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Biblioteconomia

Las cinco leyes de la Biblioteconomía en una interpretación actual

La biblioteca es un organismo en crecimiento. Esta frase, cargadísima de razón, es una de las cinco leyes de la Biblioteconomía que postuló Ranganathan en su célebre publicación “The Five Laws of Library Science” allá por el año 1931. Las otras leyes a las que hace referencia tienen que ver con los libros y con los lectores (o usuarios de las bibliotecas).

Ranganathan en 1931 La biblioteca es un organismo en crecimiento

Shiyali Ramamrita Ranganathan (Sirkazi, Tamil Nadu, 9 de agosto de 1892- Bangalore, 27 de septiembre de 1972) matemático y bibliotecario de origen indio. Fue el creador de una de las más destacadas clasificaciones bibliotecarias, la clasificación colonada o facetada. Es considerando como el padre de la biblioteconomía de la India. [Wikipedia]

Toda persona inmersa en el mundo de la Biblioteconomía es conocedora de sus célebres leyes. Unas leyes que nos han acompañado durante tantos años y que son parte de los cimientos de los estudios. Estas cinco leyes de la Biblioteconomía son:

  1. Los libros son para su uso.
  2. Cada lector su libro.
  3. Cada libro su lector.
  4. Ahorre tiempo al lector.
  5. La biblioteca es un organismo en crecimiento.

Desde su formulación en 1931, estas leyes han influido notablemente en la evolución de la disciplina bibliotecaria y se han convertido en un sólido referente moral para todos los profesionales de las bibliotecas.

La UNESCO (en colaboración con UNITWIN Cooperation Programme on MIL and Intercultural Dialogue, UNAOC y GAPMIL) elaboró en el año 2016 el documento: “Media and Information Literacy: Reinforcing Human Rights, Countering Radicalization and Extremism”. En él se puede ver (página 28) la comparación de las cinco leyes de la Biblioteconomía de Ranganathan con la situación actual en cuanto información y conocimiento, además de sus relaciones con los derechos humanos.

Recientemente, la UNESCO, ha vuelto a dar difusión a dicha comparación a través de una infografía creada desde  MIL CLICKS (Media and Information Literacy: Critical-thinking, Creativity, Literacy, Intercultural, Citizenship, Knowledge and Sustainability).

UNESCO MILCLICKS

@MILCLICKS

Books are containers of knowledge. How are they relevant to MIL in our time? What are their relations to human rights?

Ver imagen en Twitter

MIL CLICKS es un programa / proyecto de la UNESCO a través del cual trata de mostrar que los medios de comunicación social se pueden utilizar para capacitar a las personas. Y que además también sirven para aumentar la conciencia sobre la importancia de la alfabetización mediática e informacional a todos los niveles de la sociedad.

Las 5 leyes de la Biblioteconomía de Ranganathan en la actualidad y su relación con los derechos humanos
Las cinco leyes de la Biblioteconomía de Ranganathan Una interpretación actual Sus relaciones con los derechos humanos
Los libros son para su uso. El conocimiento es para uso ético. Garantizar el acceso abierto a la información y al conocimiento.
Cada lector su libro. Todo uso del conocimiento para adquirir sabiduría y crear nuevos conocimientos. Todos deben tener libertad de acceso a la información y al conocimiento.
Cada libro su lector. Todo conocimiento su usuario. Las personas (mujeres y hombres de todas las edades) tienen derecho a una información y un conocimiento diverso e inclusivo.
Ahorre tiempo al lector. Mejorar el bienestar del usuario del conocimiento. Las personas tienen el derecho al desarrollo humano gracias al acceso a la información y al conocimiento.
La biblioteca es un organismo en crecimiento. El conocimiento es dinámico, cada vez mayor. Las personas tienen derecho a probar, analizar y aprovechar la información y el conocimiento existentes para crear nueva información y conocimiento.

Contando histórias, Aline conscientiza sobre a síndrome de Tourette e semeia inclusão

A história é de uma fadinha que não queria voar. Até tentava, mas seu voo saía estranho, as asas ficavam murchas. A fadinha não entendia o porquê de tanta diferença. O voo das outras fadas lhe parecia mais bonito. Embarcou, então, em uma jornada de autoconhecimento.

O que descobriu?

A história escrita e contada por Aline Botelho, 29 anos, traz o encantamento do fantástico para falar de um tema bem real. A fadinha bem poderia ter cabelos, olhos e corpo de Aline. Em sua trajetória, ela também teve medo de voar. E precisou entender porquê seu corpo faz movimentos involuntários que já foram alvo de muito preconceito.

Aquilo que por tanto tempo foi chamado de “ansiedade”, “coisa de adolescente” é uma síndrome rara: descobriu aos 14 anos. O diagnóstico da síndrome de Tourette trouxe alívio, mas também frustração.

Trata-se de um distúrbio neuropsiquiátrico que causa tiques múltiplos, motores ou vocais. Algumas pessoas tremem o corpo, fazem movimentos com as mãos e há também aquelas que falam palavrões ou emitem sons, de maneira involuntária. Aline explica que há níveis para a síndrome. O dela está entre o pequeno e o médio. Seus tiques são motores.

– Veio uma certeza, mas várias dúvidas. Eu não conseguia aceitar que não tem cura. Não entendia que isso faz parte de mim. Não entendia muito bem o que eu tinha e sentia vergonha.

Aline Botelho síndrome de Tourette histórias

A compreensão só foi possível com muita busca e um tanto de tempo. No ano passado, ela encontrou um grupo de pessoas com síndrome de Tourette na internet e, então, tudo emergiu. Conversando, conseguiu se identificar. E passou a lutar pelo reconhecimento da síndrome e pela visibilidade de quem convive com ela.

– A síndrome de Tourette ainda não é reconhecida como uma deficiência. Precisamos disso para que tenhamos políticas públicas.

As conquistas, em tão pouco tempo, são muitas. Ela conseguiu o reconhecimento de 7 de junho como Dia Municipal de Conscientização da Síndrome de Tourette em Ribeirão Preto, passou a integrar uma comissão nacional e levou a inclusão para seu grande fazer.

Aline é contadora de histórias. Hoje, traz a inclusão para as narrativas no projeto “Viva as diferenças”, além de pesquisar o tema com a iniciativa “Redescobrindo Histórias”, onde trabalha, por exemplo, a inclusão de sentidos como o tato, o paladar e o olfato na contação de histórias para pessoas com deficiência visual.

– Fui encontrando meu lugar no mundo. É com isso que quero trabalhar. Não só com a diferença, mas com a inclusão.

Como bibliotecária e contadora de histórias da Biblioteca Sinhá Junqueira, no Centro de Ribeirão Preto, encanta a criançada e faz refletir.

 – Ser contadora de histórias é poder falar a verdade brincando. Trabalhar qualquer tema de forma leve. Tudo bem a gente ser diferente. Todo mundo é diferente!

Aline Botelho síndrome de Tourette histórias

Bullying na escola

Era um dia de aula comum. Aline estava na sala, quando duas colegas foram até a lousa, desenharam um coração e escreveram “tikosa”. Esse era o apelido cheio de preconceito que lhe deram por causa dos tiques. A adolescente irrompeu em choro e, finalmente, pediu à direção: “Liga para minha mãe!”.

Fazia meses que aguentava calada o bullying praticado pelos colegas. Apelido, risadas, ofensas. Ela conta que percebeu sua síndrome pelo preconceito alheio. Na escola onde estudou dos seis aos 14 anos, não havia nenhum tipo de apontamento. Quando mudou de instituição é que as ofensas começaram.

– Eu sempre tive, mas não percebia. Notei que tinha algo diferente em mim quando eles começaram a pegar no meu pé. Eu não entendia! Como isso surgiu agora?

Tentou esconder o que estava acontecendo da mãe, mas, nesse dia, não aguentou. Ela foi chamada na escola e orientada a levar a filha em um neurologista. Até então, achavam que os tiques de Aline eram ansiedade, algo de seu temperamento.

Com o diagnóstico, ela começou a usar medicações e a buscar se entender. Na escola, conversou com os colegas e, com diálogo, conseguiu desmanchar o preconceito.

– Os meninos que mais faziam se tornaram meus melhores amigos.

Conscientização em histórias

Aline procura mudar os olhares de preconceito com diálogo e conscientização. Com as crianças, o trabalho floresce rápido.

– Elas se abrem. Quero que aceitem tanto as suas diferenças quanto as dos outros.

Ela é mestre em Ciências da Informação pela Unesp de Marília, tem formação em contação de histórias e está no último ano de Pedagogia. Na faculdade, pesquisa a contação de histórias inclusivas. Vai aprimorando o fazer.

– Contar histórias é minha vida! Eu amo!

Escuta das pessoas que, quando está na ativa, seus tiques desaparecem. Ela mesma não sabe quando tem. Não consegue identificar. Mas acredita que isso seja possível por um motivo:

– Quando eu estou contando histórias, fico tranquila. Estou relaxada. É isso mesmo que eu gosto de fazer. Então, posso não ter. Quando estamos ansiosos, temos mais.

Em sua página no Facebook (@alinecontahistorias), passou a publicar vídeos sobre a síndrome de Tourette e recebe mensagens de gente do Brasil todo e até de fora.

– Eu procuro pensar: ‘O que gostaria de ter escutado quando tinha 14 anos?’. E passo isso para as pessoas. Se eu tivesse conversado com outras pessoas com a síndrome naquela época, teria sido diferente. É representatividade, saber que você não está sozinho.

Recebeu um vídeo de Maurício de Sousa elogiando seu trabalho. Energia para seguir!

– Foi o ápice!

Com o apoio financeiro do primo, Edmar, foi até para Brasília no ano passado, lutar por políticas públicas e reconhecimento. Vai construindo, passo a passo, um outro caminho. Junto ao grupo que integra, estão criando uma ONG para dar apoio às famílias que enfrentam a questão.

– Eu comecei a ver a agonia dos pais e a lembrar da minha trajetória. Uma moça veio falar comigo chorando, descobriu vendo um vídeo meu que a vida toda teve síndrome de Tourette.

Procura levar suas histórias para as escolas, conscientizando professores e alunos, para que o bullying que sofreu seja só memória.

– O sonho é não precisar mais falar de inclusão. Se não precisar, é porque estamos vivendo em um mundo inclusivo.

Mãe solo da Maria, de dois anos, conta histórias para a filha desde a barriga. Histórias inclusivas, onde toda a diferença é respeitada.

– Todo mundo tem diferenças. E está tudo bem!

“A fadinha que não queria voar” virou livro, que será lançado quando a pandemia do coronarívus der trégua. Com final de alegria, claro.

– Hoje eu me sinto feliz e não me vejo sem a síndrome. Eu e ela somos uma só.

O que a fadinha descobriu? Voar diferente também é bonito!

Fonte: https: História do Dia

Introdução ao projeto “Bibliotecas em memoriais”

Olá! esse é o primeiro vídeo do canal Bibliotecas em Memoriais.

Esse canal é uma das redes sociais do projeto “Bibliotecas em lugares de memória e o trabalho da AGGB: avanços, desafios e propostas para bibliotecas e centros de documentação no Brasil”, hospedado pela Biblioteca do Zentrum für Antisemitismusforschung (ZFA) da Universidade Técnica de Berlim, e financiado pela Fundação Alexander von Humboldt (AvH).

Nesse vídeo eu te conto um pouco do que eu estou produzindo aqui em Berlim, e também como eu pretendo ter…mais gente nessa rede!

Se você se interessou pela minha proposta e quer saber dos próximos passos, me segue aqui e nas demais redes sociais do projeto. Até mais!

Email: memorial.libraries@gmail.com

Blog: https://bibliotecasemmemoriais.wordpr…

Twitter: @memorial_libraries

Linkedin: https://www.linkedin.com/in/frauo/

Fonte: Bibliotecas em Memoriais

Como a inteligência emocional pode nos ajudar durante o confinamento?

Os momentos de crise nos deixam mais vulneráveis. Agora mais do que nunca, é o momento de despertar a nossa inteligência emocional para lidar melhor com a preocupação que surge no dia a dia, com a ansiedade, com a frustração e com o estado de tristeza que está nos visitando regularmente durante o período de confinamento.

Fazer uso da inteligência emocional durante o confinamento pode nos ajudar muito. Esta é a área da psicologia que atua como uma fonte de bem-estar em momentos de crise. A inteligência emocional é uma ferramenta para gerir emoções, enfoques de pensamento, dimensões como a esperança e inclusive as nossas relações sociais.

Como diz Daniel Goleman nos seus livros Foco e o já famoso Inteligência emocionalnada é tão importante em momentos difíceis quanto controlar a nossa atenção. Em momentos nos quais as preocupações são incontáveis e os pensamentos se atropelam na mente, nos enchendo de ansiedade e angústia, é essencial saber apertar o pause e se concentrar.

É necessário treinar a calma, a paciência e um otimismo construtivo para aceitar a situação e se permitir avançar. A profunda compreensão da alquimia das nossas emoções nos dá a ferramenta necessária para enfrentar melhor os dias mais difíceis, a incerteza, e também desenvolver nossa responsabilidade diante do momento que estamos vivendo.

Garota na janela

Dicas para colocar a inteligência emocional em prática durante o confinamento

Em um interessante estudo realizado na Universidade de Buffalo, em Nova York, pelo doutor Mark Seery, foi possível observar uma questão importante. O que não nos mata mas que, ao mesmo tempo, não conseguimos gerir, pode nos colocar em um estado de estresse cumulativo capaz de criar estados de vulnerabilidade psicológica muito intensa. O que isso quer dizer, e que relação isso tem com o atual contexto da pandemia?

Significa, basicamente, que milhões de pessoas sobreviverão ao coronavírus, isso é evidente. No entanto, sair fisicamente da pandemia não significa que a parte emocional também estará intacta.

O desconcerto, tudo o que é visto e vivido, cada preocupação e angústia sentida, ficam. Ninguém é imune a esse tipo de crise, e é justamente em uma situação com impacto mundial que as incertezas em relação ao futuro se tornam ainda maiores.

A inteligência emocional durante o confinamento pode nos ajudar a gerir melhor essa situação Vejamos como a seguir.

Autoconsciência

Uma pessoa pode ser um especialista em vários assuntos, mas ainda assim um completo analfabeto da ponta do nariz para dentro no que se refere às emoções. O que uma pessoa sente, o que uma pessoa precisa, aquilo que se mexe no interior e que muitas vezes dói, é algo desconhecido para muitos. É aí que entra a importância de praticar a arte da autoconsciência.

Trata-se de ser consciente das suas emoções e sentimentos. Detectar aquilo que o corpo sente e o que está acontecendo na mente, saber dar o nome, reconhecer a presença e aceitar. Ter autoconsciência é investigar cada realidade interna e entrar em contato com elas.

Autocontrole, evitando o sequestro da amígdala cerebral

A amígdala cerebral é aquela pequena região do cérebro que regula as emoções mais adversas. Todas elas são necessárias e cumprem uma função. No entanto, há momentos que essa estrutura intensifica a realidade, pintando-a com medo e com angústia. Ao fazer isso, a amígdala bloqueia totalmente o pensamento racional e reflexivo.

Tudo isso nos faz ter comportamentos pouco adequados como as compras compulsivas, o pânico ou a negatividade e o medo constantes em relação ao que acontecerá amanhã. Assim, uma das dicas para desenvolver inteligência emocional durante o confinamento, e a que mais devemos trabalhar, é o autocontrole. Temos que detectar essas emoções mais adversas e evitar que elas se intensifiquem e acabem sequestrando a nossa mente.

Isso pode ser alcançado se detectarmos os estímulos que causam a preocupação, o medo e o mal-estar e que desviam a nossa atenção. Por exemplo, ao invés de constantemente ler informação relativa ao coronavírus, aproveite para fazer atividades mais prazerosas, como falar com seus amigos ou com a sua família.

Idoso trabalhando de casa

Treinar a atenção, a importância do aqui e agora

Estávamos falando sobre isso no início. Quando a ansiedade aparece, a mente se torna refém do seu ruído e começa a antecipar o futuro. Mas essas previsões nunca são boas.

Os pensamentos criam um nó e ficamos obcecados com o que pode acontecer, com o que ocorrerá amanhã, e com cenários tão terríveis quanto desgastantes.

Devemos aprender a treinar a atenção, focando-a no momento presente. A única coisa que importa é o aqui e o agora, viver o momento, focar no bem-estar e no presente.

Inteligência emocional durante o confinamento: conexão emocional de qualidade

Trabalhar a inteligência emocional durante o confinamento requer também cuidar da gestão das relações. Que implicação esse exercício traz? Significa, basicamente, que devemos buscar uma conexão emocional de qualidade. Nestes dias, a última coisa que queremos é falar com pessoas que intensifiquem a preocupação e o medo.

Também temos que evitar alimentar a ansiedade dos outros. Dessa forma, na hora de falar por telefone ou por chamada de vídeo com nossos pais ou avós, amigos ou outras pessoas, devemos procurar tornar o momento enriquecedor. Seja um refúgio e também uma luz capaz de trazer esperança.

A gestão das relações em tempos de pandemia implica cuidar dos nossos laços sociais, estejam eles próximos ou distantes. Temos que ajudar quem está perto e nos preocupar com quem está longe neste momento. As emoções devem agir como nutrientes que façam o ânimo melhorar, a proteção e o amor verdadeiro capazes de servir como vacina.

Trabalhemos esses pilares da inteligência emocional no dia a dia.

Fonte: A mente é maravilhosa

“Soy el bibliotecario del edificio donde vivo”: cómo pintar la aldea durante la pandemia, según Jorge Carrión

En plena cuarentena, mientras el coronavirus confina al mundo entero, el escritor y periodista español transformó su biblioteca personal en un acervo colectivo para sus vecinos. “Cuando alguien me pide libros, les paso propuestas, llegamos a un acuerdo, desinfecto los libros y se los dejo en la puerta”, cuenta en diálogo con Infobae Cultura 
(@jorgecarrion21)
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Texto: Luciano Sáliche

¿Cuántos libros hay en tu casa? Si esa respuesta ya es difícil, ¿cuántos libros hay en el mundo? Diez años atrás, Google intentó llegar a una aproximación. Su objetivo era la digitalización total. Con metadata y algoritmos llegó a una cifra extraña: 129.864.880. Pero hablaba de títulos, no de libros, con lo cual habría que multiplicar por la cantidad de impresiones. Hay editoriales que hacen 300 ejemplares por título y otras, las más grandes, cinco mil. A mediados de la década pasada, la Unesco decía que se publicaban 2.2 millones de libros por año en el mundo. Podemos multiplicar, sumar, volver a multiplicar y el número será apenas un bosquejo. Libros hay, sobran; el problema está, por supuesto, en cómo llegar a las casi ocho mil millones de personas que habitan el planeta.

“Soy el bibliotecario del edificio donde vivo”, escribió Jorge Carrión, escritor y crítico literario español, lanzando una piedra al tumultuoso mar de Twitter. De a diez, de a cien, de a mil llegaron las interacciones. “He puesto mi biblioteca al servicio de la comunidad de vecinos; me consultan por WhatsApp; les ofrezco varias posibilidades; los libros que decidimos se los dejo en la puerta. Está siendo estupendo. Por si alguien quiere replicarlo”, completó en aquel tuit del martes pasado. “Pinta tu aldea y pintarás el mundo”, decía Tolstoi. En tiempos de pandemia, los departamentos, las casas, los ranchos se descascaran. Hay que pintar todo de nuevo. Pincel en mano, Carrión se propuso bañar de literatura el edificio del barrio de El Poblenou, en Barcelona, donde hoy vive.

Además de leer, Jorge Carrión escribe. Sus libros nadan por diversos géneros: novelas —Los muertos, Los huérfanos Los turistas, entre otras—, cómics —Barcelona: los vagabundos de la chatarra y Gótico—, crónicas —por ejemplo, Norte es Sur— y ensayos —Librerías y Contra Amazon*, entre otros—. Es también periodista —desde 2016 escribe para The New York Times— y docente de literatura. Ahora, desde su departamento, mientras sus dos hijos se entretienen dibujando cómics en una tarde sin sol ni demasiado para hacer, habla con Infobae Cultura. Con la notebook abierta frente a sus ojos, tipea palabras que, encadenadas, forman ideas y retratan su mundo, el mundo.

(@jorgecarrion21)
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—¿Cómo surgió la idea de convertirte en el bibliotecario del edificio?

—Llevaba ya cuatro semanas de encierro cuando me di cuenta de que mis vecinos quizá no tenían la suerte de tener tantos libros como yo en casa. Entonces se me ocurrió preguntarles por el grupo de WhatsApp si necesitaban lectura. Y la respuesta fue positiva.

—¿Cómo lo estás llevando a cabo?, ¿hay horarios, días de consulta?

—Somos solamente siete familias en el edificio, de modo que cuando alguien me pide libros, les paso propuestas, llegamos a un acuerdo, desinfecto los libros y se los dejo en la puerta. Al cabo de unos días o semanas, cuando ellos deciden, los intercambio por otros. Los libros están cinco días en cuarentena.

—¿Dónde estás pasando la cuarentena y con quién?

—En casa, en una esquina del barrio de El Poblenou, de Barcelona, con mi esposa y con mis hijos.

—¿Cómo se vive la cuarentena en tu barrio y en tu edificio?

—Con tranquilidad, por suerte. La tranquilidad de poder comprar la comida y los bienes de primera necesidad que necesitamos, de poder ir al supermercado cada vez que sea preciso. En el barrio hay muchas fábricas okupadas, mucha gente que recoge chatarra para vivir, que no lo está pasando nada bien. De hecho, quienes piden dinero habitualmente en la puerta de los supermercados han empezado a pedir comida.

—¿Cómo la estás viviendo vos, te cambió mucho la rutina?

—He sido muy afortunado, tanto por lo que te he contado, como por el hecho de que el Máster en Creación Literaria de la Universidad Pompeu Fabra que dirijo ya había acabado las clases. Ahora los chicos (varios argentinos, uruguayos y chilenos, por cierto), están escribiendo sus proyectos finales, encerrados en sus casas, de modo que yo también puedo trabajar en eso desde mi computadora. En el resto de mis trabajos, los artículos, los libros, los proyectos, ya estoy habituado a no moverme de aquí. Por supuesto que ahora dedico muchas horas a jugar con los niños, a ser su maestro y a limpiar. Pero lo llevamos bien.

Algunos libros de Jorge Carrión
Algunos libros de Jorge Carrión

—¿Qué libros te han pedido los vecinos?

—Muchos libros infantiles, cómics y álbum ilustrado. Solamente tres vecinas me han pedido novela: les he dejado Alegría, de Manuel Vilas, Libertad, de Jonathan Franzen, y Los recuerdos del porvenir, de Elena Garro.

—¿Alguna anécdota graciosa o curiosa en estos préstamos de libros?

—De momento, no. Pero sí que me ha sorprendido que, a raíz de mi iniciativa, los vecinos han empezado a prestarse libros entre ellos, sobre todos lo que tienen niños de entre 9 y 12 años.

—¿Pudiste convertir a alguien ajeno a los libros en lector?

—Creo que no. Pero sí he introducido a un chico a la lectura de cómic para jóvenes, que es un género bastante nuevo y realmente fascinante. De hecho, me di cuenta de que mis hijos tenían el libro repetido y se lo regalé.

—Tu idea fue muy comentada en las redes, ¿te sorprendió la trascendencia?

—Las redes son muy caprichosas. Ya casi nada me sorprende en ellas. También han sido bien recibidas otras propuestas que he impulsado durante las últimas semanas, como un taller de no ficción por WhatsApp, que está yendo muy bien, o un ciclo de conferencias sobre los clásicos y la idea de crisis, que empiezo el martes en el Zoom de la librería Nollegiu. Agradezco a las redes sociales que me permitan estar en contacto con mis lectores del resto del mundo, sobre todo de América Latina. Y sí, a veces, se vuelven un poco locas.

(@jorgecarrion21)
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La iniciativa se reproduce de formas impredecibles. Bajo su mismo tuit, algunas personas cuentan que en sus edificios y barrios sucede lo mismo. Un usuario, por ejemplo, posteó una foto donde se ve una pila de títulos y un cartel: “Estos libros son para ayudar a pasar el tiempo”. En Argentina, Patricio Zunini —también periodista, también escritor— dejó una caja con libros en la entrada del edificio donde vive. Al otro día, varios vecinos se llevaron material de lectura. Uno dejó una carta: “Estamos muy agradecidos por este generoso gesto que tan bien nos hace en estos momentos”. Lo contó en las redes sociales, así como también el economista y politólogo Alejandro Prince y la profesora Flavia Pittella, que subieron fotos sobre cómo colectivizar la lectura en el encierro.

¿Cuándo empezó la cuarentena? La respuesta varía según los países. ¿Cuándo terminará? Eso nadie lo sabe. Algunos, los más optimistas, dicen: pronto. Los pesimistas: nunca. También están los que ya aprendieron a convivir con la incertidumbre, que creen que la normalidad volverá cuando se descubra la vacuna contra el covid-19. Mientras tanto, todos estamos sobreviviendo. Hay realidades más duras, pero el problema global es qué hacer con el tiempo. Más redes sociales, más televisión, más videollamadas. El fantasma del aburrimiento es gigante. Sin embargo, para combatirlo o, mejor, para no temerle más, está la literatura. Los lectores lo saben: no hay mejor antídoto contra el tedio que un buen libro. Jorge Carrión también lo sabe. De hecho, lo milita.

(@jorgecarrion21)
(@jorgecarrion21)

—¿Cómo ves el futuro de la literatura?, ¿creés que cambiarán los hábitos?

—Sin duda, todo cambia, y estamos en un lento proceso de digitalización de la lectura, que probablemente se acelere en este extraño 2020.

—Por último, ¿qué hacés y qué te rodea mientras respondés estas preguntas?

—Estoy tomando notas para un artículo y respondiendo e-mails como éste, mientras mis hijos de cuatro y cinco años dibujan en la misma mesa del comedor su primera página de cómic. Les he trazado las líneas de seis viñetas. Al menor le he dibujado yo los personajes y él los pinta; el mayor se ha atrevido a hacerlo solo. ¡Dos artistas!

*Contra Amazon (Galaxia Gutemberg) es un ensayo en defensa de las librerías en el que Jorge Carrión reflexiona sobre cómo la tienda online y otras empresas cambian la forma que tenemos de entender la lectura y la literatura.

Fonte: Infobae

Servicios relacionados con los datos de investigación por parte de las bibliotecas universitarias: mucho a ofrecer, mucho por formar

Texto por Alexandre López

Choice es una unidad editorial de la Association of College & Research Libraries (ACRL), una división de la American Library Association (ALA). Choice y ACRL ofrecen herramientas de desarrollo profesional de biblioteconomía, dentro de las cuales se incluyen seminarios, podcasts, libros blancos, ensayos bibliográficos y publicaciones digitales, pensados para formar y reforzar las habilidades de los bibliotecarios. En este caso, se trata de un informe liderado por la reconocida profesora Carol Tenopir juntamente con tres profesores más de diversas universidades de los Estados Unidos.

Tal y como describen ya desde el inicio, se trata de un estudio a través de encuestas que sirve para actualizar y comparar lo realizado el año 2012 y que fue reseñado en este mismo blog1 en 2013 por parte de Alicia García García y Fernanda Peset. Independientemente de los principales resultados que se mencionarán posteriormente, es siempre interesante el hecho de poder medir diferentes espacios temporales, para conseguir la perspectiva. Así como en 2012 los servicios de datos de investigación (RDS por sus siglas en inglés) se anunciaban como retos de futuro, este año ya no hablamos como entonces de un servicio añadido de mucho valor, sino como una necesidad inseparable del personal investigador y académico.

Para entender los cambios, recordemos dos comentarios finales que se hacían en aquella reseña:

«Los datos de investigación están empezando a reconocerse como una fuente de conocimiento propia e independiente de las publicaciones que pueden emplearse en la validación de los resultados de investigación publicados en artículos, para generar nuevo conocimiento y ser explotados de manera interdisciplinar.»

«(…) si la biblioteca no se involucra activamente en la prestación de estos servicios, es muy probable que sea otro departamento el que los proporcione, apartando a la biblioteca de su labor en el proceso de investigación; y por tanto perderían una oportunidad para dar servicio a un rango más amplio de agentes sociales interesados en la gestión de los datos.»

En ambas realidades entonces reseñadas, nos encontramos los retos de futuro en todos los diferentes ámbitos del ciclo de la investigación (diseño de la investigación, compilación de datos, análisis de resultados, extracción de resultados y conocimiento) donde los datos son una necesidad. 

Para hacer la investigación en 2019, las encuestas fueron enviadas a algunas de las instituciones que ya la completaron y se aumentó con las de la lista de contactos de la ACRL, unas 3.160 direcciones de las cuales respondieron alrededor del 6 %. Más allá de la representatividad de la muestra, desde mi punto de vista, el interés radica en las respuestas y en la configuración de los servicios que ofrecen las bibliotecas académicas. También se llevaron a cabo 27 entrevistas a personal de algunas de las instituciones que respondieron la encuesta. Así mismo, el nivel de detalle de las preguntas hace que, por ejemplo, muestre la mayor parte de resultados en función del tamaño de las instituciones o bien por tipo de instituciones.

El trabajo permite, pues, comprender el nivel de servicios que las bibliotecas académicas de los Estados Unidos están ofreciendo en relación a la gestión de datos de investigación. Hay que tener en cuenta que el incremento de obligaciones y requerimientos por parte de los financiadores (públicos y privados) también en aquel caso se convierten en la fuerza motriz, el punto de encaje entre la voluntad de ofrecer nuevos servicios y la necesidad por parte de los investigadores de apoyo para una forma de gestionar (y difundir) sus resultados.

Los principales resultados del estudio son:

  • La mayor parte de bibliotecas académicas ofrecen servicios de información/consulta alrededor de los RDS.

  • Las bibliotecas en universidades que forman parte del grupo de las doctoral universities (según la Carnegie Classification of Institutions of Higher Education las intensivas en investigación de calidad) son las que más ofrecen RDS de tipo informativo.

  • Aquellas bibliotecas que ofrecen servicios y asesoramiento técnico (technical/hands on) lo iniciaron en los últimos tres años. De nuevo, una visión y un debate interesante sobre si es el ámbito bibliotecario quien debe ofrecer este servicio, también en el sentido de la alfabetización en curación, gestión y preservación de datos por parte de su personal.

  • En el caso de los servicios de información, lo más habitual es ofrecer fuentes de apoyo, seguido de la creación de guías de apoyo a la gestión de datos.

    Figura 1. RDS de tipo informativo/consulta ofrecidos por las bibliotecas que respondieron la encuesta. Fuente: Informe reseñado
  • Uno de los servicios más populares en el asesoramiento técnico incluye la participación directa con investigadores en un proyecto o un equipo de trabajo. De alguna forma, enlaza con el rol de bibliotecario integrado en el ámbito de la investigación, ahora en el caso de los datos de investigación para poder participar ya desde el inicio del diseño de los experimentos con un uso más o menos intensivo de datos.

    Figura 2. RDS de tipo técnico ofrecidos por las bibliotecas que respondieron la encuesta. Fuente: Informe reseñado
  • Las instituciones de investigación ofrecen más apoyo técnico, mientras que todas las instituciones piensan en identificar datos y datasets que podrían añadirse a los respectivos repositorios. De forma lógica, las bibliotecas tienen un papel clave en esta identificación, ya sea para los repositorios institucionales como para los temáticos.

  • Todavía hay un 44 % de las bibliotecas que han respondido que no tienen RDS, o bien por falta de financiación, de tiempo, de interés por parte de los investigadores o por falta de personal.

  • Las bibliotecas más grandes son las que tienen más bibliotecarios o especialistas dedicados a los RDS.

  • La mayor parte de instituciones de investigación están contratando nuevo personal para responder a las necesidades crecientes de RDS.

    Figura 3. Liderazgo y responsabilidad principal para los planes y programas de RDS. Fuente: Informe reseñado

Los autores concluyen que el abanico de opciones y tipos de RDS es grande, y que no es necesario que la biblioteca deba ofrecer todos los servicios, sino que una buena evaluación de capacidades y recursos puede conducir a planificar RDS realistas y con sentido. Así, por ejemplo, un 40 % de las bibliotecas dicen que colaboran con otras unidades de sus campus, cuestión que me parece clave para tener aproximaciones globales a la gestión de datos de investigación incluyendo la visión legal, técnica y de descripción. En diversos de los datos se ofrece también la visión del 2012 para poder comparar.

Los dos únicos puntos débiles, desde mi punto de vista, serían que faltaría una visión sobre la formación que hacen las bibliotecas, así como utilizar la terminología FAIR (findable, accessible, interoperable, reusable). Así mismo, el papel de los repositorios y su capacidad para poder dar respuesta a las necesidades también hubiera sido relevante, como se ha podido ver en estudios como el de FAIRxFAIR del CSUC. Complementa perfectamente las encuestas que se llevan a cabo en investigadores, como las que llevan a cabo en Digital Science.

A modo de cierre, podemos decir que se trata de un informe interesante para:

  • Científicos en general con requerimientos y responsabilidades referentes a los planes de gestiones de datos de sus proyectos, dado que encontrarán el contexto de los servicios que pueden ofrecer los servicios bibliotecarios.

  • Bibliotecas universitarias y de centros de investigación que ya están ofreciendo (o deberían) muchos de estos servicios y que pueden encontrar buenas prácticas, así como tendencias de futuro. 

  • Profesionales de la información en general que entienden que la gestión de datos necesita de la colaboración entre los múltiples grupos de interés implicados. En este caso, los datos abiertos son los relativos a la investigación, pero su tratamiento, la necesidad de descripción y metadatos son comunes en múltiples ámbitos y administraciones.

1 García García, Alicia; Peset, Fernanda (2013). «Tres en uno, tres informes sobre la gestión de los datos de investigación». Blok de BiD, 04/09/2013.

Fonte: Blok de Bid

Tesouro da Biblioteca do mosteiro de Santa Escolástica digitalizado

Manuscrito da Divina Comédia

Mais de duzentos incunábulos, os livros impressos com tipos ou carácteres móveis das prensas mecânicas, da Biblioteca de Santa Escolástica em Subiaco, serão digitalizados. As obras são dos séculos XV e XVI

Texto por Vatican News

Os incunábulos, livros impressos com tipos ou caracteres móveis das prensas mecânicas, da Biblioteca de Santa Escolástica em Subiaco, serão digitalizados. Parte da catalogação dos 206 incunábulos, impressos entre a metade do século XV e o ano de 1500, pertenciam aos monges beneditinos de Subiaco. O projeto é coordenado e dirigido pela Biblioteca Nacional Central de Roma, em colaboração com o Consórcio Europeu de Bibliotecas e o Mosteiro Beneditino e será financiado pela Fundação Polonsky.

A iniciativa, organizada em módulos, concentra-se em pequenas coleções públicas, privadas e eclesiásticas, espalhadas pelo território italiano que conservam acervos de extraordinária preciosidade e raridade e requerem particular atenção para sua tutela, conservação e utilização.

Onze bibliotecas de mosteiros no projeto

Além do Mosteiro de Santa Escolástica a fase inicial do projeto contará com a participação das abadias de Santa Justina, Praglia, Montecassino, Farfa, S. Nilo em Grottaferrata, Casamari, a Certosa de Trisulti, a Abadia de Cava dei Tirreni e o Oratório dei Gerolamini de Nápoles. São as 11 bibliotecas anexadas aos monumentos nacionais que foram retidas no final do século XIX pelo Estado Italiano depois da lei de confisco e que agora pertencem ao Ministério dos Bens Culturais e Turismo.

Leitura obrigatória para os monges

No site do Mosteiro de Santa Escolástica, lê-se que desde a redação da “Regra” de São Bento, foi imposto aos monges “a leitura tanto privada quanto comunitária, principalmente em particulares momentos do ano litúrgico. Portanto era necessário um lugar para conservá-los, mas em Santa Escolásticas não ficou nenhum sinal desta prática”. No final de 1100, o abade João V, amante da cultura, criou um “Scriptorium” na estrutura, para o qual chamou miniaturistas de grande fama de mosteiros italianos e estrangeiros.

Entre as várias comissões recorda-se a do “Sacramentarium Sublacense”, hoje conservado junto da Biblioteca Vallicelliana de Roma. No final de 1300 a biblioteca de Santa Escolástica contava com 10 mil livros, muitos dos quais foram perdidos com o passar dos séculos. Em 1465 sob iniciativa de dois clérigos o Mosteiro tornou-se sede da primeira tipografia italiana e aqui em 29 de outubro foi impresso o primeiro livro italiano no chamado “estilo Subiaco”.

No século XIX os livros foram confiscados pelo Estado Italiano e, como outros bens do mosteiro, colocados em leilão. Depois Santa Escolástica tornou-se um Monumento nacional. Hoje é Biblioteca Estatal e conta com 100 mil livros, 3780 pergaminhos, 15 mil documentos do ano de 1500 em diante, 440 códigos manuscritos e mais de 200 incunábulos, dos quais apenas 3 impressos em Subiaco.

Os promotores da iniciativa

Quem são os promotores do projeto? O Consortium of European Research Libraries, é uma entidade de pesquisa para a criação de instrumentos para o estudo de livros antigos impressos e manuscritos, enquanto que a Fundação Polonski dedica-se em investir em programas filantrópicos com objetivos de conservação, valorização e livre utilização das heranças históricas e dos patrimônios culturais e ao democrático acesso ao conhecimento e ao saber. O projeto de digitalização dos incunábulos das bibliotecas monásticas na Itália foi encaminhado em 2018.

Fonte: Vatican News

INCONFIDÊNCIA MINEIRA: DIÁRIO E DOCUMENTOS DE TIRADENTES ONLINE

Feriado. O feriado nacional de 21 de abril é uma homenagem a Tiradentes e, para os mineiros, a data tem um significado ainda mais emblemático. Os ideais que iniciaram a busca por liberdade e autonomia frente à Coroa Portuguesa, resultando na execução de Tiradentes em 21 de abril de 1972, nasceram em Minas Gerais. E, para além de uma revolução social, a Inconfidência Mineira inspirou – e continua a inspirar – uma vasta produção artística.

A Inconfidência Mineira também é destaque em dois equipamentos culturais no Circuito Liberdade, o Arquivo Público Mineiro (APM) e a Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais. No primeiro espaço, que guarda registros antigos sobre a formação do Estado, o visitante – ou pesquisador – tem acesso a milhares de documentos do Poder Executivo Estadual e aos documentos privados de interesse público.

Nesse acervo arquivístico existe uma coleção dedicada à Inconfidência Mineira, com registros datados de 1742 a 1967.  No Sistema Integrado de Acesso (SIAAPM), estão disponíveis, on-line, documentos originais referentes à administração da Capitania, com registros dos inconfidentes antes mesmo de serem reconhecidos dessa forma. Um deles é o diário de despesas de Tiradentes, que pode ser acessado aqui, e descreve, entre outros itens, a quantia de 72 mil réis,valor que o alferes recebeu entre 1781 e 1872 do império português.

Ainda disponíveis para consulta estão os documentos a respeito dos desdobramentos das investigações dos inconfidentes, conhecidos como os Autos de Devassa da Inconfidência Mineira. Em um dos processos, há um auto derivado de uma queixa feita à administração da Capitania, pedindo a devolução de uma escrava que havia sido confiscada junto com os bens de Tiradentes, disponível aqui. A versão integral do processo foi publicada pela Imprensa Oficial durante as décadas de 1970 e 1980 e também está disponível para consulta neste link.

Já na Biblioteca Estadual, a conspiração ganha contornos poéticos. A obra “Poesia dos inconfidentes: poesia completa de Cláudio Manuel da Costa, Tomás Antônio Gonzaga, e Alvarenga Peixoto” (Ed. Nova Aguilar, 1996) é um compilado sobre a produção literária de alguns inconfidentes, desde a criação do primeiro casal mítico da literatura, em Marília de Dirceu, ao tom satírico das Cartas Chilenas.

Em produções mais contemporâneas, destaque para “Romanceiro da Inconfidência” (Ed. Livros d Portugal, 1953), de Cecília Meireles, inspirado em uma visita que a autora fez a Ouro Preto. Há, ainda, opção para as crianças, com o livro “Joaquim José: a História de Tiradentes para Crianças” (Ed. Nova Fronteira, 1985), de Hélio Faria, que narra uma aventura lúdica sobre o período.

Devido às medidas de isolamento impostas para diminuir os impactos do Coronavírus, os equipamentos culturais da Secult estão fechados para visitação.

Fonte: Jornal da Cidade de BH

Bibliotecas públicas de SP promovem atividade sobre mediação de leitura na era digital

Em maio, escritora e jornalista Goimar Dantas conduzirá encontro online voltado a profissionais do setor

O SisEB (Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo) realizará a atividade “Mediação de Leitura na Era Digital”, nos dias 5, 6 e 7 de maio. O evento gratuito, que tem vagas limitadas, será online e contará com três turmas (cada uma em um dos dias citados), sempre das 15h às 17h.

A atividade será conduzida pela escritora e jornalista Goimar Dantas e visa abordar a mediação de leitura por meio de uma interação ativa nas plataformas digitais. As pré-inscrições podem ser feitas em http://siseb.org.br/agenda/.

O público-alvo e os pré-requisitos para participar são:

  • trabalhar em bibliotecas de acesso público do Estado de São Paulo;

  • ter ensino superior completo;

  • ter boas noções de informática, internet;

  • ter acesso por banda larga.

O link de acesso à plataforma será enviado um dia antes da atividade. Importante acrescentar que condições especiais de atendimento, como tradução em Libras, devem ser informadas na pré-inscrição. Saiba mais em: www.siseb.org.br.

Fonte: Portal do Governo do Estado de São Paulo

Sete medidas a serem consideradas na reabertura das bibliotecas pós-pandemia

Há tempo para começar a pensar e planejar um protocolo de ação antes da reabertura das bibliotecas, garantindo a segurança das equipes da biblioteca e de seus usuários

Economia colaborativa: conheça as 5 vantagens da biblioteca de objetos

Por Ademilson Ramos

Você é daquelas pessoas que quando precisa muito de um objeto compra, só usa uma única vez e depois se arrepende de ter comprado? Quem nunca, não é mesmo? E se existisse um lugar onde você pudesse pegar emprestado esse objeto, ou apenas alugá-lo por um tempo, ao invés de comprar? Não seria perfeito? 

Pois lá na Alemanha esse lugar já existe e se chama Leila Berlin: um espaço de doações e empréstimos de “coisas”. Funciona de uma forma muito simples: os objetos são divididos em três salas. Na primeira foram colocadas roupas e afins. Neste ambiente a pessoa pode levar qualquer coisa, assim como pode deixar o que não utiliza mais. 

As ferramentas, barracas de camping e coisas que se utilizam poucas vezes foram divididas nas outras duas salas. Para usá-los as pessoas precisam solicitar o empréstimo e pagar uma taxa de garantia, que é restituída quando o objeto é devolvido.

O trabalho por lá é todo feito de forma voluntária. O objetivo: conscientizar as pessoas sobre a importância de consumir menos e de aprender a ser mais colaborativo.

Como toda boa ideia merece ser valorizada, a biblioteca de objetos já chegou aqui no Brasil, mais precisamente no Ceará, onde está sendo construída a primeira cidade inteligente inclusiva do mundo: a Smart City Laguna.

Biblioteca de objetos da Smart City Laguna (Ceará)

A biblioteca de objetos de Laguna foi inaugurada em 2019. É um espaço gratuito onde os moradores, e a população da região, podem pegar emprestadas ferramentas por um tempo determinado. São vários os tipos de ferramentas disponíveis: serrote, serra arco, parafusadeira, furadeira, entre outros. 

O empréstimo é feito por meio de um aplicativo: o Planet App. A pessoa escolhe o objeto no app, faz a reserva, vai no Hub de Inovação, que fica na entrada da Smart City Laguna, assina um termo de responsabilidade sobre o objeto e deixa um valor de R$ 5 como caução. 

De acordo com Susanna Marchionni, CEO da Planet Smart City no Brasil, empresa que está construindo a cidade inteligente inclusiva, a biblioteca de objetos foi criada com o intuito de incentivar os cidadãos a recuperar, reciclar e reutilizar objetos que não são de uso diário, gerando praticidade e economia para os usuários.

Veja as 5 vantagens da biblioteca de objetos

  1. O empréstimo é bom para o meio ambiente: reduz o desperdício e a produção de coisas supérfluas e melhora a utilização dos recursos naturais. 
  2. Economia: se você for a uma biblioteca de objetos, tem uma enorme variedade de itens por uma pequena taxa de aluguel.
  3. Compartilhar faz bem: um estudo realizado pela Universidade de Bonn, na Alemanha, mostrou que substâncias gratificantes são liberadas no cérebro quando compartilhamos ou doamos.
  4. O empréstimo faz com que os ambientes da sua casa fiquem mais livres. Sabe aquele lema: menos é mais? Isso significa mais espaço na sua casa e menos objetos para acumular poeira.
  5. Empréstimos conectam pessoas: por meio do compartilhamento, você conhecerá novas pessoas. O empréstimo é baseado na confiança e na amizade.

Fonte: Engenharia é

El trabajo remoto y las bibliotecas

Muchas personas que trabajan de forma remota están acostumbradas a usar el espacio de la biblioteca como oficina. Pero ¿qué pasa cuando es el personal de la biblioteca quien necesita hacer su trabajo de forma remota?

El trabajo remoto ya se presentaba como una tendencia creciente en el mundo de los negocios, pero lo que nadie podía imaginar es que la pandemia del nuevo coronavirus que ha afectado al mundo en los últimos meses provocaría una expansión tan rápida de este tipo de trabajo. Siguiendo la recomendación de las autoridades de salud para que las personas permanezcan en cuarentena en sus hogares con el fin de evitar la transmisión de Covid-19, muchas instituciones han adoptado el trabajo remoto como una alternativa para continuar con sus actividades.

Y las bibliotecas no han escapado a este cambio. Desde las primeras advertencias sobre la ocurrencia del nuevo coronavirus, varias bibliotecas han anunciado la suspensión de sus actividades abiertas al público, incluidos los eventos y exposiciones, la consulta a las colecciones físicas y el uso de salas de lectura, así la mayoría del personal de biblioteca comenzó a actuar de forma remota.

Algunas rutinas de la biblioteca se pueden mantener fácilmente durante el trabajo remoto, como la atención al usuario por correo electrónico, la difusión de información en las redes sociales y el acceso a bases de datos en línea. Otros servicios, como la indexación de documentos y las capacitaciones al público, pueden sufrir ajustes para continuar ofreciéndose con el uso de soluciones tecnológicas. En cambio otros, como la circulación de materiales de la colección, deberán interrumpirse temporalmente.

Ejemplos de servicios que la biblioteca puede ofrecer durante la cuarentena

  • Acceso remoto a bases de datos.
  • Acceso a colecciones digitales.
  • Servicio de referencia en línea
  • Curación de contenido de Internet
  • Capacitación en línea
  • Conferencias y eventos virtuales.
  • Normalización de trabajos académicos.
  • Renovación de préstamo

El personal de biblioteca está integrado por profesionales dinámicos e innovadores, que tienen la capacidad de adaptarse a los desafíos de los nuevos tiempos y aprovechar esta oportunidad para desarrollar prácticas y servicios innovadores que atraigan nuevos usuarios a la biblioteca.

Sin embargo, considerando que muchos profesionales de las bibliotecas están experimentando una rutina de trabajo remota por primera vez, y en condiciones inusuales, hemos preparado algunos consejos y buenas prácticas para ayudarles a enfrentar este período con mayor tranquilidad:

  1. Establezca una rutina

Intente seguir una rutina diaria de acuerdo con el horario de trabajo definido por la biblioteca (o establezca su propio horario, si puede). Prepárese para la jornada laboral como si realmente fuera salir a la biblioteca. Después de todo, si tiene que asistir a una reunión en línea con su equipo, no querrá presentarse en pijama o parecer que acaba de despertarse.

Recuerde reservar tiempo en su rutina para actividades de ocio con la familia, así como un período para hacer ejercicios y descansar, tratando de mantener un equilibrio entre el trabajo y la vida personal.

  1. Organice las tareas

El primer paso para organizar su rutina de trabajo remota es coordinar con sus supervisores cuáles son sus tareas y responsabilidades, alineando las prioridades y los plazos. Tenga claro cómo se evaluará su desempeño durante este período. Durante la jornada, tome nota de todas sus tareas para mantener un registro de sus actividades y del tiempo dedicado.

Si tiene niños u otras personas bajo su responsabilidad en el hogar durante la cuarentena, planifique también cómo será su día, para que se mantengan ocupados y tengan sus necesidades satisfechas. En el caso de haber otro adulto en el hogar, Intente hacer turnos para cuidar a los niños.

  1. Utilice herramientas en línea para optimizar el trabajo

Existen varias herramientas de colaboración y administración que pueden ayudarle a organizar mejor el trabajo remoto, mejorar la productividad y mantenerse en contacto con sus colegas. Defina con el equipo qué herramientas se utilizarán para la comunicación interna y con los usuarios de la biblioteca.

También puede adoptar el uso de aplicaciones propias para controlar su tiempo de trabajo, organizar tareas e incluso programar sus pausas para descanso. Pero tenga cuidado de no usar la tecnología como una distracción para el trabajo. Cuando utilice su equipo personal para comunicarse con los colegas, tome precauciones para mantener la seguridad de la información institucional. Si tiene preguntas sobre el uso de cualquier aplicación, consulte al departamento de TI de su institución.

  1. Toma descansos

Cuando se trabaja desde casa, la tendencia es pasar muchas más horas frente a la computadora. Recuerde tomar breves descansos durante su jornada para airear su mente. Levántese para activar la circulación, estírese y bebe agua. Mantener una dieta equilibrada también es importante. Por lo tanto, respete su hora de almuerzo, evite comer delante de la computadora y aproveche un descanso más largo para relajarse.

Varias instituciones han otorgado acceso a sus cursos en línea durante el período de cuarentena. Aproveche su tiempo libre para estudiar un tema nuevo, aprender idiomas o desarrollar una nueva habilidad.

  1. Informe a las personas en casa

Durante este período de cuarentena, es posible que otras personas estén en casa, por lo que es necesario hablar con todos acerca de su nueva rutina de trabajo. Elija un espacio tranquilo y cómodo y establezca los horarios en los que estará de turno. Si hay alguien más en casa haciendo trabajo remoto, pueden alternar el espacio de trabajo o, si es posible, aprovechar la oportunidad de trabajar juntos.

Para aquellos que tienen niños en el hogar, las interrupciones inesperadas son comunes. En ese caso, lo mejor que puede hacer es explicarles que está en sus horas de trabajo y combinar alguna señal para indicar los momentos en que necesita privacidad. Aproveche el tiempo de descanso de los niños para realizar tareas que requieren más concentración.

