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Bibliotecas Públicas

Livros de ativistas pró-democracia desaparecem de bibliotecas em Hong Kong

Títulos são retirados do catálogo de bibliotecas públicas após entrada em vigor de nova lei de segurança imposta pela China. “Hong Kong vive, agora, numa sociedade orwelliana do século 21”, denuncia ativista.

O ativista Joshua Wong apontou que dois de seus livros foram retirados do catálogo das bibliotecas do território

Livros de autoria de ativistas pró-democracia de Hong Kong têm sido retirados do catálogo das bibliotecas públicas do território, mostram sistemas de consultas online, dias após a entrada em vigor de uma rígida lei de segurança nacional imposta pelo governo chinês.

Entre os livros que foram retirados estão títulos escritos por Joshua Wong, um dos ativistas pró-democracia mais conhecidos da cidade, e Tanya Chan, uma parlamentar filiado ao Partido Cívico, uma legenda liberal e pró-democrática. Ambos ganharam proeminência em 2014 durante a Revolução dos Guarda-chuvas, como ficou conhecida a série de protestos para pedir eleições livres no território.

De acordo com o jornal South China Morning Post, pelo menos nove títulos sumiram das bibliotecas. Entre eles estão títulos do acadêmico Chin Wan, considerado o ideólogo do movimento para a autonomia de Hong Kong.

Joshua Wong foi o primeiro ativista a chamar a atenção para a remoção dos seus livros neste domingo (05/07). “Menos de uma semana após a implementação da Lei de Segurança Nacional, as bibliotecas públicas de Hong Kong começaram a colocar os livros em revisão e a suspender os empréstimos, incluindo dois dos meus livros, publicados em 2013 e 2015”, escreveu Wong no Twitter, ilustrando a mensagem com a foto da pesquisa no site rede de bibliotecas do território. “Hong Kong vive, agora, numa sociedade orwelliana do século 21”, completou.

O Departamento de Lazer e Serviços Culturais de Hong Kong, responsável pela gestão da rede de bibliotecas públicas, confirmou a retirada dos títulos do catálogo enquanto durar uma análise para apurar se as obras violam ou não a nova lei de segurança nacional. “Durante o processo de análise, os livros não estarão disponíveis para empréstimo”, disse o departamento.

Promulgada na última terça-feira pelo presidente chinês, Xi Jinping, após ser adotada pelo Comitê Permanente da Assembleia Popular Nacional, a nova lei prevê punições severas para quatro tipos de condutas consideradas contra a segurança do Estado: atividades subversivas, secessão, terrorismo e conluio com forças estrangeiras que ponham em risco a segurança nacional.

Hong Kong foi devolvida pelo Reino Unido à China em 1997 sob um acordo que garantia ao território 50 anos de autonomia e liberdades que não são aplicadas no resto da China, sob um mecanismo de “um país, dois sistemas”. Mas a nova lei vem sendo encarada por críticos como um evento que efetivamente marca o fim das garantias especiais ao território.

Até o momento, dez pessoas foram presas por acusações no âmbito da nova lei, que inclui sentenças de prisão perpétua e permite que suspeitos sejam julgados na China continental em alguns casos.

A legislação foi amplamente condenada por países como EUA e Reino Unido, além de grupos e ativistas de direitos humanos. O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse: “[A China] prometeu 50 anos de liberdade ao povo de Hong Kong e deu apenas 23.”

Já ONG Anistia Internacional afirmou em comunicado que a lei representa uma grande “ameaça” aos direitos humanos em Hong Kong e que “a partir de agora a China terá o poder de impor as suas leis contra qualquer um que considerar suspeito de cometer um crime”.

“A velocidade e o sigilo com os quais a China adotou essa legislação aumentam o medo de que Pequim tenha criado uma arma de repressão para usar contra críticos do governo, incluindo pessoas que apenas expressam as opiniões de maneira pacífica”, disse o chefe da organização para a China, Joshua Rosenzweig.

Entre 2015 e 2016, a China já havia sido acusada de tentar suprimir a divulgação de livros de ativistas pró-democracia no caso conhecido como os Desaparecimentos da Causeway Bay Books, quando cinco livreiros de uma livraria conhecida por vender títulos críticos aos líderes de Pequim foram detidos por vários meses na China continental.

Fonte: Deutsche Welle

Bibliotecas públicas abrem inscrições para Clubes de Leitura online

A Biblioteca de São Paulo e a Biblioteca Parque Villa-Lobos abrem inscrições para Clubes de Leitura online em julho.

Os livros “A Obscena Senhora D” e “Marrom e Amarelo” estarão no centro do debate dos Clubes de Leitura Online da Biblioteca de São Paulo (BSP) e da Biblioteca Parque Villa-Lobos (BVL), respectivamente, nos dias 24 e 31 de julho. Para participar das atividades, realizadas em parceria com a editora Companhia das Letras, é necessário fazer inscrição (vagas limitadas).

A BSP e a BVL são instituições da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, geridas pela Organização Social SP Leituras, eleita, pelo segundo ano consecutivo, uma das 100 Melhores ONGs do Brasil.

Em “A Obscena Senhora D”, de Hilda Hilst, a protagonista, uma mulher de 60 anos, fica viúva e se refugia no vão da escada da casa que dividia com o marido. Sozinha e em luto, ela refaz a trajetória de sua vida e se questiona sobre sua própria existência. Já em “Marrom e Amarelo”, de Paulo Scott, o mais velho de dois irmãos negros, Federico, é chamado em Brasília para discutir cotas raciais nas universidades. Em meio aos debates, ele se recorda da infância e da adolescência, em Porto Alegre, ao lado do irmão Lourenço, e dos episódios de discriminação que ambos sofreram.

Em ambos os casos, a editora parceira do programa dará gratuitamente aos primeiros inscritos em cada um dos eventos uma cópia eletrônica dos livros. Os encontros serão realizados por meio da plataforma Zoom, através de link que será enviado aos participantes por e-mail.

Os Clubes de Leitura Online fazem parte da programação das bibliotecas e vão de encontro ao conceito #CulturaemCasa, da Secretaria, que visa estimular o distanciamento social por meio da ampliação do acesso e da oferta de conteúdos virtuais dos equipamentos. A BSP (http://www.bsp.org.br/) e a BVL (http://www.bvl.org.br/) continuam com atividades presenciais suspensas. Para mais informações, visite os sites das bibliotecas.

BSP – Clube de Leitura Online em parceria com a Companhia das Letras

“A Obscena Senhora D”, de Hilda Hilst. Dia 24 de julho, das 15h às 17h. Vagas limitadas. Inscrições abertas pelo link: www.bsp.org.br/inscricao. Ao se inscrever, os primeiros participantes recebem um link da editora para baixar o título gratuitamente

BVL – Clube de Leitura Online em parceria com a Companhia das Letras

“Marrom e Amarelo”, de Paulo Scott. Dia 31 de julho, das 15h às 17h. Vagas limitadas. Inscrições a partir das 10h do dia 10 de julho pelo link: www.bvl.org.br/inscricao. Ao se inscrever, os primeiros participantes recebem um link da editora para baixar o título gratuitamente.

Fonte: Resenhando

Biblioteca Municipal de Lençóis Paulista possui mais de 1500 arquivos no acervo digital

Texto por Pamela Neri

O distanciamento social necessário durante a pandemia da COVID- 19 nos afastou das pessoas e também, de alguns bons hábitos. Com museus e bibliotecas fechados, o acesso à cultura e leitura se tornou inviável para parte da população.

Conhecida nacionalmente como a Cidade dos Livros, Lençóis Paulista tem mais livros do que habitantes e a Biblioteca Municipal Orígenes Lessa é referência em todo o estado com um acervo riquíssimo.

Biblioteca Municipal Orígenes Lessa – Foto: Prefeitura Municipal

O que muitos não sabem, porém, é que, apesar de fechada, nossa biblioteca tem parte do seu acervo disponível digitalmente.

As obras disponibilizadas em PDF são de uma amplitude imensa! É possível encontrar livros do ano 1585. Além de séculos de história contida nesses livros, a plataforma também disponibiliza jornais, revistas e até documentos históricos da cidade.

Os arquivos são fotografias do livro original físico, o que garante uma experiência que vai além do texto pois, as obras antigas tem um visual super diferente das atuais, sem contar as cores do papel já escurecido pelo tempo e até algumas marquinhas de uso.

Os arquivos estão disponíveis para download no site da biblioteca e a Secretaria de Cultura disponibilizou um vídeo de como acessar o acervo digital. Não deixe de conferir!

Fonte: Solutudo

Com lives, Biblioteca convida para o Torneio de Literatura Fantástica

Promovido pela Biblioteca Municipal Prof. Nelson Foot desde 2018, sempre no período de férias, o Torneio de Literatura Fantástica já começou, este ano, em ambiente virtual. Todos os sábados haverá uma live (transmissão ao vivo) pelo Instagram, para que os fãs de Harry Potter possam matar as saudades e trocar ideias com convidados e especialistas na saga da autora britânica J. K. Rowling.

Segundo a diretora do Departamento de Fomento à Leitura da Unidade de Gestão de Educação (UGE), Camila Rosalem, a atividade já é consagrada no calendário da biblioteca e, neste mês de julho, chegaria à sua sexta edição. A necessidade de distanciamento social, porém, fez com que um novo formato fosse idealizado, diferente das edições anteriores. “Em parceria com o historiador Victor Menezes, doutorando em gerontologia pela Unicamp, que apoia voluntariamente as ações na biblioteca no campo da literatura fantástica, sugerimos aos fãs a partir de 14 anos que acompanhem as lives que ele realizará todos os sábados de julho pelo seu perfil do Instagram, sempre com um convidado, assim como ele, especialista em Harry Potter”, explica.

Torneio de Literatura Fantástica na biblioteca: este mês, a sexta edição será on-line. Fotos: Fotógrafos PMJ

A primeira live foi realizada no último sábado (4), tendo como convidado Thiego Novais, do Canal Observatório Potter, com um bate-papo sobre as obras e uma análise em diferentes aspectos das personagens trazidos pela literatura. Para participar, não é necessária inscrição prévia; basta acessar o perfil do instagram @paraalemdehogwarts.

As próximas lives serão realizadas no dia 11, com Isabella Otto, sob o tema “Feminismos e Harry Potter”; no dia 18, é a vez de “Harry Potter e a Terceira Idade”, com Heloísa Barros e Olívia Mendonça, do Programa UniversIDADE”; dia 19, “Harry Potter e os fãs”, com Vanessa Martins, mestranda em Comunicação; dia 25, Héctor Cury, professor da Universidade Federal do Rio Grande, traz o tema “Harry Potter no ensino de Direito”; e finalizando o mês, no dia 26, a doutora em arqueologia Gabriella Rodrigues aborda “Harry Potter e o Turismo”. Todas as lives têm início às 16h.

Para a diretora Camila Rosalem, Harry Potter encanta gerações com suas histórias fantásticas. “E nada melhor que ele para atrair os jovens para os livros e as viagens de conhecimento proporcionadas pela leitura”, argumenta. O Torneio de Literatura Fantástica, nesta edição, tem ao apoio da Editora Rocco, responsável pela publicação das obras de Harry Poter no Brasil.

Fonte: Prefeitura de Jundiaí

Biblioteca municipal de Itapetininga oferece acervo literário em formato online

Leitores serão cadastrados por idade e receberão um login que permitirá acesso de qualquer lugar.

Texto por G1 Itapetininga e Região

Biblioteca Municipal de Itapetininga — Foto: Reprodução/Street View

Usuários da biblioteca Dr. Júlio Prestes de Albuquerque, em Itapetininga (SP), poderão agora acessar o acervo literário em formato online por meio de um login que será disponibilizado pelo espaço, permitindo leituras em computadores ou tablets.

De acordo com a prefeitura, esta plataforma conta com um acervo de mais de 30 mil livros infantis, infanto-juvenis e adultos de diversos gêneros e em vários idiomas, além de jornais e revistas do mundo todo. Os leitores serão cadastrados por idade e receberão um login que permitirá acesso de qualquer lugar.

A plataforma conta ainda com um aplicativo de celular, compatível com todos os sistemas operacionais, que permite ao usuário baixar os livros e ler sem internet. O software da plataforma não permite cópias e download, cumprindo a legislação de direitos autorais.

Para ter acesso à plataforma é necessário entrar em contato com a biblioteca através do número (15) 3272- 3265, das 8h às 14h, além de informar o nome completo e idade. O contato pode ser feito também pelo email bibliotecaitape@hotmail.com, com o assunto ‘cadastro biblioteca digital’.

Os interessados receberão um login com o link e também algumas instruções sobre a plataforma. Serão cerca de 300 logins volantes liberados pelo período de 15 dias para cada pessoa. Após a liberação do login, o leitor deverá entrar no site da plataforma e escolher livremente entre as obras de acordo com a faixa etária.

Com um sistema simples, as buscas podem ser feitas por autor, gênero ou assunto e é possível ler até três livros por vez. Conforme a disponibilidade de logins, será possível renovar o empréstimo virtual.

Fonte: G1 Itapetininga e Região

Férias escolares em SP: Biblioteca de São Paulo oferece oficina de quadrinhos, curso para produção de videoclipes e contação de histórias

Em julho, a programação da Biblioteca de São Paulo traz uma boa dose de cultura pop. Tem oficina de quadrinhos e um curso para produção de videoclipes de baixo orçamento, além dos programas permanentes, como o Segundas Intenções e o Clube de Leitura. Importante lembrar que a biblioteca está com atividades presenciais suspensas e o prazo de devolução dos livros foi automaticamente renovado até que elas voltem a acontecer.

Programas permanentes como o Lê no Ninho, Hora do Conto, Pintando o 7 e o Leitura ao Pé do Ouvido ganharam novo formato, com dicas nos sites, envio de peças informativas por e-mail e até vídeos em nossas redes sociais. Veja nas páginas da biblioteca no Facebook (@BSPbiblioteca) e no Instagram (@bspbiblioteca).

Lourenço Mutarelli ministra a oficina online “Histórias em Quadrinhos”, que aprofunda o olhar dos participantes sobre esta arte, para que possam entender sua complexidade e construção. As aulas acontecem em julho entre os dias 20 e 24, das 19 às 21h, e são indicadas para maiores de 16 anos. As vagas são limitadas e preenchidas por ordem de inscrição.

No curso online “Produção de Videoclipe de Baixo Orçamento”, Diana Boccara e Leo Longo contam em uma única aula como realizaram mais de 100 videoclipes ao redor do mundo e dividem com os alunos seu processo de criação e produção. O encontro ocorre no dia 30, das 15h às 17h, e é indicado para maiores de 15 anos. Confira a disponibilidade de vagas.

As atividades gratuitas online têm inscrições pelo link www.bsp.org.br/inscricao (vagas limitadas). Com a necessidade de estimular o distanciamento social e outras medidas de proteção contra o contágio pelo do novo coronavírus, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa criou o #Culturaemcasa, que amplia a oferta de conteúdos virtuais dos equipamentos culturais.

Outros programas do mês de julho:

Segundas Intenções – Bate-papo com o escritor Bernardo Ajzenberg. Mediação de Manuel da Costa Pinto. Dia 13 de julho, das 19h às 20h. Transmissão ao vivo na página da BSP no Facebook (@BSPbiblioteca). Não é necessário fazer inscrição.

Clube de Leitura Online – Dia 24 de julho, das 15h às 17h, por meio da plataforma Zoom. O livro escolhido é “A obscena Senhora D”, de Hilda Hilst. Vagas limitadas, preenchidas por ordem de inscrição. Inscrições abertas no dia 6 de julho, a partir das 10h, pelo linkwww.bsp.org.br/inscricao. Os primeiros participantes confirmados receberão link para baixar o livro. Parceria com Companhia das Letras.

Saiba mais no site da BSP: http://www.bsp.org.br.

Fonte: São Paulo para Crianças

Biblioteca Municipal de Itaquá tem livros disponíveis para empréstimo diferenciado nesta quarentena

Texto por Itaquá

Você sabia que grandes obras literárias surgiram em tempos de quarentena? Exemplos disso são os grandes clássicos de William Shakespeare como Macbeth e Rei Liar. Que tal aproveitar o tempo livre em companhia de uma boa leitura?

Por questões de segurança é necessário realizar o agendamento por whatsapp (11)96818-6274 ou por e-mail biblioteca.municipalitaqua@gmail.com.

Através desses canais de comunicação você saberá  se o livro que deseja está disponível para empréstimo, evitando assim que sai de casa desnecessariamente.

É preciso levar documento de identidade e comprovante de endereço para fazer o cadastro e poder levar para casa os exemplares disponíveis. Assim como em outras repartições públicas é preciso utilizar máscaras e evitar levar crianças e idosos.

A Biblioteca está localizada na Avenida João Fernandes da Silva, 53, no bairro Vila Virgínia. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 4754-2111 / 96818-6274

Fonte: Prefeitura Municipal de Itaquaquecetuba

Variedades biblioteca de amparo lança projeto de entrega livros delivery

Os dez primeiros livros serão entregues na terça-feira,. dia 30 Foto: Divulgação

A Biblioteca Municipal “Carlos Ferreira”, em Amparo, lança na terça-feira (30) o projeto “Leitura em Casa”, que consiste na entrega de livros às pessoas cadastradas por meio do sistema delivery. O serviço fica disponível às terças-feiras e quintas-feiras, das 14h às 17h, e tem como objetivo estimular a leitura em tempos de isolamento social por conta do avanço do novo coronavírus.

De acordo com a bibliotecária Renata Pegoraro Soldateli, os interessados podem pedir os títulos e agendar a entrega por meio do telefone (19) 3807-2508 ou pela rede social Facebook, na página oficial da biblioteca encontrada no endereço www.facebook.com/biblioteca.carlosferreira.

Os pedidos serão atendidos por ordem de chegada. Um motorista devidamente identificado será o responsável pela entrega e por receber a devolução dos livros. O regulamento segue o mesmo do período pré-pandemia, com empréstimo válido por 10 dias e multa no valor R$ 1,50 a cada dia de atraso na devolução.

Cada pessoa pode solicitar no máximo uma unidade na categoria Literatura, até seis em obras infantis e dois das categorias infanto-juvenil, didáticos e paradidáticos. Todas as regras do projeto podem ser encontradas na página da biblioteca no Facebook.

Antes de chegar às mãos dos leitores, as obras são higienizadas e entregues com total segurança pelas equipes da biblioteca. O espaço conta com ao menos 25 mil títulos. O projeto “Leitura em Casa” é uma iniciativa da Secretaria de Cultura e Turismo.

‘Geladeiroteca’ é outra novidade

A Biblioteca Municipal “Carlos Ferreira” traz como novidade a “Geladeiroteca”, uma geladeira em desuso e sem motor com livros para a doação. O equipamento será instalado em frente do espaço literário, na Praça Monsenhor João Baptista Lisboa,141, na terça-feira (30), das 7h30 às 11h.

Segundo a bibliotecária Renata Pegoraro Soldateli, idealizadora da inciativa, quem passar pela calçada vai encontra uma mesa com álcool em gel para a devida higienização. “Mas fica a orientação para que as pessoas mantenham o devido distanciamento social no momento do manuseio os livros”, diz. Renata. Ela acrescenta que doações também são aceitas para o reabastecimento da “Geladeiroteca”.

Terça-feira é dia Geladeiroteca Foto: Divulgação

Fonte: ROTAS DAS ÁGUAS

Itapetininga conta com Biblioteca Digital e acervo de mais de 30 mil títulos

A Biblioteca Municipal “Dr. Júlio Prestes de Albuquerque”, no município de Itapetininga, foi uma das dezenove bibliotecas públicas de todo o país a ser contemplada com uma verba de R$ 100 mil para implantação de biblioteca digital. O edital foi lançado pelo Governo Federal em 2018 e no estado de São Paulo, além de Itapetininga, também foram contemplados os municípios de Itanhaém, São Carlos e São Caetano do Sul.

O espaço foi um dos escolhidos graças ao sucesso dos projetos literários para diversas idades e públicos, pela variedade de acervo e grande número de leitores cadastrados. E também por editais anteriores em que a Biblioteca já foi contemplada.

Com o recurso do Governo Federal e a contrapartida do município, a Biblioteca comprou dispositivos de leitura de livros digitais, conhecidos por e-readers, tablets, móveis para o novo espaço que será criado e a licença para acesso de uma plataforma de livros digitais.

Esta plataforma conta com um acervo de mais de 30 mil livros infantis, infantojuvenis e adultos de diversos gêneros e em vários idiomas, além de jornais e revistas do mundo todo. Os leitores serão cadastrados por idade e receberão um login que permitirá acesso de qualquer lugar por meio de computador ou tablet.

Outro destaque é que a plataforma conta com um aplicativo de celular, compatível com todos os sistemas operacionais, que permite ao usuário baixar os livros e ler off-line. Assim a leitura pode ser feita mesmo sem acesso à internet. O software da plataforma não permite cópias e download, cumprindo a legislação de direitos autorais.

Como ter acesso à plataforma?

Para ter acesso, basta ligar na Biblioteca Municipal, no telefone (15) 3272- 3265, das 8h às 14h e fornecer nome completo e idade ou então enviar um e-mail para bibliotecaitape@hotmail.com, com o assunto ‘cadastro biblioteca digital’. O interessado receberá um login com o link e algumas instruções sobre a plataforma.

Como funciona a plataforma

A Biblioteca oferecerá 300 logins volantes, que serão liberados por 15 dias para cada pessoa. Com o login liberado, o leitor deve entrar no site da plataforma e escolher livremente entre as obras de acordo com a faixa etária.

O sistema é bastante simples e permitirá a busca por autor, gênero ou assunto. É possível ler até três livros por vez e a plataforma permite que a leitura seja continuada de onde parou.  Assim, conforme a disponibilidade de logins, será possível renovar o empréstimo virtual.

Mesmo que um leitor esteja lendo um determinado livro, é possível que outras pessoas também possam ler, já que o acesso é virtual. Isso permite um alcance maior de obras a diferentes pessoas. A plataforma também permite a criação de clubes de leitura virtual e relatórios periódicos de acesso por obra e leitor.

Fonte: Prefeitura Municipal de Itapetininga

Biblioteca Municipal de Mogi das Cruzes volta a oferecer empréstimo de livros a partir desta segunda-feira

PARA TODOS O acervo da Biblioteca Municipal Benedicto Sérvulo de Santana reúne 35 mil títulos de vários segmentos e atendem às pesquisas estudantis como a comunidade em geral com sua farta e diversificada literatura. (Foto: divulgação)

A partir de segunda-feira, dia 29, a Biblioteca Municipal Benedicto Sérvulo de Santana volta a emprestar livros mediante agendamento. A reserva poderá ser feita pelos telefones 4798-6986 e 4798-6987, de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas, ou a qualquer momento pelo email biblioteca.cultura@pmmc.com.br. A retirada dos títulos será de segunda a sexta, das 11 às 15 horas, exclusivamente no piso térreo do Centro Cultural de Mogi das Cruzes, e com restrições de acesso e obrigatoriedade do uso de máscaras.

O atendimento presencial e acesso à biblioteca foram interrompidos em março devido às restrições adotadas para reduzir os riscos de contaminação pelo novo Coronavírus.

Esta retomada do serviço de empréstimo, com as devidas ações de prevenção, é possível por conta da reclassificação de Mogi das Cruzes e demais cidades do Alto Tietê da fase 1-vermelha para a fase 2-laranja no Plano São Paulo, que permite a flexibilização da quarentena com a reabertura de setores comerciais e de serviços.

“Nosso objetivo é facilitar o acesso a livros e conteúdos didáticos, principalmente para os estudantes que se preparam para o Exame Nacional do Ensino Médio”, explica o secretário municipal de Cultura e Turismo, Mateus Sartori. Antes da pandemia, os livros didáticos eram restritos a consultas na biblioteca. A mudança é para que os estudantes tenham a oportunidade de continuar a preparação para o Enem mesmo com a biblioteca ainda fechada.

“No processo de empréstimo dos livros, seguiremos todos os protocolos sanitários para atendimento, incluindo higienização de livros na entrega e uma espécie de ‘quarentena’ dos exemplares após a devolução, que ficarão separados do restante do acervo por quatro dias, sem uso ou novos empréstimos nesse período”, completa Sartori.

Acervo

A Biblioteca Municipal existe oficialmente desde 1948, sendo seu acervo variado para atender, principalmente, a pesquisas estudantis e empréstimo de livros de literatura a toda a população mogiana, disponibilizando prontamente todo tipo de conhecimento.

O acervo é composto por mais de 35 mil títulos dos mais diversos segmentos, dentre eles literatura brasileira, estrangeira, infantil, biografias, almanaques, dicionários, história e contos de Mogi das Cruzes. Possui ainda em seu acervo diversos títulos em Braille, sistema de leitura por meio do tato, direcionado a portadores de necessidades visuais.

Prefeitura

Também devido à flexibilização da quarentena, a Prefeitura de Mogi das Cruzes está agendando atendimentos presenciais aos munícipes. O atendimento é de segunda a sexta, das 11h às 15h, exclusivamente no piso térreo e também com restrições de acesso e obrigatoriedade do uso de máscaras.

O agendamento pode ser feito diretamente no site, pelo endereço http://agendamentopac.pmmc.com.br/ (sete dias por semana, 24 horas por dia) ou pelos telefones 94333-8153 e 99769-9505 (de segunda a sexta, das 8 às 17 horas)

Fonte: O Diário

“Los usuarios son el alma de la biblioteca”

Texto por Fran Cano

Alicia Arenas Villén (Alcalá, 1964) no intuyó de niña que iba a ser bibliotecaria. Le gustaban las letras, tenía carné para el préstamo de libros, pero jamás pensó que desarrollaría décadas de profesión entre volúmenes de toda clase. Dirige la Biblioteca Pública Municipal Carmen Juan Lovera de Alcalá desde 1996. La digitalización y la llegada de las nuevas tecnologías es, dice, un camino que sigue en marcha. Una obligación que la ha estimulado como profesional.

Acerca del coronavirus, Arenas alaba la respuesta que ha tenido el comercio local, el de los barrios. Ella apenas salió en el confinamiento, aunque en cuanto pudo regresó a trabajar desde la biblioteca. “Estamos deseando de que vuelvan los usuarios”, reconoce la semana en que regresaron las actividades culturales. La quietud del espacio en medio de una tarde noche de lunes impacta. Entra la luz todavía con fuerza. Alicia Arenas atiende a Lacontradejaén.

—¿Cómo llevó ser una bibliotecaria confinada?

—Fue sorprendente. No sabe una hasta qué punto puedes llegar a encajar lo que ocurre, y eso que habíamos leído y escuchado noticias acerca del coronavirus en China. Parecía lejano. Y de pronto nos llamaron a una reunión urgente en el Ayuntamiento de Alcalá. Creo que fue el 12 de marzo. Nos comunicaron que había que cerrar la biblioteca al público. Fue un mazazo. La verdad es que no pensé en el trabajo, sino en lo que se venía. Recuerdo que me fui a casa, por la tarde volví a la biblioteca y le comentamos a lo usuarios que estaría cerrada a partir del día siguiente, viernes 13. Nadie encajaba lo que ocurría. ¿De verdad nos estaba pasando? Pusimos el cartel y el viernes ya trabajamos a puerta cerrada.

Además se comunicaron las medidas de seguridad. Me organicé para trabajar internamente con el personal. Siempre hay mucho trabajo interno en la biblioteca. Yo soy personal de riesgo, y me comunicaron que no podía venir. Tenía que teletrabajar.

—¿Qué tal ha sido el regreso a la presencialidad?

—La vuelta la he llevado bien, porque ya habíamos encajado la situación. No he parado de trabajar. Es cierto que todo es raro. Los libros siguen aquí, pero el alma de la biblioteca son los usuarios. Es extraño venir y ver la biblioteca vacía. Lo único presencial son los préstamos y las devoluciones. Si alguien viene a preguntar por novedades, le mandamos la información por correo electrónico y se formaliza la reserva. El encargo del libro siempre es previo.

—¿Han cambiado las inquietudes de los usuarios desde el confinamiento hasta la nueva normalidad?

—No. Fue curioso lo que pasó con el libro La metamorfosis, de Kafka. De repente tuvo una gran demanda. Pero no han cambiado las inquietudes, sino la manera en que los usuarios se acercan porque ahora no pueden buscar entre las estanterías. Antes el usuario era independiente. Nosotros tenemos todo el catálogo informatizado, unos 28.000 registros, y todo se puede buscar por título, materia, editorial e incluso por fechas. Pero el usuario no está acostumbrado a esta modalidad. Lo normal es venir y conversar desde el mostrador, donde el diálogo lleva a los libros. Ahora la gente dice: “¿Cómo me llevo el libro sin verlo?”. Estamos abundando en el ámbito digital, con la creación de guías de lectura para mandarlas por correo y publicarlas en la cuenta de Twitter de la biblioteca.

—Esta semana han regresado las actividades culturales a la biblioteca. ¿Cómo lo ha vivido?

—Muy bien. Es cierto que también ha sido raro, porque cuando hay una actividad la biblioteca está abierta de par en par. Esta vez fue en el Patio de la Lonja del Arcipreste, con la valla medio abierta para controlar el acceso previa inscripción. Hemos hecho grupos familiares para que la gente de la misma familia pudiese estar junta. Se han respetado las medidas establecidas, desde el metro y medio de distancia hasta el uso de mascarillas.

“EL LIBRO ELECTRÓNICO HA TENIDO MÁS ALTAS QUE NUNCA”

—Ya estamos en nueva normalidad. ¿Tenía ganas?

—Sí, muchas. Yo me vine a trabajar a la biblioteca en cuanto pude, después de Semana Santa. Como estaba todo desinfectado, pude trabajar desde aquí. No había riesgo, porque estaba sola. Puse al día el fondo local y la verdad es que tenía ganas de volver. También me resultó extraño, porque impactaba ver las calles sin vecinos.

—¿Pudo teletrabajar?

—Sí, al principio me agobié, pero con el tiempo me di cuenta que podía hacer muchas cosas. La herramienta principal es el ordenador. Instalé la aplicación necesaria sin problemas y autoricé altas para que los usuarios pudiesen descargar el préstamo de libros electrónicos en la plataforma eBiblio. Me llevé también el teléfono físico y solventé dudas como las vinculadas al carné digital. El libro electrónico ha tenido mucho éxito. Con la pandemia se dieron más altas que nunca. Existía desde hace años, pero el asesoramiento ha ayudado a que sea más utilizado y normalizado. Mi inquietud también era el fondo local, que es la niña bonita de la biblioteca. Faltaban libros por catalogar. Todo fue más sencillo desde aquí, claro.

—¿Cómo ha visto a la ciudadanía de Alcalá durante el confinamiento y en la desescalada?

—He visto poco a mis vecinos. Soy personal de riesgo y no he salido más allá de lo estrictamente indispensable. He sido otra observadora desde el balcón y desde la ventana. Hemos observado más que nunca. Creo que el comercio local ha respondido muy bien, sobre todo a nivel de alimentación. La respuesta en mi barrio, donde hay mucho comercio pequeño, ha sido genial. Me han servido estupendamente. Se lo han currado mucho. El otro día hablaba con una empresaria familiar y me decía que estaban muy cansados. El comercio local está en alza.

—Precisamente ahora la consigna es apostar por lo local, tanto en el comercio como en el turismo. Al final quienes han puesto la cara en el día a día del coronavirus han sido los pequeños comerciantes.

—Exacto. Quienes nos conocen son nuestros ojos a la hora de comprar. Quizá perdemos la referencia de lo que ha pasado, pero lo hemos pasado mal. Con el regreso a la normalidad, me fijo en los bares y siento una contradicción: la alegría de volver a gente en calle y la preocupación de qué puede pasar con las aglomeraciones. Sí creo que estamos siendo en general coherentes y responsables.

“LA GENTE LEE AHORA MÁS, PERO NO SABEMOS QUÉ”

—¿Por qué estudio para ser bibliotecaria?

—Fue casualidad. No era vocacional. Entré en la segunda promoción de la carrera. He tenido carné de biblioteca de Alcalá desde que tenía nueve años. Recuerdo que estaba en un grupo de teatro y en el edificio de los juzgados, donde antes estaba la biblioteca, teníamos un punto de encuentro. Con los años conocí a Paco Toro, que era de la primera promoción, y me habló maravillas de la carrera. Me decía que tenía futuro. Al final me decanté por la diplomatura de Biblioteconomía y Documentación. También me gustaba Turismo. Finalmente hice la carrera, no era algo vocacional, pero es lo mejor que me ha pasado. Me siento muy afortunada, porque me gusta mi trabajo y me da alegrías.

—¿Cuáles son las virtudes para ser eficiente en su profesión?

—Ha cambiado mucho la profesión, sobre todo con la llegada de las nuevas tecnologías. Además, hay que tener en cuenta la figura del documentalista. Yo hice la licenciatura y es una labor que ahora demandan las empresas dado que se genera mucha información.

—Imagino que el perfil es una persona ordenada.

—Claro. El orden tiene que estar, pero ya le digo que las nuevas tecnologías han cambiado el perfil. Yo ahora me he vuelto a formar en biblioteca digital y me doy cuenta de lo importante que es gestionar de forma telemática. También es importante ser buen comunicador desde las redes.

—Decía antes de la entrevista que las tecnologías cada vez le gustan más. ¿Han propiciado que leamos más?

—Pienso que sí. La gente lee más, pero no sabemos qué. Todo es más accesible. Cuando surgió el libro digital, pensé que no tendría éxito, pero la verdad es que ha llegado ya hasta usuarias mayores, que incluso lo reciben como regalo. Algunas me cuentan que les va de maravilla: no pesa, pueden poner la letra que quieran… Es un producto muy útil, muy ligero.

—¿Usted lee ya indistintamente en papel y en digital o tiene preferencias?

—En mi caso tengo en papel todos los libros que no puedo leer. Tengo libro digital, pero no lo utilizo. Entiendo perfectamente a la gente que lo utiliza mucho, porque viaja y es muy cómodo llevar todo en un aparato. El móvil es diferente, pero el libro digital es muy funcional. Incluso puedes subrayar.

—Sabina cuenta que una vez entró Alejandro Sanz a su casa y cuando vio la biblioteca del ubetense dijo: “¿Y tanto libro para qué?”.

—(Risas) ¿Sí? ¿Eso le dijo?

—Se lo cuento por una cuestión: ¿cree que la gente le da la importancia que tiene al libro como fuente de conocimiento?

—Está claro que el libro físico es una fuente de conocimiento. Lo que ocurre es que ahora también hay otras herramientas disponibles. Los libros te dan la capacidad de ser más crítico y las claves para entender el mundo. Como los periódicos. Aquí tengo lectores de libros y lectores de prensa.

—¿Qué tipo de lectores son?

—De todo. Es cierto que el lector que viene a consumir aquí se decanta por la novela. Especialmente la histórica, la novela negra y la romántica. Tenemos, como le decía, muchos usuarios de periódico. Tienen un punto de encuentro y se interesan y comentan las noticias locales. Cada día me gusta mirar las noticias de Alcalá y los propios usuarios reconocen el vínculo con el municipio de protagonistas de informaciones. También tenemos usuarios de tipo familiar. Son parejas jóvenes que utilizan la biblioteca infantil. Y por último tenemos a la gente que viene a consultar el ordenador con acceso a internet. Es muy importante abrir las puertas. La biblioteca es una de las instituciones más democráticas. Aquí está en un punto muy de paso, estratégico. La gente viene como quien va a casa. Es de todos. Incluso hay usuarios que consultan dudas. Sirve para socializar.

—¿Cuándo abrirán como antes?

—Aún no lo sabemos. Estamos deseando de abrir las puertas con las medidas necesarias, como la cita previa. Nosotros estamos trabajando de mañana, de 08:00 a 15:00 horas. Ojalá se llene la biblioteca de personas otra vez.

—Un libro para terminar la entrevista.

—Últimamente he leído obras cortas de autores que no conocía. Me ha gustado Ordesa, de Manuel Vilas. Habla de la memoria familiar y está contado con mucha honestidad. Estuve hace un año en Ordesa de vacaciones y vi el libro. Esperaba que fuese algo parecido a una guía del municipio y es una biografía novelada. Es un libro muy humano y muy profundo. Me ha gustado leerlo en este momento. Los libros también tienen su tiempo.

Fotografías y vídeo: Fran Cano.

Fonte: Lacontradejaén

Diálogos para uma biblioteca pública e bibliotecários responsáveis

Texto por Leonardo Marçal*

Victor Flusser em seu artigo “Uma Biblioteca Verdadeiramente Pública”, inicia reflexões acerca do processo de distanciamento entre alguns grupos sociais e a cultura. Afirma que há uma diferenciação clara entre o “povo” – generalidade da população que estão marginalizados do acesso a cultura, também chamados de “não-público” -, e o “público” – recorte específico que se caracteriza pelos que podem acessar a cultura (público potencial) e os que acessam propriamente (público efetivo).

Dá continuidade a reflexão traduzindo a inquietação de que para que uma biblioteca possa verdadeiramente ser chamada de pública, esta deve, necessariamente se voltar para o “não-público”. Esse desafio se expressa de modo bastante visceral ao considerar que o não-público não compreende, no sentido de não fazer qualquer sentido ou funcionalidade, a linha de interação, ou nos dizeres de Flusser, a “palavra” da cultura. Ademais, tampouco detém este mesmo não-publico possibilidades ou fatores condicionantes em seu favor para garantir a constituição de uma “cultura-palavra” que fizesse sentido para si, no âmbito desse possível diálogo.

Assim, começa a fazer cada vez mais sentido a proposição de que para ser verdadeiramente pública, uma biblioteca tem o dever de participar do processo de emersão da “palavra” do não-público. Somente assim pode fazer sentido ofertar uma resposta a aspiração fundamental em favor da igualdade – componente que por si mesmo é estruturante de qualquer política cultural dita libertadora.

A biblioteca deve, desta forma, buscar ofertar acesso crítico ao depósito da herança cultural de determinada coletividade, ou seja, favorecer a mediação cultural por meio de uma síntese dialética com o que ainda será criado, pois na relação com o não-público o material ainda terá que ser construído e o será em conjunto. É por isso que a biblioteca que assume tal papel não pode restringir apenas a cultura literária, mas assume o compromisso e vocação de tornar-se um centro de cultura e ferramenta estratégica de libertação da comunidade a qual pertence.

Todo esse campo de análise, dialoga com o pensamento de Marielle Barros de Moraes, no artigo “Responsabilidade Social Bibliotecária (RSB): o que significa em tempos de rupturas democráticas”. No referido artigo, Moraes aborda aspectos decorrentes de lutas que desencadearam a universalização das bibliotecas nas instituições de ensino do País, por meio da Lei 12.244/2010, e reflete sobre o papel da Responsabilidade Social do Bibliotecário neste contexto.

Reflete com acerto que a tal RSB implica no impulsionamento do acesso à informação de maneira livre e sem quaisquer óbices impostos pela sociedade, pela religião ou mesmo pelo Estado. Assumindo o bibliotecário papel de extrema relevância para a garantia deste cenário.

A autora identifica ainda que a RSB pode assumir três correntes de pensamento bastante características, a saber, a visão tradicional, a visão crítica e a visão neoconservadora.

A visão tradicional pode ser expressa pela ideia instrumentalista de que o profissional da Biblioteconomia deve focar suas atividades na simples e mera organização o acervo e materiais. A visão crítica, por outro lado, entende e enxerga o bibliotecário como incentivador de processos de mediação da informação, ou seja, sendo aquele que promove o deslocamento do eixo de organização documental para o cerne da difusão da informação.

O bibliotecário assume, nesta visão, o encargo de educador do acesso e do uso da informação. Por fim, a visão neoconservadora retroage a ideia inicial de neutralidade e imparcialidade do bibliotecário, que deve apenas satisfazer as necessidades informacionais apresentadas pelo usuário do acervo. A questão que chama a atenção é que no fluxo de satisfação das necessidades de informação é, por conseguinte, garantido o acesso ao sujeito que caracteriza o exercício de sua cidadania. Desta maneira, democratizar o acesso ao conhecimento é, de certa forma, efetivar a democracia na sociedade, razão que dá sentido a biblioteca contemporânea.

Unindo esses aspectos podemos entender que a biblioteca verdadeiramente pública é a que, em tempos de rupturas e tensões democráticas, assume o seu papel de dar palavra e ser da comunidade, como elemento constitutivo de libertação e consolidação do espaço democrático. Mas, para que tal ocorra, os profissionais da Biblioteconomia devem empoderar-se dessa visão crítica do fazer profissional, fator primordial para consolidação dos pilares democráticos e constitutivos de uma nova realidade inclusivista, jamais segregadora.

