artes gráficas e do design.

17 de setembro

9h Conservação e restauração hoje

  • Profa. Maria Luiza Soares – Conservadora-restauradora, Especialista em Papel certificada pela ICCROM /Itália, Mestre em Ciência da Informação com concentração em Conservação e restauração pela Universidade de Colúmbia/USA, Doutora em conservação e restauração pela Universidade P. Valencia /Espanha. Profa. do Curso de conservação e restauração da Escola de Belas Artes da UFRJ.
10h

Análises científicas em artefatos do Patrimônio Histórico Nacional

  • Prof. Renato Pereira de Freitas – Graduado em física com mestrado e doutorado em física nuclear aplicada. Bolsista Jovem Cientista da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro – FAPERJ. Atua na análise de artefatos do patrimônio histórico cultural, empregando diferente técnicas físico-químicas de análise. Traduziu dezenas de trabalhos neste campo de pesquisa, apresentados em conferências e periódicos científicos nacionais e internacionais. Recentemente, retornou do estágio pós-doutoral no grupo Italiano MOLAB, onde atua realizando análises in situ por diferentes técnicas físico-químicas em acervos de museus europeus, tendo, nessa ocasião, trabalhado na análise científica de obras de arte conhecidas mundialmente como “O Grito” de Edvard Munch.
11h

Os metais e suas ligas e os bens culturais: preservação, conservação e restauração

  • Prof. Marcus Granato – Graduado, mestre e doutor em Engenharia Metalúrgica e de Materiais /UFRJ. É tecnologista sênior do Museu de Astronomia e Ciências Afins. É professor e vice-coordenador do curso de mestrado profissional em Preservação de Acervos da C&T (MAST) e do Programa de Pós-Graduação (mestrado e doutorado) em Museologia e Patrimônio (UNIRIO/MAST). É editor científico do periódico eletrônico Museologia e Patrimônio; consultor ad-hoc do CNPq, da FAPESP, da CAPES, da CYTED, da FAPERJ e da Swiss National Science Foundation. Bolsista de produtividade 1C do CNPq e secretário do Comitê Internacional para Museus e Coleções Universitários (UMAC) do ICOM. Tem experiência na área de Museologia, com ênfase em conservação de objetos culturais metálicos e patrimônio cultural da ciência e da tecnologia.
12h Almoço
13h30

Apresentação de procedimentos de conservação e encadernação do acervo da Biblioteca Nacional

  • Gilvânia Faria de Lima – Conservadora-restauradora. Chefe do Centro de Conservação e Encadernação da Fundação Biblioteca Nacional. Mestre em Bens Culturais e Projetos e Sociais (CPDOC/FGV). Integrante da Câmara Técnica de Preservação de Documentos (Grupo de Segurança) do Conselho Nacional de Arquivos/CONARQ. Linhas de pesquisa: Conservação preventiva, preservação, exposição e memória de obras de arte sobre papel.
15h35

Apresentação de procedimentos de restauração de documentos e encadernação de livros raros do acervo da Biblioteca Nacional

  • Jandira Flaeschen – Mestrado e Especialização em Preservação de Acervos de Ciência e Tecnologia (MAST/2009 e 2017), graduada em Conservação e Restauração de Bens Culturais (Universidade Estácio de Sá/2007). Funcionária da Biblioteca Nacional desde 2010, atualmente, é Chefe do Laboratório de Restauração.

18 DE SETEMBRO

A turma será dividida em grupos para as visitas:

  • Grupo 1 – visitantes
  • Grupo 2 – Funcionários da Biblioteca Nacional
9h às 12h Visita técnica ao Centro de Conservação e Encadernação/CCE Grupo 1
12h às 13h30 Almoço
13h30 Visita técnica à seção do Laboratório de Restauração Grupo 1
17h Lançamento do livro técnico Encadernação flexível em pergaminho em obras restauradas na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, de Tatiana Ribeiro Christo, conservadora e restauradora.

19 DE SETEMBRO

9h às 12h Visitas à Coordenadoria de Microfolmagem e ao Laboratório de Digitalização Grupo 1
10h às 12h Visita ao CCE e ao Laboatório de Restauração Grupo 2
12h às 14h30 Almoço
14h30 às 16h Visitas à Coordenadoria de Microfilmagem e ao Laboratório de Digitalização Grupo 2

Informações complementares: O evento conta com certificado de participação. As inscrições para o evento estão abertas e as vagas são limitadas.

Local

AUDITÓRIO MACHADO DE ASSIS

Rua México s/nRio de Janeiro, RJ20031-144

Curso – Conservação de acervo fotográfico

COM GISELLE ROCHA E LEANDRO MELO

O curso apresenta conceitos e procedimentos de conservação preventiva a serem aplicados em acervos fotográficos físicos e digitais. Traz aulas expositivas e práticas, observação e manuseio de suportes fotográficos e de materiais de acondicionamento, além de experimentação de procedimentos de conservação preventiva e curativa.

Giselle Rocha é graduada em Jornalismo e mestre em Artes Visuais. Elabora e supervisiona trabalhos de conservação e digitalização de acervos fotográficos na empresa L3. É docente em cursos de curta duração sobre conservação fotográfica e preservação digital desde 2014, em instituições como Aber, Senai, CPC-USP e Escola Rever.
Leandro Melo é graduado em Arquitetura. Elabora e executa projetos de conservação-restauração de fotografias pela L3 desde 2005. Atua também como docente nas áreas de Conservação-restauração e de Processos Fotográficos.

Datas: 14/9 a 21/12. Sábados, das 14h30 às 17h30

Local: Sesc Pompeia

Inscrições: a partir de 21/08, às 14h, para público Credencial Plena neste link; e a partir de 28/08 para público geral.

Mais informações aqui.

Oficina de Conservação

10 de agosto | das 10h às 13h  
Inscrição: l.sa@museudaimigracao.org.br (vagas limitadas e gratuitas)

Ministrada pelas colaboradoras do Museu da Imigração, Juliana Batista e Letícia Brito de Sá, a oficina gratuita apresentará informações sobre como preservar corretamente as fotografias de família e outros itens dos acervos pessoais. A atividade é direcionada para interessados em geral e pessoas maiores de 16 anos.

Juliana Batista é graduada em História (USP), especialista em Organização de Arquivos (IEB-USP), técnica em Museus (ETEC Parque da Juventude), professora de Conservação Preventiva do curso técnico em Museologia (ETEC Parque da Juventude) e responsável pela Conservação do Acervo do Museu da Imigração.