  1. Manténgase en contacto con su equipo y con los usuarios de la biblioteca.

El trabajo remoto no tiene que ser sinónimo de aislamiento. Aproveche las tecnologías para mantener la interacción con sus colegas a través de mensajes, chat o videoconferencias. Sea paciente, ayude a los colegas que muestran resistencia o dificultad con el uso de herramientas en línea (o solicite ayuda, si lo necesita). Si trabaja con atención al cliente, defina con el equipo cómo pueden usar los canales en línea de la biblioteca para mantenerse en contacto con los usuarios.

Si se siente aislado o tiene dificultades para hacer frente a este período de cuarentena, hable abiertamente con sus colegas o su supervisor. Mantenga su optimismo y sepa que esto pasará.

Recuerde: las limitaciones que enfrentamos ante la pandemia y el escenario de cuarentena afectan a todos, pero podemos tomar el trabajo remoto como una oportunidad para aprender y mirar nuestro trabajo de una manera diferente e innovadora.

 

Recursos adicionales

Desde la BBC News, 5 consejos para trabajar desde casa durante la cuarentena (y no fracasar en el intento).

Recomendaciones de seguridad de la información para el teletrabajo en tiempos de COVID‑19, por los expertos de WeLiveSecurity.

Cómo corregir la postura y cuidar el cuerpo al sentarnos frente a la computadora durante largas horas en la cuarentena.

 

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Andréa Gonçalves es bibliotecaria, investigadora y traductora, y ha inventado su propia forma de conciliar las tres actividades. Le encanta cocinar y reunir amigos para una buena conversación. Actualmente, es estudiante de doctorado en Ciencias de la Información y en Historia, Política y Bienes Culturales.

Fonte: ProQuest

¿Cómo será la reapertura de las bibliotecas tras la pandemia?

reopening

Reopening: Not “When?” But “How?” Libraries consider the realities of a post-pandemic world By Cass Balzer | American Libraries April 17, 2020

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Ver además

Escenarios futuros para la apertura de bibliotecas tras la crisis del COVID-19

Crisis del coronavirus y bibliotecas. Planeta Biblioteca 2020/03/18.

Las bibliotecas y la información sobre las pandemias

 

A medida que se extendieron las alertas  para quedarse en casa y muchas bibliotecas se vieron obligadas a cerrar sus puertas, muchas otras ya están elaborando planes para sus eventuales reaperturas, incluso cuando sigue siendo difícil predecir cómo y cuándo podrían implementarse esos planes.A medida que se extendieron las alertas de quedarse en casa, algunas bibliotecas públicas están elaborando planes para sus eventuales reaperturas, incluso cuando sigue siendo difícil predecir cómo y cuándo podrían implementarse esos planes

Una vez que se vuelva a abrir, es probable que la mayoría continúe apoyando las medidas de distanciamiento social con algunos cambios como reorganizar muebles, limpiar ordenadores entre usos, desinfectar libros y otros materiales y, tal como está considerando la Biblioteca Radnor Memorial en Wayne, Pensilvania, tal vez proporcionar horas especiales para poblaciones en riesgo como los ancianos y personas con inmunodeficiencia. “La seguridad pública y del personal siempre será mi prioridad número uno”, dice Anny Laepple, directora ejecutiva de la biblioteca.

También se están considerando otras tácticas. En lugar de crear un plan definitivo antes de la apertura, muchas bibliotecas tienen la intención de actualizar las estrategias a medida que se vayan teniendo datos certeros sobre la evolución del virus. “Estamos tratando de hacer las cosas más flexibles”, dice Amanda Bressler, subdirectora de la Biblioteca Pública (APL) de Albany (Oreg.). “Ya que que las recomendaciones y la línea de tiempo cambian constantemente”.

Muchos bibliotecarios están imaginando una reapertura por etapas, en la que los servicios se implementarán gradualmente con el tiempo.

Lori Smith Thornton, jefa de la oficina de servicios públicos de la Biblioteca del Estado de Nuevo México (NMSL) en Santa Fe, desarrolló uno de los primeros proyectos de planes de reapertura por etapas. “Me pareció racional que simplemente no podríamos volver a abrir al público sin más”, dice ella. El borrador del plan de reapertura comienza hablando de las medidas necesarias para seguir proponiendo el servicio de préstamos interbibliotecarios y el envío de libros por correo, luego exige reorganizar muebles y equipos informáticos para permitir el distanciamiento social una vez que determinadas partes del edificio, y quizás no todas, se vuelvan a abrir al público.

Aunque originalmente se creó en función del espacio y los recursos de la biblioteca NMSL en mente, el borrador del plan está siendo utilizado por otras bibliotecas públicas y estatales como ejemplo para diseñar estrategias específicas en sus sucursales. Aún así, como señala Thornton, el borrador del plan de NMSL se basa en factores fuera del control de una biblioteca: “Mucho de esto depende de la restauración de otros servicios”, como los servicios de seguridad, que en NMSL son proporcionados por una organización diferente. También, señala, “puede ser que antes de que se nos permita regresar al edificio todos los filtros de aire tengan que cambiarse”.

APL está anticipando lo que Bressler llama “una gran necesidad en la comunidad” de asistencia para la búsqueda de empleo. Por esa razón, el personal está considerando fortalecer las asociaciones con organizaciones comunitarias que pueden proporcionar servicios tales como asistencia en la elaboración de currículum. Dadas las preocupaciones de distanciamiento social, la biblioteca también está “buscando obtener un conjunto de ordenadores portátiles, para que las personas puedan utilizar un ordenador portátil y encontrar su propio espacio cómodo y lejos de las personas”, agrega Bressler.

La Biblioteca Pública del Condado de Pima (Arizona) (PCPL), con sede en Tucson, está considerando agregar una característica potencialmente controvertida a su plan de reapertura: controles de temperatura tanto para el personal como para los usuarios. El Departamento de Salud del Condado de Pima ha redactado una propuesta que pide “controles de bienestar”, que incluyen controles de temperatura para cualquier persona que ingrese a un edificio del condado.

“Estoy tratando de averiguar cómo será para las bibliotecas, porque tenemos cientos de personas que vienen todos los días”, dice la directora de PCPL, Amber Mathewson. “Nunca hemos prohibido que nadie ingrese a la biblioteca. Siempre hemos sentido que somos el refugio seguro para las personas más vulnerables”, pero dado el potencial de propagación del virus” también podríamos causar el mayor daño a la mayoría de las personas”.

Además, una vez que se vuelva a abrir, PCPL se puede comenzar limitando algunos servicios, como el acceso a los ordenadores de uso público, establecer un aforo máximo de usuarios en el edificio y limitar las horas de apertura. Mathewson dice que la biblioteca deberá tener cierta flexibilidad para garantizar la seguridad del personal y del usuario: “Todos sentimos la presión de tratar de tomar las mejores decisiones para garantizar la salud de las personas”.

Si bien las bibliotecas están trabajando para abordar los desafíos físicos causados ​​por la pandemia, muchos se preguntan cómo abordar las consecuencias psicológicas, tanto para los usuarios como para el personal de la biblioteca. Los usuarios deberán sentirse cómodos visitando los espacios públicos, mientras que el personal deberá adaptarse a una nueva forma de trabajar.

“Volver a capacitar a la comunidad sobre cómo se usa la biblioteca va a ser realmente difícil, pero esperar que el personal haga cumplir estas limitaciones será realmente un desafío”, dice Bressler. “Somos una biblioteca y queremos dar a las personas todo lo que podamos, pero eso no es algo que parezca posible en el futuro inmediato”.

Fonte: Universo Abierto

Webinar: O novo normal! Sua biblioteca está preparada para as novas necessidades?

Pensando no momento em que vivemos, as bibliotecas desempenham papel ainda mais importante na sociedade que está inserida. Como atender as novas necessidades e em consonância com as novas práticas de atendimento e disponibilização de serviços com segurança. Não perca o Webinar que será apresentado por Camila Marques, na Sexta-Feira – 24 abril – às 14h.

Para fazer sua inscrição, acesse: https://bibliotheca.zoom.us/webinar/register/WN_TL9wbIsSS2iqHCjJi69AvQ

Festival Digital de Poesia

Quarentena de poeta é escrever. Por isso, a Academia Popular de Letras (APL), em parceria com a Biblioteca Municipal Paul Harris, de São Caetano do Sul, vai realizar seu 1º Festival Digital de Poesia. A proposta é reunir poemas de autores de todas as idades e cidades e compartilhá-los nos canais digitais da Academia. Uma seleção de 15 trabalhos será publicada em um minilivro para celular.

As inscrições são gratuitas e estão abertas até as 23h59 do dia 1º de maio. Basta enviar nome do autor, cidade e um poema de, no máximo, 20 linhas para o e-mail academiapopulardeletras@gmail.com. Ao se inscrever, o autor se responsabiliza pela autoria do trabalho.

“Escritor está sempre escrevendo, mas esse tempo de quarentena pode ter sido mais produtivo. Queremos ler e compartilhar esses trabalhos. Logo nossa biblioteca estará de portas abertas de novo e vamos voltar a nos encontrar”, afirma Ana Maria Guimarães Rocha, responsável pela rede de bibliotecas de São Caetano e presidente da APL.

Fonte: ABC do ABC

A cultura do índio no acervo de Obras raras da Biblioteca Nacional

Em 1940, no México, acontece o primeiro Congresso Indigenista Interamericano que propôs aos países da América Latina a data de 19 de abril para comemorar o Dia do Índio. Após publicação do Decreto-lei nº5.540, de 2 de junho de 1943, assinado pelo então Presidente Getúlio Vargas, a celebração ocorre pela primeira vez no Brasil em 1944, através de solenidades, festividades e atividades educativas que promovem a divulgação da cultura indígena.
Na imagem, vê-se a figura do Capitão Manuel Arepquembe, chefe dos índios Coroados (Kaingang) do aldeamento de São Pedro de Alcântara.
Na imagem, vê-se a figura do Capitão Manuel Arepquembe, chefe dos índios Coroados (Kaingang) do aldeamento de São Pedro de Alcântara.

Segundo a FUNAI (Fundação Nacional do Índio), o desdobramento da lei abrange as políticas de “proteção territorial e de conservação da biodiversidade das terras indígenas por meio da execução de planos anuais de gestão ambiental, do acompanhamento de processos de licenciamento ambiental e ações coordenadas de fiscalização e monitoramento”.  A questão da terra e a luta pela preservação e legitimidade constitui uma das maiores chagas carregadas pelos povos originários.  Os efeitos da colonização na América portuguesa são sentidos até hoje, principalmente no que diz respeito à dizimação de etnias múltiplas e às tentativas de homogeneização de suas matrizes identitárias. No entanto, a história nos conta que as relações entre colonos e indígenas também foram marcadas por negociações e movimentos de resistência.

Na imagem vê-se a figura do Capitão Manuel Arepquembe, chefe dos índios Coroados (Kaingang) do aldeamento de São Pedro de Alcântara. Oriundo da região dos sertões de Guarapava, Manuel Arepquembe permanecera no aldeamento de São Jeronimo na província do Paraná até 1868, quando se mudou para o aldeamento de São Pedro de Alcântara. O aldeamento contava com cerca de 10.000 indígenas e configurava como núcleo central da operação dos missionários, pois fazia a ligação das províncias de São Paulo ao Paraná. A região também confluía o trânsito e a permanência de diferentes grupos indígenas, com destaque aos Kaingang e Guaranis- Kaiowá.  As ordenações religiosas instaladas na região sul do país resultavam do Decreto instaurado por D. Pedro II que autorizava a vinda de missionários da Ordem Menor dos Capuchinhos da Itália para administrar e organizar os aldeamentos indígenas.

Com objetivo de empregar indígenas, concedendo soldos, trabalho na lavoura e manufatura em pequenas empresas de destilaria, pólvora etc., a ideia consistia em facilitar a apropriação de terras por parte de missionários e colonos. Ao passo que a empresa missionária avançava, os aldeamentos eram tomados pela prática da colonização militar. A titulação de indígenas a postos militares era tida como contrapartida estratégica para a dominação de suas terras. Não à toa é concedida à Manuel Arepquembe a alcunha de Capitão dos Coroados.

Durante a estada do cacique e capitão Manuel no aldeamento de São Jeronimo, Frei Luís de Cemitille, diretor daquela missão relatava a dificuldade em catequisar o cacique, que não fazia o sinal da cruz e mantinha relação providencial com o aldeamento no intuito de ter acesso às provisões, especialmente armas e ferramentas.  O clima de tensão e expectativas revelava as práticas de negociação entre os missionários e os indígenas, indicando o grau de civilidade a que deixavam submeter. Os ritos católicos concorriam com algumas garantias, de propriedade, inclusive. Relações monogâmicas eram ponto de desacordo, a exemplo da preferência do cacique Manuel em manter suas quatro mulheres, sinal de poder e força conforme a estrutura social dos Kaingang.

Em 1872, o frei Timóteo de Castelnuovo relatava a homenagem que os Coroados renderam à Manuel Arepquembe, assassinado durante uma emboscada em Botucatu, província de São Paulo. Na ocasião, o cacique retornava de viagem da casa do Barão de Antonina, após acerto sobre nova empreitada de ampliação do aldeamento de São Pedro de Alcântara com apoio dos Coroados. O ritual funerário típico daquele grupo fora executado conforme suas tradições. O relato do frei demonstrava o ato como manifesto de preservação de suas origens, mas ao mesmo tempo revelava a incompreensão do clérigo ao avaliar a conduta insubordinada e não condizente com princípios de civilidade.

O desenho aquarelado de autoria do alemão Franz Keller computa como mais um dos testemunhos, entre os membros das famosas expedições cientificas, realizadas ao longo do século XIX no Brasil. Ainda que sob uma visão eurocêntrica, etnólogos, naturalistas e artistas revelavam pelas telas e relatos de viagem, preciosos registros sobre a organização das tribos indígenas. Mas, eram através dos documentos administrativos, produzidos pelas ordens missionárias quanto ao empreendimento e organização dos aldeamentos que percebemos os entraves e as formas de resistências dos grupos indígenas para preservação de sua cultura e rendição de suas terras.

(Tatiane Cova)

Na divisão de Obras Raras da Biblioteca Nacional, encontram-se algumas obras referentes ao índio e sua cultura:

ANCHIETA, José de, Santo, 1534-1597. Arte de grammatica da lingoa mais usada na Costa do Brasil. Feito pelo padre Joseph de Anchieta… Em Coimbra [Portugal]: Per Antonio de Mariz, 1595. [2], 58 f.: brasão; 16 cm (4to).

É a primeira gramática missionária portuguesa sobre as línguas indígenas faladas no Brasil que se publicou no século XVI (em língua tupi). Este trabalho, valioso por si só, é extremamente raro.

Entre os romances indianistas, se destaca Iracema: a lenda do Ceará, de José de Alencar e a Confederação dos Tamoyos, de Domingos José Gonçalves de Magalhães.

Com o subtítulo Lenda do Ceará, Iracema é um dos livros mais republicados da literatura brasileira. Sua primeira edição é de 1865 e a segunda, revista, de 1870. Nos cem anos seguintes, serão feitas, só no Brasil, 113 edições, confirmando a percepção de Machado de Assis que, num texto de primeira hora, reconheceu a novidade e importância da obra, afirmando que o futuro a teria por obra-prima. Merecem especial atenção, nesse livro, o trabalho de linguagem centrado na comparação da personagem título com elementos da natureza brasileira, a profusão de notas nas quais se desenvolve uma das ideias centrais do romance: a utilização poética dos nomes indígenas. Notável ainda o fato de a narrativa estar envolvida por uma carta do autor, na qual ele apresenta a obra como parte de um projeto de construção da literatura nacional. Excepcional interesse oferece também o pós-escrito, em que Alencar rebate críticas e discute questões ligadas à elaboração de uma língua literária nacional. (Resumo elaborado por Paulo Franchetti, biblioteca Brasiliana Mindlin). Iracema faz parte da tríade dos romances indianistas, juntamente com O Guarani e Ubirajara.

.“A Confederação dos Tamoyos” é uma obra importante porque, além de seu caráter histórico e de expor um evento pouco abordado na literatura brasileira, revela ainda a importância dos índios na história do Brasil. O livro é rico em descrições sobre os costumes dos índios do século XVI, muitos dos quais em concordância com os relatos expostos na Carta de Pero Vaz de Caminha, como: o uso de penas e pinturas no corpo para ornamento, a igualdade entre os indígenas de uma tribo, a não prática da propriedade privada e o detalhamento das aldeias onde habitavam (Stéfanie Rigamonti Blog. Dica de livro/resenha: A Confederação dos Tamoios – Gonçalves de Magalhães.

Fonte: Biblioteca Nacional

61 acciones que las bibliotecas están llevando a cabo durante el confinamiento

Texto por Julián Marquina

Las bibliotecas están potenciando su presencia en los medios y plataformas digitales debido al confinamiento de la población. El cierre de los espacios físicos no ha supuesto un cese total de actividad. Se puede decir que de las dos vías de trabajo desarrollado por las bibliotecas solamente se ha cerrado una (la física) y la mayoría de esfuerzos y recursos se están centrando en la otra que queda (la digital). Y digo la mayoría y no la totalidad porque, y aun estando en periodo de confinamiento, las bibliotecas siguen atendiendo ciertos servicios analógicos y preparando su vuelta a la incierta normalidad.

Comentar que Internet nunca ha sido un enemigo de las bibliotecas, sino más bien un aliado. Tampoco las bibliotecas han rehuido de las nuevas tecnologías y medios de comunicación, sino que los han incorporado y adaptado a su día a día. Luego está su capacidad de reinvención, imaginación y evolución, que hace que adapten y surjan nuevos servicios digitales. Toda esta suma ha hecho, y no sin sorpresa de muchos, que las bibliotecas sigan ofreciendo una gran cantidad de recursos y servicios través de Internet. Pero no solo a través de Internet, sino que también tratan de estar cerca de los colectivos más necesitados de bibliotecas.

Hace unos pocos días me lancé a la aventura (suponía que iba a ser grande, pero no titánica) de hacer una recopilación de las actividades y servicios que las bibliotecas están desarrollando (en línea, presencialmente y a través de medios análogos) en este periodo de confinamiento. Así que pregunté a mis colegas de Facebook de qué manera estaban ayudando a las personas (sin importar su edad), a los profesionales, a los colectivos desfavorecidos y a organizaciones durante la cuarentena. Agradecer desde aquí su colaboración e invitarles nuevamente a que expongan sus acciones a través de los comentarios. Y, por supuesto, encantado de incorporar nuevas acciones y hacer que esta lista crezca.

Estoy seguro que todo lo que el personal bibliotecario está haciendo desde sus casas, teletrabajando, os va a sorprender. Y antes de dejarte con todas ellas, me gustaría compartir una frase de Nuria Martínez Rey (bibliotecaria de las Bibliotecas Municipales de A Coruña) que resume en pocas palabras el excelente trabajo desarrollado por las bibliotecas:

Desde las Bibliotecas Municipais da Coruña seguimos trabajando desde nuestras casas para ofrecer propuestas de información, formación y ocio, y por supuesto, conversando con nuestros usuarios y usuarias para mantener la comunidad y sentirnos conectados unos a otros.

Actividades y servicios que las bibliotecas están desarrollando en periodo de confinamiento

Fortalecimiento de la comunicación y marca biblioteca

  • Potenciar la presencia digital de la biblioteca a través de la página web, plataformas virtuales, aplicaciones móviles y redes sociales: informar, compartir e interactuar.

  • Fomentar la lectura y el entretenimiento cultural. Además de crear y ampliar la comunidad alrededor de la biblioteca.

  • Difundir el Patrimonio Documental y Cultural de la localidad / institución.

  • Informar de la situación actual de la biblioteca a través de la página web y medios sociales y de comunicación (Facebook, Twitter, Instagram, ivoox, WhatsApp, Apps…). Además de en la página web del Ayuntamiento / organismo dependiente.

  • Comunicar a través de radio y/o televisión local e institucional información actual sobre la biblioteca, los libros y la lectura, y los servicios y actividades disponibles.

  • Retomar temas pendientes que tienen que ver con la información y comunicación de la biblioteca con su comunidad: creación / modificación de la página web, alta y/o reactivación de la interacción en redes sociales, publicación en blogs…

  • Documentar la situación actual a través de memescarteles, textos, noticias y fotografías de las calles vacías para construir la memoria del barrio / localidad.

Difusión y acceso a plataformas de contenidos digitales y préstamo electrónico

  • Difundir las plataformas de préstamo electrónico de libros, audiolibros, prensa, revistas, películas, series, documentales…, así como otros recursos en acceso abierto y recursos digitales / virtuales (podcastslibros digitalesrelatos sonorosbases de datos online).

  • Dar de alta a nuevos usuarios de la biblioteca a través del correo electrónico, formulario web y/o teléfono.

  • Facilitar el acceso a plataformas de préstamo digital a aquellas personas que no están dadas de alta en ella, que no recuerdan su contraseña o que no son usuarias de la biblioteca dándolas de alta temporalmente.

  • Difundir contenidos gratuitos externos de la biblioteca, como son plataformas de libros electrónicosaudiolibrospelículasarchivos online y bibliotecas digitalesplataformas audiovisuales, entornos de aprendizaje (autoformación), circomuseoscuentacuentos

  • Creación de materiales de ayuda y apoyo para la comunidad bibliotecaria

  • Elaborar guías de uso de recursos digitales de la biblioteca para fomentar su utilización por parte de las personas usuarias.

  • Compartir recursos, materiales y recomendaciones sobre técnicas de investigación, redacción y desarrollo de pensamiento crítico.

Recomendaciones literarias, de contenidos culturales y participación de la comunidad bibliotecaria

  • Recomendar libros, películas y otros contenidos de entretenimiento, tanto infantiles como para adultos, a través de los medios sociales (Twitter, Facebook, Instagram, YouTube, blogs, WhatsApp…), la página web y el catálogo (carruseles y bibliografías recomendadas).

  • Hacer reseñar de libros infantiles y adultos para difundirlas por los medios sociales. También pedir que sea la población adulta e infantil las que se animen a hacerlas y compartirlas.

  • Pedir a las personas usuarias de la biblioteca que recomienden libros a través de publicaciones en redes sociales, fotografías o vídeos suyos leyendo un pasaje.

  • Pedir también que manden fotografías suyas leyendo en casa,  con su colección de libros, con su libro favorito, con el libro de la biblioteca que estaban leyendo y que no pueden devolver. También con alguna cita célebre o alguna dedicatoria, incluso haciendo un bookface.

Creación de actividades digitales

  • Crear, reinventar o readaptar actividades como la cita a ciegas con libros electrónicos, el cine club, los certámenes literarios, torneos de ajedrez e incluso los escape rooms.

  • Crear concursos literarios en redes sociales (haikus, adivinar libros, relatos cortos y poesía, tarjetas lectoras, …), también concursos de manualidades, fotografía, chistes y dibujo.

  • Lanzar retos literarios y bibliotrivial para fomentar la participación en línea de la comunidad bibliotecaria.

  • Apostar por el vídeo, ya sea grabado o en directo (YouTube, Facebook e Instagram), para dramatizaciones literarias y cuentacuentostour por exposiciones, visitas en realidad virtual (360 grados), adivinanzas, recitales de poesía, lecturas compartidas, tutoriales de manualidades, guías formativas,…

  • Concertar encuentros online con autores y escritores (entrevistas y presentaciones de libros) a través de redes sociales, vídeos y directos.

  • Crear material descargable para trabajar la lectura, pero también con juegos, pasatiempos (sudoku, sopa de letras, crucigramas) e imágenes para colorear.

  • Celebrar clubes de lectura virtual a través de plataformas digitales, redes sociales o WhatsApp.

  • Celebrar talleres y otras actividades de manera virtual (tertulias en inglés, talleres de cocina, escritura, cómics, marcapáginas, sobre bases de datos y plataformas digitales, gestores bibliográficos)

  • Realizar exposiciones virtuales de interés.

  • Crear plataformas online: formativas, catálogos de libros electrónicos

  • Crear un callejero literario virtual en el que se recopilan grabaciones de los vecinos que leen poemas de los autores que dan nombre a las vías de la ciudad.

  • Realizar cursos de formación online tanto para el personal bibliotecario como para las personas usuarias de la biblioteca (en recursos electrónicos, alfabetización mediática, competencias informacionales, fake news…).

Servicio de ayuda informativa para la ciudadanía, personal sanitario e investigador

  • Crear un apartado en la página web de la biblioteca y estar activa en las redes sociales para desmentir bulos, compartir noticias de actualidad veraces y difundir fuentes fiables.

  • Implementar un servicio de información local virtual a través de la recopilación y difusión de información, noticias y canales de atención.

  • Recopilar y compartir información sobre iniciativas locales de ayuda a la población (recogida de alimentos, servicio de compra de recursos de primera necesidad…).

  • Ofrecer información actualizada, fiable y de calidad al personal sanitario e investigador.

  • Compartir noticias de interés, como ayudas o situación de confinamiento, para personas desempleadas, autónomas (freelance), emprendedoras y empresas.

  • Apoyar a investigadores, personal docente y estudiantes con referencias bibliográficas, búsquedas de materiales y contenidos en plataformas digitales, acceso a bases de datos, gestión de publicaciones científicas…

Resolución de dudas informativas e incidencias técnicas para utilizar los servicios bibliotecarios

  • Resolver consultas e incidencias individuales a través del correo electrónico, chat, messenger y teléfono.

  • Realizar asesorías técnicas en el uso de dispositivos tecnológicos y acceso a recursos digitales.

  • Hacer encuentros con personas usuarias de la biblioteca y resolver dudas a través de videoconferencias (Facebook, Zoom, WhatsApp…).

Servicio de apoyo a colectivos desfavorecidos o huérfanas de biblioteca

  • Leer libros a través del teléfono a personas mayores y dependientes. Incluso también se utiliza el teléfono para cantarles canciones y, cómo no, para escucharles en estos momentos difíciles y, en ocasiones, de soledad.

  • Cuentos por teléfono dirigido a la población infantil.

  • Llevar libros en papel de la biblioteca a la casa de personas mayores, dependientes o que se han quedado sin posibilidad de lectura. Ya sea andando, en bicicleta o a través de Protección Civil.

  • Utilizar el servicio de correo postal para mandar libros.

  • Ofrecer equipos informáticos y tecnológicos a personas que se encuentran en situación vulnerable. Tablets, portátiles, MiFi, lectores de libros electrónicos…

  • Talleres y clubes de lectura fácil online para personas con dificultades lectoras, tanto de la comunidad infantil como adulta.

  • Abrir la red WiFi de la biblioteca (y de otros servicios públicos locales) para que pueda ser utilizada por la ciudadanía.

  • Fotocopiar tareas escolares y documentos importantes para llevar a las casas de las personas usuarias.

Trabajo interno bibliotecario (presencial y digital)

  • Catalogar materiales pendientes, ampliar los plazos de devolución de materiales físicos a la biblioteca, hacer un mantenimiento del catálogo de la biblioteca (depuración, revisión y normalización de registros, además de revisión de fichas de lectores) y hacer una alimentación retrospectiva de bases de datos

  • Realizar tareas administrativas, contractuales, contables y presupuestarias de la biblioteca, rellenar las estadísticas bibliotecarias, elaborar listas de compras de materiales y realizar listado de posibles expurgos de recursos obsoletos, sin uso o en malas condiciones.

  • Realizar labores presenciales de expurgo, además de colocar estanterías y recolocar colecciones.

  • Desinfectar recursos y zonas de la biblioteca.

  • Preparar un protocolo de actuación ante la apertura de las bibliotecas.

Servicios de apoyo comunitario y de motivación social

  • Coordinar y crear lazos con otras bibliotecas, organismos locales y empresas para fomentar la alianza de servicios públicos sociales, educativos y culturales en favor de una comunidad unida.

  • Donar libros y revistas a hospitales y centros de mayores.

  • Regalar libros de la biblioteca procedentes de donaciones en distintos comercios municipales: supermercados, fruterías, farmacias…

  • Crear material sanitario con las impresoras 3D de las bibliotecas (viseras protectoras y tubos para respiradores).

  • Ceder recursos de la biblioteca a otras entidades y centros sanitarios. Como, por ejemplo, impresoras 3D, mobiliario…

  • Ser centros de acopio y suministro de jabón, desinfectantes, agua, pañuelos, mascarillas u otros recursos.

  • Crear listas de música en Spotify para animar y motivar a la comunidad bibliotecaria.

  • Mandar mensajes de normalidad, ánimo y apoyo, tanto por parte del personal de la biblioteca como de escritores locales.

  • Felicitar a las personas usuarias que cumplen años.

  • Pedir a la comunidad infantil de la biblioteca que hicieran dibujos con mensajes de ánimo para repartir entre los ingresados de los hospitales.  

Fonte: Julián Marquina

REINVENÇÕES, BIBLIOTECAS E EMPATIA: UMA ENTREVISTA COM DAVID LANKES

Ele fala um pouco da realidade das bibliotecas dos Estados Unidos frente ao contexto do coronavírus, além do papel social dos bibliotecários não somente durante, mas, principalmente, no pós-pandemia

Texto por Jorge Prado

Átila Iamarino, em eloquente entrevista para a BBC Brasil, afirma que “o mundo mudou, e aquele (de antes do coronavírus) não existe mais”. Toda a sua entrevista nos convida para uma impiedosa reflexão, mas somente essas poucas palavras já são capazes de desarticular nosso modus operandi. Enquanto bibliotecários e bibliotecárias, não poderia deixar de ser diferente.

Indiferente da unidade de informação que atuamos, é fácil nos pegar pensando em como fomos pegos tão repentinamente. Este panorama em que estamos, tão à la Camus, foge de qualquer planejamento de crise que tenhamos imaginado e agora nos coloca de mãos quase que atadas.

O que fazer?” provavelmente é a pergunta que mais temos nos feito. O que fazer de atividade física? O que fazer para me alimentar? O que fazer com essa imensidão de cursos online gratuitos que nasceram mais que de uma ninhada de coelhos? O que fazer para ajudar o próximo? Neste casamento de pandemia com infodemia, a esperança de pegar o buquê ao final se iguala à esperança de um novo casamento, entre a empatia e a coletividade.

Diante de tudo isso, algumas iniciativas surgiram rapidamente para tornar (ou ampliar), de alguma forma, a atuação de nossas bibliotecas. A Federação de Associações de Bibliotecários (FEBAB) criou o “Informação em Quarentena” (um boletim colaborativo de curadoria de conteúdo), o IBICT surgiu com o “Ciência Aberta é vida” (diretório de fontes de informação científica de livre acesso sobre o COVID-19) e a Associação de Bibliotecários do Distrito Federal trouxe o “CONVIDE-i9” (uma biblioteca digital colaborativa com inúmeros recursos sobre o tema).

Isso sem falar nas inúmeras atividades idealizadas voluntária e individualmente por profissionais e por coletivos que nasceram na pandemia. Um desses coletivos é o Librarian Supportfocado na relação das bibliotecas com suas comunidades. Para falar sobre isso, entrevistamos o professor David Lankes, da Universidade da Carolina do Sul e um dos idealizadores da proposta.

Lankes é doutor em Information Transfer (Syracuse University) e diretor da School of Library and Information Science da University of South Carolina. Ele vem buscando consolidar uma perspectiva de “Nova Biblioteconomia”, retratada em obras como “The Atlas of New Librarianship” (2011) e “Expect More: demanding better libraries for today’s complex world” (2012). Nessa entrevista, ele fala um pouco, além do seu projeto, da realidade das bibliotecas dos Estados Unidos frente ao contexto do coronavírus, além do papel social dos bibliotecários não somente durante, mas, principalmente, no pós-pandemia

ESCOLA DE BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO DA UNIVERSIDADE DA CAROLINA DO SUL JUNTAMENTE DO PUBLIC LIBRARIES 2030, ESTÃO TRABALHANDO NUM PROJETO CHAMADO Librarian Support. COMO ESTA IDEIA NASCEU E COMO FUNCIONA O PROJETO?

Ele surgiu, creio que da mesma forma que os demais projetos que surgiram durante esta pandemia, a partir do seguinte questionamento: “o que podemos fazer para ajudar as bibliotecas enquanto elas estão fechadas?”. Na Europa e nos Estados Unidos, o fechamento das bibliotecas aconteceu de maneira muito rápida, sem tempo para se planejar. Em uma reunião com fundadores do PL2030, me dispus a fornecer alguma formação, capacitação para bibliotecários que agora estão em home office. Como a sugestão foi bem acolhida, recorri à Universidade da Carolina do Sul para contribuir.

A primeira proposta foi a de fornecer vídeos de seminários online, sobre temas e técnicas da biblioteconomia, que já fizemos, mas logo em seguida, o pessoal se prontificou a realizar aulas em tempo real. Acabamos de adicionar esses vídeos ao site e continuamos a ir ajustando o projeto conforme novas necessidades vão surgindo.

QUE RESULTADOS A EQUIPE ESPERA ALCANÇAR COM O PROJETO? ALGUM DELES JÁ FOI ALCANÇADO?

Tínhamos duas intenções em mente: fornecer capacitação para os bibliotecários que estariam trabalhando de casa durante a pandemia e dar aos meus professores e outros bibliotecários uma maneira de contribuir durante este contexto, ajudar de alguma forma. Ficar em casa é a coisa mais importante que todos podemos fazer para reduzir a atuação do vírus Covid-19, mas isso somente não traz uma contribuição ativa. Ao fornecer materiais ou participar de uma entrevista online, podemos não apenas fazer o bem, mas nos sentirmos melhor através dessas práticas.

Bibliotecários e professores compartilham um objetivo em comum, que é o de fazer o bem, o Librarian Support era uma maneira de direcionar essa energia. Embora eu adorasse que mais pessoas participassem das sessões em tempo real, os conteúdos foram muito bem recebidos e quem participa está dando excelentes contribuições; portanto, desse ponto de vista, ele alcançou seus objetivos.

Menos visíveis, mas igualmente importantes, foram as conversas offline que tivemos como parte desse esforço. Saber o que os bibliotecários estão passando na Dinamarca, nos Estados Unidos e na Irlanda tem sido incrivelmente útil. Existem todos os tipos de novas ideias e projetos que surgiram para ser aplicados para quando a epidemia passar. Muita discussão sobre como os valores profissionais são vistos é claramente tão importante quanto as habilidades profissionais. Quando as bibliotecas fecharam, alguns funcionários se esforçaram para encontrar novos meios de atender uma população local de maneira segura. Alguns outros profissionais não tinham algumas das habilidades para saber o que fazer.

A emergência da pandemia também mostrou fragilidades na abordagem com a comunidade que muitas bibliotecas adotaram. Usamos os prédios das bibliotecas para obter bons resultados de nossos serviços e produtos, mas as primeiras coisas que passamos a oferecer quando ficamos online é meramente emprestar e-books.

Demorou um pouco para entender como poderíamos apoiar a comunidade também por meio de leituras em voz alta e até hospedar reuniões virtuais em grupo, além de inúmeras outras possibilidades. Minhas histórias favoritas são quando as bibliotecas tiveram que fechar seus espaços físicos e aproveitaram a oportunidade para chamar seus “frequentadores” para garantir que estavam bem. De qualquer forma, essa crise mostra quanto mais bibliotecas precisam estar online para apoiar suas comunidades.

ALÉM DOS PROFESSORES DA UNIVERSIDADE DA CAROLINA DO SUL, HÁ UM FORMULÁRIO NO Librarian Support EM QUE QUALQUER PROFISSIONAL PODE OFERECER SEUS SERVIÇOS PARA A COMUNIDADE. QUE TIPO DE PERFIL TEM ESSES PROFISSIONAIS? ESTA COMUNIDADE QUE É ATENDIDA É INTERNACIONAL OU SOMENTE CONCENTRADA NOS ESTADOS UNIDOS?

Matt Finch, nosso primeiro convidado para atividades em tempo real, apontou que há um grande número de pessoas da comunidade que são vitais para a biblioteca, mas que não trabalham especificamente em bibliotecas. Consultores, palestrantes, freelancers, pessoas que trabalham com projetos que possam colaborar com as bibliotecas.

Quando as bibliotecas fecharam seus espaços físicos, eles se preocuparam, com razão, com o bem-estar de sua equipe. Nós, como bibliotecários, também precisamos nos preocupar com essas pessoas. Ele sugeriu que criássemos um sistema para dar destaque ao trabalho que elas podem fazer, portanto, qualquer profissional pode preencher o formulário com suas habilidades que julga poder colaborar com a biblioteca.

NO BRASIL, DURANTE A PANDEMIA, AS BIBLIOTECAS ESTÃO COM SÉRIOS PROBLEMAS EM COMO TORNAR SEUS PRODUTOS E SERVIÇOS DISPONÍVEIS E EM COMO AJUDAR POPULAÇÕES EM CERTOS TIPOS DE VULNERABILIDADE, COMO AS PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA OU OS EXCLUÍDOS DIGITALMENTE. NOS ESTADOS UNIDOS, COMO AS BIBLIOTECAS E SEUS PROFISSIONAIS ESTÃO TRABALHANDO DIANTE DESTA PROBLEMÁTICA?

Aqui, temos o mesmo problema. Quando bibliotecas, escolas, universidades e empresas tornaram suas atividades online, passou a presumir que todo indivíduo tivesse acesso à internet. Mas longe disso. Nos Estados Unidos, a internet é tratada como um utilidade pública, mas não é regulamentada como tal. Não há projetos de lei para prestação desse serviço a ambientes rurais ou centros urbanos carentes. Portanto, as disparidades socioeconômicas e o distanciamento digital que já existiam antes do vírus, agora foram ampliados.

Houve algumas tentativas para resolver isso enviando ônibus escolares como pontos de acesso móveis, por exemplo. Muitas escolas fizeram compras de emergência de Chromebooks para equipar seus alunos com tecnologia em suas casas. Escolas e bibliotecas ativaram o wi-fi novamente e seus estacionamentos passaram a funcionar como novos “cibercafés”.

Outro fato que esta crise mostrou, tanto nos Estados Unidos como na Europa, é que a lei de direitos autorais precisa de algumas disposições sérias de emergência. As bibliotecas universitárias buscam fornecer acesso aberto a suas bases de dados para acelerar pesquisas sobre o Covid-19. As bibliotecas escolares e públicas estão criando leituras sobre algumas interpretações incompletas da lei de direitos autorais. Nossos países precisam deixar claro que, quando fornecemos nossos serviços online, não forçamos esses serviços a se tornarem piratas e que devemos respeitar toda a legislação de acesso que existe por detrás.

VOCÊ ACREDITA QUE A ATUAL SITUAÇÃO POSSA TRAZER UMA NOVA CULTURA DE ORGANIZAÇÃO E USO DE BIBLIOTECAS, TRANSFERINDO DO MODELO ANALÓGICO E PRESENCIAL PARA UM MAIS REMOTO E DIGITAL?

Quando lá no início estávamos desenhando o Librarian Support, eu imaginava que iríamos nos concentrar em gerenciamento de crises e em atividades mais imediatas. Mentes mais inteligentes que a minha, no entanto, me convenceram de que precisávamos fornecer ideias e capacitação para quando as bibliotecas fossem abrir novamente. Pressionar por mudanças imediatas, durante uma epidemia, como foi apontado, pode ser muito frustrante porque muitas bibliotecas não conseguem implementar projetos totalmente novos durante este contexto.

Por outro lado, em conversas com bibliotecários de diversas partes do mundo, começamos a ver uma pressão muito interessante por mudanças a partir do momento que as bibliotecas poderão abrir suas portas novamente. Muitos bibliotecários que estão em home office tiveram que ser criativos para atender às necessidades de seus membros. Os bibliotecários estão se engajando em um trabalho mais criativo do que antes, porque as ferramentas que eles usualmente utilizam em seus ambientes de trabalho não vieram com eles para casa, o tão venerado acervo distanciou-se.

É muito provável que pós-pandemia teremos profissionais com uma mudança de modelo mental, mais criativos e soltos das amarras de suas estantes. A pandemia mostrou às bibliotecas como seus serviços e produtos online são insuficientes se seu foco estiver distante das necessidades da sua comunidade. Bibliotecários estão sendo forçados a ser mais criativos e estão gostando disso.

ESTE PERÍODO DE QUARENTENA DESTACOU INÚMERAS FRAQUEZAS COM NOSSA RELAÇÃO AO TRABALHO, À EDUCAÇÃO, À ECONOMIA E ÀS PRÓPRIAS RELAÇÕES HUMANAS. VOCÊ, ENQUANTO DIRETOR DE UMA ESCOLA DE BIBLIOTECONOMIA, CONSEGUE PERCEBER NECESSIDADES DE MUDANÇAS QUE PRECISAM SER FEITAS NA FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO?

Acho que isso tudo coloca uma nova realidade nas coisas que sempre dissemos que ensinamos. Saber trabalhar com tecnologias, capacidade de gerenciar crises, trabalhar online de maneira eficaz, estreitar o distanciamento digital, tornar a comunidade real online… tudo isso abordávamos de um viés muito teórico. Sabíamos que eram importantes, mas ter uma forte presença física (um prédio bonito e acessível, um acervo rico…) sobressaía em relação ao desenvolvimento de nossas habilidades digitais.

Agora sabemos que elas são extremamente importantes e, ainda mais, quais delas são fundamentais para tempos de crise. Em linhas gerais, não vejo tópicos totalmente novos para a formação do bibliotecário, mas com certeza vejo um nível diferente de ênfases aos assuntos e disciplinas que trazemos para a sala de aula.

Fazendo uma alusão à curva de performance do vírus, também temos uma curva de modelo mental. Há pouco mais de um mês, nossa curva subia rapidamente no quesito de fornecer entretenimento, formação, orientações. Esta curva se estabiliza quando passamos a nos questionar sobre a necessidade de ser produtivo, de ter de consumir todo esse conteúdo disseminado, de estar presente em inúmeras transmissões ao vivo. E daqui algum tempo, a curva irá declinando, nos colocando num lugar que deixou de ser o mesmo de antes para um que trará a seguinte e constante questão: que bibliotecas entregaremos às nossas comunidades a partir de agora?

Fonte: Biblioo

La salud mental de bibliotecario

Texto por Alejandra Sofía Méndez Irizarry 

Arte de Deana Sobel Lederman

A lo largo del 2020 muchos países han sufrido el impacto del nuevo coronavirus de 2019 (COVID-19).  La propagación del COVID-19 comenzó a sentirse en occidente en febrero.  Rápidamente en marzo los primeros dos casos se reportaron en Puerto Rico.  A pesar de la acción inmediata por parte del gobierno de la isla caribeña en crear una ordenanza de toque de queda, esto ha llevado consigo grandes retos.  El cierre de escuelas, universidades y bibliotecas ha llevado a que muchos educadores transfieran sus clases a formas remotas en línea.  Dicha práctica se ha replicado en los continentes americanos.

El cierre de las instalaciones físicas de las bibliotecas y demás instituciones educativas ha impulsado la migración de servicios a plataformas remotas.  La clase magisterial y los bibliotecarios de referencia han ofrecido sus servicios en línea.  En el caso de los bibliotecarios que trabajan con el desarrollo de colecciones, muchos han optado por la catalogación de recursos impresos en sus hogares.  La curación de contenido en línea y subscripciones, la cual de por sí posee elementos remotos, también se ha transferido al entorno doméstico de los bibliotecarios.  Esta necesidad inmediata de adoptar estrategias para saciar las demandas laborales y de los usuarios, ha llevado consigo un proceso de acoplamiento forzado.  Para todos ha sido un proceso de aprendizaje, inclusive para los profesionales diestros en la enseñanza en línea o a distancia.  No obstante, debido al auge e implementación instantánea, se está comenzando a documentar las complicaciones en cuanto a poder llevar estos servicios satisfactoriamente.

Los bibliotecarios son profesionales esenciales para el acceso a la información, el funcionamiento de instituciones educativas, la documentación cultural de las comunidades, entre otros aspectos de valor añadido.  A pesar del valor del personal bibliotecario, el mantener las bibliotecas abiertas es parte de un debate.  Por un lado, hay quienes abogan por la necesidad de mantener las bibliotecas abiertas y con acceso limitado.  Dicho argumento desprende de la necesidad de algunos miembros de la comunidad que se encuentran en el lado en desventaja de la brecha digital.  A su vez, mantener las bibliotecas abiertas en momentos de crisis justifica su valor y asegura su estabilidad económica.  No obstante, este tipo de práctica ha sido identificado como uno que pone en peligro el bienestar del personal y de los usuarios.  El personal de varias bibliotecas ha comunicado a través de las redes sociales que la seguridad y bienestar de todos trasciende la necesidad de justificar el quehacer diario.  La campaña en las redes sociales (i.e., Twitter) #closelibraries, continúa activa.  Incluso, han creado perfiles en Twitter que atienden este reclamo. No obstante, esta postura no soluciona los retos que impone las desigualdades sociales.

Este último punto, sobre la brecha digital, fue uno de los temas que se discutió en el foro #Bibliotecasencasa: ¿Cómo las bibliotecas pueden extender sus servicios durante las cuarentenas?  Entre las estrategias para atender la brecha digital se identifica la comunicación con las comunidades a través de mensajes SMS.  El Foro está disponible en el canal de YouTube de IFLA LAC.

Cabe mencionar que este punto es uno que se debe retomar y atender durante la crisis y al final de esta.  Esta conversación es una longeva en el campo de las ciencias bibliotecarias y de la informática.  No obstante, la crisis actual ha mostrado que la brega digital es una más profunda; incluso en países altamente industrializados.

Al igual que la población que visita las bibliotecas, el personal bibliotecario también está enfrentando retos a raíz de la pandemia de COVID-19.  Entre las preocupaciones que se han comunicado es la propagación del virus en los centros de información, la protección del personal, preocupaciones sobre el impacto económico del cierre de las bibliotecas, entre otros factores individuales.  En entradas anteriores se ha discutido el agotamiento (“burnout”) del personal bibliotecario.  A pesar de que la situación actual no necesariamente resulta en el mismo tipo de agotamiento, sí puede llevar a esto.  Dentro de las circunstancias que se están desenlazando, el personal de referencia se encuentra intentando proveer servicios a estudiantes, profesores, investigadores y la comunidad a través de plataformas de chat, mensajes de SMS, videoconferencia, entre otros.  Para muchos es un reto.  Lo que una vez podía ser una transacción de referencia en persona ligera, ahora muestra tomar más tiempo.  El orientar sobre herramientas en las computadoras, localizar recursos y hacerlos disponibles conlleva estrategias creativas.  Las destrezas tecnológicas del personal bibliotecario son esenciales.  Sin embargo, hay que tener en cuenta que los usuarios no necesariamente poseen el mismo nivel de capacitación en las tecnologías ni acceso.  Bajo estas circunstancias el personal debe preguntar el dispositivo que el usuario está utilizando y crear soluciones junto a sus colegas sobre cómo atender las necesidades de información.

Dentro de este proceso es necesario que los administradores y el personal de las bibliotecas tengan en cuenta la salud mental de su personal.  A pesar de que muchos de los bibliotecarios y educadores se encuentra en sus casas, esto no implica que tienen más tiempo en sus manos.  Al contrario, debido a la necesidad de permanecer en las casas, las labores profesionales y domésticas se han mezclado bajo un techo.  Debido a las limitaciones que poseen algunos hogares, es difícil replicar la agilidad de la labor del profesional de la información.  En sus columnas, Aisha S. Ahmad, expresa la dificultad que muchos académicos han confrontado para realizar sus labores.

Many of my colleagues have expressed distress that their ability to produce top-tier research has been affected by the crisis, even though they seem to have more time to write than ever under lockdown.” (Ahmad, 2020).

Junto a la inhabilidad de poder realizar labores, se encuentran las demandas de ser productivo durante este periodo.  En varios webinar se han hecho recomendaciones sobre cómo mantenerse activo o productivo durante la crisis.  Algunas estas recomendaciones son viables para algunos.  No obstante, las desigualdades sociales que ha exaltado la pandemia están llevando a niveles de estrés y agotamiento acelerados.

La conectividad con los colegas es imperativa en el proceso de crisis.  El personal de recursos humanos de la Universidad de Pittsburg recomienda lo siguiente:

  • Contactar a tus colegas, miembros de la facultad (en caso de trabajar en una escuela, universidad o colegio) y personal de la unidad. El comunicarte con ellos para saber si tienen alguna necesidad o escucharlos es vital para muchos debido al distanciamiento físico que se está experimentando.

  • Se recomienda el exaltar la labor que el personal está haciendo durante la crisis.

  • Buscar alternativas para mantener los canales de comunicación abiertos. Junto a ello, intentar buscar formas creativas para animar a tus compañeros.

  • Comunicar claramente cuales son los límites de las tareas a realizarse durante la crisis.

  • Tomar en cuenta las lecciones que se han aprendido y cómo las bibliotecas pueden mejorar sus ofrecimientos a distancia.

  • Intercambiar ideas para atender las diversas necesidades de la comunidad.

Además de estas recomendaciones, se debe tener en cuenta prácticas que se puedan aplicar para manejar el estrés.  Basándome en las recomendaciones hechas sobre el manejo del agotamiento en el trabajo, expongo las siguientes:

  • Tomar recesos. A pesar de que estás trabajando desde el hogar, cambia de espacio.  Algunas prácticas que se pueden emplear para tomar recesos son el alejarse de la computadora durante la ingesta de alimentos o antes de la hora de sueño.

  • Permitirse cambiar de espacio de trabajo durante el día. Si tienes la habilidad de hacerlo, hazlo.  El estar en un espacio fijo todos los días por periodos prologados puede llevar al agotamiento emocional.

  • Durante el periodo de ingesta de comida, evitar hablar del trabajo. También se recomienda evitar cualquier actividad que pueda producir ansiedad; incluyendo el leer o ver noticias.

  • Identifica actividades que ayudan a relajarte y practícalas. Existen un sinnúmero de actividades que ayudan a despejar la mente.  El hacer nada también es válido.

  • Reducir el consumo de noticias y contenido en las redes sociales. Todos deseamos saber cómo ha evolucionado la crisis.  ¿Ha mejorado?  ¿Ha empeorado?  Algunas lecciones de la vida nos han enseñado que las malas noticias tienden a comunicarse rápido.  De haber un cambio catastrófico o perjudicial, te enterarás.  Usualmente habrá alguien en tu lista de contactos que te lo comunicará.

  • Tome tiempo para acceder a talleres en línea de desarrollo profesional o algún interés que entiendas que puedes compartir con tus colegas. La profesión bibliotecaria tiene la versatilidad de aplicar varias ramas del saber.  No todos los desarrollos profesionales tienen que limitarse a la gestión de la información.