Referências

FLUSSER, Victor. Uma biblioteca verdadeiramente pública. R. Esc. Bibliotecon. UFMG, Belo Horizonte, v. 9, n. 2, p. 131-138, set. 1980.

MORAES, Marielle Barros de. Responsabilidade Social Bibliotecária (RSB): o que significa em tempos de rupturas democráticas? In: SPUDEIT, Daniela; MORAES, Marielle. Biblioteconomia social: epistemologia transgressora para o século XXI. São Paulo: ABECIN, 2018. p. 49-76.

* Licenciado em Pedagogia, estuda Biblioteconomia na Universidade Federal de Pernambuco. É empreendedor, atuando como MEI na área de Consultoria Educacional. E-mail: professormarcal.edu@gmail.com

Fonte: De Olho na CI

Mural de Serviços – Minuto Arte Itaquá: Biblioteca

A Bibliotecária Mariana Ferreira Eloi Onofre (CRB8/9803), da Biblioteca Professor Aroldo de Azevedo, está realizando um trabalho de sugestão de leitura, através de vídeos pelas redes sociais. Confira:

Dicas, Curiosidades e afins

Dicas, Curiosidades e afins

Dicas e Curiosidades sobre leitura. #culturaitaqua #biblioteca #arte #leitura #itaquaquecetuba

Publicado por Secretaria Municipal de Cultura de Itaquaquecetuba em Segunda-feira, 8 de junho de 2020

MINUTO ARTE ITAQUÁ: Biblioteca

MINUTO ARTE ITAQUA

MINUTO ARTE ITAQUÁ: Biblioteca Link para o material em PDF:https://livraria.imprensaoficial.com.br/media/ebooks/12.0.813.132.pdf #culturaitaqua #cultura #itaquaquecetuba #biblioteca #leitura #dicasdeleitura

Publicado por Secretaria Municipal de Cultura de Itaquaquecetuba em Segunda-feira, 15 de junho de 2020

MINUTO ARTE ITAQUÁ: Biblioteca

MINUTO ARTE ITAQUÁ: Biblioteca.Link para o material em PDF: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8150/tde-24082007-151843/publico/TESE_SONIA_MARA_RUIZ_BROWN.pdf #culturaitaqua #cultura #itaquaquecetuba #biblioteca #leitura #dicasdeleitura

Publicado por Secretaria Municipal de Cultura de Itaquaquecetuba em Segunda-feira, 22 de junho de 2020

Envie notícia já existente sobre o serviço de sua biblioteca, ou escreva um texto de até uma lauda com seu nome completo, número de CRB-8, e link para o serviço a ser divulgado

No assunto do e-mail indicar “Mural de Serviços” e envie para crb8@crb8.org.br 

Biblioteca realiza lançamento virtual

Texto por Redação

Em tempos de pandemia, um lançamento de livro por meio de vídeo é o que irá ocorrer no próximo dia 25, quinta-feira, em evento promovido pela Biblioteca Pública Municipal Prof. Nelson Foot, a partir das 18h.

O livro “Comunicação eficiente”, da professora doutora Vivian Rio Stella, apresenta de forma didática e prática como escrever mensagens com clareza, concisão e funcionalidade. O lançamento será pelo Zoom, plataforma para videoconferência, e por isso é necessária inscrição para ter acesso ao link. Interessados em conhecer a obra já podem se inscrever por um link, disponibilizado no site da Prefeitura.

Vivian tem gravado vídeos mensais para a biblioteca, de maneira voluntária, abordando a aprendizagem ao longo da vida, que são apresentados toda última quinta-feira do mês. As técnicas propostas pela autora foram desenvolvidas com base na Linguística Textual (sua área de formação) e em sua experiência de mais de dez anos na realização de cursos em diversas empresas. “Proporcionar ao público a possibilidade de vislumbrar um equilíbrio entre teoria e prática é também um dos papéis da biblioteca, como fomento à aprendizagem, aqui em especial de uma habilidade essencial, como a produção de textos corporativos”, explica a diretora do Departamento de Fomento à Leitura e Literatura, Camila Fernandes de Freitas Rosalem.

A AUTORA

Vivian Rio Stella é doutora em Linguística pela Unicamp e fez pós-doutorado na PUC-SP, no grupo Atelier Linguagem e Trabalho. Idealizadora da VRS Academy, com foco em soluções de aprendizagem colaborativas e criativas, atua como professora em cursos abertos na Casa do Saber e em cursos in company na Associação Brasileira de Jornalismo Empresarial (Aberje) e na Integração Escola de Negócios. É também professora de cursos de extensão na Faculdade de Comunicação Cásper Líbero (SP) e de disciplinas de graduação da Unianchieta, em Jundiaí. É membro do Comitê de Comunicação Interna da Aberje, gestão 2018-2019.

Fonte: Jornal de Jundiaí

Biblioteca de Pirituba participa de debate virtual sobre ações no território noroeste

Texto por Cristina Braga

‘Bibliotecas Públicas e ações no Território Noroeste’ é o tema da live a ser realizada amanhã, dia 19, às 16h, que vai abordar o  papel cultural, função social, prestação de serviços de informações cidadãs, articulações culturais, educacionais, sociais, e, interação/mediação dos públicos no território. A ação é promovida pelo  Ocupa Cidade 2020  articulada por educadoras e educadores da Cidade de São Paulo que buscam dar visibilidade nas várias ações dos territórios, sejam elas educacionais, culturais e sociais.

Participam desse debate virtual Sandro Coelho da Biblioteca Brito Broca, de Pirituba, Beth Pedrosa de Biblioteca Padre Jose de Anchieta, de Perus, Patricia Marçal da Biblioteca Erico Verissimo, de Taipas e Edna de Oliveira Telles da Supervisão Escolar, de Taipas. Veja em https://www.facebook.com/ocupapj.

Fonte: Folha Noroeste

Xadrez agora é atividade online na sua biblioteca. Venha participar!

Texto por SPLEITURAS

A BVL agora tem oficinas de xadrez online e você é nosso convidado a participar de mais estes desafios. Não é necessário fazer inscrição e a as atividades serão transmitidas no nosso espaço no Facebook – e também no da Biblioteca de São Paulo, de 23 até 27 de junho. Tudo fácil e simples de acessar, para quem está nos mais diversos níveis de conhecimento das estratégias.

Na BVL, a indicação é para iniciantes ou jogadores de nível intermediário e na BSP, para aqueles com conhecimentos intermediários ou avançados. Confira a programação, que será comandada pelo MF (Mestre Fidei) Adriano Caldeira e venha jogar com a gente!

Biblioteca Parque Villa-Lobos (Facebook: BVLbiblioteca)

Indicado para jogadores iniciantes ou com rating entre 0 e 1400.

23 de junho (terça-feira), das 16h às 17h – As leis do xadrez (regras) e o objetivo do jogo – xeque-mate e casos de empate.

24 de junho (quarta-feira), das 16h às 17h – Exercícios de mate em 1 e exercícios com mates na oitava fileira.

25 de junho (quinta-feira), das 16h às 17h – Os mates elementares – torre e rei contra rei os mates elementares – dama e rei contra rei.

26 de junho (sexta-feira), das 16h às 17h  – Os mates elementares – mate de rei e dois bispos contra rei e os mates de rei, bispo e cavalo conta rei.

27 de junho (sábado), das 16h às 17h – Estratégia geral das aberturas – jogadores iniciantes e jogadores intermediários ou com rating entre 1300 e 1700**.

Biblioteca de São Paulo (Facebook: BSPbiblioteca)

Indicado para jogadores intermediários ou com rating entre 1600 e 1900.

23 de junho (terça-feira), das 11h às 12h – Controle do centro.

24 de junho (quarta-feira), das 11h às 12h – Valor comparativo do bispo e do cavalo.

25 de junho (quinta-feira), das 11h às 12h – Colunas abertas – Criação e aproveitamento.

26 de junho (sexta-feira), das 11h às 12h – Sétima e oitava fileiras.

27 de junho (sábado), das 11h às 12h – Estrutura de peões*.

*Com MF Adriano Caldeira e MN Alessandro Rodrigues da Silva

  **Com MF Adriano Caldeira e Natália Liziane Vicenzi

Saiba mais sobre Adriano Caldeira 

O mineiro Adriano Caldeira começou a jogar xadrez aos 11 anos de idade depois de ter aprendido com seu primo Marco Túlio. Aos 13 anos, venceu o Campeonato Brasileiro Infantil Sub 14 e representou o Brasil na IV Copa Mundial Infantil de Xadrez em Lomaz de Zamora, na Grande Buenos Aires, Argentina. Ele começou a Faculdade de Engenharia Elétrica na PUC Minas, mas, em 1992, aceitou uma proposta da Prefeitura Municipal de Bebedouro (SP) para trabalhar com xadrez e nunca mais parou na atividade. Passou, então, a se dedicar ao xadrez, tendo vencido – em cinco ocasiões – o Aberto do Brasil, evento equivalente à Copa do Brasil no futebol. Se tornou MF (Mestre Fidei), da Federação Mundial de Xadrez. Adriano escreveu dois livros (“Para aprender e ensinar xadrez na escola” e “Mequinho – O xadrez de um grande mestre”), foi técnico da Delegação Brasileira de Menores e, atualmente, trabalha em clube de São Paulo como professor de xadrez, além de  administrar a plataforma de aulas online clubefox.com. Confira algumas de suas premiações:

Campeão Brasileiro Sub 14 – São Paulo – 1984.

4º/6º – IV Copa Mundial Infantil de Xadrez – 1984.

Vice-campeão brasileiro sub 26 – Belo Horizonte – 1988.

Campeão Mineiro Absoluto – 1995 – 1997 – 1999.

Campeão Brasileiro Interclubes – Belo Horizonte – 1995.

Campeão Brasileiro Interclubes – Rio de Janeiro – 1997.

Campeão do Aberto do Brasil – Brasília – 1996; Jundiaí – 1998; Jundiaí – 2000; Ilha Solteira 2002.

Campeão dos Jogos Abertos do Interior de São Paulo – 2001 e 2010.

Campeão da Semifinal do Campeonato Brasileiro Absoluto – Parati – 2001.

Campeão da Semifinal do Campeonato Brasileiro Absoluto – Vitória – 2004.

Importante lembrar que as bibliotecas continuam com atividades presenciais suspensas.

Fonte: Biblioteca Parque Villa-Lobos

Acervo da Biblioteca Municipal é organizado durante a pandemia do novo coronavírus

Desde o último dia 1º, funcionários do espaço público já separaram mais de 8 mil livros

Na Biblioteca Municipal, força-tarefa iniciou na última semana

Fechada ao público por conta da pandemia do novo coronavírus (covid-19), a Biblioteca Municipal Martinico Prado passa por organização interna do acervo, realizada pelos funcionários do espaço público. A força-tarefa começou no último dia 1º.

De acordo com a Secretaria Municipal de Cultura, mais de oito mil livros provenientes de doações já foram separados. “Nosso trabalho aqui na Biblioteca não para, mesmo não havendo atendimento ao público, por causa da covid-19. Internamente, estamos separando livros que estavam encaixotados e que futuramente estarão disponíveis aos nossos leitores”, explicou a chefe de serviço da Biblioteca Municipal, Silmara Da Roz Eliseu.

Após a separação dos livros, haverá um processo de triagem de todos os materiais. “Todos os livros que estamos separando são importantes. Alguns exemplares serão doados a asilos, outros estarão disponíveis no pegue-leve da própria Biblioteca, entre outras formas de doações. Os títulos mais novos e repetidos serão guardados e farão parte do nosso acervo. Achamos muitas obras interessantes que estavam guardadas”, acrescentou Gustavo Grandini Bastos, bibliotecário municipal.

A Secretaria de Cultura reforça que, neste período de pandemia, a Biblioteca Municipal permanece fechada para o atendimento ao público. “Os livros emprestados antes da pandemia foram renovados automaticamente e as devoluções serão realizadas posteriormente”, finalizou a chefe de serviço.

Após separação, livros passam por triagem

Fonte: Secom/Prefeitura de Araras

Clube do livro terá segunda edição online no próximo dia 13

Em sua segunda edição online, o Clube do Livro de Araras, que conta com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura, por meio da Biblioteca Municipal, será realizado no próximo dia 13 (sábado), a partir das 15h30, pela plataforma digital Google Meet.

Durante a reunião literária será discutida a obra “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, da escritora e jornalista pernambucana Martha Batalha. Antes de ser publicado no Brasil, o romance de estreia da escritora foi vendido para editoras da Alemanha e Noruega.

Para participar do encontro é simples. Basta logar a conta de e-mail do gmail, acessar o site – https://meet.google.com/, clicar em “digite o código da reunião”, digitar fyo-fzvo-xum, clicar em “participar” e aguardar a aprovação para entrar na sala on-line. Os internautas participam de bate-papo durante a atividade.

“No primeiro clube online, onde conversamos sobre Vidas Secas, do Graciliano Ramos, contamos com 12 participantes. Além de ararenses, tivemos uma galera de Ribeirão Preto e da capital”, comentou Gustavo Grandini Bastos, bibliotecário municipal.

Em pouco sobre o livro

Antigas cartas de sua irmã Guida, há muito desaparecida, surpreendem Eurídice, uma senhora de 80 anos. No Rio de Janeiro dos anos 1950, Guida e Eurídice são cruelmente separadas, impedidas de viver os sonhos que alimentaram juntas ainda adolescentes. O livro aborda a história destas duas mulheres, duas irmãs, tentando lutar contra as forças sociais que insistem em frustrá-las. Invisíveis em uma sociedade paternalista e conservadora, elas se desdobram para seguir em frente.

Em 2019, a obra foi para os cinemas com o título de “A Vida Invisível”. Com o gênero drama e romance, o longa teuto-brasileiro foi dirigido por Karim Aïnouz e contou com o elenco estrelado por Fernanda Montenegro, Carol Duarte, Julia Stockler e Gregório Duvivier.

O filme ganhou o prêmio principal da Mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes, no ano de seu lançamento.

Fonte: Notícias de Araras

NOVAS ORIENTAÇÕES A BIBLIOTECAS PÚBLICAS E COMUNITÁRIAS COVID-19

Reiterando o respeito à autonomia dos entes da Federação,  a Coordenação-Geral do Sistema Nacional de Bibliotecas compartilha novas orientações com o objetivo primordial de preservar a saúde pública e o bem-estar da população, bem como de sugerir cuidados com todos os profissionais que trabalham nesses equipamentos.

No que diz respeito especificamente às bibliotecas do Ministério da Cidadania, o OFÍCIO CIRCULAR Nº 2/2020/SE/MC, de 16 de abril, determinou para os próximos 30 dias a suspensão do “acesso do público externo a bibliotecas, auditórios e outros espaços de uso coletivos nas dependências do Ministério”, ampliando o prazo de ofício circular anterior.

Em atenção a medidas de salvaguarda do acervo e de recomendações de conduta frente ao quadro da pandemia mundial do Covid-19, esta Coordenação-Geral  disponibiliza informações sobre material coletado com os Coordenadores dos Sistemas Estaduais e do Distrito Federal de Bibliotecas Públicas, baseados em recomendações da Organização Mundial da Saúde, dos Conselhos Regionais de Biblioteconomia, da International Federation of Library Associations e em publicações técnicas reconhecidas da área de biblioteconomia:

  1. Atividades em bibliotecas: limpeza, higienização e desinfecção. Orientações produzidas pela Agência USP de gestão da informação acadêmica da Universidade de São Paulo. http://www.aguia.usp.br/noticias/atividades-em-bibliotecas-limpeza-higienizacao-e-desinfeccao/
  2. Como higienizar os acervos de bibliotecas durante uma pandemia? Artigo da Revista Biblioo no qual especialistas analisam os mistérios do manuseio de materiais bibliográficos durante o período da COVID-19. https://biblioo.cartacapital.com.br/como-higienizar-os-acervos-de-bibliotecas-durante-uma-pandemia/
  3. COVID-19: orientações práticas para salvaguarda de acervos em bibliotecas. http://www.crb8.org.br/covid-19-recomendacoes-para-salvaguarda-de-acervos-em-bibliotecas/
  4. Mais do que nunca manter o ambiente da biblioteca e o acervo higienizados será fundamental para a boa saúde da equipe e dos leitores. Artigo (p.15) com procedimentos de higienização de acervos publicado pelo projeto Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos. http://arqsp.org.br/wp-content/uploads/2017/08/1_9.pdf
  5. Sete medidas a serem consideradas para criar um protocolo de ação ao reabrir as bibliotecas, artigo de Julián Marquina. https://drive.google.com/file/d/1V0dI6zatznStmngBVRAkTjL8x1Q6CWJB/view
  6. Manter os usuários informados sobre os cuidados será vital para a contenção do vírus. Usem cartazes e informações de fontes confiáveis, como os do Ministério da Saúde. https://www.saude.gov.br/campanhas/46452-coronavirus
  7. Persistência do coronavírus no ambiente: como evitar transmissão indireta por superfícies? https://pebmed.com.br/persistencia-do-coronavirus-no-ambiente-como-evitar-transmissao-indireta-por-superficies/
  8. Preparação das bibliotecas ante ao coronavírus: saiba como sua unidade de informação pode proceder. http://abdf.org.br/gidj/noticias/item/46-preoparacao-bibliotecas-corona-virus
  9. Ofício do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas com orientações a bibliotecas públicas e comunitárias COVID-19. http://snbp.cultura.gov.br/orientacoes-a-bibliotecas-publicas-e-comunitarias-covid-19/
  10. Coronavírus e resíduos sólidos: como lidar com a questão em tempos de pandemia. Deve-se tomar bastante cuidado com os resíduos sólidos gerados nas bibliotecas que podem estar contaminados. http://www.ibict.br/sala-de-imprensa/noticias/item/2112-coronavirus-e-residuos-solidos-como-lidar-com-a-questao-em-tempos-de-pandemia
  11. Com o objetivo de combater as mensagens falsas e reforçar as fontes confiáveis e seguras, a biblioteca do Senado lançou um guia de fontes primárias de informação sobre a pandemia da COVID-19. http://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/570174/Coronavirus_COVID-19_Fontes_primarias.pdf?sequence=9&isAllowed=y
  12. Para manter as pessoas informadas sobre as atitudes de prevenção contra a COVID-19, a Fiocruz disponibiliza materiais que podem ser compartilhados no Facebook, WhatsApp e no Instagram. São materiais produzidos pela campanha de comunicação Se liga no Corona!, que tem como foco a prevenção da doença considerando as condições de vida e habitação de populações em situação de vulnerabilidade socioambiental. https://portal.fiocruz.br/se-liga-no-corona; http://mareonline.com.br/

Fonte: SNBP

Bibliotecas de Ilhabela ampliam uso de ferramentas digitais durante a quarentena

As Bibliotecas Municipais, importantes equipamentos culturais públicos do município, tem recebido investimento da Prefeitura de Ilhabela, por meio da Secretaria de Cultura, no uso das ferramentas digitais durante a quarentena.

Apesar estarem com o atendimento presencial suspenso, as unidades aproveitaram o momento para buscar alternativas para prestar alguns serviços como: dicas de leitura, livros gratuitos para baixar, indicação e divulgação de lives de contação de histórias, encontros com autores, divulgação de vídeos informativos e mais recentemente, a publicação digital e gratuita do livro Antologia Literária, resultado dos dois concursos literários realizados no ano passado, que conta com mais de 200 nomes inscritos.

Premiação dos Concursos Literários

A equipe de funcionários da biblioteca realizou nesse mês, a premiação dos vencedores do Concurso de Poesia, com a entrega dos troféus nas residências, em razão do Decreto 8.030/2020, que cancelou a cerimônia de premiação. Os vencedores, que já haviam recebido o valor do prêmio no mês de abril, foram contemplados com o troféu que simboliza o reconhecimento do talento e da valorização da arte e cultura por parte da prefeitura.

Ponto MIS Ilhabela

Outra ação importante é a continuidade do programa Ponto MIS, uma parceria do município com o a Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa, através do Museu da Imagem e do Som, que a Biblioteca recebe há anos e que foi renovada em 2020, com novo formato, por conta da quarentena. Através do site do Ponto MIS os espectadores podem participar do Bate-papo de cinema, se inscrevendo para assistir a um filme em horário marcado e depois participar de um bate papo virtual com personalidades importantes do audiovisual.

Todas as informações do Ponto MIS Ilhabela são divulgadas no perfil do Instagram https://www.instagram.com/pontosmisilhabela/ e no site da Prefeitura.

Oficinas Culturais

Outra parceria importante que Biblioteca manteve é com o programa Oficinas Culturais, também com Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, através da Poiesis Organização Social de Cultura. Nesta semana de maio iniciou as primeiras atividades on-line do Programa Oficinas Culturais no Interior. As atividades presenciais do Programa Oficinas Culturais no Interior e estas serão retomadas quando houver liberação por parte dos órgãos competentes.

Site e perfil do Instagram

Todas as ações divulgadas ficam disponíveis no perfil da biblioteca no Instagram, que pode ser acessado pelo link: https://www.instagram.com/bibliotecadeilhabela/. Lá são publicadas diariamente dicas de leitura, sites para baixar livros gratuitamente, eventos literários e conteúdo de interesse cultural variado para adultos e crianças. O site com um breve histórico da biblioteca é o https://www.ilhabela.sp.gov.br/servicos/biblioteca/ e de lá também é possível acessar o catálogo físico das bibliotecas, sem necessidade de ser usuário matriculado.

Fonte: Tudoem Ilhabela

SP Leituras traz atividades online durante a pandemia

Texto por Agência Brasil

Com o fechamento das bibliotecas públicas, a SP Leituras – Associação Paulista de Bibliotecas e Leitura –, organização social sem fins lucrativos, traz uma série de atividades online, como conversas com escritores, curso de literatura pré-vestibular, oficinas de empreendedorismo, entre outras.

Para quem está se preparando para um dos maiores vestibulares do país (Fuvest), há o  curso preparatório para resolver questões que envolvem conhecimento das obras da Fuvest 2021. Indicado para pessoas acima de 16 anos, o curso busca ampliar, para esses jovens, o leque de conhecimento das obras clássicas de maneira lúdica, crítica, construindo e desconstruindo conceitos sobre as narrativas para compreendê-las e assimilá-las com propriedade. O curso é oferecido às terças e quintas até o dia 25 deste mês, das 15h às 17h30.

Com carga horária de 22 horas e meia, o curso é ministrado por Naiara Costa, professora de literatura e escrita criativa em cursinhos pré-vestibular, com mais de 11 anos de experiência, por meio da Plataforma Zoom Meeting. As inscrições podem ser feitas no link www.bsp.org.br

Verifique as datas em que os livros serão abordados:

02/06 - Quincas Borba, de Machado de Assis

04/06 - Angústia, de Graciliano Ramos

9/06 - Claro Enigma, Carlos Drummond de Andrade

16/06 - Romanceiro da Inconfidência, Cecília Meireles

18/06 - Campo Geral, Guimarães Rosa

23/06 - Mayombe, Pepetela

25/06 - Nove Noites, Bernardo Carvalho

Segundas Intenções Online

Convidada da nova edição do Segundas Intenções Online da Biblioteca de São Paulo (BSP), a cearense Jarid Arraes se destaca entre os escritores nordestinos da tradição do cordel e da poesia por imprimir mais urbanidade, mais diversidade e mais contemporaneidade às histórias que conta.

O bate-papo com ela, que será transmitido na página da BSP ocorre hoje (1º), das 19h às 20h, e terá a mediação do crítico Manuel da Costa Pinto. Não é necessário fazer inscrição.

Natural de Juazeiro do Norte, Jarid aprendeu a ler em casa, antes de ir para a escola. Filha de pai cordelista e mãe professora, desde pequena mergulhou na leitura de poetas como Carlos Drummond de Andrade e Augusto dos Anjos. Mais tarde, quando descobriu os livros de Conceição Evaristo, soube que podia também escrever suas próprias poesias e cordéis.

A bibliografia de Jarid tem o premiado Redemoinho em dia quente, ganhador do Prêmio APCA de Literatura na categoria contos, e Heroínas brasileiras em 15 cordéis. Morando em São Paulo desde 2014, ela cuida do Clube de Escrita para Mulheres e é curadora do selo Ferina, da Pólen Livros.

Crítica literária

A oficina online Críticas sem Crise: da Poesia à Prosa está na programação de junho da BVL, com encontros marcados para os sábados, dias 6, 13, 20 e 27 de junho, sempre das 14h às 17h. A proposta é que os participantes aprendam e apliquem técnicas, a partir da leitura de textos de escritoras brasileiras contemporâneas, para a criação de resenhas. A atividade, indicada para maiores de 18 anos, faz parte do projeto Literatura Brasileira Contemporânea no Século 21, realizado em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). As inscrições para a oficina foram abertas em dia 15 de maio.

Ao final do curso, as resenhas resultantes das aulas podem ser publicadas em blog da iniciativa. Carina Carvalho, que comandará essa oficina, tem como objetivo contribuir para que cada um possa compartilhar sua voz e postura crítica nos textos criados durante os encontros.

Carina é poeta, trabalha com edição e revisão de materiais didáticos e de aprendizagem socioemocional, além de mestra em Estudos Literários pela Unifesp. Ela assina a série poética Ensaio para sair de casa, que integrou a coletânea do 2º Prêmio Ufes de Literatura e é autora dos livros de poemas Marambaia, Passiflora e Corpo Clareira.

Lê no Ninho

O Lê no Ninho é uma opção de programa em família para que os pais reproduzam ou recriem com os pequenos, buscando encantá-los com a leitura, as histórias e até com a música.

Para contribuir e transformar o confinamento em um momento de estabelecer novos laços e memórias em família, a BSP preparou um tutorial para realizar, em casa, que é feito na biblioteca nas manhãs dos fins de semana, reunindo pais, cuidadores e filhos.

Com esse objetivo, toda semana, sempre aos domingos às 11h, conteúdos exclusivos serão disponibilizados no facebook da BSP.

A inspiração pode vir também de vídeos, disponibilizados semanalmente nas redes sociais. A ideia é estimular o contato com a leitura em crianças entre 6 meses e 4 anos, por meio de experiências lúdicas com os livros.

Fonte: Isto É Dinheiro

Clube do Livro de Itapetininga realiza encontro online

Evento será no próximo sábado (6) e contará com uma conversa entre os participantes sobre a obra literária ‘Frankestein’, de Mary Shelley.

Texto por G1 Itapetininga e Região

Clube do Livro de Itapetininga realiza encontro online — Foto: Reprodução/Street View

Por conta da pandemia de coronavírus e do distanciamento social, a biblioteca de Itapetininga (SP) realizará, através do Clube do Livro, um encontro virtual no próximo sábado (6).

Durante o evento haverá uma conversa entre os participantes sobre a obra literária “Frankestein”, de Mary Shelley. O livro pode ser baixado gratuitamente através deste link.

O bate-papo acontecerá através do Google Meet, às 16h. Para participar é necessário comentar na publicação do Facebook e entrar em contato com a administração da página para receber o link de acesso.

Fonte: G1 Itapetininga e Região

Livros em quarentena, agendamentos e atendimento na porta: como a Biblioteca Pública de Porto Alegre retomou seus trabalhos

Espaço cultural foi autorizado a reabrir após o último decreto da prefeitura da Capital

Livros devolvidos não irão diretamente para as prateleiras da biblioteca Josué Guimarães
Lauro Alves / Agencia RBS

Texto por Marina Pagno

Caminhar a passos lentos pelos corredores, passar mais de uma vez entre as estantes empilhadas de livros, tocá-los e escolhê-los com as próprias mãos são atitudes corriqueiras e bem pessoais de quem frequenta bibliotecas. Esse cenário, porém, teve de ser modificado na Biblioteca Pública Municipal Josué Guimarães, em Porto Alegre, que retomou seus trabalhos na manhã desta segunda-feira (25) com outra rotina e trazendo novas experiências para funcionários e leitores.

O “novo normal” da biblioteca se dá com atendimentos na porta e retiradas e devoluções de livros por agendamento. Desde a semana passada, quando a prefeitura autorizou a reabertura de bibliotecas e museus na Capital, a equipe da Josué Guimarães começou a entrar em contato com quem ficou com livros em casa enquanto o local estava fechado, além de organizar o espaço para recebê-los.

— Estamos priorizando os usuários da biblioteca que estão com livros em casa para devolver, combinando horários para que venham até aqui fazer a devolução e para que mandem por e-mail, de forma antecipada, os títulos que querem retirar — explica a diretora Renata Borges.

Apenas funcionários da Biblioteca Pública podem acessar os livros do acervo. Para bloquear a entrada, foi colocada uma mesa em frente à porta de vidro, transformando o espaço no novo ambiente de devolução e retirada dos volumes. Renata conta que, por isso, prefere dizer que os atendimentos foram retomados e não que a biblioteca reabriu as portas.

— As pessoas não vão poder chegar aqui e escolher como antigamente — diz.

Os agendamentos

Para combinar a devolução ou a retirada de livros, o contato deve ser feito pelo e-mail bibliot@portoalegre.rs.gov.br. A partir daí, a equipe agenda um dia e um horário que fique bom para o usuário e para o local, já que ocorre apenas um atendimento por vez. O telefone (51) 3289-8078 também está disponível para fazer os agendamentos. Esse, inclusive, foi o canal usado pelo aposentado Carl Ernst Conrad Hofmeister, o primeiro leitor a chegar à porta da biblioteca na manhã desta segunda.

— Eu liguei na sexta-feira (22), me atenderam e marcaram para que eu fosse hoje (segunda), às 10h. Entreguei meus livros na porta e eles já haviam selecionado outros livros que eu havia pedido ainda na sexta — conta o leitor de 83 anos.

Carl Ernst Conrad Hofmeister, 83 anos, devolveu e retirou livros na porta da biblioteca
Lauro Alves / Agencia RBS

Hofmeister devolveu dois livros da biblioteca, que deveriam ter sido deixados no local ainda em 30 de março, mas que ficaram estacionados em sua casa por conta das restrições provocadas pelo coronavírus. Ele aproveitou a viagem e pegou mais três exemplares.

— Para quem gosta de ler, é bom essa reabertura, porque cinema está fechado, teatro está fechado, então é um bom entretenimento — diz, sobre a retomada do funcionamento do local que contribui com seus hábitos de leitura há cinco anos.

Catálogo online e curadoria

Se o usuário não pode entrar na biblioteca, como escolher novas obras para leitura? O caminho recomendado é a consulta no catálogo online que engloba todas as bibliotecas geridas pela prefeitura da Capital. Por ele, dá para conferir os títulos disponíveis no acervo da Josué Guimarães e solicitar os exemplares por agendamento. Para acessar, é só clicar aqui.

Quem não tem muita habilidade ou acesso à internet conta com a ajuda dos funcionários, que fazem uma espécie de curadoria sugerindo livros com base nas últimas obras retiradas pelo usuário ou perguntando para eles, na hora do agendamento, seus gostos de leitura do momento.

— É um trabalho que a gente já fazia antes, mas muito mais cegamente do que agora. A gente acaba tendo que intermediar o acesso ao acervo com mais frequência do que antes — explica a diretora Renata Borges.

Quarentena

Outra mudança significativa na Biblioteca Pública Municipal se refere à chegada dos livros. Todas as obras que retornam ao local são colocadas em quarentena, isoladas por 14 dias em uma caixa para evitar possíveis contaminações. Após o período, os livros são higienizados na parte externa e retornam para as prateleiras.

— Não temos como higienizar página por página, então esse é o melhor jeito de evitar possíveis transmissões, ficar um período grande isolado. E aqui dentro só manuseamos os livros com máscaras e luvas — diz Renata, sobre os cuidados entre os funcionários.

Nas redes sociais, a biblioteca também está ativa no Instagram, no Twitter e no YouTube, onde há postagens para que os usuários mantenham a ligação com a literatura mesmo nesse período de menos contato físico.

— A gente sentiu a importância da biblioteca nesse período em que ficou fechada. Muita gente nos ligou na semana passada querendo saber dos atendimentos, tivemos muitos retornos positivos, é isso que está pesando agora — conclui Renata.

Outros espaços reabrem

Além da Biblioteca Pública Municipal, o Museu Joaquim José Felizardo e o Arquivo Público Municipal também reabriram as portas nesta segunda, com restrições e horários reduzidos.

As pinacotecas, previstas para retomar as atividades nesta semana, tiveram uma mudança na programação. A Ruben Berta está recebendo agendamentos para receber visitantes a partir de 2 de junho. Já a Aldo Locatelli permanecerá fechada até segunda ordem.

Confira, abaixo, os novos horários e as restrições em cada local:

Biblioteca Pública Municipal Josué Guimarães

Atendimento presencial mediante agendamento para empréstimos e devoluções, com limitação de uma pessoa por vez.

Horário: das 9h às 15h, de segunda a sexta.

Consulta local e acesso ao acervo seguem suspensos.

Informações e agendamentos pelo e-mail bibliot@portoalegre.rs.gov.br.

Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo

Jardim aberto e exposições com acesso limitado a duas pessoas por sala.

Horário: das 13h às 17h, de segunda a sexta.

Atendimento a pesquisadores do acervo fotográfico mediante agendamento, pelo telefone (51) 3289-8276 ou pelo e-mail karina.santos@portoalegre.rs.gov.br.

Agendamento de pesquisa para os demais acervos pelo e-mail museu@smc.prefpoa.com.br.

O agendamento de grupos segue suspenso.

Arquivo Histórico Municipal Moysés Vellinho

Atendimento presencial mediante agendamento com limitação de uma pessoa por turno.

Horário: das 9h às 11h e das 13h às 15h, de segunda a sexta. Entre 11h e 13h, será realizada higienização da sala de pesquisa.

Pesquisador deverá levar seus Equipamentos de Proteção Individual (luvas e máscara).

Informações e agendamentos pelo telefone (51) 3289-8282 ou 3289-8278 ou pelo e-mail arquivohistorico@smc.prefpoa.com.br.

Pinacoteca Ruben Berta

Atendimento a visitantes e pesquisadores ao acervo e exposições mediante agendamento pelo telefone (51) 3289-8292 ou pelo e-mail acervo@portoalegre.rs.gov.br.

Horário: terças e quintas, das 13h às 17h.

O agendamento de grupos segue suspenso.

Centro de Documentação e Memória – Cinemateca Capitólio

Atendimento presencial mediante agendamento, com limitação de uma pessoa por hora.

Horário: das 9h às 15h, de segunda a sexta.

Pesquisador deverá levar seus Equipamentos de Proteção Individual (luvas e máscara).

Informações e agendamentos pelos telefones (51)3289-7464 e 3289-7469 e pelo e-mail pesquisacapitolio@gmail.com.

Fonte: GaúchaZH

Biblioteca é contemplada com equipamentos para acessibilidade

Texto por Anderson Mendes

Biblioteca Municipal conta atualmente conta com cerca de 29 mil títulos. Foto: Divulgação

A Biblioteca Municipal, através da Secretaria de Cultura e Turismo, será contemplada com equipamentos de tecnologia assistida, voltados para uso do público com deficiência visual.

A conquista chega por intermédio do concurso “São Paulo + Inclusão Bibliotecas” responsável por selecionar projetos de bibliotecas públicas interessadas em receber os equipamentos, ligado ao governo estadual, e que contou com a participação de Mogi Mirim.

O município conquistou a terceira colocação no concurso, que premiou somente dez cidades de todo o Estado de São Paulo. A Biblioteca receberá nos próximos meses kits com scanner leitor, linha braile e computador.

O concurso é promovido pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, através de convênio firmado com o Fundo de Interesses Difusos (FID) da Secretaria de Justiça e Cidadania.

As cidades interessadas deveriam elaborar um projeto indicando como pretendiam aprimorar os serviços bibliotecários para as pessoas com deficiência e qual estratégia seria utilizada para divulgação das novas ações para a comunidade cega.

Um dos objetivos é garantir o acesso desse público, equiparando as oportunidades das pessoas com e sem deficiência aos bens culturais. No Estado, os equipamentos já estão instalados em bibliotecas de 62 municípios.

O município se inscreveu em fevereiro para o programa, que era um desejo nosso enquanto secretaria. É mais uma conquista importante para a Biblioteca Municipal de Mogi Mirim, estamos colaborando para a inclusão e acessibilidade, oferecendo a Cultura para todo o público”, festejou o secretário de Cultura e Turismo, Marquinhos Dias.

Não foi divulgado prazo para a chegada do equipamento à Biblioteca, que atualmente conta com cerca de 29 mil títulos.

O espaço permanece fechado ao público, em razão da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). (Da Redação)

Fonte: O Popular

BIBLIOTECAS Y SISTEMA EDUCATIVO POST COVID 19

Al escribir estas líneas, soy plenamente consciente de la gravedad de la situación de crisis sanitaria provocada por las consecuencias de la pandemia por el COVID 19  que padece nuestro país, y el resto del mundo. Ante esta situación es preciso adoptar decisiones que nos lleven a afrontar un futuro incierto en todos los sentidos.

Las autoridades sanitarias y docentes están planificando  el inicio del próximo curso 20-21, intentando que se den las mejores circunstancias sanitarias para toda la comunidad educativa, y que el curso, si no hay retroceso, y vuelta al confinamiento, se desarrolle de la manera más adecuada y eficaz.

Todo correcto en este sentido. Agradecemos y valoramos la antelación en la planificación y deseamos los mejores resultados.

Una de las medidas que se anuncian como posibles, y casi inevitables para conseguir el mayor distanciamiento social es la utilización de todos los espacios posibles para el uso educativo, y se especifican gimnasios, bibliotecas, salones de actos o salas de multimedia.

En principio, nada que objetar, pues, como decía el clásico; “salux publica, suprema lex”.

Esto no es óbice para que nuevamente volvamos a un asunto que desde siempre nos preocupa en la Federación ANABAD, como es la debilidad, dentro del sistema docente, del subsistema de bibliotecas educativas.

En el estado de confinamiento en que aún nos encontramos, ha quedado de manifiesto la importancia de las bibliotecas en todo el sistema educativo, desde el nivel preescolar al postgrado universitario. De haber existido un buen sistema de bibliotecas educativas, éstas habrían sido las responsables de facilitar a toda la comunidad educativa (alumnado, profesorado, y, en los niveles más elementales, madres y padres) los materiales necesarios y precisos para  llevar a cabo la importante función docente y discente.

Cada centro docente debe disponer de un adecuado servicio bibliotecario. En cada caso se decidirá cuál sea el modelo que más convenga; biblioteca central, de aula, de departamento, ese no es el caso.

Las bibliotecas universitarias, irregularmente desarrolladas en nuestro país, más o menos ofrecen una situación estable, aunque sin duda reclaman, y nosotros reclamamos para ellas, mayor atención, y mejores recursos.

Sin embargo, las bibliotecas de los centros de enseñanza elemental y media, presentan hoy muchos problemas:

El primer aspecto que deseo destacar, es la falta de un cuerpo profesional de personal bibliotecario educativo, y, por supuesto, de una adecuada especialización en las facultades y escuelas de biblioteconomía.

En la mayoría de los centros de estos niveles educativos, las bibliotecas no están atendidas por personal técnicamente cualificado. En muchas ocasiones, se trata de profesorado en periodo  de prejubilación, que suele carecer de la formación precisa casi siempre, y en muchos casos de la dosis de “vocación profesional” necesaria.

A partir de la inexistencia de este necesario personal bibliotecario, podemos asegurar que propiamente las bibliotecas educativas en las enseñanzas medias y básicas, en sentido estricto no existen, pues una biblioteca educativa necesita imprescindiblemente de la presencia de personal bibliotecario. O, en todo caso, si admitimos que en esta circunstancia existen, están claramente en precario.

En este estado lamentable, en muchos centros estas bibliotecas educativas se verán mermadas, y su actividad en claro y  evidente estado de crisis permanente.

A la vez que se establecen medidas de recuperación económica y social, (también de empleo) se deberá tener en cuenta entre las prioridades, las bibliotecas de centros educativos.

Al tiempo hay que ver estas bibliotecas junto al desarrollo de los servicios de bibliotecas municipales.

Ante la eminente precariedad de las bibliotecas educativas, se hace más evidente el reforzamiento de los servicios de biblioteca municipales. Ellas son, como tantas veces hemos repetido, la célula básica del desarrollo cultural comunitario.

La biblioteca como centro de información, como espacio para el estudio, como lugar para el trabajo cooperativo, como institución para el ocio cultural y el desarrollo personal, en la escuela, en el instituto, en la universidad, en el municipio, también como promotoras de toda suerte de acciones de difusión cultural, se nos presentan ahora más que nunca como  instituciones indispensables. Démosles a ellas todo nuestro apoyo.