Letícia Brito de Sá é graduada em História (USP) e pós-graduada em Gestão de Projetos Culturais (Celacc – ECA/USP). Realizou o curso de Introdução à Política e ao Tratamento de Arquivos (CEDIC- PUC/SP) e é responsável pelo Arquivo Institucional no Museu da Imigração.

Mais informações: http://museudaimigracao.org.br/agenda/oficina-de-conservacao/

Aprenda a restaurar e preservar livros antigos

Publicações impressas necessitam de cuidados específicos para cada tipo de material; confira dicas dos especialistas

Do Portal do Governo

Quem mantém uma coleção de livros sabe que, com o tempo e manuseio, é possível que as páginas comecem a cair, a capa perca sua aparência de nova e surjam alguns riscos e desgastes. Porém, alguns cuidados simples pode restaurar e colocar a publicação para leitura novamente.

De acordo com a professora e restauradora da Casa Guilherme de Almeida, Marlene Laky, muita gente tem costume de passar cola branca ou colocar fita adesiva para grudar um livro desmontado. Mas isso, além de danificar ainda mais as páginas, pode prejudicar na hora da leitura. Existem certos tipos de colas específicas que podem ser utilizadas nesses casos.Marlene ressalta ainda a atenção necessária que todo mundo deve ter com os livros. “Se for um livro pesado, é bom ter um apoio ao manusear. Um recurso bem bacana é fazer uma capa de papel para proteger. Evitar pegar luz, que também muda a cor”, conta.

O jornalista Tacio Fonseca possui uma coleção com alguns de seus livros favoritos. Porém, confessa que há muito tempo não lê alguns com medo de estragá-los. “Eu evito pegar os mais antigos, pois tenho medo que a capa abra e as páginas caiam. Sempre penso que preciso achar uma forma de restaurar e não estragar”, diz.

Fonte: Portal do Governo

Funarte lança bolsa de estímulo à conservação fotográfica

Primeira edição do Edital, que presta homenagem a Solange Zúñiga, contemplará projetos para textos inéditos no campo da preservação e conservação da fotografia

Funarte lança bolsa de estímulo à conservação fotográfica

A Fundação Nacional de Artes – Funarte publicou, no dia 15 de julho de 2019, a primeira edição do Edital Bolsa Funarte de Estímulo à Conservação Fotográfica Solange Zúñiga. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União. As inscrições estão abertas de 16 de julho a 29 de agosto de 2019.

O programa vai contemplar projetos de pesquisa, com textos inéditos no campo da preservação e da conservação da fotografia. A iniciativa é realizada por meio do Centro de Conservação e Preservação Fotográfica (CCPF), integrante do Centro de Artes Visuais da Funarte.

Através do edital, serão concedidas cinco bolsas de R$ 40 mil cada uma. Podem candidatar-se pessoas físicas, residentes em qualquer lugar do Brasil, que atuem nas áreas técnicas relacionadas ao concurso.

Essa ação da Funarte possui como objetivo estimular a produção de conhecimento no campo da conservação e da preservação fotográficas. O processo seletivo inclui três módulos de concorrência. São eles:

1 – Ações e estudos sobre conservação e restauração fotográfica no Brasil – duas bolsas serão concedidas no módulo;
2 – Ações e estudos sobre digitalização e preservação digital de acervos fotográficos no Brasil – duas bolsas; e
3 – Ações e estudos realizados sobre processos fotográficos históricos dos séculos XIX e XX – nesse módulo será concedida uma bolsa

O produto final a ser desenvolvido pelos contemplados deve ser um texto, tendo como padrão os Cadernos Técnicos de Conservação Fotográfica –números 6, 7 e 8, editados pela Funarte, conforme as especificações do edital. Essa coleção, coordenada e desenvolvida pelo CCPF, pode ser baixada neste link:

Legado para a bibliografia e para a formação na área

Por meio desse edital, a Funarte intenciona promover a produção de textos originais, que contribuam para a formação de novos profissionais em conservação e preservação da fotografia; além de estimular a capacitação técnica nos vários setores relacionados à área, por meio do desenvolvimento da bibliografia direcionada a profissionais e estudantes, bem como da divulgação do conhecimento e de experiências ligados a esse campo.

Inscrições

As inscrições estão abertas de 15 de julho a 29 de agosto de 2019 e deverão ser realizadas exclusivamente pelo correio, por meio de formulário de inscrição disponível na página do edital, no link abaixo.

A homenagem

O Centro de Conservação e Preservação Fotográfica/CEAV – Funarte considera de grande relevância a homenagem a Solange Zuñiga no edital. “Trata-se da profissional responsável pela concepção, desenvolvimento e coordenação geral do Programa Nacional de Preservação e Pesquisa da Fotografia realizado na Funarte, que culminou na criação do CCPF. Além disso, Solange Zuñiga foi uma incentivadora da pesquisa no campo da conservação fotográfica, no qual alcançou grande prestígio, tanto no Brasil como em outros países da América do Sul”, comenta Sandra Baruki, coordenadora do CCPF.

Sobre Solange Zuñiga

Solange Zuñiga era doutora em Ciência da Informação pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) – em convênio com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – com tese sobre políticas de preservação de acervos documentais, e mestre em Biblioteconomia pela Universidade de Columbia – Nova York (EUA), onde cursou mestrado em Administração da Preservação. Foi diretora do antigos departamentos de Artes e de Pesquisa e Documentação da Funarte, onde foi responsável pela concepção, desenvolvimento e coordenação do Programa Nacional de Preservação e Pesquisa da Fotografia a instituição que originou o CCPF. Participou da equipe de historiadores responsável pela concepção, implementação e coordenação do projeto do Centro de Pesquisas Históricas da Fundação Casa de Rui Barbosa. Foi uma das idealizadoras do projeto Publicação e Disseminação de Literatura Técnica em Preservação, do programa Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos (CPBA), com apoio de instituições norte-americanas, como a Comission on Preservation and Access (Comissão de Preservação e Acesso) e a Fundação Andrew W. Mellon e, no Brasil, da Fundação Vitae – Apoio à Cultura, Educação e Promoção Social.

Acesse aqui a página do edital para mais informações 

Fonte: Fundação Nacional de Artes – Funarte

Conservação Preventiva e Pequenos Reparos de Livros

A proposta dessa oficina é apresentar brevemente as problemáticas relacionadas com o manuseio inadequado e a guarda inapropriada de livros e papéis. Serão abordados quais as principais ações do dia a dia que podem ocasionar danos e como evitá-los. Serão discutidas formas corretas de higienização dos livros e procedimentos que devem ser adotados em casos de surgimento de fungos, traças, cupins ou umidade. Também serão sinalizados quais procedimentos que são feitos comumente por leigos, como o uso de fitas adesivas, post-its e anotações com canetas, devem ser evitados e quais os seus danos a longo prazo para o material.