Otros consejos útiles pueden ser consultar literatura sobre el manejo de otras crisis.  En el caso de Puerto Rico, las estrategias desarrolladas y empleadas después del paso de los huracanes Irma y María pueden aplicarse.  Entre estas se encuentra la limpieza de las unidades de información, cómo ofrecer o asistir a usuarios que se encuentran en la brecha digital.  El intercambio con colegas de otros países, de tener acceso, es útil.  Recursos como Infotecarios y asociaciones profesionales como IFLA facilitan dicho intercambio.

Finalmente, comparto algunos consejos de mi autoría.  Algunos coinciden con consejos expresados por expertos u otros colegas en las redes sociales:

  • Mantenga presente que esta situación es temporera. Por ende, no es normal.

  • Es aceptable sentirse triste o ansioso. Cada cual tiene derecho a sentir y padecer.

  • Procura por tu seguridad y la de tu familia. La seguridad no se limita a salud, sino a el ambiente en el que te encuentras.

  • Si deseas ayudar a alguien, pregunta si necesita ayuda y qué tipo de ayuda necesita. No impongas el tipo de ayuda que las personas.

  • Ten en cuenta que todos gozamos de diferentes privilegios. Cada uno de ellos está ligado a nuestra situación socioeconómica.  Por ende, no debemos comparar, juzgar ni dictar cómo cada persona maneja la crisis.

  • Evita propagar información falsa, artículos sobre conspiraciones gubernamentales o materiales que puedan causar incomodidad emocional.

  • Si te sientes abrumado, que tu salud está en peligro, busca ayuda. Al igual que el bienestar físico, la salud mental es importante.

¿Has identificado algún consejo que no se haya mencionado?  Compártelo a través de los comentarios o las el perfil de las redes sociales de Infotecarios.

Referencias

Ahmad, A.S. (2020). Why you should ignore all that coronavirus-inspired productivity pressure. Chronicle of Higher Education. https://www.chronicle.com/article/Why-You-Should-Ignore-All-That/248366

Ahmad, A.S. (2020). Productivity and happiness under sustained disaster conditions. Chronicle of Higher Educationhttps://www.chronicle.com/article/ProductivityHappiness/248481

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Mattson, K. (2020, 6 de abril). Zoombombing is just the start. How to protect student privacy during the remote learning explosion. School Library Journalhttps://www.slj.com/?detailStory=Zoombombing-Is-Just-the-Start-How-To-Protect-Students-Privacy-During-the-Remote-Learning-Explosion-coronavirus-COVID19

Méndez Irizarry, A.S. (2020, 18 de marzo). La protección al personal bibliotecario en tiempos de emergencias. Infotecarioshttps://www.infotecarios.com/la-proteccion-al-personal-bibliotecario-en-tiempos-de-emergencias/#.XpWyhFP0nMI

Peet, L. (2020, 9 de abril). IMLS, CDC offer guidance for disinfecting returned library books. Library School Journalhttps://www.slj.com/?detailStory=IMLS-CDC-offer-guidance-for-disinfecting-returned-books-library-journal-coronavirus-covid19

Pineda, J.M. (2020, 1 de abril). El rol del bibliotecario digital: desinformación y noticias falsas del COVID-19. Infotecarioshttps://www.infotecarios.com/el-rol-del-bibliotecario-digital-desinformacion-y-noticias-falsas-del-covid-19/#.XpWyVFP0nMI

Pleitez, J. (2020, 30 de marzo). Conclusiones del Foro Virtual #BibliotecasEnCasa ¿Cómo las bibliotecas pueden extender sus servicios durante las cuarentenas? Infotecarioshttps://www.infotecarios.com/conclusiones-del-foro-virtual-bibliotecasencasa-como-las-bibliotecas-pueden-extender-sus-servicios-durante-las-cuarentenas/#.XpWyWVP0nMI

Ostman, S. (2020). Fighting fake news in the pandemic. American Librarieshttps://americanlibrariesmagazine.org/blogs/the-scoop/covid-19-fighting-fake-news-pandemic/

Univisión Chicago (2020, 26 de marzo). ¿Los libros de las bibliotecas pueden transmitir COVID-19? Dr. Juan aclara. https://www.univision.com/local/chicago-wgbo/los-libros-de-las-bibliotecas-pueden-transmitir-el-covid-19-dr-juan-aclara

Venet, A.S. (2020, 7 de abril). Social-emotional support in the new world of distance learning. School Library Journalhttps://www.slj.com/?detailStory=Social-Emotional-Learning-Support-in-the-New-World-of-Distance-remote-Learning-coronavirus-covid19-libraries-teachers-education

Fonte: Infotecarios

Bibliotecária Suzana Mafra comenta importância do Dia Nacional do Livro Infantil

Texto por Jaison Lorenceti

Bibliotecária Suzana Mafra

Neste sábado, 18, comemora-se o Dia Nacional do Livro Infantil e Dia de Monteiro Lobato. A data também é reservada para o Dia do Amigo. Num universo tão amplo de possibilidades, o livro é sempre uma boa companhia, principalmente em tempos de pandemia.

O distanciamento social criou desafios para superar aspectos da quarentena. No caso das crianças, a suspensão das atividades escolares e dos centros de educação infantil, fez quem os pais e tutores responsáveis tenham que inovar na hora de brincar e lidar com o ensino dos menores.

A bibliotecária brusquense, Suzana Mafra, concedeu entrevista ao vivo no Programa Da Hora para comentar sobre a importância da leitura ao público infantil.

Este é um período diferente que a gente vive, inédito; estamos invadidos por diversas mídias e também pode ser aproveitado para novos conhecimentos e hoje pela data eu recomendo a leitura do Monteiro Lobato”, destacou.

Suzana enfatizou que o conhecimento do público em geral das obras de Lobato é muito ligado aos conteúdos televisivos, com releituras da obra do escritor, considerado o maior autor nacional da literatura infantil. Porém, Suzana recomenda o toque e o envolvimento das crianças com os livros.

Ainda sim recomendo aos pais e a famílias que busquem pelo menos um livro do Lobato, e apresentem aos seus filhos. Ele foi um autor que viveu bastante e teve tempo de rever em vida toda a sua obra – principalmente a infantil”, destacou.

De acordo com a escritora, o acesso das obras é possível através da internet e na própria Biblioteca Pública Ary Cabral.

O Dia de Monteiro Lobato, também conhecido como Dia Nacional do Livro Infantil

Como estaria Monteiro Lobato, com este coração enorme pelo Brasil e pelas crianças no dia de hoje, diante deste tempo; ele foi um amigo do nosso país e teria muito o que dizer neste momento”, ressaltou.

Sobre o contato com a leitura, Suzana comentou que é importante inserir na vida dos filhos e utilizar de momentos distintos para apresentar obras literárias, que ajudam no desenvolvimento das crianças.

Vejo que os pais buscam orientar os filhos, mas o sistema, como está estruturado, essa velocidade toda, fica um pouco complicado, porém, é preciso apresentar a leitura pois a criança vai absorver aquilo que ela está pronta (os pais e professores são pontes) ”, explicou.

Segundo Monteiro Lobato: “Um país se faz com homens e livros.”

Sobre o catálogo de obras literárias infantis, Suzana chamou atenção para obras que tenham conteúdo didático.

Nós vivemos um momento de editoras de livros nunca vistos, somos tentados a comprar pela capa (o design evoluiu), então penso que livro é investimento e acho que a criança menor brinca, hoje é um objeto de decoração e não mais aquele objeto de guardar. Não deve ser mais um bem permanente e sim consumido, estar próximo”, ponderou.

Suzana Mafra é autora de livros infantis, poeta e bibliotecária

Suzana é autora dos livros Borboletras: poemas curtos que voam, pela Editora da UFSC, e e50 crônicas escolhidas, ambos pela Design Editora. Em 2010, ganhou o Primeiro lugar no concurso OFF FLIP poesia e recebeu menção honrosa no Prêmio Hernâni Cidade, de Portugal. Atua como bibliotecária na Biblioteca Pública de Brusque, onde desenvolve projetos de incentivo à leitura. Para as crianças, publicou o livro O Anjo Avoado, em parceria com a ilustradora Márcia Cardeal, pela editora Nova Letra.

Fonte: Rádio Diplomata

Biblioteca Nacional busca salvação na internet durante período de quarentena

Instituição tem uma equipe para garimpar material no acervo e disponibilizar nas redes sociais

Texto por Fábio Zanini

Há 70 anos, a nascente tradição carioca de tomar mate gelado na praia ganhava um grande impulso com uma entrevista do então técnico da seleção brasileira, Flávio Costa, ao Anuário Esportivo Brasileiro.

É conhecida sua ação como hidrante, sobremodo preciosa no futebol, em que, não raro após a peleja, certos jogadores apresentam perda de dois até três quilos”, declarou Costa, num golpe de marketing para as empresas produtoras da erva no sul do país, que buscavam emplacar o hábito na então capital da República.

No momento em que a população do Rio de Janeiro está privada do esporte e do consumo da bebida na areia, o acesso a esse tipo de material histórico pode oferecer um pequeno alento.

É essa a aposta da Biblioteca Nacional, que passou a fazer uma curadoria de seu acervo digital nas redes sociais desde o início da quarentena provocada pelo combate ao coronavírus.

Com 2 milhões dos 8 milhões de itens de seu acervo disponíveis na internet, a instituição montou uma equipe para garimpar material de interesse e exibi-lo em textos com linguagem informal postados em suas contas no TwitterFacebook e Instagram.

Temos um tesouro da memória bibliográfica e iconográfica brasileira, que precisa ser acessado pelo público em geral, não apenas por pesquisadores”, diz o presidente da Biblioteca, Rafael Nogueira.

No material disponível há jornais, revistas, fotografias, gravuras e documentos em geral. Todo ele está aberto online, mas o acesso acaba muitas vezes ficando restrito a estudiosos.

A ideias é que as redes sociais sejam a porta da entrada para esse acervo, com publicações que levam diretamente aos documentos no site da Biblioteca.

Começamos em janeiro com três posts por semana. Depois pedi um por dia, e atualmente temos de dois a três diários”, afirma Nogueira.

Os funcionários do corpo técnico da Biblioteca vasculham material da instituição, identificam itens com potencial de leitura e escrevem textos em linguagem informal. Uma equipe de cinco pessoas adapta para as redes sociais.

Material histórico que tenha relação com fatos do momento têm prioridade.

Veio daí a ideia de falar sobre o futebol e o mate, aproveitando o momento em que o cidadão carioca está saudosista de elementos tão importantes de sua rotina.

Na Sexta-Feira Santa, o tema escolhido, obviamente, foi a Páscoa, com um dos links postados levando para uma página da revista infantil O Tico-Tico, de 1913.

Uma ilustração de página inteira da publicação, que circulou do começo do século passado até a década de 1970, trata dos “ovos de Paschoa” (termo usado na imagem postada) e de como eram vistos por diferentes gerações na época.

Aos pequeninos, ovos de assucar e chocolate, que eles comem com prazer”, diz a revista, que complementa: “Vovó e vovô recebem saborosos ovos frescos, que tratam de comer pela manhã, no alegre almoço de domingo de Paschoa”.

Inevitavelmente, material relacionado a outras crises de saúde pública tem ganhado destaque, como no caso da chamada Revolta da Vacina, contra medidas saneadoras conduzidas pelo médico Oswaldo Cruz.

Um dos itens exibidos pelas redes sociais da Biblioteca Nacional é um exemplar da revista Ilustrada “O Malho”, de 1904.

Numa página, uma imensa caricatura mostra Cruz sentado numa charrete puxada por dois porcos, com chicote numa mão e uma enorme seringa na outra. No bagageiro, a figura de um homem inerte, representando “Zé Povo”.

Segundo o presidente do órgão, a audiência da Biblioteca Nacional digital já cresceu com a inovação. Foram 7,9 milhões de acessos em março, contra 6,85 milhões em fevereiro, um aumento de 15%.

O projeto, pensando primeiro para o período da crise, deve se tornar permanente. “A consulta digital ao acervo é importante também para preservar ao máximo o material físico, que é muito frágil”, afirma o Nogueira.

Com cerca de 600 servidores, dos quais 300 são efetivos e 300 terceirizados, a biblioteca está fechada durante a crise do novo coronavírus, apenas com serviços de segurança, manutenção e proteção contra incêndios funcionando.

O comando da instituição por enquanto foi preservado, em meio ao processo da troca de titular da Secretaria Especial da Cultura, agora a cargo da atriz Regina Duarte.

Professor de história conservador, Nogueira é ligado a Olavo de Carvalho, mas tem procurado se manter afastado do tiroteio entre o filósofo e a nova secretária. Carvalho reclamou publicamente do fato de Regina ter nomeado alguns assessores com passado esquerdista.

Esperançoso de seguir no cargo, ele já planeja duas exposições físicas para o pós-isolamento.

Uma prevista para julho, sobre Dona Maria 1ª, que fugiu com a família real de Portugal para o Rio de Janeiro em 1808 e será caracterizada como “a primeira rainha do Brasil”, e não “a rainha louca”, como passou para a história. Outra, em setembro, celebrará os 250 anos do nascimento do compositor alemão Ludwig van Beethoven.

Fonte: Folha de São Paulo

Biblioteca do Senado atualiza guia de fontes primárias sobre novo coronavírus

Bases de dados incluem provedores privados de informação científica
Pedro França/Agência Senado
Fonte: Agência Senado

A Biblioteca do Senado atualizou o guia de fontes primárias de informação sobre o coronavírus com novas bases nacionais e internacionais de conteúdo científico e acadêmico, num total de 19 novos itens. Entre as mais recentes fontes de pesquisa incluídas no guia estão os sites da Associação Médica Brasileira, da National Library of Medicine (EUA) e da plataforma Especialistas e Pesquisas-Coronavírus, desenvolvidas especialmente para tratar do tema pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. Segundo o bibliotecário Osmar Arouck, do Serviço de Pesquisa Parlamentar (Sepesp), o documento,  disponível aqui,  já teve mais de 2.400 visualizações.  

Osmar relatou que, em consequência da pandemia, muitos provedores privados de informação científica abriram o acesso de suas bases, o que permitiu tornar público esse conteúdo e incluí-lo no material desenvolvido pela Biblioteca do Senado. Ele ressalta que o Sepesp tem mantido uma rotina diária de identificação de fontes confiáveis de informação sobre a covid-19 focada em duas linhas principais: informações sobre a doença e ações para o enfrentamento da pandemia. Esse trabalho, informou o servidor, tem a função de conservar o caráter de atualidade e integridade que a própria demanda desse tipo de informação exige.

A nossa Biblioteca está atuando na busca, sistematização e disseminação de informação de qualidade para que as decisões tomadas no Senado sejam realizadas com base em conhecimento seguro e atual. Deste modo, nos sentimos associados às ações que beneficiam a população brasileira e podemos oferecer à nação um serviço público de qualidade — disse Osmar.

A coordenadora da Biblioteca, Patrícia Coelho, reforça a necessidade da atualização do guia e diz que a ideia é incluir outros conteúdos sempre que uma nova base de pesquisa estiver disponível.

A importância dessa atualização é colocar à disposição dos parlamentares e do público em geral novas fontes de informação confiáveis — informou a coordenadora.

Patrícia afirmou ainda que a Biblioteca está à disposição para realizar pesquisas bibliográficas sobre o novo coronavírus e outros assuntos. O atendimento está sendo feito pelo e-mail biblioteca@senado.leg.br.

O guia de informações primárias e outros documentos de interesse amplo estão disponíveis na Biblioteca Digital do Senado Federal.

Fonte: Agência Senado

Serviços de leitura online oferecem aprendizado e entretenimento durante a quarentena

Para celebrar o Dia do Livro Infantil, comemorado neste sábado (18/04), a Prefeitura de Hortolândia destaca os serviços de leitura online oferecidos gratuitamente à população. Além do Bibliozap, serviço de atendimento da Biblioteca Municipal via aplicativo WhatsApp, há um um acervo digital de livros (veja abaixo) online, que pode ser consultado de casa. Ambos oferecem aprendizado, distração e entretenimento, durante os dias de quarentena causados pela pandemia do Coronavírus.

De acordo com a Secretaria de Cultura, na Biblioteca Municipal “Terezinha França de Mendonça Duarte”, os títulos infantis mais emprestados são os do autor Monteiro Lobato e o Diário de um Banana. Todos os dias, a Bibliozap envia dicas de leituras. Outra sugestão é acessar o acervo digital  disponibilizado pelo link http://biblivre.hortolandia.sp.gov.br/Biblivre5/single/. São mais de 16.585 títulos catalogados, dentre entre eles, 1.479 infantis.

Nossa iniciativa visa minimizar os efeitos da suspensão das atividades presenciais oferecidas rotineiramente na Biblioteca e demais unidades culturais. As atividades online atuam com foco em disseminar as políticas públicas culturais, garantindo acesso gratuito à diversidade de conteúdo”, destacou a secretária de Cultura, Alessandra Amora Barchini.

BIBLIOZAP

Quem ainda não é cadastrado no serviço e quer receber as dicas, basta enviar uma mensagem de solicitação de cadastro para o BiblioZap, cujo número é (019) 99578-6759. A biblioteca iniciou o serviço BiblioZap em setembro do ano passado. 

Fonte: Prefeitura de Hortolândia

Bibliotecas do IFSul lançam campanha Multa Solidária para ajudar famílias carentes durante a pandemia

Usuários com débitos na biblioteca podem fazer a doação de alimentos online diretamente ao Banco de Alimentos do RS e ter o valor da multa descontado

A já tradicional campanha das bibliotecas de trocar o valor das multas de seus usuários por doação de alimentos ganha ainda mais importância em um momento de crise como o enfrentado hoje. Estudantes e servidores que têm aquela pendência por terem entregado o livro com atraso podem quitar o débito com um gesto de solidariedade. Simples e seguro. Através da doação online ao Banco de Alimentos do Rio Grande do Sul.

Para participar da campanha o usuário precisa seguir três passos básicos, que serão explicados em seguida: consultar o valor da multa, fazer uma doação equivalente e enviar o comprovante por e-mail à biblioteca a qual está vinculado.

Passo 1 – Sabendo o valor de seu débito

Para realizar a operação o usuário deve primeiramente consultar o valor de sua multa, através do Meu Pergamum, menu Empréstimo e escolher a opção Débito.

Passo 2 – Efetivando a doação

De posse do valor devido, é preciso acessar o site Doe Alimentos e criar um cadastro aqui. Em seguida, clicar em Enviar Cadastro.

Após a etapa anterior, o usuário deverá escolher os produtos que deseja doar, tomando o cuidado para que da doação some o valor devido. Em seguida, o doador deverá clicar em Finalizar Doação e, depois, em Confirmar doação. Nessa etapa, será necessário escolher a forma de pagamento. Se for boleto, insira CPF e celular e, então, clique em Gerar boleto. Se for Cartão de crédito, preencha todos os dados e clique em Confirmar pagamento.

Passo 3 – Enviando o comprovante à Biblioteca

Após efetuar a doação, será enviado para seu email (cadastrado na página Doe Alimentos) o comprovante de pagamento. Sendo assim, este comprovante deverá ser enviado para o email da Biblioteca a qual o usuário está vinculado. O abono da multa será efetuado em até 2 dias úteis a contar da data de envio do comprovante. Após esse prazo, o usuário poderá verificar a baixa no débito através do sistema Pergamum em “Meu Pergamum”.

A duração da campanha valerá enquanto persistir a suspensão das atividades presenciais no IFSul, como medida para conter a propagação do Coronavírus. O Banco de Alimentos do Rio Grande do Sul distribui as doações às famílias em situação de vulnerabilidade social de todo o estado.

Confira a lista dos e-mails de cada biblioteca para o envio do comprovante da doação:

CAMPUS

E-MAIL

BAGÉ

bibbg@ifsul.edu.br

CAMAQUÃ

biblioteca@camaqua.ifsul.edu.br

CHARQUEADAS

biblioteca@charqueadas.ifsul.edu.br

GRAVATAÍ

gr-biblioteca@ifsul.edu.br

JAGUARÃO

jg-coen@ifsul.edu.br

LAJEADO

bibliotecalajeado@ifsul.edu.br

NOVO HAMBURGO

bibliotecanovohamburgo@ifsul.edu.br

PASSO FUNDO

biblioteca@passofundo.ifsul.edu.br

PELOTAS

biblioteca@pelotas.ifsul.edu.br

PELOTAS VISCONDE DA GRAÇA

biblioteca@cavg.ifsul.edu.br

SANTANA DO LIVRAMENTO

bibliotecalivramento@ifsul.edu.br

SAPIRANGA

bibliotecasapiranga@ifsul.edu.br

SAPUCAIA DO SUL

biblioteca@sapucaia.ifsul.edu.br

VENÂNCIO AIRES

bibliotecavenancio@ifsul.edu.br


Fonte: Instituto Federal Sul-rio-grandanse

Biblioteconomia a distância do Claretiano é o único classificado com nota máxima no MEC

Foi publicada no dia 13, segunda-feira, no Diário Oficial da União (DOU) a portaria nº 96, de 09 de abril de 2020, na qual o MEC (Ministério da Educação) reconhece o curso a distância de Biblioteconomia – Bacharelado, do Claretiano – Centro Universitário de Batatais. De acordo com o documento a instituição pode oferecer até 1200 vagas anuais em todo território nacional. O reconhecimento pode ser consultado no site do E-mec.

A coordenadora do curso, a Profª Drª Aline Cardoso de Brito, explicou que o reconhecimento do curso é a confirmação de que a instituição faz um bom trabalho e os alunos fizeram uma excelente escolha, uma vez que a Classificação do Curso (CC) no E-MEC é nota 5, pontuação máxima da avaliação do MEC, sendo o único à distância com esse conceito. Vale lembrar que essa nota varia em uma escala de 1 a 5.

“O reconhecimento confirma acima de tudo, que oferecemos um ótimo curso, bem como a tranquilidade de que no futuro, nossos alunos serão excelentes profissionais. A publicação também atesta que estamos no caminho certo, oferecendo uma formação de qualidade”, conta a Profª Drª Aline Cardoso, coordenadora do curso.

Saiba mais…

O curso de Biblioteconomia é oferecido em todos os polos de apoio presencial do Claretiano no Brasil e no exterior, tem a duração de três anos com duas opções de estudo: com três encontros no semestre ou com um encontro por semestre. Os encontros acontecem aos sábados para a realização das avaliações presenciais de todas as disciplinas. Os principais diferenciais do curso oferecido pelo Claretiano são a sólida formação da área técnica, incluindo utilização de softwares; ampla e atualizada formação tecnológica, humana e social; a disponibilização de materiais próprios e atualizados; a utilização de Fontes de Informação variadas na formação, entre outros.

Durante o curso, o aluno vai ter conhecimentos em várias áreas, como por exemplo, comunicação, linguagens, educação, administração e computação, desenvolvendo conhecimentos em gestão da informação, fundamentos da educação, pesquisa e automação e informatização, entre outros, que são fundamentais para que o futuro profissional desenvolva habilidades em preservação, conservação de acervos, catalogação e armazenamento de informações, análise e organização de livros, documentos, revistas, fotos, filmes e vídeos.

Clique aqui, saiba mais sobre o curso e faça a sua inscrição para o vestibular do segundo semestre.

Fonte: Claretiano

Webinars A Biblioteca está aberta

A Biblioteca está aberta

Os webinars foram criados para apoiar nossos clientes na adoção do aprendizado remoto e do home office. Algumas das sessões têm temas semelhantes aos das sessões globais em inglês, mas os oradores abordarão os temas a partir de uma perspectiva local e regional. Gostaríamos de explorar tópicos que nos ajudem a encontrar as melhores práticas para transformar esta experiência numa experiência de aprendizagem que nos prepare melhor para o futuro. Teremos sessões abertas nas quais convidamos você a participar e compartilhar com seus colegas do Brasil.

Clique nos títulos em azul para se inscrever:

  • 13 de abril às 10:00 – Compartilhando experiências sobre aprendizado remoto e recursos eletrônicos – Francislene Andreia Hasmann – Grupo Ser Educacional  (Reproduzir gravação)
  • 14 de abril às 10:00 – Promoção de recursos on-line e cursos on-line de bibliotecas usando mídias sociais – Mayara Cabral – UFRJ  (Reproduzir gravação)
  • 15 de abril às 10:00 – O papel das bibliotecas e bibliotecários contra as Fake News – Mírian Cris – Universidade de Fortaleza 
  • 16 de abril às 10:00 – A importância do site da biblioteca no aprendizado remoto – Luciana Arjona – INSPER
 Fonte: EBSCO

Jovem que enfrenta câncer lança livro na Biblioteca Sinhá Junqueira

Da Redação

Evento marcou a realização do sonho de Luiara, que era publicar um livro, e também as comemorações pelo seu 14º aniversário.

A Biblioteca Sinhá Junqueira, em Ribeirão Preto, está fechada devido a Pandemia Mundial do Coronavírus, mas no mês de fevereiro promoveu um evento de fortes emoções, com o lançamento do livro “A jornada de uma garota que conquistou vitórias”, escrito pela jovem Luiara Gomes Geribola, que enfrenta um tumor no sistema nervoso.

A jovem Luiara Gomes Geribola, 14 anos, realizou o sonho de lançar o seu primeiro livro, e mostrar como não perder a esperança Foto: Divulgação

O evento aconteceu pouco tempo depois do dia 15 de fevereiro, que marca o Dia Internacional de Luta contra o Câncer Infantil. A jovem completou 14 anos na mesma data em que realizou o sonho de lançar um livro. O texto é um recado de esperança a outras tantas crianças que lutam contra o câncer.

Luiara já enfrentou duas cirurgias para tratar a doença e agora quer compartilhar sua mensagem de esperança a quem enfrenta o mesmo desafio. Em um dos trechos do livro ela ressalta: “você que sofre de um tumor, tenha fé, pois só ela te faz parar e refletir que tudo pode ter um final feliz. Mesmo com sofrimentos duros, cabe a você esquecê-los ou não”.

Algumas das pessoas que contribuíram para que o sonho de Luiara fosse conquistado Foto: Divulgação

O sonho de Luiara de publicar um livro para contar sua história foi possível graças a uma rede de apoio liderada pelo Centro de Voluntariado de Ribeirão Preto. O projeto contou com o apoio de Jaque dos Santos (diagramação), Lucas Lourenço (ilustração) e da Outras Palavras (edição).

Consórcio BDJur oferece novos conteúdos

​O Consórcio BDJur – rede de bibliotecas digitais jurídicas – teve o seu acervo ampliado, com a disponibilização de conteúdos da Biblioteca Digital do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Agora, ao pesquisar no Consórcio BDJur, é possível ter acesso a artigos, periódicos, trabalhos acadêmicos, livros e outras publicações disponíveis na Biblioteca Digital do TSE – como a obra “Evolução do sistema eleitoral brasileiro”, de Manoel Rodrigues Ferreira, publicada pelo TSE em 2005.

Gerenciado pela Biblioteca Ministro Oscar Saraiva, do STJ, o Consórcio BDJur passa a reunir acervos digitais de dez importantes repositórios jurídicos, das seguintes instituições: STJ, CJF, TSE, Senado Federal, Câmara dos Deputados, Tribunal Regional Federal da 2ª Região, Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios e Tribunal de Justiça do Ceará.

Atualmente, são mais de 120 mil documentos, número que cresce a cada dia. O consórcio oferece a possibilidade de realização de buscas simultâneas em todos os acervos digitais integrados ao sistema, o que permite encontrar as informações desejadas com mais agilidade.

Acesse o Consórcio BDJur a partir do Acesso Rápido, na parte inferior da homepage do site do STJ, no item Biblioteca. Ou vá diretamente clicando aqui.

Mais informações podem ser obtidas no telefone (61) 3319-9880.

Fonte: STJ

Brinquedoteca da UFPB lança guia de brincadeiras para realizar em casa

Material em PDF pode ser baixado e compartilhado através de aplicativos

No manual, é possível encontrar jogos de adivinhação e de tabuleiro, atividades para colorir, danças e passatempos com raciocínio lógico e teatro de bonecos. Arte: Reprodução/Divulgação
No manual, é possível encontrar jogos de adivinhação e de tabuleiro, atividades para colorir, danças e passatempos com raciocínio lógico e teatro de bonecos. Arte: Reprodução/Divulgação

No cenário de enfrentamento à pandemia causada pelo novo coronavírus (Covid-19), a medida de distanciamento social implicou a suspensão de atividades nos diversos espaços educacionais frequentados por crianças, requerendo das famílias adaptações no cotidiano.

Para atender a essa demanda e visando auxiliar as famílias usuárias da Brinquedoteca do Centro de Educação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), estudantes vinculados ao projeto de extensão “Brinquedoteca: ampliando contextos de formação docente”, coordenado pela professora Maria Teresa Falcão, elaboraram o Guia Famílias Brincantes, com atividades e brincadeiras para incentivar as famílias a brincarem em casa.

No material, as brincadeiras são apresentadas por categorias e textos descritivos. Nele, é possível encontrar jogos de adivinhação, atividades para colorir, cantigas populares; brincadeiras como esconde-esconde, passa chapéu, passarás, amarelinha, trem maluco; construção de brinquedos, contação de histórias com massinha de modelar, fantoches, desenhos; danças e atividades com movimento; jogos de tabuleiro, literatura infantil, raciocínio lógico e teatro de bonecos.

Todo o trabalho contou com a revisão de um grupo de professoras do Departamento de Fundamentação da Educação e do Departamento de Habilitações Pedagógicas do Centro de Educação, que são colaboradoras do projeto.

Fonte: Ascom/UFPB

Bibliotecas Municipais face à pandemia do Covid-19 (atividades online)

Tal como a maioria das instituições, as bibliotecas públicas foram “apanhadas” no meio das medidas de isolamento social necessárias para travar a propagação do novo coronavírus, sendo obrigadas a encerrar os seus espaços.

Assim, nesta altura em que as comunidades mais precisam de ser fortes, coesas e resilientes, as bibliotecas públicas, apesar de terem os espaços encerrados, e face à falta de conteúdos digitais disponíveis capazes de subsituir, senão tudo o que o espaço físico da biblioteca oferece, pelo menos a possibilidade de continuar a ler, de forma gratuita, e usufruir de todos os benefícios que a leitura no traz,  reinventaram serviços, adaptaram procedimentos e colaboraram na produção e disponibilização de recursos que de alguma forma possam contribuir para manter as comunidades atentas, alertas, informadas e ligadas com à sua biblioteca.

Para além dos serviços de empréstimo domiciliário (adaptado às atuais circunstâncias), a maioria das bibliotecas tem vindo a promover diversas atividades online, dirigidas a todos os segmentos de público. A título de exemplo, e por forma a dar conta da variedade de atividades realizadas, referimos aqui algumas dessas iniciativas.

[EM ATUALIZAÇÃO]

Biblioteca Municipal José Marmelo e Silva (Espinho) – “A Biblioteca noutro contexto”

Reprogramação das atividades que costumam acontecer presencialmente, adaptando-as a formatos digitais, e levadas ao público através das redes sociais (Youtube, blogue e Facebook) e do telefone:
“Tricotar Histórias” – via telefonemas regulares às  participantes (pouco familiarizadas com as novas tecnologias).
Oferta diária de periódicos e livros de diversos géneros literários  aos utentes “sem-abrigo” alojados no Parque Municipal de Campismo.

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Saber mais

Biblioteca Municipal de Faro António Ramos Rosa – Desafios às famílias

“Canta com as Histórias” – música e mimica
“Palavra puxa palavra” – Escrita criativa online
“Histórias com origami” – Oficinas plásticas

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Saber mais | Saber mais | Saber mais

Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira (Leiria) – Oficinas via facebook

“Ideias e Brincadeiras” – oficinas online lúdicas e variadas para famílias.

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Saber mais

Biblioteca Municipal Professor Machado Vilela (Vila Verde): Biblioteca sonora

Excertos de livros ou leitura de poemas para ajudar a passar os dias a descobrir livros, autores e histórias numa Biblioteca Sonora.

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Saber mais

Biblioteca Municipal Padre Manuel Antunes (Sertã) – Mini Maratona de Leitura – Dia Mundial do Livro, 23 de abril

Em registo on-line, entre as 14 e as 20 horas. Atividade com a particularidade de poder ser feita a partir de casa, sendo apenas necessário um computador e uma ligação de Internet.

Esta Mini-Maratona de Leitura inspira-se nos moldes da já icónica Maratona de Leitura – 24 Horas a Ler, que anualmente decorre no concelho da Sertã. No entanto, nestes moldes, a leitura presencial em voz alta é substituída pela leitura on-line. A escolha de obras e autores fica à consideração dos participantes, sendo apenas necessária a sua inscrição através do site www.maratonadeleitura/inscricoes, até dia 22 de abril.

As leituras serão transmitidas através de um canal do Youtube e que todos terão direito a um certificado de participação.

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Biblioteca Municipal Pedro Fernandes Tomas (Figueira da Foz) – “A Biblioteca está Online”

Oferta de conteúdos via facebook dirigidos a diversos públicos com a colaboração de leitores da Biblioteca, colaboradores regulares e outros:
“Quem Conta Um Conto” | Sessões de leitura de contos infantis de diferentes autores (segundas, quartas e sextas-feira às 10h30);
“Minutos de Poesia” | Sessões de leitura e declamação de poesia pela voz de convidados (terças-feiras às 19h00);
“Leituras Partilhadas por …” | Momentos de leitura pela voz de convidados, para partilhar os próprios textos ou as suas escolhas (quintas-feiras às 15h00);
“Revisitar as 5as de Leitura” – emissão das gravações de vários encontros com escritores no âmbito da promoção da leitura (dias  9, 16, 23 e 30 de abril às 21h30m);
“Vamos fazer…” |Sugestões de atividades criativas para realizar em família (sábados às 15h00).

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Biblioteca Municipal de Pombal – Atividades semanais  via facebook

Atividades diversas para todos os públicos: Remédios Literários (Biblioterapia) | Academia Maker (makerspace) | Desafios “Quizz Kahoot”

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Biblioteca Municipal de Porto de Mós – Clube de Leitura online

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Biblioteca Municipal de Viana do Castelo  “Uma história de cada vez…” 

Contos (facebook) pela equipa da biblioteca.

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Biblioteca Pública de Évora – “Todos no sofá, mas cada um no seu” 

Conversas online (sessões agendadas com a participação do público e de convidados).

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Bibliotecas Municipais da Moita – “A poesia continua!

Projeto dedicado aos nossos munícipes que gostam de poesia neste contexto de distanciamento físico, dando continuidade às ações de Promoção e Animação da Leitura nas Bibliotecas Municipais.

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Biblioteca Municipal da Covilhã – Atividades com a participação das famílias (via facebook)

“Espaço dos Sentidos” – Literacia da Saúde

“Casa com música” – gravações de música pelos utilizadores

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Biblioteca Municipal de Mangualde: “Estamos Contigo”

A biblioteca promove um onjunto de ações diversas planeadas para os diversos públicos, devidamente enquadradas e abrangentes, chegando às diferentes atividades promovidas normalmente pelas bibliotecas, mas agora em versão online, versão alinhada numa identidade de projeto/marca, com o devido fio condutor centrado nos cidadãos, entre as quais: Hora do Conto, Sugestões de Leitura, Atividades culturais (teatro, música) e Desafios diversos lançados online com a periodicidade e frequência adequadas aos diferentes públicos.

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Biblioteca Municipal de Aljustrel: “Abril…30 Dias 30 Histórias”

Projeto em colaboração com os dois grupos de teatro da biblioteca e com  rádio local  que transmite  leituras de histórias  durante os 30 dias do mês de abril.

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Biblioteca Municipal de Montalegre: “A Leitura tudo Cura”

Esta iniciativa em colaboração com a Rádio Montalegre que criou novos espaços na programação diária, com leituras seleccionadas para públicos distintos, a horas diferentes.

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Biblioteca Municipal de Rio Maior: “Desafios Covid-19” propostos no Facebook.

A Biblioteca Municipal convida todos os dias os leitores a participarem desafios dviertidos para fazer em casa, em família.

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Bibliotecas Municipais de Oeiras: Online quiz e Contos ao telefone

Oeiras Challenge “Famílias no sofá” (Quiz online para famílias via Kahoot divulgado através do Facebook.)

Contos ao telefone “De Viva Voz”

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Bibliotecas de Lisboa (BLX): “Uma história por dia não sabe o bem que lhe fazia” e #LerAquiLeremTodooLadoDaCasa

A primeira série de histórias é contada pelas mediadoras de leitura da Rede BLX, baseando-se na sua experiência enquanto leitoras e contadoras. A primeira série, com 40 episódios, irá decorrer de segunda a sábado no Facebook das BLX às 11h.

#LerAquiLeremTodooLadoDaCasa Queremos publicar na nossa Página de Facebook uma foto do seu cantinho de leitura preferido com o livro que anda a ler. Pode ser na cozinha quando está a fazer o seu bolo preferido, na sala em modo relaxante no sofá ou até no WC onde a leitura pode ser muito variada. Partilhe connosco o seu cantinho de leitura.

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Bibliotecas Municipais da Azambuja: #FiqueEmCasaeConteUmContoQueArrasa – Desafio de gravação de leituras por familias.

Nesta inicitaiva as famílias são convidadas a gravar as suas leituras preferidas nas suas casas e a partilharem os vídeos com a biblioteca municipal e os restantes utilizadores.

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Bibliotecas Municipais de Benavente: #Todos no Sofá

A Biblioteca promove atividades diversas (música, leituras, desafios) realizadas no Grupo das Bibliotecas do Facebook.

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Estes são alguns dos primeiros exemplos que nos chegaram de que as Bibliotecas Públicas, mesmo condicionadas e com os espaços encerrados, podem servir a comunidade, tentando, na medida do possível, continuar a dar resposta às suas necessidades de informação e lazer.

#vamosaissoRNBP #BibliotecasNaSuaCasa

Fonte: Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas

Projeto de Lei pede internet gratuita nas bibliotecas municipais

vereador Jair Tatto (PT) elaborou o  PL (Projeto de Lei) 436/2017 para disponibilizar internet móvel de graça em todas as bibliotecas municipais da capital paulista.Para o parlamentar, o objetivo da proposta é ampliar o conhecimento das pessoas com cultura, informação e comunicação. O texto da justificativa do projeto cita que a internet revolucionou “as formas de relacionamento entre pessoas e, consequentemente, diminuindo as distâncias entre elas”.Outro ponto de vista do vereador é de que a tecnologia permite a interação entre pessoas do mundo inteiro. Além disso, segundo o vereador, a internet também apresenta opções de entretenimento, notícias e lazer.O projeto de lei determina ainda que as bibliotecas municipais deverão informar aos usuários e frequentadores sobre a disponibilidade do serviço gratuito de internet via “Wi-Fi”.

O PL do vereador Jair Tatto está em tramitação na Câmara de Vereadores e aguarda ser incluído na pauta da Sessão Plenária para ser apreciado em primeira discussão.

Acompanhe aqui outros projetos em tramitação do vereador Jair Tatto. No link, você também poderá obter os canais de comunicação da parlamentar e participar diretamente do mandato por meio de propostas, sugestões ou recebendo informativos através do formulário Fale com o Vereador.

Fonte: CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO

Cancelamento – 38º Painel Biblioteconomia em Santa Catarina

A Diretoria da Associação Catarinense de Biblioteconomia e a Coordenação do 38º Painel Biblioteconomia em Santa Catarina, em reunião, por meio remoto, realizada no dia 09 de abril de 2020, aprovou, por unanimidade, a SUSPENSÃO do 38º Painel Biblioteconomia em Santa Catarina, em razão da pandemia da COVID-19. Informamos que o evento será realizado (data prevista) em março de 2021, aproveitando a semana de comemoração do dia do bibliotecário(a).

Em breve disponibilizaremos mais informações.

Gratos pela compreensão.

Diretoria da ACB

Coordenação do 38º Painel Biblioteconomia de Santa Catarina

Biblioteca do Senado abre ao público bases de estudos sobre o novo coronavírus

 

— Com essa iniciativa, a Biblioteca do Senado permite que se tenha acesso a essas informações mais rapidamente — ressaltou ela.

Daliane destacou que isso é importante em um contexto de proliferação de fake news, no qual é comum haver dúvidas no momento de identificar quais informações são confiáveis e seguras. Ela acrescentou que a lista oferecida será atualizada sempre que uma nova base estiver disponível.

Coordenadora da Biblioteca do Senado, Patricia Coelho relata que a ideia surgiu a partir dos vários pedidos de pesquisa sobre o novo coronavírus. Patricia observou que, apesar de haver muitos sites e sistemas de monitoramento da doença, as pessoas encontram dificuldades para encontrá-los.

— Nós procuramos agrupar as fontes que estão dispersas. Mas essa não é uma lista exaustiva, pois a cada dia surgem novas fontes. E há muita informação que não é confiável. Nós reunimos fontes do Brasil e de outros países, além de artigos científicos, em bases de dados confiáveis. São fontes primárias, originais — explicou.

De acordo com Patricia, a Biblioteca do Senado está à disposição para realizar outras pesquisas bibliográficas sobre o novo coronavírus. O atendimento é feito pelo e-mail .

Fonte: Agência Senado

Un viaje por las Bibliotecas más apasionantes y destacadas del mundo

Si te interesa la literatura y el saber inconmensurable que esconden los libros, te encantará conocer que hay un ejemplar que repasa las bibliotecas más importantes del mundo.

Massimo Listri. The World's Most Beautiful Libraries Georg Ruppelt, Elisabeth Sladek

Massimo Listri. The World’s Most Beautiful Libraries Georg Ruppelt, Elisabeth Sladek/Foto: Massimo Listri. The World’s Most Beautiful Libraries Georg Ruppelt, Elisabeth Sladek (nombre del dueño)

En estos días en los que pasamos más tiempo de lo normal en casa, probablemente hayamos vuelto a releer algunos de nuestros libros preferidos o hayamos puesto fin a novelas que hacía tiempo que queríamos acabar. Y es que, para los amantes de la lectura, nada como tener un par de títulos en la mesilla para disfrutar de ellos. Y nada como tener una zona de la casa reservada a los libros. Si te sientes identificado, sigue leyendo porque las bibliotecas que vamos a mostrarte son verdaderos paraísos repartidos por todo el mundo.

Massimo Listri. The World's Most Beautiful Libraries Georg Ruppelt, Elisabeth Sladek
Massimo Listri. The World’s Most Beautiful Libraries Georg Ruppelt, Elisabeth Sladek/Foto: Massimo Listri. The World’s Most Beautiful Libraries Georg Ruppelt, Elisabeth Sladek (nombre del dueño)

De la mano de la editorial TASCHEN y a través del libroThe World’s Most Beautiful Libraries de Massimo Listri, recorremos algunas de las bibliotecas más antiguas y apasionantes del mundo. El fotógrafo Massimo Listri ha capturado las bibliotecas más importantes revelando sus secretos arquitectónicos, históricos y novelescos, lugares que alojan el legado del saber como en ningún otro sitio. Un viaje por cuatro continentes que indaga en un buen número de bibliotecas de instituciones medievales a decimonónicas, pasando por bibliotecas privadas, públicas y monásticas, remontándose incluso al año 766. Estos espacios de culto recogen algunos de los documentos más valiosos del pensamiento y las proezas de la Humanidad.

Massimo Listri. The World's Most Beautiful Libraries Georg Ruppelt, Elisabeth Sladek
Massimo Listri. The World’s Most Beautiful Libraries Georg Ruppelt, Elisabeth Sladek/Foto: Massimo Listri. The World’s Most Beautiful Libraries Georg Ruppelt, Elisabeth Sladek (nombre del dueño)

Entre los espacios escogidos, podemos encontrar la belleza de la Biblioteca Apostólica Vaticana, la Biblioteca del Trinity College de Dublín, la Biblioteca Laurenciana de Florencia o la Biblioteca del convento franciscano de Lima. Historia y conocimiento impregnado en cada fotografía que ilustra estas salas y cada libro que guardan.

Este libro cuenta con un prestigioso fotógrafo, además de experto bibliófilo y sus autores no iban a ser para menos. Georg Ruppelt estudió Historia, Lengua y Literatura Alemana, Pedagogía y Filosofía. Más tarde, trabajó de bibliotecario y después se convirtió en director de la Biblioteca Gottfried Wilhelm Leibniz de Hannover. Por su parte, Elisabeth Sladek, la segunda autora del libro, cursó Historia del Arte en Viena, además de arqueología clásicos y estudios judaicos. Actualmente es profesora e investigadora en Roma, Viena y Zurich. Tres amantes del saber y la historia concentrada en las Bibliotecas, tanto en sus libros como en los espacios que les dan vida.

Massimo Listri. The World's Most Beautiful Libraries Georg Ruppelt, Elisabeth SladekMassimo Listri. The World’s Most Beautiful Libraries Georg Ruppelt, Elisabeth Sladek/Foto: Massimo Listri. The World’s Most Beautiful Libraries Georg Ruppelt, Elisabeth Sladek (nombre del dueño)

Fonte: La Razon

El rol del bibliotecario digital: desinformación y noticias falsas del COVID-19

Archivada en Shutterstock, Inc.

A fines de diciembre del 2019 apareció y se descubrió un nuevo virus que se denominó COVID-19, esto fue en la ciudad de Wuhan «China» que tiene 11.000.000 millones de habitantes, tuvo y tiene las características de una rápida transmisión además de la enorme facilidad de contagio y una fuerte virulencia, esto ha provocado una pandemia global según la declaración de la OMS (marzo del 2020).

Actualmente en el mundo se registran más de 660.000 contagiados por el COVID-19 y 30000 fallecimientos en 193 países , la cantidad de infectados y muertos crece exponencialmente.

Los países mas afectados en una primera instancia fueron asiáticos como China, Corea y Japón, aunque estos ya están controlando en parte al virus, aplanando la curva de contagio, por ejemplo en la ciudad de Wuhan donde se inicio esta pandemia al día de hoy se ha levantado la cuarentena y en China vuelven progresivamente a sus actividades normales.

Siguiendo la cronología de esta pandemia, unas semanas después, el virus se introdujo en Europa por personas que viajaban infectadas de China o de otros países donde circulaba el virus en sus primeras semanas, la más castigada de este continente al día 29/3 es Italia que supera los 10.000 muertos y España con 6800 muertos crece el numero vertiginosamente.

Las zonas o regiones donde mas circula el virus son el norte Italia región de Lombardía y en España en su capital Madrid, en tanto en en el continente americano EE.UU es la que tiene mas contagios con el COVID-19, llegando a más de 124.000 personas, siendo la ciudad de New York en donde se encuentra la mitad de los afectados.

La infodemia en épocas de COVID-19

¿Que sería la infodemia?, este concepto se refiere a enormes volúmenes de información que circula por distintos canales sociales, mucha de esta información que se comparte por canales sociales no es fidedigna, fake news, bulos y noticias falsas.

Estas noticias falsas circulan como reguero de pólvora a través de canales de Whatsapp, Facebook , Twitter entre otros, replicados por sus usuarios y se viralizan en forma increíble, buscando desinformar, generar pánico y ansiedad en esta difícil situación colectiva.

Como profesionales de la información que somos, debemos colaborar y enseñar de alguna forma a que no compartan en forma irreflexiva estas cadenas y noticias falsas que circulan por la red y por otros canales informativos.

Ayer el presidente argentino Alberto Fernández habló sobre el peligro de estas fake news y twitteo a través de su cuenta oficial «en Whatsapp y en las redes circula muchísima información falsa sobre el coronavirus y de como desinforman» y comento como estas noticias falsas perjudican a todos, el mas alto madatario de nuestro país pidió encarecidamente a la población que se informen por sitios oficiales.

Para dar un solo ejemplo y hay ciento de estos, circularon en esta semana al menos dos audios falsos de una supuesta doctora que se llama Karina Martinich del Hospital de infectología Malbrán Ciudad de Buenos Aires-Argentina recomendando que la gente debía salir este fin de semana del 29 al 30 de marzo a realizar compras para abastacerse por varios días, debido a que el virus circularía la semana que viene en forma comunitaria y la posibilidad de su contagio sería altísima, esto sin lugar a dudas podría generar cierta zozobra en la gente que lo escucha haciendo compras masivas y generando desabastecimiento.

Desde la Administración Nacional de Laboratorios e Institutos de Salud (ANLIS) Malbrán se desmintió que se trate de una profesional de su equipo y el infectólogo Pedro Cahn, presidente de la Fundación Huésped afirmo de la falsedad del contenido de los audios.

Como contrapartida a esto, también vale aclarar un grupo de investigadores italianos han investigado más de 120 millones de Tweets y descubrieron que al acercarse esta pandemia a su país, las personas consumían información de medios de comunicación oficiales y buscaban verificar fuentes. Podemos decir ante esto, que cuando estaba en peligro la vida la gente buscaba fuentes más fidedignas.

¿Cómo evitar noticias falsas del Coronavirus y combatir a la infodemia?

  • Piensa un minuto y reflexiona antes de reenviar la noticia.
  • Leer la noticia entera no quedarse con el titular
  • Verificar autoría, esto es quien es el emisor, es una fuente confiable, investigar su curriculum en Google u otro buscador
  • Prestar atención al sitio que publica la noticia si no tiene una intencionalidad determinada o un sesgo ideológico.
  • ¿Te causo una reacción emocional muy grande?, cuidado las noticias falsas muchas veces apelan a causar grandes sorpresas o rechazo.
  • Tener especial cuidado con un mensaje reenviado por Whatsapp, que no se conoce la fuente y el que te lo reenvío tampoco, tomate tu tiempo chequealo con otras fuentes fiables, en este caso como el Ministerio de Salud del país a que perteneces, universidades, entidades o medios de comunicación oficiales.
  • Copia parte del contenido o el título en algún buscador de noticias , por ejemplo google noticias, si no aparece ninguna información.
  • Verifica el contexto , sacarla del mismo o publicar una noticia en una fecha diferente es una forma de desinformar.
  • Si arroja número cifras la noticia compartida verifícalos.
  • Si tiene imágenes, buscala en https://images.google.com/ o en https://reverse.photos/
  • Si es audio has un resumen, extrae palabras claves y buscalo en google.

Estas son algunas pautas o lineamientos que ofrecemos como profesionales de la información a la hora de compartir información, de más esta decir, que es un tema muy delicado y tenemos que comprometernos con autoalfabetizarnos informacionalmente, primero como profesionales, para después transmitirlo a nuestra comunidad de usuarios y porque no a la ciudadanía en forma pedagógica y didáctica, construyendo una sociedad de la información con mas transparencia y credibilidad en tiempos de infodemia y pandemia.

Referencias
Argentina. Ministerio de Salud de la Nación 

Fernandez, A. @alferdez (27 de marzo del 2019). En Whatsapp y en las redes circula muchísima información falsa sobre el coronavirus.