22 de mayo de 2.020

José María Nogales Herrera

Presidente

Federación ANABAD

Fonte: Anabad

Todas las recomendaciones del Ministerio de Cultura para la reapertura de las bibliotecas públicas en Fase 0, 1 y 2

La Subdirección General de Coordinación Bibliotecaria ha actualizado el documento que elaboró hace unos días con las recomendaciones para la reapertura de las bibliotecas en Fase 1. En este nuevo documento se incluyen las medidas para reabrir las bibliotecas públicas en territorios en Fase 0 y en Fase 2, además de las recomendaciones para aquellas que están en Fase 1.

Las recomendaciones han sido elaboradas por la Dirección General del Libro y Fomento de la Lectura a través de la Subdirección General de Coordinación Bibliotecaria. En su preparación se han tenido en cuenta las recomendaciones internacionales de buenas prácticas de manipulación de libros y otros materiales en bibliotecas durante la crisis de la COVID‐19, y se ha escuchado a la Biblioteca Nacional de España y a la Comisión Permanente del Consejo de Cooperación Bibliotecaria.

Comentar que se recogen en las Fases 0 y 1, principalmente y de forma general, las actividades de préstamo y devolución de obras e información bibliográfica y bibliotecaria. En la Fase 2 se recogen, además de las acciones permitidas en Fase 0 y 1, las actividades de consulta en sala con aforo reducido y medidas extraordinarias de limpieza y desinfección, así como el préstamo interbibliotecario.

En ambas fases no podrán llevarse a cabo actividades culturales, de estudio en sala o de préstamo interbibliotecario. Tampoco se podrá hacer uso de los ordenadores y medios informáticos de las bibliotecas destinados para el uso público de los ciudadanos, así como de catálogos de acceso público en línea o catálogos en fichas de la biblioteca.

Sin embargo, en su caso, en la Biblioteca Nacional de España y en las bibliotecas especializadas o con fondos antiguos, únicos o excluidos de préstamo, se podrá permitir la consulta de publicaciones excluidas de préstamo domiciliario con reducción de aforo y sólo en los casos en que se considere necesario. Esta consulta estará restringida a fondos antiguos, especiales, únicos o excluidos de préstamo domiciliario por otros motivos.

La Dirección General del Libro y Fomento de la Lectura, a través de la Subdirección General de Coordinación Bibliotecaria, ha elaborado las siguientes recomendaciones con el objetivo facilitar la reapertura de servicios bibliotecarios al público en las Fases 0, 1 y 2, basándose en lo establecido en las siguientes órdenes del Ministerio de Sanidad:

– Orden SND/388/2020, de 3 de mayo, por la que se establecen las condiciones para la apertura al público, realización de actividades y prestación de servicios en los archivos, de cualquier titularidad y gestión.

– Orden SND/399/2020, de 9 de mayo, para la flexibilización de determinadas restricciones de ámbito nacional, establecidas tras la declaración del estado de alarma en aplicación de la fase 1 del Plan para la transición hacia una nueva normalidad.

– Orden SND/414/2020, de 16 de mayo, para la flexibilización de determinadas restricciones de ámbito nacional establecidas tras la declaración del estado de alarma en aplicación de la fase 2 del Plan para la transición hacia una nueva normalidad.

Cartel con recomendaciones y servicios ante la reapertura de las bibliotecas

Es especialmente interesante el cartel que han elaborado para la reapertura de las bibliotecas en Fase 0 y en Fase 1. Por un lado, se señalan las recomendaciones para un uso responsable de las bibliotecas y, por otro lado, se identifican tanto los servicios que están disponibles como los no lo están en dichas fases de desescalada.

Fonte: Julian Marquina

Biblioteca de São Paulo oferece oficina sobre escrita literária

Estão abertas as inscrições gratuitas para a “Oficina Online Críticas sem Crise: Da Poesia à Prosa” da Biblioteca de São Paulo (clique aqui). As atividades acontecerão todos os sábados de junho (6, 13, 20 e 27 de junho), sempre das 14h às 17h, e será comandada pela Carina Carvalho.

O curso é indicado para maiores de 18 anos e que somam carga horária de 12 horas. A oficina visa compartilhar técnicas, a partir da leitura de textos de escritoras brasileiras contemporâneas. Cada participante irá aprofundar seus conhecimentos sobre o tema, realizar exercícios e, ao final, escrever uma resenha consistente sobre um livro selecionado, que pode ser publicada em blog do projeto.

Carina Carvalho é poeta, trabalha com edição e revisão de materiais didáticos e de aprendizagem socioemocional. Mestra em Estudos Literários pela UNIFESP, ela assina a série poética Ensaio para sair de casa, que integrou a coletânea do II Prêmio Ufes de Literatura, e é autora dos livros de poemas “Marambaia”, “Passiflora” e “Corpo clareira”.

Oficina Online Críticas sem Crise: Da Poesia à Prosa

Quando: Dias 6, 13, 20 e 27 de junho, das 14h às 17h.

Indicado: para maiores de 18 anos.

Inscriçõeswww.bsp.org.br/inscricao

Foto: Daisy Serena

Fonte: Jornal SP Norte

Ciro Monteiro, coordenador da Biblioteca Sinhá, democratiza acesso à leitura

– Trabalhar em uma biblioteca era o emprego dos sonhos! Imagine? Não tem nada melhor do que isso!

Ciro Monteiro se encantou pela leitura ainda menino. O jornal foi a primeira viagem, entre tantas que descobriu nas palavras. Depois, viajou pela filosofia, lendo “O mundo de Sofia” em uma biblioteca comunitária do bairro onde morava.

Hoje, fala do lugar almejado lá atrás, como quem, aos 36 anos, conquistou a vida.

–  Isso aqui é o paraíso. Eu olho e nem acredito: uma biblioteca pública! Acho esse lugar impressionante.

Há sete meses, ele é coordenador da Biblioteca Sinhá Junqueira, antiga Altino Arantes, que recentemente foi restaurada, reformada, transformada em um espaço de encontros, leituras, arte. Ciro não foi escolhido para ocupar o cargo à toa.

– Dialogar com as comunidades é minha raiz.

A biblioteca, em pleno Centro de Ribeirão Preto, espaço mais democrático da cidade, quer acolher público diverso, ser espaço para todo leitor. Ciro, bom entendedor de gente e de letras, está em seu lugar.

– Goffman diz que a realidade não acontece dentro do seu quarto. É onde está a festa, a reunião. É na relação com o outro. O bibliotecário é responsável por fazer essa mediação entre as pessoas e a leitura.

Antes de chegar ao lugar em que está, ele passou 10 anos atuando no sistema prisional. Começou como professor do Estado na prisão, depois assumiu uma vaga de agente penitenciário, já com o objetivo de atuar na educação dos presos.

Conquistou a meta e foi além. Levou cultura por entre as celas, despertou encantamento pelas palavras, ajudou a mudar trajetórias com leitura.

– Eu tenho a impressão de que dá para chamar de transformação. Porque quando a leitura queima na nossa cabeça, não tem mais jeito. A gente fica muito abalado. E quando eu vejo isso acontecendo, é um prazer.

Ciro começou a carreira como conhecedor de gente pequenino, espreitando o público diversificado e, por vezes, caricato que frequentava o bar/mercearia de sua família.

Nasceu e cresceu em Bauru, bairro Geisel, e começou a ajudar os pais por volta dos oito anos. Pela porta, entrava gente de todo tipo.

– Esse cenário foi o que me criou.

O motorista de ambulância que passava a madrugada toda trabalhando e a manhã toda bebendo, ostentando o título de melhor fazedor de palavras cruzadas dali; a mulher insatisfeita a buscar o marido alcoolista da mesa; caminhoneiros; mecânicos; a senhorinha que só ia ao bar para levar o pão do café.

– A minha vida inteira foi atender. É isso que a gente faz aqui na biblioteca. É, em primeiro lugar, acolher as pessoas.

O pai lia o jornal todo dia. Além do periódico local, Jornal da Cidade, que ainda hoje existe, consumia também os tabloides nacionais. Ciro, curioso de pequeno, tomou gosto pela leitura. Não só lia como comentava. Mandava e-mails para os colunistas, dialogando sobre os causos da vida. Chegou a ter um artigo publicado quando já estava na graduação de História, demovido da ideia de fazer jornalismo que nascera nas leituras diárias.

Na biblioteca comunitária do Geisel, descobriu “O mundo de Sofia” e a vontade de conhecer a história do universo. Decidiu a graduação. Cursou Unesp, em  Assis. Na partida, em 2002, teve pesar. Deixar os pais foi decisão difícil.

– Eu trabalhei com meus pais dos oito aos 18 anos. Tinha responsabilidade de adulto. Estudava à noite e trabalhava durante o dia desde os 13 anos. Estudava no ônibus para o vestibular, lia no almoço.

Como bolsista da faculdade, usou o tempo livre que nunca tivera para estudar e ler tudo o que pôde. Se tornou frequentador assíduo – e de lugar cativo – na biblioteca da universidade. Tinha seu cantinho de todo dia, de onde podia decorar as prateleiras e pensar no futuro.

– Ficou na cabeça essa coisa de fazer biblioteconomia.

Começou logo a dar aulas. Depois de formado, voltou para casa por um ano, para cuidar do pai, que estava doente. Assim que ele melhorou, pegou estrada de novo.

Foi para Marília, buscar a biblioteconomia que tanto queria. Fez a segunda graduação junto com o mestrado em Ciência da Informação, na Unesp. E ainda encontrou energia para começar o trabalho na prisão.

– Eu precisava trabalhar. Fui pegar aulas no Estado e vi que havia muitas vagas na prisão. Ninguém queria. Peguei, mas não sabia o que significava.

Ficou encantado. Os alunos interagiam e a sala era tranquila. Em 2011, então, passou no concurso para agente penitenciário, em Serra Azul, região de Ribeirão Preto.

– É uma população que só aumenta, estão sendo cada vez mais encarcerados. É um lugar que machuca a gente.

Entre os machucados, foi encontrando sua forma de ser agente. Em alguns meses trabalhando no pavilhão, já se percebia que ele não levava jeito para a área da repressão. Ali, viu histórias que não gosta de recordar.

– Violência para mim não faz sentido. Não importa o que a pessoa tenha feito.

Foi para serviços administrativos e, cerca de dois anos depois, estava na educação. Ficou dois anos e meio em Serra Azul, regime fechado, e depois sete anos e meio no semiaberto, em Jardinópolis, onde pôde desenvolver ainda melhor seus projetos.

Poesia, clube de leitura, pintura, diálogo: na prisão, as ideias ganhavam liberdade pela arte.

– Eles escreviam poesias e levavam para mim. Eu lia e entregava de volta. Então, eles escreviam ainda mais, porque percebiam que eu tinha interesse.

Criou uma caixa de poesias na biblioteca, onde os presos depositavam dezenas de obras. Selecionava algumas e colava pelas paredes da prisão: respiro!

Algumas poesias foram também selecionadas para a Feira do Livro e os autores puderam participar do evento literário.

– Eles andavam parecendo astros do futebol!

Ciro chegava a passar 16 horas na prisão, imerso nos projetos, encantado com as possibilidades de mudança que vinham com as letras.

– São muitas histórias de lá. Tinha histórias todo dia.

Viu presos lerem pela primeira vez, outros iniciarem graduações dentro e fora das celas, gente que se encantou pela poesia e quis seguir escrevendo, jovens que encontraram outros caminhos quando perceberam que, sim, seria possível.

Conta de um deles que, lendo “O doente imaginário”, de Molière, fez um paralelo entre a doença e o crime. “Eu estava cego pelo crime. Esse livro me fez pensar muitas coisas”. Um exemplo, entre dezenas que ele conta e outras dezenas que guarda consigo.

– Eu não sabia que os livros falavam todas essas coisas. O encantamento deles era muito grande.

Quando o livro despertava o interesse, chegava a somar 40 pessoas para o clube de leitura. Como não havia exemplares para todos, os leitores iam revezando.

– Tinha que ser um livro que, de alguma maneira, se relacionasse com a vida deles, tocasse.

Em 2016, durante uma rebelião, os presos colocaram fogo na biblioteca. Foi preciso reconstruir. Ao invés de lamentos, Ciro reformulou. Ensinou os presos a catalogarem os livros, deixou tudo novinho, pronto para o recomeço.

As experiências eram tantas e tão complexas que ele decidiu fazer um Doutorado com a temática da rotina, em Ciência da Informação. Pesquisou os espaços de leitura na prisão e qual acesso o jovem faz desses dispositivos, antes e depois de preso. Conta que foi pioneiro na área de biblioteconomia prisional.

– A biblioteca diminui os impactos do aprisionamento, que é uma máquina de moer gente.

Em novembro de 2019, Ciro recebeu o convite para a coordenação da Biblioteca Sinhá Junqueira. Já há algum tempo sentia que era hora de mudar a rota.

No anúncio de sua saída para seus leitores presos, uma salva de palmas e doses altas de afeto confirmaram que ele conseguira mudar algo, deixar um pouco de si.

Trocou de trabalho e hoje passa os dias pelos corredores cheios de luz da Sinhá. Não deixou os laços que, por uma década, construiu. Continua o contato com alguns dos ex-alunos, hoje em liberdade. Eles ligam para contar como está a vida, compartilhar as conquistas iniciadas nas leituras.

Não trocou os mundos. Somou-os, como vem fazendo desde a infância. Levou presos e ex-presidiários para rodas de conversa na Biblioteca Sinhá e estava organizando um projeto literário com eles, para a Feira do Livro de Ribeirão Preto, adiada pela pandemia.

– Eu sou um homem hétero, de posição privilegiada no mundo. Djamila Ribeiro diz que nunca vou sentir o que a outra pessoa passa, mas posso estudar, ter uma postura contra o preconceito e tentar ser sempre atento.

Conhecedor de gente e de letras, constrói um bonito trabalho na biblioteca, rodeado por equipe diversa, escolhida com carinho. Saraus, encontros: gente de todo tipo com espaço para dizer, fazer, ler.

– A gente diversificar esse público. Cada vez mais fazer esse diálogo com a comunidade. Não só trazê-los, mas desenvolver projetos na comunidade.

Em 40 dias de funcionamento, a biblioteca recebeu mais de 20 mil visitantes.

As portas estão fechadas agora, cumprindo o isolamento social necessário, mas as atividades seguem em ambiente digital.

– O que seria da gente sem leitura? Nesse momento, o que seria? Todas as minhas ações são movidas pela leitura. A leitura é o que eu sou.

Trabalhar numa biblioteca é o emprego dos sonhos, diz Ciro como quem, aos 36 anos, conquistou a vida por meio das letras.

– Esse constante repensar a vida por meio da leitura é o que faz a gente ser.

Fotos: arquivo pessoal

Fonte: História do Dia

Clubes de leitura da Biblioteca de São Paulo e Biblioteca Villa-Lobos em maio trazem escritoras premiadas

Expoentes da literatura brasileira contemporânea, as autoras lançaram novos romances no último ano

Os clubes de leitura online de maio na Biblioteca de São Paulo (BSP) e Parque Villa-Lobos, realizados em parceria com a editora Companhia das Letras, trarão livros de duas escritoras premiadas, Noemi Jaffe e Maria Valéria Rezende, que narram histórias também protagonizadas por mulheres. A BSP e a Biblioteca Villa-Lobos (BVL) são instituições da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, geridas pela Organização Social SP Leituras, eleita pelo segundo ano consecutivo uma das 100 Melhores ONGs do Brasil.
Expoentes da literatura brasileira contemporânea, as autoras lançaram novos romances no último ano. Em ambos os casos, a editora parceira do programa dará gratuitamente aos primeiros inscritos em cada um dos eventos uma cópia eletrônica dos livros. Os encontros serão realizados por meio da plataforma Zoom, através de link que será enviado aos participantes por e-mail.

No dia 22, das 15h às 17h, a BSP coloca na roda de discussão “O que Ela Sussurra”, de Noemi. Baseado em fatos reais, o livro narra a história de Nadejda, jovem russa que memoriza poemas de seu marido, morto pelo regime soviético, para evitar que se percam. As inscrições já estão abertas desde o?dia?8 de maio e podem ser feitas clicando aqui.

Uma semana depois, também das 15h às 17h, a BVL traz para o debate “Carta à Rainha Louca”, de Maria Valéria. O livro conta a história de Isabel das Santas Virgens, que escreve da prisão à rainha Maria I, conhecida como a Rainha Louca, sobre os atos cometidos pelos homens da Coroa em seu nome. As inscrições serão abertas a partir de quinta-feira (14), às 10h, clicando aqui.

Os clubes de leitura online fazem parte da programação das bibliotecas e vão de encontro ao conceito #CulturaemCasa, da Secretaria, que visa estimular o distanciamento social por meio da ampliação do acesso e da oferta de conteúdos virtuais dos equipamentos.

As bibliotecas continuam com atividades presenciais suspensas. Para mais informações, por favor, visite os sites das bibliotecas clicando em BSP ou em BVL.

Dia 22 de maio, das 15h às 17h

BSP – Clube de Leitura Online em parceria com a Companhia das Letras

“O Que Ela Sussurra”, de Noemi Jaffe

Vagas limitadas. Inscrições a partir das 10h,?dia?8 de maio, clicando aqui.

Ao se inscrever, os primeiros participantes recebem um link da editora para baixar o título gratuitamente

Dia 29 de maio, das 15h às 17h

BVL – Clube de Leitura Online em parceria com a Companhia das Letras

“Carta à Rainha Louca”, de  Maria Valéria Rezende

Vagas limitadas. Inscrições a partir das 10h do dia 14 de maio pelo link.

Ao se inscrever, os primeiros participantes recebem um link da editora para baixar o título gratuitamente

Fonte: Agora Vale

Clube do livro: encontro deste mês será online

Devido à pandemia do novo coronavírus, o Clube do Livro, que conta com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura, por meio da Biblioteca Municipal, será realizado de modo online neste mês. O livro “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos, será discutido pela plataforma Google Meet sábado (16), a partir das 15h30.

Para participar do encontro é simples. Basta logar a conta de e-mail do gmail, acessar o site – https://meet.google.com/, clicar em “digite o código da reunião”, digitar kzf-nzvd-mtr, clicar em “participar” e aguardar a aprovação para entrar na sala on-line. Os internautas participam de bate-papo durante a atividade.

“O Clube do Livro foi uma grata surpresa. A cada edição, reunimos mais participantes. E, por esse motivo, iremos continuar com as reuniões, mesmo neste período de isolamento social. Vidas Secas é um expoente da nossa literatura”, comentou Gustavo Grandini Bastos, bibliotecário municipal.

Fonte: Notícias de Araras

Sistema de Bibliotecas Públicas do Município de Sertãozinho: um caso de sucesso de fiscalização de concursos

Texto da Comissão de Fiscalização do CRB-8

Acompanhar os concursos com vagas para bibliotecário é um dos trabalhos realizados pela Comissão de Fiscalização do CRB-8. Desde 2019, mais de quarenta concursos realizados incluíram vaga para bibliotecário. É bastante comum que os concursos tenham irregularidades ou estejam incompletos nos requisitos para o cargo de bibliotecário, muitas vezes o único da instituição ou do município: não há exigência de registro no CRB-8, ou não há exigência de formação em Biblioteconomia, em alguns casos exige-se apenas nível médio, ou há outras denominações para as atividades privativas de bibliotecário, ou ainda a remuneração é incompatível, inferior ao piso salarial estabelecido pelo Sindicato. Observada alguma irregularidade, o Conselho encaminha ao órgão responsável pelo concurso a solicitação de regularização das informações relativas a denominação, formação exigida e inscrição no Conselho. Embora a remuneração esteja fora do âmbito de atuação do Conselho, a informação é repassada ao Sindicato para providências. 

Fábio de Santana Barreto, CRB-8/10223

Um caso recente de sucesso foi o do município de Sertãozinho, com a realização do concurso para a ampliação do número de vagas para bibliotecário no Sistema de Bibliotecas Públicas do Município, Concurso 02/2017 pela Vunesp. Fábio de Santana Barreto foi nomeado para a biblioteca no CEU das Artes. Em 2019, o Conselho congratulou o município pelo pronto atendimento da Prefeitura que tomou as providências a favor da realização do concurso público solicitado pelo Conselho, ampliando o quadro de profissionais bibliotecários, com a inauguração de mais um espaço com equipamento de leitura.  Leia o depoimento do profissional:

Fui muito bem recebido por todos os profissionais da Prefeitura e da Secretaria de Cultura e Turismo, em especial pela equipe do Sistema de Bibliotecas Públicas do Município de Sertãozinho. O Sistema de Bibliotecas Públicas conta com três unidades diferentes: a Biblioteca Pública Municipal “Dr. Antônio Furlan Jr.”, onde atuo no momento, a Biblioteca Pública Distrital “Prof.ª Sônia Regina Mossin Garcia” e a Biblioteca “Neuza Leonor Pignata”, onde atuei até a penúltima semana de abril, localizada no CEU das Artes da cidade. 

No momento, realizo apenas trabalhos internos na biblioteca do centro da cidade, a “Dr. Antônio Furlan Jr.”, por conta de decisões administrativas e da situação sanitária que aflige todo o território nacional. Junto à equipe da unidade, realizamos o processamento técnico dos materiais e diferentes atividades para manutenção do ambiente da biblioteca, além de criarmos alguns conteúdos online para o nosso público.

Creio que diversos desafios me aguardam durante minha atuação na biblioteca, tendo em vista os desafios que já enfrentei e enfrento frequentemente, principalmente no contexto da pandemia vigente. Enquanto funcionário da Secretaria de Cultura e Turismo de Sertãozinho, minha atuação no trabalho ia além do ambiente da biblioteca, envolvendo participação em diversos eventos diferentes pela cidade. Hoje, sem perspectiva de realização de tais eventos, fico na esperança de voltar ao meu local de trabalho anterior, no CEU das Artes, enquanto sigo colaborando com meus novos colegas de trabalho e enfrentando os desafios da rotina.”

Para saber mais sobre a Fiscalização http://www.crb8.org.br/sobre-a-fiscalizacao/

Para denúncias http://www.crb8.org.br/denuncia/ 

Bibliotecária da região faz vídeo criativo com mensagem de valorização da vida em tempos de pandemia

Tânia Cristina de Moura Silva que é bibliotecária da Biblioteca Pública Professor Luiz Balbino / DIVULGAÇÃO

Um vídeo postado pela bibliotecária, de Entre Rios de Minas, chamou a atenção pelo conteúdo e pela criatividade. Com um amplo conhecimento de literatura ela usou inúmeros títulos de livros para criar um texto de valorização da vida em tempos de pandemia.

“Querendo participar da Campanha #Viralizacultura, da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo de nossa cidade procurei uma forma de criar uma mensagem positiva em meio a essa triste pandemia usando o meu material de trabalho e de amor, os livros”, disse a nossa reportagem, Tânia Cristina de Moura Silva que é bibliotecária da Biblioteca Pública Professor Luiz Balbino, onde desenvolve um grande trabalho a frente do órgão.

Formada em Biblioteconomia, hoje denominada Ciência da Informação, pela UFMG há mais de 25 anos, Tânia não nasceu em Entre Rios, mas sua família é originária da cidade. “Não sou nascida em Entre Rios mas meu coração sempre foi, crescemos aqui entre férias na casa de minha avó e na casa de tios na Zona Rural. Além de meu marido ser também filho da terra, nos conhecemos na Festa da Colheita, mais tradicional impossível”, disse.

Em junho fazem 3 anos que estou a frente da Biblioteca Pública Professor Luiz Balbino

Fonte: Correio de Minas

Biblioteca de São Paulo oferece curso online e gratuito de literatura pré-vestibular

Curso online propõe uma viagem pelas literaturas portuguesa e brasileira. (Foto: Equipe SP Leituras)

Quem precisa de reforço para o vestibular já pode aproveitar o curso pré-vestibular online e gratuito que a Biblioteca de São Paulo (BSP) promove entre os meses de maio e junho.

A iniciativa vai de encontro ao programa #CulturaemCasa, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, que visa estimular o distanciamento social por meio da ampliação do acesso e da oferta de conteúdos virtuais dos equipamentos.

O curso, ministrado pela professora Naiara Costa dos Santos, se baseará na análise e crítica das leituras obrigatórias para a FUVEST 2021. As inscrições tiveram hoje e as vagas são limitadas – pelo link www.bsp.org.br/inscricao.

Naiara Costa dos Santos é professora de Literatura e Escrita Criativa em Cursos Pré-Vestibular com mais de 11 anos de experiência e tem formação em Letras pela Universidade de São Paulo, além de especialização em Cinema e Literatura pela Universidade de Buenos Aires.

Os encontros serão realizados em 26, 28 de maio e 2, 4, 9, 16, 18, 23 e 25 de junho, das 15h às 17h30. O objetivo é preparar os estudantes para resolver as questões que envolvam o conhecimento das obras do maior vestibular do país, a FUVEST.

Confira a agenda com os títulos a serem estudados:

26 de maio - ”Poemas Escolhidos”, de Gregório de Matos

28 de maio  - ”A Relíquia”, de Eça de Queirós

2 de junho – “Quincas Borba”, de Machado de Assis

4 de junho – “Angústia”, de Graciliano Ramos

9 de junho  - ”Claro Enigma”, de Carlos Drummond de Andrade

16 de junho - ”Romanceiro da Inconfidência”, de Cecília Meireles

18 de junho - ”Campo Geral”, de Guimarães Rosa

23 de junho - ”Mayombe”, de Pepetela

25 de junho - ”Nove Noites”, de Bernardo Carvalho

A BSP continua com atividades presenciais suspensas. Para mais informações, acesse www.bsp.org.br.

Fonte: Portal R3

 

BIBLIOTECA DE SÃO PAULO ENSINA COMO UTILIZAR VÍDEOS PARA ALAVANCAR NEGÓCIOS

Com os negócios passando por transformações, neste tempo de enfrentamento da pandemia, a Biblioteca de São Paulo (BSP) oferece uma oficina online que pode contribuir com ferramentas para quem é empreendedor ou está pensando em começar e até ampliar sua atuação. Trata-se da Oficina Online Audiovisual para Negócios, que será realizada, em maio, pela BSP, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, gerida pela Organização Social SP Leituras (eleita pelo segundo ano consecutivo uma das 100 Melhores ONGs do Brasil).

As atividades acontecerão em dois módulos independentes (com cinco aulas cada) e visa apresentar o vídeo como um poderoso instrumento de comunicação e marketing de conteúdo para o mundo digital. AS aulas, comandadas por Patrícia Bernal, reunirão fundamentos básicos sobre vídeo, dicas de como utilizar as estratégias para atrair a atenção dos consumidores, escolher equipamentos e contratar profissionais independentes ou produtoras do setor audiovisual, entre outros.

O primeiro módulo será realizado nos dias 11, 13, 18, 20 e 25 de maio, das 10h30 às 12h e o segundo nos dias 27 de maio, 1º, 3, 8 e 10 de junho, no mesmo horário. Saiba mais em nosso site. As inscrições gratuitas (vagas limitadas) estão abertas e podem ser feitas no link www.bsp.org.br/inscricao .

Patrícia Bernal é documentarista, jornalista e pesquisadora na área de economia criativa e youtuber (canal Câmera na Mão). Ela, que atua nas áreas de storymídias e comunicação  instantânea com especialidade em audiovisual e multimídias, é curadora do grupo Mulheres Filmmakers e do Audiovisual (Mufa).

Importante acrescentar que a oficina é indicada para maiores de 18 anos e tem carga horária de 15 horas (7h30 cada módulo). As aulas fazem parte de extensa programação da biblioteca e vão de encontro ao conceito #CulturaemCasa, da Secretaria, que visa estimular o distanciamento social por meio da ampliação do acesso e da oferta de conteúdos virtuais dos equipamentos.

A BSP continua com atividades presenciais suspensas e, para mais informações, acesse www.bsp.org.br.

Oficina Online Audiovisual para Negócios

Com Patricia Bernal.

Inscrições gratuitas em www.bsp.org.br/inscricao para módulos independentes.

Módulo 1 nos dias 11, 13, 18, 20, 25 de maio, das 10h30 às 12h.

Módulo 2 nos dias 27 de maio, 1º, 3, 8 e 10 de junho, das 10h30 às 12h.

Carga horária: 15 horas (7h30 cada módulo).

Atividade indicada para maiores de 18 anos.

Fonte: cultura.sp.gov.br

Discurso pronunciado por Federico Garcia Lorca en la inauguración de la biblioteca de su pueblo natal, Fuente Vaqueros, en 1931

“Yo, si tuviera hambre y estuviera desvalido en la calle no pediría un pan; sino que pediría medio pan y un libro.” Federico García Lorca

Para no olvidar que la cultura es nuestra vida y nuestro oxígeno, la única cosa que puede cambiar el mundo.

“Cuando alguien va al teatro, a un concierto o a una fiesta de cualquier índole que sea, si la fiesta es de su agrado, recuerda inmediatamente y lamenta que las personas que él quiere no se encuentren allí. ‘Lo que le gustaría esto a mi hermana, a mi padre’, piensa, y no goza ya del espectáculo sino a través de una leve melancolía. Ésta es la melancolía que yo siento, no por la gente de mi casa, que sería pequeño y ruin, sino por todas las criaturas que por falta de medios y por desgracia suya no gozan del supremo bien de la belleza que es vida y es bondad y es serenidad y es pasión.

Por eso no tengo nunca un libro, porque regalo cuantos compro, que son infinitos, y por eso estoy aquí honrado y contento de inaugurar esta biblioteca del pueblo, la primera seguramente en toda la provincia de Granada.

No sólo de pan vive el hombre. Yo, si tuviera hambre y estuviera desvalido en la calle no pediría un pan; sino que pediría medio pan y un libro. Y yo ataco desde aquí violentamente a los que solamente hablan de reivindicaciones económicas sin nombrar jamás las reivindicaciones culturales que es lo que los pueblos piden a gritos. Bien está que todos los hombres coman, pero que todos los hombres sepan. Que gocen todos los frutos del espíritu humano porque lo contrario es convertirlos en máquinas al servicio de Estado, es convertirlos en esclavos de una terrible organización social.

Yo tengo mucha más lástima de un hombre que quiere saber y no puede, que de un hambriento. Porque un hambriento puede calmar su hambre fácilmente con un pedazo de pan o con unas frutas, pero un hombre que tiene ansia de saber y no tiene medios, sufre una terrible agonía porque son libros, libros, muchos libros los que necesita y ¿dónde están esos libros?

¡Libros! ¡Libros! Hace aquí una palabra mágica que equivale a decir: ‘amor, amor’, y que debían los pueblos pedir como piden pan o como anhelan la lluvia para sus sementeras. Cuando el insigne escritor ruso Fedor Dostoyevsky, padre de la revolución rusa mucho más que Lenin, estaba prisionero en la Siberia, alejado del mundo, entre cuatro paredes y cercado por desoladas llanuras de nieve infinita; y pedía socorro en carta a su lejana familia, sólo decía: ‘¡Enviadme libros, libros, muchos libros para que mi alma no muera!’. Tenía frío y no pedía fuego, tenía terrible sed y no pedía agua: pedía libros, es decir, horizontes, es decir, escaleras para subir la cumbre del espíritu y del corazón. Porque la agonía física, biológica, natural, de un cuerpo por hambre, sed o frío, dura poco, muy poco, pero la agonía del alma insatisfecha dura toda la vida.

Ya ha dicho el gran Menéndez Pidal, uno de los sabios más verdaderos de Europa, que el lema de la República debe ser: ‘Cultura’. Cultura porque sólo a través de ella se pueden resolver los problemas en que hoy se debate el pueblo lleno de fe, pero falto de luz.”

Pour ne pas oublier que la culture, c’est notre vie et notre oxygène, la seule chose qui puisse changer le monde.

“Quand quelqu’un va au théâtre, à un concert ou à une fête quelle qu’elle soit, si le spectacle lui plaît il évoque tout de suite ses proches absents et s’en désole: “Comme cela plairait à ma soeur, à mon père !” pensera-t-il et il ne profitera dès lors du spectacle qu’avec une légère mélancolie. C’est cette mélancolie que je ressens, non pour les membres de ma famille, ce qui serait mesquin, mais pour tous les êtres qui, par manque de moyens et à cause de leur propre malheur ne profitent pas du suprême bien qu’est la beauté, la beauté qui est vie, bonté, sérénité et passion.

C’est pour cela que je n’ai jamais de livres. A peine en ai-je acheté un, que je l’offre. J’en ai donné une multitude. Et c’est la raison pour laquelle je suis honoré d’être là, et heureux d’inaugurer cette bibliothèque du peuple, la première sûrement de toute la province de Grenade.

L’homme ne vit pas que de pain. Moi si j’avais faim et me trouvais démuni dans la rue, je ne demanderais pas un pain mais un demi-pain et un livre. Et depuis ce lieu où nous sommes, j’attaque violemment ceux qui ne parlent que revendications économiques sans jamais parler de revendications culturelles : ce sont celles-ci que les peuples réclament à grands cris. Que tous les hommes mangent est une bonne chose, mais il faut que tous les hommes accèdent au savoir, qu’ils profitent de tous les fruits de l’esprit humain car le contraire reviendrait à les transformer en machines au service de l’état, à les transformer en esclaves d’une terrible organisation de la société.

J’ai beaucoup plus de peine pour un homme qui veut accéder au savoir et ne le peut pas que pour un homme qui a faim. Parce qu’un homme qui a faim peut calmer facilement sa faim avec un morceau de pain ou des fruits. Mais un homme qui a soif d’apprendre et n’en a pas les moyens souffre d’une terrible agonie parce que c’est de livres, de livres, de beaucoup de livres dont il a besoin, et où sont ces livres?Des livres ! Des livres ! Voilà un mot magique qui équivaut à clamer: “Amour, amour”, et que devraient demander les

peuples tout comme ils demandent du pain ou désirent la pluie pour leur semis. – Quand le célèbre écrivain russe Fédor Dostoïevski – père de la révolution russe bien davantage que Lénine – était prisonnier en Sibérie, retranché du monde, entre quatre murs, cerné par les plaines désolées, enneigées, il demandait secours par courrier à sa famille éloignée, ne disant que : ” Envoyez-moi des livres, des livres, beaucoup de livres pour que mon âme ne meure pas! “. Il avait froid mais ne demandait pas le feu, il avait une terrible soif mais ne demandait pas d’eau, il demandait des livres, c’est-à-dire des horizons, c’est-à-dire des marches pour gravir la cime de l’esprit et du coeur. Parce que l’agonie physique, – biologique, naturelle d’un corps, due à la faim, à la soif ou au froid, dure peu, très peu de temps, mais l’agonie de l’âme insatisfaite dure toute la vie.

Le grand Menéndez Pidal – l’un des véritables plus grands sages d’Europe – , l’a déjà dit: “La devise de la République doit être la culture”. la culture, parce que ce n’est qu’à travers elle que peuvent se résoudre les problèmes auxquels se confronte aujourd’hui le peuple plein de foi mais privé de lumière. N’oubliez pas que l’origine de tout est la lumière.”

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Fonte: El Blog de sueños de España

Museu distribui máscaras a idosos; a ação acontece até quinta no Centro Histórico

AJUDA – São 300 unidades produzidas de tecido para uso da proteção facial

As proteções serão entregues ao grupo de risco, acompanhadas de bilhetes com instruções sobre os cuidados necessários no momento de lavar o tecido

Com o objetivo de aumentar o acesso dos idosos a uma das medidas de proteção na luta contra o coronavírus, a Biblioteca Municipal Paulo Bomfim doará ao público da terceira idade cerca de 300 máscaras produzidas de tecido no período em que o uso da proteção facial se tornou obrigatório para sair às ruas. Os equipamentos são distribuídos até quinta-feira (30), das 10 horas às 13h30, no Museu Conceição de Itanhaém, localizado na Praça Narciso de Andrade, no Centro Histórico.

Estampadas ou coloridas, as máscaras recebem proteção com dupla camada de tecido, que segundo estudo publicado recentemente na revista ‘ACS Nano’ mostrou que uma combinação de tecidos, com duas ou mais, pode filtrar até 99% das gotículas quando uma pessoa infectada tosse ou fala próxima de alguém saudável.

Os tecidos que antes estavam sem uso nas residências das profissionais ganharam novo destino. A bibliotecária Maraléia Menezes e a artesã Dirce de Paula deram nova utilidade ao material, transformando-os em máscaras faciais. “Quando vi o tecido em casa, percebi que era a oportunidade perfeita para ajudar quem tanto precisa. Conseguimos produzir um número significativo para doar às pessoas”, ressalta Léia, como é conhecida pelos amigos.

As proteções serão entregues ao grupo de risco (pessoas com idade acima de 60 anos), acompanhadas de bilhetes com instruções sobre os cuidados necessários no momento de lavar o tecido.

Fonte: Prefeitura de Itanhaém

Com bibliotecas fechadas, leitura online ajuda a passar o tempo durante período de isolamento

Site do Domínio Público ajuda para quem quer ler durante a quarentena — Foto: Reprodução/TV TEM
Site do Domínio Público ajuda para quem quer ler durante a quarentena — Foto: Reprodução/TV TEM

A leitura é considerada uma forma saudável de driblar o tédio durante o período de isolamento social devido ao novo coronavírus. Além disso, pode ajudar a combater a ansiedade e estimular a mente. Nesta quinta-feira (23) é comemorado o Dia Mundial do Livro.

Desde março deste ano, a Biblioteca Municipal Central de São José do Rio Preto (SP), bem como as outras duas bibliotecas públicas da cidade estão fechadas cumprindo as recomendações de contingência do decreto municipal.

Além disso, bibliotecas escolares, acadêmicas e de outras instituições também estão fechadas. Uma forma de incentivar e continuar fornecendo material para a leitura são as chamadas bibliotecas digitais. Nelas é possível acessar um amplo acervo de obras literárias, artísticas e científicas.

site Domínio Público, do governo federal, fornece obras autorizadas e que constituem o patrimônio cultural brasileiro e universal e basta ter acesso à internet.

Outra biblioteca digital disponível pertence à Universidade de São Paulo (USP) que oferece milhares de exemplares para downloads, de livros raros a documentos históricos, manuscritos e imagens. Basta acessar o site e baixar para ler.

Fonte: G1

Ampliado diálogo com bibliotecas públicas para aplicação acompanhada dos Indicadores LEQT – Qualidade em Projetos de Leitura

Como parte do processo de consolidação dos Indicadores LEQT – Qualidade em Projetos de Leitura, no mês de março foi intensificado o diálogo com bibliotecas públicas para a realização da aplicação teste dos instrumentos, que têm como objetivo subsidiar avaliação ou monitoramento de ações e projetos do campo da leitura realizados em escolas, bibliotecas públicas e privadas e em outras ações comunitárias, considerando-se cinco dimensões distintas: política, estrutura, formação de profissionais, práticas de promoção da leitura e mudanças.

No dia 09/03, a convite da SP Leituras, os Indicadores LEQT foram apresentados para 22 profissionais, representantes de bibliotecas públicas, que participaram da primeira reunião do Grupo de Trabalho do SisEB (Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo). Na semana seguinte, em 12/03, a mesma pauta foi discutida com três profissionais da Biblioteca Pública Municipal Monteiro Lobato, de São Bernardo do Campo.

O objetivo é que, nos próximos meses, três bibliotecas públicas realizem a testagem dos Indicadores.Em breve, após validação, o instrumento ficará à disposição para todas as instituições que tenham interesse em avaliar e monitorar seus projetos de leitura.

Publicado por: Rede LEQT

Fonte: GIFE

INCONFIDÊNCIA MINEIRA: DIÁRIO E DOCUMENTOS DE TIRADENTES ONLINE

Feriado. O feriado nacional de 21 de abril é uma homenagem a Tiradentes e, para os mineiros, a data tem um significado ainda mais emblemático. Os ideais que iniciaram a busca por liberdade e autonomia frente à Coroa Portuguesa, resultando na execução de Tiradentes em 21 de abril de 1972, nasceram em Minas Gerais. E, para além de uma revolução social, a Inconfidência Mineira inspirou – e continua a inspirar – uma vasta produção artística.

A Inconfidência Mineira também é destaque em dois equipamentos culturais no Circuito Liberdade, o Arquivo Público Mineiro (APM) e a Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais. No primeiro espaço, que guarda registros antigos sobre a formação do Estado, o visitante – ou pesquisador – tem acesso a milhares de documentos do Poder Executivo Estadual e aos documentos privados de interesse público.

Nesse acervo arquivístico existe uma coleção dedicada à Inconfidência Mineira, com registros datados de 1742 a 1967.  No Sistema Integrado de Acesso (SIAAPM), estão disponíveis, on-line, documentos originais referentes à administração da Capitania, com registros dos inconfidentes antes mesmo de serem reconhecidos dessa forma. Um deles é o diário de despesas de Tiradentes, que pode ser acessado aqui, e descreve, entre outros itens, a quantia de 72 mil réis,valor que o alferes recebeu entre 1781 e 1872 do império português.