A oficina tem como objetivo apresentar materiais de baixo custo que possam ser adquiridos pelos alunos e os procedimentos ensinados possam ser executados no dia a dia.

Local: Bibliosesc

Mais informações: https://www.sescsp.org.br/programacao/188056_CONSERVACAO+PREVENTIVA+E+PEQUENOS+REPAROS+DE+LIVROS?fbclid=IwAR2D-TCGn-5BS880Yvz3dlC8JYQ7Hu_p1pwTZHEb2OLy1RltaN2Qric_3fk

Exposição na FDR chama a atenção para livros rasgados e rasurados

Na Faculdade de Direito do Recife, livros com textos riscados ou rasgados dificultam o acesso a alunos cegos

Exposição mostra livros com páginas arrancadas ou riscadas / Foto: Filipe Jordão / JC Imagem
Exposição mostra livros com páginas arrancadas ou riscadas Foto: Filipe Jordão / JC Imagem

Páginas rasgadas, textos riscados ou assinalados, capítulos inteiros arrancados. Essa é a realidade de alguns livros da biblioteca da Faculdade de Direito do Recife (FDR), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). As intervenções nas publicações comprometem o estudo de alunos cegos ou com baixa visão pois impedem a digitalização dos textos e posterior conversão em áudio. Para chamar a atenção do problema e conscientizar os estudantes, foi montada uma exposição no hall de entrada da faculdade, localizada na Boa Vista, área central do Recife.

A mostra, intitulada “Danos a tantos causados por poucos, preservar é preciso!”, fica em cartaz até 26 de março. Em quatro vitrines, foram colocados dez exemplares, dos quais cinco estão com páginas rasuradas, dois com folhas rasgadas, um com riscos e um com capiítulos arrancados. Ao lado de cada volume há dados bibliográficos (título, autor, ano, editora) e o valor da obra. Um deles está com edição esgotada e outro é importado. Todas as legendas estão também em braile.

Atualmente são 25 livros retirados do acervo porque estão com esses problemas. Há mais volumes, mas esse número é o que identificamos até agora porque foram títulos solicitados pelos alunos que não enxergam. É um dano para os estudantes e uma violação do patrimônio público”, explica a coordenadora da biblioteca, Karine Vilela.

Como os exemplares estão fora de uso, há fitas de isolamento colocadas em cima das vitrines, numa referência à interdição dos livros. O prejuízo é estimado em R$ 2.500. “Para substituí-los levamos cerca de um ano”, diz Karine.

Temos um scanner para digitalizar as obras. Depois, são enviadas para os alunos cegos. Por meio de um programa, o conteúdo é transformado em áudio para que eles possam estudar. Quando há trechos riscados, principalmente com marca-texto, o mais comum de acontecer, o equipamento não faz a leitura”, observa Karine. Estudam na FDR, hoje, duas alunas cegas e um com baixa visão.

Precisei de um livro, no semestre passado, que não pode ser digitalizado porque estava riscado. Foi ruim porque fiquei dependendo de colegas para lerem pra mim e nem sempre há disponibilidade. O estudante só deve riscar se o livro for seu. Porque os da biblioteca são para todos os alunos estudarem”, comenta Ana Carolina Santos, 19 anos, aluna cega que está no 3º período do curso de direito.

ACERVO

É a terceira edição da exposição, realizada outras duas vezes, ano passado, no início dos semestres letivos. Embora a mostra possa ser contemplada por qualquer pessoa, os calouros são convidados a visitarem. “Quanto mais cedo alertamos os alunos para que não danifiquem os livros, melhor”, destaca a coordenadora da biblioteca. Segundo Karine, 13 estudantes são prejudicados semanalmente com a falta dos livros retirados de circulação.

A biblioteca tem 14 mil livros da Coleção Circulante, disponíveis para empréstimo; e 100 mil exemplares do Acervo Histórico, liberado apenas para consulta na FDR.

Quem risca um livro presta um desserviço ao colega. Acabei de pegar um exemplar que estava riscado. De cada três volumes, em média ao menos um está marcado. Não consigo estudar com anotações que não foram minhas”, diz Wladson Moraes, 42 anos, aluno do 8º período de direito

A tecnologia é importante, mas o livro não perde seu valor. É fonte de conhecimento. Já vi muitos alunos sem cuidar dos livros. O cuidado deve ser ensinado desde cedo, em casa”, afirma a bibliotecária aponsentada Leonice Ferreira, que por muito tempo cuidou do acervo da FDR.

É um desrespeito riscar um livro. Vou à biblioteca duas ou três vezes por semana para pegar algum título emprestado. Quando o texto está riscado muitas vezes não dá pra estudar”, lamenta Moab Gouveia, do 3º período.

Fonte: Jornal do Commercio

OFICINA – ERA UMA VEZ UMA CAPA

Por Marlene Laky

Quintas-feiras, 14, 21 e 28 de março, das 14h30 às 17h

| Vagas: 20 |

Inscrições esgotadas. Para lista de espera, clique aqui

Nesta atividade educativa, os participantes poderão conhecer o processo de encadernação de capas de livro e colocar em prática o conteúdo abordado durante os encontros, criando seus próprios trabalhos.

Marlene Laky é jornalista pela PUCCAMP, conservadora-restauradora pelo SENAI-SP, exerce a mesma função no Museu Casa Guilherme de Almeida. Ministrou diversas oficinas  na área de livros, como pequenos reparos, encadernação, conservação, papel do livro e livro-objeto em diversas instituições, tais como: Casa das Rosas,Casa Guilherme de Almeida, ECA-USP, Clube Português e Museus do interior do Estado pelo Sistema Estadual de Museus – SISEM.

Fotos para o futuro – Conservação preventiva de acervos fotográficos

O curso tem como objetivo introduzir conceitos de conservação fotográfica e procedimentos de conservação preventiva a serem aplicados em acervos fotográficos físicos e digitais. Serão apresentados conceitos sobre agentes e processos de deterioração dos suportes fotográficos físicos; armazenamento e acondicionamento de acervos; montagem e exibição de fotografias; estrutura, características e conservação dos documentos de imagem digitais; e digitalização de documentos fotográficos, entre outros.