Gragnani, J. (18 de septiembre de 2018). Guía básica para identificar noticias falsas, antes de mandarlas en tus grupos de Whatsaap. BBC. News mundo. 

Organización Mundial de la Salud 

Fonte: InfoTecarios

O QUE UM MUNDO PÓS-COVID PODE TRAZER DE EXPERIÊNCIA PARA AS BIBLIOTECAS?

Já está claro que este é um momento histórico, com medidas sem precedentes sendo tomadas por governos, empresas e indivíduos. Tais medidas estão tendo um enorme impacto no presente, mas e o futuro?

COVID-19: RECOMENDAÇÕES PARA SALVAGUARDA DE ACERVOS EM BIBLIOTECAS

A Covid-19 é transmissível principalmente por meio de gotículas de saliva, depois de tosse ou espirro e também com o contato com superfícies ou pessoas contaminadas (apertos de mãos, toques, etc.), seguindo de contato com a boca, nariz ou olhos.

O VÍRUS EM SUPERFÍCIES

  • É improvável que alguém possa infectar-se ao manusear, por exemplo, um livro de biblioteca[1]. No entanto, como essas gotículas e, portanto, o vírus, se deposita em superfícies, espera-se que as dos itens em acervos podem ser depósito do vírus, e por isso, transmissores. Dessa maneira, é cauteloso proceder como se confirmadamente tais itens fossem transmissores.
  • Estudos realizados até o momento mostram que o vírus da COVID-19 pode ficar em superfícies por vários dias. Para metal, vidro e plástico, estima-se até 9 dias; para papel estima-se de 4 a 5 dias; e para madeira até 4 dias. Foi verificado que, no geral, o vírus permanece em superfícies de 4 a 9 dias.
  • Dessa maneira, é aconselhado o isolamento de instituições detentoras de acervos – como bibliotecas, museus e também arquivos. Ou seja, a orientação é que elas permaneçam fechadas durante a pandemia e pelo menos até a eliminação do risco para o público, quando será possível, novamente, o mínimo de aglomeração.

LIMPEZA?

  • Todos os especialistas e conservadores ouvidos nos artigos consultados são absolutamente contra a limpeza do acervo utilizando produtos como desinfetantes, cloros e álcool, seja em aerossol ou líquidos.
  • O motivo da não recomendação de limpeza é simples: tais produtos têm grande potencial para danificar livros e outras peças de valor, por vezes de maneira irreversível. Podem causar oxidação, dissolução de tintas, de anotações, desbotamento da cor, etc. É preferível isolar o acervo/a coleção/os itens por um período de tempo em que o vírus não sobreviva mais.
  • Utilizar raios UV também não é recomendado: podem causar forte oxidação e, no geral, não é possível o alcance em todos os “cantos” do item.
  • Objetos históricos, móveis e outras artes decorativas têm a mesma recomendação: sem limpeza agressiva e produtos químicos fortes sem saber quais serão as consequências a longo prazo e sem consultar um conservador-restaurador.
  • Para livros que possam ter estado em contato com o vírus, o desinfetante mais eficiente seria justamente não fazer nada – esperar e manter os livros em quarentena por pelo menos 14 dias. Evita-se duas coisas: a transmissão, e danificá-los com a aplicação de materiais de limpeza.
  • O recomendado é a limpeza apenas de áreas comuns e locais que muitos tocam, como maçanetas, mesas, cadeiras, bancadas, etc.
  • Na limpeza de superfícies e locais de uso comum recomenda-se o uso de luvas e, se possível, óculos de proteção. Devido à escassez desses EPIs no momento e à prioridade dos profissionais da saúde, caso a instituição esteja fechada, a limpeza deve ser feita quando for possível funcionar novamente.

MELHOR RECOMENDAÇÃO: ISOLAMENTO

  • O isolamento é a medida recomendada tanto durante quanto após a pandemia, no caso de devoluções de livros e outros, por exemplo. Durante, preserva-se a saúde dos trabalhadores e também do acervo; após, colocando livros devolvidosem quarentena, evita-se contágios desnecessários.
  • Falando do pós-pandemia, recomenda-se uma quarentena para todos os itens devolvidos às bibliotecas. Para manuseá-los para dentro e fora dessa quarentena, recomenda-se o uso de luvas que devem ser descartadas imediatamente após o manuseio, para que nada mais seja tocado. Após isso, lavar as mãos da maneira e pela quantidade de tempo recomendada pela Organização Mundial da Saúde.
  • Isolamento a nível de objeto, de item pode ser feito colocando-os em bolsas plásticas com zíper, tomando o cuidado de colocar uma etiqueta com a informação do objeto, a data de colocação na bolsa, e o motivo.
  • Caso um espaço para quarentena não seja possível, os itens podem ser colocados em bolsas/sacolas, que deverão ser lacradas por até 14 dias.
  • Os livros que tenham sido utilizados por pessoas doentes devem ser colocados em bolsas de plástico com fecho duplo. Uma vez com o livro dentro, é necessário limpar o exterior da bolsa com um produto de limpeza apropriado. Cuidado para que o produto não entre dentro da bolsa. Uma vez limpo, manter a bolsa em zona segura e isolada por 14 dias.
  • Atenção: Dependendo das próximas semanas, é recomendável checar se o acervo tem algum risco de vazamentos repentinos; infiltrações; roubos e/ou furtos e enchentes. Se possível, eleger uma pessoa para periodicamente ir checar o acervo.

SAIBA QUE…

  • No momento, o desinfetante, a limpeza mais barata, simples, segura e eficiente é o tempo.
  • Se for absolutamente necessário permanecer aberto, é prudente traçar um plano de funcionamento que não permita aglomerações e/ou muitos usuários ao mesmo tempo; que também não tenha muitos funcionários; uma equipe de limpeza deverá ser treinada para limpeza do espaço de forma a não danificar o acervo; livros e demais itens devolvidos deverão ser colocados em quarentena. O funcionamento terá de ser adaptado para o momento em questão.
  • Se existe o plano ou pensamento de limpar e/ou desinfetar coleções, durante ou após a pandemia, entenda e aceite que irão ocorrer danos e/ou perdas de material.
  • A Dr. Mary Striegel, do NCPTT, em vídeo sobre o assunto, caso fechar a instituição não seja uma opção, recomendou utilizar uma solução de sabão neutro e água com papel toalha para limpar superfícies e itens do acervo que possivelmente foram tocados pelo público. No entanto, é preciso cuidado com pinturas, detalhes pintados em tintas frágeis, finalizações sensíveis, e materiais que podem reagir à essa combinação.

[1] Como dito pela Dra. CaitlinPedati, diretora médica e epidemiologista do Departamento de Saúde Pública de Iowa, EUA.

*Baseado em artigos e postagens online do Coordinated Statewide Emergency Preparedness (EUA); American Libraries Magazine (EUA); Northeast Document Conservation Center (EUA); National Center for Preservation Technology and Training (EUA); State Library of Iowa (EUA), da Biblioteca Nacional da Espanha e da Secretaria de Saúde do Paraná (Brasil).

Compilado, traduzido e elaborado por Jullyana Araujo (PPACT/MAST).

Fonte: GIDJRJ

A Arquitetura da Informação na Web sob a ótica da Biblioteconomia

Imagem: dribbble

Texto por Daniela Fernandes Pereira

A arquitetura da informação tem sido uma atividade muito presente na minha rotina de trabalho faz alguns anos. Fazer AI é uma arte! É uma forma de transformar dados crus em informação. É o processo que dá base para o planejamento, a construção e a modelagem de sistemas… como você enxerga, compreende e recupera a informação dentro dele.

Já participei de projetos que envolviam a revisão e/ou construção da arquitetura de sistemas de cadastro de itens (estrutura mercadológica); classificação de produtos em e-commerce (categorias, filtros, remissivas, links internos, mapa do site), e; construção de websites (navegação / menu, header e footer). E espero que não pare por aí!

Uma forma bem simples de definir arquitetura da informação é: dispor as informações de um sistema de forma compreensível e organizada para efetivar o fluxo de informações. Para Rosenfeld e Morville (1998), a arquitetura da informação envolve o design de sistemas de organização, rotulagem, navegação e pesquisa para ajudar as pessoas a encontrar e gerenciar informações com mais sucesso.

Com base nos princípios da Biblioteconomia e Ciência da Informação, para construir uma boa AI, precisamos levar em consideração os seguintes pontos:

  • Contexto: análise do negócio, produto, escopo do projeto
  • Taxonomia: a ciência da classificação, identificação e descrição dos objetos
  • Ontologia: conceito, definição, representação e relacionamento entre objetos
  • Hierarquia: relações coordenadas ou subordinadas
  • Rotulagem: a nomenclatura importa!
  • Encontrabilidade: como utilizar aquilo que não se pode encontrar?

*incluímos aqui também design de interface e usabilidade!

#1 Contexto

“Compreende as políticas, cultura, objetivos de negócio, missão, estratégia, processos e orçamento de uma organização.” (Flávio Santana)

Diagnóstico | Informações fundamentais para dar início a um projeto de Arquitetura de Informação:

  • Qual é o segmento do negócio?
  • Em que tipo de sistema a AI será projetada?
  • Como a AI está estruturada atualmente?
  • Como está estruturado na concorrência?
  • Quem são os consumidores da informação?
  • Quais são as limitações?
  • Quem será impactado por mudanças?
  • Quais são as expectativas?

As respostas para essas perguntas deverão ser respondidas pelos stakeholders e em eventuais entrevistas com os usuários que utilizam ou utilizarão o sistema.

#2 Taxonomia

Vem do grego táxis nomos que significa arranjo e lei.

 “Nós organizamos porque precisamos recuperar.” (Arlene G. Taylor)

Princípios | Classificação da Informação

  • Organização
  • Ordenação
  • Compreensão
  • Localização
  • Correlação
  • Padronização

Para classificar itens dentro de um universo é necessário consultar fontes confiáveis como catálogos, enciclopédias, guias especializados, tesauros, entre outros.

Para projetar um sistema de classificação, devemos levar em consideração a navegação facetada, ou seja, como podemos encontrar um mesmo objeto por caminhos diferentes, conferindo flexibilidade à estrutura construída.

A classificação em categorias foi introduzida por Ranganathan, que estabeleceu os princípios fundamentais que um objeto pode ser descrito e agrupado (PMEST = Personalidade, Matéria, Energia, Espaço e Tempo).

#3 Ontologia

Tem origem na metafísica: um ramo da filosofia que estuda a natureza e a existência do ser. O objetivo da ontologia é inferir ou descrever objetos e definir o relacionamento entre eles dentro de um domínio.

“Para ser organizada, a informação precisa ser descrita. Uma descrição é um enunciado de propriedades de um ‘objeto’ ou das relações desse objeto com outros que o identificam.” (Elaine Svenonius)

Princípios | Conjunto de conceitos e suas relações

  • Universo | Domínio
  • Dados
  • Conceitos | Classes
  • Atributos | Propriedades
  • Relacionamento
  • Reutilização | Compartilhamento

A Ontologia também é utilizada na área de Sistemas de Informação, Engenharia de Software, Inteligência Artificial e Web Semântica.

#4 Hierarquia

“É o modo de organizar itens por magnitude do menor ao maior, menos caro ao mais caro, ou por ordem de importância (…)” (Richard Saul Wurman)

A organização dos conceitos podem ser divididas em:

  • Cadeias: relação de subordinação lógica | genérico – específico, maior – menor
  • Renques: relação de coordenação lógica | determinada pelas características do objeto

#5 Rotulagem

“As palavras que escolhemos são importantes. Eles representam as idéias que queremos trazer ao mundo.”(Abby Covert)

Diz respeito ao termo utilizado para representar a informação, sintetizar e estruturar conteúdos. O termo escolhido deve ser:

  • Claro: ser fácil de entender, compreensível;
  • Preciso: ser definido com especificidade, breve;
  • Consistente: adequedo ao público-alvo, sintaxe uniforme, tipografia padronizada.

Rótulos podem ser representados por cabeçalhoshiperlinks, por imagem ou ícone e por termos indexáveis (como palavras-chave utilizadas em categorias, tags ou assuntos que precisam ser controlados para não serem aplicados de forma indiscriminada).

#6 Encontrabilidade

Você não usa aquilo que não encontra. Aqui é considerado a capacidade de uma informação ser encontrada/recuperada no ambiente informacional.

“A arquitetura de informações para um usuário é como um mapa para um viajante. Ambos são essenciais para a jornada e, sem eles, o usuário e o viajante se perderão.” (Sherif Amin)

Dentro do website:

  • Localizável: menu, cabeçalho, rodapé
  • Navegável: breadcrumbs, linkagem interna

Em mecanismos de busca:

  • Indexação
  • Conteúdo otimizado com palavras-chave: títulos, parágrafos, descrições, tags, entre outros.

Lembra que lá no início eu mencionei que para construir uma boa AI também precisamos levar em consideração, além dos itens mencionados acima, o design de interface e a usabilidade?

Isso porque a Arquitetura da Informação é uma atividade multidisciplinar e dentro do ambiente digital, os fatores que possuem relação direta com a experiência do usuário dentro de um determinado sistema, também são elementos muito importantes e devem ser levados em conta.

Em suma, a AI é uma tarefa complexa, que envolve a aplicação de conhecimentos diversos e requer uma visão macro sobre a atividade executada. Envolve muita pesquisa, testes e melhorias constantes em prol da satisfação dos usuários e da produtividade e eficiência dos consumidores da informação.

Fonte: Linkedin

«El arte de curar», un paseo entre libros de medicina de la Biblioteca de la Universidad de Sevilla

Libro del Fondo Antiguo de la Biblioteca de la Universidad de Sevilla
Libro del Fondo Antiguo de la Biblioteca de la Universidad de Sevilla – U. S.

En el patrimonio bibliográfico de la Biblioteca de la Universidad de Sevilla abundan libros de medicina de los siglos XV al XIX que demuestran la importancia que las instituciones educativas y religiosas otorgaban al ejercicio de aquella profesión.

A lo largo de sus cinco siglos de historia la Biblioteca de la Universidad de Sevilla ha ido acogiendo a través de diferentes fórmulas un patrimonio bibliográfico de muy diversas materias. La Biblioteca se ha esforzado en proteger y preservar todo su Fondo Antiguo, pero de igual manera ha buscado las vías oportunas para compartirlo tanto con la comunidad universitaria como con otro tipo de público interesado en los distintos temas.

Por ello, tras un elaborado trabajo de digitalización de algunas de estas obras, estas joyas bibliográficas pueden disfrutarse como exposiciones virtuales en el apartado ExpoBus, que ofrece muestras de libre acceso com es el caso de la exposición «El arte de curar. Libros de Medicina en el Fondo Antiguo de la BUS» .

Estos títulos demuestran la importancia que otorgaban al ejercicio de la profesión. Y no se trata sólo de los grandes textos canónicos, base de la enseñanza que se impartía en la propia Universidad, sino también de los tratados científicos que alumbraron los logros y descubrimientos de la medicina moderna.

Esta exposición arroja luz, la luz de los libros, sobre el largo viaje que la Medicina ha hecho desde la Antigüedad hasta las postrimerías del siglo XIX. Se trata de un viaje histórico, pero la muestra también dedica varios espacios a la evolución particular de la medicina en la ciudad de Sevilla.

Epidemias

Una mirada para comprender el alcance y la repercusión de algunas de las grandes epidemias que a lo largo de la historia diezmaron a nuestra ciudad, y para comprender también el papel que correspondió a los profesionales de la medicina, en la práctica y en la teoría, en la difícil superación de la medicina tradicional y los textos canónicos, largo tiempo tenidos por incuestionables. «El arte de curar» se divide en varios apartados: Medicina Antigua y Medieval; La construcción de la Medicina Moderna; Epidemias; De la sangría a las vacunas; Las instituciones médicas sevillanas o Libros sevillanos de medicina.

Las epidemias por tanto pueden ayudar a comprender mejor un contexto histórico y el devenir de un pueblo, que una épica y gloriosa hazaña de armas.

La lucha contra la enfermedad ha sido una constante en la historia de la humanidad recurriendo a remedios medicinales, generalmente plantas, cuya aplicación era el resultado de la experiencia adquirida.

Títulos

De esta forma se puede disfrutar de varios títulos y exposiciones virtuales, la última de las cuales ha sido «Los desastres de la Guerra, de Francisco de Goya». Otras exposiciones de acceso libre son «Cartografía histórica en la BUS», «Tesoros que guardan tesoros», «Códices Medievales en la BUS2 o «Libros y jardines», que tendremos la ocasión de comprobar en esta serie de entregas de visitas virtuales.

Todas las muestras están disponibles en el apartado que la Biblioteca de la Universidad de Sevilla tiene reservado para ello a través del espacio Expobus.

Fonte: ABCdesevilla

Cancelado o Congresso Mundial de Bibliotecas e Informações da IFLA 2020

Cancelado o Congresso Mundial de Bibliotecas e Informações da IFLA 2020Divulgação

O Conselho Diretor da IFLA e o Comitê Nacional da Irlanda tomaram a difícil decisão de cancelar o Congresso Mundial de Biblioteca e Informação (WLIC) de 2020. Dublin receberá o Congresso de 2022, após a confirmação de que o Centro de Convenções Internacional da Nova Zelândia,em Auckland, – o local planejado anteriormente – provavelmente não estará pronto a tempo.

Fonte: IBICT

Acesso a acervo online bate recorde e Biblioteca da PUCPR aumenta oferta de obras

 

Acesso a acervo online bate recorde e Biblioteca da PUCPR aumenta oferta de obras

A procura por material digital no mês de março foi 50% maior do que no mesmo período de 2019

Texto por Beatriz Bleyer, Guilherme Araki e Letícia Fortes

A quarentena imposta pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19) levou um registro recorde de acessos a conteúdos online na Biblioteca da PUCPR. Para acompanhar a demanda crescente, a instituição tem apliado a oferta de obras para leitura eletrônica, buscando facilitar o acesso de conteúdos pela comunidade interna da universidade. A parceria com editoras resultou na disponibilização de vários conteúdos digitais novos nesse período, entre livros e estudos acadêmicos das mais diversas áreas do conhecimento, inclusive sobre o novo coronavírus.

As bases de várias universidades inscritas no portal da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) estão liberando seus periódicos para a comunidade acadêmica. Entre as novidades, estão conteúdos de instituições de ensino como Yale, Harvard Business Review, Oxford University Press, Science Direct e Sage.

De acordo com um levantamento realizado pela Biblioteca da PUCPR, março registrou crescimento de 50% no volume de acessos à plataforma digital na comparação com o mesmo mês de 2019. A instituição contabilizou aproximadamente 90 mil clicks de leitores nas bases assinadas e a visualização de 423 mil páginas do acervo de e-books.

Segundo Joyce Leonita, funcionária da biblioteca online da PUCPR, as estatísticas de acesso são processadas e divulgadas mensalmente. “O mês de fevereiro geralmente não conta com números muito significativos por ser começo de semestre, quando os alunos estão voltando a estudar”, afirma. “Mas eu já percebi que houve um aumento no número de acessos, quase 50% a mais que no mesmo mês de 2019.”

Enquanto a biblioteca funciona apenas online, todas as devoluções de livros físicos estão sendo adiadas até a retomada das atividades presenciais da universidade, que ainda não tem previsão de acontecer.

Fonte: Comunicare

Bibliotecas Digitais disponibilizam conteúdo para estudar em casa

banner biblioteca digital - notícias para você

Em tempos de Quarentena não dá pra visitar bibliotecas, né? Daí…você ficou sem ter o que ler? Certamente já deve ter na mão links para algumas bibliotecas virtuais. Nós trazemos algumas dicas aqui, e melhor, links para baixar alguns conteúdos gratuitamente.

Câmara dos Deputados: Nossa biblioteca é composta por obras raras, livros, revistas e até conteúdos multimídia. Se você precisa de um documento para elaborar seu projeto, é aqui que ele se encontra. Vamos começar pelo fundamental? A Constituição Brasileira de 1988 é a lei suprema do nosso país e seus princípios servem de base para elaboração de qualquer nova normativa. Além, é claro, de ser conteúdo básico para qualquer cidadão brasileiro. Confira: bit.ly/3aSU2u0Mas se você quer uma boa história, Macunaíma é o livro certo. Obra-prima de Mário de Andrade, conhecido nome do modernismo brasileiro, apresenta uma escrita única com inúmeras referências ao folclore brasileiro. Veja: bit.ly/3c6FozI

Domínio Público: Com as instituições de ensino fechadas, diversos estudantes têm procurado por meios para continuar os estudos e se prepararem para os vestibulares que acontecerão ainda este ano. O Ministério da Educação (MEC) disponibiliza centenas de livros, por meio do Domínio Público, para você ficar por dentro das leituras obrigatórias desses concursos. Sabe quem não pode ficar de fora da lista? O grande Machado de Assis! Figurinha repetida em provas de todo o país, o autor fundou a Academia Brasileira de Letras e é considerado por muitos críticos um dos maiores nomes da literatura nacional. Conheça sua biografia e obra completa: bit.ly/2yIS0hT

Senado Federal: Não pense que há só livros em uma biblioteca! Se você é ligado nos movimentos sociais e quer aprender mais sobre os temas ou é daqueles que preferem uma leitura mais “interativa” que os livros clássicos, veja essa exposição que rolou no Senado Federal. Os painéis celebram a conquista do voto feminino no Brasil de uma forma bem didática e divertida. Certeza que você vai adorar: bit.ly/3aXC2yH

Biblioteca Digital Mundial: Ok, você gosta de uma história mais antiga? Então você vai encontrar o que precisa nesse site. A Biblioteca Digital Mundial é um site projetado pela UNESCO que reúne cerca de 20 mil itens sobre 193 países entre 8000 a.C. e 2000! Há diversos documentos, gravuras, fotografias, desenhos arquitetônicos e obras raras. Um verdadeiro museu na palma da mão.

Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin: Esse acervo da Universidade de São Paulo (USP) reúne coleções de cartas, folhetos, mapas, imagens e claro, livros. Sua coleção ultrapassa a marca de 2 mil títulos! Um exemplo deles é O Cortiço, famoso romance naturalista de Aluísio Azevedo. Com uma escrita única, o autor se põe em uma verdadeira observação sociológica, quase um BBB, hahaha. Não acredita? Veja só: bit.ly/2JRTetu

Fonte: Câmara dos Deputados

No Dia Nacional da Biblioteca, recebemos o compartilhamento de um acervo digital com mais de 4 mil obras

CARD_acervo digital e biblioteca ESA

Em um espaço preenchido pelo silêncio, também se percebe os traços de esforço e dedicação que lotam as prateleiras e acompanham as horas de estudos e pesquisas da advocacia, eis a biblioteca da Escola Superior de Advocacia da OAB/RS (ESA/RS), situada no espaço do OAB/RS Cubo (Rua Manoelito de Ornellas, 55 – Porto Alegre/RS). Nesta quinta-feira (09), se comemora o Dia Nacional da Biblioteca. Segundo o Decreto nº 84.631 de 1980, se instituiu no país a Semana nacional do Livro e da Biblioteca, bem como o Dia do Bibliotecário. Por este motivo, o dia 9 de abril é conhecido como o Dia da Biblioteca.

Sendo constantemente atualizada, a biblioteca da ESA/RS conta, atualmente, com um acervo com mais de 10 mil títulos. Através de seu projeto ESA Cultural, a Escola também promove o lançamento de livros escritos pela advocacia gaúcha. O evento de lançamento costuma ser marcado por um debate sobre uma obra e uma sessão de autógrafo com seu autor.

“O aperfeiçoamento contínuo é essencial em nossa profissão, o dia a dia de advogadas e advogados depende de muito conhecimento e embasamento em suas referências para atendermos nossos clientes. Requer atenção e muito comprometimento”, afirma o presidente da OAB/RS, Ricardo Breier.

Breier ainda destaca a atenção da Ordem gaúcha com a qualificação e atualização da advocacia: “Através de nossa Escola Superior de Advocacia, promovemos cursos de aperfeiçoamento, idiomas e especializações, com temas atualizados e profissionais renomados, e com nossa biblioteca não poderia ser diferente. A OAB/RS está sempre de portas abertas à advocacia e à cidadania, e acreditamos que proporcionar ferramentas ao estudo é uma forma de dispor de recursos para aprimorar e auxiliar o trabalho do advogado em seu cotidiano”, assevera.

“Desde pequena sou uma amante dos livros, quando me perguntavam o que eu queria de presente, pedia livros”, conta a diretora-geral da ESA/RS, Rosângela Herzer dos Santos.

Rosângela ressalta que a biblioteca da ESA/RS está localizada em um lugar muito destacado e harmonioso, um grande convite a colegas advogados e advogadas para fazerem uso dela. “Nosso acervo contém mais de 10 mil obras, e sempre estamos em busca de deixá-la o mais atualizada possível. Para mim, é uma satisfação termos este espaço, contribuindo, através de nossa biblioteca, com o desenvolvimento intelectual e proliferação do conhecimento. Além disso, a nossa biblioteca também tem a função de preservar a nossa cultura, contando a relevância da advocacia”.

Leitor assíduo e colecionador de obras de grandes autores em diversas áreas, o vice-diretor da ESA/RS, Darci Guimarães Ribeiro, ressalta que a data é uma de suas preferidas e brinca que costuma dizer que nas bibliotecas, ou ao menos na sua biblioteca, costumam residir seus professores e amigos mudos: “Dentro de uma biblioteca, há a capacidade de nos fazer rir, chorar, viajar, aprender, tudo isso sem sair de casa ou do escritório. Por isso, essa data é importante, para que possamos refletir que hoje só somos, e chegamos a este estágio civilizatório, graças aos livros. Monteiro Lobato dizia que “um país se faz com homens e livros”, acredito muito na força do livro, a única capaz, para mim, de transformar uma realidade, uma biblioteca é tudo o que uma pessoa precisa para ser feliz”.

Usuário frequente na biblioteca, o advogado Eduardo Waschburger, conta um pouco da experiência com o espaço, que começou antes mesmo de estar no OAB/RS Cubo: “Frequento a biblioteca há muitos anos, desde antes de ser no prédio no Cubo, quando eu ainda era estagiário de Direito. Sempre fui muito bem atendido e assessorado para localizar os materiais que precisava, e aqui também agradeço a ajuda que na época recebia, através do atendimento bibliotecário da Bernadete Moro. Atualmente, costumo ir à biblioteca pelo menos duas vezes ao mês, buscando materiais sobre Direito civil, família e sucessões e processo civil”.

A advogada Luciana de Souza Mazur, ressalta sua satisfação com a variedade e atualização das obras, além do bom atendimento que sempre recebeu: “Frequento a biblioteca desde quando ficava no endereço da Av. Andradas, enquanto era estagiária. Sempre fui muito bem atendida, também se precisava encontrar alguma matéria especial, sempre me alcançaram o livro mais atualizado possível sobre o tema, e isso é algo que gosto muito na biblioteca, a variedade de livros. Atuo mais com Direito civil e de família, mas quando surge a necessidade de atualização sobre outras áreas, é o primeiro lugar ao qual recorro. Realmente, costumo recomendar a biblioteca da ESA/RS aos colegas”.

Vice-diretor da ESA/RS compartilha acervo digital com a biblioteca

O vice-diretor da ESA/RS Darci Guimarães Ribeiro, ao longo de anos, através de incontáveis pesquisas, acumulou um acervo digital com mais de 4 mil obras, em áreas como Direito, Filosofia e Sociologia. Aproveitando a data comemorativa, Darci compartilhou todo o seu acervo com a biblioteca da ESA/RS, estando, a partir de hoje, disponível para a leitura da advocacia clicando aqui.

A diretora-geral da ESA/RS, Rosângela Herzer dos Santos, destaca e agradece em nome de toda a diretoria da Escola: “O acervo que recebemos do diretor e professor Darci vem para abrilhantar ainda mais a nossa biblioteca, que passa a contar com ainda mais obras de grande significância, e está a disposição de todos que queiram fazer uso dela”.

“Alimento esse acervo há cerca de 20 anos, tenho por hábito, à noite e nos finais de semana, ir atrás de obras que me interessam. Sempre que estou lendo uma obra, e ela me indica outra obra, seja de Direito, Literatura ou Filosofia, vou atrás até encontrá-la. As bibliotecas, hoje, disponibilizam quase tudo o que possamos imaginar”, conta o vice-diretor.

Darci afirma que seria difícil destacar, em seu acervo, o título de obras principais, e ressalta: “Tenho obras como a dos fundamentos do cristianismo, feitas por um autor chamado Filón de Alejandría, que condensam cinco volumes. No acervo, também  obras clássicas como de Direito administrativo, escrita por Sabino Cassese, que são dois volumes de 5 mil páginas, cada volume. Sobre Direito inglês, por exemplo, existem as obras completas do Edward Coke e do autor William Blackstone. Sobre Direito romano,  o Corpus Iuris Civilis, umas das edições melhores de 1889 espanhola, que é uma obra maravilhosa. Várias obras de Filosofia e Filosofia jurídica, escritas por autores como Cícero, Adam Smith, David Hume, Friedrich Nietzsche, Edmund Husserl, e vários outros autores. Seria muito difícil destacar uma única obra, depende da necessidade que a pessoa possui no determinado momento, então se torna a obra mais importante”.

Texto: Niége Moreira
Arte: Carlos Piveta
Assessoria de Comunicação OAB/RS
(51) 3287.1867/1821

Fonte: OAB/RS

Saiba como a Biblioteca Universitária se adaptou para atender aos estudantes em tempos de isolamento social

 
No dia da Biblioteca, confira uma entrevista com Laura Dalpiaz, gestora da Biblioteca Universitária Mario Osorio Marques. 

Como está o funcionamento da Biblioteca da Unijuí neste período de isolamento social?

No Dia Nacional da Biblioteca, gostaria de frisar a necessidade de ações para chamar o público à biblioteca! esse é o grande desafio das bibliotecas universitárias, no momento em que os livros estão deixando de ser usados de certa forma, digo isso em relação aos e-books, artigos eletrônicos, que estão muito em alta. Porém, em função dos decretos municipais da nossa região, da necessidade de isolamento em razão da pandemia, estamos de portas fechadas. Como atender o nosso aluno, aquele que está estudando na sua casa por que as aulas não pararam? A Biblioteca procurou se adequar, tomando as seguintes medidas: temos feito as renovações online, temos os serviços pelo nosso site, atendemos pelo e-mail biblio@unijui.edu.br, por exemplo. Nós temos pessoas atendendo nos três turnos em home office, portanto, se houver alguma necessidade especial para quem está pesquisando, ou fazendo Trabalho de Conclusão de Curso, estudantes de mestrado ou doutorado, ou aqueles que são usuários assíduos da biblioteca, nós temos como fazer este atendimento para não privá-los desse momento de pesquisa importante, de suas escritas acadêmicas na fase final do seu processo acadêmico do curso.

Apesar de estar de portas fechadas há opções para renovação e a Biblioteca está dando suporte para quem esqueceu de fazer as renovações e não pode fazer a devolução neste momento?

Tivemos situações de simplificação de multas. Acontece de alguém esquecer de fazer a renovação, por exemplo. Nessa situação que estamos, com a Biblioteca fechada, com isolamento, as pessoas não podem ir aos Campi, por isso temos feito contatos, as pessoas podem fazer contato por e-mail que estamos fazendo ajustes, ninguém está ficando sem atendimento e todos estão podendo renovar seus livros. Também é importante frisar que o acervo está fechado, chaveado, inclusive com as luzes apagadas. Nós temos esse cuidado, se há alguma necessidade de retirar livro, por exemplo, o estudante envia e-mail, o atendente separa previamente e agenda a retirada. Temos cuidado para não permitir acesso ao acervo, que é o que prevê essa situação, além de evitar aglomerações, não podemos permitir ninguém circulando pela Biblioteca. Temos o cuidado de fazer também a quarentena do livro. Nós recebemos os livros e já estamos colocando em rodízio de quarentena por cinco dias, que é a orientação do Conselho Regiona. Os livros só vão para a prateleira depois desse tempo, porque nós temos situações de entrega neste período também, então o estudante faz a entrega na Central de Atendimento ao Aluno, ele não precisa ir até a Biblioteca. Se ele precisa retirar, o atendente vai buscar, passar o álcool em gel na mão, está usando máscara, então a princípio o livro está limpo, não tem nenhuma situação em que possa haver contágio. Da mesma forma orientamos os estudantes a ter cuidados necessários enquanto estiver manuseando pelo menos no primeiro ou segundo dia o material.

                 

A Biblioteca é referência não só para o estudante, mas para a comunidade também e, nos últimos anos, todo mundo se adapta ao digital, ao online, existe então repositório? O que ele contém para a pesquisa?

O repositório institucional existe desde 2011. O site da Biblioteca foi adaptado e hoje temos hospedado nesse espaço digital cerca de 6.200 documentos acadêmicos. Em especial, o repositório traz a produção acadêmica da Unijuí: temos artigos e trabalhos completos de conclusão de curso, da graduação, de especialização, temos dissertações e teses. Todos esses artigos precisam ser autorizados pelo autor para serem publicados no repositório, qualquer pessoa que acessa o site da Biblioteca pode acessar, então é preciso esta autorização. Dissertações e teses que o autor não autoriza, e isso acontece por “N” motivos, vem a tese ou dissertação impressa, isso ainda acontece, é um requisito que está no regimento dos cursos.  Fora isso, desde o ano passado estamos ingressando na era das bibliotecas virtuais, então a Unijuí hoje tem duas bibliotecas virtuais, a “pearson” e a “minha biblioteca”,  são plataformas que se complementam nas áreas do conhecimento. E o nosso acesso a elas  infelizmente é gradativo, porque a gente gostaria que todo mundo já tivesse acesso a essas duas bases, mas elas são bastante caras, então, por enquanto, estamos trabalhando para aumentar o número de acessos, na medida em que o contrato vai sendo renovado nós vamos aumentando o número de acessos para que em curto período de tempo todos os nossos estudantes possam ter acesso a essas bases. Grande parte dos professores já tem o cadastro, se não nas duas, pelo menos em uma. A pearson é mais educação e gestão, a minha biblioteca para outras áreas, como a medicina, engenharias, áreas da saúde em geral, as agrárias. É um trabalho que a gente ainda tem como desafio, hoje os alunos 100% EAD têm acesso, os alunos que estão no currículo 2020 e que possuem as disciplina  20% EAD, e que possuem disciplinas do semestre que tem a bibliografia nessas bases também estão tendo acesso.

Confira a entrevista completa:

Fonte: NOROESTE ONLINE.COM

Bibliotecas do IFSP oferecem atividades durante a quarentena

Compartilhamento de notícias, textos e projetos literários e clubes de leituras estão entre as atividades propostas pelos câmpus durante o período de isolamento

Buscando ampliar o leque de conteúdos e opções disponíveis para as pessoas que estão cumprindo isolamento social em casa, as bibliotecas de diversos câmpus do IFSP vêm oferecendo atividades diversificadas, como o Câmpus Jacareí, que disponibiliza áudios de textos literários wia WhatsApp; Araraquara, por sua vez, está desenvolvendo o projeto Beco em Casa, que, a partir da próxima semana, compartilhará indicações, feitas pela comunidade, de livros, filmes, séries e músicas.

As atividades estão disponíveis para todos os públicos, inclusive os que não estão conectados à Instituição. Um trabalho importante que vem sendo realizado neste período é o combate às falsas informações sobre o Covid-19. Em todas as unidades, as bibliotecas estão divulgando informações de fontes confiáveis.

“Creio que a crise de saúde global por que estamos passando intensifica uma crise informacional. Prova disso são as incontáveis fake news, informações desencontradas e a descrença no conhecimento científico. E nesse sentido, as atividades das bibliotecas se fazem indispensáveis no enfrentamento desta crise. Além disso, as criativas ações dos câmpus podem auxiliar no processo de acolhimento e enfrentamento da solidão e do isolamento e também incentivar a leitura”, avalia a bibliotecária-documentalista da PRE, Angela Halen Claro Franco.

Confira a relação das atividades:

Câmpus Atividades
Araraquara Beco em Casa — indicações, por parte da comunidade do câmpus, de livros, filmes, séries e músicas. As atividades serão veiculadas nas redes sociais a partir da próxima semana

Indicações de leitura de materiais que constam na Pearson.

Birigui

 

Disponibiliza material de leitura e desafios nas redes sociais.
Bragança Paulista Clube da Leitura em grupo no Facebook.

 

Campinas Biblioteca Informa — disponibiliza semanalmente informações da biblioteca, dicas de leitura de livros de literatura e técnicos no Instagram do setor.
Capivari A Biblioteca divulga indicação de atividades culturais que possam ser feitas de casa; indicações de leituras de títulos da Biblioteca Virtual da Pearson e de editoras que têm disponibilizado títulos para download; Divulgação de cursos online e gratuitos;

Conhecendo a biblioteca —  publica nas redes sociais os serviços que a biblioteca oferta à comunidade interna.

Cubatão Clube de leitura virtual com títulos da Biblioteca Virtual da Pearson

(Leitura Digital]).

Itapetininga Clube de leitura virtual, com encontros virtuais para discussão de textos, contos e livros.
Itaquaquecetuba Indicações de leitura, em que a nossa comunidade pode gravar um vídeo de até três minutos falando sobre um livro que a marcou e por quê.

Leituras de Mundo, um clube do livro virtual que discute obras do vestibular.

Jacareí Abraço Literário — Compartilha áudios com contos e poesias para toda a comunidade por meio do Whatsapp da Biblioteca (12) 99748-1333.
Jundiaí Clube de leitura virtual, com indicações de obras digitais gratuitas.
Piracicaba Indicações de produtos e serviços remotos do IFSP; cursos, e-books, bases de dados que estão com acesso gratuito durante o distanciamento social.
São João da boa Vista Indicações sobre dicas de leituras, entretenimento, cursos, tutoriais de fontes de informações nas redes sociais da Biblioteca.
Suzano Divulgação dos serviços e produtos da biblioteca, dicas de leitura.
Fonte: IFSP

Biblioteca Blanche Knopf, no Recife, amplia digitalização de seu raro acervo de humanidades

Texto por Emannuel Bento

Biblioteca no Edifício Dirceu Pessoa, em Apipucos, após reforma e ampliação. (Foto: Fundaj/Divulgação)

No porão de um chalé centenário na Avenida Rui Barbosa, um pequeno acervo levantado pelo historiador José Antônio Gonsalves de Mello, diretor do Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais (primeiro nome da Fundação Joaquim Nabuco), dava início a uma das coleções de ciências sociais e humanidades mais ricas do Brasil. A Biblioteca Blanche Knopf, com 65 anos de história e atualmente localizada no campus Apipucos da Fundaj, na Zona Norte do Recife, conta com mais de 130 mil volumes, entre livros, obras raras, fascículos e periódicos. Recentemente, a instituição tem se preparado para intensificar o processo de digitalização dessa coleção, com o objetivo de democratizar e preservar ainda o patrimônio. Parte das obras ser acessadas pode ser acessada pelo link fundaj.gov.br/index.php/biblioteca.

Entre os destaques da Blanche Knopf, é possível encontrar o acervo da revista A Pilhéria, sobre o comportamento recifense na década de 1920, e os álbuns Artístico commercial e industrial do estado de Pernambuco (1925), de Manuel Rodrigues Folgueira, ou Pernambuco e seus arrabaldes (1951), de Gilberto Ferrez. Os visitantes ainda podem conhecer quatro mil cordéis e 340 títulos de histórias em quadrinhos.

Até que um volume considerável seja digitalizado, existe um processo árduo de trabalho realizado por profissionais especializados, além do suporte dos bibliotecários. Hoje, 9 de abril, quando é comemorado o Dia da Biblioteca, vale conhecer o processo e resgatar um pouco da história do equipamento.

Para manusear as obras raras é preciso usar luvas e máscara, disponibilizadas pela equipe. (Foto: Gabriel Melo/Esp. DP)

“As pessoas que visitam a biblioteca podem ter acesso às obras mais antigas usando máscaras e luvas, mas nós estamos pensando há algum tempo que não adianta ter um material excelente se muitas pessoas não têm acesso”, diz Nadja Tenório, coordenadora da Blanche Knopf há cinco anos. “Um novo projeto de digitalização já foi aprovado, mas estamos aguardando o fim da pandemia para dar início, provavelmente em junho. É um trabalho longo pela extensão do material, que precisa ser escaneado sem danificar as obras. É preciso levar em conta o tipo do papel e o ano de produção da obra. Quase como fotografar página a página, frente e verso. Um trabalho demorado, mas necessário.”

A digitalização vai começar pelas obras mais raras, cerca de 15 mil volumes. “Temos como critérios o assunto abordado, tendo em vista os mais pesquisados pelos usuários. As obras que já se encontram em domínio público poderão ser consultadas a partir do site da Fundaj, de qualquer lugar do mundo. Já as que a reprodução é vedada pelos direitos autorais, poderão ser consultadas digitalmente pelos usuários in loco na biblioteca.”

De acordo com a bibliotecária aposentada Lúcia Gaspar, coordenadora da Blanche Knopf entre 1991 a 2002, o equipamento foi uma das primeiras bibliotecas do Brasil a disponibilizar um catálogo online de suas coleções, ainda em 1997. “Aquilo que você tinha escondido no acervo passou a ficar disponível para o mundo todo. Com isso, recebíamos muitos pesquisadores estrangeiros que procuraram pelo livro com o número para pegar na estante. Eles olhavam do país em que estavam e vinham direto na fonte”, diz Gaspar, que recorda também do lançamento da Pesquisa Escolar Online, em 2002. Foi um site de compilações de textos didáticos de temas do Norte e Nordeste, como fatos históricos, folclore e personalidades. Algumas compilações contaram com tradução em espanhol e inglês.

Da trágica enchente à grande coleção

 

Primeiro prédio da Biblioteca, na Avenida Rui Barbosa. (Foto: Fundaj/Divulgação)

Após o início através da coleção de José Antônio Gonsalves de Mello, o acervo começou a crescer quando a Fundação Joaquim Nabuco selou parcerias com organizações estrangeiras, visando aumentar o fluxo de cópias de folhetos e artigos de periódicos. Essa coleção só passou a ser considerada uma biblioteca em 1954, quando se mudou para Casa Forte, na sede do Instituto Joaquim Nabuco. O geógrafo e poeta Mauro Mota, um dos grandes intelectuais do Recife no século 20, assumiu como diretor do espaço. De acordo com um texto informativo da Fundaj, nessa época a biblioteca já recebia a visita de pesquisadores importantes, a exemplo do médico norte-americano Robert Briggs Watson (1903-1978).

Em 1975, uma enchente causada pela cheia do Rio Capibaribe, que marcou a história do Recife, danificou 90% do acervo da biblioteca. Foi esse episódio que estimulou a mudança do equipamento para o bairro de Apipucos, um local mais alto e com menos probabilidade de ser atingido pelas cheias do rio. No ano seguinte, a biblioteca recebeu uma doação generosa do editor norte-americano Alfred A. Knopf, que ficou tocado pela perda. Por isso, o espaço passou a se chamar Blanche Knopf, esposa do intelectual e especialista em edição de livros.

A biblioteca depois da cheia de 1975. (Foto: Fundaj/Divulgação)

Desde então, o acervo cresceu, agregando bibliotecas particulares de Joaquim Nabuco, Mauro Motta, Sylvio Rabello, Mário Souto Maior, Tadeu Rocha, José de Paiva Crespo e, a mais recente, a de Maximiano Campos. Além dos destaques citados no começo da reportagem, ainda existem obras raras como registros originais da Invasão Holandesa, datados do século 17, ou o livro Escrituras de escravos (1880), de Ernesto Augusto da Silva Freire. Por conta da conservação, esses tipos de volumes só podem ser consultados no espaço que, após a normalização do cotidiano, deve continuar preservando a memória de Pernambuco e do Nordeste.

Fonte: Diario de Pernambuco

Dia Nacional da Biblioteca: o surgimento das bibliotecas no Brasil

Professora de Biblioteconomia da FESPSP, Maria das Mercês Apóstolo, comenta sobre a origem

Hoje, 9 de abril, é o Dia Nacional da Biblioteca, criado em 1980. Mas o surgimento da biblioteca no Brasil é muito mais antigo. Costuma-se situar o surgimento a partir de 1549, com a instalação do Governo Geral, em Salvador, na Bahia. Segundo a professora de Biblioteconomia da FESPSP, Maria das Mercês Apóstolo, “com esse aparato burocrático governamental é que começa, de fato, um arcabouço de sistema educacional no Brasil, organizado por diversas ordens religiosas”. Apesar disso, o acervo era pequeno, voltado apenas ao ensino religioso.

Rubens Borba de Moraes foi quem realizou um dos levantamentos mais completos sobre livros e bibliotecas no nosso período colonial. “Nesse período, a quantidade e circulação de livros entre nós era muito pequena, quase irrisória, visto que os materiais impressos tinham que vir importados de Portugal, pois não havia tipografia na Colônia, tecnologia que será introduzida no Brasil apenas em 1808, com a vinda da Família Real”, explica Mercês.

A partir do fim do século XVII e no início do século XVIII, principalmente em Minas Gerais, há registros de existência de uma significativa vida cultural, com a presença de várias bibliotecas particulares. Uma das mais representativas é a de D. Frei Domingos da Encarnação Pontenel, que era constituída por 1066 volumes, tanto de obras sacras quanto de ciências e de ilustração e a de Cláudio Manuel da Costa, com 383 volumes, quase todos de direito.

No século XIX, com a chegada de D. João VI e a implementação da Imprensa Régia, a leitura e os livros vão se ampliando junto a elite brasileira. “Várias bibliotecas vão surgindo, como o Gabinete Português de Leitura e a própria Biblioteca Real, hoje nossa Biblioteca Nacional”, afirma a professora.

“Os livros vão abrindo lugar na vida cotidiana das principais cidades brasileiras, com espaços no interior das casas abastadas, com mobiliário específico e cômodos especialmente reservados”, explica Mercês. Segundo a professora, grandes bibliotecas também são abertas ao público e se tornam espaços de discussão dos temas do momento, saraus de leitura e ponto de encontro de autores com suas obras e seus leitores.

Fonte: FESPSP

Abertas as submissões para a 21ª edição do Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias

Abertas as submissões para a 21ª edição do Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias

Estão abertas até 22 de junho as submissões de trabalhos para a 21ª edição do Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias (SNBU). O evento, cuja primeira edição foi realizada em 1978, busca promover a reflexão, o debate e o intercâmbio de informações entre os profissionais da área de informação com foco voltado para as questões que envolvem as ações nas bibliotecas universitárias. ​

Com ocorrências bienais ou trienais, o SNBU é o maior fórum de discussão da área. As temáticas de discussões foram evoluindo conforme o contexto de desenvolvimento científico, tecnológico, econômico e cultural da sociedade brasileira – tendência que pode ser confirmada na retrospectiva histórica dos temas das edições já realizadas.

A 21ª edição do SNBU será realizada em Goiânia, capital de Goiás, com o tema “Biblioteca universitária: tradição, práticas e inovações”, e terá sua promoção viabilizada pela Universidade Federal de Goiás (UFG), por meio do Sistema de Bibliotecas da UFG (Sibi/UFG) e da Faculdade de Informação e Comunicação (FIC/UFG). A previsão é que o evento ocorra entre os dias 8 e 11 de novembro de 2020.

Os trabalhos podem ser submetidos em três eixos:

Eixo 1 – Tradição – corresponde ao papel social da biblioteca universitária e procura identificar os desafios dos/as bibliotecários/as no contexto atual de grandes desafios enfrentados pela universidade.

Eixo 2 – Práticas – propõe-se discutir a atuação da biblioteca universitária, em relação aos documentos, serviços e produtos, que dialoguem com as necessidades informacionais dos/as usuários/as. Além disso, contempla os processos de gestão e enfoques administrativos que circundam as bibliotecas universitárias.

Eixo 3 – Inovações – está relacionado aos aspectos que envolvem as tecnologias de informação e comunicação no contexto da biblioteca universitária.

Para conhecer o edital da 21ª edição do Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias, acesse: https://snbu2020.com.br/wp-content/uploads/2020/04/EDITAL-2020-04-01.pdf.

Conheça o site do evento: https://snbu2020.com.br.

Patrícia Osandom

Núcleo de Comunicação Social do Ibict, com informações do site do evento

Fonte: IBICT

Monitoramento dos casos de coronavírus no Brasil e no mundo

A pandemia causada pelo novo coronavírus tem assolado o Brasil e o mundo nos últimos meses. Várias plataformas têm se dedicado ao monitoramento de novos casos, óbitos e curas. Agregando informações que devem orientar políticas públicas de combate à pandemia. A Biblioteca da Câmara apresenta algumas dessas plataformas.

O Covid-19 Visualizer, mantido por estudantes da Carnegie Mellon University, nos Estados Unidos, traz atualizações acerca da evolução da pandemia no mundo.
https://www.covidvisualizer.com/

O Painel Coronavírus apresenta dados consolidados pelo Ministério da Saúde, com dados do Brasil, estado por estado. https://covid.saude.gov.br/

O Painel Coronavírus Brasil, da Rede CoVida, é uma iniciativa conjunta do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs/Fiocruz Bahia) e a Universidade Federal da Bahia, que reúne colaboradores de diversas instituições científicas de forma solidária. Traz dados de todo o Brasil. http://covid19br.org/

A Universidade Federal de Viçosa também lançou uma plataforma sobre a pandemia do Covid-19 no Brasil, relatando casos município a município. https://labs.wesleycota.com/sarscov2/br/

Fonte: Biblioteca da Câmara dos Deputados

Informação em Quarentena

Em tempos de pandemia, inúmeras iniciativas, dia após dia, estão sendo criadas e divulgadas para atender as mais diferentes necessidades. Em meio a tantas opções, a FEBAB está atualizado periodicamente um arquivo, organizado por categorias, contendo os links para estas iniciativas.

Você está fazendo algo em sua biblioteca? Algo pela sua comunidade? Conhece alguma ferramenta, aplicativo ou ação que queira disseminar? Aproveite esta oportunidade e ajude a alimentar nossa curadoria.

Link para visualizar o arquivo: bit.ly/3dvEONo

Link para o formulário de sugestão de novos conteúdos: forms.gle/GuVFjubUzLFxFBnE6

Fonte: FEBAB

Biblioteca comunitária cria serviço de delivery para emprestar livros durante pandemia do coronavírus

Biblioteca fica em Pirapora, no Norte de Minas, e foi criada com a intenção de facilitar o acesso à leitura para jovens e crianças carentes. Além do delivery, os voluntários vão doar 500 livros para as crianças em comemoração ao Dia do Livro Infantil.