Ainda disponíveis para consulta estão os documentos a respeito dos desdobramentos das investigações dos inconfidentes, conhecidos como os Autos de Devassa da Inconfidência Mineira. Em um dos processos, há um auto derivado de uma queixa feita à administração da Capitania, pedindo a devolução de uma escrava que havia sido confiscada junto com os bens de Tiradentes, disponível aqui. A versão integral do processo foi publicada pela Imprensa Oficial durante as décadas de 1970 e 1980 e também está disponível para consulta neste link.

Já na Biblioteca Estadual, a conspiração ganha contornos poéticos. A obra “Poesia dos inconfidentes: poesia completa de Cláudio Manuel da Costa, Tomás Antônio Gonzaga, e Alvarenga Peixoto” (Ed. Nova Aguilar, 1996) é um compilado sobre a produção literária de alguns inconfidentes, desde a criação do primeiro casal mítico da literatura, em Marília de Dirceu, ao tom satírico das Cartas Chilenas.

Em produções mais contemporâneas, destaque para “Romanceiro da Inconfidência” (Ed. Livros d Portugal, 1953), de Cecília Meireles, inspirado em uma visita que a autora fez a Ouro Preto. Há, ainda, opção para as crianças, com o livro “Joaquim José: a História de Tiradentes para Crianças” (Ed. Nova Fronteira, 1985), de Hélio Faria, que narra uma aventura lúdica sobre o período.

Devido às medidas de isolamento impostas para diminuir os impactos do Coronavírus, os equipamentos culturais da Secult estão fechados para visitação.

Fonte: Jornal da Cidade de BH

Bibliotecas públicas de SP promovem atividade sobre mediação de leitura na era digital

Em maio, escritora e jornalista Goimar Dantas conduzirá encontro online voltado a profissionais do setor

O SisEB (Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo) realizará a atividade “Mediação de Leitura na Era Digital”, nos dias 5, 6 e 7 de maio. O evento gratuito, que tem vagas limitadas, será online e contará com três turmas (cada uma em um dos dias citados), sempre das 15h às 17h.

A atividade será conduzida pela escritora e jornalista Goimar Dantas e visa abordar a mediação de leitura por meio de uma interação ativa nas plataformas digitais. As pré-inscrições podem ser feitas em http://siseb.org.br/agenda/.

O público-alvo e os pré-requisitos para participar são:

  • trabalhar em bibliotecas de acesso público do Estado de São Paulo;

  • ter ensino superior completo;

  • ter boas noções de informática, internet;

  • ter acesso por banda larga.

O link de acesso à plataforma será enviado um dia antes da atividade. Importante acrescentar que condições especiais de atendimento, como tradução em Libras, devem ser informadas na pré-inscrição. Saiba mais em: www.siseb.org.br.

Fonte: Portal do Governo do Estado de São Paulo

Serviços de leitura online oferecem aprendizado e entretenimento durante a quarentena

Para celebrar o Dia do Livro Infantil, comemorado neste sábado (18/04), a Prefeitura de Hortolândia destaca os serviços de leitura online oferecidos gratuitamente à população. Além do Bibliozap, serviço de atendimento da Biblioteca Municipal via aplicativo WhatsApp, há um um acervo digital de livros (veja abaixo) online, que pode ser consultado de casa. Ambos oferecem aprendizado, distração e entretenimento, durante os dias de quarentena causados pela pandemia do Coronavírus.

De acordo com a Secretaria de Cultura, na Biblioteca Municipal “Terezinha França de Mendonça Duarte”, os títulos infantis mais emprestados são os do autor Monteiro Lobato e o Diário de um Banana. Todos os dias, a Bibliozap envia dicas de leituras. Outra sugestão é acessar o acervo digital  disponibilizado pelo link http://biblivre.hortolandia.sp.gov.br/Biblivre5/single/. São mais de 16.585 títulos catalogados, dentre entre eles, 1.479 infantis.

Nossa iniciativa visa minimizar os efeitos da suspensão das atividades presenciais oferecidas rotineiramente na Biblioteca e demais unidades culturais. As atividades online atuam com foco em disseminar as políticas públicas culturais, garantindo acesso gratuito à diversidade de conteúdo”, destacou a secretária de Cultura, Alessandra Amora Barchini.

BIBLIOZAP

Quem ainda não é cadastrado no serviço e quer receber as dicas, basta enviar uma mensagem de solicitação de cadastro para o BiblioZap, cujo número é (019) 99578-6759. A biblioteca iniciou o serviço BiblioZap em setembro do ano passado. 

Fonte: Prefeitura de Hortolândia

Jovem que enfrenta câncer lança livro na Biblioteca Sinhá Junqueira

Da Redação

Evento marcou a realização do sonho de Luiara, que era publicar um livro, e também as comemorações pelo seu 14º aniversário.

A Biblioteca Sinhá Junqueira, em Ribeirão Preto, está fechada devido a Pandemia Mundial do Coronavírus, mas no mês de fevereiro promoveu um evento de fortes emoções, com o lançamento do livro “A jornada de uma garota que conquistou vitórias”, escrito pela jovem Luiara Gomes Geribola, que enfrenta um tumor no sistema nervoso.

O evento aconteceu pouco tempo depois do dia 15 de fevereiro, que marca o Dia Internacional de Luta contra o Câncer Infantil. A jovem completou 14 anos na mesma data em que realizou o sonho de lançar um livro. O texto é um recado de esperança a outras tantas crianças que lutam contra o câncer.A jovem Luiara Gomes Geribola, 14 anos, realizou o sonho de lançar o seu primeiro livro, e mostrar como não perder a esperança
Foto: Divulgação

Luiara já enfrentou duas cirurgias para tratar a doença e agora quer compartilhar sua mensagem de esperança a quem enfrenta o mesmo desafio. Em um dos trechos do livro ela ressalta: “você que sofre de um tumor, tenha fé, pois só ela te faz parar e refletir que tudo pode ter um final feliz. Mesmo com sofrimentos duros, cabe a você esquecê-los ou não”.

Algumas das pessoas que contribuíram para que o sonho de Luiara fosse conquistado
Foto: Divulgação

O sonho de Luiara de publicar um livro para contar sua história foi possível graças a uma rede de apoio liderada pelo Centro de Voluntariado de Ribeirão Preto. O projeto contou com o apoio de Jaque dos Santos (diagramação), Lucas Lourenço (ilustração) e da Outras Palavras (edição).

Bibliotecas Municipais face à pandemia do Covid-19 (atividades online)

Tal como a maioria das instituições, as bibliotecas públicas foram “apanhadas” no meio das medidas de isolamento social necessárias para travar a propagação do novo coronavírus, sendo obrigadas a encerrar os seus espaços.

Assim, nesta altura em que as comunidades mais precisam de ser fortes, coesas e resilientes, as bibliotecas públicas, apesar de terem os espaços encerrados, e face à falta de conteúdos digitais disponíveis capazes de subsituir, senão tudo o que o espaço físico da biblioteca oferece, pelo menos a possibilidade de continuar a ler, de forma gratuita, e usufruir de todos os benefícios que a leitura no traz,  reinventaram serviços, adaptaram procedimentos e colaboraram na produção e disponibilização de recursos que de alguma forma possam contribuir para manter as comunidades atentas, alertas, informadas e ligadas com à sua biblioteca.

Para além dos serviços de empréstimo domiciliário (adaptado às atuais circunstâncias), a maioria das bibliotecas tem vindo a promover diversas atividades online, dirigidas a todos os segmentos de público. A título de exemplo, e por forma a dar conta da variedade de atividades realizadas, referimos aqui algumas dessas iniciativas.

[EM ATUALIZAÇÃO]

 

Biblioteca Municipal José Marmelo e Silva (Espinho) – “A Biblioteca noutro contexto”

Reprogramação das atividades que costumam acontecer presencialmente, adaptando-as a formatos digitais, e levadas ao público através das redes sociais (Youtube, blogue e Facebook) e do telefone:
“Tricotar Histórias” – via telefonemas regulares às  participantes (pouco familiarizadas com as novas tecnologias).
Oferta diária de periódicos e livros de diversos géneros literários  aos utentes “sem-abrigo” alojados no Parque Municipal de Campismo.

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Saber mais

Biblioteca Municipal de Faro António Ramos Rosa – Desafios às famílias

“Canta com as Histórias” – música e mimica
“Palavra puxa palavra” – Escrita criativa online
“Histórias com origami” – Oficinas plásticas

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Saber mais | Saber mais | Saber mais

Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira (Leiria) – Oficinas via facebook

“Ideias e Brincadeiras” – oficinas online lúdicas e variadas para famílias.

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Saber mais

Biblioteca Municipal Professor Machado Vilela (Vila Verde): Biblioteca sonora

Excertos de livros ou leitura de poemas para ajudar a passar os dias a descobrir livros, autores e histórias numa Biblioteca Sonora.

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Saber mais

 

Biblioteca Municipal Padre Manuel Antunes (Sertã) – Mini Maratona de Leitura – Dia Mundial do Livro, 23 de abril

Em registo on-line, entre as 14 e as 20 horas. Atividade com a particularidade de poder ser feita a partir de casa, sendo apenas necessário um computador e uma ligação de Internet.

Esta Mini-Maratona de Leitura inspira-se nos moldes da já icónica Maratona de Leitura – 24 Horas a Ler, que anualmente decorre no concelho da Sertã. No entanto, nestes moldes, a leitura presencial em voz alta é substituída pela leitura on-line. A escolha de obras e autores fica à consideração dos participantes, sendo apenas necessária a sua inscrição através do site www.maratonadeleitura/inscricoes, até dia 22 de abril.

As leituras serão transmitidas através de um canal do Youtube e que todos terão direito a um certificado de participação.

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Saber mais

 

Biblioteca Municipal Pedro Fernandes Tomas (Figueira da Foz) – “A Biblioteca está Online”

Oferta de conteúdos via facebook dirigidos a diversos públicos com a colaboração de leitores da Biblioteca, colaboradores regulares e outros:
“Quem Conta Um Conto” | Sessões de leitura de contos infantis de diferentes autores (segundas, quartas e sextas-feira às 10h30);
“Minutos de Poesia” | Sessões de leitura e declamação de poesia pela voz de convidados (terças-feiras às 19h00);
“Leituras Partilhadas por …” | Momentos de leitura pela voz de convidados, para partilhar os próprios textos ou as suas escolhas (quintas-feiras às 15h00);
“Revisitar as 5as de Leitura” – emissão das gravações de vários encontros com escritores no âmbito da promoção da leitura (dias  9, 16, 23 e 30 de abril às 21h30m);
“Vamos fazer…” |Sugestões de atividades criativas para realizar em família (sábados às 15h00).

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Biblioteca Municipal de Pombal – Atividades semanais  via facebook

Atividades diversas para todos os públicos: Remédios Literários (Biblioterapia) | Academia Maker (makerspace) | Desafios “Quizz Kahoot”

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Biblioteca Municipal de Porto de Mós – Clube de Leitura online

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Biblioteca Municipal de Viana do Castelo  “Uma história de cada vez…” 

Contos (facebook) pela equipa da biblioteca.

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Biblioteca Pública de Évora – “Todos no sofá, mas cada um no seu” 

Conversas online (sessões agendadas com a participação do público e de convidados).

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Bibliotecas Municipais da Moita – “A poesia continua!

Projeto dedicado aos nossos munícipes que gostam de poesia neste contexto de distanciamento físico, dando continuidade às ações de Promoção e Animação da Leitura nas Bibliotecas Municipais.

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Biblioteca Municipal da Covilhã – Atividades com a participação das famílias (via facebook)

“Espaço dos Sentidos” – Literacia da Saúde

“Casa com música” – gravações de música pelos utilizadores

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Biblioteca Municipal de Mangualde: “Estamos Contigo”

A biblioteca promove um onjunto de ações diversas planeadas para os diversos públicos, devidamente enquadradas e abrangentes, chegando às diferentes atividades promovidas normalmente pelas bibliotecas, mas agora em versão online, versão alinhada numa identidade de projeto/marca, com o devido fio condutor centrado nos cidadãos, entre as quais: Hora do Conto, Sugestões de Leitura, Atividades culturais (teatro, música) e Desafios diversos lançados online com a periodicidade e frequência adequadas aos diferentes públicos.

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Biblioteca Municipal de Aljustrel: “Abril…30 Dias 30 Histórias”

Projeto em colaboração com os dois grupos de teatro da biblioteca e com  rádio local  que transmite  leituras de histórias  durante os 30 dias do mês de abril.

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Biblioteca Municipal de Montalegre: “A Leitura tudo Cura”

Esta iniciativa em colaboração com a Rádio Montalegre que criou novos espaços na programação diária, com leituras seleccionadas para públicos distintos, a horas diferentes.

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Biblioteca Municipal de Rio Maior: “Desafios Covid-19” propostos no Facebook.

A Biblioteca Municipal convida todos os dias os leitores a participarem desafios dviertidos para fazer em casa, em família.

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Bibliotecas Municipais de Oeiras: Online quiz e Contos ao telefone

Oeiras Challenge “Famílias no sofá” (Quiz online para famílias via Kahoot divulgado através do Facebook.)

Contos ao telefone “De Viva Voz”

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Bibliotecas de Lisboa (BLX): “Uma história por dia não sabe o bem que lhe fazia” e #LerAquiLeremTodooLadoDaCasa

A primeira série de histórias é contada pelas mediadoras de leitura da Rede BLX, baseando-se na sua experiência enquanto leitoras e contadoras. A primeira série, com 40 episódios, irá decorrer de segunda a sábado no Facebook das BLX às 11h.

#LerAquiLeremTodooLadoDaCasa Queremos publicar na nossa Página de Facebook uma foto do seu cantinho de leitura preferido com o livro que anda a ler. Pode ser na cozinha quando está a fazer o seu bolo preferido, na sala em modo relaxante no sofá ou até no WC onde a leitura pode ser muito variada. Partilhe connosco o seu cantinho de leitura.

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Bibliotecas Municipais da Azambuja: #FiqueEmCasaeConteUmContoQueArrasa – Desafio de gravação de leituras por familias.

Nesta inicitaiva as famílias são convidadas a gravar as suas leituras preferidas nas suas casas e a partilharem os vídeos com a biblioteca municipal e os restantes utilizadores.

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Bibliotecas Municipais de Benavente: #Todos no Sofá

A Biblioteca promove atividades diversas (música, leituras, desafios) realizadas no Grupo das Bibliotecas do Facebook.

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Estes são alguns dos primeiros exemplos que nos chegaram de que as Bibliotecas Públicas, mesmo condicionadas e com os espaços encerrados, podem servir a comunidade, tentando, na medida do possível, continuar a dar resposta às suas necessidades de informação e lazer.

#vamosaissoRNBP #BibliotecasNaSuaCasa

Fonte: Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas

Projeto de Lei pede internet gratuita nas bibliotecas municipais

vereador Jair Tatto (PT) elaborou o  PL (Projeto de Lei) 436/2017 para disponibilizar internet móvel de graça em todas as bibliotecas municipais da capital paulista.Para o parlamentar, o objetivo da proposta é ampliar o conhecimento das pessoas com cultura, informação e comunicação. O texto da justificativa do projeto cita que a internet revolucionou “as formas de relacionamento entre pessoas e, consequentemente, diminuindo as distâncias entre elas”.Outro ponto de vista do vereador é de que a tecnologia permite a interação entre pessoas do mundo inteiro. Além disso, segundo o vereador, a internet também apresenta opções de entretenimento, notícias e lazer.O projeto de lei determina ainda que as bibliotecas municipais deverão informar aos usuários e frequentadores sobre a disponibilidade do serviço gratuito de internet via “Wi-Fi”.

O PL do vereador Jair Tatto está em tramitação na Câmara de Vereadores e aguarda ser incluído na pauta da Sessão Plenária para ser apreciado em primeira discussão.

Acompanhe aqui outros projetos em tramitação do vereador Jair Tatto. No link, você também poderá obter os canais de comunicação da parlamentar e participar diretamente do mandato por meio de propostas, sugestões ou recebendo informativos através do formulário Fale com o Vereador.

Fonte: CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO

Argentina: Una biblioteca reparte libros puerta a puerta por el coronavirus

La biblioteca municipal de Godoy Cruz intenta llevar la lectura a los argentinos que cumplen una cuarentena por COVID-19 hasta el 12 de abril. El país registra 1.451 casos positivos y 43 falecidos.

Elogio de la biblioteca pública

En su documental ‘Ex libris’, Frederick Wiseman refleja los desafíos a los que se enfrentan estas seculares instituciones, en un estudio teñido de ateísmo ilustrado

La fachada de la Biblioteca Pública de Nueva York, en el documental 'Ex libris'.
La fachada de la Biblioteca Pública de Nueva York, en el documental ‘Ex libris’.
ÁLEX VICENTE
No es casualidad que Ex libris, el documental de Frederick Wiseman sobre la Biblioteca Pública de Nueva York, empiece con unas palabras de Richard Dawkins, uno de los grandes divulgadores del agnosticismo en el mundo anglosajón. La importancia del discurso puede pasar inadvertida: el director, que cumplió 90 años en enero, arranca in medias res, como acostumbra, lo que confiere a esa decisión de montaje un aspecto casi aleatorio. En realidad, en el cine de Wiseman todo está estudiado al milímetro, pese a sus duraciones generosas y sus contornos naturalistas. Esta extraordinaria película, que Filmin estrena el próximo miércoles, está teñida del ateísmo ilustrado de Diderot y de su traducción digerible en la América puritana: la fe absoluta en el acceso al conocimiento que pregonaron tanto la Revolución Francesa como su copia transatlántica. “La biblioteca es un templo secular donde se practica la religión del aprendizaje y la de la democracia, porque está abierta a todo el mundo”, confirma al teléfono Wiseman, confinado en el suroeste francés durante la cuarentena.

Los tesoros bibliográficos que pertenecieron a la Iglesia en el Antiguo Régimen fueron transferidos a las sociedades burguesas siglos atrás. ¿Por qué, entonces, nos siguen yendo tan mal las cosas? Los voluntariosos funcionarios a los que Wiseman filma con su inagotable paciencia, como salidos de una vieja película de Frank Capra o de un cómic de Daniel Clowes, lo repiten como si fuera un mantra: es el acceso al conocimiento lo que nos hará iguales y libres, aunque los hechos demuestren que ese amuleto no sirve para todo. Se ha interpretado este documental como una apología de los grandes ideales que siguen sustentando a nuestras sociedades, pero también funciona como una constatación de sus límites. Ex libris es un elogio entusiasta de esos servicios públicos de los que ahora todo el mundo se acuerda, aunque sus tres horas y media también contengan matices más sombríos. Igual que otros proyectos recientes del director, como At Berkeley y National Gallery, este documental de 2017, rodado durante la campaña que llevó a Donald Trump a la Casa Blanca mientras todo el mundo miraba a otro lado, también habla de la dificultad de hacer funcionar una institución pública sin recurrir al mundo corporativo. “El 50% de los recursos de la Biblioteca de Nueva York son privados”, recuerda Wiseman al respecto. Pese a todo, su punto de vista no pasa por la denuncia incendiaria, sino por un pragmatismo crítico: incluso en los estrechos márgenes que deja el sistema económico se puede seguir actuando con integridad y a la luz de esos valores encomiables sobre los que se erigieron las sociedades liberales de ambas orillas del Atlántico.

Wiseman vuelve a hablar de la dificultad de hacer funcionar una institución pública sin recurrir al dinero privado

El director acaba de terminar su nueva película: un documental sobre el Ayuntamiento de Boston —“es de los cortos, solo 4 horas y 32 minutos”, dice con sorna— que aspira a ser un recordatorio de la importancia de las instituciones en nuestras vidas, el foco de atención permanente de Wiseman en su larga trayectoria. “Si no hay un Gobierno, no tratamos suficientemente bien a los demás. La institución es un mecanismo de control que garantiza unos mínimos”, afirma. El cineasta recuerda perfectamente lo que sucedió tras la crisis de 2008, cuando se proclamó que el capitalismo salvaje era historia y que un nuevo mundo estaba a la vuelta de la esquina, con los resultados conocidos cuando regresó una relativa bonanza. A Wiseman, esta cuarentena le está pareciendo un remake a cámara rápida de la misma secuencia en el debate de ideas, que él observa con ese lúcido escepticismo con el que la veteranía premia a determinadas mentes: “No soy Nostradamus, pero no podemos decir que el comportamiento humano haya cambiado demasiado en los últimos 20.000 años”.

Biblioteca de São Paulo conta com conteúdo diversificado em seu site e redes sociais

Seguindo orientação do Governo do Estado de SP, a Biblioteca de São Paulo (BSP), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e gerida pela Organização Social SP Leituras (eleita pelo segundo ano consecutivo uma das 100 Melhores ONGs do Brasil), está com o funcionamento ao público suspenso desde o dia 17 de março. Porém, o equipamento tem disponibilizado algumas sugestões de atividades e conteúdos em seu site e redes sociais para que este laço entre os frequentadores e a biblioteca ganhe uma nova dimensão. O objetivo é – em especial neste momento em que as pessoas estão mais em casa em família ou sozinhas – levar entretenimento e informação para a população.

Neste sentido, a BSP tem utilizado seu site e redes sociais não só para informar, como também oferecer conteúdos de interesse. Sugestões de programas do tipo “faça em casa” estão sendo reunidas em materiais nestes canais, em uma iniciativa que vai de encontro à campanha #CulturaemCasa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo (confira, abaixo, alguns dos destaques). Em breve, haverá uma série de conteúdos novos e programação que estão sendo desenvolvidos para serem realizados online (como oficinas virtuais, por exemplo).

A biblioteca conta também com o serviço remoto de sugestão de aquisição de títulos por sócios pelo e-mail contato@bsp.org.br.  Importante ressaltar ainda que a devolução dos livros foi automaticamente renovada, para que não haja qualquer transtorno àqueles que estão com obras do acervo em casa, neste momento.

Confira, a seguir, o que vem sendo feito:

Xadrez – dicas para praticar em casa ou online em https://bsp.org.br/2020/03/23/xadrez-o-que-nao-falta-e-opcao-para-jogar-virtualmente/

Hora do Conto – sugestões para realizar uma contação de histórias https://bsp.org.br/2020/03/20/dicas-para-realizar-a-hora-do-conto-em-familia/

Leitura ao Pé do Ouvido – dicas para promover um luau em casa ou virtual https://bsp.org.br/2020/03/20/saiba-mais-sobre-o-cacador-de-pipas-e-promova-uma-leitura-virtual-entre-amigos/

Clube de Leitura – um encontro sobre literatura pode acontecer mesmo que virtualmente e é o que se propõe em https://bsp.org.br/2020/03/19/clube-de-leitura-para-debater-1984-onde-quiser/

Libras – aprender e praticar a Língua Brasileira de Sinais é o mote de texto disponível em https://bsp.org.br/2020/03/19/confira-as-dicas-para-praticar-libras-em-casa/

Origamis – dicas e links para quem quer começar as dobraduras e para quem já está em nível avançado em https://bsp.org.br/2020/03/27/aprenda-a-fazer-origamis-e-divirta-se-criando-com-papel/

Dica de leitura – “A Volta ao Mundo em 80 Dias” é sugestão de leitura, com detalhes e link para baixar o livro em pdf em site de domínio público em https://bsp.org.br/2020/03/24/vamos-dar-a-volta-ao-mundo-com-julio-verne/

Acervos digitais – matéria que reúne vários links para acervos digitais disponibilizados para acesso gratuito: https://bsp.org.br/2020/03/24/venha-passear-pelos-acervos-digitais-distribuidos-pelo-mundo/

Minichef – matéria sobre atividade para realizar em casa, reunindo gastronomia e literatura. O texto propõe que o público compartilhe, no Facebook da biblioteca, vídeos e fotos ds receita feita em casa: https://bsp.org.br/2020/03/27/59608/ .

Aproximando leitores e autores

A BSP conta com canal no Youtube, que reúne várias sessões do programa Segundas Intenções, realizadas com autores conhecidos. Estes bate-papos com escritores serão destacados, nas próximas semanas, em novos conteúdos disponibilizados no site e nas redes sociais. Veja tudo em: https://www.youtube.com/user/SPbiblioteca .

Saiba mais em:

Biblioteca de São Paulo

Site: https://bsp.org.br/

Facebook: https://web.facebook.com/BSPbiblioteca/

Instagram: https://www.instagram.com/bspbiblioteca/

Fonte: Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

Biblioteca de Proença-a-Nova faz entrega de livros ao domicílio

A Biblioteca Municipal de Proença-a-Nova tem em funcionamento a modalidade de entrega de livros ao domicílio, que pode ser solicitada pelos leitores de qualquer ponto do concelho, foi hoje anunciado.

Biblioteca de Proença-a-Nova faz entrega de livros ao domicílio
POR LUSA

Em comunicado, a Câmara de Proença-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, explica que a a biblioteca municipal, encerrada ao público desde que foi decretado o Estado de Emergência devido à pandemia da covid-19, “já tem a funcionar a modalidade de entrega de livros ao domicílio que pode ser solicitada por qualquer leitor em qualquer ponto do concelho”.

“Desta forma, é igualmente suprimida a ausência da Bibliomóvel – Biblioteca Itinerante de Proença-a-Nova, que deixou de realizar as suas rotas semanais, e dos polos de Sobreira Formosa, Atalaias, São Pedro do Esteval e Montes da Senhora, que se encontram encerrados pelo mesmo motivo”, lê-se na nota.

Para verificarem a disponibilidade de um livro, os leitores podem consultar o catálogo online, acessível na página da biblioteca, em www.biblioteca.cm-proencanova.pt, e, depois de escolhidos os livros (máximo de três publicações por leitor), deverá ser enviado um ‘email’ para biblioteca@cm-proencanova.pt com a identificação dos mesmos, número de leitor, local de entrega, horário preferencial de entrega e contacto telefónico.

Para quem não tiver Internet, pode contactar os serviços pelo número de telefone 274670007, sendo que, além de livros, os utentes podem ainda requisitar DVD.

“Quando for para devolver o empréstimo, o leitor deve entrar em contacto com a biblioteca e agendar o levantamento dos livros que ficam em quarentena antes de serem novamente emprestados”, refere a autarquia.

Outra das novidades implementadas durante este período excecional é que o empréstimo pode chegar até a um mês.

Em Portugal, segundo o balanço feito na quarta-feira pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 187 mortes, mais 27 do que na véspera (+16,9%), e 8.251 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 808 em relação a terça-feira (+10,9%).

Dos infetados, 726 estão internados, 230 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

Fonte: Notícias ao Minuto

Biblioteca ensina crianças e adolescentes a criarem livros

Redação

No “Mês do Livro Infantil”, e como parte da campanha “#ViralizaCultura”, a Biblioteca Municipal “Murilo Mendes”, de Juiz de Fora (MG) lançou manual que incentiva crianças e adolescentes a criarem seus livros.

A produção é de da escritora Margareth Marinho, responsável pelos projetos de incentivo à leitura do equipamento urbano, e organizado pelo gerente de Espaços da Funalfa, Luiz Fernando Priamo.

O material está disponível no instagram @bm.murilomendes. Clique aqui.

A ação faz parte da campanha “#ViralizaCultura” aproveitando que abril é o Mês do Livro Infantil.

No manual, há um passo a passo simples e didático para o texto, a ilustração e pequena biografia do quem escreveu. Há também dicas para a capa da publicação.

Fonte: Rádio FM Itatiaia

Biblioteca Municipal de Jundiaí divulga programação online de abril

A Biblioteca Pública Municipal Prof. Nelson Foot (BNF), localizada no Complexo Argos, definiu a programação on-line de abril de leituras e eventos. Por meio do site da biblioteca, os internautas poderão conferir este mês os livros do poeta e dramaturgo inglês William Shakespeare, que nasceu em abril de 1554 e faleceu, aos 62 anos, em abril de 1616. Outra atração para quem está em casa, por causa do isolamento social recomendado para prevenir a infecção das pessoas pelo Novo Coronavírus (COVID-19), é a seção “É hora de história na BNF”, voltada às crianças.

Com seu espaço físico fechado, Biblioteca Nelson Foot tem seu site cheio de boas dicas para entreter crianças e adultos

O link “Educação – Rotina para quarentena”, elaborado pela Unidade de Gestão de Educação (UGE) de Jundiaí, também compõe a programação e traz sugestões de atividades educativas para as crianças durante o período de suspensão das aulas, como tarefas de estudo, momentos de leitura, recreação dirigida, brincadeiras, indicações de filmes e atividades para toda a família.

Camila Fernandes de Freitas Rosalem, diretora do Departamento de Fomento à Leitura e Literatura da UGE, destaca a variedade de eventos da biblioteca Nelson Foot, que contemplam crianças, jovens e adultos. “Nossa proposta é oferecer aos cidadãos informação, conhecimento e formação, além de opções de lazer nesta época de isolamento social que vivemos”, revelou Camila.

Ainda está no site da biblioteca uma palestra do Programa de Assistência Intensiva ao Tabagista (PAIT), da Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS) de Jundiaí, para os munícipes que querem apoio para deixar de fumar. Os responsáveis são os médicos Carlos Henrique Costa e Carla Ruske. O internauta saberá cinco dicas para quem quer largar o cigarro, problemas e consequências para quem fuma e porque é difícil largar o cigarro.

Outro evento de abril é o workshop on-line “Educação Financeira – Mude seu perfil de endividado para investidor”. O conteúdo do workshop é do educador financeiro Eduardo Sanches. Veja mais opções do site da Biblioteca Pública Municipal Prof. Nelson Foot para abril:

  • Podcast literário, com dicas de canais de podcasts gratuitos;

  • Indicações de audiolivros, indicados para deficientes visuais e disléxicos;

  • Clube de Leitura – Jogos Vorazes, que visa ser um espaço de leitura, estudo crítico e discussões dos quatro romances da autora norte-americana Suzanne Collins;

  • Curso de cinema e literatura, com o orientador Carlos Zaik (especialista em cinema). A proposta do curso, cujo público-alvo é de jovens a partir de 17 anos, é ajudar a produzir um filme a partir de um livro do acervo da biblioteca.

(Fonte/Foto: Prefeitura de Jundiaí)

Fonte: TVTEC News

Nova Biblioteca Municipal de São Sebastião possui acervo de mais de 25 mil livros

Além do acervo de livros, obras especiais e espaço para pequisa, o local também vai disponibilizar serviços de acesso à consulta, sala de estudos e acesso gratuito à internet

Redação

A Prefeitura de São Sebastião, por meio da Fundação Educacional e Cultural “Deodato Sant’Anna” (FUNDASS), vai inaugurar, no próximo mês, a nova Biblioteca Municipal. Com 355 metros quadrados, o novo espaço possui um acervo de aproximadamente 27.000 exemplares e vai contar com projetos culturais voltados aos usuários de todas as idades.

O prédio, climatizado e adaptado para receber o acervo de livros, CDs, obras especiais e periódicos, disponibiliza, também, serviços de acesso à consulta, área específica para literatura, sala de estudos e pesquisas, além de acesso gratuito à internet para auxiliar nos trabalhos escolares.

Inicialmente, a expectativa é atender 1.500 leitores, e, em longo prazo, 3.000 leitores, em vários segmentos, tais como, orientação e pesquisa, empréstimos domiciliares, projeto contação de histórias, oficina de leitura, feiras temáticas, mostras de cinema na videoteca, rodas de conversa literária, lançamentos de livros e outros.

A videoteca terá modernos equipamentos de multimídia para encontros com autores, palestrantes, além de apresentações de filmes e documentários. A Biblioteca Municipal fica na Rua Manoel Rufino, 15, Centro.

Fonte: AgoraVale

Biblioteca Sinhá Junqueira recebe mais de 11 mil visitantes no mês de inauguração

by REDAÇÃO

Relatório mostra que em fevereiro foi realizado o cadastro de quase 3 mil leitores e emprestados mais de 3,5 mil livros

Aberta ao público no dia 7 de fevereiro, a Biblioteca Sinhá Junqueira recebeu a visita de 11.308 pessoas ao longo dos dias de funcionamento do mês de inauguração.

De acordo com o levantamento divulgado nesta semana pela Biblioteca, até o dia 29 de fevereiro foram emprestados 3.558 livros e realizado o cadastro de 2.996 leitores.

“Ainda estamos em processo de adaptação às demandas dos leitores, porém já é possível dizer que os números são impressionantes e que a população de Ribeirão Preto recebeu um dispositivo de muita qualidade e com padrões internacionais de funcionamento”, afirma Ciro Monteiro, coordenador da Biblioteca.

Com um acervo inicial de 11 mil obras, mais de 15 salas de leitura e 40 computadores à disposição, o objetivo da Biblioteca Sinhá Junqueira é o de promover o acesso ao livro e à leitura em múltiplas plataformas, possibilidades e sentidos.

O local conta com programação diversa como clubes de leitura, contação de histórias, visitas monitoradas, oficinas, lançamentos de livros, dentre outras atividades. Além disso, a Biblioteca conta com elevadores para acessibilidade de pessoas com problemas de mobilidade e deficientes físicos, equipamentos modernos que possibilitam a leitura por deficientes visuais e acervo em braile.

O horário de funcionamento é de terça-feira a domingo, sendo de terça a sexta das 9h às 19h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h, todos os dias com entrada gratuita.

Mais informações pelo telefone (16) 3323-7171, e-mail contato@bsj.org.br e pelo site http://bsj.org.br/. Confira também a página da Biblioteca no Facebook (https://www.facebook.com/bibliotecasinhajunqueira) e o perfil no Instagram: @biblioteca_sinha

 

Informações para a imprensa: 

Outras Palavras Comunicação Empresarial

Ana Cândida Tofeti – 16 99128-9419 – anacandida@outras.com.br

Dulcelene Jatobá – 16 99125-5500 – dulcelene@outras.com.br

Telefone: (16) 3610-2554

Site: www.outras.com.br

Fonte: Agora Ribeirão

Biblioteca Municipal envia por aplicativo dicas de filmes inspirados em livros

Biblioteca Municipal envia por aplicativo dicas de filmes inspirados em livros

De acordo com o coordenador da biblioteca, Rafael Antonio da Silva, a ideia é despertar a curiosidade do público em assistir filmes e séries inspiradas em best-sellers, que estão disponíveis no acervo da biblioteca e, com isso, estimular posteriormente o hábito da leitura. Para quem já leu os livros que originaram os filmes, as dicas visam estimular a capacidade de análise, a partir do seguinte mote: “Será que o filme é melhor do que o livro?”.

“Atualmente, a parceria entre literatura e cinema está muito forte. Como a leitura tem o poder de nos transportar para um mundo novo de sensações e sentimentos que imaginamos em nossa mente por meio da narrativa, será que esta mesma história visualizada nas telas de TV e do cinema, incluindo cenários, músicas e atuações, proporciona a mesma sensação? Ou esta é complementada pela leitura?”, destaca o coordenador.

As dicas são enviadas diariamente por meio do BiblioZap. Quem ainda não é cadastrado no serviço e quer receber as dicas, basta enviar uma mensagem de solicitação de cadastro para o BiblioZap, cujo número é (019) 99578-6759. A biblioteca iniciou o serviço BiblioZap em setembro do ano passado.

Confira abaixo a lista de dicas de filmes inspirados em livros da Biblioteca Municipal:

– “A Teoria de Tudo” (inspirado no livro homônimo de Jane Hawking)

Elenco: Eddie Redmayne e Felicity Jones

Direção: James Marsch

 

– “Caixa de Pássaros” (inspirado no livro homônimo de Josh Malerman)

Elenco: Sandra Bullock

Direção: Susanne Bier

 

– “Jumanji”, (inspirado no livro homônimo de Chris Van Allsburg)

Existem duas produções cinematográficas deste livro. A primeira, de 1995, é estrelada pelo falecido ator Robin Williams, e direção de Joe Johnston. A segunda é deste ano, estrelada por Dwayne Johnson e direção de Jake Kasdan.

– “Como Eu Era Antes de Você” (inspirado no livro homônimo de Jojo Moyes)

Elenco: Emilia Clarke e Sam Claflin

Direção: Thea Sharrock

 

– “12 Anos de Escravidão” (inspirado no livro homônimo de Solomon Northup)

Elenco: Chiwetel Ejiofor e Michael Fassbender

Direção: Steve McQueen

 

– “The 100” (série de TV inspirada na coleção de livros homônimos de Kass Morgan)

Elenco: Eliza Taylor

 

– “A Escolha” (inspirado no livro homônimo de Kiera Cass)

Elenco: Benjamin Walker e Teresa Palmer

Direção: Ross Katz

 

– “Outlander” (série de TV inspirada na coleção de livros homônimos de Diana Gabaldon)

Elenco: Caitriona Balfe, Sam Heughan e Tobias Menzies

 

– “Animais Fantásticos e Onde Habitam” (inspirado no livro homônimo de J.K. Rowling)

Elenco: Eddie Redmayne

Direção: David Yates

 

– “Sete Minutos Depois da Meia Noite” (inspirado no livro homônimo de Patrick Ness)

Elenco: Sigourney Weaver e Felicity Jones

Direção: J.A. Bayona

 

– “Jogos Vorazes Em Chamas” (inspirado na coleção de livros homônimos de Suzanne Collins)

Elenco: Jennifer Lawrence

Direção: Francis Lawrence

Fonte: Município de Hortolândia

Biblioteca de Jundiaí disponibiliza vídeos com leituras de livros para crianças

Transmissões pela página da Biblioteca no Facebook prometem animar a quarentena da criançada em casa

A Biblioteca Municipal Professor Nelson Foot está usando as redes sociais para garantir atividades de leituras e contações de histórias para as crianças, enquanto elas estão em casa por conta da quarentena para prevenção e enfrentamento ao Coronavírus (COVID-19). Por meio de transmissões de vídeos pela página da Biblioteca no Facebook, a proposta é garantir pela internet os andamentos do “Leiturinha em foco” e “Lê no Ninho”, propostas de mediações de leituras e acesso ao livro, respectivamente, para indicações de leitura a crianças com mais de quatro anos e sugestões de atividades para pais e cuidadores de bebês.

Quem conduz as transmissões é Carmen Silvia Bulhões, supervisora pedagógica da Biblioteca. “Esta tem sido uma experiência muito positiva, assim como o seu alcance. Já recebi depoimentos de avós que não têm podido ver seus netos, mas mandam o vídeo para que eles assistam. E a seleção das obras privilegia conteúdos alegres e coloridos, para tornar esses dias mais amenos para as famílias”.

De acordo com a diretora do Departamento de Fomento à Leitura da Unidade de Gestão de Educação (UGE), Camila Rosalem, “a proposta surgiu da vontade da equipe da Biblioteca em criar situações positivas para as crianças e suas famílias durante a quarentena. Novos conteúdos devem ser disponibilizados a cada dois dias. Também deveremos usar as redes sociais para indicar aos adultos indicações de títulos de domínio público para download gratuito”.

Durante o período também estão suspensas as multas sobre devoluções com atrasos a partir da última segunda-feira (16), por meio da guarda responsável dos livros. Até o fechamento da biblioteca, cerca de 1500 títulos estavam emprestados. O acervo completo conta com cerca de 50 mil exemplares.

(Fonte/Foto: Prefeitura de Jundiaí)

Fonte: TEVTEC News

Revisão do Manifesto das Bibliotecas Públicas da IFLA-UNESCO

O Comitê de Bibliotecas Públicas da IFLA – International Federation of Library Associations and Institutions está consultando toda a comunidade internacional para fazer a revisão do Manifesto das Bibliotecas Públicas da IFLA-UNESCO, que completou 25 anos, à luz da nova realidade social e tecnológica. Assim, você pode contribuir com essa revisão respondendo o questionário disponível em: https://bit.ly/2wBzFCO

A presidente da FEBAB, Adriana Ferrari é membro do Comitê e será responsável pela compilação das respostas e tradução para o inglês.

Biblioteca Sinhá Junqueira em Ribeirão Preto

Texto por Rachel Lione

Recentemente foi reformada e reinaugurada a Biblioteca Altino Arantes, que passou a se chamar Biblioteca Sinhá Junqueira, a biblioteca de acesso público mais conhecida da cidade de Ribeirão Preto. Ela tem acesso público e gratuito, mas é mantida com verbas de uma fundação com nome da família à qual pertenceu a casa. 

Antes da reforma, a área da biblioteca estava contida no casarão, que abrigava o acervo e algumas salas de leitura. Com a reforma, no espaço do casarão foram feitas várias salas de leitura, com cadeiras e poltronas confortáveis, e na área externa em que havia um imenso jardim, foi construído um anexo, o qual agora abriga o acervo, uma cafeteria, um auditório e uma parte para biblioteca infanto juvenil. Ainda no jardim, foram colocadas várias cadeiras e bancos. 