Giselle Rocha é graduada em Comunicação Social – Jornalismo pela PUC-MG  e mestre em Artes Visuais pela UFMG. Atuou como conservadora do Arquivo Histórico Wanda Svevo da Fundação Bienal de São Paulo de 2011 a 2018. Elabora e supervisiona trabalhos de conservação e digitalização de acervos fotográficos na empresa L3. Docente em cursos de curta duração sobre Conservação Fotográfica e Preservação Digital desde 2014, em instituições como ABER, SENAI, CPC-USP e Escola Rever. Leandro Melo é graduado em Arquitetura pela USP. Elabora e executa projetos de conservação-restauração de fotografias pela L3 desde 2005. Atua também como docente nas áreas de Conservação-restauração e de Processos Fotográficos. Foi professor do Curso Assistente de Conservação Preventiva da Escola SENAI Theobaldo de Nigris (2006-2014) e do Bacharelado em Fotografia do Centro Universitário Senac (2003-2012), além de coordenar grupos de estudo, oficinas e cursos de curta duração sobre Conservação Fotográfica e Processos Fotográficos Históricos. 

Data: de 19 a 22/3, terça a sexta, das 19h às 22h.

Inscrições a partir das 14h do dia 14/3 através do site sescsp.org.br/festa

Classificação: 16 anos 

Fonte: Sesc Pompeia

DOMINGO NA YAYÁ – Conversa com pesquisadores

Rodas de conversa com especialistas e pesquisadores do campo do patrimônio cultural, com o objetivo de promover a divulgação científica e a aproximação entre o universo acadêmico e a sociedade em geral.

As conversas são uma oportunidade para conhecer os pesquisadores e seus objetos de investigação, além de proporcionar um espaço para debate e troca de conhecimento.

10/02: Fernanda Mokdessi Auada
Papéis para imprimir e escrever vítimas de enchente real: recuperação por radiação gama de Co-60

Estudo sobre os efeitos da radiação gama de Co-60 sobre acervo em papel infestado por fungos, após ser atingindo por enchente na cidade de São Luiz do Paraitinga em 2010.

24/02: Eric Danzi Lemos
Fotografia profissional, arquivo e circulação: a produção de Theodor Preising em São Paulo (1920-1940)

Formação do campo da fotografia profissional em São Paulo, a partir da produção do fotógrafo Theodor Preising (1883-1962) e sua relação com a dimensão visual da sociedade entre as décadas de 1920 e 1940.

Datas: Dias 10/02 e 24/02

Horários
palestras: das 11h às 12h30
abertura da Casa: das 10h às 13h

Público: estudantes e pesquisadores das áreas de conservação de acervos, arquivistas, bibliotecários, cientistas da conservação e interessados em geral.

Fonte: Centro de Preservação Cultural da USP – Casa de Dona Yayá

Curso – Conservação de Livros e Documentos

Área: Papel e celulose Unidade: Escola Senai “Theobaldo De Nigris”
Rua Bresser, 2315 – Mooca | São Paulo CEP: 03162-030 Telefone: 11 2797-6333 E-mail: senaigrafica@sp.senai.br Duração: 40 horas Turmas: A seguir as turmas disponíveis

Resumo

O Curso de Aperfeiçoamento Conservação de Livros e Documentos tem por objetivo o desenvolvimento de competências relativas à avaliação do estado de conservação de acervos e obras em papel visando implementação de medidas corretivas e ou preventivas de preservação e conservação.

Requisito

O aluno deverá, no início do curso, ter no mínimo 16 anos de idade.
O aluno deverá ter concluído o Nível Médio.
ser concluintes do curso Auxiliar de Preservação de Acervos em Papéis ou curso correlato e ter conhecimento de preservação. ;

Programação do Curso

CAPACIDADES TÉCNICAS
Diagnosticar itens de coleções bibliográficas;
Propor intervenções de estabilização e/ou conservação;
Identificar materiais;
Aplicar metodologia específica para a conservação de livros e documentos, livros, folhetos e documentos;
Analisar os materiais e procedimentos adequados para recuperação de cada dano;
Desmontar obras e livros;
Mapear os danos dos documentos;
Reparar de danos aplicando princípios éticos e critérios internacionais de conservação;
Colacionar os livros;
Acondicionar livros e os documentos.
Trabalhar em equipe
Zelar pelos equipamentos e materiais utilizados

Mais informações e inscriçõeshttps://grafica.sp.senai.br/curso/85914/114/conservacao-de-livros-e-documentos

Curso – Auxiliar de Preservação de Acervos em Papéis – Bolsa de Estudo São Paulo

AUXILIAR DE PRESERVAÇÃO DE ACERVOS EM PAPÉIS – BOLSA DE ESTUDO SÃO PAULO – MOOCA – 85894

RESUMO
O Curso de Qualificação Profissional de Auxiliar de Preservação de Acervos em Papéis tem por objetivo o desenvolvimento de competências relativas à avaliação do estado de conservação de acervos e obras em papel visando implementação de medidas corretivas e ou preventivas de preservação, seguindo procedimentos e normas técnicas de qualidade, meio ambiente, saúde e segurança no trabalho.

PROGRAMAÇÃO DO CURSO
CAPACIDADES
Identificar os principais documentos (cartas e códigos) que norteiam a ética nas atividades de conservação e restauro dos bens culturais móveis;
Identificar princípios da conduta ética do preservador, conservador e restaurador;
Identificar a importância da documentação dentro do processo de preservação;
Descrever os critérios utilizados na intervenção;
Correlacionar a postura ética do preservador com a educação patrimonial;
Diferenciar os valores aplicados sobre os bens patrimoniais (estético, artístico e histórico);
Utilizar os equipamentos de proteção individual e de proteção coletiva;
Aplicar procedimentos preventivos de higiene e segurança ocupacional;
Correlacionar os danos identificados nos acervos com os agentes de degradação;
Identificar os fatores que favorecem o desenvolvimento de fungos e insetos nos acervos;
Correlacionar as características de diferentes substratos com características de preservação;
Correlacionar as características de diferentes tipos de tintas com preservação do substrato;
Identificar fatores de risco para acervos culturais (ambiente);
Identificar as partes (lombada, folha de rosto, capa, etc) e materiais constituintes da obra (revestimentos, guardas e outros);
Classificar o tipo de obra (rara, histórica, contemporâneas, artísticas, etc);
Identificar o estado de conservação da obra;
Higienizar obras em papéis, aplicando princípios éticos e critérios de conservação;
Aplicar métodos de higienização em acervos e obras únicas;
Trabalhar em equipe;
Ter zelo pelos materiais e ferramentas;
Demonstrar capacidade de organização.