Por Marina Pereira, G1 Grande Minas

Livros são entregues nas casas dos leitores cadastrados — Foto: Clube Tamboril/ Divulgação
Livros são entregues nas casas dos leitores cadastrados — Foto: Clube Tamboril/ Divulgação

Um serviço de delivery de livros foi a alternativa encontrada por voluntários de uma biblioteca comunitária em Pirapora, no Norte de Minas, para fazer a leitura chegar na casa dos moradores durante o período de isolamento social.

A biblioteca criada há um ano faz parte do projeto ‘Clube Literário Tamboril’ e conta com mais de quatro mil obras literárias. O funcionamento é sempre de segunda a sexta das 9h às 17h, mas precisou ser interrompido por conta das medidas de prevenção ao coronavírus adotadas na cidade ribeirinha, que tem pouco mais de 56 mil habitantes e investiga 83 casos suspeitos da doença. Para continuar emprestando os livros, o grupo criou o projeto ‘Tamboril Delivery’.

Biblioteca foi criada há um ano em Pirapora, no Norte de Minas — Foto: Clube Tamboril/ Divulgação
Biblioteca foi criada há um ano em Pirapora, no Norte de Minas — Foto: Clube Tamboril/ Divulgação

Os leitores cadastrados fazem os pedidos por um aplicativo de mensagem e recebem os livros sem sair de casa. Cada leitor pode pegar até dois livros por vez e é cobrada uma taxa de R$ 2 por entrega para arcar com os custos do combustível.

“Sabemos que, nesse momento, a cultura é o que a pessoa pode ter acesso por isso resolvemos manter o empréstimo. Muitas pessoas estão em casa e vão ter tempo para mergulhar no universo do livro e exercitar a concentração. Além disso, estamos oferecendo uma oficina de escrita criativa pela internet”, disse o coordenador do projeto Rafael Oliveira.

O bibliotecário Jean Matheus é o responsável por levar os livros até a casa das pessoas. Os pedidos são feitos ao longo da semana e as entregas são sempre nas terças pela manhã.

“Os livros são higienizados com álcool e seguimos os protocolos do Sistema Estadual de Bibliotecas, e eu uso luvas e máscaras no momento da entrega. A demanda tem sido grande e, às vezes, preciso estender as entregas para o período da tarde”.

Jean sempre ajudou no projeto da biblioteca comunitária e acredita que a leitura pode transformar a vida das pessoas.

“Eu levo os livros para que as pessoas possam ter uma distração e que a crise não impossibilite o acesso à literatura. Na leitura, o real se alimenta do imaginário e eu acredito que se sonharmos com um mundo melhor, podemos transformar a realidade”.

Quinhentos livros serão doados para crianças carentes em alusão ao Dia do Livro Infantil — Foto: Clube Tamboril/ Divulgação
Quinhentos livros serão doados para crianças carentes em alusão ao Dia do Livro Infantil — Foto: Clube Tamboril/ Divulgação

Além do empréstimo dos livros, a partir do próximo sábado (11) os voluntários vão doar 500 obras para crianças carentes. A ação é alusiva ao Dia do Livro Infantil, comemorado em 18 de abril.

“Todos os anos, realizamos uma semana de programação com teatro, contação de histórias e doação de livros. Como não será possível fazer o evento, vamos levar os livros até a casa das crianças. Conseguimos 500 livros doados por escritores de todo o Brasil, através da plataforma Eu Faço Cultura”, explica o coordenador Rafael Oliveira.

Tempo para ler

Ana Luiza recebeu o livro em casa — Foto: Clube Tamboril/ Divulgação
Ana Luiza recebeu o livro em casa — Foto: Clube Tamboril/ Divulgação

O ‘Segundo sexo’, da escritora francesa Simone de Beauvoir, foi a obra escolhida pela estudante Ana Luiza Carvalho, de 18 anos. Ela está aproveitando os dias de isolamento para se dedicar à leitura.

“Já tinha ouvido falar que esse livro era muito bom e por isso fiz o pedido. Ele é voltado para sociologia e feminismo, que são assuntos que eu gosto. Achei muito legal a ideia do delivery porque não podemos sair de casa”.

Ana concluiu o ensino médio no final do ano passado e está se preparando para as provas do Enem deste ano. O sonho dela é cursar Relações Internacionais na UNB e acredita que a leitura vai ajudá-la.

“Comecei a pegar livros desde que a biblioteca abriu e a leitura me ajudou a melhorar meus conhecimentos em várias áreas, melhorei o português e tem me ajudado nas redações”.

Como surgiu a biblioteca

Biblioteca recebe alunos de escolas públicas — Foto: Clube Tamboril/ Divulgação
Biblioteca recebe alunos de escolas públicas — Foto: Clube Tamboril/ Divulgação

Cinco amigos com uma paixão em comum pelos livros tiveram a ideia de criar o ‘Clube Literário Tamboril’ em 2015, com o objetivo de levar a leitura para jovens e crianças carentes. Nos primeiros anos, eles percorriam praças e associações de bairros levando os livros em uma geladeira, a ‘Geloteca’.

“O projeto foi se fortalecendo e abrimos a biblioteca comunitária que passou a funcionar em um espaço físico. Existia uma carência cultural muito grande e depois que o jovem saía da escola, não tinha mais acesso ao livro porque na cidade não tinha espaço público para leitura e também não tem livrarias”, disse o coordenador do projeto Rafael Oliveira.

De acordo com o coordenador, as despesas com a biblioteca são mantidas através de uma parceria com uma empresa privada e, ao longo do ano, os voluntários também fazem oficinas, teatros e shows, e cobram um valor simbólico do público. Atualmente, onze voluntários ajudam no projeto.

Rafael foi um dos idealizadores do ‘Clube Literário Tamboril’ e conta que a leitura está transformando a realidade de muitos jovens na cidade.

“A literatura fomenta o senso crítico e ajuda no desenvolvimento. É visível como alguns leitores melhoraram a forma de se comunicar e passaram a interagir melhor e a questionar. Alguns jovens entraram no projeto aos 12 anos e hoje estão com 17. O mundo deles se amplia muito com a leitura”, comemora.

Crianças participam de oficinas de contação de histórias na biblioteca comunitária — Foto: Clube Tamboril/ Divulgação
Crianças participam de oficinas de contação de histórias na biblioteca comunitária — Foto: Clube Tamboril/ Divulgação

Fonte: G1 Grande Minas

Biblioteca do Senado lança guia de fontes oficias sobre a covid-19

Como parte das ações do Congresso para enfrentar a crise do coronavírus, a Biblioteca do Senado lançou um guia de fontes nacionais e internacionais sobre a covid-19. A iniciativa é uma forma de ajudar a combater a disseminação de mensagens falsas sobre o assunto e divulgar informações seguras para a população que precisa se proteger e saber agir em caso de suspeita. A Biblioteca Digital do Senado pode ser acessada nesse link: senado.leg.br/biblioteca.

Fonte: Agência Senado

7 medidas a tener en cuenta para crear un protocolo de actuación ante la apertura de las bibliotecas

 

7 medidas a tener en cuenta para crear un protocolo de actuación ante la apertura de las bibliotecas

Sin tener un protocolo de actuación definido a priori, las bibliotecas han sabido gestionar de manera excelente el cierre de sus instalaciones volcando toda su actividad en potenciar su marca y ofrecer sus servicios digitales a través de las redes sociales e Internet. Pero llegará el momento en el que vuelvan a la normalidad. Una normalidad que puede que no sea la anterior, pero que las bibliotecas deben empezar a trabajar desde ya. Ahora bien, ¿están las bibliotecas pensando en ese futuro inmediato? ¿Están gestionando y planificando cómo será el día en el que vuelvan a abrir sus puertas?

El tiempo pasa volando, y el retorno de las bibliotecas está a la vuelta de la esquina como quien dice. No hay que esperar al último momento para empezar a pensar cómo será la vuelta a las bibliotecas. Hay tiempo para empezar a pensar y planificar en un protocolo de actuación ante la apertura de las bibliotecas. Una vuelta paulatina para evitar al máximo las probabilidades de infección y propagación del COVID-19, y garantizar la seguridad del personal de biblioteca y de sus personas usuarias.

Salvando las distancias, sobre todo económicas y no de importancia social, el mundo del fútbol ya ha empezado a pensar en ese futuro cercano. Es por ello por lo que ha elaborado un protocolo de actuación para la vuelta a los entrenamientos de los equipos. Este hecho, sumado a una posible ceguera por el presente que no deja ver el futuro de dentro de unas semanas, me ha llevado a plasmar en este post algunas ideas (ampliables) ante la necesidad de un protocolo de actuación para la apertura de las bibliotecas. Eso sí, tened en cuanta que la vuelta será dura. Si queremos que la biblioteca física siga existiendo como tal habrá que potenciar su necesidad. Más ahora cuando muchas personas cuestionan la necesidad física ante los servicios digitales.

Algunas ideas ante la necesidad de un protocolo de actuación para la apertura de las bibliotecas

1. Comunicación: Las bibliotecas son espacios seguros.

La comunicación es imprescindible, y más en estos momentos. Las bibliotecas tienen que mostrar tranquilidad y comunicar que son sitios seguros, libres de virus y espacios de confianza a los que volver.

Para ello no solo bastará con comunicar el día de apertura, sino que también explicar qué medidas higiénico sanitarias se han llevado a cabo y cuáles se llevarán en el espacio físico y recursos de las bibliotecas, entre el personal bibliotecario y entre las personas usuarias de las bibliotecas.

Dicha comunicación se plasmará en el protocolo de actuación y se deberá realizar a través de los medios propios de la biblioteca (sitio web, redes sociales, correo electrónico, cartelería, publicidad…), los medios locales (prensa digital y prensa en papel, radio, televisión…), medios de la organización o institución de los que depende la biblioteca o bibliotecas (notas de prensa, redes sociales corporativas / institucionales…). También se deberá comunicar e informar a las personas que acudan a la biblioteca sobre las normas sanitarias e higiénicas preventivas a través de carteles y folletos.

2. Desinfección de instalaciones y recursos.

La desinfección y limpieza de las bibliotecas (edificios, mobiliario, equipos de trabajo y colecciones) se debe realizar siguiendo las recomendaciones de las autoridades sanitarias, administrativas y gubernamentales competentes, y previa apertura de las instalaciones.

Pero esta primera limpieza no bastará. Se tendrá que realizar de manera constante y con mayor frecuencia a lo largo del día, y durante el tiempo que estimen necesario las autoridades competentes o equipos de prevención.

También habrá que tener en cuenta qué hacer con los materiales que han estado en préstamo en periodo de cuarentena y cómo proceder su desinfección. E implementar medidas como mantener las puertas abiertas para evitar el contacto con pomos y manillas.

3. Personal disponible y servicios mínimos.

Antes de volver hay que saber con qué personal se cuenta. Controlar las bajas por enfermedad del personal bibliotecario o por estar dentro de categorías de riesgo de infección o contagio. No se hará una vuelta masiva, sino que a partir de este primer control se haría una vuelta a la biblioteca con el personal mínimo imprescindible.

En el caso de ser necesario para realizar una correcta apertura de la biblioteca y puesta en funcionamiento de sus servicios, los puestos de las personas que causan baja por enfermedad o por ser personal de riesgo se deberán suplir a través de contratación directa, activación de bolsas de empleo o aceleración de la resolución de oposiciones celebradas.

Hasta que las autoridades competentes no aconsejen la vuelta de la totalidad de la plantilla a la biblioteca (que podría efectuarse en semana sucesivas), el resto del personal seguirá teletrabajando desde casa.

4. Protección trabajadores y medidas de prevención.

El personal bibliotecario es uno de los recursos imprescindibles de las bibliotecas. Es por ello por lo que su protección es más que necesaria para cuidar la salud de estos profesionales. Dicha protección también garantizará la paulatina vuelta a la normalidad de la biblioteca.

Se deberán definir unas normas de comportamiento, higiene y sanitarias entre el personal bibliotecario. Normas que pueden ir desde la limitación de la interacción entre compañeros y personas usuarias, llevar guantes y mascarillas desechables diariamente, utilizar geles hidroalcohólicos, hasta, y en caso de crearlo oportuno, hacer la prueba del COVID-19 antes de volver a la biblioteca y llevar a cabo controles médicos.

La higiene de manos es la medida principal de prevención y control de la infección.

Las bibliotecas deben proporcionar todo este material a sus profesionales, así como garantizar su formación en las distintas normas y medidas de seguridad. Como he comentado anteriormente, la vuelta de los profesionales debe ser segura.

La información y la formación son fundamentales para poder implantar medidas organizativas, de higiene y técnicas entre el personal trabajador en una circunstancia tan particular como la actual. Se debe garantizar que todo el personal cuenta con una información y formación específica y actualizada sobre las medidas específicas que se implanten. [Procedimiento de actuación para los servicios de prevención de riesgos laborales frente a la exposición al SARS-CoV-2Ministerio de Sanidad]

5. Protocolo de actuación ante la preparación de las instalaciones.

Se deben llevar a cabo una serie de medidas de prevención que garanticen la seguridad de todas las personas que acuden a las bibliotecas. Dichas medidas preventivas deben ser desarrolladas, preparadas e instaladas en las bibliotecas con anterioridad al día de la apertura.

Estas medidas pueden ir desde la instalación de mamparas de protección en el mostrador bibliotecario con la finalidad de ofrecer un mejor servicio a las personas usuarias de la biblioteca, hasta contralar los conductos de ventilacióntener las puertas abiertas y colocar geles hidroalcóholicos en la entrada de la biblioteca.

Es imprescindible colocar carteles en la biblioteca y realizar folletos informando sobre las medidas higiénicas y sanitarias que se deben cumplir. Otra de las medidas a tener en cuenta, y que debe ser preparada con anterioridad, es la preparación de mesas en sala de consulta, sala de estudio y ordenadores para que garanticen el mantenimiento estipulado de distancia de seguridad.

6. Limitación de acceso a personas usuarias y definición de servicios disponibles.

Con el objetivo de evitar aglomeraciones en la apertura de la biblioteca, y para garantizar la distancia de seguridad de las personas, se deberá limitar el acceso a las personas usuarias en la cantidad y tiempo que las autoridades competentes estimen oportuno.

Esta limitación de acceso lleva a las bibliotecas a hacer una definición y comunicación de los servicios disponibles en el periodo de la vuelta paulatina a la normalidad. Es por ello por lo que toda actividad que suponga la reunión y trabajo en grupo deberá quedar anulada hasta que se normalice la situación. Por ejemplo, dentro de estos servicios y actividades estarían la celebración de clubes de lectura y talleres presenciales.

7. Protocolo de actuación ante las nuevas adquisiciones.

La paralización en este momento no es una solución. Las bibliotecas tienen que resurgir e invertir en nuevas adquisiciones de recursos de información y entretenimiento. Es por eso por lo que las nuevas adquisiciones se deben poner en funcionamiento cuanto antes, y a pesar a la crisis económica en la que viven las bibliotecas y la que está por venir.

Habría que definir cuáles serían las nuevas adquisiciones a incorporar en la colección de la biblioteca y ver que tanto en el almacenaje de dichos libros como en el traslado hasta la biblioteca se cumplen con los estándares sanitarios gubernamentales.

También es un momento de apoyar a las librerías y las editoriales. Si desde las bibliotecas lo hemos pasado mal, ni que decir tiene el sector editorial y de las librerías. La Federación Española de Cámaras del Libro ya ha instado al gobierno de activar un Plan de compra para las bibliotecas a través del sistema librero en todo el territorio. Para ello solicitan que se flexibilicen y agilicen los procedimientos de compras por parte de las instituciones.

Imagen superior cortesía de Shutterstock

Fonte: Julián Marquina

Los retos del sector cultural ante la transformación digital. ¿Inversión o gasto?

¿Cómo afecta la transformación digital a las organizaciones? ¿Cuáles son los retos presentes y los desafíos futuros a los que se enfrentan? Este artículo pretende abordar esta problemática y poner especial énfasis en aquellas organizaciones que se encuentran en el sector cultural dentro de la Administración Pública, como son las Bibliotecas, Archivos y Museos. Para ello se analizará el informe Fesabid «Las bibliotecas públicas en España: diagnóstico tras la crisis económica» y el informe de Esade «Administración 2030: Una visión transformadora. Propuestas para la próxima década».

La implicación del personal bibliotecario ha sido y es admirable

La Administración Pública actual en España está sometida a tensiones con diferentes variables que la están afectando a las demandas por parte de los ciudadanos y también al modelo de interacción entre las mismas, debido fundamentalmente a distintas razones como pueden ser:

  1. El envejecimiento progresivo de la población, y en consecuencia de los profesionales de la administración que también tienen una tasa de envejecimiento y no reposición preocupante. Entre el 2000 y el 2025 la población de más de 80 años se habrá triplicado.
  2. La atomización de la cosa pública que muchas veces dificulta encontrar un camino simple y ágil para tratar al ciudadano con la administración, haciendo que todas las listas de múltiples administraciones concentren en una única voz la posibilidad de interactuar con el ciudadano.
  3. La creciente demanda de los servicios públicos siendo los ciudadanos cada vez más exigentes, y también el aumento de los desequilibrios entre los ciudadanos y las administraciones que les dan servicio.

Profundizando en el sector de la Cultura, he seleccionado la parte que corresponde al mundo de las Bibliotecas, Archivos y Museos, el cual sufrió un mayor impacto a nivel de desinversión y disminución en los Presupuestos Generales del Estado entre los años 2010 y 2016. De hecho, de acuerdo al informe Fesabid sobre las Bibliotecas Públicas, varios son los datos que llaman la atención y demuestran este impacto:

  1. Reducción de 251 bibliotecas públicas en este periodo.
  2. Reducción de la inversión de 24,1 millones de euros en el periodo 2012-2016.
  3. Casi un millón y medio de personas (1.480.453) NO pueden acceder al servicio bibliotecario en municipios pequeños de 400 hasta algunos casos 10.000 habitantes.
  4. El Presupuesto de Cultura del 2008 al 2013 sufrió una caída media del 44 %, en donde la partida respecto a las bibliotecas y museos desciende aproximadamente un 22 %

Por ejemplo, un análisis del impacto del 2010-2016 entre la media de las bibliotecas públicas a nivel nacional y la mayor red de bibliotecas públicas perteneciente a la comunidad autónoma de Andalucía confirma algunos desequilibrios entre la media española y la media andaluza.

Bibliotecas Andalucía media española

Los datos hablan por sí solos, respecto a la diferencia de la mayor red que en muchos casos no cuenta en gasto corriente, préstamos, visitas por habitante no supera un 50 % de la media nacional. Deseo apuntar que la media de valoración social en el año 2017 es similar, y eso es como consecuencia de la implicación de los bibliotecarios públicos que, a pesar de la disminución de la inversión y disminución de gasto importante en estos años, han sabido continuar motivados con una implicación admirable comprometida con la visión de las bibliotecas públicas en cuanto al fomento de la lectura pública, así como que la biblioteca pública sea un centro de cultura de acceso público y universal a la ciudadanía independiente del nivel social, cultural o económico.

Respecto al sector de los Museos, la digitalización de sus colecciones nos muestra a través de una comparativa (entre los 10 museos más importantes del mundo) cuántos registros y objetos digitales se encuentran disponibles a través de Internet para cualquier ciudadano del mundo que tenga posibilidad de acceder a la red:

Colecciones online de museos repartidos por el mundo

Apuntar que se estima que el Museo del Prado en el año 2018 ha supuesto una inyección en la economía española de aproximadamente 745 millones de euros, de acuerdo al informe de EY presentado por el socio responsable del estudio Alberto Castilla y que supone 16 veces más que el presupuesto anual de ese mismo año.

Una aportación que, según destacó el director de la institución, Miguel Falomir, este miércoles durante la presentación del documento, es 16 veces mayor que el presupuesto total del museo, que en 2018 se situaba en los 45 millones de euros.

La tecnología en las organizaciones y en el sector cultural

Las organizaciones han cambiado gracias a la tecnología en los últimos 40 años debido a tres inventos fundamentales, y que han supuesto un cambio social, económico y cultural, como han sido:

  1. El invento del ordenador personal, allá por 1975 por IBM.
  2. La aparición masiva de Internet en 1991 y de la web.
  3. La aparición del teléfono inteligente y poder garantizar la movilidad como un hecho para el acceso a la información: IPhone en 2007.

Estos cambios en la tecnología han hecho que la sociedad cambie sus hábitos, sus maneras de comunicarse y también la manera de acceder y tratar la información, así como procesos, documentos, y todo lo que nos relaciona en nuestra vida personal y laboral.

Por otro lado, las organizaciones, y gracias a estos cambios en la tecnología, han podido mejorar la eficiencia de una manera exponencial en cuanto a procesos, interacción entre los trabajadores y la relaciones entre los clientes y los proveedores.

En el caso del sector de la Cultura, estos cambios en la tecnología han hecho que la información que estaba concentrada en los museos como son las colecciones y las obras de arte, o los libros o documentos que están en las bibliotecas, o también la documentación pública que se encuentra en los archivos pueda ser buscada y descargada a través de Internet en los últimos 20 años de manera espectacular.

Con la aparición del teléfono inteligente y tablets el concepto de movilidad sumado al de acceso universal a la información hace que a través de las aplicaciones informáticas podamos acceder desde cualquier dispositivo no solo a cualquier información publicada, sino que los trabajadores de las organizaciones podamos trabajar desde cualquier lugar con las aplicaciones corporativas desde cualquier lugar como si estuviéramos en nuestro puesto de trabajo (descripción de fondos documentales, descripción de obras de arte, introducción de datos de libros físicos o electrónicos, descarga de copias de documentos históricos,….).

Esto también beneficia a los trabajadores del sector de la Cultura, y especialmente los que trabajan en bibliotecas, archivos y museos. Un ejemplo importante es el catálogo colectivo de la Red Española de Bibliotecas universitarias (REBIUN) que permite importar cualquier registro bibliográfico que se encuentre en el catálogo e introducirlo al sistema particular de la biblioteca evitando tener que escribirlo manualmente con una ventaja en eficiencia y tiempo.

Reto de la Cultura para beneficiarse de la tecnología

El sector de la Cultura puede beneficiarse a través de la tecnología para mejorar las demandas de los ciudadanos, así como de los trabajadores de las instituciones con distintas funciones.

  1. Mayor acceso a la información y trámites, haciendo más sencillo, ágil y con un retorno de la inversión respecto a la inversión realizada.
  2. Digitalización de documentos que tienen que garantizarse su preservación por la importancia documental y por su valor histórico.
  3. Mejora de procesos ágiles que disminuyen la burocratización y mejoren la tramitación de determinados procesos:
    • Profesionales: Trámites electrónicos (creación registros bibliográficos, descripción automática de fondos…)
    • Ciudadanos: descarga de libros electrónicos, acceder a los documentos críticos.

La administración pública y el sector de la Cultura tienen la oportunidad de afrontar los siguientes retos y desafíos de aquí hasta el 2030:

  1. Visibilidad y comunicación ajustada a los retos actuales de los ciudadanos.
  2. Nivel de servicio excelente y sostenibilidad de los servicios públicos prestados.
  3. Cercanía y lenguaje segmentado a toda la ciudadanía, qué se puede ofrecer y para qué.

Para ello la Administración requiere que trate al sector de la Cultura como un sector que tiene un retorno respecto a la inversión realizada, así como el establecimiento de unos indicadores a largo plazo que permiten comparar este sector con unos ratios que puedan contribuir a establecer unos objetivos, visión y misión acordes a una estrategia de políticas culturales.

Los factores de inversión, sostenibilidad y racionalización son variables que tienen que estar dentro del sector de la cultura, así como transparencia y rendición de cuentas respecto a la inversión realizada, retorno de la inversión y beneficios sociales obtenidos tras estas inversiones. Algunas recomendaciones para mejorar estos indicadores pueden venir de colaboraciones entre las empresas y la administración pública, a través de una mejora respecto a la actual ley de mecenazgo que puede ser poco ambiciosa respecto al alcance definido. Puedo sugerir indicadores relacionados con:

  1. Indicadores de cohesión social respecto a la localización.
  2. Indicadores de fomento de la lectura segmentado en lectores, usuarios físicos y virtuales.
  3. Creación de catálogos de contenidos educativos junto a los colegios y universidades públicas próximas para poder acceder desde los catálogos colectivos de las bibliotecas a mayor número de contenidos.

Otra recomendación puede ser como con los compromisos de los Objetivos de Desarrollo Sostenibles 2030 que públicamente han sido asumidos por el actual gobierno y que tiene como reto reducir la brecha del acceso a los servicios de las bibliotecas en núcleos pequeños, pues más de un millón y medio de población puede no tener garantizado este derecho básico universal.

Juan Repiso Arteche

Director General de Baratz

Imagen superior cortesía de Shutterstock

Fonte: ComunidadBTZ

O que fazer quando a biblioteca está fechada

Acontece na Biblioteca da ECA

Biblioteca fechada

A Biblioteca da ECA está fechada desde o dia 17 de março, devido ao agravamento da pandemia COVID-19 e consequente suspensão das aulas na USP. Todos os empréstimos tiveram sua data de devolução adiada para dia 22 de abril, exceto aqueles que já estavam atrasados antes do dia 16 de março.

Desde o dia 23 de março, por questões de segurança, estamos pedindo aos nossos usuários que suspendam o uso  da nossa caixa de devoluções 24 horas e aguardem a reabertura da Biblioteca da ECA para devolver material que estiver em seu poder. Não haverá punições por atraso referentes aos dias em que a Biblioteca estiver fechada. Atrasos anteriores serão considerados, para efeito de suspensão, apenas até o dia 16 de março deste ano.

Os funcionários estão trabalhando em casa e atenderão, na medida do possível, às questões enviadas pela comunidade por e-mail. Estamos divulgando informações, pelas redes sociais, sobre acesso a recursos online. Nosso e-mail: ecabiblioteca@usp.br.

Se necessário, enviaremos novas edições especiais deste boletim.

Esperamos nos reencontrar em breve!

Acesso a recursos online

A USP coloca à disposição da comunidade muitos recursos online para pesquisa acadêmica. Alguns são de acesso aberto, outros são assinaturas só disponíveis para quem é da USP. Os principais são:

Teses e dissertações – acesso aberto
Produção Intelectual de docentes – acesso aberto
Portal de Revistas USP – acesso aberto
Portal de Livros Abertos da USP – acesso aberto
Revistas Eletrônicas – acesso USP
Bases de dados – acesso USP

Como acessar?

Teses e dissertações

Todas as teses e dissertações defendidas na USP estão cadastradas no Dédalus, o Banco de Dados Bibliográficos da USP. As que foram defendidas a partir de meados dos anos 2000, aproximadamente, estão disponíveis online. O link “Clicar sobre o botão para acesso ao texto” remete à Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP. É só e baixar o pdf. O acesso aberto para público em geral.

Produção Intelectual de Docentes da USP

Toda a produção dos docentes e técnicos da Universidade de São Paulo está cadastrada em seu repositório institucional. São artigos, livros, capítulos de livros etc. Em alguns casos pode não ser possível acessar o texto completo da produção – livros publicados por editoras comerciais e artigos em revistas que a USP não assina, por exemplo – mas há muito conteúdo disponível em acesso aberto.

Portal de Revistas USP

A USP publica 191 revistas acadêmicas, todas de acesso aberto. Os artigos podem ser localizados por autor, título e palavra-chave, neste link.

Portal de Livros Abertos da USP

Livros acadêmicos e formato digital de autoria de professores e funcionários da USP. Neste link.

Revistas Eletrônicas

Este portal reúne todas as revistas eletrônicas assinadas pela USP e pela CAPES, às quais também temos acesso. O portal serve para localizarmos revistas como um todo. Se quisermos saber, por exemplo, se temos acesso à revista Art in America, basta fazer a busca por esse título. Para localizar artigos de revistas, é necessário usar outras ferramentas, que apresentaremos a seguir. Importante: revistas de acesso fechado só podem ser consultadas nos computadores da USP ou por usuários conectados ao VPN da USP.

Bases de dados

Temos acesso, atualmente, a 248 bases de dados para busca de artigos de revistas acadêmicas internacionais, além de outros conteúdos igualmente interessantes. Entrando nessas bases podemos localizar artigos por assunto, título, autor etc. Muitas delas já dão acesso ao texto completo em pdf.  Destacamos aqui as bases mais interessantes para as áreas da ECA, mas convidamos nossos leitores a explorarem o recurso e descobrirem outras.

Importante: bases de dados de acesso fechado só podem ser consultadas nos computadores da USP ou por usuários conectados ao VPN da Universidade. E atenção:os links da lista acima nem sempre remetem diretamente às bases, mas à página a AGUIA (antigo SIBi) onde está a lista de bases de dados.

Portal de Busca Integrada

Um jeito simples de buscar em todos (ou quase todos) os recursos simultaneamente é a Busca Integrada da USP. Trata-se de um sistema pelo qual podemos localizar as teses, a produção intelectual dos docentes, os artigos das revistas publicadas pela USP e boa parte do conteúdo das revistas eletrônicas assinadas pela USP e CAPES. Além de buscar o mesmo conteúdo do Dédalus (livros e outros documentos físicos das bibliotecas da USP). Uma busca por Leonardo da Vinci, por exemplo, vai localizar 263 itens nos acervos físicos da USP, mais de 13.000 artigos de revistas. Há muito material disponível online, tanto de acesso aberto quanto de acesso restrito à USP ou usuários do VPN.

Mais informações sobre essa ferramenta neste post.

VPN USP

É uma rede privada, exclusiva para membros da comunidade USP, que dá acesso via internet a todos os recursos assinados pela USP e pela CAPES. Basta instalar um programa em seu computador pessoal e terá acesso remoto aos mesmos conteúdos que acessa pelos computadores da USP. Instruções de instalação aqui.

Fonte: Biblioteca da ECA

Digitalización en una emergencia: uso justo / trato justo y cómo las bibliotecas se están adaptando a la pandemia

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Digitization in an Emergency: Fair Use/Fair Dealing and How Libraries Are Adapting to the Pandemic by Ryan Clough | ACRL, April 1, 2020

Texto completo

Al igual que todas las demás instituciones importantes que operan durante la pandemia de coronavirus, las bibliotecas de investigación se enfrentan a cambios repentinos y radicales en sus realidades diarias. El principal de estos desafíos es la pérdida casi total de acceso a libros en papel y otras existencias físicas de la biblioteca. A partir de hoy,  casi todos los  miembros de ARL en los Estados Unidos y Canadá han cerrado sus instalaciones físicas y han interrumpido o limitado severamente el acceso a las colecciones impresas. Lo mismo sucedesucede en la mayoría de los otros tipos de bibliotecas: tanto las bibliotecas públicas locales como las bibliotecas escolares están cerradas. Esta emergencia no tiene precedentes en los tiempos modernos, incluso en tiempos de guerra.

La emergencia actual en el acceso a la biblioteca llega en el peor momento posible, cuando gran parte de la sociedad y la vida diaria se mueven completamente en línea. Las redes de banda ancha se esfuerzan por el crecimiento masivo del tráfico. La demanda se está disparando para apoyar la erudición, el conocimiento y la cultura en forma digital, por todo tipo de razones:

  • A medida que las clases se imparten en línea, los profesores y los estudiantes necesitan acceso digital a los materiales del curso, que anteriormente se compartían o mostraban solo en un aula o se accedían a través  de las colecciones físicas de su biblioteca.
  • A medida que se cierran los laboratorios y se cancelan las conferencias, los investigadores confían completamente en la colaboración remota y las publicaciones y datos digitales, para que el progreso académico (y sus propias carreras) no se detengan.
  • Para evitar la soledad y mantener su tejido social, todo tipo de grupos comunitarios, desde organizaciones estudiantiles hasta clubes de lectura, congregaciones religiosas y activistas políticos, se reúnen en sesiones de video chat, que a menudo giran en torno a los medios compartidos.
  • Las pequeñas empresas, las familias y las personas están descubriendo cómo adaptarse a circunstancias desconocidas: haciendo desinfectantes de manos y máscaras quirúrgicas, atendiendo las necesidades de los ancianos y vecinos vulnerables recientemente aislados, reparando sus propios dispositivos electrónicos, y así sucesivamente.

En respuesta a estas exigencias sin precedentes, pueden ser necesarias soluciones más sistémicas y totalmente justificables bajo un uso justo y un trato justo. Esto incluye variantes de  préstamos digitales controlados (CDL), en los que los libros se escanean y se prestan en forma digital, prestándose solo de en uno y con los mismos límites de tiempo que se aplicarían al préstamo de sus copias físicas.

Independientemente de si uno cree o no que la Biblioteca Nacional de Emergencia está dentro del alcance del uso justo, la necesidad y la urgencia subyacentes son innegables. Muchos bibliotecarios individuales han respaldado la National Emergency Library (NEL) sobre esta base. Los principales grupos de presión para autores y editores han expresado  “indignación”  por la iniciativa, aunque algunos autores individuales han sido mucho  más  comprensivos.. Al reaccionar ante la NEL o cualquier otra medida de adaptación, esperamos que los propietarios de los derechos de autor tengan una visión completa y de espíritu público de la crisis actual. La pandemia no ha suspendido la ley de derechos de autor o los contratos, pero el enfoque colectivo debe seguir siendo encontrar soluciones a los desafíos prácticos más urgentes, para que se pueda mantener la enseñanza, el aprendizaje y la erudición en estos tiempos inciertos.

Fonte: Universo Abierto

Bibliotecas escolares e sua importância no processo de incentivo ao hábito da leitura

Texto por  Terezinha Caldeira e Cristiane Castro

A leitura é um dos meios pelo qual se obtém conhecimento das mais diversas áreas facilitando então, a argumentação e vocabulário para a produção de um texto oral ou também escrito.

A escola em parceria com a biblioteca escolar tem grande parcela de responsabilidade para com o incentivo à leitura, pois promove o hábito nas crianças, estas irão crescer sabendo que a leitura enriquece o conhecimento e da grande importância que ela exerce na vida do ser humano.

A biblioteca deve assumir seu lugar no espaço pedagógico, como um centro de incentivo a leitura e propagador de conhecimento gerado pela humanidade.

A prática da leitura constitui-se ato presente na vida da criança desde o momento em que começa a ter noção do mundo que a cerca. No entanto, ao longo da vida escolar desses educandos, nem sempre há o devido interesse pela leitura. Com isso faz-se necessário à criação de mecanismos que despertem o interesse e o gosto pela leitura.

A leitura é uma prática que veio se desenvolvendo gradativamente durante século, os primeiros sinais de leituras começam nos primórdios das paredes das cavernas onde homens pintavam, desenhavam animais, esses eram meios de se comunicar visualmente.

Com os avanços que ocorreram constatou-se que a leitura era algo produtivo e que favorecia o crescimento, não somente das pessoas, como da própria comunidade. Fatos que aos poucos fortaleceram a sua divulgação, criando situação favoráveis à leitura em voz alta e em locais públicos. Liam-se romances, poemas e passagens religiosas.

Seguindo esse raciocínio, constata-se que o ato de ler tem várias funções e especificações. Serve para demonstrar a qualidade do leitor e sua expressividade, como um ritual do falar corretamente ou como meio de divulgar algo que queira colocá-lo em circulação.

A leitura amplia os conhecimentos traz novas possibilidades de mundo. Eleva o nível de entendimento deste, e ampliando a visão do indivíduo, e de suas ações gerando um comportamento mais crítico diante do texto, sintetizando cada estudo realizado.

É perceptível a importância da biblioteca no crescimento e aprimoramento físico, intelectual, espiritual e social do indivíduo no decorrer de sua vida. E esse trabalho tem início com a biblioteca escolar, que atende as crianças e adolescentes desde o início de sua vida acadêmica e cabe ao profissional bibliotecário oferecer esse apoio aos professores e demais participantes da comunidade escolar, em prol do desenvolvimento dos alunos. E para isso é necessário profissionais competentes, acervos e equipamentos atualizados, atendimento excelente, estrutura física e visual acolhedora, equipe multidisciplinar, apoio da equipe gestora e atividades dinâmicas que possibilitem vivências no mundo da leitura.

Portanto cabe ao profissional bibliotecário e a esse espaço, denominado biblioteca escolar, fazer a diferença desde a infância na vida do aluno, levando-o a perceber a importância e o gosto que a leitura tem e o que é capaz de oferecer em sua vida.

É através da leitura que se promove a facilidade em interpretar, facilitando a compreensão de outras disciplinas escolares, interpretação de informações que nos rodeiam no dia a dia, nos tornando críticos e capazes de melhor apreender os acontecimentos políticos, sociais, econômicos e afetivos que ocorrem em nossa sociedade.

(*) Terezinha Caldeira e Cristiane Castro são professores da rede municipal de ensino de Rondonópolis – MT.

Fonte: A Tribuna MT

Argentina: Una biblioteca reparte libros puerta a puerta por el coronavirus

La biblioteca municipal de Godoy Cruz intenta llevar la lectura a los argentinos que cumplen una cuarentena por COVID-19 hasta el 12 de abril. El país registra 1.451 casos positivos y 43 falecidos.

Epidemias, confinamiento y arte

Las patentes de sanidad acreditaban, ante el puerto de destino, que un barco no tenía contágios

Patente de sanidad emitida el 23-1-1782 por la Junta de Sanidad de Barcelona a favor del bergantín Cristianum et Danielem. A.G.A.

Texto por Antonio Gil Albarracín

Encontrándonos confinados más de una tercera parte de la humanidad a causa de la epidemia del coronavirus que, procedente desde China, gracias a la globalización, se está extendiendo como la pólvora y es probable que aún se tarde en controlar dicha pandemia. Semejante situación resulta novedosa durante el último siglo pero, salvo su acelerada velocidad del contagio en todo el mundo, no es desconocida en el pasado, dando lugar a intentos de aislamiento y cordones sanitarios para aislar territorios amenazados.

En algunos casos la existencia de dichas epidemias dieron lugar a fenómenos literarios de primer orden, de los que el más conocido sería El Decamerón de Giovanni Boccaccio, escrito durante la peste bubónica que asoló Eurasia entre 1347 y 1353, reuniendo los cien relatos narrados por diez jóvenes florentinos confinados en una villa de Fiésole, próxima a Florencia, a la espera de que amainara la morbilidad del contagio.

Patentes de sanidad

Sin embargo, hasta ahora ha pasado inadvertida la existencia de unos documentos denominados patentes de sanidad, que presentan antecedentes medievales. Los mismos habrían de ser emitidos por parte de la Junta de Sanidad del puerto de partida con el fin de presentarlo en el puerto de atraque. La tripulación y viajeros de cualquier embarcación que no dispusiera del mismo quedaba confinada en un lazareto para pasar la cuarentena.

Los avances científicos de la medicina y el morbilidad causada por la peste de Marsella del año 1720 llevaron a los Estados occidentales y sus territorios de soberanía al acuerdo de obligar estrictamente a que cualquier embarcación que llegara a su puertos presentara la patente de sanidad emitida por el puerto de origen, acreditando no sufrir epidemia alguna; dicha obligación permanecería en vigor hasta el siglo XX. En aquellos puertos cuyas autoridades no suscribieron el acuerdo, la patente sería emitida por los consulados de los Estados firmantes. El éxito de dicho acuerdo fue evidente pues el episodio de 1720, que llegó hasta 1722, fue la última epidemia de peste bubónica padecida en territorio europeo.

Las patentes de sanidad son instancias, manuscritas normalmente, que al menos desde el siglo XVII, también aparecen impresas; en las mismas se incluía la declaración de hallarse libre de cualquier contagio el puerto del que se había zarpado.

Adornadas

Algunas de las citadas instancias fueron adornadas con grabados de calidad desigual que incluían el escudo heráldico representativo de la ciudad o del Estado, en muchos de los territorios católicos representaban el santoral que protegía cada población y bastantes ciudades consideraron que era una excelente ocasión para difundir la imagen de la misma representada desde el mar a vista de pájaro o mediante un plano; hecho que ha permitido atesorar en los archivos que custodian dicha documentación una extraordinaria colección de paisajes urbanos fechados entre los siglos XVII y XIX.

Muestra representativa de los mismos son las dos patentes de las que se hace referencia en esta breve noticia.

La patente de Barcelona, obra del grabador Ignacio Valls, fue reiteradamente emitida entre 1730 y 1817.

Patente de sanidad emitida por la Junta de Sanidad de Alicante el 14-2-1821 a favor del laúd San José que zarpaba con destino a Arenys de Mar. A.G.A.

La extraordinaria patente de Alicante encargada a Vicente López Portaña, pintor de Cámara desde 1815, dibujó esta patente hacia 1820, representado la ciudad de Alicante, coronada por el castillo de Santa Bárbara, desde el mar por cuyas aguas navegan, entre otras embarcaciones, un galeón y un imponente Neptuno sobre su carro, en contraposición neoplatónica con la corte celestial que encabeza la patente, presidida por la Santa Faz, a la muestran su devoción los santos Sebastián, Francisco de Paula y Roque.

Tema de enorme interés que he estudiado durante los últimos años; cuando la situación se normalice se colgará una exposición sobre estas patentes, que ya estaba programada de antemano, acompañada de catálogo en el que se tratará extensamente de este interesantísimo tema.

Antonio Gil Albarracín es doctor en Historia. Académico correspondiente de las Reales Academias de Bellas Artes de Nuestra Señora de las Angustias de Granada, de Alfonso X el Sabio de Murcia, y de Bellas Artes de San Fernando de Madrid y de la Historia, también de Madrid.

Fonte: La Voz de Almería

Como higienizar os acervos de bibliotecas durante uma pandemia?

Especialistas analisam os mistérios do manuseio de materiais bibliográficos durante o período da Covid-19

Dorinateca tem clássicos acessíveis grátis na internet

Localizada na Vila Clementino, a Fundação Dorina Nowill surgiu há 70 mais anos como a Fundação para o Livro do Cego no Brasil. Hoje, a instituição atende deficientes visuais em vários trabalhos profissionalizantes, educativos e de consultoria para implementação de acessibilidade, mas continua editando audiolivros e livros em braille distribuídos para todo país.

Agora, em tempos de pandemia e crianças fora da escola, a instituição sugere aos pais e mães de crianças com deficiência visual para que acessem a Dorinateca, uma biblioteca virtual gratuita, que conta com vários clássicos da literatura infantil e que representam uma ótima opção de entretenimento para os pequenos. O site dispõe de um vasto acervo com opções de livros acessíveis nos formatos falado, digital acessível e braille para impressão.

“Entre os diversos gêneros que temos disponíveis, estão os clássicos que toda criança gosta. Desde contos de fada, como da Branca de Neve até aventuras como as de Robin Hood, que sempre estiveram no imaginário infantil e são atemporais”, explica Kely Magalhães, gerente de Serviços de Apoio à Inclusão da Fundação Dorina.

A gestora também reforça a importância do acesso aos formatos acessíveis de leitura para as crianças cegas e com baixa visão. “Ler proporciona condições de acesso à formação educacional e cultural, além de ampliar as possibilidades de trilhar um futuro mais independente, de maneira autônoma e plenamente cidadã”, afirma.

A Fundação Dorina já distribuiu 3.000 unidades da Coleção Clássicos para diversas escolas e bibliotecas do país, beneficiando pelo menos 30.000 crianças.

Entre os títulos disponíveis, há Bela Adormecida, de Simone Bibian; Branca de Neve, de Jacira Fagundes; Chapeuzinho Vermelho, de André Luiz P. Alves; Cinderela, de Anna Claudia Ramos; João e Maria, de Roberto de Carvalho; Os três porquinhos, da Editora Globo; Peter Pan, de Julio Lira; Pinóquio, de Viviane Brasil e Mary Aparecida Marques; Rapunzel, de Regina Drummond; Robin Hood, de Maurício Veneza

A Fundação fica na Rua Doutor Diogo de Faria, 558 • Vila Clementino

Fone: (11) 5087-0999

Site: fundacaodorina.org.br

Biblioteca virtual: dorinateca.org.br

Fonte: Jornal São Paulo Zona Sul

Neusa Dias de Macedo: uma vida dedicada ao ensino e a pesquisa em Biblioteconomia

Falecida no dia 28 de março, docente deixa legado que vai do ensino básico à Universidade

No último sábado, dia 28 de março, faleceu Neusa Dias de Macedo, bibliotecária e professora aposentada do Departamento de Informação e Cultura (CBD). Com uma trajetória profissional e acadêmica de mais de 50 anos, Neusa dedicou-se ao ensino e pesquisa em Biblioteconomia de maneira incessante e em diversas frentes.

Formada em Biblioteconomia na Fundação Escola de Sociologia e Política, Neusa ingressou na USP em 1951, como bibliotecária na Faculdade de Farmácia e na Faculdade de Odontologia. Afastada por motivações políticas durante o governo estadual de Jânio Quadros, a futura professora passa a trabalhar no Sistema de Informação da Indústria Nadir Figueiredo – onde cria uma biblioteca ambulante para os operários – e gradua-se em Letras. Obtém bolsa para um mestrado nos Estados Unidos e, ao voltar ao Brasil, torna-se docente da Universidade de Brasília, cargo que ocupa pelos seis anos seguintes.

Mais tarde, quando ingressa no doutorado, Neusa é aprovada em concurso para docente da graduação em Biblioteconomia da ECA. A partir de 1980, já doutora, passa também a dar aulas e orientar alunos da Pós-Graduação, contribuindo para a elaboração de 40 dissertações e teses na área.  Nas palavras de Neusa, estes foram anos marcados por “experiências inesquecíveis”.

Neusa foi parecerista de diversas revistas das áreas de Ciência da Informação e das Comunicações e Artes. Foi responsável pela reformulação, em 1978, da Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, da qual foi editora por alguns anos. A professora teve ainda importante atuação em diversas entidades representativas de profissionais da Biblioteconomia, como a Associação Paulista de Bibliotecários (APB), a Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições (FEBAB) e o Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB).

Mesmo depois de sua aposentadoria, em 1992, a docente manteve-se vinculada ao Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação (PPGCI), contribuindo de forma decisiva para a formação de grande parte dos pesquisadores brasileiros em Biblioteconomia. Ela é considerada uma das maiores especialistas brasileiras no serviço de referência em bibliotecas.

Grande defensora da biblioteca escolar, Neusa nunca deixou de se preocupar com a Educação Básica. Prova disso é a publicação, em 2005, do livro Biblioteca escolar brasileira em debate: da memória profissional a um fórum virtual, um dos dez finalistas no Prêmio Jabuti do ano seguinte. Neusa ainda deixou um livro inacabado, sobre a sinalização de bibliotecas.

Perguntada uma vez sobre os desafios atuais da Biblioteconomia, a professora destacou o papel fundamental das memórias e registros históricos, na forma de pesquisas acadêmicas e também de avaliações das instituições profissionais. Ela finalizou com um recado para os jovens bibliotecários: “produzam trabalhos sérios na sua área de atuação, exaltem os problemas críticos dos vários tipos de bibliotecas; atualizem-se sempre; passem para diante suas experiências, defendam sua profissão e colaborem com as instituições de classe”.

Abaixo você confere um depoimento de Neusa Dias de Macedo sobre o livro que mudou sua vida:

Com informações do Conselho Regional de Biblioteconomia – 8ª região, São Paulo (CRB-8)

Fonte: ECA/USP

BDJur lança formulário para avaliação do serviço pelos usuários

​A Biblioteca Digital Jurídica – BDJur disponibilizou para seus usuários um novo canal de comunicação: o formulário Avalie a BDJur, que pode ser acessado na página inicial da biblioteca digital.

Pelo novo formulário, o usuário pode informar sobre dificuldades de navegação e avaliar os conteúdos, além de enviar sugestões e críticas.

A partir dessa interação permanente com os usuários, a equipe gestora da BDJur vai recolher opiniões para implementar melhorias no sistema.

Outras informações podem ser obtidas com a Seção de Biblioteca Digital, da Biblioteca Ministro Oscar Saraiva, no telefone (61) 3319-9880.

Fonte: STJ

Elogio de la biblioteca pública

En su documental ‘Ex libris’, Frederick Wiseman refleja los desafíos a los que se enfrentan estas seculares instituciones, en un estudio teñido de ateísmo ilustrado

La fachada de la Biblioteca Pública de Nueva York, en el documental 'Ex libris'.
La fachada de la Biblioteca Pública de Nueva York, en el documental ‘Ex libris’.
Texto por Álex Vicente
No es casualidad que Ex libris, el documental de Frederick Wiseman sobre la Biblioteca Pública de Nueva York, empiece con unas palabras de Richard Dawkins, uno de los grandes divulgadores del agnosticismo en el mundo anglosajón. La importancia del discurso puede pasar inadvertida: el director, que cumplió 90 años en enero, arranca in medias res, como acostumbra, lo que confiere a esa decisión de montaje un aspecto casi aleatorio. En realidad, en el cine de Wiseman todo está estudiado al milímetro, pese a sus duraciones generosas y sus contornos naturalistas. Esta extraordinaria película, que Filmin estrena el próximo miércoles, está teñida del ateísmo ilustrado de Diderot y de su traducción digerible en la América puritana: la fe absoluta en el acceso al conocimiento que pregonaron tanto la Revolución Francesa como su copia transatlántica. “La biblioteca es un templo secular donde se practica la religión del aprendizaje y la de la democracia, porque está abierta a todo el mundo”, confirma al teléfono Wiseman, confinado en el suroeste francés durante la cuarentena.
Los tesoros bibliográficos que pertenecieron a la Iglesia en el Antiguo Régimen fueron transferidos a las sociedades burguesas siglos atrás. ¿Por qué, entonces, nos siguen yendo tan mal las cosas? Los voluntariosos funcionarios a los que Wiseman filma con su inagotable paciencia, como salidos de una vieja película de Frank Capra o de un cómic de Daniel Clowes, lo repiten como si fuera un mantra: es el acceso al conocimiento lo que nos hará iguales y libres, aunque los hechos demuestren que ese amuleto no sirve para todo. Se ha interpretado este documental como una apología de los grandes ideales que siguen sustentando a nuestras sociedades, pero también funciona como una constatación de sus límites. Ex libris es un elogio entusiasta de esos servicios públicos de los que ahora todo el mundo se acuerda, aunque sus tres horas y media también contengan matices más sombríos. Igual que otros proyectos recientes del director, como At Berkeley y National Gallery, este documental de 2017, rodado durante la campaña que llevó a Donald Trump a la Casa Blanca mientras todo el mundo miraba a otro lado, también habla de la dificultad de hacer funcionar una institución pública sin recurrir al mundo corporativo. “El 50% de los recursos de la Biblioteca de Nueva York son privados”, recuerda Wiseman al respecto. Pese a todo, su punto de vista no pasa por la denuncia incendiaria, sino por un pragmatismo crítico: incluso en los estrechos márgenes que deja el sistema económico se puede seguir actuando con integridad y a la luz de esos valores encomiables sobre los que se erigieron las sociedades liberales de ambas orillas del Atlántico.