Fiquei muito feliz em ter em minha cidade uma biblioteca pública, bem próxima ao maior símbolo da cidade que é o Theatro Pedro II, tão moderna, bonita e acolhedora. Sem dúvidas, o centro de Ribeirão Preto necessitava de um local como este, que oferece um acervo de livros de literatura, um espaço para descanso e estudo, com bebedouros e banheiros disponíveis. 

Ao que me parece o foco desta biblioteca é ser um espaço para convivência, e não o acervo propriamente em si, o que me parece muito adequado ao seu público-alvo e a localização em que ela se encontra. Sim, as bibliotecas não são todas iguais e cada uma tem um objetivo e um público-alvo. Por isso eu adoro visitar bibliotecas e basta um olhar de uma bibliotecária, ou de um visitante atento, para notar quem é o público-alvo e o objetivo de uma biblioteca.

Dessa forma, eu escolhi falar sobre esse novo conceito de um espaço tão tradicional da cidade para homenagear meus colegas de profissão, em comemoração ao Dia do Bibliotecário. Feliz dia para nós e que todos os anos tenhamos sempre muitos bons exemplos para nos orgulharmos!

Fonte: Linkedin

Madrid abre el acceso a libros, revistas, películas y series a través de su biblioteca online

Texto por Yaiza Portillo

Para amenizar el tiempo libre extra que tenemos, las bibliotecas municipales habilitan el servicio eBiblio Madrid para todos los ciudadanos. Quedan a tu disposición miles de libros electrónicos, periódicos, prensa, revistas y contenido multimedia, películas y documentales de forma gratuita. No necesitas tener el carnet de la biblioteca, todos los usuarios interesados pueden acceder al contenido de la plataforma.

Las bibliotecas de Madrid ponen su servicio de contenido en la red disponible y gratuito para todos los ciudadanos, según han anunciado esta misma mañana en un comunicado. No será necesario disponer de un carné de bibliotecas públicas de la Comunidad de Madrid para acceder al catálogo de libros, prensa y contenido audiovisual. Para ello han facilitado un usuario provisional hasta que las bibliotecas vuelvan a abrir.

En este enlace puedes consultar todo el catálogo del Área de Cultura, Turismo y Deporte, que ofrece eBiblio. Debido a la situación actual, no solo puedes disfrutar de libros y películas, el Museo del Prado de Madrid explica un cuadro cada día para evadirnos y acercarnos el mundo del arte. Las bibliotecas de todo el mundo también están disponibles gratis en internet. Leer nunca había sido tan sencillo.

Todos los usuarios podrán acceder de manera provisional mientras esté vigente el estado de alarma. No tendrá coste alguno para los usuarios. También se ha pospuesto la entrega de solicitud de alta física hasta que reabran las bibliotecas.

Fonte: Computer Hoy

Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas orienta profissionais sobre coronavírus

Dentre as orientações está a suspensão para os próximos 30 dias do acesso do público externo a bibliotecas, auditórios e outros espaços de uso coletivos

O Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNPB), órgão do Ministério da Cidadania, publicou nesta quarta-feira (18) orientações aos coordenadores dos sistemas estaduais e distrital de bibliotecas públicas. Dentre as orientações está a suspensão para os próximos 30 dias do acesso do público externo a bibliotecas, auditórios e outros espaços de uso coletivos.

Respeitado a autonomia dos entes da Federação, esta Coordenação-Geral compartilha essas orientações no sentido de preservação da saúde pública e do bem-estar da população, bem como dos cuidados com todos os profissionais que trabalham nesses equipamentos”, diz o ofício da coordenação-geral do SNBP.

Tomando por base estudo publicado no periódico científico New England Journal of Medicine sobre sobrevivência do coronavírus em superfícies, o SNBP compartilhou as orientações prestadas pelo Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas do Estado da Bahia, conforme se segue:

Separar uma estante para recebimento do material devolvido;

  1. Receber o livro sempre com luvas;

  2. Acomodar o material recebido na estante separada para esse fim.

  3. Não colocar livro recebido no acervo nos próximos 5 dias, como também não o liberar para empréstimo;

  4. Higienizar as mãos com água, sabão e álcool gel;

  5. Após o período de 6 dias, usando Equipamentos de Proteção Individual, higienizar capa com álcool e papel toalha, descartando o papel toalha em seguida;

  6. Higienizar novamente as mãos seguindo protocolo.

A Coordenação-Geral do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas reitera que essas informações podem ser utilizadas como sugestão para recomendações de conduta para todos os envolvidos na gestão de bibliotecas públicas estaduais e municipais, sempre em observância aos normativos locais, e coloca-se à disposição para eventuais esclarecimentos”, ressalta o ofício assinado pela coordenadora-geral do SNBP, Ana Maria da Costa Souza.

Clique aqui e confira a íntegra do documento

Biblioo Cultural Informacional

Gestão em bibliotecas públicas no contexto híbrido: um estudo comparativo de bibliotecas híbridas no âmbito nacional e internacional em prol do desenvolvimento de comunidades

Texto por Rafaela Carolina da Silva*

A sociedade atual demanda uma postura proativa dos indivíduos para a busca constante por informações. Tal ação é requerida diante de suportes tecnológicos diferenciados que permeiam o contexto social, bem como o incessante interesse em buscar respostas para os seus anseios. Nesse contexto, a biblioteca pública pode propiciar ambientes de estímulo informacional, repercutindo no aspecto de tornar os indivíduos críticos e auxiliando-os no exercício da cidadania e da inclusão socioeducativa.

O termo híbrido tem suas origens na Teoria da Evolução de Darwin e designa-se como um novo modo de descrever tipos de serviços que buscam integrar fontes tradicionais e eletrônicas de informação. O valor de uma informação se dá pelas necessidades de uso, portanto é um bem comum, que deve atuar como fator de inclusão social e como propulsora da cidadania, por meio de sua disponibilização às diferentes camadas sociais. Logo, os espaços híbridos contextualizam processos de crescimento e de desenvolvimento da esfera pública, por meio da promoção da informação. Propiciam que os indivíduos aprendam de modo significativo, colaborando com o meio em que vivem.

A hipótese levantada por este estudo foi a de que as bibliotecas públicas ainda não consideradas híbridas poderiam se transformar em espaços híbridos, a fim de realizar a inclusão das comunidades no que tange às suas necessidades informacionais, com ambientes de destaque para o crescimento e desenvolvimento local. Nesse sentido, a premissa foi de que o trabalho de uma biblioteca rumo à construção da cidadania deve considerar os diferentes tipos de usuários e suas necessidades informacionais.

Diante disso, a pesquisa procurou verificar o potencial que as bibliotecas híbridas oferecem à sociedade, estabelecendo um elo entre ambientes híbridos, gestão informacional e o processo de desenvolvimento das comunidades em bibliotecas públicas. Entendeu-se, portanto, que a biblioteca pública tem um impacto direto na gestão das comunidades, proporcionando a construção da cidadania, tanto para a ordem social quanto para a tecnologia e para a economia.

O objetivo do estudo foi verificar como as bibliotecas híbridas, por meio de ações públicas, tecnologias e estruturas organizacionais, poderiam oferecer estratégias de desenvolvimento nas comunidades nas quais estão inseridas. De modo mais específico, buscou-se delinear um panorama acerca dos conceitos das bibliotecas híbridas consolidadas no cenário nacional e internacional; identificar e caracterizar as bibliotecas híbridas de referência; analisar, por meio de indicadores de impacto, a ação da biblioteca híbrida perante a comunidade; elaborar categorias para as quais existem mudanças no ambiente informacional; e oferecer subsídios para a elaboração de projetos para hibridez nas bibliotecas públicas.

Na metodologia, optou-se por uma abordagem qualitativa, do tipo descritiva e exploratória. A Análise de Conteúdo caracterizou-se como um recurso metodológico, utilizado para levantar os indicadores de impacto que nortearam os aspectos a serem comparados no Estudo de Casos Múltiplos das bibliotecas públicas híbridas abarcadas no estudo. Os indicadores destacados foram: grupos de trabalho, abordagem sociocultural, treinamento de usuários, softwares inovativos, informação via eletrônica e acesso remoto.

No cenário internacional, percebeu-se que os casos existentes se faziam presentes, em sua maior concentração, no Reino Unido, mais especificamente, em países como Escócia e Inglaterra. Assim, ocorreu a escolha para a coleta de dados nessa região, local onde a pesquisadora se fez presente, através de um estágio no exterior.

A coleta de dados ocorreu com a observação participativa e com a aplicação de questionários e de entrevistas aos gestores das bibliotecas. Procurou-se entender como eram tratados aspectos acerca da capacitação de funcionários, da inclusão social, da conjectura entre tecnologias, da estrutura física, do desenvolvimento de comunidades e da capacitação de usuários nos ambientes híbridos.

Em âmbito nacional, destacaram-se, no levantamento dos dados, as seguintes bibliotecas públicas brasileiras, ditas híbridas: Biblioteca de São Paulo (BSP); Biblioteca Parque Villa-Lobos (BVL); Biblioteca Híbrida Especializada em Gestão Social (BHEGS), do Centro Interdisciplinar em Gestão Social (CIAGS) da Universidade Federal da Bahia (UFBA); Biblioteca Nacional de Brasília (BNB); e Biblioteca Central da Universidade Nacional de Brasília (BCE). No cenário internacional, as bibliotecas públicas híbridas de destaque, incluindo bibliotecas do tipo pública, mas, universitárias, foram: biblioteca da Robert Gordon University; biblioteca da University of Aberdeen; biblioteca da University of Edinburgh; Central Library of Dundee biblioteca da Liverpool Hope University; Central Library of Liverpool; e Central Library of Aberdeen.

Como resultado, percebeu-se que tanto no cenário nacional quanto internacional destacou-se o índice da abordagem sociocultural. Entretanto, no cenário nacional, sua ação é limitada, com poucos programas e projetos para esse indicador.

As bibliotecas públicas híbridas de São Paulo entendem que a hibridez consiste em tornar o ambiente da biblioteca um espaço vivo, no qual o usuário é o protagonista dentro da instituição, não só através do acesso à informação em diferentes suportes e mídias, como também pela convivência e interação social. No Distrito Federal, o conceito está mais ligado à convergência de tecnologias.

De maneira geral, no Reino Unido, as bibliotecas públicas híbridas utilizam as TIC como ferramentas estratégicas para propiciar a cidadania do indivíduo, ou seja, para promover formas igualitárias de acesso à informação, respeitando as fases da vida das pessoas e suas diferenças sociais. Busca-se, assim, que a biblioteca se torne um espaço de entretenimento, comunicação, interação social, estudo, pesquisa e extensão.

Por meio de planos de desenvolvimento de atividades, as bibliotecas britânicas trabalham em conjunto com os objetivos primários da instituição, atentando-se a profissionais e pesquisadores e trabalhando em conjunto com outras bibliotecas e organizações, a fim de promover uma rede de informação que lide com situações complexas, prioridades e principais ações a serem desenvolvidas pela instituição. Dessa maneira, elas criam oportunidades para abordar as desigualdades significativas na sociedade, propiciando uma educação melhor e, consequentemente, contribuindo para que seus usuários sejam direcionados a uma gama de oportunidades futuras de emprego.

Comparando a literatura das bibliotecas híbridas britânicas com a literatura das bibliotecas híbridas brasileiras, é possível perceber que, no que se refere aos produtos e serviços, os pesquisadores das bibliotecas brasileiras buscam promover bibliotecas on-line, mapotecas, galerias de fotos, atividades extensas, projetos de rádio social, projetos de utilidade pública, salas de imprensa, pesquisa e investigação. Além disso, na prática, essas bibliotecas desenvolvem atividades como contação de histórias, jogos sensoriais, jogos que incentivam a criatividade, iniciação e estimulação do poder cognitivo, clube de leitura, jogos de tabuleiro, troca mensal com escritores convidados e acesso à leitura para pessoas com baixa mobilidade, dificuldades de visão e/ou audição. Em relação aos seus processos de atuação, tais bibliotecas promovem a recomendação de publicações, ensino, pesquisa e extensão, suporte à gestão, diretrizes gerais de busca da informação, inclusão digital, acessibilidade, visitas guiadas, sugestão ao público de autores, livros e assuntos, construção coletiva, alfabetização, debate de questões cotidianas, interação com usuários, encorajamento à pesquisa e promoção do gosto pela leitura.

As bibliotecas britânicas trabalham com centros para coleções de pesquisa, espaços de estudo, galerias, exposições, auxílio on-line ou via telefone, coleções on-line, coleções impressas, serviços digitais e impressos, acesso a revistas on-line, rede sem fio, fotocópia, impressão e digitalização. Elas mantêm o sistema atualizado com e-publicações, recursos disponíveis para qualquer tipo de deficiência física e/ou mental, acesso remoto, materiais especiais, acordos entre bibliotecas e organizações, acesso aberto a bases de dados, oficinas para identificar os temas-chave a serem explorados, análise das competências de seus funcionários, além de promoverem eventos, como contação de histórias e jogos sensoriais. Na prática, essas bibliotecas também desenvolvem soluções para necessidades de aprendizagem, avaliação da viabilidade potencial da instituição, desenvolvimento pessoal, desenvolvimento de carreira, educação continuada, trabalho voluntário, ensino à distância e cidadania digital, introduzindo o conceito de web dentro da biblioteca.

Importante destacar que ambos conceitos de bibliotecas híbridas trabalham para a interação entre a natureza da coleção, as aquisições, o acesso aberto e a informação compartilhada, oferecendo suporte à informação, inclusão social, infraestrutura, acessibilidade e uma grande arquitetura de informação. Decorrente desses resultados, as diretrizes para o desenvolvimento de bibliotecas híbridas elaboradas pela autora foram compostas pelos seguintes elementos: Diretriz 1 – Diagnóstico: levantamento arquitetônico; estudo de necessidades; medição da satisfação dos usuários; análise da capacidade e flexibilidade do edifício; análise da organização técnica e automação da coleção; condições ambientais; Diretriz 2 – Análise e Concepção do Plano de Melhoria: seleção e aplicação de normas internacionais para bibliotecas públicas e/ou universitárias; seleção e aplicação das normas de construção civil e proteção ambiental; modelamento da arquitetura e do projeto da biblioteca em software específico para esta finalidade; Diretriz 3 – Encontro Interdisciplinar: profissionais convergentes, como arquitetos, designers, bibliotecários, engenheiros, designers de interiores, pedagogos, professores, assistentes sociais; quadros regulamentares; padrões e indicadores; distribuição de espaços; design da biblioteca; Diretriz 4 – Desenvolvimento da Identidade da Biblioteca: tabela de capacidades (recursos físicos, financeiros, humanos e cognitivos); Diretriz 5 – Seleção de Móveis, Equipamentos e Tecnologia: salas de leitura formal e informal; salas de estudo particulares e coletivas; prateleiras; mesas e cadeiras; lousas; controle de acesso; reprografia; segurança; sinalização; serviços complementares; automação hipertextual; acervo digital; software de automação de bibliotecas; audiolivros; tablets; livros digitais; código de barras; Diretriz 6 – Implementação e Ajuste de Serviços: restauração e limpeza da coleção; embalagem e armazenamento temporário da coleção; desmontagem de prateleiras; reabilitação de espaços; montagem e configuração do novo mobiliário; instalação e configuração de equipamentos e novas tecnologias; instalação de instrumentos de sinalização.

A pesquisa concluiu que algumas semelhanças entre as bibliotecas do Reino Unido e as do Brasil estão intimamente ligadas à proposta de que o papel das bibliotecas híbridas é mover ações para criar oportunidades de leitura e escrita para todos os grupos de sua população de usuários. No entanto, a grande diferença está no fato de as primeiras possuírem uma forte base teórica na literatura para o desenvolvimento de suas práticas, o que reflete nas múltiplas ações que concretizam o sentido do hibridismo nessas instituições, em contrapartida com o cenário brasileiro.

*Doutoranda e Mestra em Ciência da Informação pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Unesp Marília, na linha de Pesquisa Gestão, Mediação e Uso da Informação. Bolsista FAPESP. Foi bolsista CAPES. Membro do Grupo de Pesquisa Informação, Conhecimento e Inteligência Organizacional (ICIO). Fez estágio de pesquisa na Robert Gordon University, Escócia, Reino Unido (Setembro a Dezembro de 2016). Especialista em Psicopedagogia Institucional pela FUNDEPE, Marília/SP. Graduada em Biblioteconomia, onde também foi bolsista FAPESP. Atualmente dedica-se à pesquisa científica, trabalhando principalmente na interdisciplinaridade dos temas: Bibliotecas híbridas; Conceito de hibridez em bibliotecas; Desenvolvimento social; Gestão da informação; e Desenvolvimento de comunidades.

Biblioteca monta espaço de leitura especialmente para as crianças

A Biblioteca Municipal “Guilherme de Almeida” de Guararapes possui, agora, um espaço especialmente criado para o público infantil.

Aproximadamente dois mil exemplares, a maioria acervo infantil, foram doados pela Biblioteca Municipal “Rubens do Amaral” de Araçatuba, sob a responsabilidade da bibliotecária Renata Ribeiro de Lima. Essa iniciativa é uma prática que vem sendo realizada entre as bibliotecas do interior para o fortalecimento da prática pela leitura.

A partir daí, por meio do Departamento de Cultura e Turismo, surgiu a ideia de montar um local adequado e atrativo para as crianças, e ao mesmo tempo despertar o interesse pela leitura. A coletânea apresenta livros ilustrados das mais variadas formas, cores e tamanhos.

Para a diretora da Cultura e Turismo, Dora Leila Henrique, aos poucos, o conceito antigo de biblioteca está mudando e se tornando um espaço mais lúdico. “Queremos oferecer um serviço cada vez mais qualificado aos usuários”, completa a diretora.

A organização dos livros está sendo feita pela bibliotecária Tabata Ponce, que explicou que os exemplares estão separados  por cores, que indicam o nível da leitura e facilita para que a criança faça sua própria escolha e assim, desenvolve sua própria autonomia.

Outra novidade que a criançada vai poder usufruir é a Gibioteca, que contém um acervo de 450 gibis da Turma da Mônica e de seus personagens como o Cascão, Cebolinha, Magali e Chico Bento.

Os gibis eram uma coleção particular e pertenciam à munícipe Marly Eiras que faleceu há pouco tempo, mas sua paixão pelas histórias em quadrinhas está sendo compartilhada com a população.

O projeto Biblioteca Infantil busca incentivar o processo de formação de indivíduos leitores, oferecendo uma variedade de formatos que possam estimular e despertar a curiosidade dos pequenos desde os primeiros contatos com os livros.

Fonte: Prefeitura Municipal de Guararapes

 

Biblioteca Municipal de Itaquá ganha Clube de Leitura

Incentivar a leitura e a indicação de bons livros. Esse é o propósito do Clube de Leitura, projeto que acaba de ser criado pela Secretaria de Cultura de Itaquaquecetuba. A iniciativa prevê encontros mensais sempre na última sexta-feira de cada mês, na Biblioteca Pública Municipal ‘Prof. Aroldo de Azevedo’, onde haverá conversas e discussões sobre uma seleção de títulos escolhidos para fazerem parte desta ação até o final do ano.

O primeiro encontro está marcado para o dia 27 de março, às 15h, na Biblioteca, localizada na Avenida João Fernandes da Silva, 53, no bairro Vila Virgínia. Na ocasião, os leitores poderão trocar experiências e as suas impressões sobre o livro ‘O Quinze’, da escritora Rachel de Queiroz, que retrata a seca do nordeste em 1915.

Segundo a bibliotecária Mariana Ferreira, o lançamento do Clube de Leitura da Secretaria de Cultura marca também as ações em homenagem às mulheres, em menção ao Dia Internacional de Mulher, celebrado em 8 de março, e por isso a escolha de uma obra escrita por uma mulher para abrir o cronograma.

A programação completa dos livros que farão parte dos encontros até o final do ano já está disponível e trará discussões em torno de títulos como “O Pequeno Príncipe” (abril), “O Diário de Zlata: a vida de uma menina na guerra” (maio), “Cem gramas de Centeio” (junho), “Romeu e Julieta” (julho), “Doze contos Peregrinos” (agosto), “O Auto da Compadecida” (setembro), “O menino do Dedo Verde” (outubro) e “Graduado em Marginalidade” (novembro).

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 4754-2111.

Fonte: Prefeitura Municipal de Itaquaquecetuba

A Editora da Unicamp irá doar mais de 60 mil livros para bibliotecas públicas, ONGs e presídios do estado de São Paulo

A Editora da Unicamp já vendeu inúmeros livros e, atualmente, mantém em seu catálogo 500 títulos disponíveis para compra. Porém, muito mais do que comercializar obras, ela tem como objetivo principal compartilhar conhecimento e incentivar a leitura em todos os espaços. Por esse motivo, lançou a campanha de doação de livros para instituições do Estado de São Paulo, que tem como propósito difundir produções intelectuais de qualidade, tornando obras de cunho técnico, artístico e científico acessíveis a públicos diversos.

De acordo com a pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, realizada pelo Instituto Pró Livro (2016), a média anual de livros lidos pelos brasileiros entre 2011 e 2015 foi de apenas 4,96 e, destes, somente 2,43 foram lidos do começo ao fim. Além disso, os dados mostraram que 44% da população ainda não possuía o hábito de leitura e 30% nunca havia comprado um livro. Tais números não só evidenciaram a necessidade de ações de estímulo à leitura, como também revelaram a importância de disponibilizar para a população um acervo com conteúdo atrativo e útil, sem a necessidade de gastar dinheiro.

Pensando nisso, foi criada a campanha de doação da Editora da Unicamp. A fim de entregar para cada público títulos que abordem assuntos relacionados aos seus interesses, foram organizados três lotes. O lote A, destinado a bibliotecas de escolas de Ensino Médio, traz títulos como O demônio familiar, de José de Alencar e O futuro, de Machado de Assis. O lote B,  reservado a bibliotecas não especializadas, contém obras como Gramática do português falado, de Ataliba Castilho e Saúde reprodutiva na esfera pública e política, de Maria Coleta Oliveira. O lote C indicado para bibliotecas universitárias é composto por livros como Por uma arquitetura dos espaços abertos, de Flávia Brito Garboggini, e Tópicos em termodinâmica estatística e processos dissipativos, de Roberto Luzzi.

Outro aspecto que destaca a ação promovida pela Editora é a escolha das instituições que poderão receber a doação dos livros: bibliotecas públicas municipais, de escolas, de universidades, de presídios, de organizações não governamentais sem fins lucrativos, exclusivamente do estado de São Paulo.

  • Bibliotecas públicas

Por serem um ambiente fundamental na trajetória de qualquer cidadão, ações para a promoção das bibliotecas são sempre bem-vindas, especialmente quando as tornam um espaço mais atrativo para as pessoas.

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  • ONGs

Por desenvolverem projetos que estimulam a leitura, principalmente, para grupos socialmente desfavorecidos, tais instituições merecem todo apoio.

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  • Presídios

Além de contribuir para a diminuição da pena dos detentos, o programa de incentivo à leitura, desenvolvido dentro das penitenciárias, dá oportunidade para o indivíduo enxergar sua situação e seu futuro na sociedade a partir de uma nova perspectiva. A qualidade e o conteúdo dos livros adotados são fatores fundamentais para o êxito do projeto.

3

Ficou interessado na campanha? Confira o edital completo, conheça todas as informações e a relação de títulos designados para cada lote. E atenção: as solicitações serão recebidas somente até 16 de maio de 2020.

Fonte: Blog da Editora da Unicamp

Biblioteca Municipal: literatura infantil, infanto-juvenil, romances e obras para vestibulares estão disponíveis

109 novos livros entraram no acervo da Biblioteca Municipal Martinico Prado neste mês. Entre as temáticas disponíveis para empréstimos estão literaturas infantis e infanto-juvenis, romances nacionais e estrangeiros, jornalismo, games, história, política, religião, poesia e obras exigidas nos vestibulares da Fuvest/USP e da Unicamp.

Entre as novidades estão “Nove Noites”, de Bernardo Carvalho (obra exigida na Fusvest/USP); “Os olhos do dragão”, do norte-americano Stephen King; “A Guerra dos Tronos”, de George R. R. Martin, obra que foi a base do seriado produzido pelo canal HBO; “Um tesouro de contos de fadas” com inúmeros textos infantis clássicos; “Uma casa para o Sr. Biswas”, do ganhador do Prêmio Nobel de Literatura Vidiadhar Naipaul; “Clarice: uma vida que se conta”, de Nádia Batella Gotlib, biografia da escritora Clarice Lispector;  “O livro das religiões”, de Victor Hellern, Henry Notaker e Jostein Gaarder; “Jogada Final”, de Rezendeevil; “Golda”, de Elinor Burkett, sobre a ex-primeira-ministra de Israel; “A teus pés”, de Ana Cristina César (obra exigida na Unicamp); “Monstros microscópicos” de Nick Arnold; e “A jangada de pedra”, do autor laureado português José Saramago. (Clique aqui e acesse o catálogo do mês de março).

Quero emprestar um livro. Como eu faço?

Emprestar livros da Biblioteca Municipal é muito fácil. Basta realizar cadastro no local, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira, apresentar comprovante de residência (contas da Elektro ou do Saema), CPF (Cadastro de Pessoa Física), RG (Carteira de Identidade) e pagar taxa única de R$ 8,55.  Com o cadastro, o usuário recebe uma carteirinha que possibilita acesso aos serviços. Menores de idade devem estar acompanhados dos responsáveis.

Os empréstimos de livros são válidos por 15 dias, sendo a renovação realizada pessoalmente ou pelo telefone 3551-1534. No site da Prefeitura de Araras (www.araras.sp.gov.br), há possibilidade de consultar o acervo do local, clicando no ícone “Biblioteca Municipal”. São mais de 35 mil exemplares à disposição dos leitores.

A Biblioteca Municipal Martinico Prado fica na Rua. Dr. Armando Sales de Oliveira, s/nº, Centro.

Fonte: Notícias de Araras

Exemplar de livro raro de Isaac Newton é descoberto em biblioteca em Córsega

Um exemplar da primeira edição de um livro de Isaac Newton, na qual ele expõe suas três leis sobre o movimento, que juntamente com a da gravitação universal criaram os fundamentos da física moderna, foi encontrado em uma biblioteca na ilha francesa da Córsega.

Vannina Schirinsky-Schikhmatoff, diretora de conservação da biblioteca pública Fesch em Ajaccio, Córsega, revelou que encontrou uma cópia desta obra do século XVII ao estudar um índice de quem era o fundador da biblioteca, Luciano Bonaparte, um dos irmãos de Napoleão.

“Encontrei este ‘santo graal’ na sala principal (da biblioteca), escondido nas estantes superiores”, contou à AFP.

“A capa está um pouco danificada, mas o interior está em excelentes condições. Trata-se da pedra angular da (aplicação) das matemáticas modernas”, afirmou.

O texto em latim, “Philosophiae Naturalis Principia Mathematica” (Princípios matemáticos da filosofia natural), é a obra-prima publicada pela primeira vez por Newton em 1687.

O célebre físico se inspirou ao ver uma maçã cair de uma árvore de seu jardim em Grantham, Inglaterra, o que o levou a elaborar as leis clássicas da gravidade, do movimento e da ótica.

As traduções para inglês foram publicadas posteriormente, mas as edições originais (“editio princeps”) são particularmente apreciadas pelos colecionadores.

“Um exemplar de uma primeira edição em latim foi vendida por 3,7 milhões de dólares em um leilão realizado pela Christie’s anos atrás, e é a mesma que a da biblioteca de Ajaccio”, afirmou Schirinsky-Schikhmatoff, referindo-se a um leilão em Nova York, em dezembro de 2016.

Não se trata da primeira raridade encontrada na biblioteca Fesch desde o início de uma revisão exaustiva de seu acervo de coleções há alguns anos.

Em 2018, Schirinsky-Schikhmatoff descobriu o estudo “Thesaurum Hyeroglyphicorum” sobre hieróglifos egípcios datado de 1610, cerca de dois séculos antes de o francês Jean-François Champollion decifrar parte da “Pedra de Roseta”

Fonte: Estado de Minas

Biblioteca pública de Campinas recebe 2ª edição do ELAS com feira de artistas e apresentações culturais

By Cultura Carta Campinas

O ELAS chega em sua segunda edição trazendo novidades: esse ano o evento contará com palestras e bate-papos, além da exposição de arte e feira de artistas. Toda a programação acontecerá ao longo do dia 07 de março de 2020, na Biblioteca Pública de Campinas.

(Foto: Facebook Elas 2020)

Em seu primeiro ano, o evento aconteceu no dia 09 de março de 2019 e partiu do desejo de celebrar – por meio da iniciativa artística – a vida das mulheres que por tantos anos esteve silenciada. O resultado foi a participação de 40 artistas expondo obras e ainda um artist alley com 12 mulheres comercializando seus trabalhos.

O ELAS de 2019 foi surpreendente e tomou proporções não esperadas por seus idealizadores, o que fez com que os fundadores do projeto decidissem torná-lo uma iniciativa cultural a ser realizada anualmente. Por isso, na edição deste ano serão trazidas palestras e bate-papos para aprofundar os debates sobre a participação feminina na criação, no mercado e na sociedade. Outro ponto de mudança é o ELAS no Alley, pois, diferentemente do ano anterior, a feira de artistas que irão expor seus trabalhos saltou de 12 para 60 mulheres.

O evento é totalmente gratuito e contará ainda com food trucks para o público participante e também apresentação de grupo musical e de dança composto apenas por mulheres. (Carta Campinas com informações de divulgação)

ELAS 2020

Data: 07 de março de 2019

Horários: Das 11h à 20h

Local: Biblioteca Pública de Campinas – Av. Benjamin Constant, 1633 – Centro, Campinas

Organizado por Laís Bicudo (Ilustradora), Luiza Bonon (Ilustradora e Designer) e Fabio Vieira (Ilustrador e Educador). Apoio e parceria: Prefeitura de Campinas

Entrada gratuita

Fonte: Carta Campinas

Mulheres estão no centro da programação de março na Biblioteca de São Paulo

Texto por Geyse Garcia

Este mês, a Biblioteca de São Paulo, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, gerida pela Organização Social SP Leituras (entre as 100 Melhores ONGs do Brasil, pelo segundo ano consecutivo), traz uma programação repleta de oficinas, clubes de leitura e outras atividades voltadas para as mulheres. No dia 8, comemora-se o Dia Internacional da Mulher e nada mais justo e necessário do que colocá-la no centro da programação, seja como tema, seja como público-alvo.

A programação do “Leitura ao pé do ouvido”, em que frequentadores da biblioteca são convidados a ouvir a leitura de trechos de livros, traz três escritoras mulheres dos quatro previstos: a americana Angela Davis e as brasileiras Aline Bei e Jarid Arraes. Todas as sextas, das 16h30 às 17h. Veja as obras que serão lidas na programação abaixo.

A cordelista cearense Jarid Arraes também será convidada do “Segundas Intenções” deste mês, no sábado, 28, das 11h às 13h. A autora do premiado “Redemoinho em dia quente”, vencedor do APCA de Literatura na categoria contos, e dos livros “Um buraco com meu nome”, “As lendas de dandara” e “Heroínas negras brasileiras em 15 cordéis” vai falar sobre sua carreira e obra. A mediação será do jornalista Manuel da Costa Pinto.

Na “Oficina de poesia para mulheres” – a poeta, tradutora, editora e curadora literária Lubi Prates parte do gênero para pensar o lugar social determinado para os corpos de mulheres cis e transgênero. Além do gênero, serão considerados outros marcadores sociais, como raça, classe e outros elementos que contribuem para a construção pessoal e são importantes para se alcançar uma dimensão poética. Os encontros, para pessoas maiores de 16 anos, acontecerá no sábado e domingo, 14 e 15, das 10h às 12h. Veja abaixo como fazer as inscrições.

DICA

A dica do mês é o programa “Vespertino”, uma realização do Secs Santana, que inicia a série “Presença Negra na Música Erudita”, com quatro concertos dedicados a compositoras e compositores negros de todo o mundo. O pianista Hercules Gomes apresenta, no primeiro recital, um repertório voltado para música brasileira, abrangendo desde o período colonial, com o Padre José Maurício Nunes Garcia (1767-1830), até os dias atuais, com Laércio de Freitas, Moacir Santos e composições próprias, passando pelo período da formação da música brasileira, com Joaquim Callado, Patápio Silva e Pixinguinha. Será no domingo, 29, das 15h às 16h.

Sobre a BSP

A biblioteca tem programação que atende públicos de diferentes faixas etárias e interesses diversos. Com oficinas, contações de histórias, cursos e atividades como xadrez e yoga, o equipamento vai além do acervo, promovendo, sobretudo, o compartilhamento de experiências e saberes. Inaugurada em fevereiro de 2010, a BSP foi inspirada na Biblioteca de Santiago, no Chile, faz parte do SisEB (Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo) e totaliza 40 mil itens (livros, DVDs, CDs, além de jogos) no acervo. Pessoas com deficiência possuem acesso integral a todos os ambientes e podem utilizar o conjunto de audiolivros, livros em Braille e demais equipamentos de acessibilidade.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DE MARÇO NA BSP:

INFANTIL

Hora do conto” – Contação de histórias da literatura infantojuvenil, para aguçar o hábito da leitura e a imaginação das crianças. Com equipe BSP. Não é necessário inscrição.

Sextas-feiras, às 15 horas

Dia 6 – “O pássaro lapão”, de Pedro Bandeira
Dia 13 – “O cabrito que era cachorro”, de Cris Miguel e Sérgio Serrano
Dia 20 – “Bruxas enfeitiçadas”, de John Patience
Dia 27 – “As cabras”, de Cris Miguel e Sérgio Serrano

Sábados e domingos, às 16 horas.

Dia 1º – “Villa-Lobos – o maestro”, de Lucia Fidalgo. Com a Cia. Três Lunas
Dia 7 – “Procura-se: Carlinhos Coelho, o ladrão de livros”, de Emily Mackenzie. Com Recantação
Dia 8 – “As antiprincesas”, de Juana Azurduy. Com a Cia. Luarnoar
Dia 14 – “A Saga do balão”, baseado em poemas de Manuel Bandeira. Com o Grupo #BoraLê (Interpretação em Libras)
Dia 15 – “Mortina: uma história que vai fazer você morrer… de rir”, de Barbara Cantini. Com Paula Dugaich
Dia 21 – “Sementes de papel”, de  Bea e Silvia Gil. Com Irene Tanabe
Dia 22 – “Um dia, um rio”, de Leo Cunha. Com a Cia. Hespérides
Dia 28 – “Babuxa”, de Almir Correia. Com Marina Bastos
Dia 29 – “O colecionador de águas”, de Elaine Pasquali Cavion. Com a Cia.Cantando Cont

Lê no Ninho” – Atividade de estímulo e iniciação à leitura para crianças entre 6 meses e 4 anos, realizada com livros lúdicos, tablets, contação de histórias e músicas. Pais e responsáveis podem, ao fim emprestar os kits utilizados, com dois livrinhos e um fantoche, e reproduzir a experiência em casa. Sábados e Domingos, das 11h às 11h45. (nos dias 8 e 22, a atividade acontece no Parque da Juventude, dentro do programa Domingo no Parque). Com equipe BSP. Vagas limitadas, preenchidas por ordem de chegada.

Brincando e Aprendendo” – Programa que reúne intervenções, jogos teatrais, atividades rítmicas e brincadeiras educativas. A partir de 7 anos. Com equipe BSP. Vagas limitadas, preenchidas por ordem de chegada.

Quartas-feiras, das 15h às 16 horas.

Dia 4 – Corrida de bexigas
Dia 11 – Desafio: castelo de copos
Dia 18 – Estoura balões: Dia da Poesia
Dia 25 – Futebol

Pintando o 7” – Atividades para pintar, desenhar, colar e criar, inspiradas em temas literários, ecológicos e culturais, desenvolvendo assim as capacidades artísticas e criativas das crianças. A partir de 6 anos. Com equipe BSP. Vagas limitadas, preenchidas por ordem de chegada.

Quintas-feiras, das 15h às 16h.

Dias 5  e 12 – Atividades paralelas à “Exposição Invenções Gráficas na Ilustração”
Dia 19 – Confecção de foguetes
Dia 26 – Confecção de animais de papel

TODOS OS PÚBLICOS

Exposição Invenções Gráficas na Ilustração Ibero-americana – Criada a partir do Catálogo Ibero-América Ilustra (publicação realizada anualmente desde 2010 pela Fundação SM em parceria com a FIL Guadalajara – Feira Internacional do Livro de Guadalajara), a exposição tem curadoria do ilustrador Fernando Vilela, foi concebida e apresentada em 2019 no Instituto Tomie Ohtake. Visitação: terça a domingo, das 9h30 às 18h30. Até 29 de março. Parceria: Instituto Tomie Ohtake, Fundação SM e Biblioteca de São Paulo.

Jogos Sensoriais” – Divertida experiência lúdica que estimula as habilidades sensoriais e a memória, com jogos e brincadeiras para pessoas com e sem deficiência. Terças-feiras, , das 15h às 16. A partir de 11 anos. Com equipe BSP. Vagas limitadas, preenchidas por ordem de chegada.

Domingo no Parque” – Espaço de leitura para toda a família com sessões de contação de histórias, no Parque da Juventude. Não é necessário inscrição. Em caso de chuva, a atividade será realizada dentro da Biblioteca.

Dia 8

11h às 11h45 – Sessões do programa Lê no ninho. Com a equipe BSP
12h às 16h – Espaço de leitura para toda a família com sessões de contação de histórias. Com a Trupe Pitirilo

Dia 22

11h às 11h45 – Sessões do programa Lê no ninho. Com a equipe BSP.
12h às 16h – Espaço de leitura para toda a família com sessões de contação de histórias. Com Os Fabulistas

Jogos para Todos! Oficina de xadrez”: Os participantes aprendem as regras, os movimentos das peças e algumas táticas do xadrez, além de disputar partidas. Pessoas com deficiência visual dispõem de tabuleiros adaptados. Sábados, das 11h às 13h.  Com a FOX – Formação e Orientação de Xadrez. Vagas limitadas, preenchidas por ordem de chegada.

Leitura ao pé do ouvido” – Frequentadores da biblioteca são convidados a ouvir a leitura de trechos de livros, podendo conhecer assim novos autores, títulos e assuntos. Com equipe BSP. Não é necessário inscrição.

Sextas-feiras, das 16h30 às 17h

Dia 6 – “Mulheres, cultura e política”, de Angela Davis
Dia 13 – “O peso do pássaro morto”, de Aline Bei, e “Identidades”, de Felipe Franco Munhoz
Dia 20 – “O caçador de pipas”, Khaled Hosseini
Dia 27 – Aquecimento Segundas Intenções: “Um buraco com meu nome”, de Jarid Arraes

Sala de videogames” – A BSP oferece aos seus frequentadores mais uma opção de diversão, uma sala equipada com videogame, com os jogos mais legais do momento. De terça a sexta, das 9h30 às 18h. Aos sábados e domingos, das 10h às 18h. Vagas limitadas, preenchidas por ordem de chegada.

BSP até você – Projeto aproximação” – Toda semana, um grupo de funcionários realiza atividades recreativas e culturais, na quadra esportiva da Comunidade Zaki Narchi, com as crianças que ali moram. Quartas-feiras, das 10h30 às 11h30. Não é necessário inscrição.

JOVEM

Luau BSP” – O programa apresenta aos jovens temas relacionados à música, literatura, poesia, atualidade e espaço para apresentações artísticas. Com equipe BSP. A partir de 13 anos. Quintas-feiras, das 12h30 às 13h30. Não é necessário inscrição.