ÁREA:Papel e celulose

CARGA HORÁRIA:160 horas

UNIDADE:Escola Senai Theobaldo De Nigris
Rua Bresser, 2315 – Mooca | São Paulo
CEP: 03162-030
Telefone: 11 2797-6333
Site: http://grafica.sp.senai.br
E-mail: senaigrafica@sp.senai.br

TURMA(S) COM BOLSA:

De 05/02/2019 a 10/05/2019
de 3ª, 4ª, 5ª e 6ª feira.
Das 14:00 às 17:00
16 vagas

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Manuales de Bibliotecas para la Conservación y Restauración de Libros

Compartimos 6 manuales que sin duda nos ayudarán a cuidar mejor nuestros preciados libros.

Si bien es cierto que la restauración y conservación es una especialidad que debe estudiarse en centros universitarios calificados, mucha de la experiencia de los restauradores ha sida plasmada en manuales y guías para facilitar la conservación y restauración de grandes volúmenes, sobre todo los depositados en Bibliotecas Nacionales.

Hay que comentar que estos manuales están preparados por instituciones nacionales como Archivos y Bibliotecas, incluso por la UNESCO, debido al bajo número de restauradores existentes se crean estos manuales dirigidos a personal técnico o de oficina para capacitarlos. Es por ello que en todos encontrarán material de altísima calidad.

* La Preservación y restauración de documentos y libros en papel:

Un estudio del RAMP con directrices del Programa General de Información y UNISIST Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura, UNESCO.

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* Método de Conservación de libros en la Biblioteca Nacional de Venezuela:

Un manual de procedimientos del Centro Nacional de Conservación Documental.

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* Restauración de Novae Coelestium:

Conservando un libro raro y valioso, de Paula Carolina León Bravo.

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* Manual de pequeños reparos em livros:

Robert J. Milevski. ío de Janeiro, Projeto Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos.

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* Preservación y reparación básica de libros en bibliotecas: “Más cuidados, menos reparaciones”:

Curso dirigido a los empleados de la Biblioteca Central de la Universidad Politécnica de Valencia.

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* Reparación de libros bajo parámetros de conservación:

Un manual de enseñanza para el taller de conservación para reparación de papel y libros
Archivo Nacional de Cuba, La Habana, Cuba.

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Fonte: SOY BIBLIOTECARIO

Biblioteca por dentro: conservação preventiva, técnicas de higienização e Técnicas de Pequenos Reparos – Intensivo

O curso “Biblioteca por dentro: Conservação Preventiva, Técnicas de Higienização e Técnicas de Pequenos Reparos – Intensivo” tem como objetivo introduzir o aluno aos conceitos de preservação e conservação preventiva em seus aspectos teóricos, éticos e práticos.

Conceitos de Preservação e Conservação Preventiva: Na primeira etapa do curso haverá uma aula expositiva, na qual o aluno terá contato com código de ética do Conservador/Restaurador, causas de degradação dos acervos, como, fatores intrínsecos, extrínsecos, químicos, físicos e biológicos, noções de preservação, controle de condições ambientais, apresentação dos materiais e equipamentos adequados.

Técnicas de Higienização: aulas práticas, nas quais os alunos serão estimulados a identificar os problemas, elaborar um diagnóstico preciso, executar técnicas de higienização e aprenderão a fazer um planejamento de conservação de acervos. Haverá discussão de cada caso, quanto aos procedimentos adotados em relação ao grau de dificuldade dos problemas e avaliação dos resultados atingidos.

Técnicas de Pequenos Reparos: aulas práticas, nas quais os alunos executarão exercícios de pequenos reparos sobre papel. Haverá orientação de colas adequadas para cada situação e preparação de colas removíveis. Ao final, haverá discussão de cada caso, quanto aos procedimentos adotados em relação ao grau de dificuldades dos problemas e avaliação dos resultados atingidos.

❦  Local: Rua Marquês de Itu, 551, Bairro Santa Cecília (Metrô República), São Paulo – SP

❦   CURSO CONFIRMADO!!!

❦   Curso com Certificação da ABER Associação Brasileira de Encadernação e Restauro

Data: 06/08 à 10/08

OFICINA Conservação de acervos: gestão de mudanças

A oficina é uma parceria entre o Centro de Preservação Cultural, o Museu Paulista e o Museu de Arte Contemporânea da USP que busca compartilhar com outros profissionais e pesquisadores as experiências de mudanças de acervos com suporte em papel através de relatos, documentação produzida, bibliografia consultada e exercícios práticos.

Essa iniciativa apresenta os processos de conservação praticados na transferência dos acervos documentais e iconográficos do MP e do MAC para as novas reservas técnicas, desenvolvimento de ações de gestão e conservação em grande escala antes, durante e depois do transporte desses acervos.

IMPORTANTE: cadastro da pré-inscrição até 15 de julho de 2018 (https://goo.gl/VfEUB9).

PROGRAMA

AULA 1. Terça, 24 de julho, das 10h às 17h
Local: Centro de Preservação Cultural da USP, Rua Major Diogo, 353 – Bela Vista
A experiência do Museu Paulista: apresentação do projeto realizado, o diagnóstico de conservação, planejamento e contratação de serviços especializados.

AULA 2. Quarta, 25 de julho, das 10h às 17h
Local: Centro de Preservação Cultural da USP, Rua Major Diogo, 353 – Bela Vista
A experiência do Museu Paulista: preparação de acervo, plano e processo de ocupação.

AULA 3. Quinta, 26 de julho, das 10h às 17h
Local: Museu Paulista da USP, Rua Xavier Curado, 25 – Ipiranga
A experiência do Museu Paulista: visita ao Museu, demonstrações de materiais e exercícios práticos de embalagens e documentação.

AULA 4. Sexta, 27 de julho, das 14h às 17h
Local: Museu de Arte Contemporânea, Av. Pedro Álvares Cabral, 1301 – Ibirapuera
Visita ao MAC e as particularidades da experiência do Museu de Arte Contemporânea, com apresentação dos materiais e embalagens para transporte e acondicionamento utilizados.

INSCRIÇÕES

Os interessados devem preencher formulário de pré-inscrição no endereço https://goo.gl/VfEUB9. O cadastro da pré-inscrição não garante a vaga na oficina. A confirmação ou não da participação ocorrerá até o dia 18 de julho.

Critérios de seleção: por ordem de inscrição, vínculo institucional e justificativa de participação. ​​Profissionais de museus e gestores de acervos terão prioridade.