Wiseman vuelve a hablar de la dificultad de hacer funcionar una institución pública sin recurrir al dinero privado

El director acaba de terminar su nueva película: un documental sobre el Ayuntamiento de Boston —“es de los cortos, solo 4 horas y 32 minutos”, dice con sorna— que aspira a ser un recordatorio de la importancia de las instituciones en nuestras vidas, el foco de atención permanente de Wiseman en su larga trayectoria. “Si no hay un Gobierno, no tratamos suficientemente bien a los demás. La institución es un mecanismo de control que garantiza unos mínimos”, afirma. El cineasta recuerda perfectamente lo que sucedió tras la crisis de 2008, cuando se proclamó que el capitalismo salvaje era historia y que un nuevo mundo estaba a la vuelta de la esquina, con los resultados conocidos cuando regresó una relativa bonanza. A Wiseman, esta cuarentena le está pareciendo un remake a cámara rápida de la misma secuencia en el debate de ideas, que él observa con ese lúcido escepticismo con el que la veteranía premia a determinadas mentes: “No soy Nostradamus, pero no podemos decir que el comportamiento humano haya cambiado demasiado en los últimos 20.000 años”.

Fonte: El País

[Storytelling, Livros Raros] Contar histórias em tempos difíceis: acessar o passado durante uma pandemia

Texto por Claire McGuire

Às vezes, parece que estamos vivendo em tempos sem precedentes.

Vivemos em um mundo globalizado que está repleto de problemas globais – instabilidade, conflito e desigualdades que parecem insuperáveis. E agora, uma pandemia que está deixando um rastro de vidas perdidas, desemprego e serviços médicos sobrecarregados, enquanto segue seu curso em todo o mundo.

No entanto, os avanços da tecnologia no mundo de hoje nos permitem conectar de maneiras nunca antes possíveis. Podemos nos conectar um com o outro, e podemos nos conectar com as pessoas do passado. As pessoas que enfrentaram, sofreram e superaram momentos que eles próprios devem ter sentido não tinham precedentes.

Há conforto e sabedoria nessa conexão.

O poder das fontes primárias

Foi o filósofo espanhol George Santayana quem escreveu: “aqueles que não conseguem se lembrar do passado estão condenados a repeti-lo”. Embora tenha se tornado um ditado muito repetido e parafraseado, um aspecto dessa linha tem ressoado comigo ultimamente.

Em nossa era moderna, hiper-visual, somos inundados pela mídia. Falando de maneira geral, e pela minha experiência, as histórias não parecem totalmente reais até vermos evidências visuais delas.

Embora, à primeira vista, os materiais mais antigos possam parecer muito estranhos, abstratos e não relacionados à nossa vida moderna, eles ainda têm um poder muito real. Precisamos dessas fontes primárias. Além disso, precisamos de contar histórias, documentação e manutenção de registros que dê vida a essas fontes.

Uma conexão com o passado pode nos ajudar a entender nossa vulnerabilidade e capacidade de resiliência. Pode nos ajudar a aprender com as lições passadas, apreciar os avanços científicos e tecnológicos que temos agora e desenvolver um senso de solidariedade com a humanidade em geral.

Há consolo em saber que a humanidade superou desafios semelhantes no passado. Há também lições que não devem ser esquecidas.

Lições do passado

Embora a maioria de nós tente, nunca podemos estar verdadeiramente preparados para o que está por vir. Alguns meses atrás, seria difícil acreditar nas mudanças que nossas sociedades e governos estão fazendo em resposta à pandemia do COVID-19.

No entanto, podemos olhar para o passado para fazer previsões para o futuro.

A crise tem sido frequentemente o catalisador da mudança. Por exemplo, a epidemia de gripe que devastou a maior parte do mundo em 1918 também preparou o terreno para a criação de serviços nacionais de saúde na Europa e além.

Infelizmente, a crise também pode desencadear um lado mais feio da humanidade. A Peste Negra, que dizimou populações no  século 14, levou à violência desenfreada e retribuição, tendo como alvo as populações vulneráveis judeus e outros. Com a perspectiva de nossa compreensão moderna de patógenos, podemos considerar o sofrimento causado pela falta de conhecimento como uma lição que não deve ser repetida.

A xenofobia é um resultado de longa data das crises globais. A UNESCO se baseou no exemplo da Peste Negra como um alerta contra reações bruscas que buscariam restringir a conexão no futuro:

Pode ser tentador em tempos incertos, especialmente agora que o mundo está testemunhando a rápida disseminação do COVID-19, concluir que a única maneira de evitar desafios como a disseminação de doenças infecciosas é restringir o movimento e a troca e, de alguma forma, reverter globalização e conexão de diferentes culturas e povos. No entanto, a propagação da praga em um mundo sem aviões, trens e navios de cruzeiro serve como um lembrete de que as doenças podem se mover rapidamente, mesmo sem essas tecnologias.

Podemos acessar o passado para informar melhor a tomada de decisões agora e no futuro. Profissionais dos campos de serviço de informações, arquivo, preservação e conservação e catalogação são necessários para ajudar a descobrir, preservar e interpretar a evidência da fonte primária dessas lições.

Herança de esperança e compreensão

Diante dos muitos desafios prementes que o COVID-19 trouxe, também houve uma notável apreciação e necessidade de cultura – por conexão, entretenimento, inspiração e esperança.

O patrimônio cultural – especialmente os documentos, fotografias, materiais de arquivo e histórias de pessoas que enfrentam pandemias passadas – agora pode ressoar mais do que nunca com o público – possivelmente até mesmo com públicos que não teriam se envolvido prontamente antes.

Poderíamos abordar isso como uma oportunidade de nos envolver com nossas comunidades – conectando-as umas às outras e ao passado através da herança que protegemos e compartilhamos.

O patrimônio cultural pode dar uma perspectiva histórica. Pestilência e guerra há muito tempo abrem as portas para avanços médicos. Mesmo o conhecimento aparentemente simples e óbvio, como a higiene adequada e a lavagem das mãos, foi aprendido através de lições difíceis.

Boletim informativo de arquivo que descreve a higiene adequada
“Auxiliar de saúde voluntário de emergência de Ontário (filial da fronteira). ‘Boletim sobre Influenza ”de ArchivesOfOntario, CC PDM 1.0 https://bit.ly/2xDMrAY

O compartilhamento dessas histórias poderia ajudar as pessoas hoje em dia a entender a importância de levar a sério os conselhos de saúde pública sobre saneamento e higiene? Poderia ajudar a contextualizar nossa vulnerabilidade e, portanto, adicionar peso às iniciativas de saúde pública?

Uma rápida pesquisa on-line de “pandemias passadas” levará a muitas páginas de artigos de blog, reportagens e artigos de interesse humano publicados nas últimas semanas, todos baseados em um interesse aparentemente crescente por histórias de resposta histórica a doenças.

Um ótimo exemplo pode ser encontrado no Center for Disease Control (CDC), nos Estados Unidos. O site mantém um arquivo online de fotografias, cartazes de saúde pública, artigos e histórias de 1918 Flu epidemia e outros emergências de saúde pública do século 20. Eles compartilharam essas imagens nas mídias sociais com a tag #CDCHistory , com considerável envolvimento.

Em resposta ao COVID-19, há claramente interesse pelo contexto histórico entre a população em geral e, portanto, a necessidade de fornecer informações precisas e imparciais.

Esta pode ser uma oportunidade para engajamento?

As bibliotecas mantêm coleções que podem ajudar a sociedade a acessar os valores educacionais, sociais, científicos e artísticos do patrimônio documental e se conectar ao passado durante esse período em que muitos de nós anseiam por conexão.

Fonte: AWBB

Biblioteca de São Paulo conta com conteúdo diversificado em seu site e redes sociais

Seguindo orientação do Governo do Estado de SP, a Biblioteca de São Paulo (BSP), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e gerida pela Organização Social SP Leituras (eleita pelo segundo ano consecutivo uma das 100 Melhores ONGs do Brasil), está com o funcionamento ao público suspenso desde o dia 17 de março. Porém, o equipamento tem disponibilizado algumas sugestões de atividades e conteúdos em seu site e redes sociais para que este laço entre os frequentadores e a biblioteca ganhe uma nova dimensão. O objetivo é – em especial neste momento em que as pessoas estão mais em casa em família ou sozinhas – levar entretenimento e informação para a população.

Neste sentido, a BSP tem utilizado seu site e redes sociais não só para informar, como também oferecer conteúdos de interesse. Sugestões de programas do tipo “faça em casa” estão sendo reunidas em materiais nestes canais, em uma iniciativa que vai de encontro à campanha #CulturaemCasa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo (confira, abaixo, alguns dos destaques). Em breve, haverá uma série de conteúdos novos e programação que estão sendo desenvolvidos para serem realizados online (como oficinas virtuais, por exemplo).

A biblioteca conta também com o serviço remoto de sugestão de aquisição de títulos por sócios pelo e-mail contato@bsp.org.br.  Importante ressaltar ainda que a devolução dos livros foi automaticamente renovada, para que não haja qualquer transtorno àqueles que estão com obras do acervo em casa, neste momento.

Confira, a seguir, o que vem sendo feito:

Xadrez – dicas para praticar em casa ou online em https://bsp.org.br/2020/03/23/xadrez-o-que-nao-falta-e-opcao-para-jogar-virtualmente/

Hora do Conto – sugestões para realizar uma contação de histórias https://bsp.org.br/2020/03/20/dicas-para-realizar-a-hora-do-conto-em-familia/

Leitura ao Pé do Ouvido – dicas para promover um luau em casa ou virtual https://bsp.org.br/2020/03/20/saiba-mais-sobre-o-cacador-de-pipas-e-promova-uma-leitura-virtual-entre-amigos/

Clube de Leitura – um encontro sobre literatura pode acontecer mesmo que virtualmente e é o que se propõe em https://bsp.org.br/2020/03/19/clube-de-leitura-para-debater-1984-onde-quiser/

Libras – aprender e praticar a Língua Brasileira de Sinais é o mote de texto disponível em https://bsp.org.br/2020/03/19/confira-as-dicas-para-praticar-libras-em-casa/

Origamis – dicas e links para quem quer começar as dobraduras e para quem já está em nível avançado em https://bsp.org.br/2020/03/27/aprenda-a-fazer-origamis-e-divirta-se-criando-com-papel/

Dica de leitura – “A Volta ao Mundo em 80 Dias” é sugestão de leitura, com detalhes e link para baixar o livro em pdf em site de domínio público em https://bsp.org.br/2020/03/24/vamos-dar-a-volta-ao-mundo-com-julio-verne/

Acervos digitais – matéria que reúne vários links para acervos digitais disponibilizados para acesso gratuito: https://bsp.org.br/2020/03/24/venha-passear-pelos-acervos-digitais-distribuidos-pelo-mundo/

Minichef – matéria sobre atividade para realizar em casa, reunindo gastronomia e literatura. O texto propõe que o público compartilhe, no Facebook da biblioteca, vídeos e fotos ds receita feita em casa: https://bsp.org.br/2020/03/27/59608/ .

Aproximando leitores e autores

A BSP conta com canal no Youtube, que reúne várias sessões do programa Segundas Intenções, realizadas com autores conhecidos. Estes bate-papos com escritores serão destacados, nas próximas semanas, em novos conteúdos disponibilizados no site e nas redes sociais. Veja tudo em: https://www.youtube.com/user/SPbiblioteca .

Saiba mais em:

Biblioteca de São Paulo

Site: https://bsp.org.br/

Facebook: https://web.facebook.com/BSPbiblioteca/

Instagram: https://www.instagram.com/bspbiblioteca/

Fonte: Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

Biblioteca Virtual da Unimar é importante ferramenta no processo de aprendizagem

A Biblioteca Virtual da Universidade de Marília (Unimar) é uma das principais ferramentas para os acadêmicos, principalmente neste período de afastamento social necessário para o enfrentamento do novo Covid-19. A plataforma Minha Biblioteca é uma realidade da Instituição há anos e oferece mais de 8 mil títulos em todas as áreas do conhecimento.

A tecnologia faz parte das metodologias inovadoras de ensino da Universidade. Os docentes utilizam todos os recursos para manter o processo de aprendizagem dos estudantes, inclusive com aulas sendo ministradas todos os dias por meio de videoconferências, em plataformas digitais, que possibilitam a interação com as turmas, o esclarecimento de dúvidas e a troca de informações entre os acadêmicos. Nesse contexto, oferecer uma Biblioteca Virtual aos acadêmicos se torna vital.

De acordo com a Bibliotecaria da Unimar, Andréia Juliani Arimoto, é oferecido pela Instituição o mais qualificado e completo acervo literário. “A Plataforma Minha Biblioteca está muito bem amparada. Disponibilizamos uma das melhores Bibliotecas virtuais, tanto em quantidade quanto em qualidade de conteúdo. São disponibilizados mais de 8 mil títulos, contemplando todas as áreas do conhecimento, incluindo a área da saúde, com grandes e importantes nomes da literatura”, explica.

A docente do curso de Publicidade e Propaganda da Unimar e do MBA em Marketing, Maria Alice Campagnoli Otre, ressalta que a plataforma agregou ainda mais com o ensino da Instituição. “Eu já usava muito, bem antes da quarentena, como professora e como pesquisadora. Foi aberto um universo de possibilidades de pesquisa e de conhecimento para todos. Agora a importância está ainda mais latente. Livros atualizados, acesso na palma da mão, sem custo, sem prazos para devolução. Acredito que foi um dos melhores investimentos que a Unimar fez no quesito biblioteca”, afirma.

Para a acadêmica do curso de Publicidade e Propaganda da Unimar, Maria Clara de Almeida Toribio Leal, a plataforma também já era uma grande aliada, mesmo antes da quarentena. “A Minha Biblioteca é ótima tanto para estudo individual quanto em grupo, é um acervo a qual recorremos sempre, principalmente neste período. Pra mim, é uma plataforma muito boa, com uma quantidade considerável de livros, fácil de navegar e de fácil acesso a nós, acadêmicos”, conta.

Outro grande diferencial da Plataforma Minha Biblioteca é a disponibilidade de acessar os periódicos offline. Ainda segundo Andreia, todos os acadêmicos possuem acesso e é muito simples adquirir o conteúdo. “É necessário apenas baixar o aplicativo, que está disponível na plataforma Minha Biblioteca, na página da Unimar. O acadêmico precisa clicar no ícone, que se encontra próximo ao rodapé, seguir o passo a passo e já está pronto para baixar os conteúdos”, ressalta.

Além do acervo digital, a Universidade de Marília possui parcerias com outras bibliotecas, beneficiando ainda mais as pesquisas dos acadêmicos. “Além do grandioso acervo oferecido pela Instituição, também no site há o acesso ao Portal de Periódicos da Capes (Coordenação

de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), com acesso a títulos nacionais e internacionais, e links que redirecionam os alunos as principais Bibliotecas Brasileiras, para leitura de outros gêneros da literatura, oferecendo distração neste momento intenso”, complementa Andréia.

O acadêmico que necessitar de auxílio ou esclarecimento de alguma dúvida pode entrar em contato com a equipe da Biblioteca Central “Zilma Parente de Barros” através do e-mail periodicos@unimar.

Fonte: Jornal do Povo

Las mejores bibliotecas del mundo abiertas online en tiempos del Covid-19

Texto por Isabel Olmos

La Colección Cubana de la biblioteca de la Universidad de Miami ofrece un paseo por mapas, libros, publicaciones y fotos que van desde las primeras manifestaciones del pensamiento, la literatura, la diversión y el arte en la isla, hasta los logros y BY PEDRO PORTAL

EEUU, España, Francia, Reino Unido, Canadá, Rusia, Japón y China cuentan con las bibliotecas más importantes del mundo. Repartido en estas geografías, se resguarda el patrimonio cultural común de la humanidad, en diferentes idiomas. Estas bibliotecas están consideradas como la memoria de la civilización. Les presentamos algunas de las mejores bibliotecas del mundo abiertas online en los tiempos del COVID-19.

La Biblioteca del Congreso/ Library of Congress, la más grande del mundo en términos de número de libros y estanterías, con 164 millones de obras. Desde su fundación en 1800 está considerada como uno de los tesoros culturales más valiosos del mundo. Hay mucho material en el archivo y las colecciones abierto al público online. Más: https://archive.org/details/library_of_congress y https://www.loc.gov/collections/

La Biblioteca Británica, en Londres, la segunda más grande del mundo, con más de 150 millones de obras, ha anunciado que pondrá a disposición del público online su colección de globos durante este periodo excepcional. Más: www.bl.uk, www.bl.uk/maps y www.bl.uk/press-releases/2020/march/~/link.aspx?_id=FCDBAC82A47F473E91F9C83A60A131B0&_z=z

La Biblioteca Nacional de España (BNE), en Madrid, conserva el patrimonio nacional bibliográfico, con más de 33 millones de obras. En línea puedes acceder de forma gratuita a documentos digitalizados, entre los que destacan libros impresos entre los siglos XV y XX, fotografías, mapas, dibujos y grabados, entre otros. Más: www.bne.es/

La Biblioteca Digital Mundial, que ofrece acceso gratuito a manuscritos, libros raros, mapas, fotografías y otros importantes documentos de interés cultural de todos, está a disposición en internet, de manera gratuita y en formato multilingüe. Más: https://www.wdl.org/es/

La Biblioteca Digital Europea es conocida como la Europeana, que almacena los metadatos, con materiales de museos, archivos, y bibliotecas de prácticamente todos los países de la Unión Europea. Cuenta con imágenes, grabaciones sonoras, textos, videos y objetos 3D. Hay exposiciones de todo tipo. Destaca la exposición sobre las mujeres. Más: www.europeana.eu/es

La Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes presenta más de 550 portales dedicados a autores fundamentales en español, así como un fondo de unos 195.000 registros bibliográficos. Más: www.cervantesvirtual.com/

Proyecto Gutenberg, donde puedes descargar los materiales en distintos formatos digitales como Kindle, EPUB, o simplemente puedes leer en línea en formato HTML, es una web con un extenso catálogo de libros en varios idiomas con cerca de 30.000 títulos y cuenta con otras páginas afiliadas. Más: http://www.gutenberg.org/

The Free Library te permite crear tu propia página personal con versiones completas gratuitas de obras literarias clásicas de cientos de autores célebres, biografías, imágenes, citas famosas, publicaciones sobre ciencia, tecnología, humanidades, negocios, comunicaciones, entretenimiento y millones artículos, entre otros. Más: www.thefreelibrary.com/

Read Print, biblioteca en línea gratuita que proporciona miles de libros en línea gratuitos no para todos, especialmente estudiantes, maestros y entusiastas clásicos, tiene más de 8,000 libros en línea de 3,500 autores famosos. Este portal ofrece la posibilidad de crear tus estanterías. Más: www.readprint.com/

Para los residentes en EEUU, todas las bibliotecas públicas cuentan con mucho material cultural y de entretenimiento online para todas las edades. Hay aplicaciones gratis para leer libros, ver películas, escuchar música, además de revistas, entre otras muchas actividades culturales. Más: https://www.mdpls.org/digital-library/digital-library.asp

Twitter: @IsabelOlmos

Biblioteca de Proença-a-Nova faz entrega de livros ao domicílio

A Biblioteca Municipal de Proença-a-Nova tem em funcionamento a modalidade de entrega de livros ao domicílio, que pode ser solicitada pelos leitores de qualquer ponto do concelho, foi hoje anunciado.

Biblioteca de Proença-a-Nova faz entrega de livros ao domicílio
© iStock

Em comunicado, a Câmara de Proença-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, explica que a a biblioteca municipal, encerrada ao público desde que foi decretado o Estado de Emergência devido à pandemia da covid-19, “já tem a funcionar a modalidade de entrega de livros ao domicílio que pode ser solicitada por qualquer leitor em qualquer ponto do concelho”.

“Desta forma, é igualmente suprimida a ausência da Bibliomóvel – Biblioteca Itinerante de Proença-a-Nova, que deixou de realizar as suas rotas semanais, e dos polos de Sobreira Formosa, Atalaias, São Pedro do Esteval e Montes da Senhora, que se encontram encerrados pelo mesmo motivo”, lê-se na nota.

Para verificarem a disponibilidade de um livro, os leitores podem consultar o catálogo online, acessível na página da biblioteca, em www.biblioteca.cm-proencanova.pt, e, depois de escolhidos os livros (máximo de três publicações por leitor), deverá ser enviado um ‘email’ para biblioteca@cm-proencanova.pt com a identificação dos mesmos, número de leitor, local de entrega, horário preferencial de entrega e contacto telefónico.

Para quem não tiver Internet, pode contactar os serviços pelo número de telefone 274670007, sendo que, além de livros, os utentes podem ainda requisitar DVD.

“Quando for para devolver o empréstimo, o leitor deve entrar em contacto com a biblioteca e agendar o levantamento dos livros que ficam em quarentena antes de serem novamente emprestados”, refere a autarquia.

Outra das novidades implementadas durante este período excecional é que o empréstimo pode chegar até a um mês.

Em Portugal, segundo o balanço feito na quarta-feira pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 187 mortes, mais 27 do que na véspera (+16,9%), e 8.251 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 808 em relação a terça-feira (+10,9%).

Dos infetados, 726 estão internados, 230 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

Fonte: Notícias ao Minuto

Biblioteca faz campanha nas redes sociais para estimular o hábito da leitura

Nova identidade visual e comunicação interativa são as estratégias da BNB para atrair o público na internet

A BNB investe em campanha para estimular as pessoas a lerem mais | Foto: Paulo H Carvalho / Agência Brasília
Compartilhar dicas de livros com conhecidos e desconhecidos como forma de estimular o hábito da leitura entre os brasileiros é a proposta do projeto “O que você está lendo?”, que a Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) lança no sábado (4).

A estratégia é parte de uma série de ações promovidas pelos espaços culturais da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) com o objetivo de aproximar as pessoas das atividades culturais durante o isolamento social combater a pandemia do novo coronavírus.

A ideia surgiu a partir de estudos que indicam o consumo de arte como protagonista na manutenção da saúde mental neste período de quarentena. Nesse sentido, a internet desponta como um canal essencial para trazer arte, cultura e lazer para dentro de casa.

O projeto da BNB convida cidadãos do DF a contribuir com uma indicação de leitura, estimulando assim uma atividade que, segundo pesquisa dos próprios servidores, faz parte do hábito de poucos brasileiros. A dica de estreia ficará a cargo do secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues, que se define como um ávido leitor.

Maior interação

Desde 12 de março – Dia do Bibliotecário –, as redes sociais da BNB (Instagram e Facebook) ampliaram a interação com usuários e seguidores, com publicações diárias de conteúdos nos quais se incluem dados estatísticos e curiosidades sobre o perfil do leitor brasileiro que provocam a reflexão do internauta sobre seus hábitos de leitura. O objetivo é conscientizar o leitor, sobretudo o mais jovem, do poder de transformação que a leitura pode proporcionar.

A diretora da Biblioteca Nacional de Brasília, Sharlene Araújo, destaca que essas ações aumentam, no público, a sensação de pertencimento ao espaço da biblioteca. Ela aponta que as bibliotecas públicas vêm passando por mudanças substanciais nos últimos dez anos, principalmente por conta de novos formatos digitais de consumo de informação, como smartphones, livros eletrônicos e audiolivros.

“Para centros de informação que sempre se basearam em formato impresso de informação confiável e relevante como diferencial competitivo, é uma desafio diário se adaptar a essa nova realidade”, avalia.

“Mudar a abordagem no conteúdo”, ressalta a diretora, “nos coloca numa posição de instituição que pode informar o cidadão não somente com eventos que promovemos, mas também com informações importantes que permeiam nossas atividades de fomentadores da leitura, como forma de transformar  a vida as pessoas.”

Com informações da Secec

Fonte: AGÊNCIA BRASÍLIA

Livros Digitais e Bibliotecas com Liliana Giusti Serra

Na palestra “Livros digitais e bibliotecas: quais mudanças devemos esperar?”, a bibliotecária Liliana Giusti Serra fala das principais mudanças no meio digital que impactam as bibliotecas, como tipologia, aquisição, descoberta, acesso, desenvolvimento de coleções e rotinas bibliotecárias.

Liliana Giusti Serra é bibliotecária dos sistemas SophiA Biblioteca e SophiA Acervo. A palestra foi parte da programação do 7º Colóquio de Bibliotecas Digitais – Alemanha, França e Brasil, evento realizado em setembro de 2015, no Sesc Bom Retiro.

Durante todo o seminário foram discutidos o futuro digital e os desafios da nova realidade nas bibliotecas alemãs, francesas e brasileiras. Os diferentes modelos de negócio de e-books: acesso perpétuo, assinatura e pay-per-view, a interface entre games, plataformas digitais, social reading e direito autoral na era digital também serão abordados.

Liliana Giusti Serra Bibliotecária do software SophiA Biblioteca desde 2010. Autora da obra “Livro digitale bibliotecas”, editado pela Fundação Getúlio Vargas. Membro internacional da American Library Association.

Fonte: Sesc São Paulo

Biblioteca ensina crianças e adolescentes a criarem livros

No “Mês do Livro Infantil”, e como parte da campanha “#ViralizaCultura”, a Biblioteca Municipal “Murilo Mendes”, de Juiz de Fora (MG) lançou manual que incentiva crianças e adolescentes a criarem seus livros.

A produção é de da escritora Margareth Marinho, responsável pelos projetos de incentivo à leitura do equipamento urbano, e organizado pelo gerente de Espaços da Funalfa, Luiz Fernando Priamo.

O material está disponível no instagram @bm.murilomendes. Clique aqui.

A ação faz parte da campanha “#ViralizaCultura” aproveitando que abril é o Mês do Livro Infantil.

No manual, há um passo a passo simples e didático para o texto, a ilustração e pequena biografia do quem escreveu. Há também dicas para a capa da publicação.

Fonte: Rádio FM Itatiaia

SP: Bibliotecários criam canal para mediar leitura e informação no isolamento social

Com ajuda do Sindsep, servidores municipais também estão na luta para que toda categoria consiga trabalhar a distância, já que bibliotecas não estão na lista de serviços essenciais

Biblioteca Municipal de Jundiaí divulga programação online de abril

A Biblioteca Pública Municipal Prof. Nelson Foot (BNF), localizada no Complexo Argos, definiu a programação on-line de abril de leituras e eventos. Por meio do site da biblioteca, os internautas poderão conferir este mês os livros do poeta e dramaturgo inglês William Shakespeare, que nasceu em abril de 1554 e faleceu, aos 62 anos, em abril de 1616. Outra atração para quem está em casa, por causa do isolamento social recomendado para prevenir a infecção das pessoas pelo Novo Coronavírus (COVID-19), é a seção “É hora de história na BNF”, voltada às crianças.

Com seu espaço físico fechado, Biblioteca Nelson Foot tem seu site cheio de boas dicas para entreter crianças e adultos

O link “Educação – Rotina para quarentena”, elaborado pela Unidade de Gestão de Educação (UGE) de Jundiaí, também compõe a programação e traz sugestões de atividades educativas para as crianças durante o período de suspensão das aulas, como tarefas de estudo, momentos de leitura, recreação dirigida, brincadeiras, indicações de filmes e atividades para toda a família.

Camila Fernandes de Freitas Rosalem, diretora do Departamento de Fomento à Leitura e Literatura da UGE, destaca a variedade de eventos da biblioteca Nelson Foot, que contemplam crianças, jovens e adultos. “Nossa proposta é oferecer aos cidadãos informação, conhecimento e formação, além de opções de lazer nesta época de isolamento social que vivemos”, revelou Camila.

Ainda está no site da biblioteca uma palestra do Programa de Assistência Intensiva ao Tabagista (PAIT), da Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS) de Jundiaí, para os munícipes que querem apoio para deixar de fumar. Os responsáveis são os médicos Carlos Henrique Costa e Carla Ruske. O internauta saberá cinco dicas para quem quer largar o cigarro, problemas e consequências para quem fuma e porque é difícil largar o cigarro.

Outro evento de abril é o workshop on-line “Educação Financeira – Mude seu perfil de endividado para investidor”. O conteúdo do workshop é do educador financeiro Eduardo Sanches. Veja mais opções do site da Biblioteca Pública Municipal Prof. Nelson Foot para abril:

  • Podcast literário, com dicas de canais de podcasts gratuitos;

  • Indicações de audiolivros, indicados para deficientes visuais e disléxicos;

  • Clube de Leitura – Jogos Vorazes, que visa ser um espaço de leitura, estudo crítico e discussões dos quatro romances da autora norte-americana Suzanne Collins;

  • Curso de cinema e literatura, com o orientador Carlos Zaik (especialista em cinema). A proposta do curso, cujo público-alvo é de jovens a partir de 17 anos, é ajudar a produzir um filme a partir de um livro do acervo da biblioteca.

(Fonte/Foto: Prefeitura de Jundiaí)

Fonte: TVTEC News

UMA BIBLIOTECA PARA PENSAR O FUTURO DA EDUCAÇÃO

No terceiro episódio da série Educação para o Futuro, fomos entender como o espaço de uma biblioteca pode ajudar a repensar todo o ecossistema educacional

APRESENTADO POR IBM

Para discutir futuro, educação e tecnologia, Felipe Solari recebe Silvia Cristina de Matos Soares, diretora da Faculdade de Análise de Sistemas da PUC-Campinas, em um papo sobre o projeto Biblioteca do Futuro, que partiu da essência da biblioteca para pensar a educação. 

A iniciativa é um piloto que usa o espaço da biblioteca para promover a transição da jornada educacional fechada para um processo mais aberto e com participação ativa da comunidade. A ideia é ultrapassar o ecossistema restrito às universidades, escolas e ao Ministério da Educação e incluir outros sujeitos da sociedade, como empresas e comunidade. “Não dá mais pra tratar a educação de uma maneira fechada. A educação é de todos. Ela precisa ser inclusiva e atualizada”, afirma Silvia.

A ideia é que a biblioteca possa ir muito além do papel tradicional que costuma ter, transformando-se também em um espaço de convivência, trocas de experiências, eventos, estudos e debates. Tudo isso pensado junto com a sociedade num processo de co-criação. O projeto inclui também o desenvolvimento de cowokings dentro das universidades, parcerias entre instituições de ensino superior e empresas para inclusão de alunos no mercado profissional, mentorias e parcerias tecnológicas com empresas como a IBM a fim de trazer inovações tecnológicas para a educação.

Leia também: Como a leitura pode transformar espaços?

“A tecnologia pode humanizar”, diz Silvia Cristina. Na Biblioteca do Futuro, a ideia é justamente essa: usar todos os recursos e tecnologias disponíveis para criar uma educação e sociedade melhores.

Dá o play abaixo ou no Spotify e se liga no papo!

fotos: Mariana Pekin

Fonte: TRIP

UFSCar: Bibliotecas, Editora, Gráfica e Unidade de Memória funcionam durante a quarentena

 

UFSCar: Bibliotecas, Editora, Gráfica e Unidade de Memória funcionam durante a quarentena - Crédito: Arquivo CCS/UFSCar
Crédito: Arquivo CCS/UFSCar

As Bibliotecas da UFSCar, a Editora (EDUFSCar), a Gráfica e a Unidade Multidisciplinar de Memória e Arquivo (UMMA) replanejaram suas rotinas de trabalho e continuam atendendo à distância. Livros poderão ser entregues após a suspensão de aulas sem aplicação de multa.

Conforme ressaltam as Bibliotecas da UFSCar em suas redes sociais, “A Biblioteca está fechada e estamos em casa, mas trabalhando!”. Conheça os serviços mantidos ao mesmo tempo em que é preservada a saúde dos servidores e usuários das Bibliotecas:

– Elaboração de ficha catalográfica para materiais produzidos por autores vinculados à UFSCar;

– Emissão de atestado negativo para pós-graduandos;

– Orientação sobre normatização de trabalhos acadêmicos (ABNT);

– Auto depósito de dissertações, teses e validação no Repositório Institucional;

– Cadastro de calouros, dentre outros serviços.

“Os serviços oferecidos pelas Bibliotecas, neste período, são de extrema importância a toda comunidade. Além disso, também é essencial a atuação das outras unidades em home office neste período. É o caso da Gráfica, que realiza serviços de digitalização, e da Editora, que apoia, por e-mail, todo o processo de produção dos livros.

E os leitores interessados podem acessar o Fundo do sociólogo Florestan Fernandes sem sair de casa”, explicou o Prof. Dr. Roniberto Morato do Amaral, Diretor do Sistema Integrado de Bibliotecas da UFSCar (SIBI/ UFSCar).

Fonte: São Carlos Agora

A Biblioteca Nacional de Israel documenta o impacto do coronavírus nas comunidades judaicas

A Biblioteca Nacional de Israel criou um arquivo para documentar o impacto do coronavírus nas comunidades judaicas em todo o mundo.

O arquivo Comunidade Judaica COVID-19 será composto de “itens efêmeros” – materiais geralmente não destinados à preservação a longo prazo. Esses itens geralmente ajudam os estudiosos a entender a vida cotidiana e as tendências sociais, afirmou a biblioteca em comunicado.

“Como instituição dinâmica da memória nacional para o Estado de Israel e o povo judeu em todo o mundo, consideramos um papel muito natural e crítico coletar e preservar materiais relacionados a como o coronavírus está afetando a vida e a prática judaicas”, disse Yoel Finkelman, curador da Coleção Judaica Haim e Hanna Salomon da biblioteca.

A biblioteca está solicitando contribuições de materiais que documentam o impacto do vírus, incluindo e-mails sobre serviços de sinagoga on-line, apelos para ajudar membros isolados da comunidade e anúncios sobre decisões inovadoras nas leis judaicas. Os materiais podem ser enviados por e-mail para ephemera@nli.org.il.

Fonte: Menorah Brasil

RESENHA: A MISSÃO DO BIBLIOTECÁRIO, JOSÉ ORTEGA Y GASSET

FLAVIA DE DEUS

Este livro é fruto do discurso escrito por José Ortega y Gasset, proferido no Congresso Internacional de Bibliotecários em 20 de maio de 1935, e faz parte da bibliografia básica de muitos cursos de Biblioteconomia, eu li no primeiro ano da graduação e a revisitei agora, pensando no dia 12 de março, dia em que se comemora o dia do Bibliotecário, data instituída pelo Decreto nº 84.631, de 9 de abril de 1980, em homenagem a data do nascimento de Manuel Bastos Tigre, que se formou em engenharia, mas após conhecer Melvil Dewey, durante uma viagem, ficou encantado com a Biblioteconomia e ao retornar ao Brasil se dedicou a estudá-la e a exercer a profissão, além disso, também era escritor e poeta.

Isto posto, voltemos a José Ortega y Gasset e seu discurso, que inicia com o questionamento: o que é missão? Etimologicamente é “aquilo que um homem deve fazer em sua vida”, e citando Descartes, o autor acrescenta “Quod vitae sectabor iter?”: aual caminho de vida escolherei?.

“Missão é isto: a consciência que cada homem tem de seu mais autêntico ser, daquilo que está chamado a realizar. A idéia de missão é, pois, um ingrediente constitutivo da condição humana […] Sem homem não há missão […] Sem missão não há homem.”

Ortega y Gasset discorre ao longo do seu discurso sobre o que ele acredita ser a missão do Bibliotecário e em como essa missão está diretamente relacionada com a evolução da sociedade, o que faz com que a profissão esteja sempre se reinventando, uma vez que está atrelada à necessidade social que o livro representa para esta sociedade.

Discorre ainda sobre a facilidade de acesso ao livro, que em outras épocas não existia, e como estão sendo produzidos sem critérios, em série e como esse fenômeno é prejudicial até mesmo para o “homem de ciência” que está com dificuldades em “orientar-se na bibliografia de seu tema”, fazendo referência a torrente informacional que segundo o autor aflige a humanidade.

Explana acerca da nova missão do bibliotecário, que segundo o autor é o papel de higienista, de abrir caminho em meio ao surgimento de tantos livros, que estão se tornando um perigo para o homem, já que “muitos deles são inúteis ou estúpidos, e sua existência e conservação constituem um lastro a mais para a humanidade, que já anda exclusivamente curvada sob o peso de outras cargas”. Em contrapartida, outros de extrema importância estão escassos.

E finaliza seu discurso expondo a construção da memória que era guardada por meio da memória dos anciãos, ou seja, pela oralidade, e que a invenção da escrita os libertou e as materializou, colocando o conhecimento a disposição de todos. O autor ressalta que somente a escrita e a leitura não bastam, é necessário revisitar o contexto em que o livro foi escrito, se aproximar do autor, fazer o mesmo caminho que ele, demonstrar que “antes de ler o livro pensou por conta própria sobre o tema e conhece suas trilhas”. O autor encerra com uma fala de Platão:

“Confiando os homens no escrito, acreditarão compreender as ideias, e assim as tomam por sua aparência, graças a indícios exteriores, e não a partir de dentro, por si mesmos […] Abarrotados de supostos conhecimentos, que não adquiriram de verdade, julgar-se-ão aptos para julgar tudo, quando, a rigor, nada sabem e, ademais, ficarão insuportáveis porque, ao invés de sábios, como se imaginam, serão apenas carregamentos de frases”.

No posfácio consta a circunstância política e social em que o discurso “Missão do bibliotecário” foi escrito e recebido pelos leitores da época.

Vamos refletir?

Autor: José Ortega y Gasset

Tradução e posfácio: Antonio Agenor Briquet de Lemos

Editora: Brinquet de Lemos

Ano: 2006

82 p.

Fonte: Bibliothinking

Conclusiones del Foro Virtual #BibliotecasEnCasa ¿Cómo las bibliotecas pueden extender sus servicios durante las cuarentenas?

Creemos que en tiempos de crisis y emergencias sanitarias, las bibliotecas juegan un papel fundamental en proporcionar información veraz y confiable frente a la desinformación y las noticias falsas que circulan por las redes sociales, además, de considerar que es un buen momento para asumir un rol que  permita potenciar a nuestra comunidades, la poca o mucha ayuda que podamos proporcionar las instituciones informativas es fundamental.

De igual modo creemos que es un buen momento para hacer alianzas y estar más unidos que nunca ante esta crisis global. Por tal motivo el pasado 21 de marzo un grupo de profesionales de la información preocupados por la crisis sanitaria que atravesamos a nivel global han lanzado como propuesta el llevar a cabo un Foro Virtual que pueda ayudar, así como  dar luces a los profesionales de la información para seguir llevando la cultura y los servicios bibliotecarios a los ciudadanos en cuarentena, de tal forma se intentó responder a la interrogante

¿Cómo las bibliotecas pueden extender sus servicios durante las cuarentenas?

Es importante mencionar que este encuentro de profesionales preocupados por las bibliotecas, los bibliotecarios y sus comunidades se encuentra disponible en el canal de YouTube de la IFLA LAC, medio por el cual fue transmitido en vivo y que fue moderado por nuestro colega y amigo Santiago Villegas-Ceballos

En dicho espacio se tuvo la intervención especial de María Angélica Fuentes, Chair de la Sección de IFLA LAC quién además de dar una cordial bienvenida nos invitó a trabajar en conjunto uniendo esfuerzos y no olvidar que:

“Necesitamos colaborar y compartir en conjunto nuestras experiencias.. En IFLA LAC estamos esperando trabajar con todos, estamos trabajando para ustedes permanente”

El panel de invitados dispuso de 5 minutos cada uno; dio inicio con la intervención de Jesús Lau en representación del Comité Permanente de la Sección de América Latina y el Caribe de IFLA, destacando a los bibliotecarios como actores diamantes que deben  brindar servicios de referencia en línea para los usuarios brindando asesoría informativa remota sobre #COVID-19.

Jesicca Castaño en representación de la Asociación de Bibliotecarios Graduados de la República Argentina – ABGRA, compartió diferentes experiencias que desde BCN, Biblioteca Nacional, de Maestros y ABGRA están emprendiendo en proporcionar acceso libre y democráticamente a la información para los ciudadanos argentinos junto con Fernando Gabriel Gutiérrez brindó un tono reflexivo por la urgente virtualización de las bibliotecas. Invitándonos a pensar que las bibliotecas marcarán un espacio de reconexión y conexión post coronavirus.

Juan Miguel Villegas, mostró el mayor acervo de fotografía patrimonial de Colombia: archivo fotográfico de la Biblioteca Pública Piloto  y Natalia Andrea Espejo, coordinadora técnica del Sistema de Bibliotecas Públicas de Medellín mostrarán la capacidad bibliotecaria de adaptarse en tiempos de crisis por medio de los servicios en los entornos digitales; destacando que

…cualquier biblioteca debe de estar viva, adaptarse al entorno, evolucionar en cada momento dependiendo de las necesidades del hoy…

César Moreno Villanueva, centró su presentación en tres líneas estratégicas en la difusión de servicios y contenidos existentes, la adaptación  de contenido a formato digitales y la creación de nuevas propuestas dedicadas a su comunidad que desde Dirección de Acción Cultural y Educativa del Consorcio de Bibliotecas de Barcelona se ofrecen. Destacando propuestas formativas de Clubes de Lectura Virtuales para niños, jóvenes y adultos de la Red de Bibliotecas Públicas de Barcelona y Cataluña y su herramienta más potente, un boletín que llega a una gran cantidad de usuarios de la biblioteca.

Ricardo Enrique Ortiz, consideró que los bibliotecólogos deben tener una voz activa de apoyo a la sociedad en tiempos difíciles trabajando en conjunto, promoviendo los servicios de consulta en línea para ayudar a la sociedad.

Leonardo Ramírez, sugiere que en época de aislamiento se debe fomentar el pensamiento crítico e involucramiento de otros sectores para la sociedad desde ASCOLBI, Biblioteca Digital de Bogotá y otras instituciones…abriendo un espacio más activo de la biblioteca

#BibliotecasEnCasa, el papel del bibliotecario ante la crisis: un buen ejemplo que nos sirve para la reflexión, para el ensayo, para reconocernos y tomar este papel social en un momento tan complejo a nivel mundial  @luismiyou

Catalina HolguínLeonardo ValenciaIrene BlancoJoan Cárdenas, nos compartieron ejemplos de lo que desde la iniciativa privada se lleva a cabo por medio de recursos de información y bibliotecas digitales que en esta coyuntura han abierto al público, Incluido el apoyo en el trabajo y servicios bibliotecarios, así como autores y editores que forman parte de este contexto global, De igual modo recomendaciones para apoyar a los usuarios remotamente incluso usando el teléfono, evaluar seriamente la usabilidad de nuestros sitios Web y recursos además de reconsiderar y de ser necesario cambiar nuestro enfoque en la capacitación a nuestros usuarios.

Algunas de las conclusiones claves de este foro:

  1. Brindar asesoría personalizada para conocer las necesidades reales de los usuarios de manera virtual.
  2. Debemos centrarnos en la alfabetización informacional: cómo localizar información confiable y de calidad a la vez sugerir como evaluar la información de forma simple y sencilla.
  3. Unir esfuerzos entre los bibliotecarios, instituciones y colectivos en una sola voz global -IFLA- para brindar acceso equitativo a información significativa y de calidad a los ciudadanos frente a las crisis como las pandemias especialmente el COVID-19.
  4. La sólida capacidad de adaptación de la biblioteca y el bibliotecario frente a las necesidades y demandas de información por parte de la ciudadanía.
  5. Ofrecer creativamente otras formas de acercar el contenido y servicios de calidad a los usuarios de las diferentes comunidades.
  6. Necesitamos considerar nuevos escenarios para la biblioteca acorde a las nuevas demandas de información.
  7. La innovación,  la creatividad y la imaginación, en este entorno de crisis se vuelven vitales.
  8. No descartemos el uso de tecnologías como el teléfono fijo, los boletines, los videos grabados en sus diferentes formatos, y las grabaciones en audio.
  9. Los recursos electrónicos son importantes pero no olvidemos que los servicios que prestan los bibliotecarios pueden traducirse con creatividad al entorno digital (consulta, clubs de lectura, hora del cuento, Maker Space, etc.).
  10. Tomemos un rol social transformando y ayudando a nuestras comunidades en la cuarentena y seamos parte fundamental en el #Yomequedoencasa poniendo las #BibliotecasEnCasa
  11. Recordemos que la biblioteca no la hace el espacio físico, la biblioteca la hacemos todos los actores que participan de ella.

Finalmente hacer mención a las múltiples preocupaciones de quienes se unieron a este foro con preguntas que van desde los derechos de autor, la preocupación del tiempo de sobre vivencia del virus en el papel, los servicio a personas mayores y en situación de calle, entre otros.

Algunas otras conclusiones vertidas En el blog de uvejota

Este foro marca la pauta para seguir compartiendo con profesionales que puedan aclararnos estas y más preguntas que se han develado a lo largo de toda la sesión.

¿No estuviste en nuestro #ForoVirtual? Te invitamos a revivirlo y compartirlo puedes verlo en el canal de YouTube de  #IFLALAC 

 

Foro desarrollado en colaboración:

  • Sección de América Latina y el Caribe (LAC) de la Federación Internacional de Asociaciones de Bibliotecarios y Bibliotecas IFLA 
  • Colegio Colombiano de Bibliotecología, ASCOLBI.
  • Infotecarios (Bibliotecarios, documentalistas, archivistas y profesionales de la información de América Latina)

Agradecimientos especiales a:

Presentaciones

 

Fonte: InfoTecarios

HOME OFFICE E BIBLIOTECAS 3

Apresentamos hoje a parte 3. 🔸 Na maioria das localidades do Brasil o período de quarentena foi estendido por mais 15 dias.  Então aproveitamos para elaborar mais dicas para este período, em que muitos bibliotecários e bibliotecárias estão realizando trabalho remoto! Compartilhe com seus colegas de setor.



Fonte: Somente Biblio

Cómo desinfectar los libros de la biblioteca en una pandemia

Qué hacer y cómo desinfectar los libros de la biblioteca

El personal bibliotecario se encuentra en la difícil situación sobre qué hacer y cómo desinfectar los libros de la biblioteca. La respuesta no es fácil, incluso puede que no la haya. Es verdad que a finales del siglo XIX y principios del XX hubo otras situaciones similares, pero lamentablemente no se dejó constancia sobre el procedimiento llevado a cabo más allá de los baños en vapor, la desinfección con formaldehído, o incluso la incineración de los «libros infectados». Ahora bien, la revista American Libraries ha tratado este tema… y ha llegado a la conclusión de que el tiempo es el mejor desinfectante.

Mantener las bibliotecas seguras es importante tanto para los trabajadores como para los usuarios. Pero durante la actual pandemia de COVID-19, las preguntas sobre cómo hacerlo, en particular cuando se trata de materiales y superficies, tienen respuestas complicadas.

En dicho artículo se ha preguntado a varios conservadores y preservadores de colecciones bibliotecarias, los cuales han manifestado que la mejor medida preventiva llevada hasta ahora ha sido el cierre de las bibliotecas. Este tiempo de inactividad en la circulación de los libros hace que cualquier partícula portante de coronavirus (COVID-19) muera y no se propague a nadie. Más teniendo en cuenta que la vida del coronavirus en superficies como el papel o el cartón varía de las veinticuatro horas a los cuatro o cinco días.

Todo el personal que trabaje en el lugar [biblioteca] debe instituir un lavado de manos minucioso, especialmente cuando manipule libros o cualquier objeto compartido en la biblioteca. «No hay estudios que respondan específicamente a la pregunta de cuán transmisible puede ser el coronavirus a partir de los materiales más comunes de la biblioteca, [como] el papel recubierto y no recubierto, la tela de los libros o las fundas de poliéster», dice Jacob Nadal (Director de Conservación de la Library of Congress). «Tenemos que buscar información de alta calidad y evaluarla críticamente para determinar cuán bien se aplica a nuestras preocupaciones particulares».

También hay otros métodos que van más allá de la espera y requieren la acción. Eso sí, métodos que pueden dañar los libros si se hace un uso erróneo de ellos. El menos dañino de entre todos ellos sería la utilización de disolventes de limpieza. Los que más daños pueden ocasionar, sin asegurar que sea eficaz, son los desinfectantes, alcohol o lejía. Y la luz ultravioleta también representa un riesgo potencial para los materiales debido a su alta intensidad. Según comenta la COSTEP MA (Coordinated Statewide Emergency Preparedness) «no es aconsejable utilizar limpiadores líquidos o en aerosol en libros, papeles o impresiones sin encuadernar, o superficies pintadas»

«Vamos a estar cerrados por un período de tiempo, y nuestra ética de servicio constante hará que esto sea doloroso. Mantener los materiales en cuarentena y fuera de circulación será frustrante. [Pero] somos guardianes de una larga historia, y nuestra principal obligación ahora es asegurarnos de que haya un largo futuro para el conocimiento y la creatividad que se nos han encomendado», dice Nadal.

¿Qué hacer con los libros de la biblioteca que están en préstamo?

Ahora bien, no se dice nada sobre los libros que están en posesión de las personas y que una vez pasada esta situación volverán a las bibliotecas. Quizás la mejor medida para evitar la propagación y desinfectar los libros de la biblioteca sea tener en cuarentena durante una semana dichos libros. No es una práctica que se haya tenido en cuenta todavía, pero más vale prevenir. Según comenta el Sistema de Bibliotecas del Condado de Orange (California), «no desinfectamos libros u otros materiales prestados, ya que esta práctica no está actualmente recomendada por los Centros de Control de Enfermedades». Aunque la Biblioteca Estatal de Iowa comenta que «es poco probable que alguien pueda infectarse con COVID-19 al manipular un libro de la biblioteca. Las bibliotecas deben continuar limpiando las cubiertas de los libros de acetato y las cubiertas de los CDs y DVDs».

El Notheast Document Conservation Center (NEDCC) recomienda una cuarentena de 72 horas como la forma más segura y efectiva después de que los libros hayan sido manipulados por el personal de la biblioteca y por las personas usuarias. También comentan que el personal bibliotecario debe utilizar guantes y quitárselos una vez que haya hecho la manipulación de libro. Después de quitarse los guantes, el personal debe lavarse las manos.

El uso de desinfectantes líquidos es perjudicial para los materiales de la biblioteca y los archivos y no se recomienda. Tampoco se recomienda la exposición a rayos UV como medio de esterilización.

Y para finalizar, como bien decían los marcapáginas que las bibliotecas de las Misiones Pedagógicas, «cuando acabes tu trabajo, lávate las manos y coge el libro que has pedido en la Biblioteca».

¿Qué opinan las bibliotecas sobre la desinfección de los libros?

Biblioteca Regional de Murcia

Desde la Biblioteca Regional de Murcia me comentan que unos días antes de la reincorporación de los empleados se hará una desinfección profunda de las instalaciones, depósitos y colecciones en salas públicas. En cuanto a la devolución de esos libros que están en préstamo, dicen que se optará por una cuarentena. Pasado dicho tiempo se revisarán los libros e incluso se tirarán los que estén más viejos.