ADULTO

Oficina de poesia para mulheres” – Oficina de escrita poética para mulheres, cis e trans, que parte do gênero para pensar o lugar social determinado para estes corpos. Com Lubi Prates, poeta, tradutora, editora e curadora literária. A partir dos 16 anos. Sábado e Domingo, 14 e 15, das 10h às 12h. Inscrições a partir das 10h do dia 3 de março, pelo link www.bsp.org.br/inscricao

Narração de histórias e imagem narrativa” – Nesta oficina, os alunos são iniciados na arte da narrativa oral, formando uma roda de histórias. Na segunda parte, os participantes criarão uma narrativa ilustrada, utilizando desenho e colagem para criar um livro coletivo. Stela Barbieri é autora de 24 livros infanto juvenis. Como artista expôs no Brasil e exterior e tem obras nas coleções do Centro Cultural São Paulo em outros museus. É assessora de artes da educação infantil e ensino fundamental na escola Vera Cruz  e atualmente faz parte do conselho da Pinacoteca do Estado de São Paulo. Fernando Vilela publicou mais de 90 livros ilustrados em dez países, dentre os quais 20 são de sua autoria. Realizou diversas exposições no Brasil e no exterior e possui obras em importantes coleções, como a do Museum of Modern Art (MoMA) de Nova York e da Pinacoteca do Estado de São Paulo. A partir de 16 anos. Sábado, 21, das 14h às 17h30. Inscrições a partir das 10h do dia 21 de fevereiro, pelo link www.bsp.org.br/inscricao

Clube de Leitura 6.0” – Destinado ao público com mais de 60 anos, os encontros terão leituras e discussões de livros lidos por meio de tablets fornecidos pelo projeto. Em seguida, acontecem as rodas de conversa com sessões de biblioterapia. Uma iniciativa da Fundação Observatório do Livro e da Leitura, com apoio da SP Leituras. A partir de 60 anos. Terças-feiras, do dia 17 de março a 22 de dezembro, das 14h às 16h. Observação: não é necessário ter tablet. Inscrições a partir das 10h do dia 5 de março, pelo link www.bvl.org.br/inscricao, diretamente no balcão de atendimento da biblioteca ou pelo telefone (11) 2089-0800. Formação de turma com mínimo de 10 participantes.

Compartilhando saberes: Yoga” – Em ambiente aconchegante e inspirador você poderá desfrutar desta prática milenar, que promove o bem-estar e a melhora da qualidade de vida. As aulas de Hatha Yoga serão direcionadas com posturas e técnicas simples, que podem ser praticadas por qualquer pessoa, e contemplam o trabalho dinâmico do corpo (alongamento – fortalecimento muscular – equilíbrio), a concentração na respiração e o relaxamento. Recomenda-se que os praticantes ingiram apenas alimentos leves antes da aula e usem roupas confortáveis. Com Amanda Velloso. Sábados, 14, 21 e 28, das 10h às 11h30. Vagas limitadas, preenchidas por ordem de chegada.

Sarau na BSP: Literatura, canto e poesia”. Com o Grupo de Poetas Cantores e Declamadores Independentes de São Paulo. Domingo, 15, das 14h30 às 16h30.
Coordenação de Terezinha Rocha. Não é necessário inscrição.

Clube de Leitura” – A obra a ser discutida este mês é “1984”, de George Orwell”. Todos os meses a BSP seleciona um livro e propõe a discussão de detalhes da história com os leitores da obra, incentivando assim o encontro de pessoas, o debate literário e o hábito da leitura. Com equipe BSP. Quinta-feira, 19, das 15h às 17h. Não é necessário inscrição.

Segundas Intenções” – Bate-papo com a cearense Jarid Arraes, cordelista, poeta e autora do premiado “Redemoinho em dia quente”, vencedor do APCA de Literatura na categoria contos, e dos livros “Um buraco com meu nome”, “As lendas de dandara” e “Heroínas negras brasileiras em 15 cordéis”. Mediação de Manuel da Costa Pinto. Sábado, 28 de março, das 11h às 13h. Não é necessário inscrição. Estudantes universitários podem pedir certificado de participação.

Vespertino” – A série “Presença Negra na Música Erudita” apresenta no primeiro semestre de 2020 compositoras e compositores negros de todo o mundo. O pianista Hercules Gomes apresenta, no primeiro de quatro concertos, um repertório voltado para música brasileira, abrangendo desde o período colonial, com o Padre José Maurício Nunes Garcia (1767-1830), até os dias atuais, com Laércio de Freitas, Moacir Santos e composições próprias, passando pelo período da formação da música brasileira, com Joaquim Callado, Patápio Silva e Pixinguinha. Domingo, 29, das 15h às 16h. Não é necessário inscrição. Realização Sesc Santana.

Curso de Libras – Módulo básico” – Indicado para quem deseja iniciar o estudo da Língua Brasileira de Sinais, com o objetivo de ampliar as possibilidades de comunicação e interação social e profissional com surdos. Aulas ministradas com professor ouvinte e surdo, metodologia bilingue Libras-português. Com Thalita Passos e Luana Milani. A partir de 16 anos. Quartas e sextas-feiras, entre os dias 4 e 25, das 14h às 17h30. Inscrições pelo link www.bsp.org.br/inscricao

DE OLHO NAS INSCRIÇÕES

Curso de narração de narração de histórias” – O curso trabalha a potencialidade das narrativas de literatura oral e aspectos relativos à comunicação e expressão.  O conteúdo programático abordará os vários tipos de histórias – como lendas, mitos, fábulas, história de origem, contos de fadas, entre outros -, a relação com a música, técnicas como interpretação, oralidade e improvisação, e o papel do contador de histórias ao longo da história universal. A partir de 16 anos. Quartas-feiras, dias 1, 8, 15, 22, 29 de abril, e dias 6, 13 e 20 de maio, das 14h30 às 17h30. Realização: Arte Despertar em parceria com a Biblioteca de São Paulo. Iniciativa financiada via ProAC – ICMS. Inscrições a partir das 10h do dia 13 de março, pelo link www.bsp.org.br/inscricao

Serviço:

Biblioteca Parque Villa-Lobos

Av. Queiroz Filho, 1.205 – Alto de Pinheiros, São Paulo / SP.

Telefone: (11) 3024-2500.

Funcionamento: terça a domingo (fechado às segundas), das 9h30 às 18h30.

Todas as atividades são gratuitas.

www.bvl.org.br

Fonte: Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

Biblioteca Cora Coralina e Casa de Cultura Itajaí recebem projeto de leitura digital para pessoas a partir de 60 anos

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A Biblioteca Pública Municipal Cora Coralina e a Casa de Cultura Itajaí, ambas de Campinas, recebem, até 4 de março, inscrições de interessados em participar do projeto “Clube de Leitura 6.0”. A iniciativa tem como objetivo oferecer leitura gratuita de livros digitais, rodas de conversas e sessões semanais de biblioterapia em grupo.

Os encontros serão de duas horas. Na primeira parte, as leituras, em voz alta ou individualmente, serão feitas nos tablets fornecidos pelo projeto, e na sequência, serão promovidas as rodas de conversa. Voluntários orientarão os participantes a manusear os aplicativos de leitura em tablets, celulares e computadores.

>> As inscrições são gratuitas, por ordem de chegada, para pessoas a partir de 60 anos. Caso exceda o número de dez vagas em cada unidade, os demais nomes serão colocados em lista de espera.

Encontros e Inscrições

>> Na Biblioteca Pública Municipal Cora Coralina, os encontros acontecerão às quintas, das 9h às 11h, a partir de 5 de março.

As inscrições poderão ser feitas pessoalmente na biblioteca (Espaço Cultural Maria Monteiro, Av. Cardeal Dom Agnelo Rossi, s/n – Vl Padre Anchieta), com Cleudiran Dias, pelo telefone (19) 3282.0024 ou ainda pelo e-mail biblioteca.coracoralina@campinas.sp.gov.br. Na inscrição deve constar o nome completo e o contato.

>> Na Casa de Cultura Itajaí, os encontros serão às quartas, das 14h às 16h, a partir de 4 de março.

Inscrições no próprio local, à Rua Benjamin Moloisi, nº 669 – Conjunto Habitacional Parque Itajaí, com Isabel ou Josefa, ou pelo telefone (19)3221.9312 ou ainda pelo e-mail casadeculturaitajai@campinas.sp.gov.br.

“Clube de Leitura 6.0” é um projeto do Observatório do Livro e da Leitura, de Ribeirão Preto. Em Campinas, tem o apoio da Coordenadoria Setorial de Bibliotecas e Coordenadoria de Ação Cultural da Secretaria Municipal de Cultura.

Fonte: Portal da RMC

Biblioteca Municipal e Centro de Memória iniciam agendamento de visitas monitoradas

Biblioteca Municipal e Centro de Memória iniciam agendamento de visitas monitoradas

O agendamento de visita monitorada à Biblioteca Municipal pode ser feito de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, pelo telefone 3887-1684, pelo BiblioZap, serviço de atendimento via aplicativo WhatsApp, cujo número é 99578-6759, e pelo e-mail bibliotecacentral.smc@hortolandia.sp.gov.br. As visitas podem ser feitas em grupo com até 30 pessoas. De acordo com o coordenador da biblioteca, Rafael Antonio da Silva, a visita pode ter um foco mais direcionado e específico, dependendo do interesse de cada grupo.

As visitas monitoradas acontecem às quartas-feiras, em dois horários, das 9h às 11h, e das 14h às 16h. Ao fim da atividade, os visitantes recebem certificado. A biblioteca iniciará as visitas monitoradas no dia 25 de março.

Atualmente, a biblioteca conta com cerca de 5.000 leitores cadastrados e acervo com 17 mil títulos. O acervo pode ser consultado via internet por meio do site http://biblivre.hortolandia.sp.gov.br/Biblivre5/single/. A biblioteca conta ainda com uma sala infantil e com uma lan house. A Biblioteca Municipal “Terezinha França de Mendonça Duarte” fica no piso inferior do Open Shopping, localizado na rua Luiz Camilo de Camargo, 581, região central.

CENTRO DE MEMÓRIA   

Já para os grupos interessados em conhecer o Centro de Memória, o agendamento das visitas monitoradas pode ser feito de terça a sexta-feira das 9h às 10h, das 14h às 15h, e das 19h30 às 20h30, este horário para alunos de EJA (Educação de Jovens e Adultos) e universidades, por meio do telefone 3865-2678. De acordo com a coordenadora do centro, Paula Caetano, as visitas têm duração de cerca de 40 minutos e podem ser feitas por grupos com até 25 pessoas. O centro iniciará as visitas monitoradas na próxima quinta-feira (27/02).

Atualmente, o centro está com a exposição “Sabores de Hortolândia – Uma Mistura de Temperos, Histórias e Culturas”, inaugurada em dezembro do ano passado. A exposição mostra o aspecto histórico-cultural da alimentação. Também são abordados temas como gastronomia e saúde. A exposição tem vídeos relacionados com o tema e uma mesa com potes contendo temperos e especiarias. Outra atrativo da exposição é um cantinho de leitura em homenagem à poetisa goiana Cora Coralina (1889-1985), que também se notabilizou por ser uma doceira talentosa.

O Centro de Memória ocupa o prédio da antiga Estação Ferroviária Jacuba, que foi restaurado pela Prefeitura e inaugurado em 2014. O espaço reúne acervo sobre a história da estação e do município e dispõe de videoteca, biblioteca, mapoteca, fototeca e terminal de consulta digital. O Centro de Memória “Professor Leovigildo Duarte Junior” está localizado na rua Rosa Maestrelo, 2, Vila São Francisco.

Fonte: Prefeitura Municipal de Hortolândia

Biblioteca Prof. Nelson Foot recebe doação de livros em italiano

Em celebração ao Dia Nacional do Imigrante Italiano, a Biblioteca Municipal Professor Nelson Foot, passa a disponibilizar 103 novos livros e mapas sobre a cultura e língua italianas ao usuários. Os exemplares foram doados pelo Instituto Cultural Ítalo-Brasileiro (ICIB), parceiro da Prefeitura de Jundiaí e do Consulado Italiano de São Paulo, na capacitação dos professores da rede municipal de ensino para a oferta da língua aos alunos jundiaienses.

Os livros estão disponíveis para consulta e empréstimo aos usuários.  Os materiais também foram disponibilizados para as 19 Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBs) que contam com as aulas de italiano iniciadas no ano passado. A iniciativa faz parte do Programa Escola Inovadora, criado nesta gestão para fortalecer o ensino municipal com investimentos em três pilares: melhoria da ambiência das escolas, capacitação dos professores e ensino inovador.

Acervo de italiano foi doado para o acervo da Biblioteca pelo ICIB

Assessoria de Imprensa
Fotos: Fotógrafos PMJ

Fonte: Prefeitura de Jundiaí

 

Biblioteca é reaberta em Ribeirão Preto após restauro de R$ 11 milhões em casarão histórico

Por G1 Ribeirão Preto e Franca

Casarão dos anos 1930 foi restaurado para abrigar nova biblioteca em Ribeirão Preto — Foto: Weber Sian/ACidadeOn

Casarão dos anos 1930 foi restaurado para abrigar nova biblioteca em Ribeirão Preto — Foto: Weber Sian/ACidadeOn

 

Biblioteca é reaberta após restauro de R$ 11 milhões em casa histórica de Ribeirão Preto

Com recursos audiovisuais, internet gratuita e tecnologias para leitura acessível para pessoas com deficiência, a Biblioteca Sinhá Junqueira abre as portas para o público em Ribeirão Preto (SP) a partir desta sexta-feira (7).

Antiga sede da Biblioteca Altino Arantes, o casarão, ao lado do chamado Quarteirão Paulista e pontos históricos como o Theatro Pedro II, passou por um restauro de R$ 11 milhões concluído em um ano.

A obra garantiu a preservação das características originais do imóvel de 600 metros quadrados, datado dos anos 1930, e permitiu a construção de um anexo mais moderno e funcional de 900 metros quadrados.

Com cafeteria, auditório, salas de leitura, espaço infanto-juvenil e agenda cultural mensal, a expectativa é de que a biblioteca se estabeleça como um novo e movimentado centro cultural, afirma Marcos Awad, presidente da Fundação Educandário Coronel Quito Junqueira, entidade com fins sociais e filantrópicos responsável pelo restauro.

Biblioteca Sinhá Junqueira, em Ribeirão Preto (SP) — Foto: Weber Sian/ACidadeOn

Biblioteca Sinhá Junqueira, em Ribeirão Preto (SP) — Foto: Weber Sian/ACidadeOn

Com entrada gratuita, o local vai funcionar de terça a sexta-feira, das 9h às 19h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h.

“A nossa expectativa é de que seja um lugar muito procurado e seja, portanto, uma fonte de conhecimento, de aprendizado e difusão cultural para a comunidade. Vai certamente aumentar o fluxo no centro da cidade. A gente está ajudando a circular as pessoas. Quem sabe não aparecem outros comércios, outras iniciativas que ajudem a revitalizar a região?”, diz.

O que a Biblioteca Sinhá Junqueira vai oferecer

  • Acervo bibliográfico: o novo espaço terá 11 mil livros à disposição do público, com os principais títulos da literatura nacional e internacional. A maior parte do acervo estará na área mais nova, o anexo de 900 metros quadrados ao lado do casarão. Estantes com títulos vencedores dos prêmios Nobel e Jabuti, além de jornais e revistas são algumas das opções. Esse acervo poderá ser lido na própria biblioteca ou emprestado, mediante cadastro com documento.
  • Wi-fi gratuito;
  • Computadores com acesso à internet: serão 40 máquinas com acesso à internet à disposição do público;
  • Agenda cultural: contação de histórias, saraus, visitas monitoradas e encontros com escritores e palestras são algumas das atividades previstas na programação mensal (confira a agenda de fevereiro nesta reportagem);
  • Auditório: o espaço com capacidade para cerca de 60 pessoas está equipado com recursos audiovisuais que permitem a exibição de filmes e a realização de encontros e palestras;
  • Cafeteria;
  • Área infanto-juvenil: espaço preparado com livros voltados para as crianças e mobiliário temático para o público;
  • Salas de leitura: a nova biblioteca conta com cerca de 15 salas de leitura para o público, a maior parte delas no casarão histórico que foi restaurado;
  • Sala de acessibilidade: uma das tecnologias do espaço permite que deficientes visuais leiam o conteúdo de livros comuns em braile por meio de um teclado especial; em outro equipamento, as letras são amplificadas para quem tem dificuldade de leitura. Um terceiro sistema tem um teclado maior, que facilita o uso por parte de deficientes.
Casarão da Biblioteca Sinhá Junqueira, restaurado em Ribeirão Preto (SP) — Foto: Weber Sian/ACidadeOn

Casarão da Biblioteca Sinhá Junqueira, restaurado em Ribeirão Preto (SP) — Foto: Weber Sian/ACidadeOn

O restauro

Residência do coronel Quito Junqueira, conhecido fazendeiro e usineiro da região, e da mulher Sinhá Junqueira, o casarão foi transformado em uma biblioteca em 1955.

Ainda com nome de Altino Arantes, o espaço foi assumido pela Fundação Educandário Coronel Quito Junqueira em 2014, ano em que o projeto de restauro começou a ser elaborado.

As obras foram iniciadas em fevereiro do ano passado, passados trâmites como a aprovação junto a órgãos de preservação do patrimônio histórico.

“A parte histórica, a beleza da casa com seus vitrais, pinturas, isso estava completamente abandonado. Funcionava lá a biblioteca, que tinha outro nome, tinha inclusive as licenças pra funcionar, mas estava em mau estado e a Fundação Educandário era quem tinha os recursos. Só quando esse patrimônio foi para a Fundação Educandário é que a gente pode viabilizar esse investimento”, afirma Awad.

Sala de leitura da Biblioteca Sinhá Junqueira, em Ribeirão Preto (SP) — Foto: Weber Sian/ACidadeOn

Sala de leitura da Biblioteca Sinhá Junqueira, em Ribeirão Preto (SP) — Foto: Weber Sian/ACidadeOn

Além da recuperação do imóvel em detalhes como vitrais, pisos e pinturas, o espaço ganhou uma cafeteria, climatização com ar-condicionado, elevadores de acessibilidade e recursos para atrair novos públicos, que poderão usar 40 computadores, internet sem fio e terão acesso a 15 novas salas de leitura.

O acervo, inicialmente com 11 mil títulos, inclui parte do que a antiga biblioteca tinha, mas foi pensado para atingir um público mais abrangente. A maior parte dos livros está no anexo de 900 metros quadrados construído ao lado do casarão.

“Tem esse contraste de uma parte antiga com uma parte nova. A parte antiga com um valor mais histórico e a parte nova com um valor mais funcional, que vai permitir atender melhor as pessoas”.

Todo o complexo passou a se chamar Sinhá Junqueira, como uma forma de homenagear a antiga moradora, envolvida em campanhas assistenciais e que tinha o sonho de abrir uma biblioteca inclusiva.

Agenda cultural de fevereiro

  • Durante todo o mês: exposição de fotos do restauro (auditório);
  • Dia 7 (sexta-feira): das 10h às 11h e das 16h às 17h – Contando e Dobrando: Contação de histórias a partir do acervo e dobradura. 25 vagas (quintal);
  • Dia 8 (sábado): das 12h às 13h – Desenhando o mundo em 80 contos: Contação de histórias a partir do acervo e desenho dos contos. (espaço Infantil);
  • Dia 11 (terça-feira): às 15h – Mais 60 e Tecnologia: Oficina de smartphone destinada à terceira idade. 10 vagas. Necessita inscrição (casarão, 1° andar, sala de leitura)
  • Dia 12 (quarta-feira): das 14h às 15h – Desenhando o mundo em 80 contos: Contação de histórias a partir do acervo e desenho dos contos. (espaço Infantil)
  • Dia 15 (sábado): das 12h às 13h – Desenhando o mundo em 80 contos: Contação de histórias a partir do acervo e desenho dos contos. (espaço Infantil)
  • Dia 15 (sábado): às 15h30 – Leia Mulheres: Discussão do livro “Fun home” realizada pelo grupo Leia Mulheres (casarão, primeiro andar, sala de leitura)
Casarão histórico foi restaurado para abrigar a nova Biblioteca Sinhá Junqueira, em Ribeirão Preto (SP) — Foto: Weber Sian/ACidadeOn

Casarão histórico foi restaurado para abrigar a nova Biblioteca Sinhá Junqueira, em Ribeirão Preto (SP) — Foto: Weber Sian/ACidadeOn

Visitas Monitoradas

O público também pode conhecer melhor as instalações com grupos guiados por um mediador, que explica a história dos espaços restaurados e sobre o novo anexo. Os passeios podem ser feitos entre 7 e 15 de fevereiro em diferentes horários:

  • Dia 7(sexta-feira) : às 15h30
  • Dia 8(sábado): às 11h e às 15h
  • Dia 9(domingo): às 11h e às 15h
  • Dia 11(terça-feira): às 10h30
  • Dia 12(quarta-feira): às 15h30
  • Dia 13(quinta-feira): às 10h30
  • Dia 14(sexta-feira): às 15h30
  • Dia 15(sábado): às 11h e às 15h

Serviço

Biblioteca Sinhá Junqueira

  • Endereço: Rua Duque de Caxias, 547, Centro, Ribeirão Preto-SP
  • Entrada: gratuita
  • Horário de funcionamento: de terça a sexta-feira, das 9h às 19h; aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h.
  • Informações: (16) 3625-0743

Fonte: G1 Ribeirão Preto e Franca

Biblioteca, um lugar para ler, escrever, ouvir, sonhar e criar

Referência na criação de bibliotecas, chileno Gonzalo Oyarzún estará em SP nesta semana para falar sobre o tema

Maria Fernanda Rodrigues, O Estado de S.Paulo

biblioteca não é um artigo de luxo, mas uma instituição de primeira necessidade. Ela vai muito além dos livros, pode ajudar no desenvolvimento de sua comunidade e é ainda mais necessária atualmente por causa do excesso de informação. A opinião é de Gonzalo Oyarzún, professor e consultor chileno com um vasto currículo na área de bibliotecas públicas e um dos convidados do Workshop Internacional Mediação: Uma Biblioteca para Hoje e para Todos, que será realizado na quinta, 13, e sexta, 14, na Biblioteca de São Paulo, com organização do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo.

Na era em que todo o conhecimento humano está na tela e o levamos no bolso, as bibliotecas se tornam imprescindíveis”, diz Oyarzún, que já foi diretor do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas do Chile, presidente do Programa Ibero-Americano de Bibliotecas Públicas e diretor fundador da Biblioteca de Santiago, a maior entre as públicas do Chile.

Biblioteca de São Paulo, construída na área da antiga penitenciária do Carandiru.
Biblioteca de São Paulo, construída na área da antiga penitenciária do Carandiru. Foto: Amanda Perobelli / Estadão

Oyarzún aponta três motivos que tornam as bibliotecas ainda mais necessárias nos dias atuais.

O primeiro é que a promessa de acesso universal à informação é uma fantasia para a maioria da população mundial por causa da língua – quase 70% do conteúdo na internet está em inglês, alemão, russo e francês. “Para países do terceiro mundo, a biblioteca é a única porta de acesso a informações que vão ajudar as pessoas a encontrar trabalho, ampliar seus estudos, entrar em contato com seus familiares, cuidar da saúde e melhorar suas competências profissionais. Ela é uma instituição de primeira necessidade.”

O segundo motivo, explica, é que as bibliotecas têm um papel determinante na vida das comunidades. Segundo Oyarzún, as pessoas usam as tecnologias de informação para se comunicar, mas essas tecnologias não são exatamente um espaço de encontro. “Sem exceção, esses locais são todos comerciais, onde devemos consumir, pagar, nos expor às dinâmicas do mercado. Já as bibliotecas são espaços para todos e de todos, em que ninguém tem o acesso negado e que é democrática por excelência, gratuita em seus serviços e com conteúdo de qualidade.”

Por fim, o terceiro motivo é a importância do mediador de leitura. Ele argumenta que um livro pode servir para enfeitar uma mesa, segurar uma porta ou para ser lido. “O que vai fazer a diferença é a mediação. Um livro por si só não muda nada. É preciso ter gente, e um bibliotecário pode ser essa pessoa que vai aproximar carinhosamente a leitura de quem precisa.”

Gonzalo Oyarzún
Gonzalo Oyarzún, especialista em biblioteca, participa de seminário em SP Foto: Acervo pessoal de Gonzalo Oyarzún

Foi o modelo chileno, que Oyarzún ajudou a formatar, que inspirou a Biblioteca de São Paulo – um marco na transformação do espaço público no Brasil. Inaugurada há 10 anos, ela foi construída onde ficava a Casa de Detenção do Carandiru, palco do massacre de 111 presos, em 1992. Ali, e em outras bibliotecas brasileiras que vieram depois, inspiradas nesse modelo ou na ideia colombiana de bibliotecas parque, os livros estão ao acesso de todos, como em prateleiras de livrarias, os usuários ajudam na escolha dos títulos que serão adquiridos, há cursos nas mais variadas áreas, encontros com escritores, clubes de leitura, apresentações musicais e teatrais, empréstimo de filmes e muito mais.

O desafio, especialmente para países com uma relação mais recente e não muito comprometida com a leitura, é atrair mais gente para as bibliotecas e transformar essas pessoas que as frequentam por causa dos cursos oferecidos, por exemplo, em leitores.

A biblioteca deve estar próxima das pessoas, de suas necessidades. Ela tem que estar ocupada por pessoas. Não há uma receita diferente dessa. Se uma biblioteca abre sua porta e fica esperando que alguém vá pedir um livro, é muito provável que ela desapareça para sempre. Deve ter vida dentro de uma biblioteca. As pessoas devem poder usar um computador, ver uma exposição, fazer um curso de culinária, participar de um clube de leitura, fazer aulas de ioga, produzir um fanzine com seus amigos, ou simplesmente sentar e ler um livro. Elas devem ser agentes de fomento e promoção de leitura em múltiplos formatos. Nas melhores bibliotecas, hoje se lê, se escreve, se canta, se escuta, se dança, se programa, se conversa, se desenha, se sonha e se cria”, completa.

Futuro

Gonzalo Oyarzún evita falar no que deveria ser a biblioteca do futuro. Não há tempo para isso. “A biblioteca do futuro deve ser hoje, e ela deve estar em lugares públicos perto de suas comunidades, com espaços e serviços construídos por essa comunidade. Ela tem que atender às necessidades vitais dessa população e adequar seu acervo, horário, dimensão e programação ao que seus usuários precisam.” E isso, ele diz, não importa se ela funciona num grande prédio ou num ônibus.

A biblioteca de hoje deve estar focada nas pessoas, em todas as pessoas. Ela deve ser inclusiva e incentivar a diversidade”, explica. “Seu formato e sua estrutura devem ser constituídas pelo princípio permanente de que o ser humano é o mais importante e que a expressão coletiva desse ser humano é a comunidade em que ele está inserido”, completa Oyarzún.

Nesse sentido, para o chileno, uma Biblioteca Nacional é igualmente determinante na vida das pessoas. Na opinião dele, há um falso antagonismo entre a preservação e o acesso a uma informação de maneira massiva.

As bibliotecas nacionais e públicas e as universitárias e escolares mudaram e foram incorporadas à vida das pessoas em todos os seus aspectos.”

Há 10 anos, a cara da biblioteca brasileira começava a mudar

Em fevereiro de 2010, quando a Biblioteca de São Paulo foi inaugurada no Parque da Juventude, não existia nada igual no País. Era moderna, inclusiva, colorida. Foi dito à época que ela nascia voltada ao interesse do leitor, que não era pretensão ensinar nada, mas, sim, dar o que o frequentador queria.

Essa ideia deve continuar vigorando. Ou seja, a ideia de que essa biblioteca se constrói ao redor dos interesses da comunidade leitora a que ela serve”, explica Pierre Ruprecht, diretor da SP Leituras, que administra a Biblioteca de São Paulo e a Villa-Lobos. Hoje, 30% do que é comprado para o acervo vem da indicação dos usuários. Também há espaço para a discussão da programação do local.

Em 2019, a Biblioteca de São Paulo, que ocupa uma área de 4.257 metros quadrados, recebeu 314.455 mil pessoas – no ano da inauguração, 279.525 pessoas passaram por lá. Sua manutenção custa cerca de R$ 5 milhões por ano e a compra de itens para o acervo (são cerca de 2 mil por ano, entre livros, brinquedos, games, etc) consome cerca de R$ 120 mil do orçamento geral. No total, o acervo é composto por mais de 40 volumes.

Logo depois da inauguração da Biblioteca de São Paulo, começaram a surgir outros empreendimentos semelhantes. Em abril de 2010, foi inaugurada a biblioteca parque de Manguinhos, no Rio de Janeiro, inspirada em modelo colombiano.

Fonte: O Estado de S.Paulo

Bibliotecas são necessárias

Encontro vai debater como espaço é vital para as sociedades

Texto por Maria Fernanda Rodrigues

Interação. Jovens na Biblioteca de SP, que não restringe seu acervo a livros. Amanda Perobelli / Estadão

A biblioteca não é um artigo de luxo, mas uma instituição de primeira necessidade. Ela vai muito além dos livros, pode ajudar no desenvolvimento de sua comunidade e é ainda mais necessária atualmente por causa do excesso de informação. A opinião é de Gonzalo Oyarzún, professor e consultor chileno com um vasto currículo na área de bibliotecas públicas e um dos convidados do Workshop Internacional Mediação: Uma Biblioteca para Hoje e para Todos, que será realizado na quinta, 13, e sexta, 14, na Biblioteca de São Paulo, com organização do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo.

“Na era em que todo o conhecimento humano está na tela e o levamos no bolso, as bibliotecas se tornam imprescindíveis”, diz Oyarzún, que já foi diretor do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas do Chile, presidente do Programa IberoAmericano de Bibliotecas Públicas e diretor fundador da Biblioteca de Santiago, a maior entre as públicas do Chile.

Oyarzún aponta três motivos que tornam as bibliotecas ainda mais necessárias nos dias atuais.

O primeiro é que a promessa de acesso universal à informação é uma fantasia para a maioria da população mundial por causa da língua – quase 70% do conteúdo na internet está em inglês, alemão, russo e francês. “Para países do terceiro mundo, a biblioteca é a única porta de acesso a informações que vão ajudar as pessoas a encontrar trabalho, ampliar seus estudos, entrar em contato com seus familiares, cuidar da saúde e melhorar suas competências profissionais. Ela é uma instituição de primeira necessidade.”

O segundo motivo, explica, é que as bibliotecas têm um papel determinante na vida das comunidades. Segundo Oyarzún, as pessoas usam as tecnologias de informação para se comunicar, mas essas tecnologias não são exatamente um espaço de encontro. “Sem exceção, esses locais são todos comerciais, onde devemos consumir, pagar, nos

“Na era em que todo o conhecimento humano está na tela e o levamos no bolso, as bibliotecas se tornam imprescindíveis.”

“A biblioteca deve estar próxima das pessoas, de suas necessidades. Ela tem que estar ocupada por pessoas. Se uma biblioteca abre sua porta e fica esperando que alguém vá pedir um livro, é muito provável que ela desapareça para sempre”

Gonzalo Oyarzún

PROFESSOR E CONSULTOR CHILENO

expor às dinâmicas do mercado. Já as bibliotecas são espaços para todos e de todos, em que ninguém tem o acesso negado e que é democrática por excelência, gratuita em seus serviços e com conteúdo de qualidade.”

Por fim, o terceiro motivo é a importância do mediador de leitura. Ele argumenta que um livro pode servir para enfeitar uma mesa, segurar uma porta ou para ser lido. “O que vai fazer a diferença é a mediação. Um livro por si só não muda nada. É preciso ter gente, e um bibliotecário pode ser essa pessoa que vai aproximar carinhosamente a leitura de quem precisa.”

Foi o modelo chileno, que Oyarzún ajudou a formatar, que inspirou a Biblioteca de São Paulo – um marco na transformação do espaço público no Brasil. Inaugurada há 10 anos, ela foi construída onde ficava a Casa de Detenção do Carandiru, palco do massacre de 111 presos, em 1992. Ali, e em outras bibliotecas brasileiras que vieram depois, inspiradas nesse modelo ou na ideia colombiana de bibliotecas parque, os livros estão ao acesso de todos, como em prateleiras de livrarias, os usuários ajudam na escolha dos títulos que serão adquiridos, há cursos nas mais variadas áreas, encontros com escritores, clubes de leitura, apresentações musicais e teatrais, empréstimo de filmes e muito mais.

O desafio, especialmente para países com uma relação mais recente e não muito comprometida com a leitura, é atrair mais gente para as bibliotecas e transformar essas pessoas que as frequentam por causa dos cursos oferecidos, por exemplo, em leitores.

“A biblioteca deve estar próxima das pessoas, de suas necessidades. Ela tem que estar ocupada por pessoas. Não há uma receita diferente dessa. Se uma biblioteca abre sua porta e fica esperando que alguém vá pedir um livro, é muito provável que ela desapareça para sempre. Deve ter vida dentro de uma biblioteca. As pessoas devem poder usar um computador, ver uma exposição, fazer um curso de culinária, participar de um clube de leitura, fazer aulas de ioga, produzir um fanzine com seus amigos, ou simplesmente sentar e ler um livro. Elas devem ser agentes de fomento e promoção de leitura em múltiplos formatos. Nas melhores bibliotecas, hoje se lê, se escreve, se canta, se escuta, se dança, se programa, se conversa, se desenha, se sonha e se cria”, completa.

Futuro. Gonzalo Oyarzún evita falar no que deveria ser a biblioteca do futuro. Não há tempo para isso. “A biblioteca do futuro deve ser hoje, e ela deve estar em lugares públicos perto de suas comunidades, com espaços e serviços construídos por essa comunidade. Ela tem que atender às necessidades vitais dessa população e adequar seu acervo, horário, dimensão e programação ao que seus usuários precisam.” E isso, ele diz, não importa se ela funciona num grande prédio ou num ônibus.

“A biblioteca de hoje deve estar focada nas pessoas, em todas as pessoas. Ela deve ser inclusiva e incentivar a diversidade”, explica. “Seu formato e sua estrutura devem ser constituídas pelo princípio permanente de que o ser humano é o mais importante e que a expressão coletiva desse ser humano é a comunidade em que ele está inserido”, completa Oyarzún.

Nesse sentido, para o chileno, uma Biblioteca Nacional é igualmente determinante na vida das pessoas. Na opinião dele, há um falso antagonismo entre a preservação e o acesso a uma informação de maneira massiva.

“As bibliotecas nacionais e públicas e as universitárias e escolares mudaram e foram incorporadas à vida das pessoas em todos os seus aspectos.”

Fonte: O Estado de S. Paulo – 11.02.2020 – p. C2

¿Por qué en la era de Internet, las bibliotecas públicas son más vitales que nunca?

Por 

En 2018, Forbes enfureció a los usuarios de Twitter con una columna ahora retractada. Su gran idea: Amazon debería reemplazar las bibliotecas porque ha «proporcionado algo mejor». Los Kindles, Netflixes y Starbucks del mundo han hecho que las bibliotecas queden obsoletas, sugirió el autor; monetizar las bibliotecas no solo ahorraría dinero a los contribuyentes sino que también aumentaría el valor para los accionistas de Amazon.

Los bibliotecarios y activistas luchan duro contra esta idea. De hecho, están argumentando el por qué las bibliotecas son aún más importantes en un mundo redefinido por compañías como Amazon. Ofrecen acceso gratuito a Internet y clases de conocimientos básicos de informática, alfabetización de datos y más, todo con el compromiso de proteger la privacidad del usuario.

“En comparación con una empresa como Google que está monetizando tu búsqueda de información, todas las personas con las que interactúas en una biblioteca pública tienen un marco de ética y valor similar en torno a la privacidad, la equidad de acceso a la información, el mercado libre de ideas y están dispuestos a morir en esa colina”, dijo Jeff Lambert, director asistente de inclusión digital en la Biblioteca Pública de Queens, Estados Unidos.

«A medida que estas empresas se hacen más grandes y más ubicuas, y a medida que los datos se convierten en un activo cada vez más mercantilizado y valioso, hay mucha educación pública que hacer«.

Como bibliotecario en el condado más diverso de Estados Unidos, las responsabilidades de Lambert incluyen la supervisión del Queensbridge Tech Lab, un aula de acceso abierto y espacio para computadoras ubicado en el proyecto de vivienda pública más grande de ese país. Allí, coordina clases sobre alfabetización informática básica, así como habilidades que impulsan la movilidad ascendente, como el análisis de datos, la codificación y el desarrollo de aplicaciones.

Kaven Vohra via Queens Public Library 

Para Marie Solange Baptiste, de 64 años, una mecenas de la biblioteca y local de Queens que emigró de Haití en 1994, Tech Lab fue un recurso que le ayudó a dominar Adobe Creative Cloud, aprender desarrollo web y reunir currículums digitales para solicitudes de empleo. Ahora, está tomando una clase de emprendimiento allí para trabajar y ser dueña de una panadería de estilo francés, un sueño para ella desde que tenía 13 años.

«Hace años, cuando iba a la biblioteca, sentía que solo se trataba de libros. Pero hay algo nuevo que transformó las bibliotecas en esta pequeña universidad. Es una mini universidad», dijo Baptiste. «No se trata solo de libros, se trata de la educación que obtenemos de la biblioteca, de la tecnología, del emprendimiento, todas esas son cosas maravillosas que hacer, y especialmente no pagamos por eso«.

Lambert también dirigió clases que guiaron a los clientes a través del sistema de datos abiertos de la ciudad de Nueva York antes del primer censo en línea del país en 2020, ninguna tarea trivial en un condado donde uno de cada cuatro hogares carece de acceso a Internet.

«Uno de nuestros activos más notables es nuestro alcance y penetración en comunidades difíciles de alcanzar«, dijo Lambert. “Puede proporcionar acceso a internet. Pero si no le está proporcionando programación de alfabetización digital para apoyar el acceso y la adopción, solo está completando una parte de un rompecabezas ”.

Lambert dijo que este tipo de alfabetización digital y de datos permite al público traducir las quejas sociales y políticas en acciones. Tomemos, por ejemplo, datos de 311, una línea directa del gobierno estadounidense para quejas que no sean de emergencia.

“[Piensa en] propietarios problemáticos. Sabes que no tienes calefacción ni agua, pero una vez que lo ves en conjunto … es algo que podría ser procesable en términos de problemas de derechos de los inquilinos», dijo Lambert. “La alfabetización de datos es alfabetización cívica. Te permite pedir cuentas a tus funcionarios electos y exigir los recursos que se te deben”.

Para Alison Macrina, esta alfabetización cívica implica la capacidad no solo de acceder a los datos, sino de hacerlo de forma privada y segura. Macrina se convirtió en bibliotecaria tecnológica a las afueras de Boston después de observar el escepticismo de la Asociación Estadounidense de Bibliotecarios sobre la ley PATRIOTA, un extenso programa de vigilancia gubernamental posterior al 11 de septiembre.

Como bibliotecaria, fue testigo de primera mano de la intensificada vigilancia y militarización policial en su comunidad después del atentado del maratón de Boston en 2013. La revelación de Edward Snowden llegó poco después. En respuesta, Macrina comenzó a sembrar semillas para lo que se convertiría en el Library Freedom Institute, un proyecto que crea y capacita a grupos de bibliotecarios como defensores de la privacidad. («Los bibliotecarios son rudos», el propio Snowden escribió sobre el proyecto en un tweet).

Macrina dijo que el programa de seis meses cubre conceptos básicos de privacidad como seguridad de contraseña, robo de identidad, fraudes y estafas, crímenes de Internet que el FBI ha visto crecer constantemente desde 2014. Agregó que el Instituto también analiza el impacto de compañías como Google, Facebook y Amazon, que aprovechan repetidamente los datos de los usuarios para hacer crecer sus negocios.

«Estoy haciendo la conexión entre ese tipo de cosas de nivel macro con la forma en que usamos Internet», dijo Macrina. «El tipo de personas que visitan las bibliotecas son las personas que tienden a verse más afectadas por la vigilancia«.

Las personas que tienen más probabilidades de ver las bibliotecas públicas como puntos de acceso a la comunidad y puntos de acceso a Internet (hogares con ingresos más bajos) son las mismas personas más afectadas por las tecnologías de vigilancia, incluidos Amazon’s Ring, Facebook, Twitter y Instagram.

«¿Qué se supone que debemos hacer al respecto?» Dijo Macrina. «¿Cómo podemos recuperar parte de nuestro poder

No está segura de lo que le depara el futuro a las bibliotecas públicas. Ya mismo, ella ve que las instituciones «están quitando» los recursos de las bibliotecas porque «no proporcionan plusvalía» en un sistema capitalista. Ella piensa que dejarán de existir a menos que los bibliotecarios extiendan su compromiso con la libertad intelectual fuera de los muros de la biblioteca.

Aún así, hay un lado positivo. Los millennials son los que más usan las bibliotecas públicas, y es más probable que vean las bibliotecas públicas como un recurso para obtener información confiable. Y mientras Donald Trump propuso en su presupuesto 2020 eliminar al Instituto de Servicios de Museos y Bibliotecas, una agencia gubernamental independiente, el Congreso terminó aprobando un aumento de fondos de 10 millones de dólares.

«Creo que todas estas cosas sirven al objetivo más importante de cambiar las expectativas culturales«, dijo Macrina. “Sé que eso suena muy elevado, pero lo hemos hecho antes, ¿verdad? Alguien tiene que comenzar a hacerlo, y tienen que hacerlo una norma. El punto es que tenemos toda esta capacidad para ofrecer algo diferente».