CRITÉRIOS DE APROVAÇÃO

Carga horária mínima de 17h para aprovação do aluno.

REALIZAÇÃO

Centro de Preservação Cultural da USP
Museu Paulista da USP
Museu de Arte Contemporânea da USP

TOI IV – IV Simpósio Preservação e Conservação de Acervo

Evento GRATUITO – VAGAS LIMITADAS – CERTIFICADO DE PARTICIPAÇÃO USP

Inscrição

OBJETIVO
Na Era Digital, as teorias e práticas de preservação e conservação de acervo têm que lidar com coleções cada vez maiores em termos quantitativos e diversidades em relação ao tipo de material que precisa ser preservado e poder garantir o acesso às gerações futuras. Considerando a evolução e suporte de técnicas modernas e processos cada vez mais dependentes da tecnologia, as atividades de preservação e conservação demandam planejamento cuidadoso e escolhas dequadas para cada tipo de acervo. Além dos aspectos de priorização e tomada de decisão quanto apreservação de coleções e do papel do curador em avaliar a vulnerabilidade das coleções e desenvolver estratégias de longo prazo, neste Simpósio daremos ênfase aos estudos de patrimônio bibliográfico e documental.

PÚBLICO ALVO
O SIMPÓSIO PRESERVAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE ACERVO têm como foco profissionais da área de preservação e conservação de acervos: Bibliotecários, Museólogos, Arquivistas, Pesquisadores, estudantes, especialistas e consultores que atuam na área de curadoria de coleções.

LOCAL
Local – Auditório Lupe Cotrim ECA – 1 andar Prédio Central
Dia – 18 de maio de 2018
Horário – 08h30 às 12h30

Cuidado com livros: Biblioteca da ECA promove bate-papo com dicas de conservação

Neste mês de abril, a Biblioteca da ECA preparou uma pequena exposição para conscientizar os alunos e os demais usuários da biblioteca a respeito da conservação dos livros, além de duas sessões de bate-papo com a equipe da Oficina de Conservação.

Samanta Lessa, bibliotecária e supervisora da oficina, explica o motivo de promover esse debate: “o pessoal do balcão de atendimento da Biblioteca se depara com muitos casos que dá para gente conversar com o público para ver se diminui, por exemplo, livros riscados e livros que sofrem acidentes com líquidos.”

De acordo com a bibliotecária, algumas pessoas comentam que não se incomodam com as anotações nas margens dos livros; entretanto, além das anotações e sublinhados direcionarem a leitura dos usuários, marca-textos, canetas e lápis danificam o papel.

As anotações a lápis oferecem menor risco ao livro a longo prazo e podem ser apagadas. Porém, ao apagar, há o perigo de rasgar a folha e de ficar algum resquício de borracha no material. Esse resquício é perigoso porque a acidez da borracha pode interferir no papel. Por isso, a oficina de conservação precisa realizar um trabalho criterioso. “Tudo isso leva tempo e, com a equipe reduzida que a gente tem, não temos tempo para apagar os livros”, comenta Samanta.

Além das anotações, acidentes com líquidos também são frequentes. A bibliotecária conta que, nesses casos, o ideal é que os livros sejam levados até a Biblioteca rapidamente. “O pessoal não precisa ficar desesperado, é só vir aqui conversar com a gente”, diz, “na pior das hipóteses, se o livro, CD ou DVD não tiver jeito de recuperar, a gente conversa com quem estava com o material para fazer a reposição dessa obra. Não tem punição.”

A Oficina de Conservação da Biblioteca da ECA também é responsável pela preservação dos outros materiais (CDs, DVDs, VHS, discos de vinil e teses). No próximo bate-papo, eles darão dicas de como é possível cuidar melhor do acervo da Biblioteca e do próprio acervo pessoal. Será no dia 18 de abril, às 14h, na Biblioteca da ECA.

Livro na exposição da biblioteca da ECA. Foto: Mirella Coelho

Serviço:
Cuidados com os livros: bate papo com o pessoal da oficina
Data: 18 de abril
Horário: 14h
Local: Biblioteca da ECA – Prédio Central (Prédio 1)

Texto por por Mirella Cordeiro Coelho

Fonte: Escola de Comunicação e Artes – Universidade de São Paulo

Não risque!

Um dos problemas frequentes de uma biblioteca pública é a maneira como as pessoas entendem o bem comum, aquilo que todos podem usufruir. Para boa parte das pessoas o entendimento parece ser: público é o particular, restrito, reservado a elas, pelo menos enquanto estão usando.

Talvez, por isso, seja comum que os materiais voltem para a biblioteca riscados, molhados pela chuva, com fungos, rasgados, com partes faltando etc. Acreditem, isso é bem comum. No entanto, as principais intervenções são mesmo as anotações, comentários e trechos sublinhados a lápis ou a caneta com fins de fichamento.

Há também as anotações que não buscam dar relevo a trechos, como por exemplo, esse diálogo entre leitores nas páginas do livro Dona Veridiana, de Luiz Felipe D’Avila.

Ou esses rabiscos, nas páginas do livro O que é comunicação empresarial, de Paulo Nassar e Rubens Figueiredo.

Às vezes, dependendo do dano, precisamos substituir a obra, e se conseguimos identificar a pessoa responsável, solicitamos que o livro seja reposto.

É comum também muitas pessoas reclamarem com o pessoal do atendimento quando o livro está muito riscado a ponto de atrapalhar a leitura. Tempos atrás nos deparamos numa página do Facebook com essa mensagem:

Um apelo importante: por favor, não grifem os livros da biblioteca. Tenho dislexia e não consigo dar coesão ao texto; as partes grifadas, não encaixam-se em semântica ou sintaxe com as não grifadas, além de que eu não consigo dar continuidade ao texto, fico apenas lendo palavras não linearmente.

Por isso, há outros lugares, melhores, que não as páginas dos livros da Biblioteca, para postar/expressar seu descontentamento ou fazer seu fichamento, e não estamos falando do Facebook, Twitter, Google Docs apenas. No Portal da Busca Integrada há um espaço pensado exatamente para isso. Pode-se adicionar tags, comentários e resenhas e é muito simples.

Você precisa estar logado no sistema, com a mesma senha que usa para emprestar ou fazer renovações, daí clica em Resenhas & Tags e adiciona quantas tags ou comentários quiser, que ficarão visíveis para todo mundo. Ao clicar numa tag visualizam-se todas as obras a que foram atribuídas aquela tag. E pode até atribuir notas para o item.

Então ficamos combinados assim. Se o livro é público entenda que todos podem usá-lo, não só você, por isso não risque!