Biblioteca Nacional de España

Hace un par de días, Arsenio Sánchez Hernampérez, experto del departamento de Preservación y Conservación de Fondos la Biblioteca Nacional de España, me comentó más sobre el tema de desinfectar los libros de la biblioteca. Ahora ha sido publicado su post en el Blog BNE. En él dice que es contrario a la desinfección ya que los productos que son efectivos en superficies duras o para desinfectar plásticos o la ropa son dañinos para el papel o las tintas y podrían causar oxidación e hidrólisis ácida de la celulosa, disolución de tintas de tampón y de las anotaciones en bolígrafo o rotulador, cambios de color en las tintas, etc. Dice que, al utilizar el agua como vehículo, son doblemente inapropiados ya que generan debilitamiento del soporte, deformaciones, y solubilización de los adhesivos de la encuadernación. Por otro lado, la esterilización con radiación UV causaría una fuerte oxidación en los soportes y sólo sería efectiva en las partes expuestas a la radiación, quedando sin desinfección las ocultas, especialmente en la zona de la costura en los libros encuadernados o en el interior de las solapas de las encuadernaciones rústicas modernas. Todas estas zonas son inaccesibles a la radiación UV y podrían retener carga viral durante horas. Por tanto, tampoco es viable su utilización. Termina diciendo que paradójicamente, la desinfección más efectiva sería no hacer nada salvo esperar y mantener los libros en una cuarentena durante 14 días.

«Los libros que han sido utilizados por personas enfermas deberán ser introducidos en una bolsa de plástico con doble autocierre. Se limpiará el exterior de la bolsa con un producto viricida (agua y lejía) con cuidado que la solución limpiadora no penetre al interior. Una vez limpio, se mantendrá en una zona segura durante 14 días. Una vez superada la cuarentena, el libro podrá volver a ser consultado sin riesgo».

Red de Bibliotecas Públicas de Castilla-La Mancha

Óscar Arroyo (Jefe de Servicio de Bibliotecas, Libro y Lectura de Castilla-La Mancha) me comenta que «desde siempre, los temas de higiene y desinfección de documentos no es algo ajeno a ningún bibliotecario que haya gestionado préstamos domiciliarios, pero la situación actual ha puesto este tema en el debate preferente de todas las bibliotecas».

Desde nuestro punto de vista práctico (tenemos en este momento miles de libros en las casas de los usuarios confinados), lo más prudente será establecer un nuevo periodo de cuarentena para los materiales que se vayan devolviendo. Estableceremos un protocolo claro de actuación que dé seguridad en primer lugar a los trabajadores que reciban las devoluciones, mediante la puesta a disposición de los necesarios equipos de autoprotección. En segundo lugar, se habilitarán espacios estancos donde almacenar los fondos devueltos durante el periodo de cuarentena y veremos las opciones de poder aislar aún más cada documento individual mediante el uso de bolsas de plástico desechables. Supongo que en nuestro sistema de gestión de la colección tendremos que crear también, un nuevo estado de los documentos «en cuarentena»…

Imagen superior cortesía de Shutterstock

Fonte: Julián Marquina

LibraryThing: software para pequenas bibliotecas

Olá. Meu nome é Moreno, eu sou um dos editores do blog Bibliotecários Sem Fronteiras. Ao longo dos anos um dos posts mais procurados do blog é uma lista de softwares de automação de bibliotecas, incluindo softwares proprietários, livres, aplicativos, softwares de grande, médio e pequeno porte.

Qual software é o melhor para a minha biblioteca? Essa é uma das dúvidas mais comuns de quem possui uma coleção de livros que começa a ficar grande demais; ou quem está começando a trabalhar em uma nova biblioteca que ainda não foi automatizada; quem trabalha com pequenos acervos e deseja migrar de um software a outro; alguém que simplesmente deseja começar a catalogar uma pequena biblioteca.

Após testar inúmeras ferramentas e softwares disponíveis, dentre eles os conhecidos Biblivre, Wininis, Koha, aplicativos como Libib, redes como Goodreads, entre outros, a minha recomendação para pequenas bibliotecas que desejam organizar e gerenciar livros, usuários e empréstimos é o LibraryThing.

O LibraryThing possui todas as funcionalidades principais presentes nos demais softwares mas com um foco maior nos módulos de catalogação e OPAC, essenciais aos bibliotecários. Além disso ele é um sistema baseado na web, não requer instalação ou atualizações, basta ter um computador com acesso à internet. O LibraryThing oferece a possibilidade de importar dados do Amazon e de aproximadamente 5 mil bibliotecas ao redor do mundo, em formato Marc, XML, CSV, metadados em padrão Dublin Core, classificação CDD e interoperabilidade z39.50. O catálogo online funciona em paralelo ao LibraryThing, se chama TinyCat, e oferece um painel administrativo para controle de usuários e empréstimos. O LibraryThing possui uma versão gratuita e oferece planos pagos, dependendo do tamanho da biblioteca.

Neste curso vamos ver como funciona o LibraryThing, suas vantagens, desvantagens, recursos, e entender por que ele é uma ótima escolha para a gestão de bibliotecas de pequeno porte.

O curso ficará aberto gratuitamente por 14 dias (a partir de hoje, dia 19 de março). Aproveite o tempo de quarentena e atualize-se.

Fonte: Class Cursos

Neusa Dias de Macedo – Luto

Professora da USP foi estudante de Biblioteconomia na FESPSP

Foi com muito pesar que a FESPSP recebeu no último fim de semana a notícia do falecimento da professora e bibliotecária Neusa Dias de Macedo, profissional exemplar, formada pela FESPSP na turma de 1950.

Neusa não apenas contribuiu com a realização de diversas pesquisas para a Biblioteconomia, durante anos, como também ajudou a formar novos bibliotecários como docente da USP.

Lamentamos profundamente essa notícia. Que a história de Neusa continue inspirando gerações de jovens bibliotecários.

Confira aqui a homenagem do Conselho Regional de Biblioteconomia – 8ª Região (CRB-8) com levantamento de entrevistas concedidas pela pesquisadora.

Fonte: FESPSP

Nova Biblioteca Municipal de São Sebastião possui acervo de mais de 25 mil livros

Além do acervo de livros, obras especiais e espaço para pequisa, o local também vai disponibilizar serviços de acesso à consulta, sala de estudos e acesso gratuito à internet

Redação

A Prefeitura de São Sebastião, por meio da Fundação Educacional e Cultural “Deodato Sant’Anna” (FUNDASS), vai inaugurar, no próximo mês, a nova Biblioteca Municipal. Com 355 metros quadrados, o novo espaço possui um acervo de aproximadamente 27.000 exemplares e vai contar com projetos culturais voltados aos usuários de todas as idades.

O prédio, climatizado e adaptado para receber o acervo de livros, CDs, obras especiais e periódicos, disponibiliza, também, serviços de acesso à consulta, área específica para literatura, sala de estudos e pesquisas, além de acesso gratuito à internet para auxiliar nos trabalhos escolares.

Inicialmente, a expectativa é atender 1.500 leitores, e, em longo prazo, 3.000 leitores, em vários segmentos, tais como, orientação e pesquisa, empréstimos domiciliares, projeto contação de histórias, oficina de leitura, feiras temáticas, mostras de cinema na videoteca, rodas de conversa literária, lançamentos de livros e outros.

A videoteca terá modernos equipamentos de multimídia para encontros com autores, palestrantes, além de apresentações de filmes e documentários. A Biblioteca Municipal fica na Rua Manoel Rufino, 15, Centro.

Fonte: AgoraVale

Biblioteca Geral do Judiciário atende solicitações de pesquisa de forma remota

Serviços e acesso a plataformas jurídicas continuam disponíveis para servidores e magistrados

Prazo para devolução de livros emprestados foi ampliado.
Prazo para devolução de livros emprestados foi ampliado. Arte: Dicom

Servidores e magistrados da Justiça alagoana, que desempenham  suas funções por teletrabalho desde o último dia 20, podem  continuar a solicitar os serviços da Biblioteca Geral do Poder Judiciário. Os servidores do espaço seguem atendendo, também de forma remota, solicitações de pesquisas e levantamentos bibliográficos. O resultado da pesquisa, contendo referências disponíveis no acervo impresso e digital, além dos arquivos com texto completo, é enviado em até 24 horas, por e-mail. Clique aqui para acessar o formulário para solicitação de pesquisa.

As plataformas jurídicas Fórum Conhecimento Jurídico, RT online, vLex e Biblioteca Digital Proview seguem ativas, com acesso via Intrajus. O espaço físico da biblioteca, localizado na Escola Superior da Magistratura (Esmal), está fechado temporariamente conforme determinação da Presidência do TJAL e da Corregedoria-Geral da Justiça por meio do ato normativo conjunto nº 4/2020. A medida segue resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Por esse motivo, o prazo para devolução de livros emprestados foi estendido até enquanto durarem as medidas de distanciamento social para controle da disseminação do Coronavírus. Para mais informações, entre em contato pelo e-mail bibliotecageral@gmail.com ou por meio de ofício para a servidora Mirian Ferreira Alves, diretora da biblioteca.

Carolina Amâncio – Esmal TJAL
imprensa@tjal.jus.br – (82) 2126-5378

Fonte: ESMAL

 

As Bibliotecas Escolares na encruzilhada…do analógico ao digital

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Dando contuidade à publicação de artigos sobre a necessidade de  redesenhar a Biblioteca Escolar, o Biblio Tubers debruça-se, agora, sobre os desafios criados pela pandemia COVID-19 e o confinamento das populações.

As bibliotecas escolares, hoje. Que desafios?

Os desafios que apresentámos no artigo A Biblioteca Escolar impõe-se! mantêm-se atuais e reforçam a necessidade de apostar nos 4C:

1. Conectividade, para ligar os utilizadores ao mundo,

2. Colaboração formal e informal,

3. Criação de conhecimento, e

4. Comunidade, pois a interação entre pessoas é fundamental para a aprendizagem que é, de facto, uma atividade social.

A premência de uma mudança imposta a todas as áreas da nossa sociedade mostra que o caminho que preconizámos para as bibliotecas era uma urgência que, agora, fruto do caos criado pela pandemia, se converteu num imperativo.

As bibliotecas estão numa encruzilhada! Continuam a fazer o mesmo? Ou aproveitam o caos para encontrar a ordem?

E, se dúvidas havia, veio a confirmar-se que a vertente digital da biblioteca, quase sempre esquecida ou até inexistente, é fundamental. É primordial!

Mas não basta mudar do analógico para o digital. É necessário mostrar o valor da biblioteca, inovando, criando conteúdos e assumindo o papel de provedores de informação confiável e segura. Para isso, as bibliotecas devem centrar-se nos utilizadores e implicar-se na aprendizagem. Só assim o valor das bibliotecas se impõe.

Retomando o artigo que deu origem a esta problemática, relembramos a filosofia que defendemos para a biblioteca escolar.

Uma Biblioteca que se impõe é aquela em que o acesso à informação é cada vez mais digital, rápido, fácil e  user friendly. Que permite o trabalho individual, colaborativo e com o apoio de mediadores. Que serve a comunidade em que está inserida. Que favorece:

– a inovação.
– a comunicação.
– o acesso a novas formas de pensar, de ensinar e de aprender.

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Do analógico ao digital. Como?

A biblioteca tem de acompanhar os grandes desafios dos sistemas educativos, ajudando a encontrar respostas para:

  • O que aprendemos,
  • Como aprendemos,
  • Onde aprendemos,
  • Quando aprendemos.

Nesse sentido, o valor da biblioteca, e de qualquer organismo educativo, é cada vez mais criado horizontalmente, através de a quem nos ligamos e com quem trabalhamos (OCDE).

Para esta mudança de paradigma, o Biblio Tubers acredita que os passos mais importantes a dar são dois.

Por um lado, criar, ou reforçar a identidade digital de cada biblioteca escolar, pois só assim percebem onde se situam, em relação às respostas que devem dar às comunidades que servem. O que implica definirem metas para o que querem alcançar.

“Não esqueçamos que a missão da biblioteca é a de estar presente onde e quando o utilizador necessita, disponibilizando recursos e permitindo conexões e redes de partilha consentâneas com o ADN do organismo que servem.” (in O ADN de uma Biblioteca).

Por outro lado, implementar um processo sistemático de curadoria que vise disponibilizar conteúdos de qualidade para ensinar e aprender e assegurar o acesso persistente a dados digitais confiáveis, através da melhoria da qualidade desses dados, do seu contexto de pesquisa e da verificação de autenticidade.

Vejamos cada um destes passos com mais detalhe.

1. A identidade digital da biblioteca escolar

O conceito de identidade digital promove o questionamento conducente a práticas de autoavaliação e consequente melhoria. Nesse sentido, aconselha-se a que cada biblioteca responda a cada uma das vertentes enunciadas na definição abaixo. Este exercício deve ser feito de forma regular, para nortear a ação da biblioteca.

Vejamos o conceito:

“Conjunto de canais (plataformas digitais) que uma biblioteca gere e atualiza regularmente para, de forma interessada e organizada, partilhar uma multiplicidade de informação, conteúdos, recursos e serviços – online e/ ou offline – nas comunidades que serve, nomeadamente professores e alunos, com o fim último de melhorar o ensino e a aprendizagem, em todas as suas vertentes”. (J. Borges, 2018).

E agora as questões de fundo a que as bibliotecas devem responder:

  1. Que canais tem a biblioteca?
  2. Qual a periodicidade com que os atualiza?
  3. Qual o critério para a partilha de informação e de conteúdos?
  4. Qual a especificidade dos serviços que presta?
  5. O que a distingue das outras bibliotecas?
  6. Como contribui para melhorar o ensino e a aprendizagem?

Não podemos esquecer que a biblioteca deve criar e fazer parte de redes de aprendizagem mais amplas, no sentido de se manter atualizada. Para isso deve:

  • Explorar os interesses e as necessidades da sua comunidade;
  • Estar a par da investigação que é feita nas áreas de interesse em que atua;
  • Estar conectada a outras bibliotecas e instituições da área.

É assim que se criam redes de aprendizagem e é em rede que a identidade digital de cada biblioteca se fortalece e dissemina.

2. A curadoria de conteúdos

O grande desafio dos profissionais das bibliotecas é saber encontrar, filtrar, acrescentar valor e disseminar os conteúdos que respondem às necessidades da comunidade que servem.

Curadoria é o processo através do qual selecionamos, analisamos, filtramos, organizamos e partilhamos informação relevante e que nos chega de diferentes fontes.

Nesse sentido, as etapas a seguir para proceder à curadoria de conteúdos são três:

1. Ler / consultar a informação em todo o tipo de canais (blogues, media, redes sociais, podcasts, vídeos,…)

2. Editorializar, isto é:

  • Fazer anotações,
  • Selecionar citações,
  • Resumir,
  • Ligar a outros trabalhos/ artigos/ páginas/…

3. Partilhar

  • Blogue ou página web,
  • Media,
  • Redes sociais.

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Servir a comunidade. Que serviços?

Os serviços que as bibliotecas prestam são fundamentais, devendo caracterizar-se pela fiabilidade, rapidez de resposta e personalização.

Os serviços que o Biblio Tubers defende adequam-se ao paradigma digital.

Se não vejamos:

  • Solicitar apoio com especialistas.
  • Ter acesso a sessões de literacia online.
  • Reservar salas para trabalho de grupo online com o apoio de um tutor se necessário e o acesso a recursos como: vídeoconferência, fórum de discussão, partilha de documentos, criação de documentos colaborativos.
  • Requisitar micro aulas temáticas.
  • Requisitar micro sessões para utilização de ferramentas, recursos da biblioteca, desenho de unidades didáticas para apoiar os docentes no ensino a distância.
  • Requisitar portáteis, tablets, câmaras, colunas, headphones, microfone, tripés… que, no contexto atual poderão ser entregues em casa, a partir dos meios que cada escola terá definido.
  • Ter acesso a recursos abertos, organizados por áreas temáticas e facilmente recuperados através de palavras chaves ou grande categorias.
  • Ter acesso a um repositório com resumos da matéria em formato áudio (podcasts) ou vídeo.
  • Contar com o serviço de help desk .

Nota: O serviço de help desk tem como funções acolher, informar, formar e orientar. Deve responder sempre que possível em tempo real, disponibilizando para isso os seguintes recursos que permitem a interação com o utilizador: 

  • FAQs,
  • Chat e/ou videoconferência,
  • Formulários online,
  • E-mail de contacto.

Ouça aqui a síntese do artigo:

Fonte: Biblio Tubers

Biblioteca Sinhá Junqueira recebe mais de 11 mil visitantes no mês de inauguração

Relatório mostra que em fevereiro foi realizado o cadastro de quase 3 mil leitores e emprestados mais de 3,5 mil livros

Aberta ao público no dia 7 de fevereiro, a Biblioteca Sinhá Junqueira recebeu a visita de 11.308 pessoas ao longo dos dias de funcionamento do mês de inauguração.

De acordo com o levantamento divulgado nesta semana pela Biblioteca, até o dia 29 de fevereiro foram emprestados 3.558 livros e realizado o cadastro de 2.996 leitores.

“Ainda estamos em processo de adaptação às demandas dos leitores, porém já é possível dizer que os números são impressionantes e que a população de Ribeirão Preto recebeu um dispositivo de muita qualidade e com padrões internacionais de funcionamento”, afirma Ciro Monteiro, coordenador da Biblioteca.

Com um acervo inicial de 11 mil obras, mais de 15 salas de leitura e 40 computadores à disposição, o objetivo da Biblioteca Sinhá Junqueira é o de promover o acesso ao livro e à leitura em múltiplas plataformas, possibilidades e sentidos.

O local conta com programação diversa como clubes de leitura, contação de histórias, visitas monitoradas, oficinas, lançamentos de livros, dentre outras atividades. Além disso, a Biblioteca conta com elevadores para acessibilidade de pessoas com problemas de mobilidade e deficientes físicos, equipamentos modernos que possibilitam a leitura por deficientes visuais e acervo em braile.

O horário de funcionamento é de terça-feira a domingo, sendo de terça a sexta das 9h às 19h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h, todos os dias com entrada gratuita.

Mais informações pelo telefone (16) 3323-7171, e-mail contato@bsj.org.br e pelo site http://bsj.org.br/. Confira também a página da Biblioteca no Facebook (https://www.facebook.com/bibliotecasinhajunqueira) e o perfil no Instagram: @biblioteca_sinha

Informações para a imprensa: 

Outras Palavras Comunicação Empresarial

Ana Cândida Tofeti – 16 99128-9419 – anacandida@outras.com.br

Dulcelene Jatobá – 16 99125-5500 – dulcelene@outras.com.br

Telefone: (16) 3610-2554

Site: www.outras.com.br

Fonte: Agora Ribeirão

Luto – Falecimento de Neusa Dias de Macedo

O Conselho Regional de Biblioteconomia 8ª Região comunica e lamenta o falecimento da bibliotecária Neusa Dias de Macedo, profissional que tanto contribuiu para a Biblioteconomia Brasileira. Emanamos votos de estima e apreço aos familiares.

A seguir compartilhamos uma entrevista com Neusa Dias de Macedo, para o Canal o “Livro que Mudou” e duas publicações do CRB-8, “Neusa Dias de Macedo: uma vida de desafios e realizações”, escrita por Ana Célia Moura, publicada em 2006 e “Neusa Dias de Macedo: uma personalidade bibliotecária”, escrito por Fernando Modesto e publicada em 2018.

Bibliotecas que não se calam

Eric Klinenberg afirma que as bibliotecas são infraestruturas sociais capazes de assegurar o direito ao acesso à informação sem nenhum tipo de impedimento. Entretanto, ao redor do mundo, na literatura, no cinema, nas notícias jornalísticas, nos mostram que esse acesso corre sérios riscos.

Diante disso, para o Dia do Bibliotecário de 2020, a FEBAB publicará um ambiente online contendo informações sobre o livre acesso à informação e à liberdade de expressão, campanhas para você utilizar em sua biblioteca, mas também queremos proporcionar um ambiente para reflexão.

Neste formulário, queremos que você nos conte um relato em que sua biblioteca sofreu com a censura, em que o pensamento foi enclausurado e a expressão (técnica, artística ou cultural) foi intimidada. Você não precisa se identificar, nem mencionar o nome de sua biblioteca. Nosso intuito ao coletar estes relatos é mostrar que ambientes democráticos de livre acesso à informação, que são as bibliotecas, ainda sofrem com o retrocesso da censura.

A FEBAB segue o pressuposto na Lei Nº 13.709, de 14 de agosto de 2018, conhecida como Lei Geral de Proteção de Dados, estando responsável pela coleta das respostas somente com a finalidade de disseminar os relatos anonimamente. Nenhuma forma de monitoramento tecnológica é adotada, sendo uma atitude contrária ao que defendemos enquanto instituição que defende o respeito à privacidade, a liberdade de expressão e de opinião.

Acesse o site da Campanha: febab.org.br/censurado/

Envie seu relato clicando aqui.

Fonte: Febab

Biblioteca e Coronavírus/COVID-19

No dia 18 de março, o Prof. Dr. Oswaldo Francisco de Almeida Júnior publicou o vídeo “Biblioteca e Coronavírus/Covid-19”, na INFOhome, site que administra há 19 anos.

Confira as questões pontuadas pelo professor neste contexto de pandemia:

 

Fonte: INFOhome

La BNE trabaja en la recolección de información en Internet sobre el Coronavirus

La Biblioteca Nacional de España está guardando la información que se está generando estos días en Internet relacionada con el Coronavirus. Se están recolectando sitios web de organismos públicos, noticias de medios de comunicación, hashtags y redes sociales, entre otros. Hasta el momento, se han seleccionado casi 200 sitios web pero el número aumenta cada día.

El Archivo de la Web Española es un proyecto de la BNE y de los centros de conservación de las comunidades autónomas que consiste en la recolección y conservación de la información que se genera en Internet. Los sitios web se archivan gracias a un software que navega por los sitios web que se seleccionan previamente y guarda la información que encuentra (imágenes, texto, audio, vídeo…). Cuando se accede a lo archivado, los sitios web se muestran como en la web viva, con la misma estructura y apariencia, y es posible navegar por ellos, como se haría en Internet. Por limitaciones de la Ley de Propiedad Intelectual, el acceso a estos contenidos recolectados solo puede hacerse desde la sede de la BNE y las bibliotecas autonómicas. Desde la web se puede consultar si un sitio en concreto ha sido archivado, cuándo y cuántas veces, aquí: http://www.dl-e.es/openwayback/wayback/

La BNE comenzó a seleccionar sitios web a mediados de febrero relacionados con el origen y propagación del virus, con los esfuerzos de contención y sobre aspectos médico-científicos, sociales, económicos y políticos; después de que el IIPC (Consorcio Internacional para la Preservación de Internet) solicitara la colaboración de todas las instituciones que forman parte del Consorcio para llevar a cabo una recolección internacional.

Sin embargo, y dado el avance de la pandemia en nuestro país, la BNE decidió crear una colección de evento propia, con el fin de hacer una selección más exhaustiva y amplia de sitios web. Desde la semana pasada, tanto la BNE, como los responsables del proyecto en las bibliotecas autonómicas, trabajan intensamente en la búsqueda y recolección de toda la información que se publica en Internet relacionada con este tema.

Además en las colecciones de Prensa Diaria, Organismos Públicos y Política Nacional también se recoge información sobre la situación de la pandemia en España.

Fonte: Biblioteca Nacional da Espanha

Trabalhando em home office

Texto por Liliana Giusti Serra

Em tempos de pandemia, muito se discute sobre a possibilidade de realizar home office (HO). Evidentemente nem todas as atividades podem ser ser feitas de casa, mas manter uma atividade profissional neste período pode ser bastante proveitosa, sem contar na manutenção da empregabilidade.

Na propriedade de quem trabalha em home office há mais de 10 anos, compartilho algumas dicas na esperança de ajudar colegas que estão passando por este desafio.

Primeiramente é bom destacar que o home office tem muito glamour. A experiência me ensinou que não é tão lindo quanto parece. É claro que é delicioso não precisar ir ao escritório quando amanhece chovendo, ou está muito frio, sem falar no tempo que economizamos ao não precisar sair de casa e enfrentar trânsito ou conduções lotadas, mas o home office cobra seu preço em outros aspectos. Vou tentar elencar alguns pontos positivos e negativos do HO.

Aspectos positivos:

  • Não perde-se tempo de deslocamento;

  • É possível ter horário flexível (em alguns casos; eu não tenho esta flexibilidade)

  • Seu investimento em roupas e sapatos cai bastante. Você está em casa e pode usar roupas mais confortáveis;

  • A tecnologia permite a realização de diversas tarefas, individuais e coletivas.

Aspectos negativos:

  • É preciso muito disciplina. Para iniciar ou retomar o trabalho ou, ainda pior, para parar de trabalhar quando encerra a jornada diária;

  • Você fica muito isolado, sentindo falta de interação com os colegas e público em geral;

  • Nem sempre a sua casa terá a estrutura necessária para desempenhar o trabalho (equipamentos, conexão com a internet de qualidade, conforto térmico, mobiliário apropriado, café pronto e fresco etc.);

  • Interferência de terceiros no seu trabalho (esposo(a), filhos, familiares, animais de estimação, vizinhos, campainha/interfone etc.);

  • Descobre-se que o local onde moramos tem bem mais movimento durante o dia do que imaginávamos.

A seguir coloco algumas dicas que gostaria de ter recebido quando iniciei no HO. Espero que possam ajudá-los.

  1. Estabeleça um horário para começar e, principalmente, para parar de trabalhar, definindo pausas. Não precisa ser uma coisa rígida a ponto de colocar alarme, mas ajuda a manter a regularidade na produção;

  2. Em hipótese alguma (mas nunca mesmo) comece a trabalhar usando pijamas ou a roupa com a qual dormiu. É importante ter um ritual como se fosse trabalhar na rua, para preparar o seu corpo e sua mente para o início da jornada de trabalho. Já soube de pessoas que punham terno e gravata, maquiagem, salto alto etc. Não sei se é preciso tanto, mas pode funcionar para algumas pessoas. Tente manter o mesmo ritual que realiza quando vai ao escritório. Um dos aspectos positivos do HO é poder usar roupas mais informais, mas não exagere neste aspecto. Lembre-se que você pode ter reuniões remotas durante o dia e aparecer desgrenhado dará uma péssima impressão. Cabelos penteados e roupas mais formais, nem que seja só da cintura para cima;

  3. Tenha sempre uma garrafa com água ao alcance das mãos;

  4. Dentro do possível, tenha um espaço reservado para trabalhar. Um local que não seja passagem e que você possa ter um pouco mais de privacidade para realizar reuniões virtuais. Este espaço precisa ser arejado e bem iluminado;

  5. Lembre-se de tirar o cachorro e o gato na hora de fazer reuniões. É o momento preferido deles para chamar sua atenção;

  6. Reuna no seu espaço de trabalho os itens que irá precisar. Livros, papel, lapis, caneta, devem estar sempre à mão. Cuidado para não ter tudo amontoado ou empilhado. Tente manter uma área de trabalho organizada;

  7. Cuidado com as distrações. Celular no silencioso ou desligado se você não precisar dele para trabalhar. Distância de redes sociais (a não ser que seja um instrumento de trabalho). Cuidado com o bate papo com os demais moradores. A compreensão de que você está trabalhando não é tão automática assim;

  8. Evite a tentação de trabalhar vendo ou escutando televisão, ou então trabalhar do sofa. Busque uma mesa estável e suficiente para seu material de apoio;

  9. Cadeira confortável, com encosto para as costas e braços e com os pés apoiados no chão. Você passará muitas horas sentado, então programe momentos para fazer intervalos. São pausas para um café, ir ao banheiro, repor a água da garrafa. É importante movimentar o corpo com regularidade;

  10. Cuidado com a tentação da geladeira. HO pode ser uma bomba engordativa! Cerque-se de alimentos saudáveis e não muito calóricos como mix de frutas secas, frutas frescas ou desidratadas, gelatina, yogurte etc. Outra dica é beliscar legumes como cenoura baby, palitos de pepino. Evite carboidratos e doces!;

  11. Equipamentos: é essencial ter um computador que acesse as ferramentas que você vai precisar e que tenha uma boa velocidade de processamento e conexão com a Web. Se o seu computador pessoal não possui estas condições, verifique se é possível levar o computador da empresa para casa. Normalmente você terá que assinar algum termo de responsabilidade. O fato do computador ser da empresa costuma ter a facilidade de já possuir as configurações para acesso da rede.

Algumas atividades bibliotecárias podem ser realizadas no HO. Relaciono aqui algumas:

  • Auxílio aos usuários: os bibliotecários podem prestar auxílio aos usuários à distância. Abra um canal de comunicação com os usuários para troca de mensagens. Evidentemente não será possível emprestar um livro fisicamente, mas outras formas do recurso ou fontes diferentes podem ajuda-los. Levantamentos bibliográficos, normalização de trabalhos, ajuda com citações e referências são atividades que também podem ser desenvolvidas;

  • Incentive o uso de recursos eletrônicos e digitais, abertos ou licenciados. Use e abuse de repositórios digitais e das assinaturas de livros digitais que sua instituição possui;

  • Certifique-se que você tem acesso ao sistema de gerenciamento de sua instituição. Muitos sistemas rodam em plataforma Web e podem permitir que o bibliotecário tenha acesso fora do ambiente da instituição. Veja com sua chefia direta e o TI como isso pode ser feito. Normalmente é preciso ter acesso a uma VPN (Virtual Private Network) para poder acessar o sistema e suas permissões;

  • Catalogação: é claro que isso não significa que é preciso levar os livros para casa para cataloga-los. Com a Web é possível visualizar a página de rosto e partes dos livros em livrarias virtuais como a Amazon, por exemplo. Muitos livros possuem a função “Dê uma olhada”, que permite, na maioria das vezes, condições para realizar uma catalogação básica. Outra opção é fazer o copy cataloging, importando os metadados de outra instituição, fazendo os ajustes necessários;

  • Alguns instrumentos já existem em formato digital. Aqui cito a CDD online (acesso pago), notação de autor e geração de referências. Na seara da catalogação somente o RDA está disponível online e seu acesso é pago. Referências da ABNT podem ser assinadas por fornecedores específicos, com acesso ocorrendo por login e senha;

  • Análise de indicadores: tendo acesso ao sistema de gerenciamento é possível consultar e analisar indicadores de produtividade, uso do acervo, circulações etc. É um bom momento para preparar relatórios e estatísticas;

  • Como as atividades presenciais com o público estão suspensas, uma boa pedida é trabalhar nos vocabulários controlados do sistema, padronizando nomes de locais de publicação, editores, autores (pessoa, entidade corporativa, etc.), assuntos e demais tabelas controladas. Este é um trabalho que exige bastante concentração e nem sempre pode ser feito na biblioteca caso exista contato com o público. Verifique se você tem permissão de acesso para esta atividade e organize a revisão dos termos com os demais colegas.

Como é possível constatar, algumas atividades podem ser feitas pelos bibliotecários em HO. Não é uma experiência ruim e é uma excelente alternativa no momento atual que vivemos.

Verifique em sua empresa se é possível a realização de atividades em HO e atente-se aos pontos que foram listados neste artigo.

Sempre que possível faça reuniões com camera. É importante manter o contato visual com outras pessoas. Porém, se sua internet não é tão potente, feche a câmera e participe das reuniões somente com áudio. Infelizmente o uso da câmera ainda exige muita banda e isso pode comprometer a reunião.

Não é preciso ter um fone de ouvido de última geração para fazer reuniões. Eu, por exemplo, uso o fone do celular (modelo que possui também o microfone) no notebook. O fone não esquenta, nem aperta a cabeça e possui uma boa qualidade para conversas virtuais.

Vamos tentar tirar aprendizado deste período tão difícil e repleto de incertezas. Organizando seu tempo e atividades é possível produzir bastante e manter-se atuante neste período. Muita disciplina, paciência e disposição para experimentar novas formas de trabalho.

Espero ter ajudado um pouco ao compartilhar minhas experiências de HO com vocês. Se alguém precisar de outras dicas é só me contatar por e-mail. Boa sorte a todos!

Fonte: INFOhome

Biblioteca Central da Unicamp cria rede de apoio com atendimento virtual

Várias orientações para a comunidade universitária interessada em fazer uso dos serviços estão disponíveis na internet

Divulgação/Unicamp

Localizada na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Biblioteca Central Cesar Lattes (BCCL) criou uma rede de apoio com atendimento virtual aos estudantes, docentes e pesquisadores da Universidade devido à suspensão das atividades acadêmicas presenciais prevista na Resolução GR 24/2020, de 16 de março de 2020.

De acordo com a Resolução GR 34/2020, de 22 de março, foi prorrogada a ampliação do período de suspensão de atividades presenciais na Unicamp até o dia 30 de abril.

Várias orientações para a comunidade universitária interessada em fazer uso do atendimento estão disponíveis na página do Sistema de Bibliotecas da Unicamp. Entre os serviços e recursos informacionais está o acesso a periódicos eletrônicos, e-books e livros eletrônicos para graduação.

A BCCL disponibilizou também um Plano de Contingência com recomendações gerais e de atendimento ao usuário para todo o Sistema de Bibliotecas da universidade.

Fonte: Portal do Governo do Estado de São Paulo

Biblioteca Municipal envia por aplicativo dicas de filmes inspirados em livros

Biblioteca Municipal envia por aplicativo dicas de filmes inspirados em livros

De acordo com o coordenador da biblioteca, Rafael Antonio da Silva, a ideia é despertar a curiosidade do público em assistir filmes e séries inspiradas em best-sellers, que estão disponíveis no acervo da biblioteca e, com isso, estimular posteriormente o hábito da leitura. Para quem já leu os livros que originaram os filmes, as dicas visam estimular a capacidade de análise, a partir do seguinte mote: “Será que o filme é melhor do que o livro?”.

“Atualmente, a parceria entre literatura e cinema está muito forte. Como a leitura tem o poder de nos transportar para um mundo novo de sensações e sentimentos que imaginamos em nossa mente por meio da narrativa, será que esta mesma história visualizada nas telas de TV e do cinema, incluindo cenários, músicas e atuações, proporciona a mesma sensação? Ou esta é complementada pela leitura?”, destaca o coordenador.

As dicas são enviadas diariamente por meio do BiblioZap. Quem ainda não é cadastrado no serviço e quer receber as dicas, basta enviar uma mensagem de solicitação de cadastro para o BiblioZap, cujo número é (019) 99578-6759. A biblioteca iniciou o serviço BiblioZap em setembro do ano passado.

Confira abaixo a lista de dicas de filmes inspirados em livros da Biblioteca Municipal:

– “A Teoria de Tudo” (inspirado no livro homônimo de Jane Hawking)

Elenco: Eddie Redmayne e Felicity Jones

Direção: James Marsch

– “Caixa de Pássaros” (inspirado no livro homônimo de Josh Malerman)

Elenco: Sandra Bullock

Direção: Susanne Bier

– “Jumanji”, (inspirado no livro homônimo de Chris Van Allsburg)

Existem duas produções cinematográficas deste livro. A primeira, de 1995, é estrelada pelo falecido ator Robin Williams, e direção de Joe Johnston. A segunda é deste ano, estrelada por Dwayne Johnson e direção de Jake Kasdan.

– “Como Eu Era Antes de Você” (inspirado no livro homônimo de Jojo Moyes)

Elenco: Emilia Clarke e Sam Claflin

Direção: Thea Sharrock

– “12 Anos de Escravidão” (inspirado no livro homônimo de Solomon Northup)

Elenco: Chiwetel Ejiofor e Michael Fassbender

Direção: Steve McQueen

– “The 100” (série de TV inspirada na coleção de livros homônimos de Kass Morgan)

Elenco: Eliza Taylor

– “A Escolha” (inspirado no livro homônimo de Kiera Cass)

Elenco: Benjamin Walker e Teresa Palmer

Direção: Ross Katz

– “Outlander” (série de TV inspirada na coleção de livros homônimos de Diana Gabaldon)

Elenco: Caitriona Balfe, Sam Heughan e Tobias Menzies

– “Animais Fantásticos e Onde Habitam” (inspirado no livro homônimo de J.K. Rowling)

Elenco: Eddie Redmayne

Direção: David Yates

– “Sete Minutos Depois da Meia Noite” (inspirado no livro homônimo de Patrick Ness)

Elenco: Sigourney Weaver e Felicity Jones

Direção: J.A. Bayona

– “Jogos Vorazes Em Chamas” (inspirado na coleção de livros homônimos de Suzanne Collins)

Elenco: Jennifer Lawrence

Direção: Francis Lawrence

Fonte: Município de Hortolândia

O bibliotecário e seus desafios na implementação da GED

Por Clarissa N. do E. S. Padovani Mussoi¹ 

A primeira impressão que temos quando se fala em implementação GED, é a simplicidade de digitalizar ou fazer um upload do arquivo na base de dados. No entanto, a realidade na prática não é essa. O trabalho com GED requer um conhecimento a fim de analisar estratégias para aplicar na empresa. Para quem não tem prática com esse tipo de sistema a tarefa se torna um pouco complexa.  

Alguns profissionais como bibliotecários e arquivistas, possuem linguagem própria para tratar, recuperar e disseminar a informação e, embora sejam atividades afins, a linguagem, por vezes, parece distante. Bibliotecários trabalham a informação de maneira categorizada, utilizando manuais de classificação e a temporalidade agregado ao mesmo sistema. Arquivistas utilizam sistemas de classificação de temporalidade como um dos critérios de seleção documental. 

As bases de dados de bibliotecas e centros de documentação são diferentes de sistemas GED. Enquanto essas bases estão estruturadas com os metadados bem definidos, seja por campos numéricos (MARC 21) ou “escritos normais”, os sistemas GED devem ser elaborados e com metadados definidos e estrutura hierárquica através de análise e estudo da empresa que está implementando o serviço.  

Quando essas áreas se misturam, por vezes, torna-se desafiante a forma estrutural do sistema. Enquanto as bases de bibliotecas e centros de documentação são mais conhecidas dos bibliotecários, para os sistemas GED, é necessário um conhecimento aprofundado da Instituição, bem como um diagnóstico de tipos documentais e entrevistas dos funcionários das áreas, mapeamento de processos e workflow, dentre outros serviços.  

Como se cria o documento, com qual finalidade, onde foi criado, para onde ele vai e qual será o fim. Para quem se destina? Para algum setor específico? Para auditoria? Documentos como Procedimentos Operacionais são criados e seguidos à risca, caso alguma auditoria seja realizada? A partir do documento criado, como devo instruir o funcionário a seguir as etapas estabelecidas no documento, a fim de que o processo não seja prejudicado. Isso é um assunto que vai além da implementação dos sistemas GED. 

Para realizar o trabalho, de implementação GED, devemos pensar como um usuário final, ou seja, de que maneira o usuário que acessa o sistema realiza a busca. Se for através de estrutura hierárquica e, caso o usuário, só possua acesso aos documentos do próprio setor, a recuperação pode ser facilitada. Porém, alguns sistemas GED possuem um tipo de mecanismo de busca parecido com o layout do Google. Podemos citar como exemplo o McFile. O McFile possui uma estrutura em que você estabelece de maneira hierárquica, através das análises propostas acima, de mapeamento dos processos, organograma, etc, mas a facilidade da busca torna-se um diferencial na recuperação da informação. Além dessa estrutura, é possível realizar a ocerização de documentos, facilitando a edição. Outro benefício encontrado nesse mesmo sistema é a integração entre plataformas de e-mail com o sistema. Sabe-se que alguns e-mails possuem documentos importantes e que, se perdem ao não realizar o upload. Essa integração facilita a recuperação da informação, sendo um diferencial. 

No entanto, sabe-se que para gerir documentos é importante conhecer os diversos tipos documentais. De acordo com o Manual de Gestão Documental (2010, p. 11), os documentos estão subdivididos em sete categorias, dentre as quais:

  • Documentos textuais: São os documentos manuscritos, datilografados ou impressos;

  • Documentos cartográficos: São os documentos em formatos e dimensões variáveis, contendo representações geográficas arquitetônicas ou de engenharia.

  • Documentos iconográficos: São documentos em suporte sintético, em papel emulsionado, contendo imagens estáticas.

  • Documentos filmográficos: São documentos em películas cinematográficas e fitas magnéticas de imagem (tapes), conjugadas ou não a trilhas sonoras, com bitolas e dimensões variáveis, contendo imagens em movimento.

  • Documentos sonoros: São os documentos com dimensões e rotações variáveis, contendo registros fonográficos. Ex.: discos (CD) e fitas audiomagnéticas;

  • Documentos micrográficos: São documentos em suporte fílmico resultante da microrreprodução de imagens, mediante utilização de técnicas específicas.

  • Documentos informáticos: São os documentos produzidos, tratados e armazenados em computador. 

Essa subdivisão fundamenta as tipologias documentais, a fim de auxiliar o arquivamento. Nos sistemas GED, tipologia documental, temporalidade, estrutura hierárquica e uma padronização da linguagem são imprescindíveis para a indexação.  

 Muito se fala em GED, mas e os repositórios digitais? Esses podem trazer algum benefício para empresas? Como definir se repositórios são melhores que GED? 

 A importância do GED nas empresas é visível. Atualmente, as informações são geradas numa crescente exponencial, produzindo centenas de documentos e com a problemática sobre o que fazer, como tratar, recuperar, arquivar. De forma arcaica, uma grande maioria das empresas preferem os arquivos tradicionais, por pensar que o custo de implementação GED é alto. De fato, não é um custo tão barato, mas a longo prazo o investimento trará benefícios e uma maior produtividade dos funcionários. 

Os desafios dos bibliotecários para convencimento para implementação de GED nas empresas, são grandes. Primeiro, porque muitas empresas não compreendem a dimensão do trabalho, pois pensam que arquivos inseridos na plataforma finaliza o trabalho. Esquecem que para encontrar um documento no sistema é preciso indexá-lo, tratá-lo de acordo com a política normativa estabelecida. Se em bibliotecas encontramos esse problema com a indexação dos livros, que seguem os padrões da ABNT, os documentos tornam-se desafiantes no quesito do armazenamento rápido. Pela grande produção que se encontra nos meios digitais, trabalhar documento item por item, é necessária uma equipe engajada e que esteja bem treinada. Obviamente tudo isso impacta no orçamento disponibilizado pela empresa. 

 A análise dos documentos numa empresa envolve um olhar crítico do profissional da informação em conjunto com a equipe de trabalho, uma vez que levantamento quantitativo de documentos por área, por temporalidade, dentre outras, são preliminares para a execução da atividade. Muitos projetos de GED são impulsionados pelas auditorias que cobram a gestão da informação, como um dos critérios avaliativos da ISO9001.  

 Por medo de perder algumas certificações, as empresas são obrigadas a investir em algo que, para elas, não é significativo. Procedimentos operacionais, procedimentos de qualidade, projetos, alguns tipos de documentos de indústria metal-mecânica existem somente aos olhos de quem cria o documento. A falta de comunicação e a não ligação entre os setores, no sentido de troca documental, por questões de sigilo, é uma problemática para a implementação. Concomitante a isso, a falta das padronizações e demissões de funcionários, são aceleradores do caos documental.  

  Uma questão interessante é a forma de criação dos documentos dentro desses sistemas. A opção de criar um documento, em que o usuário responsável redija com prazos e a possibilidade de checar a tramitação documental (workflow) torna o processo acelerado, através da emissão de alertas via e-mail, para data de entrega e aprovações dos setores ou equipe diretiva. 

 Andrade (201?) relata alguns objetivos do GED: melhorar a velocidade dos processos da empresa (workflow); reduzir custos dos processos; produzir documentos que comunicam seu conteúdo mais efetivamente; reduzir custos de produção de documentos; melhorar a importância dos documentos recebidos por um indivíduo, isto é, dar a informação certa para a pessoa certa; reduzir custos para obter documentos solicitados. 

Por fim, para uma implementação eficaz dos sistemas GED, o diagnóstico documental das empresas é primordial para entender qual será o sistema mais adequado. Qual o tipo de empresa? Que tipo de documentos? Quantos setores estarão envolvidos e qual a quantidade diária produzida por esses setores? Perguntas básicas e norteadoras para entendimento desse processo de implementação para que o tratamento da informação seja mais adequado na busca do objeto desejado. 

  ¹ Bibliotecária (UNIRIO), Especialista em Leitura e Produção Textual (UCS). Trabalho apresentado para o curso de GED-Gestão Eletrônica de Documentos (modalidade EAD), pela Class Cursos, 2020. 

 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

 ANDRADE, Marcus Vinícius Mendonça. Gerenciamento eletrônico da informação: ferramenta para a gerência eficiente dos processos de trabalho. Niterói, RJ, UFF, [201?]. (Mestrando em Sistemas de Gestão pela Universidade Federal Fluminense) 

 INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE. Manual de Gestão Documental, 2010. Disponível em: http://www.icmbio.gov.br/portal/images/stories/comunicacao/manualdegestaodo cumental.pdf. Acesso em: 14 mar. 2020. 

Fonte: Linkedin

Biblioteca de Jundiaí disponibiliza vídeos com leituras de livros para crianças

Transmissões pela página da Biblioteca no Facebook prometem animar a quarentena da criançada em casa

A Biblioteca Municipal Professor Nelson Foot está usando as redes sociais para garantir atividades de leituras e contações de histórias para as crianças, enquanto elas estão em casa por conta da quarentena para prevenção e enfrentamento ao Coronavírus (COVID-19). Por meio de transmissões de vídeos pela página da Biblioteca no Facebook, a proposta é garantir pela internet os andamentos do “Leiturinha em foco” e “Lê no Ninho”, propostas de mediações de leituras e acesso ao livro, respectivamente, para indicações de leitura a crianças com mais de quatro anos e sugestões de atividades para pais e cuidadores de bebês.

Quem conduz as transmissões é Carmen Silvia Bulhões, supervisora pedagógica da Biblioteca. “Esta tem sido uma experiência muito positiva, assim como o seu alcance. Já recebi depoimentos de avós que não têm podido ver seus netos, mas mandam o vídeo para que eles assistam. E a seleção das obras privilegia conteúdos alegres e coloridos, para tornar esses dias mais amenos para as famílias”.

De acordo com a diretora do Departamento de Fomento à Leitura da Unidade de Gestão de Educação (UGE), Camila Rosalem, “a proposta surgiu da vontade da equipe da Biblioteca em criar situações positivas para as crianças e suas famílias durante a quarentena. Novos conteúdos devem ser disponibilizados a cada dois dias. Também deveremos usar as redes sociais para indicar aos adultos indicações de títulos de domínio público para download gratuito”.

Durante o período também estão suspensas as multas sobre devoluções com atrasos a partir da última segunda-feira (16), por meio da guarda responsável dos livros. Até o fechamento da biblioteca, cerca de 1500 títulos estavam emprestados. O acervo completo conta com cerca de 50 mil exemplares.

(Fonte/Foto: Prefeitura de Jundiaí)

Fonte: TEVTEC News

Fundação Dorina Nowill disponibiliza livros infantis acessíveis para cegos

Em meio ao isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus, livros para crianças com deficiência visual estão disponíveis pela biblioteca virtual

A Fundação Dorina Nowill para Cegos disponibilizou livros infantis acessíveis gratuitamente no acervo de sua biblioteca digital, a Dorinateca.

Editoras, escritores e livrarias vêm tomando medidas para tornar disponíveis livros, e-books e audiolivros para as pessoas que estarão isoladas durante a pandemia de coronavírus, mas o acesso a obras acessíveis para cegos ainda é limitado.

Como as aulas foram temporariamente suspensas por todo o Brasil, esse acervo poderá ser acessado por crianças com deficiências visuais que não terão acesso a livros acessíveis por meio das escolas.

“Entre os diversos gêneros que temos disponíveis, estão os clássicos que toda criança gosta. Desde contos de fada, como da Branca de Neve até aventuras como as de Robin Hood, que sempre estiveram no imaginário infantil e são atemporais”, explica Kely Magalhães, gerente de Serviços de Apoio à Inclusão da Fundação Dorina.

Confira a lista dos títulos da Coleção Clássicos disponibilizados virtualmente:

  • Bela Adormecida, de Simone Bibian

  • Branca de Neve, de Jacira Fagundes

  • Chapeuzinho Vermelho, de André Luiz P. Alves

  • Cinderela, de Anna Claudia Ramos

  • João e Maria, de Roberto de Carvalho

  • Os três porquinhos, da Editora Globo

  • Peter Pan, de Julio Lira

  • Pinóquio, de Viviane Brasil e Mary Aparecida Marques

  • Rapunzel, de Regina Drummond

  • Robin Hood, de Maurício Veneza

Fonte: Terra

Revisão do Manifesto das Bibliotecas Públicas da IFLA-UNESCO

O Comitê de Bibliotecas Públicas da IFLA – International Federation of Library Associations and Institutions está consultando toda a comunidade internacional para fazer a revisão do Manifesto das Bibliotecas Públicas da IFLA-UNESCO, que completou 25 anos, à luz da nova realidade social e tecnológica. Assim, você pode contribuir com essa revisão respondendo o questionário disponível em: https://bit.ly/2wBzFCO

A presidente da FEBAB, Adriana Ferrari é membro do Comitê e será responsável pela compilação das respostas e tradução para o inglês.

Comissão Brasileira de Bibliotecas Universitárias (CBBU) divulga serviços de informação que estão disponibilizando fontes de informação sobre o Coronavírus

Comissão Brasileira de Bibliotecas Universitárias (CBBU) divulgou em sua Página no Facebook várias postagens contendo fontes de informação sobre o Coronavírus, liberadas, por um certo período de tempo, por serviços de informações internacionais.

Portal de Periódicos Capes

Editores internacionais com os quais a CAPES mantém contrato, por meio do Portal de Periódicos, liberaram acesso aos seus conteúdos, enquanto durar a pandemia de COVID-19. A ação foi motivada pela situação atual de confinamento e restrição de contato, e pretende apoiar a comunidade de pesquisa no processo de entendimento e minimização do impacto do novo coronavírus.

Saiba mais

JSTOR

Materiais JSTOR de acesso aberto acessíveis ao público. Um conjunto expandido de conteúdo disponível para instituições onde os estudantes foram deslocados devido ao COVID-19 até 30 de junho de 2020.

O número de livros disponíveis por meio desse esforço cresce diariamente, à medida que mais editores participam.

Cambridge e Oxford abriram os arquivos de suas impressoras universitárias – que também abrigam bancos de dados on-line – para acesso público até o final de maio.