Fonte: Bocalista

Inscrições abertas para curso gratuito de cinema na Biblioteca Municipal de Jundiaí

É apaixonado por cinema e livros? Então esse curso é perfeito pra você!

Texto por Mateus Storti

Qual livro você transformaria em filme?” é o desafio lançado pela Biblioteca Pública Municipal Profº Nelson Foot em parceria com o cineasta Carlos Zaik, fundador e presidente da ONG Vida.com para o curso gratuito ‘Cinema e Literatura’.

A 4ª edição do curso foi lançada no início do mês de fevereiro e tem como objetivo ensinar na teoria e na prática técnicas de cinema para jovens a partir dos 17 anos, por meio da produção de filmes com temáticas escolhidas pelos próprios participantes.

Sim! Os alunos, durante todo o curso vão gravar um filme sobre um dos livros do acervo da Biblioteca Municipal. Lembra da pergunta que abriu essa matéria, né? Pois é! São justamente pelas respostas na hora das inscrições que elegerão os livros que virarão filmes! Fala se não é legal?

Turma da 3ª edição do ‘Cinema e Literatura’. (Foto: Reprodução/ Instagram)

Gestión del cambio en las bibliotecas públicas: siete recomendaciones de las bibliotecas de Copenhague

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Christina Wandi (2019) Gestión del cambio en las bibliotecas públicas: siete recomendaciones de las bibliotecas de Copenhague, Journal of Library Administration, 59: 8, 915-926, DOI: 10.1080 / 01930826.2019.1661746

Los cambios en el panorama de los medios y el comportamiento del usuario significan que los cambios se realizan rápidamente. Adoptar una postura proactiva sobre los cambios, por lo tanto, las nuevas soluciones y el diseño del servicio son fundamentales para las bibliotecas del siglo XXI. El desarrollo empuja la necesidad de compartir conocimientos sobre la gestión del cambio en las bibliotecas. Este artículo detalla las experiencias del sistema de bibliotecas de Copenhague, Dinamarca, como un estudio de caso para el cambio y la gestión del cambio. ¿Cómo llevó a cabo el cambio en la las biblioteca? ¿Cuál fue el proceso para determinar los cambios necesarios e implementarlos? Este artículo resume las experiencias de las Bibliotecas de Copenhague en siete recomendaciones para todos los profesionales de la gestión del cambio en las bibliotecas públicas.

Recomendación 1: Tener en cuenta el valor

La forma en que las bibliotecas y el personal de las mismas crean valor para los ciudadanos es una cuestión central que debe abordarse, especialmente cuando se realizan cambios en los servicios de las bibliotecas.

La creación de valor y la creación de valor al comienzo de un proceso de cambio es importante, ya que el cambio en la mayoría de los casos requiere la priorización de lo que se debe hacer y -quizás lo más importante- lo que no se debe hacer. El acceso de los ciudadanos a la colección constituye la base de la comunicación, los eventos y la participación de los ciudadanos. Sin embargo, debido al desarrollo de los medios de comunicación, los materiales se están digitalizando gradualmente y el acceso de los ciudadanos a ellos se está haciendo más fácil. Por lo tanto, la contribución única de las bibliotecas será no sólo proporcionar acceso a la colección sino también desarrollar actividades basadas en la literatura, la música y el cine. Por ejemplo, el acceso a los libros sigue siendo muy valioso para el ciudadano individual. Sin embargo, la posibilidad de discutir un libro con otros proporciona un valor adicional. Un ciudadano puede aprender el contexto o la historia del libro, obtener una nueva perspectiva sobre el libro, o simplemente disfrutar de la conexión con otros. El cambio de énfasis del acceso al compromiso requiere un nuevo enfoque de las bibliotecas y del desarrollo de las mismas; la biblioteca pasa de estar orientada al producto a estarlo al mercado. Un enfoque orientado al mercado se centra en tratar de que la organización produzca lo que el usuario necesita de la organización a su entorno.

Recomendación 2: Decidir el nivel de cambio

Lo que quieres desarrollar está fuertemente conectado con la forma en que haces los cambios, lo que a su vez, determina los objetivos que fijas. Los objetivos son importantes, porque sirven como medida del éxito. Los cambios se pueden hacer en muchas escalas diferentes, en muchas formas diferentes, y en varios niveles de profundidad. Por ejemplo, los cambios pueden ir desde el ajuste o la mejora de la planificación hasta la transformación de toda la institución. Si se establecen objetivos ambiciosos, es posible que no se alcancen, si no se establecen objetivos ambiciosos, es posible que no se logren los cambios deseados. Por lo tanto, es fundamental considerar cuidadosamente el nivel de cambios que se desea realizar. Un cambio a gran escala implica formas radicales, rompedoras de marcos y fundamentalmente nuevas maneras pensar, resolver problemas y gestionar.

Recomendación 3: El cambio comienza antes de empezar

La preparación para el cambio es tan importante como el proceso de cambio en sí mismo. Es importante tener en cuenta en primer lugar la creación de valor de la biblioteca y las decisiones relativas al nivel de cambio. El proceso de cambio comienza antes de que comencemos con el cambio. Según Balogun y Hope-Hailey, el punto de partida del cambio es “donde el cambio se inicia y se desarrolla”. La comunicación comienza ya en el proceso antes de la estrategia, con quién está involucrado en el pre-proceso. En la etapa previa al proceso, la comunicación efectiva con los interesados es crucial. Otro punto de atención es la conexión entre la ejecución de los planes y la estrategia. Cuando los proyectos se encuentran en la fase de ejecución, los planes suelen estancarse. No porque el equipo de ejecución carezca de las aptitudes necesarias o del impulso para tener éxito o porque los proyectos no sean suficientemente innovadores, sino simplemente porque las necesidades de la ejecución práctica se subestimaron cuando se elaboraron la estrategia y el plan. Cuando se quiere cambiar los procedimientos establecidos, hay que tener en cuenta que los hábitos no se cambian fácilmente de un día para otro.

Recomendación 4: Tener en cuenta las competencias y habilidades profesionales futuras

El cambio de los servicios de biblioteca va de la mano del desarrollo de las competencias profesionales del personal de la biblioteca. De hecho, al anticipar la transformación institucional, el desarrollo de las competencias del personal es esencial para la aplicación de los cambios y las nuevas estrategias.

Las competencias son los ladrillos sobre los que se construirán las futuras bibliotecas. Es esencial trabajar activamente con las competencias y los perfiles. Poe lo tanto, será necesario conectar los perfiles con las funciones y las tareas de trabajo concretas. Lo que mejorará la comunicación entre la dirección, el personal y otras partes interesadas.

Recomendación 5: Elegir los métodos para apoyar el cambio

El rediseño de los servicios de biblioteca puede ser un reto, porque el personal de la biblioteca debe cambiar con lo que trabaja y tal vez se ha destacado en su trabajo durante muchos años. El cambio transformador requiere que el personal y los directores modifiquen la forma en que resuelven los problemas y abordan el desarrollo profesional. Por lo tanto, es importante facilitar la adopción de nuevos métodos. Al hacer los cambios, es importante considerar el grado en que un consultor externo debe dirigir los cambios. Por lo tanto, es importante facilitar la adopción de nuevos métodos. Al hacer los cambios, es importante considerar el grado en que un consultor externo debe dirigir los cambios.

Recomendación 6: Hacerlo fácil 

Hacerlo fácil simple suena fácil, pero en la práctica, puede ser difícil. Hay muchas razones por las que rediseñar los servicios de la biblioteca no es sencillo. Existe una cuestión a tener en cuenta con el hecho de que todo en el sistema bibliotecario está interconectado. Por lo tanto, es necesario repensar el espacio físico además de rediseñar los servicios. También es importante identificar qué preguntas tienen los ciudadanos y determinar si se pueden resolver fácilmente algunas de ellas.

Recomendación 7: Colaborar, fuera del sector.Ampliar el horizonte.

Cuando se buscan las mejores prácticas, hay que buscarlas no sólo dentro del sector, sino también más allá del entorno de las bibliotecas. Para llevar a cabo un rediseño, podemos dirigimos al mundo de los negocios, utilizando la orientación al mercado como método. La colaboración es otra forma de mirar al mundo y aprender de otras organizaciones y al mismo tiempo añadir servicios de biblioteca.

Los grandes cambios requieren una cuidadosa consideración de muchas cuestiones. ¿Qué nivel de cambio perseguirá su biblioteca? ¿Qué enfoque adoptará para su implementación? ¿Cómo puede fomentar el entusiasmo y el apoyo al cambio entre el personal de la biblioteca? ¿Cómo se puede construir en la flexibilidad suficiente para adaptarse a los desafíos que se encuentran a lo largo del camino? No importa el camino que se tome, recuerda que hacer un cambio transformador no es para el alma impaciente. Lleva tiempo. A menudo se puede sentir como si se dieran dos pasos atrás por cada paso que se da hacia adelante. Pero con suficiente paciencia, la mentalidad de una organización puede cambiar.

Fonte: Universo Abierto

Reinaldo quer bibliotecas com visão artificial para deficientes

Por Graciela Zabotto/politica@webdiario.com.br
barueri

Reinaldo quer que bibliotecas com visão artificial para deficientes (Foto: Divulgação)

O vereador Reinaldo Campos (Podemos) apresentou na Câmara de Barueri uma Indicação solicitando ao prefeito Rubens Furlan (PSDB) a possibilidade de implantar dispositivos de inteligência e visão artificial para deficientes visuais nas bibliotecas da cidade. Segundo ele, essa é uma oportunidade de oferecer independência às pessoas com deficiência visual, déficit de leitura, dislexia e síndrome de down. O aparelho fotografa, escaneia e transforma instantaneamente textos de qualquer superfície em áudio.

“Isto acontece com livros, jornais, revistas, placas de rua, cardápios de restaurantes, nomes de lojas, mensagens do celular, folhetos, etc”, explicou o autor da solicitação. “Ter a oportunidade de oferecer nas bibliotecas municipais uma alternativa para que pessoas com problemas visuais tenham acesso aos livros, com capacidade de leitura, é sem dúvida algo que não pode ser ignorado”, completou Reinaldo.

Fonte: Webdiario

O papel social das bibliotecas

REDACAO

A Biblioteca pública transformou-se nestas últimas décadas. De um espaço de silêncio quase absoluto, onde o estudo e a quietude reinavam, criou-se um local aprazível, de convívio, de partilhas e de aprendizagens diversas

A biblioteca pública possibilita o acesso gratuito à Cultura

Biblioteca Pública transformou-se nestas últimas décadas. De um espaço de silêncio quase absoluto, onde o estudo e a quietude reinavam, criou-se um local aprazível, de convívio, de partilhas e de aprendizagens diversas.Atualmente, a biblioteca pública assume, cada vez mais, o seu lugar na comunidade que a integra, procurando desenvolver estratégias junto da mesma. Para o efeito, oferece novas ferramentas e apresenta novos horizontes aos seus leitores. Hoje a biblioteca pública tornou-se num organismo vivo que alargou os seus limites de atuação, saindo fora de portas. Procura ir ao encontro de grupos específicos ou de contextos particulares, como os hospitais, as prisões, os lares, com novos projetos e iniciativas com o propósito de incluir todas as franjas da comunidade.

Intermediária entre escolas e comunidade, cria pontes entre públicos de várias faixas etárias, como por exemplo os encontros entre as crianças e os séniores. Também inclui espaços de encontro de culturas, em especial nas comunidades que possuem um número significativo de nacionalidades distintas, na tentativa de aproximar e incluir estes novos utilizadores na comunidade que os recebem.

No que respeita à Cultura, possibilita o acesso gratuito à mesma, nas suas mais variadas formas e, acima de tudo, acolhe o diálogo entre várias manifestações artísticas. Confere ainda um palco privilegiado na abordagem de temáticas sensíveis, pertinentes e atuais, convidando o grande público ou grupos específicos a participarem e, por vezes, encontrarem possíveis soluções a problemáticas emergentes da sociedade.

Sem esquecer que o Livro e a Promoção da Leitura constituem fundamentalmente parte da missão de uma biblioteca pública, esta congrega em si informação disponível ao público. No século XXI, este papel não se resume apenas a transmitir essa informação, mas a torná-la útil para o seu utilizador, transformando-se, deste modo, em conhecimento.

Seja na utilização de novas tecnologias disponíveis a todos, seja no acesso livre ao Livro, ou nas áreas da Cultura, do Lazer ou do Conhecimento, dentro ou fora de portas, a Biblioteca Pública deve ser vista, hoje, como um agente importante no seio de uma comunidade, cuja vertente social foi sendo integrada, configurando uma nova roupagem e novas linhas orientadoras deste organismo.

Ana Miguel e Inês Colaço

(Biblioteca Municipal Lídia Jorge – Albufeira)

Fonte: Postal

Literatura e Mediação de Leitura nas bibliotecas

Série história dos bairros de São Paulo: Pirituba, Clube de Leitura Borboleta Azul, Mensagem reencontrada, Literatura: Grupo de leitura, Lançamento: Águas de dentro e de fora, da autora Lourdes Ferreira, Mediando leitura, Semeando leitura, Mediação de leitura para 1ª Infância, Mediação de leitura – Os livros falam e a alma responde em fevereiro nas bibliotecas de bairro.

Série história dos bairros de São Paulo: Pirituba
No próximo dia primeiro de fevereiro de 2019 o bairro de Pirituba completa 135 anos e como parte das comemorações, a Prefeitura de São Paulo, através da Secretaria de Cultura e Subprefeitura Pirituba/Jaraguá, fará o lançamento do livro PIRITUBA, escrito pela historiadora Daisy Camargo, que traz a história desse tradicional bairro paulistano desde os seus primórdios até a atualidade. Este lançamento será realizado na Biblioteca Brito Broca.Classificação indicativa: Livre. Durante: 120 min.
Dia 1º de fevereiro às 10h – Biblioteca Brito Broca

Clube de Leitura Borboleta Azul
Clube de leitura sobre o livro “Fabulário” de Clóvis Giraldes Jr.
Haverá leituras, bate papo com o autor e distribuição gratuita da obra. Não é necessário ter lido o livro previamente. São todos convidados!
Dia 1° de fevereiro às 14h – Biblioteca Nuto Sant’Anna

Mensagem reencontrada
Mediação de leitura do livro “A mensagem reencontrada”, de Louis Cattiaux, livro dirigido aos homens e às mulheres de espírito livre que buscam o sentido profundo das coisas e deles mesmos e os exorta a iniciar o caminho da própria regeneração. Pere Sánchez Ferre é doutor em História Moderna e Contemporânea pela Universidade de Barcelona e ministra cursos naquela e em outras universidades espanholas. Classificação indicativa: 14 anos.
Dia 1º de fevereiro às 10h30 – Biblioteca Alceu Amoroso Lima

Literatura: Grupo de leitura
O grupo se propõe a ler obras de autores de economia crítica, o primeiro encontro seria a minha exposição sobre dialética hegeliana. É um curso de leitura aberto ao público interessado, com a minha coordenação teórica e didática. O livro a ser lido seria o Primeiro Volume de Critica da Economia Política: O Processo de Produção do Capital. O Capital. A proposta do grupo é de encontros mensais, Toda primeira segunda do mês. Classificação indicativa: 14 anos.
Dia 3 de fevereiro às 19h – Biblioteca Alceu Amoroso Lima

Lançamento: Águas de dentro e de fora, da autora Lourdes Ferreira
O livro é Águas de dentro e de fora, com 37 poemas de autoria de Lourdes Ferreira, alguns deles ilustrados por Nana Mello, que também fez a ilustração da capa. Classificação indicativa: 14 anos
Dia 8 de fevereiro às 14h – Biblioteca Alceu Amoroso Lima

Mediando leitura
Projeto voltado para o público da Melhor Idade. O rico universo da literatura que temos no acervo da Biblioteca, possibilita utilizarmos livros da literatura infantil, juvenil, biografias, meditações e histórias do cotidiano, com a finalidade de resgatar as histórias da tradição oral. Classificação indicativa: Livre.
Dia 19 de fevereiro às 10h – Biblioteca Amaral Amaral

Semeando leitura
Mediação de leitura e resgate de canções e brincadeiras tradicionais para Primeira Infância. Classificação indicativa: Livre
Dia 20 de fevereiro às 14h30 – Biblioteca Amadeu Amaral

A Hora da Mediação de Leitura Literária
Com Cléo, Danielle e Natanael
Funcionário da biblioteca e Jovens Monitores Culturais propõem um contato lúdico entre crianças e os livros, com a intenção de despertar o interesse pela literatura e o prazer da leitura. Classificação indicativa: 0 a 12 anos.
Terças-feiras (de 7 de janeiro a 15 de dezembro das 11h30 às 12h30) –Biblioteca Cora Coralina.

Mediação de leitura para 1ª Infância
Duração: 60 min.
Terças-feiras às 14h – Biblioteca Affonso Taunay

Mediação de leitura – Os livros falam e a alma responde.
Com funcionários da biblioteca.
As mais belas histórias que encantam e divertem a todas as idades. Classificação indicativa: Livre. Duração: 45 min.
Quartas- feiras às 14h ou mediante agendamento prévio – Biblioteca Thales Castanho Andrade

Mediação de Leitura
Com Cida Felício e Cida Teles
Classificação indicativa: Livre. Duração: 45 min.
Terças e quintas-feiras às 13h30 – Biblioteca Professor Arnaldo Magalhães Giácomo

Projeto de Mediação de Leitura Literária na 1ª Infância
Com Cléo, Danielle e Natanael
Ação intersecretarial onde está sendo desenvolvida a Mediação de Leitura Literária pela Biblioteca Pública Municipal Cora Coralina (Temática Feminista) em parceria com a EMEI Gianfederico Porta. Classificação indicativa: 6 anos.
Sextas-feiras (de 7 de fevereiro a 11 de dezembro das 14h30 às 15h30) – Biblioteca Cora Coralina.

Fonte: Prefeitura Municipal de São Paulo

Programação de férias continua nas Bibliotecas nesta sexta e sábado

A programação das Bibliotecas Ramais de Bauru se encerra neste fim de semana

Aceituno Jr.

Programação de férias continua nas Bibliotecas nesta sexta e sábado

A programação das Bibliotecas Ramais de Bauru se encerra neste fim de semana com ações na Biblioteca da Ramal da Vila Falcão e da Estação Cidadania (antigo CEU das Artes).

Na sexta-feira, 31, a Biblioteca Ramal “Maria Raquel Zanni Arruda”, na Vila Falcão, recebe, às 9h, a exposição “Retratos de Bauru”, do artista Plácido, que se chama Aparecido de Souza e ganhou o nome artístico ainda quando criança: “Diziam que eu era muito calmo, manso, observador. Acabei virando Plácido, gostei e me senti um profissional”, conta o artista, que começou a pintar aos 9 anos, com pedaços de carvão em muros e casas abandonadas de Vera Cruz.

Ainda na Vila Falcão, após a abertura da exposição, ocorre a contação de histórias “Nos trilhos de Bauru – uma estação de histórias”, um espetáculo teatral que conversa com o ato de contar histórias. O espetáculo traz à cena um simpático casal de idosos, Tião e Dulce.

Para João Folcato, um dos atores, o espetáculo “é um resgate das lembranças de cada um e uma possibilidade de transformar o nosso meio, já que quanto mais conhecemos mais pertencemos”.

No sábado é a dia da Estação Cidadania, que recebe a programação, a partir das 17h, com a abertura da exposição “Bauru em Fotos”, promovida pelo Museu Ferroviário Regional e pelo Museu Histórico Municipal, que tem como objetivo promover o reconhecimento do município em diferentes épocas. A exposição trará fotografias mostrando Bauru de antigamente e na atualidade.

Às 17h30 ocorre a contação “Nos trilhos de Bauru – uma estação de histórias”, seguida da apresentação musical do Projeto Camerata Experimental do CEU, que tem coordenação de José Coutinho.

SERVIÇO

1 de janeiro (sexta-feira) – Biblioteca Ramal da Vila Falcão – “Maria Raquel Zanni Arruda”

9h – Abertura da exposição “Retratos de Bauru” – Presença do artista Plácido

9h30 – Contação de histórias – “Nos trilhos de Bauru – uma estação de histórias”

Biblioteca Ramal “Maria Raquel Zanni Arruda”

Rua Domingos Bertoni – 7-50 – Vila Falcão

 

1 de fevereiro (sábado) – Biblioteca da Estação Cidadania (antigo CEU das Artes)

17h – Abertura da exposição “Bauru em Fotos”

17h30 – Contação de histórias – “Nos trilhos de Bauru – uma estação de histórias”

18h – Apresentação musical do Projeto Camerata Experimental do CEU – coordenação: José Coutinho

Rua Maria José Silvério Dos Santos, Quadra 02 – Conjunto Habitacional Pastor Arlindo Lopes Viana

Fonte: Jornal da Cidade Bauru

Biblioteca Municipal tem sala com livros e brinquedos para crianças

Por 

Que tal aproveitar o fim das férias escolares com as crianças? Uma boa dica de lugar para levá-las é a Sala Infantil, com livros e brinquedos, que fica dentro da Biblioteca Municipal “Terezinha França de Mendonça Duarte”, órgão da Prefeitura. A biblioteca fica no piso inferior do Open Shopping, localizado na rua Luiz Camilo de Camargo, 581, região central.

O coordenador da biblioteca municipal, Rafael Antônio da Silva, explica que a sala é para crianças de 0 a 10 anos em fase de alfabetização. O espaço tem acervo com 1.466 obras de literatura infantil, jogos educativos-pedagógicos, carrinhos, bonecas, ursinhos de pelúcia antialérgicos, mesas e cadeirinhas infantis. Outro destaque é o teatro de fantoches. De acordo com o coordenador, o teatro é muito utilizado por ser uma atividade que proporciona momentos de convivência entre famílias e crianças.

Que tal aproveitar o fim das férias escolares com as crianças? Uma boa dica de lugar para levá-las é a Sala Infantil, com livros e brinquedos, que fica dentro da Biblioteca Municipal “Terezinha França de Mendonça Duarte”, órgão da Prefeitura. A biblioteca fica no piso inferior do Open Shopping, localizado na rua Luiz Camilo de Camargo, 581, região central.

O coordenador da biblioteca municipal, Rafael Antônio da Silva, explica que a sala é para crianças de 0 a 10 anos em fase de alfabetização. O espaço tem acervo com 1.466 obras de literatura infantil, jogos educativos-pedagógicos, carrinhos, bonecas, ursinhos de pelúcia antialérgicos, mesas e cadeirinhas infantis. Outro destaque é o teatro de fantoches. De acordo com o coordenador, o teatro é muito utilizado por ser uma atividade que proporciona momentos de convivência entre famílias e crianças.

“A Sala Infantil é um espaço para a família. Esse primeiro estímulo dos adultos que trazem as crianças para brincar ou ler na biblioteca é fundamental para que elas desenvolvam o gosto pela leitura. É para incentivar este hábito que a Prefeitura oferece dentro da biblioteca este espaço com ambiente acolhedor e divertido para adultos e crianças”, destaca Silva.

Neste período de férias, a Sala Infantil tem sido bastante frequentada. A enfermeira Neila Londe Leal veio usufruir do espaço junto com o filho, Pedro, de 2 anos. Moradora do bairro Vila São Francisco, ela ainda não conhecia a biblioteca. “Vim por indicação de amigas. Não sabia que tinha uma sala para crianças. Achei ótimo o espaço! É seguro para as crianças. Meu filho gostou da sala, tanto que ele nem queria ir embora”, relata Neila, que aproveitou a ocasião para fazer sua carteirinha de usuária da biblioteca. “Quero pegar livros emprestados para eu e meu filho lermos juntos”, diz.

O acesso à Sala Infantil é gratuito e não é necessário fazer cadastro. O horário de funcionamento é o mesmo da biblioteca, de segunda à sexta-feira, das 8h às 17h. Por questão de segurança, o coordenador informa que não é permitida a permanência de crianças desacompanhadas na sala. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3887-1684, pelo BiblioZap, serviço de atendimento da biblioteca via aplicativo WhatsApp, cujo número é 99578-6759, ou pelo e-mail.

CARTEIRINHA DE LEITOR

Quem quer se tornar usuário da biblioteca para poder pegar livros emprestados tem que fazer a Carteirinha de Leitor. Para isso, é necessário levar cópia da Carteira de Identidade (RG) e cópia de comprovante de residência. Já para menores de idade, é necessário que o pai, a mãe ou responsável leve cópia do RG e autorização. Atualmente, a biblioteca tem cerca de 5.000 usuários cadastrados. O acervo da biblioteca pode ser consultado no site http://biblivre.hortolandia.sp.gov.br/Biblivre5/single/.

Fonte: Prefeitura de Hortolândia

Prefeitura entrega certificados a leitores mais assíduos da Biblioteca Municipal

Diploma “Leitor do Ano” foi entregue a sete leitores que mais emprestaram livros em 2019; prêmio tem como objetivo o incentivo à leitura

Secom Prêmio “Leitor do Ano” foi criado para estimular os frequentadores da Biblioteca Municipal e também atrair novos leitores

Clique aqui e veja o vídeo.

A Prefeitura de Araras entregou nesta segunda-feira (27) certificado aos leitores mais assíduos da Biblioteca Municipal, que mais emprestaram livros em 2019.

Com o objetivo de incentivar a leitura, o prêmio “Leitor do Ano” foi entregue a Anezia de Lourdes (92 empréstimos), Neusa Aparecida Malvestiti (79), Sophia Marques (75), Josiane Cristina Longo (64), João Pedro Bretanha Barbosa (55), Caio Augusto Cardoso (49) e Arthur Bartthmann (49).

“Para mim, os livros representam uma viagem de 1ª classe. Eu viajo pelas páginas. Consigo me encaixar nos lugares que estou lendo e aprendo mais sobre eles. As minhas viagens são por meio da leitura. Sou uma leitora bem eclética, gosto de todas as temáticas. Os meus livros favoritos são: O Regresso e Os Catadores de Conchas, ambos de Rosamunde Pilcher”, comentou Dona Anezia, a leitora mais assídua do último ano.

O bibliotecário municipal Gustavo Grandini Bastos explicou o porquê da criação da iniciativa. “O Leitor do Ano foi criado para estimular ainda mais os frequentadores da Biblioteca Municipal e também atrair novos leitores”, acrescentou.

Já o secretário de Cultura, Marcio Neves, ressaltou a importância dos livros físicos, mesmo em um “mundo digital” como o de hoje. “O hábito da leitura de livros prevalece em Araras. Segundo levantamento da Biblioteca, os empréstimos de livros em 2019, se comparados a 2017, subiram 50% – o que é muito relevante para nós como município”, disse Neves.

O prefeito Junior Franco também participou da cerimônia, ao lado da primeira-dama e presidente do Fuss (Fundo Social de Solidariedade) de Araras, Daniela Franco, e do secretário municipal de Educação, Bruno Roza. “Parabéns a todos os contemplados. Que a leitura seja ainda mais presente em suas vidas e que vocês sejam exemplos para muitas outras pessoas”, completou Franco.

Outras informações sobre a 1ª edição do “Leitor do Ano” podem ser obtidas pelos telefones 3541-5763, 3542-5807 (Secretaria de Cultura) e 3551-1534 (Biblioteca Municipal).

Fonte: Secom/Prefeitura de Araras

Biblioteca celebra 10 anos com programação especial

Texto por Jornal SP Norte

Em fevereiro a Biblioteca de São Paulo completa 10 anos de funcionamento. Para comemorar a década de existência, a unidade preparou uma programação especial e gratuita, no qual receberá espetáculos, encontros com escritores – entre eles, Pedro Bandeira – , workshop internacional, exposição, oficinas, música e muito mais.

A programação de aniversário começa já no dia 1º de fevereiro, sábado, com a Exposição Invenções Gráficas na Ilustração Ibero-americana, com curadoria do ilustrador Fernando Vilela e realizada em parceria com o Instituto Tomie Ohtake e a Fundação SM. A exposição permanecerá no espaço até o dia 29 de março. Já no dia seguinte (2/02), domingo, é a vez do show-leitura com o Hélio Flanders & As Folhas da Relva. A apresentação começa às 15h.

Ao final de cada evento, os escritores realizarão bate-papo com o público, além da presença de Pedro Bandeira, estão previstos outros bate-papos com o público no sábado e domingo, dias 15 e 16.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

13 E 14 DE FEVEREIRO – QUINTA E SEXTA-FEIRA

9h30 às 17h – Workshop Internacional Mediação: Uma Biblioteca para Hoje e para Todos, realizado pelo SisEB (Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo).

15 DE FEVEREIRO – SÁBADO

11h – Bate-papo com o escritor Pedro Bandeira, mediado pelo jornalista Manuel da Costa Pinto;

14h – Oficina lúdica e gastronômica com o chef Andy Giacometti; e

16h – O espetáculo Os Mequetrefe, com o Grupo Parlapatões.

16 DE FEVEREIRO – DOMINGO

11h30 – Jogos do Mundo com o coletivo Caravana Lúdica

12h às 16h – Haverá sessões de contações de histórias no Parque da Juventude com a Cia. Duo Encantado

13h – Oficina de Poesia, com Jonas Samaúma;

14h – Oficina Maker Corrida Maluca, com Glauco Paiva; e

16h – Apresentação do Agrupamento Musical do Consulado da Portela de São Paulo

Fonte: Jornal SP Norte

Biblioteca em SP promove a inclusão de pessoas em situação de rua

Estima-se que entre 20% e 25% do público da Biblioteca de São Paulo seja composto por pessoas em situação de vulnerabilidade. A maioria vai ao local para acessar computadores e ler jornais e revistas

Imagem ilustrativa

Diogo Rossali, 33, costuma ir à Biblioteca de São Paulo (BSP), localizada no Parque da Juventude, em Santana, na Zona Norte da cidade, sempre que tem tempo livre.

O hábito de leitura de Diogo pode ser considerado incomum. Ao contrário da maioria dos brasileiros, ele lê mais de um livro por semana e raramente é intimidado pelo número de páginas.

Natural do Rio Grande do Sul, Diogo chegou a São Paulo há um ano e meio, sem conhecer nada nem alguém que o apoiasse. Assim, acabou indo para o Centro de Acolhida Zachi Narchi.

Por estar próximo da biblioteca, a assistente social do albergue indicou o local para Diogo, que desde então realiza visitas frequentes ao espaço.

“Pra mim, a biblioteca é como a minha segunda casa. Eu passo o dia inteiro aqui, e isso me distrai dos meus problemas. Quando eu tô aqui, com um livro para ler, eu esqueço e consigo me distanciar. Sem o livro tudo volta”.

Diogo abandonou sua casa no Rio Grande do Sul devido a problemas familiares. “Eu praticamente fugi de lá. Estava com depressão”.

Rossali lê, em média, um livro de 300 páginas em dois dias. Sem restrições de gênero ou autor, é através do título que ele escolhe o que lerá.

“Tenho muitos livros favoritos que descobri aqui. Mas meu favorito é As Crônicas dos Mortos, do Rodrigo de Oliveira. Me fez querer comprar a série toda”, conta com um sorriso no rosto.

O período mais longo que Diogo ficou longe da biblioteca foi quando trabalhou no McDonald’s. “Por seis meses, não deu pra vir. Folgava só nas segundas-feiras, e aí a Biblioteca estava fechada”.

Desempregado, Diogo segue na busca por uma oportunidade de trabalho. “Mas é aquela história, quando percebem que é de albergue já olham diferente”.

Apesar dos desafios, Diogo enxerga a biblioteca como seu porto seguro. “Gosto daqui. Me traz uma paz como a que eu tinha em casa, perto da natureza. Sinto saudades, mas não dá para voltar”.

A construção de laços

A história de Diogo acabou se entrelaçando com a de Wellington Custodio, atendente da BSP. Devido à situação de vulnerabilidade, Diogo acabou perdendo um dos livros que pegou emprestado.

No entanto, ele não informou a nenhum dos funcionários do espaço, pois não teria como repor o material. Wellington percebeu que Diogo frequentava a BSP quase que diariamente e não levava nenhum livro.

“Resolvi me aproximar dele. Começamos a conversar e questionei o porquê de ele não levar nenhum livro. Então ele contou. Expliquei que não tinha problema, e liberamos o cadastro”.

Depois disso, as conversas se tornaram mais frequentes, e se estabeleceu uma relação de confiança entre eles.

“Com o tempo, vamos os conhecendo melhor e acabamos criando um vínculo também. Eles chegam e perguntamos como eles estão, e eles também querem saber sobre nós”, comenta o atendente.

Wellington nunca havia interagido frequentemente com pessoas em situação de vulnerabilidade, e logo foi aprendendo que o diálogo é fundamental para a aproximação.

“Boa parte deste público tem uma resistência. Eles ficam meio fechados no início, mas, quando você quebra essa barreira, eles percebem que a biblioteca é um espaço deles também”.

Há 7 anos na biblioteca, Wellington já abordou e ouviu as histórias de muitas pessoas, mas teve uma que o marcou especialmente.

“Esse é um público que precisa de um espaço de escuta, em que possa falar e ser ouvido. Eles são carentes deste espaço”.

A equipe notou que um dos frequentadores estava dormindo no espaço e, ao abordá-lo, descobriu que o albergue em que ele estava na região foi fechado, e ele não conseguia dormir na rua, devido à insegurança.

“Eu nunca tinha conversando com ele antes, mas ele frequentava o espaço havia bastante tempo. Ele falou para mim que sabia que o espaço não era para dormir, mas que ele estava sem opção enquanto aguardava surgir uma nova vaga no albergue”.

Wellington esclareceu que não haveria problema. “Ele sumiu por um tempo, mas algumas semanas atrás ele voltou, e falou que conseguiu a vaga no albergue e estava trabalhando. É bom quando eles voltam só para nos contar coisas assim”.

A biblioteca como um espaço de inclusão

Diariamente, antes de a Biblioteca de São Paulo abrir, forma-se uma fila do lado de fora. A fila tem, principalmente, pessoas em situação de rua – albergadas ou não – que querem garantir uma vaga para usar o computador.

“Temos um número limitado de computadores, então eles retiram uma ficha e os que não conseguem assim que chegam precisam esperar”, conta a superintendente da BSP, Sueli Motta.

Todos os usuários têm direito a duas horas diárias nos computadores. Alguns utilizam o tempo para falar com os familiares, enviar currículos ou para assistir a filmes e vídeos no Youtube.

“A proposta da biblioteca, quando ela foi inaugurada ainda em 2010, era atuar pela inclusão. Então não segmentamos os grupos. Temos um olhar de acolhimento para as pessoas em situação de vulnerabilidade”, explica Sueli.

Inspirada em modelos observados na Colômbia e no Chile, a BSP funciona como uma “biblioteca viva”, ou seja, que preza pela interação e o acesso à cultura.

Esse modelo é aplicado tanto na BSP quanto na Biblioteca Parque Villa-Lobos (BVL), na Zona Oeste da cidade. Ambas são administradas pela organização sem fins lucrativos SP Leituras.

“Aqui em Santana, a biblioteca acabou sendo abraçada e ocupada pela comunidade ao redor. Estamos em um parque e próximos do Centro. É um local de fácil acesso e que acolhe essas pessoas”, aponta Motta.

Ao longo dos anos de funcionamento, a equipe da biblioteca foi trabalhando para atender as necessidades do público em situação de vulnerabilidade social.

A interação possibilitou o surgimento de oficinas de montagem de currículo, auxílio para preencher formulários online de vagas e até atividades de escuta.

Através da área de serviço social da SP Leituras, funcionários realizam mensalmente uma atividade de acolhimento.

“Chamamos pessoas que estão na fila para utilizar os computadores ou em outros espaços das bibliotecas para formar uma roda e compartilhar suas histórias por meio de dinâmicas”, conta a assistente social da SP Leituras Maria Eulália Borges.

Ela ressalta que as dinâmicas são abertas para todos os usuários, mas há uma busca por pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Esse é um público que precisa de um espaço de escuta, em que possa falar e ser ouvido. Eles são carentes deste espaço”.

Além dos computadores, a maioria do público em situação de vulnerabilidade costuma utilizar o espaço para ler jornais, revistas ou quadrinhos.

“Eles participam muito, leem muito e já nos disseram que a biblioteca ajuda a mantê-los longe da rua, das drogas”, Conta Maria Eulália.

O objetivo do espaço é integrar todos os públicos, promovendo o diálogo entre grupos distintos. A assistente social cita o exemplo de uma participação em um ‘Luau’, espécie de sarau que ocorre às quintas-feiras na BSP.

“Há algum tempo, uma pessoa em situação de rua participou de um ‘Luau’, e ele foi lá e cantou uma música que o marcou muito. Agora ele vem toda semana para participar e se junta com o pessoal da ETEC aqui do lado”.

A equipe da SP Leituras estima que entre 20% e 25% de seu público seja composto por pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Não temos como ter um controle efetivo. A pessoa precisa da carteirinha apenas para o empréstimo do livro. Ela pode, tranquilamente, se quiser, passar pelo espaço, sentar e apenas ler”, conta a superintendente da biblioteca, Sueli Motta.

Ela ainda aponta que entre os que fazem a carteirinha para ser tornarem sócios, há os que costumam evitar dar o endereço do albergue ou contar que estão na rua.

“Aqui eles não se sentem discriminados. Se precisam de orientação para algum serviço, nós oferecemos. O espaço é deles também”.

Serviço

A Biblioteca de São Paulo e a Biblioteca Parque Villa-Lobos funcionam de terça a domingo, das 9h30 às 18h30.

Fonte: Observatório do 3° Setor

Nas férias, livros são ótimas opções para distrair pessoas

Texto por Mariana Checoni

O período de férias escolares, para as crianças, é sinônimo de brincadeiras e diversão, pois além de poderem dormir até mais tarde, não há preocupação com deveres de casa e horários. Um hábito que estava se perdendo era o da leitura. As crianças e os jovens preferem jogos, filmes e aparelhos tecnológicos em vez de um bom livro.

Entretanto, isso vem mudando. Principalmente nas férias, em janeiro e julho, as pessoas procuram mais o aluguel de livros, para passarem o tempo em alguma atividade. De acordo com Michele Santana Bueno, bibliotecária da Biblioteca Municipal Nelson Foot, um comparativo feito entre janeiro de 2018 e 2019 mostra que, em 2019, o número de empréstimos feitos aumentou. “Em 2018, foram 2437 empréstimos de livros adultos, em 2019, 2800. Os juvenis tiveram um aumento de 557 em 2018 para 651 em 2019. Já os infantis registraram um aumento de 398 para 475. Os números de 2020 ainda não sabemos, pois o mês não acabou”, explica. Isso revela que as pessoas estão procurando ler mais livros físicos. A biblioteca realiza um incentivo, principalmente para as crianças, para que elas tenham vontade e interesse pelas histórias. “Sabemos que com esse mundo tecnológico é mais difícil despertar o interesse dos pequenos. Para isso, queremos transformar a biblioteca em um lugar onde elas, além de terem contato com os livros, possam brincar e circular pelo local, usando a imaginação para inventar e entrar nas histórias”, conta Michele.

Nos meses de férias (janeiro e julho), os livros mais procurados pelos adultos são os de desenvolvimento pessoal, finança, liderança e produtividade. Os mais lidos na biblioteca foram “O Poder do Hábito” e “O Líder”. Entre as crianças, os livros que mais fazem sucesso são os indicados no “Leiturinha em foco”, que são indicações feitas pela biblioteca e as mães acabam acatando. Este mês são os contos infantis, como os Contos de Fada e os Contos Fantásticos. A biblioteca ambienta o local com essa temática para atrair os pequenos.

Entre os jovens, os livros mais procurados são os mangás.

Ariane de Moraes sempre que pode leva os três filhos, de quatro e dois anos e três meses, para a biblioteca. Acredita que o incentivo à leitura seja muito importante. “Procuro trazer quando consigo. Sempre dou livrinhos para incentivar. Eles adoram, sempre pedem”, conta.

A responsável pela biblioteca Camila Fernandes de Freitas Rosalem conta que o local procura mudar a crença das pessoas de que bibliotecas têm que ser lugares silenciosos e tediosos. “As contações de histórias e eventos que fazemos aqui são para que as pessoas vejam a importância e sintam vontade de voltar a frequentar bibliotecas. Isso parte de uma iniciativa da Escola Inovadora”, afirma.

Biblioteca Zink celebra o Dia do Quadrinho Nacional com exposições, feira e oficina

By Cultura Carta Campinas

A Biblioteca Pública Municipal “Professor Ernesto Manoel Zink” comemora 150+1 anos da história do quadrinho nacional com várias atividades que começam no dia 30 de janeiro e vão até o dia 29 de fevereiro. Entre as atividades previstas estão exposições, bate-papos com quadrinistas, feira de HQs, jogos, K-pop, oficina de origamis e exibição de documentário.