Fonte: Blog da Biblioteca da ECA

Obras raras da biblioteca do MJ são restauradas por membros da APAE

Nos próximos dois anos, cerca de 25 mil livros e periódicos passarão pelas mãos dos profissionais da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais –Apae

A publicação mais antiga da biblioteca data de 1496 Fotos: Isaac Amorim

Traças, ah… essas pequeninas que corroem a história. Sim, esses insetos são os piores inimigos de livros; aliadas aos fungos, causam o maior estrago. E o que faz a Biblioteca do Ministério da Justiça com o acervo? Contrata os serviços de higienização e restauração da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais –Apae. O exército exterminador da instituição é composto por seis jovens que, cuidadosamente, limpam página por página, passam fungicidas e restauram os buraquinhos deixados pelas traças em obras raras, que compõem um tesouro do Ministério da Justiça. A mais antiga data de 1496. São cerca de 25 mil livros e periódicos que passarão pelas mãos desses habilidosos profissionais nos próximos dois anos. O trabalho começou agora, no início do ano.

No total, nossa biblioteca conta com um acervo de aproximadamente 100 mil volumes, composto por livros, folhetos, periódicos e recursos eletrônicos. Porém, somente a coleção Afonso Pena Júnior (18.069 exemplares), a Goethiana (6 mil exemplares) e a de Obras Raras (2.300 exemplares) serão higienizadas e restauradas no primeiro momento.

A Coleção Afonso Pena Júnior apresenta obras com valor agregado por efeito de anotações realizadas ao longo do tempo por personalidades públicas, dedicatórias e diversos ex-libris (um tipo de selo do dono da biblioteca). A Coleção de Obras Raras do Ministério da Justiça é formada pela coleção completa das Leis do Brasil, de 1808 até 2001, e pelos Relatórios do Ministério da Justiça, a partir de 1832. Estas duas são as principais coleções que justificam a presença do Ministério da Justiça no Guia do Patrimônio Bibliográfico Nacional de Acervo Raro.

Essas publicações não estavam disponíveis para o manuseio e podiam até se deteriorar por falta de cuidados especiais desde os anos 1980. Agora, após anos sem tratamento, a coleção Afonso Pena Júnior terá o tratamento adequado. O chefe da Biblioteca, André Sousa Sena, explicou como era feita essa preservação. “Antigamente era a Fundação Petrônio Portella que realizava ações de preservação no âmbito da pasta. Porém, a finalidade da fundação voltava-se aos estudos e pesquisas na área da Ciência do Direito”.

A Fundação foi extinta em 14 de fevereiro de 1989. Desde então não houve tratamento do acervo de obras raras. Mas o trabalho desenvolvido pela fundação não se assemelha ao realizado no contrato da APAE. “Este tem por objeto a higienização e pequenos reparos em acervos bibliográficos específicos. Enquanto o trabalho da fundação era a preservação da gestão documental como um todo”, esclareceu.

O trabalho 

A preservação de uma obra impede que chegue ao ponto de ser restaurada, segundo André: “O restauro é a última alternativa viável para a recuperação do livro. A preservação prolonga e muito a vida útil de um livro”. Mas para realizar esse trabalho, são necessários conhecimento e técnica. Ensinamentos esses que a Apae transmite a seus alunos.

As limitações dos jovens da Apae não os incapacita para o mercado de trabalho, revelou o supervisor e instrutor da Apae, Glauco Santos. “A execução deles é excelente. São muito atentos ao que fazem”. A Apae oferece vários cursos e cada um escolhe o que melhor se adapta. Uma vez colocado no mercado de trabalho, eles recebem um salário da categoria e a  carga horária é 4 horas por dia.

Elizângela Alves, uma das componentes da equipe, conta como tem sido sua experiência com a limpeza dos livros da biblioteca. “É muito bom, eu era muito assim (faz gestos rápidos com as mãos para dizer ser ansiosa, agitada), mas hoje estou mais calma. Estou feliz”, contou sorridente.

O acervo 

Talvez esses jovens não se dêem conta que estão preservando um acervo histórico, que pertenceu ao jurista e ex-presidente do Brasil Afonso Pena, exatamente o sexto homem a ocupar a cadeira de chefe de Estado, de 1906 a 1909. Seu filho Afonso Pena Júnior, herdeiro da biblioteca, foi ministro da Justiça de 1925 a 1926. Ele era também um bibliófilo. Após sua morte, a família doou sua coleção para o Ministério da Justiça.

Além da biblioteca do ex-ministro, serão higienizados os exemplares da coleção Obras Raras do ministério. Este acervo precioso contém obras impressas no ano de 1496, guardadas em cofre. São dois incunábulos, livros impressos nos primeiros tempos da imprensa, antes mesmo da invenção de Gutenberg e do descobrimento do Brasil. Os títulos são Petrarca do humanista italiano Francesco Petrarca (1304-1374), a obra mais antiga pertencente ao Ministério da Justiça, de 1496 e Horácio de 1498, este exemplar foi restaurado, possui glosas e capitulares ornamentadas.

Destaca-se entre as obras raras, a Arte de furtar, do padre Antônio Vieira (1608-1697). Manuscrito de 1652, o livro manteve-se inédito durante mais de 90 anos. Foi impresso pela primeira vez em 1743, em Lisboa.  A Arte de Furtar não ensina a roubar, mas demonstra as numerosas formas de roubo e desmascara as múltiplas espécies de ladrões, para que os leitores deles se acautelem e o rei lhes dê “o castigo que merecem”. Do clero à burguesia, passando pelos militares e pela nobreza, o autor descobrindo as “unhas” e as “traças de ladrões”, excetuado convenientemente “os ministros que assistem a El-Rei”. Arte de roubar  é considerado um monumento da prosa barroca e o mais importante texto da literatura de costumes da língua portuguesa.

Outro tesouro escondido da Biblioteca é a Coleção Goethiana, livros de e sobre a maior expressão da literatura alemã, Johann Wolfgang Goethe (1749-1832). Não se pode afirmar, mas possivelmente seja a mais completa da América Latina. São seis mil livros comprados pelo Ministério da Justiça em 1971. Dentre essas, exemplares de “Fausto” e outras obras de Goethe. Há obras do século 18, algumas artesanais e ilustradas a ouro.