Saiba mais

Dotlib

Dada a espantosa proliferação do COVID-19 mundo afora, muitas de nossas editoras parceiras na área da saúde optaram por disponibilizar à comunidade científica mundial uma série de links com informações, estudos e conteúdos especializados a respeito do vírus. São fontes de informação seguras, coerentes, reais e com um claro contexto clínico.

Saiba mais

Proquest

Até meados de junho, os clientes do ProQuest Ebook Central afetados pelo COVID-19 terão acesso ilimitado a todos os seus títulos comprados pela EBC de mais de 50 editoras. Isso significa que todas as licenças, incluindo modelos de usuário único e 3 usuários, se tornarão automaticamente licenças de acesso ilimitado durante esse período, ajudando os bibliotecários a fornecer informações valiosas a seus usuários neste ambiente em constante mudança.

Saiba mais

Annual Reviews

Annual Reviews remove o controle de acesso em resposta à pandemia de COVID-19. Para ajudar os muitos estudantes, professores e pesquisadores que trabalham e estudam remotamente durante a pandemia do COVID-19, a partir de hoje, são disponibilizados os periódicos a todos, sem controle de acesso, até quinta-feira, , 30 de abril de 2020. Nesta data, será avaliada a necessidade de estender essa política.

Saiba mais

JOVE

JOVE, base de dados de vídeos de experimentos científicos, esta oferecendo acesso gratuito à sua videoteca com intenção de auxiliar no aprendizado remoto devido a pandemia do COVID-19.

Neste link: https://info2.jove.com/coronavirusvideo estão os vídeos disponibilizados gratuitamente com o foco no Coronavirus.

Clarivate Analytics

Página do CLARIVATE ANALYTICS aberto para acesso a qualquer pessoa com informações sobre o Corona Vírus. Esse link está aberto para acesso a qualquer pessoa, não precisando estar em acesso autorizado. São relatórios, artigos científicos em conteúdo completo, análises e inclusive, um acesso temporário ao software Cortellis Drug Discovery Intelligence, e pode ser divulgado para qualquer interessado, dentro ou fora da instituição: https://clarivate.com/coronavirus-resources/

La protección al personal bibliotecario en tiempos de emergencias

Alejandra Sofía Méndez Irizarry

El 11 de marzo de 2020, el director de la Organización Mundial de Salud (OMS) declaró el novel coronavirus (COVID-19) como pandemia.  Desde entonces, muchos países han limitado sus fronteras, declarados toques de queda, entre otras acciones para limitar el flujo de personas en espacios públicos.  Cada una de estas medidas se ha implementado para disminuir la propagación del COVID-19.  La rapidez con la que se han reportado casos del novel virus ha sido una que no se ha visto desde siglos pasados.  Con ello, la actualización de información e implementación de medidas ha cambiado en formas sin precedentes.

La enfermedad del coronavirus 2019 (COVID-19) es una afección respiratoria que se puede propagar de persona a persona. El virus que causa el COVID-19 es un nuevo coronavirus que se identificó por primera vez durante la investigación de un brote en Wuhan, China (Centro de Control de Enfermedades de los EE.UU., 2020).

Leyenda cortesía de BBC

Debido a que los primeros casos fueron reportados en Wuhan, el gobierno de los EE. UU., ha expresado comentarios racistas y xenofóbicos hacia la comunidad asiática y China.  Ante este panorama, algunos medios han reportado y denunciado los casos que la comunidad asiática ha sufrido.  No obstante, la cobertura mayor sobre el COVID-19 han sido medidas sobre cómo evitar o disminuir la propagación del virus.

Las recomendaciones persistentes de la CDC son:

    • Lavarse las manos y los brazos (hasta el codo) con jabón antibacterial y con frecuencia por 20 segundos
      • De no tener acceso a estos, se recomienda el uso de algún gel desinfectante con un mínimo de 60 por ciento de alcohol.
    • Distanciarse o aislarse en caso de presentar algún síntoma del virus, haber estado en contacto con alguien sospechosx de padecer del virus, padece de alguna condición médica que comprometa el sistema inmune o si no se siente segurx.
    • Mantener una distancia de al menos 6 pies (1.8 metros) entre los demás.
    • Desinfectar su entorno.
    • Evitar espacios públicos con más de 25 personas.
    • Evitar tocarse el rostro.

Debido a las recomendaciones e insistencias de los profesionales de la salud, varios gobiernos han instaurado medidas de emergencia.  Entre estas se encuentra el cierre de escuelas, universidades, comercios y demás espacios públicos.  En el caso de Puerto Rico, la gobernadora Wanda Vázquez Garced ha instaurado dicha medida.  No obstante, no todos los gobiernos han respondido con la misma severidad.  En varios estados de los EE. UU., aún algunos espacios continúan abiertos y proveyendo servicios.  Entre estos espacios se encuentran las bibliotecas.  Al inicio de la redacción de este post, varias bibliotecas públicas incluyendo las bibliotecas públicas de Boston, Nueva York y Chicago insistieron en permanecer abiertas.  Esto, pese al llamado de su personal en solicitar el cierre como medida de seguridad.  Ayer en la tarde, dos de este gran sistema de bibliotecas anunció su cierre.  No obstante, algunas bibliotecas académicas continúan proveyendo servicios al público.  Aunque se han tomado medidas para limitar el flujo de usuarios, varios profesionales de la información continúan expresando su preocupación.

En entradas anteriores he delineado cómo las bibliotecas han servido como refugios en tiempos calamitosos.  No obstante, cuando pensamos en emergencias nacionales nos limitamos a considerar desastres naturales o conflictos bélicos.  La situación que se está desenlazados globalmente es una diferente.  Para muchos, incluyéndome, no hemos recibido entrenamiento o cursos relacionados a cómo lidiar con ello.  Debido a la cantidad abrumadora de información que está circulando, la American Library Association (2020) se dio a la tarea de publicar y actualizar una guía de recursos relacionados a la pandemia de COVID-19 que estamos confrontando.  La división de bibliotecas públicas de ALA también actualizó su portal sobre el tema.

El personal bibliotecario

El personal bibliotecario es un aliado de la comunidad.  En instancias donde las comunidades que albergan bibliotecas han atravesado crisis, el personal ha tomado medidas para proteger la comunidad.  En tiempos recientes, algunas bibliotecas han solidarizado con movimientos sociales.  Ante la situación que se están atravesando varios países con la pandemia del COVID-19, el público y el personal bibliotecario está experimentando mucha ansiedad.  Según se menciona al inicio de este escrito, debido al llamado a cerrar espacios públicos, los bibliotecarios han insistido en cerrar el espacio físico y moverse a ofrecer servicios de forma remota.  Esto surge ante la preocupación sobre cómo el novel virus se ha propagado.  Algunos profesionales de la información sugieren que mantener los espacios públicos cerrados para evitar la propagación entre usuarios y el personal.  Uno de los grupos que ha expresado esta preocupación ha sido Boston Radical Reference Collective, quienes urgen que todas las bibliotecas del estado de Massachusetts, se cierren y que el personal pueda aislarse en sus hogares, según ha sugerido la CDC y la OMS.

Al momento en que este escrito se está redactando y en su fase de edición, la American Library Association (ALA) hizo un comunicado de prensa recomendado a las bibliotecas a cerrar y ofrecer sus servicios de forma remota.  La Asociación de Bibliotecarios de Nueva Inglaterra (NELA, por sus siglas en inglés) se une al llamado de ALA en proteger a los empleados de las bibliotecas.  Los servicios que ofrecen los bibliotecarios en sus respectivas unidades se caracterizan por ser presenciales (“face-to-face”).  El contacto presencial con los usuarios es uno de los aspectos vitales de los servicios de referencia y préstamo de recursos.  No obstante, estos servicios han sido identificados como uno de los que mayormente puede poner en riesgo al personal bibliotecario y al resto del público.  Es por ello por lo que varios grupos profesionales le urgen los administradores y grupos de interés que protejan a sus empleados.  Por su parte, algunos grupos preocupados por la brecha digital insisten en mantener a las unidades de información abierta.  En particular, los colegios universitarios y universidades que le sirven a poblaciones en desventaja socio-económica.

Según el DATA US (2018) y el Department for Professional Employees (2018) la edad mediana del personal bibliotecario es entre 47 a 55 años.  Esto significa que, en el 2020, la mayor parte de los bibliotecarios son mayores de 50 años.  Esta mediana de edad es identificada por CDC y la OMS como uno de los grupos susceptibles a sufrir complicaciones por COVID-19.  Cabe mencionar también que DATA US (2018) identifica la brecha salarial por género en el personal bibliotecario y raza.  Esto se puede interpretar como menor ingresos para costear servicios médicos en caso de contraer COVID-17.  En el 2018, se identificó que la cantidad de profesionales de información son 143k mujeres y 31.2k hombres.  Estos últimos han sido identificados como ocupar más posiciones de liderazgo que mujeres.

Gráfica obtenida del Department of Professional Employees

Guías sobre cómo proveer servicios remotos

Las bibliotecas que se han visto en la obligación de cerrar han ofrecido ha proveer servicios de forma remota.  Saúl Equihua (2020), proveyó una guía qué hacer en caso de que las bibliotecas tengan que cerrar.  También se hace referencia a la guía publicada por el Ministro de Ciencia e Innovación de España.  Entre las sugerencias más contundentes se encuentra la necesidad de mantener a los usuarios informados sobre los acontecimientos del COVID-19.  Algunas asociaciones profesionales como REFORMA, Capítulo de Puerto Rico, ha recopilados recursos sobre el tema.  En su portal, ALA (2020) compartió información para combatir el racismo y la xenofobia que ha circulado relacionada al coronavirus 2019.  Además de la información relacionada al virus, las bibliotecas han actualizado su portal para orientar a su público en cómo acceder los recursos en línea como ebooks, películas y recursos educativos para niños.  Un ejemplo de ello ha sido la Biblioteca Pública de Nueva York.  Otras bibliotecas como la Pollard Memorial Library en Lowell, Massachusetts han recomendado a sus usuarios a hacer uso de su plataforma de libros electrónicos, OverDrive.  Junto al préstamo de libros electrónicos de las bibliotecas ha recomendado el uso de bibliotecas digitales como el Proyecto Gutenberg.  Varias biblioteca también han difundido información sobre iniciativas de autores de literatura infantil para entretener y educar a niños que se encuentran en aislamiento.  En Puerto Rico, grupos como Lee Conmigo han hecho lectura de cuentos infantiles a través de las redes sociales.

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La situación que se está desatando globalmente, no se ha experimentado desde el siglo pasado.  La información ha estado evolucionando a pasos acelerados.  Paralelo a ello, las desigualdades sociales se han acentuado.  En el caso de las bibliotecas, preocupa cómo este tipo de situación impacta a los usuarios que se encuentran dentro de los desfavorecidos por la brecha digital.  A su vez, el acceso a servicios de salud física y emocional queda en juego.  Una vez concluya el periodo de aislamiento y cierre de servicios públicos, muchas personas se encontrarán con problemas económicos.  A lo largo de la historia del siglo XX y XXI, las bibliotecas han sido bastiones para estas comunidades.  Cuando un usuario necesita información sobre hacia dónde dirigirse, el personal bibliotecario asiste a este.  Sin embargo, ante el cierre de las bibliotecas y la necesidad del retirar al personal de espacios públicos, nos encontramos ante una situación que aún no sabemos cómo solucionar justamente.

Nota: Se reconoce que al momento de editar y programar esta entrada,  la información compartida cambiará. Debido a ello, se estará compartiendo la información actualizada a través de las redes sociales. Se le invita a los lectores a que compartan recursos electrónicos fidedignos y libres de prejuicios en el hilo que anuncia esta entrada en las redes sociales. También se le sugiere a los lectores a compartir información que ha distribuido las diversas organizaciones profesionales de sus respectivos países para fomentar el intercambio de información.

Referencias

American Library Association (2017). Member demographic study. http://www.ala.org/tools/research/initiatives/membershipsurveys

American Library Association (2020). Libraries respond: Combating xenophobia and fake news in light of COVID-19. http://www.ala.org/advocacy/libraries-respond-combating-xenophobia-and-fake-news-light-covid-19

American Library Association. (2020, 15 de marzo). Pandemic preparedness. http://www.ala.org/tools/atoz/pandemic-preparedness

American Library Associations (2020, 16 de marzo). PLA resources on COVID-19. http://www.ala.org/pla/issues/covid-19

American Libraries. (2020, 17 de marzo). ALA executive board recommends closing libraries to public. American Libraries Magazine. https://americanlibrariesmagazine.org/blogs/the-scoop/ala-executive-board-recommends-closing-libraries-to-public/

BBC (2020, 12 de marzo). Coronavirus: ¿qué es “aplanar la curva” y por qué es tan importante “retrasar y contener” la propagación del COVID-19? https://www.bbc.com/mundo/noticias-51835806

CDC (2020). Enfermedad del Coronavirus 2019 (COVID-19): Prevención y tratamiento. https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/prepare/prevention-sp.html?CDC_AA_refVal=https%3A%2F%2Fwww.cdc.gov%2Fcoronavirus%2F2019-ncov%2Fabout%2Fprevention-sp.html

Commonwealth of Massachusetts (2020). COVID-19 printable fact sheets. https://www.mass.gov/info-details/covid-19-printable-fact-sheets?fbclid=IwAR22gKysiQ-FDq4vgUPArDBHbB-1WjObtmrCDn0gnNiyUp3EqVGGTRHQGww

DATA USA (2018). Librarians. https://datausa.io/profile/soc/254021/

Department of Professional Employees. (2019). Library professionals: Facts and figures. https://www.dpeaflcio.org/factsheets/library-professionals-facts-and-figures

Equihua, S. (2020, 10 de marzo). Recomendaciones en caso de cierre por causas excepcionales. Infotecarios. https://www.infotecarios.com/recomendaciones-en-caso-de-cierre-por-causas-excepcionales/#.XnD61pP0nMI

Ishizuka, K. (2020, 15 de marzo). In a pandemic, librarians are reporting to work, scared and questioning their institutions. School Library Journal. https://www.slj.com/?detailStory=in-a-coronavirus-pandemic-librarians-are-reporting-to-work-scared-and-questioning-their-institutions

Lauresen, C. (2020, 14 de marzo). Coronavirus and libraries: Staying safe and staying relevant. The Library Lab. https://christianlauersen.net/2020/03/14/coronavirus-and-libraries-staying-safe-and-staying-relevant/

Méndez Irizarry, A.S. (2015, 10 de agosto). Bibliotecas como refugios. Infotecarios. https://www.infotecarios.com/bibliotecas-como-refugios/#.XnEPUpP0nMI

New England Library Association (2020, 16 de marzo). NELA public statement on public library closures. http://nelib.org/nela-public-statement-on-public-library-closures/

Organización Mundial de la Salud (2020). Alocución de apertura del Director General de la OMS en la rueda de prensa sobre la COVID-19 celebrada el 11 de marzo de 2020. https://www.who.int/es/dg/speeches/detail/who-director-general-s-opening-remarks-at-the-media-briefing-on-covid-19—11-march-2020

REFORMA, Capítulo de Puerto Rico (2020, 17 de marzo). Recursos COVID-19. https://reformapr.wordpress.com/2020/03/17/recursos-covid-19/

Ruiz Kuilan, G. (2020, 16 de marzo). Wanda Vázquez advierte que endurecerá el toque de si “no lo ven con seriedad”. El Nuevo Día. https://www.elnuevodia.com/noticias/locales/nota/wandavazquezadviertequeendureceraeltoquedequedasinolovenconseriedad-2553235/

Yorio, K. (2020, 16 de marzo). Kid lit authors step up to help educators, students, and parents. School Library Journal. https://www.slj.com/?detailStory=kid-lit-authors-step-up-to-help-educators-students-parents-coronavirus-covid19

Fonte: InfoTecarios

El papel de las bibliotecas en tiempos de emergencias sanitarias

Texto por Samuel Castro-Ponce

En tiempos de crisis y emergencias sanitarias, las bibliotecas juegan un papel fundamental en proporcionar información veraz y confiable frente a la desinformación y las noticias falsas que circulan en diversos medios. Este rol de las bibliotecas de suministrar información a aquellas personas que lo necesitan es una de las principales funciones para la cual fueron creadas y en momentos difíciles como el que actualmente estamos pasando a nivel mundial, la poca o mucha ayuda que puedan proporcionar las instituciones informativas es fundamental.

ANTECEDENTES

Existen varios casos, a lo largo de los años, en donde las bibliotecas han contribuido a proveer información en momentos de crisis, tales como emergencias sanitarias, desastres naturales o bioterrorismo, ya sea abriendo sus puertas para facilitar resguardo o simplemente haciendo lo que mejor hacen, suministrar información confiable a quien lo necesite. Esta labor pareciera poca cosa, pero ante la gran cantidad de noticias falsas que circulan por Internet, y su rápida propagación por las redes sociales, la principal y mejor arma con la que deben contar las personas es la información.

Como señalé anteriormente, hay casos documentados en donde las bibliotecas han participado en momentos de crisis:

El lunes después de que el huracán Katrina azotara la costa del Golfo, el director de una biblioteca pública rural situada a unas 70 millas tierra adentro llegó a su biblioteca y encontró a una mujer sentada en el estacionamiento, llorando. Como evacuada de Katrina, esta mujer solo tenía su auto, su perro y la ropa puesta. Esperó a que se abriera la biblioteca, confiando en que era un lugar en la ciudad que recibiría a extraños.(Malizia, et al., 2012, p. 32)

Si bien la función más obvia podría ser la de un proveedor de información, los resultados del proyecto IMLS sugieren que, de hecho, no es la función más común que juegan los bibliotecarios. A menudo, las necesidades humanitarias de la comunidad son tan grandes que los bibliotecarios se convierten en un tipo de súper voluntario, apoyando en varios tipos de actividades de ayuda (por ejemplo, coordinando donaciones caritativas o proporcionando alimentos y vivienda) en lugar de usar sus habilidades profesionales únicas como proporcionar información crítica y servicios a usuarios.(Zach & McKnight, 2010)

Ahora con la aparición de este virus, denominado como SARS-CoV-2 y que causa la enfermedad COVID-19 (World Health Organization, 2020a), la cual ya ha afectado a miles de personas en el mundo, el papel de los profesionales de la información y las bibliotecas debe ser mucho más importante.

COVID-19

Con la propagación de casos alrededor del mundo del nuevo coronavirus (CoV), entendido éste como:

una gran familia de virus que causan enfermedades que van desde el resfriado común hasta enfermedades más graves, como el síndrome respiratorio de Oriente Medio (MERS-CoV) y el síndrome respiratorio agudo severo (SARS-CoV) (World Health Organization, 2020b)

SARS COV-2

Este tipo coronavirus fue identificado como distinto a los conocidos hasta el momento el 7 de enero de 2020, el aviso se publicó dos días después en la página de la Oficina de Representación de la Organización Mundial de la Salud (OMS) en China:

Las autoridades chinas han tomado una determinación preliminar de un novel (o nuevo) coronavirus, identificado en una persona hospitalizada con neumonía en Wuhan. Los investigadores chinos realizaron la secuenciación genética del virus, utilizando una muestra positiva de un paciente aislado.

Desde la identificación de los primeros casos en China continental, el brote se ha extendido a 173 países y regiones, con más de 335,957 casos confirmados al 22 de marzo de 2020 siendo las 5:43:03 pm. El avance y monitorio en tiempo real del virus se lleva a cabo desde el mapa interactivo organizado por Center for Systems Science and Engineering (CSSE) de la Johns Hopkins University (JHU) que realizó y dio a conocer mediante un artículo Dong, Du, & Gardner (2020) en The Lancet Infectious Diseases. Y que se compartió al público desde el 22 de enero de 2020. Aquí puedes consultarlo directamente:

Coronavirus COVID-19 Global Cases

Coronavirus COVID-19 Global Cases

Existe mucha información falsa o parcialmente incorrecta que circula por internet, haciendo que las personas solo se informen por medio de las redes sociales, y por lo tanto, no verifican la información antes de compartirla. Del mismo modo tampoco comparan en diversos medios las notas que están divulgando, o mucho menos, no acuden a fuentes confiables de información como las que se encuentran en las bibliotecas. Toda esta situación propicia aún más la histeria colectiva y la desinformación, lo que provoca que la batalla sea doble, tanto sanitaria como informativa.

EL PAPEL DE BIBLIOTECAS Y BIBLIOTECARIOS

Por tal motivo, lo más aconsejable es mantenerse informado, y para ello, te puedes apoyar en las herramientas y fuentes de información que proporcionan las bibliotecas. Habrá situaciones en donde todavía podrás trasladarte a la biblioteca más cercana para solicitar información al bibliotecario o que te oriente sobre cuáles son las principales fuentes documentales para informarte, desde un diccionario básico y notas periodísticas hasta fuentes un poco más especializadas como artículos de revistas. En otros casos ya no será posible salir de casa por recomendaciones de las autoridades sanitarias pero aún así las bibliotecas pueden apoyarte en todo momento.

Covid-19

SI ERES PARTE DE LA COMUNIDAD 

Tramite tu credencial o carnet de biblioteca para que tengas más opciones de acceder a la información, como miembro de la biblioteca no solo podrás consultar el material dentro de la ella sino también podrás llevártelo a casa. Además, podrás tener acceso a otros servicios que, de manera particular, tu biblioteca te informará.

Pregunta si tu biblioteca posee una biblioteca digital desde la cual podrás localizar información sin necesidad de salir de casa. Actualmente muchas bibliotecas cuentan con suscripciones en línea a periódicos de circulación nacional e internacional, o acceso a bases de datos en donde puedes investigar un poco más sobre los antecedentes de este tipo de enfermedades.

Infórmate si tu biblioteca cuenta con el servicio de referencia digital. A veces es imposible parar todas las actividades, y por tal motivo, si no podemos acudir a la biblioteca de manera presencial al menos podremos solicitar la información que precisamos a través del chat de referencia, el correo electrónico o incluso por medio de WhatsApp, Skype o algún otro servicio de mensajería instantánea.

Si te gusta la lectura recreativa, seguramente tu biblioteca posee colecciones digitales en donde podrás leer información de este tipo sin la necesidad de acudir de manera presencial.

SI ERES PARTE DEL EQUIPO DE BIBLIOTECA

Como bibliotecario, trata de informar por medio de la página web o redes sociales para contrarrestar la información falsa que circula. Realiza carteles, anuncios y demás propaganda para que las personas se informen en sitios y fuentes confiables.

Promueve el uso de la biblioteca digital para que no tengan que salir de casa pero se mantengan informados. En la medida de lo posible, verifica el estado de las suscripciones y enlaces a las diferentes bases de datos para que no tengan problemas tus usuarios si desean consultarlas de manera remota. Posiblemente tengas que ampliar la vigencia de sus registros para que, en caso de cierre o confinamiento, tu comunidad tenga la oportunidad de seguir accediendo sin problemas.

Si en tu comunidad sabes que existen investigadores que tratan sobre estos temas informales que la gran mayoría de los artículos académicos recientes que hablan sobre el COVID-19 están en acceso abierto y que no será necesario pagar de más para poder consultarlos. Por ejemplo, estos son algunos de los principales editores que han puesto en acceso abierto y a disposición de quien desee consultar sus artículos sobre el Covid-19:

Wiley: Covid-19: Novel Coronavirus Content Free to Access

Elsavier: Novel Coronavirus Information Center

Sprimnger Nature: SARS-CoV-2 and COVID-19

BMJ: Coronavirus (covid-19): Latest news and resources

Cambridge: Coronavirus Free Access Collection

Crea un micrositio dentro de la página de tu biblioteca para informar a tus usuarios. Puedes incluir enlaces a los principales sitios de salud nacional e internacional, a las principales agencias de noticias, o a ligas en donde podrán consultar los artículos académicos más recientes que informan sobre los avances en las investigaciones de este nuevo coronavirus.

Por ejemplo, la Organización Mundial de la Salud ha creado una base de datos global sobre las investigaciones que se están llevando a cabo sobre el COVID-19. Sería de mucha ayuda difundir el recurso entre los investigadores de tu comunidad. La puedes consultar directamente en este enlace:

Global research on coronavirus disease (COVID-19)

Desde WorldCat, a través de WebJunction de OCLC, se ha reunido información y recursos sobre el nuevo coronavirus para la consulta de los bibliotecarios, y de esta manera, apoyar su trabajo en sus propias comunidades. La información la puedes consultar directamente este enlace:

Libraries and the Coronavirus: Evolving Information and Resources

Recursos sobre el COVID-19

Existen otras iniciativa y acciones que los bibliotecarios y las bibliotecas han estado implementando. Desde Infotecarios se han publicados algunos escritos relacionados con el tema, por ejemplo:

Recomendaciones en caso de cierre por causas excepcionales de Saúl Martínez Equihua
La protección al personal bibliotecario en tiempos de emergencias de Alejandra Sofía Méndez Irizarry

La Serie #BibliotecasEnCasa con excelentes aportes por parte de nuestras firmas invitadas.
Y ni se diga el
Foro Virtual #BibliotecasEnCasa: ¿Cómo las bibliotecas pueden extender sus servicios durante las cuarentenas?, celebrado el pasado 21 de Marzo de 2020. El cual resultó ser todo un éxito gracias a la colaboración de nuestros amigos de IFLA LAC y ASCOLBI.

Finalmente como profesionales de la información, los bibliotecarios, estamos preparados ante situaciones así en donde es indispensable suministrar información confiable. A lo largo de los años las bibliotecas siempre han estado a la vanguardia en situaciones donde es necesario hacer uso de las tecnologías de la información para llegar a más personas.

Tenemos catálogos vía web para la consulta de los materiales, y también descubridores de información que te permiten hacer un barrido completo en todas las colecciones físicas y digitales de la biblioteca. Desde hace décadas que poseemos bibliotecas digitales para que puedan ser consultadas de manera remota. Hemos implementado herramientas como la referencia digital para apoyar a las personas que no pueden asistir de manera presencial. El personal de biblioteca se capacita continuamente en nuevas tecnologías para proporcionar cursos y seminarios por Internet. Desarrollamos bibliografías especializadas y seleccionamos recursos electrónicos sobre temas que impactan en la investigación. Por todos estos motivos, es indispensable que en tiempos de crisis sanitarias nos mantengamos informados y en la medida de los posible, apoyar a las demás personas desde nuestras bibliotecas o de manera personal, pues nuestra profesión nos permite siempre ayudar a quien lo necesita.

Existen muchas actividades con las cuales podemos participar como bibliotecarios ya sea estando en casa o aún con las posibilidades de estar asistiendo a nuestras bibliotecas. Sería muy interesante saber qué otras ideas están pensando implementar en sus lugares de trabajo u hogares.

Referencias

Dong, E., Du, H., & Gardner, L. (2020). An interactive web-based dashboard to track COVID-19 in real time. The Lancet Infectious Diseases. https://doi.org/10.1016/S1473-3099(20)30120-1
Zach, L., & McKnight, M. (2010). Special services in special times: Responding to changed information needs during and after community-based disasters.
Public Libraries, 49(2), 37–43.
Malizia, M., Hamilton, R., Littrell, D., Vargas, K., & Olney, C. (2012). Connecting public libraries with community emergency responders.
Public Libraries, 51(3), 32–36.
World Health Organization. (2020a). Naming the coronavirus disease (COVID-19) and the virus that causes it. World Health Organization. https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/technical-guidance/naming-the-coronavirus-disease-(covid-2019)-and-the-virus-that-causes-it
World Health Organization. (2020b).
Coronavirus. Organización Mundial de la Salud. https://www.who.int/es/health-topics/coronavirus

Fonte: InfoTecarios

Atividades em Bibliotecas: limpeza, higienização e desinfecção

Considerando a necessidade de prevenção de doenças, especial atenção deve ser dada às atividades realizadas em ambientes de trabalho, incluindo as Bibliotecas. Algumas recomendações podem ser úteis. 

PROCEDIMENTOS GERAIS

  • Ao tossir ou espirrar, cubra o nariz e a boca com lenço descartável; descarte o lenço no lixo e lave as mãos; caso apresente sintomas de resfriado, evite contato com outras pessoas, permaneça em casa;
  • Evite aglomerações e ambientes fechados e mantenha distância social de ao menos um metro;
  • Procure manter os ambientes ventilados;
  • Não compartilhe objetos de uso pessoal, como canetas, lápis, copos, celular, etc.;
  • Mantenha as superfícies livres de adornos e os objetos de trabalho limpos;
  • Mantenha a higiene das mãos, rosto e cabelos;
  • Evite levar as mãos à boca e nariz antes de estarem limpas;
  • Antes de manusear objetos de uso compartilhado, lave suas mãos.

LIMPEZA GERAL

De acordo com matéria divulgada recentemente [1] com base em estudo publicado na revista científica “New England Journal of Medicine” [2] o coronavírus responsável pela doença Covid-19 consegue sobreviver até 3 dias em algumas superfícies, como plástico ou aço.

Nesse sentido, segundo a ANVISA [3], as pessoas responsáveis pela limpeza, gerenciamento de resíduos sólidos e efluentes sanitários devem manter os procedimentos operacionais padronizados (POP), incluindo o uso de EPI, descritos, atualizados e acessíveis;

  • Nunca varrer superfícies a seco, pois esse ato favorece a dispersão de microrganismos que são veiculados pelas partículas de pó. Se for necessário, deve ser utilizada a técnica de varredura úmida;
  • Limpar todas as superfícies de trabalho como mesas e balcões diariamente, bem como as superfícies potencialmente contaminadas, tais como cadeiras/ poltronas, corrimãos, maçanetas, apoios de braços, encostos, bandejas, interruptores de luz e ar, controles remotos, paredes adjacentes, portas e janelas, com produtos autorizados para este fim;
  • Não utilizar adornos (anéis, pulseiras, relógios, colares, piercing, brincos) durante a realização dos procedimentos de limpeza;
  • Manter os cabelos presos, barba feita ou aparada e protegida, unhas limpas e aparadas; Os calçados devem ser fechados e impermeáveis; Lembrar que o uso de luvas não substitui a higiene adequada das mãos com água e sabão; O uso de álcool gel 70% é pertinente após higiene adequada das mãos;
  • Friccionar as superfícies com pano embebido com água e detergente neutro ou enzimático, entre outros de igual ou superior eficiência; Após o procedimento de limpeza e desinfecção, nunca tocar desnecessariamente superfícies, equipamentos, utensílios ou materiais (tais como telefones, maçanetas, portas) enquanto estiver com luvas, para evitar a transferência de microrganismos para outros ambientes e pessoas;
  • Utilizar produtos saneantes devidamente regularizados na Anvisa;
  • Utilizar produto de limpeza ou desinfecção compatível com material do equipamento\superfície;
  • Lixeiras: Aplicar um desinfetante de uso geral, deixar agir por 30 minutos e depois enxaguar;
  • Panos de limpeza: a lavagem com sabão em pó e enxague é suficiente para eliminar o vírus dos tecidos, mas a água utilizada em baldes destinada a esse fim deve ser trocada com frequência.

HIGIENIZAÇÃO DE ACERVOS

Segundo Spinelli [4], a higienização refere-se à conservação preventiva dos acervos e “descreve a ação de eliminação das sujidades generalizadas que se encontram sobre os livros e os documentos e a eliminação de seus agentes agressores, […] objetivando, entre outros fatores, a permanência estética e estrutural dos documentos, atuando também como elemento de prevenção à saúde das pessoas envolvidas com estes acervos.” [4]

A higienização deve ser realizada por profissionais especializados, […] “que  devem passar por um treinamento específico quanto aos cuidados ao manusear os documentos, principalmente os mais frágeis que precisam de maiores cuidados e atenção, para que não ocorram riscos de novos danos, como também ter conhecimentos razoáveis para a identificação dos agentes nocivos, o que irá agilizar e facilitar a limpeza.” [4]

DESINFECÇÃO – Orientar os colaboradores a:

  • Utilizar produtos de limpeza compatíveis com as superfícies de trabalho, pisos e equipamentos, de modo a higienizá-los sem danificá-los; na falta de produtos específicos, utilizar solução de limpeza sendo uma(1) parte de água sanitária para nove (9) partes de água.

== REFERÊNCIAS ==

[1] VALADARES, Marcelo. Quanto tempo o coronavírus sobrevive nas superfícies? Estudo aponta que plástico e aço ampliam a sobrevida. G1 Notícias. Bem estar.  19 março 2020. Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/03/19/quanto-tempo-o-coronavirus-sobrevive-nas-superficies-estudo-aponta-que-plastico-e-aco-ampliam-a-sobrevida.ghtml Acesso em: 19 mar. 2020.

[2] VAN DOREMALEN, N. et al. Aerosol and Surface Stability of SARS-CoV-2 as Compared with SARS-CoV-1. The New England Journal of Medicine, Correspondence March 17, 2020. DOI: https://www.nejm.org/doi/10.1056/NEJMc2004973 Disponível em: https://www.nejm.org/doi/pdf/10.1056/NEJMc2004973?articleTools=true

[3] ANVISA. PROCEDIMENTO: LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE AMBIENTES, EQUIPAMENTOS, UTENSÍLIOS POTENCIALMENTE CONTAMINADOS, GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS E EFLUENTES SANITÁRIOS. Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/documents/219201/5777769/PROCEDIMENTO+01+-+PLD-Residuo-Efluentes-/54d4b6eb-36a9-45d9-ba8b-49c648a5f375 Acesso em: 17 março 2020.

[4] SPINELLI, J. Recomendações para a higienização de acervos bibliográficos & documentais. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 2010. Disponível em: https://www.bn.gov.br/sites/default/files/documentos/producao/recomendacao/recomendacoes-higienizacao-acervos-bibliograficos//recomendacoes_higienizacao_jaime.pdf Acesso em: 20 março 2020.

Fonte: AGUIA USP

Bibliotecas e Home Office

Muitas bibliotecas no Brasil [e fora do país] neste momento estão trabalhando no esquema de “home office”. Sabemos que mesmo com toda essa situação, importante centrarmos, termos inteligência emocional, seguir tocando as atividades e serviços da biblioteca, mesmo de forma virtual.
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💻 POR ISSO a Somente Biblio vem dar um incentivo e uma forcinha para você Bibliotecária, Bibliotecário e equipe da Biblioteca! Quais ações que podem ser realizadas neste período de home office.  Destacamos dicas práticas e fácies de serem aplicadas.
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Vale a pena conferir e compartilhar com os colegas de profissão.
Gostou dessas? Em breve postaremos mais dicas!

Fonte: Somente Biblio

Biblioteca Sinhá Junqueira em Ribeirão Preto

Texto por Rachel Lione

Recentemente foi reformada e reinaugurada a Biblioteca Altino Arantes, que passou a se chamar Biblioteca Sinhá Junqueira, a biblioteca de acesso público mais conhecida da cidade de Ribeirão Preto. Ela tem acesso público e gratuito, mas é mantida com verbas de uma fundação com nome da família à qual pertenceu a casa. 

Antes da reforma, a área da biblioteca estava contida no casarão, que abrigava o acervo e algumas salas de leitura. Com a reforma, no espaço do casarão foram feitas várias salas de leitura, com cadeiras e poltronas confortáveis, e na área externa em que havia um imenso jardim, foi construído um anexo, o qual agora abriga o acervo, uma cafeteria, um auditório e uma parte para biblioteca infanto juvenil. Ainda no jardim, foram colocadas várias cadeiras e bancos. 

Fiquei muito feliz em ter em minha cidade uma biblioteca pública, bem próxima ao maior símbolo da cidade que é o Theatro Pedro II, tão moderna, bonita e acolhedora. Sem dúvidas, o centro de Ribeirão Preto necessitava de um local como este, que oferece um acervo de livros de literatura, um espaço para descanso e estudo, com bebedouros e banheiros disponíveis. 

Ao que me parece o foco desta biblioteca é ser um espaço para convivência, e não o acervo propriamente em si, o que me parece muito adequado ao seu público-alvo e a localização em que ela se encontra. Sim, as bibliotecas não são todas iguais e cada uma tem um objetivo e um público-alvo. Por isso eu adoro visitar bibliotecas e basta um olhar de uma bibliotecária, ou de um visitante atento, para notar quem é o público-alvo e o objetivo de uma biblioteca.

Dessa forma, eu escolhi falar sobre esse novo conceito de um espaço tão tradicional da cidade para homenagear meus colegas de profissão, em comemoração ao Dia do Bibliotecário. Feliz dia para nós e que todos os anos tenhamos sempre muitos bons exemplos para nos orgulharmos!

Fonte: Linkedin

¿Cómo las bibliotecas pueden extender sus servicios durante las cuarentenas?

Hemos unido esfuerzos con nuestros amigos de @Infotecarios junto @ASCOLBI y actores claves para organizar el Foro Virtual #BibliotecasEnCasa. Descubriremos como enfrentan esta coyuntura los bibliotecarios en las instituciones, utilizando activamente las #bibliotecas, SMS, correo, telefonía, redes sociales y grupos de voluntarios para llevar nuevos y/o tradicionales servicios al hogar del ciudadano frente a la era de la conectividad.

Fonte: IFLA Latin America and Caribbean Section

Estudantes e professores podem acessar conteúdo acadêmico das bibliotecas pela internet

Serviços disponíveis na PUC-Campinas permitem acessar livros, revistas, teses e dissertações

Os estudantes da PUC-Campinas têm acesso a milhares de livros, dissertações, teses, relatórios, revistas e estudos de forma remota. O serviço, que facilita o acesso dos alunos e professores ao conhecimento em diversas áreas, se torna ainda mais útil neste período de interrupção das aulas presenciais.

São diversos os serviços virtuais disponíveis à comunidade acadêmica nas bibliotecas da Universidade. Todos os recursos podem ser acessados na página do SBI – https://www.puc-campinas.edu.br/biblioteca/

CONFIRA COMO ACESSÁ-LOS E O QUE ESTÁ DISPONÍVEL:

Portal de periódicos da CAPES

É uma biblioteca virtual de informação científica com 48.038 títulos de periódicos em texto completo, 130 bases de dados de referências e resumos.  Mais de 275 mil  documentos, entre anais, relatórios, livros, anuários, guias, manuais, entre outros. Com o login e a senha utilizados nos sistemas da PUC-Campinas, é possível acessar remotamente o conteúdo completo por meio do acesso remoto via CAFe.

Periódicos de acesso aberto

Os materiais de acesso aberto são de alta relevância científica e possuem conteúdo confiável para pesquisa. Nesta página estão listados os principais periódicos de acesso aberto avaliados pelo sistema Qualis, mantido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). A lista foi organizada de acordo com cada Centro da Universidade para facilitar a pesquisa dos cursos de graduação e pós-graduação da PUC-Campinas.

Biblioteca digital de teses e dissertações da PUC-Campinas

Target GEDWeb:

Sistema de Gestão de Normas e Documentos Regulatórios – Acesso remoto por meio de login no sistema Pergamum ou pelo link da página de recursos on-line do SBI.

Revista dos Tribunais

RT Online é uma base de dados de pesquisa jurídica da Editora Revista dos Tribunais/Thomson Reuters que reúne: doutrina, jurisprudência, legislação, súmulas, notícias e outros conteúdos da área de Direito. Acesso com o login e a senha utilizados nos sistemas da PUC-Campinas.

Revistas científicas editadas pelo Núcleo de Editoração da PUC-Campinas

Cadernos de Fé e Cultura, Estudos de Psicologia, Oculum Ensaios, Pós-Limiar, Reflexão, Revista de Ciências Médicas, Revista de Educação PUC-Campinas, Revista de Nutrição e Transinformação.

Serviços que podem ser solicitados on-line:

Solicitação de ficha catalográfica para trabalhos de conclusão de curso de Graduação e Pós-Graduação.

Via Catálogo Lvmen com login e senha.

Dúvidas e orientações:

Biblioteca Dom Airton José dos Santos – Campus I Unidade I:

Telefone: 3343-7098

E-mail: sbi.referencia1@puc-campinas.edu.br

Biblioteca Campus I Unidade 2 (CCHSA):

Telefone: 3343-7049

E-mail: sbi.referencia1unid2@puc-campinas.edu.br

Biblioteca do Campus II

Telefone: 3343-6860

E-mail: sbi.referencia2@puc-campinas.edu.br

Fonte: PUC-Campinas

7 plataformas de leitura online disponibilizadas pelo Mackenzie

Texto por Patrícia Leite

Se você é mackenzista e gosta de ler pelo celular, tablet ou até mesmo pelo computador, vai gostar dessa notícia: a biblioteca virtual da Universidade Presbiteriana Mackenzie possui um catálogo online composto por cinco plataformas de leitura. 

Conteúdos técnicos, documentos oficiais, produções científicas, além de livros de diversas áreas do conhecimento são alguns dos conteúdos oferecidos pelas plataformas, que podem ser acessadas a qualquer momento por alunos regularmente matriculados na instituição.

Para acessá-los, é necessário entrar com o usuário e senha do portal do aluno da instituição, o Terminal Informativo Acadêmico (TIA). 

Saiba mais sobre as 7 plataformas de leitura online disponibilizadas pela biblioteca virtual do Mackenzie:

A sistema gerencia acervos de documentos regulatórios, assim como normas e informações técnicas. É possível encontrar conteúdos como normas brasileiras, internacionais, resoluções da Agência Nacional de Energia Elétrica, além de diários oficiais e procedimentos do Ministério da Saúde.

A plataforma armazena, preserva e divulga a produção científica e intelectual, assim como documentos históricos, de interesse da universidade.

O conteúdo é distribuído nas páginas de cada centro acadêmico, com as suas respectivas produções.

O site Minha Biblioteca possui um acervo de livros nos formatos e-book nas áreas de DireitoFilosofiaHistóriaMedicinaEngenhariaAdministraçãoPsicologia e em outras 47 áreas do conhecimento. 

Além dos livros gratuitos, a plataforma também oferece um serviço de assinatura ou, ainda, da compra de livros ou capítulos de livros em sua loja virtual. 

A Minha Biblioteca possui recursos como leitura online, exibição noturna, realces, notas, busca de termos no livro e marcador de página.

A Biblioteca Virtual é bem semelhante a plataforma Minha Biblioteca, com livros disponibilizados no formato e-book. Possui um acervo com mais de oito mil livros em 26 áreas do conhecimento.

Para a leitura, é possível controlar o tamanho da fonte, espaçamento entre linhas, a iluminação, compartilhar citações e avaliar leituras. Também há marcadores, notas e modo noturno. 

A plataforma Fórum oferece periódicos com conteúdos voltados para o setor jurídico.

O site JSTOR é um sistema online norte-americano que reúne mais de 45 periódicos nas áreas de economia e finanças.

A Emerald Publishing reúne mais de  300 periódicos internacionais com conteúdos relacionados à educação, negócios, assistência médica e engenharias.

Fonte: Quero Bolsa

Madrid abre el acceso a libros, revistas, películas y series a través de su biblioteca online

Texto por Yaiza Portillo

Para amenizar el tiempo libre extra que tenemos, las bibliotecas municipales habilitan el servicio eBiblio Madrid para todos los ciudadanos. Quedan a tu disposición miles de libros electrónicos, periódicos, prensa, revistas y contenido multimedia, películas y documentales de forma gratuita. No necesitas tener el carnet de la biblioteca, todos los usuarios interesados pueden acceder al contenido de la plataforma.

Las bibliotecas de Madrid ponen su servicio de contenido en la red disponible y gratuito para todos los ciudadanos, según han anunciado esta misma mañana en un comunicado. No será necesario disponer de un carné de bibliotecas públicas de la Comunidad de Madrid para acceder al catálogo de libros, prensa y contenido audiovisual. Para ello han facilitado un usuario provisional hasta que las bibliotecas vuelvan a abrir.

En este enlace puedes consultar todo el catálogo del Área de Cultura, Turismo y Deporte, que ofrece eBiblio. Debido a la situación actual, no solo puedes disfrutar de libros y películas, el Museo del Prado de Madrid explica un cuadro cada día para evadirnos y acercarnos el mundo del arte. Las bibliotecas de todo el mundo también están disponibles gratis en internet. Leer nunca había sido tan sencillo.

Todos los usuarios podrán acceder de manera provisional mientras esté vigente el estado de alarma. No tendrá coste alguno para los usuarios. También se ha pospuesto la entrega de solicitud de alta física hasta que reabran las bibliotecas.

Fonte: Computer Hoy

Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas orienta profissionais sobre coronavírus

Dentre as orientações está a suspensão para os próximos 30 dias do acesso do público externo a bibliotecas, auditórios e outros espaços de uso coletivos

O Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNPB), órgão do Ministério da Cidadania, publicou nesta quarta-feira (18) orientações aos coordenadores dos sistemas estaduais e distrital de bibliotecas públicas. Dentre as orientações está a suspensão para os próximos 30 dias do acesso do público externo a bibliotecas, auditórios e outros espaços de uso coletivos.

Respeitado a autonomia dos entes da Federação, esta Coordenação-Geral compartilha essas orientações no sentido de preservação da saúde pública e do bem-estar da população, bem como dos cuidados com todos os profissionais que trabalham nesses equipamentos”, diz o ofício da coordenação-geral do SNBP.

Tomando por base estudo publicado no periódico científico New England Journal of Medicine sobre sobrevivência do coronavírus em superfícies, o SNBP compartilhou as orientações prestadas pelo Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas do Estado da Bahia, conforme se segue:

Separar uma estante para recebimento do material devolvido;

  1. Receber o livro sempre com luvas;

  2. Acomodar o material recebido na estante separada para esse fim.

  3. Não colocar livro recebido no acervo nos próximos 5 dias, como também não o liberar para empréstimo;

  4. Higienizar as mãos com água, sabão e álcool gel;

  5. Após o período de 6 dias, usando Equipamentos de Proteção Individual, higienizar capa com álcool e papel toalha, descartando o papel toalha em seguida;

  6. Higienizar novamente as mãos seguindo protocolo.

A Coordenação-Geral do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas reitera que essas informações podem ser utilizadas como sugestão para recomendações de conduta para todos os envolvidos na gestão de bibliotecas públicas estaduais e municipais, sempre em observância aos normativos locais, e coloca-se à disposição para eventuais esclarecimentos”, ressalta o ofício assinado pela coordenadora-geral do SNBP, Ana Maria da Costa Souza.

Clique aqui e confira a íntegra do documento

Biblioo Cultural Informacional

Biblioteca temática da Fiocruz reúne mais de 1 mil publicações científicas sobre o novo coronavírus

Por Flávia Lobato (Campus Virtual Fiocruz)

Conectar pessoas e apoiar decisões no momento de crise na saúde pública.  Para isso – entre outras iniciativas – a Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação da Fundação Oswaldo Cruz (VPEIC/Fiocruz) criou uma biblioteca temática sobre o novo coronavírus (Covid-19) na plataforma Zotero. Assim, estão disponíveis mais de mil publicações científicas e orientações para autoridades sanitárias, profissionais de saúde e a população geral.

A bibliotecária Fátima Martins é a responsável por este trabalho na Coordenação de Informação e Comunicação (Cinco – VPEIC/Fiocruz). Ela explica que o principal objetivo é oferecer uma base técnico-científica, contribuindo para que medidas sejam adotadas para reduzir os impactos da pandemia de coronavírus. “A plataforma reúne uma variedade de publicações: artigos, teses, dissertações, pesquisas, protocolos, diretrizes, guidelines, relatórios, cartilhas, podcasts, entre outras. A curadoria inclui, também, sites, redes de pesquisa e plataformas de compartilhamento associados à produção técnico-científica nacional e internacional, de forma sistematizada”.

Por se tratar de um software livre que utiliza código aberto, Zotero facilita a gestão de dados bibliográficos e materiais relacionados à pesquisa (como PDFs).

Saiba como acessar a biblioteca Novo Coronavírus Covid-19 | Fiocruz

Para ter acesso aos documentos e links disponíveis na biblioteca temática, basta seguir dois passos. É bem rápido e fácil:

1. Abra uma conta no site www.zotero.org, cadastrando seu login e uma senha.
2. Peça um convite para participar do grupo Novo Coronavírus Covid-19 | Fiocruz: https://www.zotero.org/groups/2442236/novo_coronavrus_covid-19__fiocruz

Seja membro desta comunidade: participe e visite a biblioteca para se manter sempre bem informado e atualizado. E, se precisar de apoio, acesse os tutoriais anexos abaixo.

Tutorial para entrar no grupo da biblioteca temática.pdf

Tutorial para uso da biblioteca temática sobre o Coronavírus no Zotero.pdf

Fonte: Fiocruz Campos Virtual

Los rusos cren que la profesión de bibliotecario desaparecerá y deberemos reciclarlos en técnicos de impresión 3D

Según información aparecida esta semana a través de una encuesta del portal de empleo Trudvsem.ru., la mayoría de los rusos consideran que de aquí a 10 años hay algunas profesiones que van a desaparecer por falta de viabilidad de futuro. Concretamente la profesión de bibliotecario fue la más votada por un total de 61,5% de los encuestados, en segundo lugar el oficio llamado a desaparecer será el de cartero con un 19,1%.

Además el 65,8% estiman que muchas profesiones van a desaparecer y un 47,1% que estos profesionales se deberían reciclar a otras tareas como técnicos de impresión 3D.

Así, en cuanto a las profesiones que traerá el futuro cercano, los rusos están apostando por las de técnico de impresión 3D (29.7%), técnico de robótica médica y consejero genético (14%).

La encuesta se realizó en línea del7 de febrero al 2 de marzo entre más de 2.600 personas .

También decir que no es la primera vez que una encuesta considera que la profesión de bibliotecario será  la primera en desaparecer en la era digital. Hace un año también US Today, publicó una noticia en este mismo sentido. Incluso importantes influencers de la economía y del periodismo como Greta van Suteren de Fox News y Tim Worstall de Forbes en alguna ocasión se han pronunciado en este mismo sentido.

Lo cierto es que generalmente la gente tiene un concepto muy poco informado de lo que es, y de lo que hace un bibliotecario. En la actualidad la biblioteca están cambiando y están diversificando sus ofertas, re imaginando sus espacios y están siendo ágiles, creativos respondiendo a las necesidades de sus comunidades ofertando servicios relacionados con el aprendizaje y la alfabetización; y curiosamente, la mayoría de las bibliotecas que han hecho este cambio reciben más visitas que cuando su éxito se basaba exclusivamente en los formatos impresos. Por otra parte la encuesta tampoco aporta nada nuevo, ya que muchas bibliotecas ya han incorporado impresoras 3D en sus espacios de creación o Makerspaces qué ponen a disposición de la comunidad de forma gratuita, siendo el bibliotecario el orientador en la formación de uso de esta tecnología y un asesor de confianza de sus usuarios. Por lo tanto casi podríamos decir que los profesionales de las bibliotecas nos hemos adelantado al futuro. La biblioteca a muerto, viva el bibliotecario!!

Fonte: Universo Abierto