E depois? – De acordo com a bibliotecária Gabriela Gomes, responsável pelo projeto, a higienização é só o início de um projeto grandioso que está por vir. Findo o trabalho de restauração, os livros serão catalogados e digitalizados. “As obras passarão a fazer parte da primeira biblioteca digital do Ministério da Justiça, a ser disponibilizada na internet”, revelou. Mas a ideia ainda está sendo maturada, uma vez que o ministério não possui recursos para realizar a digitalização das obras, o que demandará uma estrutura especial.

O objetivo é modernizar a Biblioteca do MJ, para promover o acesso e a divulgação do conteúdo digitalizado das obras raras, favorecendo ao usuário – cidadão atendimento rápido e de qualidade”, explicou.

Só então esse rico patrimônio histórico-cultural, formado por diversos tipos de documentos (livros, periódicos, manuscritos, teses e folhetos), escondido em uma sala do Ministério da Justiça vai ganhar o mundo.

Veja mais fotos do trabalho desenvolvido na biblioteca e das obras raras do acervo

Fonte: Ministério da Justiça

Curso – Biblioteca por dentro: conservação preventiva, técnicas de higienização e técnicas de pequenos reparos – intensivo

O curso “Biblioteca por dentro: Conservação Preventiva, Técnicas de Higienização e Técnicas de Pequenos Reparos – Intensivo” tem como objetivo introduzir o aluno aos conceitos de preservação e conservação preventiva em seus aspectos teóricos, éticos e práticos.

Data: 05/03 à 09/03

Inscrições: https://goo.gl/q5Ve84

53 manuais para conservação de livros

O projeto Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos, em 1997, publicou 53 títulos sobre a conservação preventiva de livros e documentos, de filmesfotografias e meios magnéticos na forma de 24 cadernos temáticos em formato A4.

O material data de 1997 e estava disponível no site do projeto, http://www.cbpa.net, que não existe mais. Felizmente ainda é possível baixá-los no site da Prefeitura de São Paulo:

Eu baixei todos os PDFs e, caso eles saiam do ar, darei um jeito de manter a possibilidade do download.

Creio que o título mais interessante é o de número 13, que ensina a fazer reparos em livros, uma das principais dúvidas que aqui recebo via comentários e email: como consertar livros.

Você também encontrará muitos cadernos com instruções de como guardar e conservar livros. Também são interessantes os cadernos que ensinam como secar livros, como defendê-los de fungos pragas como traças.

Alguns, porém, são muito técnicos, no entanto e só vão interessar a bibliotecários.

Abaixo, listo os cadernos e seu conteúdo, também a título preventivo caso eles saiam do ar no site da prefeitura de São Paulo: assim já fica reservado o lugar onde colocarei os links para as obras caso necessário.

Acondicionamento

Caderno de 1 a 9 – Armazenamento e Manuseio: Métodos de armazenagem e práticas de manuseio; A limpeza de livros e de prateleiras; A escolha de invólucros de qualidade arquivística para armazenagem de livros e documentos; Invólucros de cartão para pequenos livros; A jaqueta de poliéster para livros; Suporte para livros: descrição e usos; Montagens e molduras para trabalhos artísticos e artefatos em papel; Mobiliário de armazenagem: um breve resumo das opções atuais; Soluções para armazenagem de artefatos de grandes dimensões.

Conservação

10 a 12- Caderno técnico : procedimentos de conservação: Planificação do papel por meio de umidificação; Como fazer o seu próprio passe-partout; Preservação de livros de recortes e álbuns.

13- Manual de pequenos reparos em livros

Meio Ambiente

14 a 17- Caderno técnico: meio ambiente: Temperatura, umidade relativa do ar, luz e qualidade do ar: diretrizes básicas de preservação; A proteção contra danos provocados pela luz; Monitoramento da temperatura e umidade relativa; A proteção de livros e papéis durante exposições.

18- Isopermas: uma ferramenta para o gerenciamento ambiental

19- Novas ferramentas para preservação – avaliando os efeitos ambientais a longo prazo sobre coleções de bibliotecas e arquivos

Emergências

20 a 25- Caderno técnico : administração de emergências: Planejamento para casos de emergência; Segurança contra perdas: danos provocados por água e fogo, agentes biológicos, roubo e vandalismo; Secagem de livros e documentos molhados; A proteção de coleções durante obras; Salvamento de fotografias em casos de emergência; Planilha para o delineamento de planos de emergência – ed. Sherelyn Ogden

26 a 29- Caderno técnico : emergências com pragas em arquivos e bibliotecas: Controle integrado de pragas; A proteção de livros e papel contra o mofo; Como lidar com uma invasão de mofo: instruções em resposta a uma situação de emergência; Controle de insetos por meio de gases inertes em arquivos e bibliotecas.

Planejamento

30 a 32- Caderno técnico : planejamento e prioridades: Planejamento para preservação; Políticas de desenvolvimento de coleção e preservação; Planejamento de um programa eficaz de manutenção de acervos

33 a 36- Caderno Planejamento de preservação e gerenciamento de programastécnico: Planejamento de preservação e gerenciamento de programas:Desenvolvimento, gerenciamento e preservação de coleções; Seleção para preservação: uma abordagem materialística;  Considerações complementares sobre “Seleção para Preservação” : uma abordagem materialística; Implementando um programa de reparo e tratamento de livros

37- Programa de planejamento de preservação: um manual para auto-instrução de bibliotecas

38- Considerações sobre preservação na construção e reforma de bibliotecas: planejamento para preservação

Fotografias e filmes

39- Preservação de fotografias: métodos básicos de salvaguardar suas coleções

40- Guia do Image Permanence Institute (IPI) para armazenamento de filmes de acetato

41- Indicações para o cuidado e a identificação da base de filmes fotográficos – Monique C. Fischer e Andrew Robb

Registro sonoro e fitas magnéticas

42- Armazenamento e manuseio de fitas magnéticas – um guia para bibliotecas e arquivos

43- Guarda e manuseio de materiais de registro sonoro

Reformatação

44 a 47- Caderno técnico : reformatação: O básico sobre o processo de digitalizar imagens; Microfilme de preservação: plataforma para sistemas digitais de acesso; O processo decisório em presevação e fotocopiagem para arquivamento; Controle de qualidade em cópias eletrostáticas para arquivamento

48- Microfilmagem de preservação: um guia para bibliotecários e arquivistas

49- Do microfilme à imagem digital

50- Uma abordagem de sistemas híbridos para a preservação de materiais impressos

51- Requisitos de resolução digital para textos: métodos para o estabelecimento de critérios de qualidade de imagem

52- Preservação no Universo Digital

53- Manual do RLG para microfilmagem de arquivos

Autor do texto: Alessandro Martins

Fonte: Mundo Bibliotecário