A abertura será com a exposição de tiras da AQC – Associação dos Quadrinistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo. A mostra pode ser vista das 9h às 17h e a entrada é gratuita. Também no dia 30, haverá a revoada de quadrinhos – vários HQs serão espalhados por espaços públicos para serem encontrados e lidos.

(Foto: Divulgação)

Já no dia 8 de fevereiro serão abertas duas exposições: uma em homenagem ao quadrinista Laudo Ferreira e outra que dá destaque aos quadrinhos distópicos. A distopia é o oposto da utopia. A segunda prevê um sistema perfeito, um estado ideal, onde vigora a máxima felicidade e concórdia dos cidadãos. Ou seja, uma sociedade perfeita. No entanto, a distopia vai diretamente contra essa definição. A abertura das duas exposições será às 11h e podem ser vistas pelo público das 11h às 19h, até 29 de fevereiro.

A entrada é gratuita.

No dia 30 de janeiro de 1869 foi publicada a primeira história de quadrinho brasileira: “As Aventuras de Nhô-Quim ou Impressões de uma Viagem à Corte”, de autoria do cartunista Angelo Agostini.  Assim, foi a partir de 1984 que se instituiu, por meio da Associação dos Quadrinistas e Cartunistas do Estado de São Paulo (AQC-ESP), a data em que se comemoraria o Dia do Quadrinho Nacional.

Dia do Quadrinho Nacional na Biblioteca Zink – 7ª edição De 30 de janeiro a 29 de fevereiro 2020 Biblioteca Pública Municipal “Professor Ernesto Manoel Zink” Avenida Benjamin Constant, 1.633, Centro.

(Carta Campinas com informações de divulgação)

Fonte: Carta Campinas

Workshop Internacional “Mediação: Uma Biblioteca para Hoje e para Todos”

Nos dias 13 e 14 de fevereiro, a Biblioteca de São Paulo sedia o Workshop Internacional “Mediação: Uma Biblioteca para Hoje e para Todos”.

O evento é voltado para todos os profissionais que atuam em bibliotecas, salas de leitura e programas de incentivo à leitura. As inscrições são gratuitas.

Mais informações: http://bit.ly/30HJbPj

Fonte: Biblioteca Virtual do Governo do Estado de São Paulo

Café Literário 2020

Sob idealização e curadoria da Professora Janaina Soggia, Clube de Leitura realizado com encontros mensais, aos últimos domingos de cada mês, no auditório da Biblioteca Mário de Andrade, são debatidas obras literárias canônicas e contemporâneas, sempre alterando obras escritas por mulheres e homens, com o objetivo de promover o gosto pela leitura a partir de troca de impressões e experiências literárias.

Mais informações: https://www.facebook.com/cafeliterariosp/

Governo de SP abre concurso para acessibilizar bibliotecas públicas

Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência recebe projetos até dia 30

Do Portal do Governo

Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência recebe até o dia 30 deste mês projetos de bibliotecas públicas do Estado de São Paulo interessadas em acessibilizar seus acervos. As selecionadas vão receber equipamentos de tecnologia assistiva capazes de assegurar o acesso à leitura para pessoas com deficiência visual.A ação faz parte do programa São Paulo + Inclusão Bibliotecas, que tem como parceiro o Fundo de Interesse Difusos (FID) da Secretaria da Justiça e Cidadania. Juntas, as secretarias já entregaram equipamentos para mais de 60 bibliotecas públicas.

Os interessados em participar devem indicar em formulário específico como pretendem aprimorar os serviços bibliotecários para as pessoas com deficiência e qual estratégia será utilizada para divulgação dos novos serviços com foco no público com deficiência visual.

As bibliotecas vencedoras receberão kits compostos pelos seguintes equipamentos: scanner leitor de mesa, linha braile e computador.

O formulário deve ser preenchido no link http://bibliotecas.sedpcd.sp.gov.br e as propostas, os anexos digitalizados e assinados, devem ser enviados para o e-mail spmaisinclusaobibliotecas@sedpcd.sp.gov.br ou encaminhados pelo correio.

Biblioteca Municipal conta com acervo para pessoa com deficiência visual

Interessados podem ler no local ou realizar empréstimos do material

A Biblioteca Pública Municipal Professor Tobias Rodrigues conta com um acervo 451 obras destinadas a pessoas com deficiências visuais, sendo composto por livros em Braille e audiolivros.

Os interessados podem ler no local ou realizar empréstimos mediante ao cadastro. A biblioteca se situa na avenida Tamoios, 1.685; e atende de segunda à sexta-feira das 7 às 17 horas.

Atualmente, o acervo em Braille conta com 240 exemplares, que são facilmente encontrados no saguão da biblioteca. Além destes, ainda há 211 obras em e-books/audiolivros, que podem ser encontradas em CDs expostos no final da sala de estudos.

De acordo com o bibliotecário Tarciso Vieira Mendes, as obras do acervo destinado a pessoas com deficiência visual seguem as mesmas regras de empréstimos dos demais exemplares, sendo necessário o cadastro.

“Para se tornar um usuário cadastrado da biblioteca e realizar o empréstimo das obras, basta comparecer ao local munido de documento com foto e comprovante de residência. Para cadastro de menores de 16 anos é exigida a presença do responsável legal. A partir deste cadastro, o usuário receberá uma carteirinha, que permitirá a realização de empréstimos”, informou.

A bibliotecária Valentina Terezinha Machado destacou que cada usuário cadastrado pode levar até três itens (entre livros, audiolivros ou DVDs) em empréstimos que podem durar até sete dias (DVDs podem ser emprestados por até três dias); e pode ser renovado se estiver dentro do prazo e se o material não estiver reservado à outra pessoa.

Ela ressalta que os empréstimos devem ser feitos com a apresentação da carteirinha.

“Os livros deste acervo ficam logo na entrada da biblioteca, facilitando o acesso e localização das obras. Este espaço foi criado em 2014, reunindo doações da população e da fundação ‘Dorina Nowil para Cegos’. Atualmente, o acervo é composto por obras de literatura clássica de escritores estrangeiros e nacionais”, disse.

O secretário municipal de Cultura, Duda Gimenez, salientou a importância de oferecer alternativas para o acesso democrático à cultura. Ele também destacou que a inclusão possibilita que pessoas com deficiências tenham oportunidades de contato com a cultura e arte.

“O acesso à cultura e às artes devem ser o mais democrático possível, pois estes elementos são fundamentais para o crescimento e desenvolvimento da sociedade. Este acervo já tem mais de 5 anos e conta com centenas de exemplares que podem ser lidos, estudados e emprestados, fomentando a inclusão de pessoas com deficiência visual no acesso a obras clássicas de literatura”, apontou.

“Sabemos que a inclusão e a cultura é um dos pilares para o progresso da sociedade. A presença de livros destinados a deficientes visuais demonstra que nossa biblioteca apresenta recursos para os diversos públicos da nossa cidade. Convido a população para conhecer e usufruir dos recursos oferecidos pela Biblioteca Pública Municipal”, destacou.

O prefeito Caio Aoqui enfatizou a importância de Tupã contar com um acervo com acessibilidade e convidou a população para conferir as obras da Biblioteca Municipal.

Recursos oferecidos pela biblioteca

A biblioteca conta com acervo de livros infantis; estante com os títulos recomendados e destaques, além dos principais jornais locais e nacionais e revistas. Além do saguão, há também uma sala de leitura no interior da biblioteca.

As instalações ainda oferecem outros recursos para pesquisas, como internet via wifi para os usuários realizarem buscas e estudos, e o Acessa Livre, onde há computadores em que os usuários podem usar por até 1 hora, podendo se estender por mais tempo caso não haja fila de espera.

Atualmente a biblioteca conta com mais de 10 mil usuários cadastrados e um acervo com 32.733 obras, sendo estas: 822 DVDs, 240 livros em Braille, 211 e-books/audiolivros e 31.460 livros. Além de acesso a revistas, jornais e os principais periódicos locais, e nacionais.

A consulta aos itens presentes no acervo pode ser feita clicando aqui.

Fonte: Tupãense Notícias

BIBLIOTECA DE SÃO PAULO COMEMORA 10 ANOS EM FEVEREIRO

Uma grande festa com programação especial que durará vários dias em fevereiro. Assim será a celebração dos 10 anos da BSP (Biblioteca de São Paulo), instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, gerida pela Organização Social SP Leituras (entre as 100 Melhores ONGs do Brasil, pelo segundo ano consecutivo). Espetáculos, encontros com escritores (entre eles, Pedro Bandeira), workshop internacional, exposição, oficinas, música e muito mais. Tudo grátis!

Localizada dentro do Parque da Juventude, no terreno em que funcionou a Casa de Detenção de São Paulo (conhecida como Carandiru), na zona Norte da capital paulista, a biblioteca soma mais de 3 milhões de visitantes e reúne o que há de mais moderno na área. Finalista do International Excellence Awards 2018, entregue durante a Feira do Livro de Londres, uma das mais prestigiadas do setor, a BSP já recebeu premiações como o Prêmio IPL na categoria Melhor Biblioteca do Ano e Prêmio Ações Inclusivas 2013, da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Destaques                         

A chegada aos 10 anos de existência deste espaço, que é de todos, contará com programação especial (confira os detalhes abaixo), que tem início no sábado, 1º de fevereiro, com a abertura, às 11h, da Exposição Invenções Gráficas na Ilustração Ibero-americana, com curadoria do ilustrador Fernando Vilela e realizada em parceria com o Instituto Tomie Ohtake e a Fundação SM. No domingo, dia 2, é a vez do show-leitura Hélio Flanders & As Folhas da Relva (realização: Sesc Santana) acontecer às 15h. No sábado, dia 15, haverá bate-papo com o escritor Pedro Bandeira, mediado pelo jornalista Manuel da Costa Pinto, às 11h; oficina lúdica e gastronômica com o chef Andy Giacometti às 14h; e o espetáculo Os Mequetrefe, com o Grupo Parlapatões, às 16h. No domingo, dia 16, o coletivo Caravana Lúdica realiza, às 11h30, a atividade Jogos do Mundo; haverá sessões de contações de histórias no Parque da Juventude com a Cia. Duo Encantado das 12h às 16h; Oficina de Poesia, com Jonas Samaúma às 13h e Oficina Maker Corrida Maluca, com Glauco Paiva, às 14h. Tudo será encerrado com apresentação do Agrupamento Musical do Consulado da Portela de São Paulo às 16h, com clássicos do repertório da escola de samba. Os escritores têm espaço especial na sequência de eventos; além da presença de Pedro Bandeira, estão previstos outros bate-papos com o público no sábado e domingo, dias 15 e 16.

Workshop internacional

Visando a formação geral e crítica de profissionais das áreas de biblioteca, leitura e literatura, a programação do aniversário da BSP reserva lugar de destaque para o Workshop Internacional Mediação: Uma Biblioteca para Hoje e para Todos, realizado pelo SisEB (Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo) nos dias 13 e 14 de fevereiro, das 9h30 às 17h. Entre os convidados do evento (inscrições gratuitas pelo site http://siseb.sp.gov.br/) estão Ignácio de Loyola Brandão e Gonzalo Oyarzún, do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas do Chile.

Sobre a BSP

A biblioteca tem programação que atende públicos de diferentes faixas etárias e interesses diversos. Com oficinas, contações de histórias, cursos e atividades como xadrez e yoga, o equipamento vai além do acervo, promovendo, sobretudo, o compartilhamento de experiências e saberes. Inaugurada em fevereiro de 2010, a BSP foi inspirada na Biblioteca de Santiago, no Chile, faz parte do SisEB (Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo) e totaliza 40 mil itens (livros, DVDs, CDs, além de jogos) no acervo. Pessoas com deficiência possuem acesso integral a todos os ambientes e podem utilizar o conjunto de audiolivros, livros em Braille e demais equipamentos de acessibilidade.

Confira, a seguir, a programação especial do #BSP10anos:

Sábado, 1º de fevereiro

11h – Abertura da Exposição Invenções Gráficas na Ilustração Ibero-americana – Criada a partir do Catálogo Ibero-América Ilustra (publicação realizada anualmente desde 2010 pela Fundação SM em parceria com a FIL Guadalajara – Feira Internacional do Livro de Guadalajara), a exposição tem curadoria do ilustrador Fernando Vilela, foi concebida e apresentada em 2019 no Instituto Tomie Ohtake. Visitação: terça a domingo, das 9h30 às 18h30. Até 29 de março. Parceria: Instituto Tomie Ohtake, Fundação SM e Biblioteca de São Paulo.

Domingo, 2 de fevereiro

15h – Hélio Flanders & As Folhas da Relva – Inspirado na poesia do norte-americano Walt Whitman nasceu este show-leitura do artista brasileiro, que traz canções de seu primeiro trabalho solo, “Uma Temporada Fora de Mim” e de sua banda Vanguart, mesclados a versos de Whitman e fundidos de maneira quase inseparável dentro do roteiro. Classificação indicativa: 14 anos. Vagas limitadas, preenchidas por ordem de chegada. Realização: Sesc Santana.

Sábado, 15 de fevereiro

10h às 11h30 – Encontro de Yoga e Meditação no Parque – Yoga é uma prática milenar que oferece oportunidade de entrar em contato com você e com seu corpo e pode ter seus benefícios ampliados sendo realizada ao ar livre. Buscando contato com a natureza, novas conexões e sentidos, esse encontro especial em comemoração aos 10 anos da Biblioteca de São Paulo será realizado no Parque da Juventude. Aula aberta para todos os níveis de participantes. Ponto de encontro às 9h40 em frente à Biblioteca de São Paulo. É importante que cada participante traga seu tapete de yoga e água para se hidratar. Em caso de chuva, a atividade será cancelada. Com Amanda Velloso. Não é necessário fazer inscrição.

11h às 13h – Segundas Intenções com Pedro Bandeira – Bate-papo com o escritor, mediado pelo jornalista Manuel da Costa Pinto. Vagas preenchidas por ordem de chegada.

14h às 15h30 – Oficina Minichef – Você sabe qual a origem da festa de aniversário? Nesta oficina lúdica e gastronômica, o chef Andy Giacometti responde esta pergunta e conta outras curiosidades sobre a comemoração. A criançada pode pôr a mão na massa e preparar algumas receitas clássicas de festas de aniversário como canapés e docinhos. Indicado para crianças até 10 anos. Com o chef Andy Giacometti. Vagas limitadas, preenchidas por ordem de chegada.

16h – Espetáculo Os Mequetrefe – Em Os Mequetrefe, quatro palhaços – que, não por acaso, se chamam Dias – vivem a jornada de um longo e divertido dia. Do despertar à hora de ir dormir, revelam como a desconstrução da lógica cotidiana pode abrir espaço para outras maneiras de encarar a vida. Vivendo situações bem comuns, esses cidadãos nada comuns provocam uma série de confusões tão hilárias quanto poéticas. A inspiração de “Os Mequeterefe” foi a obra do inglês Edward Lear, ilustrador e poeta inglês, que criou o termo nonsense. Os Parlapatões convidaram Alvaro Assad, da carioca Cia. Etc e Tal e que dirigiu “A Noite dos Palhaços Mudos” (Cia. La Mínima), para dirigir o roteiro elaborado por Hugo Possolo, visando promover um intercâmbio artístico entre dois grupos que trabalham o cômico em vertentes diferentes, a mímica e a palhaçaria. Com o Grupo Parlapatões. Não é necessário fazer inscrição.

Domingo, 16 de fevereiro

11h30 às 15h30 – Jogos do Mundo – Venha treinar as suas habilidades com jogos de tabuleiro confeccionadas pelo coletivo Caravana Lúdica. São mais de 10 opções de jogos, como jogos de captura, de raciocínio, de destreza e de equilíbrio. O grupo tem como objetivo a difusão do conhecimento dos jogos do mundo, que são aqueles que não têm nem local nem data definidos. Indicado para pessoas de todas as idades. Com a Caravana Lúdica. Vagas limitadas, preenchidas por ordem de chegada.

12h às 16h – Domingo no Parque Especial – Espaço de leitura para toda a família com sessões de contação de histórias. Com a Cia. Duo Encantado. Não é necessário fazer inscrição. Em caso de chuva, a atividade acontece dentro da Biblioteca.

13h às 14h – Oficina de Poesia – Adultos ou crianças poderão conhecer a beleza das rimas e dos textos poéticos. Além de entrar em contato com as obras de Fernando Pessoa a Paulo Leminski, de Cecília Meireles a Tula Pilar e Sergio Vaz, os participantes poderão fazer os seus próprios poemas. E, ao final, num pequeno sarau, todos apresentarão seus textos. Com Jonas Samaúma. Vagas preenchidas por ordem de chegada.

14h às 16h – Oficina Maker: Corrida Maluca – Além de aprender sobre circuitos elétricos de maneira lúdica e divertida, os participantes construirão um carrinho a propulsão. Indicado para crianças a partir de 7 anos. Com Glauco Paiva. Vagas preenchidas por ordem de chegada.

16h às 18h – Portela: Memória do Samba – O Consulado da Portela de São Paulo, em comemoração aos 10 anos da Biblioteca de São Paulo, traz o seu Agrupamento Musical para uma apresentação única, com os grandes clássicos dos compositores históricos da Portela e da agremiação carioca. O Agrupamento é o conjunto musical criado pelo Consulado da Portela de São Paulo para divulgar e celebrar em terras paulistanas a vasta produção musical de grandes compositores da história da Águia Altaneira. O grupo tem se apresentado em diversos espaços da cidade, geralmente no formato de rodas de samba, seguindo os moldes das antigas rodas de terreiro, tocando sem amplificação de som, como nos tempos de Paulo da Portela e Heitor dos Prazeres. No repertório, que será executado pelo Agrupamento do Consulado, estão canções de grandes compositores da escola como Monarco, Casquinha, Argemiro, Candeia e Paulinho da Viola, além de sambas clássicos da Portela. Vagas preenchidas por ordem de chegada.

Sábado e domingo, 15 e 16 de fevereiro

9h30 às 17h – Palhaços Jacinto & Sandoval – Intervenções lúdicas e divertidas durante todo o dia. Não é necessário fazer inscrição.

Workshop Internacional Mediação: Uma Biblioteca para Hoje e para Todos

Quinta-feira, 13 de fevereiro

9h30 – abertura oficial.

10h às 12h30 – Mesa-redonda – Uma Biblioteca para Hoje e para Todos – Convidados: Ignácio de Loyola Brandão, Isabel Santos Mayer (LiteraSampa) e Pierre André Ruprecht (SP Leituras). Mediação: Magno Rodrigues Faria (Instituto Acaia). Conteúdo: a função emancipadora das bibliotecas públicas; o papel e futuro das bibliotecas; os desafios da biblioteca contemporânea; o diálogo entre bibliotecas e pluralidade; sustentabilidade e parcerias; biblioteca como espaço da informação e construção autônoma do conhecimento.

14h às 16h30 – Mesa-redonda – Alfabetização Midiática e Informacional: Acesso Igualitário à Informação e ao Conhecimento – Convidados: Alexandra Bujokas de Siqueira (Universidade Federal do Triângulo Mineiro) e Eugênio Bucci (Universidade de São Paulo). Mediação: Valéria Valls (Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo).  Conteúdo: a biblioteca como espaço da informação e construção autônoma do conhecimento; a função emancipadora das bibliotecas públicas; o diálogo entre a alfabetização informacional digital e bibliotecas; ambientes de aprendizagem e letramento informacional; produção e uso das mídias e da informação; acesso à informação e aprendizagem continuada; o percurso das mídias tradicionais às novas tecnologias de mídia.

16h30 – Encerramento e sorteio de prêmios.

Sexta-feira, 14 de fevereiro

9h30 às 11h – Palestra – As Funções Social, Cultural e Educadora da Biblioteca Contemporânea – Convidado: Gonzalo Oyarzún (Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas do Chile). Mediação: Isabel Santos Mayer (LiteraSampa).

11h às 12h30 – Mesa-redonda – O Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo: Avaliação e Desafios. Convidados: Isabel Ayres (Pinacoteca do Estado de São Paulo), Marilena Nakano (Rede Beija-flor de Pequenas Bibliotecas Vivas de Santo André) e Paulo Bernardes (Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Birigui). Mediação: Sueli Regina Marcondes Motta (SP Leituras). Conteúdo: os acertos, erros e desafios do SisEB na última década; o diálogo entre inovação e redes cooperativas; o potencial das redes de bibliotecas; diagnóstico e avaliação das políticas públicas estaduais de biblioteca, leitura e literatura; o SisEB e a articulação com outras redes, sistemas e programas; consolidação da comunidade da biblioteca de acesso público paulista.

14h às 16h30 – Mesa-redonda – Bibliotecas em Rede e os 25 Anos do Manifesto da IFLA/UNESCO sobre Bibliotecas Públicas – Convidados: Adriana Cybele Ferrari (Febab / Universidade de São Paulo) e Gonzalo Oyarzún (Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas do Chile). Mediação: Pierre André Ruprecht (SP Leituras). Conteúdo: o potencial das redes de bibliotecas; gestão de redes e cooperação entre bibliotecas; os 25 anos do Manifesto IFLA sobre bibliotecas públicas; as funções social, cultural e educadora da biblioteca; o diálogo entre governança e inteligência coletiva; inovação e redes cooperativas.

16h30 – Encerramento e sorteio de prêmios

Carga horária: 12 horas. Público-alvo: profissionais que atuam em bibliotecas, salas de leitura e programas de incentivo à leitura. Certificação: os certificados serão concedidos pelo SisEB (Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo) por dia do evento. Importante: condições especiais de atendimento, como tradução em libras, devem ser informadas até sete dias antes do evento. Pré-inscrições gratuitas. Vagas limitadas. Mais informações: (11) 3155-5444 • siseb@spleituras.org • www.siseb.sp.gov.br .

Fonte: Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São

Exposição de HQ’s acontece na Biblioteca Municipal até dia 30/01

Mostra comemora o dia Nacional das Histórias em Quadrinhos, no dia 30 de janeiro

A Biblioteca Municipal de Franca está promovendo uma exposição de HQs para comemorar o Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos, comemorado no dia 30 de janeiro.

A mostra literária tem como tema os clássicos da literatura brasileira adaptados para os quadrinhos, além de tiras e charges cedidas pelo cartunista Gilmar Barbosa.

A exposição tem como objetivo incentivar a reflexão sobre o comportamento humano por meio dos quadrinhos. A visita pode ser feita de segunda a sexta-feira das 8 às 18 horas.

A Biblioteca Municipal está localizada à Av. Champagnat, 1808 – Centro.

​Fonte: Jornal de Franca

Biblioteca Municipal de Itapetininga promove sessões de cinema para crianças

Biblioteca Municipal de Itapetininga promove sessões de cinema para crianças
A Biblioteca Municipal “Dr. Júlio Prestes de Albuquerque” preparou mais uma atividade para as crianças nas férias: o Cine Biblioteca, que será entre os dias 20 e 24 de janeiro, a partir das 14h. Como a Oficina de Férias, os encontros são voltados para crianças de 5 a 10 anos.

A participação é livre e de graça e cada criança pode participar em até dois dias. As crianças que já tem cadastro na Biblioteca podem se inscrever por telefone. Se não tiver, basta que o responsável apresente RG, CPF e comprovante de endereço.

Confirma a programação:

Dia 20/01, segunda-feira: A Fuga das Galinhas

Dia 21/01, terça-feira: Ponte para Terebítia

Dia 22/01, quarta-feira: Up: Altas Aventuras

Dia 23/01, quinta-feira: Tá chovendo Hambúrguer

Dia 24/01, sexta-feira: Valente

As vagas são limitadas. Mais informações na Biblioteca Municipal, que fica à rua Campos Salles, 175, centro. Telefone (15) 3272-3265. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h e aos sábados das 9h às 12h.

Fonte: Prefeitura Municipal de Itapetininga

Férias: programação especial em bibliotecas

Atrativos gratuitos serão oferecidos entre 24 de janeiro e 1 de fevereiro

Malavolta Jr.

Guilherme Thomaz Junior, Ketelyn Machado, Mariana Campos e Kauã Machado na unidade Geisel em janeiro do ano passado

A Secretaria de Cultura, por meio da Divisão de Bibliotecas, da Pinacoteca Municipal, do Museu Ferroviário Regional e do Museu Histórico Municipal, apresenta uma programação especial de férias entre 24 de janeiro e 1 de fevereiro. As informações são da assessoria.

A programação é variada e as atividades tomarão os espaços das Bibliotecas Ramais, todas apresentando a mesma exposição de fotos, “Bauru em Fotos”, e atividades de contação de histórias, “Nos trilhos de Bauru – uma estação de histórias”.

“Bauru em Fotos” é uma exposição de fotos do Museu Ferroviário Regional e do Museu Histórico Municipal, que tem como objetivo promover o reconhecimento do município em diferentes épocas. A exposição trará fotografias mostrando Bauru de antigamente e da atualidade.

“Nos trilhos de Bauru – uma estação de histórias” é um espetáculo teatral que conversa com o ato de contar histórias. O espetáculo traz à cena um simpático casal de idosos, Tião e Dulce. Tião é um senhor carismático que trabalha na roça, toca viola e gosta de prosear, neto de bandeirante mineiro, conhece muito bem a história da formação da cidade de Bauru, pois seu avô foi um dos responsáveis por desbravar a região. Já Dulce, uma senhora meiga e muito trabalhadora é uma imigrante italiana, que chegou no Brasil ainda criança, com sua família veio parar na “boca do sertão” e aqui conheceu Tião.

O casal de idosos convida o público para tomar um café em sua casa, lar aconchegante e acolhedor, para contar histórias sobre a cidade de Bauru e seu entorno. O espetáculo tem como propósito valorizar o imaginário e proporcionar um encontro com histórias regionais, destacando a importância do café e da chegada da ferrovia para o desenvolvimento da região.

A contação de história “Nos Trilhos de Bauru – uma estação de histórias” foi selecionada pelo Programa de Estímulo à Cultura de Bauru e tem o apoio da Secretaria Municipal de Cultura.

Outra atividade de destaque que compõe a programação é a exposição “Retratos de Bauru”, organizado pela Pinacoteca, que ocorrerá na Biblioteca Ramal da Vila Falcão.

As obras – com pinturas de paisagens da cidade – são do artista bauruense Plácido, que fez da Pinacoteca seu “ateliê”, onde quem passa tem a oportunidade de vê-lo pintar.

 

Programação completa

24 de janeiro (sexta-feira)

Biblioteca Ramal do Jardim Progresso “Vanir de Carli Cunha”

19h30 – Abertura da exposição “Bauru em Fotos”

20h – Contação de histórias – “Nos trilhos de Bauru – uma estação de histórias”

21h – Apresentação do grupo de música da Biblioteca local

Biblioteca Ramal “Vanir de Carli Cunha”

Rua João Borges, 2-1 – Jardim Progresso

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25 de janeiro (sábado)

Biblioteca Ramal Geisel

9h – Abertura da exposição “Bauru em Fotos”

9h – Bazar Solidário

10h30 – Contação de histórias – “Nos trilhos de Bauru – uma estação de histórias”

Biblioteca Ramal Geisel

Rua Alziro Zarur, 5-08 – Núcleo Geisel

*

26 de janeiro (domingo)

Sala de Leitura Jardim Ouro Verde

9h30 – Abertura da exposição temática “Bauru em Fotos”

10h – Contação de histórias – “Nos trilhos de Bauru – uma estação de histórias”

Sala de Leitura Jardim Ouro Verde

Rua Gabriel Morales, 1-24 – Jardim Ouro Verde

*

26 de janeiro (domingo)

Biblioteca Ramal de Tibiriçá – “Lucy Rangel Fraga”

17h – Abertura da exposição “Bauru em Fotos”

17h30 – Contação de histórias – “Nos trilhos de Bauru – uma estação de histórias”

18h – Apresentação da Bateria do Bloco Estrela do Samba

Biblioteca Ramal “Lucy Rangel Fraga”

Rua Carmelo Zamataro, Quadra 3 – Centro Rural de Tibiriçá

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31 de janeiro (sexta-feira)

Biblioteca Ramal da Vila Falcão – “Maria Raquel Zanni Arruda”

9h – Abertura da exposição “Retratos de Bauru”

9h – Abertura da exposição “Bauru em Fotos”

9h30 – Contação de histórias – “Nos trilhos de Bauru – uma estação de histórias”

Biblioteca Ramal “Maria Raquel Zanni Arruda”

Rua Domingos Bertoni – 7-50 – Vila Falcão

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1 de fevereiro (sábado)

Biblioteca do CEU das Artes

17h – Abertura da exposição “Bauru em Fotos”

17h30 – Contação de histórias – “Nos trilhos de Bauru – uma estação de histórias”

18h – Apresentação musical

do grupo de Música do Prof. José Coutinho

Estação Cidadania

Rua Maria José Silvério Dos Santos, Quadra 02 – Conjunto Habitacional Pastor Arlindo Lopes Viana

Fonte: JCNET

Biblioteca Municipal de Tupã volta a funcionar no horário normal

Hortolândia tem torneio de Just Dance a partir desta 2ª

Campeonato vai acontecer na Biblioteca Municipal e faz parte da programação das férias escolares

Da Redação | ACidadeON Campinas
Torneio de jogo de dança é opção de lazer para as crianças (Foto: Divulgação)
A Biblioteca Municipal de Hortolândia promove a partir desta segunda (13) o torneio de “Just Dance”, jogo de dança da plataforma Xbox. É o segundo ano que a Biblioteca realiza o campeonato, que tem premiação para os participantes com mais pontos.

É possível participar do jogo até o dia 31 de janeiro com opção em dois horários, durante a manhã, das 10h às 12h, e de tarde das 15h às 17h. Os interessados podem jogar quantas vezes quiser, mas quem quiser disputar o prêmio semanal poderá jogar apenas uma vez por dia, com pontuação marcada no próprio game.

Na última semana do mês acontece o “Super Desafio”, e os dançarinos que obtiverem a maior pontuação serão premiados com livros, troféu e medalha. A premiação será dividida nas categorias Infantil (de 6 a 10 anos), Juvenil (de 11 a 18 anos) e Adulto (de 19 anos em diante). O 1º colocado de cada categoria ganhará um trófeu e um livro, o 2º e o 3º colocado um livro e uma medalha.

Segundo o coordenador da biblioteca municipal, Rafael Antonio da Silva, o objetivo é estimular a ida à biblioteca e promover socialização. “É uma forma de também atrair jovens e adultos para conhecerem e se cadastrarem na biblioteca”, destaca.

Caso haja grande procura pelo game, haverá formação de fila por ordem de chegada. A Biblioteca Municipal fica no piso inferior do Open Shopping, localizado na rua Luiz Camilo de Camargo, 581.

 Fonte: ACidade ON

Leitores e empréstimos de livros aumentam na Biblioteca Municipal

Mais ararenses estão frequentando a Biblioteca Municipal Martinico Prado e levando livros para ler em casa. Segundo balanço divulgado pela Secretaria Municipal de Cultura nesta sexta-feira (10), o local registrou aumento no número  de leitores cadastrados e também de empréstimos de obras em 2019.

De acordo com os dados, que comparam o último ano com 2018, os índices subiram 14,59% com relação ao total de cadastros de novos usuários (2019 – 526 leitores/ 2018 – 459 leitores) e 16,89% no que diz respeito a empréstimos de livros (2019 – 9.740 empréstimos/ 2018 – 8.332 empréstimos).

“Esses aumentos são muito significativos. Os dados apontam que as ações realizadas na Biblioteca estão produzindo resultados positivos. No último ano, criamos mecanismo de divulgação do nosso acervo e das atividades desenvolvidas, ferramentas que contribuíram com esses crescimentos. Quase 10 mil empréstimos em um ano é um número muito importante. Comparando com 2017, o crescimento foi de mais de 51%”, explicou Gustavo Grandini Bastos, bibliotecário municipal.

Para o secretário de Cultura, Marcio Neves, com a utilização das plataformas digitais da Prefeitura (Site, Facebook e Instagram) para divulgação de novos livros e outras iniciativas, a população ficou mais próxima da instituição e das novidades disponíveis no local. “Com o apoio das mídias sociais, o pessoal passou a ser mais íntimo do espaço e, por consequência, ficou mais ligado ações da Biblioteca”, acrescentou o secretário.

1º catálogo de novos livros de 2020

Com 103 novos livros, o 1º catálogo de 2020 traz títulos de vários temas, como literatura infantojuvenil, literatura nacional e estrangeira, desenvolvimento pessoal (autoajuda), História, Filosofia, HQs e livros em inglês. (Clique aqui e acesse o catálogo do mês de janeiro).

Entre os destaques estão os exemplares de “As moscas azuis” de Carmen Posadsa; “Loney” de Andrew Michael Hurley; “Sete desafios para ser rei” de Jan Terlouw; “Casagrande e seus demônios”, a biografia do ex-jogador Walter Casagrande; “Laranja mecânica” de Anthony Burgess; “A teia de aranha” de Agatha Christie; “O caranguejo das pinças de ouro” de Hergé, autor do famoso personagem Tintim; os infantis “Bia, a dorminhoca” e “Obrigado”; o romance espírita “Bastou um olhar” de Wilson Frungilo Jr.; o relato “Como a Starbucks salvou minha vida” de Michael Gates Gill; e “O mundo como vontade e como representação” de Arthur Schopenhauer.

Quero emprestar um livro, como eu faço?

Emprestar livros da Biblioteca Municipal é muito fácil. Basta realizar cadastro no local, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. No cadastro, é necessário apresentar comprovante de residência (contas da Elektro ou do Saema), CPF (Cadastro de Pessoa Física), RG (Carteira de Identidade) e pagar taxa única de R$ 8,55.  Com o cadastro, o usuário recebe uma carteirinha que possibilita acesso aos serviços. Menores de idade devem estar acompanhados dos responsáveis.

Atualmente, o acervo da Biblioteca Municipal conta com mais de 35 mil livros. A unidade está localizada na Praça Dr. Narciso Gomes, no Centro. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 3551-1534.

Fonte: Notícias de Araras

Conheça 5 bibliotecas acessíveis no Brasil

A Biblioteca Estadual Benedito Leite, em São Luís (MA), é a segunda biblioteca mais antiga do Brasil. Dona de um amplo acervo de manuscritos, obras raras e jornais maranhenses, a biblioteca, além de tudo, é acessível: grande parte de sua coleção foi digitalizada, com muitas obras em braile; seu piso é tátil e o prédio conta com diversos recursos tecnológicos assistivos.

53% das bibliotecas públicas brasileiras conta com recursos de acessibilidade, segundo a Pesquisa Nacional de Acessibilidade em Bibliotecas Públicas da organização Mais Diferenças, publicada em 2015. O estudo diagnostica a dificuldade das instituições de adquirir tecnologia assistiva, reformar sua estrutura ou ainda capacitar os funcionários.

Livros em braille, mobiliário acessível e funcionários capacitados são alguns dos requisitos para tornar as bibliotecas acessíveis / Crédito: Fundação Dorina Nowill

“Tem todo um conjunto de aspectos para que uma biblioteca seja considerada inclusiva, e, só quando ela é o é, pode ser considerada pública, para todas e todos. Para além da questão arquitetônica, quando uma pessoa com deficiência entra no prédio, ela encontra livros acessíveis, funcionários capacitados? Uma pessoa surda consegue se comunicar, a contação de histórias funciona para uma pessoa cega?”, questiona Wagner Santana, coordenador técnico da Mais Diferenças.

Uma série de marcos legais garante que espaços culturais como bibliotecas devem ser acessíveis para todos, seja no ingresso, na permanência ou no aproveitamento de seus equipamentos. Uma delas é a Lei 10.098/2000, conhecida como a Lei da Promoção de Acessibilidade.

O Portal Aprendiz selecionou 5 bibliotecas acessíveis que redesenharam suas atividades para torná-las mais inclusivas; adaptar o acervo ou paramentar seus funcionários na língua de sinais são apenas alguns dos exemplos do que é possível para tornar as bibliotecas espaços de convívio igualitário.

Biblioteca Parque Villa-Lobos (SP)

Referência em acessibilidade na capital paulista, a Biblioteca Parque Villa-Lobos foi desenhada para ser inteiramente inclusiva: seu mobiliário, seus espaços de acesso comum, banheiros e dependência são totalmente acessíveis. Para além da arquitetura, seu acervo está em braile, com audiolivros e computadores modificados. A biblioteca é uma das parceiras da Fundação Dorina Nowill.

Biblioteca Pública Estadual do Amazonas (AM)

Com mais de 100 anos e localizada no centro histórico de Manaus, a Biblioteca foi reformada para garantir o acesso inclusivo de seus frequentadores e frequentadoras: escritas de sinais e em braile estão dispostas ao longo dos andares da biblioteca, além de facilidades tecnológicas como lupas especiais ou folheadores automáticos. Romances de Carolina de Jesus e Jorge Amado, bem como obras raras amazonenses também se tornaram acessíveis.

Biblioteca Estadual do Amazonas modificou sua estrutura para se tornar acessível / Crédito: Casa do Braille

Com mais de 50 anos de atuação, o Setor Braille da Biblioteca Estadual de Minas Gerais é uma referência em acessibilidade no país. Mais de 1.600 obras compõem o acervo, que também conta com exposições mediadas para o público com deficiência visual e o Cine Braille, que é a exibição de filmes acessíveis.

Em parceria com o extinto Ministério da Cultura (MinC), a Mais Diferenças trabalhou na implementação de acessibilidade em 10 bibliotecas estaduais em todo o Brasil no programa Acessibilidade em Bibliotecas Públicas. Confira o trabalho desenvolvido no site da organização.

Biblioteca Pública Estadual Dr. Isaias Paim (MS)

Responsável por um acervo de livros braile, com audiodescrição, e uma coleção de filmes acessíveis, a biblioteca espraia suas práticas de acessibilidade para o território; ela promove atividades em escolas públicas, levando seus objetos e acervo. Também recebe em seus centros de formação educadores interessados em expandir suas práticas inclusivas.

Biblioteca Estadual Benedito Leite (MA)

Uma das primeiras bibliotecas públicas a digitalizar a maior parte de obras raras, a biblioteca é uma referência em acessibilidade. Seus funcionários receberam um curso técnico em comunicação básica de libras e cursos de políticas públicas de acessibilidade. A biblioteca ainda conta com diversos recursos tecnológicos assistivos, como impressora braille, lupa eletrônica e livros em libras.

Fonte: Portal Aprendiz

Fique por dentro da programação de férias da Biblioteca São Paulo

Visitantes terão uma série de atividades durante o mês de janeiro, como oficinas de xadrez e cartuns

Do Portal do Governo

Biblioteca São Paulo fica localizada no Parque da Juventude

Biblioteca de São Paulo (BSP) é destino certo para quem quer se divertir e não gastar nada durante as férias. A programação especial desse período tem oficinas maker, criação de uma luminária de super-herói e partida simultânea de xadrez com o Grande Mestre Mequinho. Essa última atividade é indicada para jogadores com conhecimento médio das partidas (são 20 vagas) e que tenham a partir de 12 anos, tem inscrições abertas a partir das 10h desta sexta-feira (10), pelo link www.bsp.org.br/inscricao.

Mais para o final do mês, os visitantes poderão participar da oficina Tiras, Cartuns e HQ, com Caco Galhardo, nos dias 30 e 31 de janeiro, das 14h às 18h (carga horária: 8 horas). Para participar é necessário fazer inscrição a partir de 14 de janeiro, às 10h, pelo mesmo link. Caco tem uma tira diária na Folha de S.Paulo, 11 livros publicados e colaborações para publicações como Piauí e The Economist.

Se ler mais é um de seus desafios para 2020, a BSP pode ajudar com o Clube de Leitura, que mensalmente apresenta um título para debate. O encontro de janeiro está marcado para o dia 23, das 15h às 17h, e será centrado em obra vencedora do Prêmio São Paulo de Literatura 2019: “O pai da menina morta”, de Tiago Ferro. Quer cuidar melhor do corpo no ano que começa? Há também o Compartilhando Saberes: Yoga, programado para os dias 11, 18 e 25, sábados, das 10h às 11h30, com Amanda Velloso. As vagas são limitadas e preenchidas por ordem de chegada. As aulas são gratuitas.

Dica do mês

Aproveitar as férias na BSP é a dica de janeiro, pois há muito a aproveitar na biblioteca, além de nossa programação especial de férias, como nosso acervo, nossos serviços e os programas permanentes que contemplam as várias faixas etárias. O que não falta é atividade que reúne diversão e saber por aqui. Os pais e/ou responsáveis podem trazer, aos sábados e domingos, às 11h, os pequenos entre 6 meses e 4 anos para participar, por exemplo, das sessões de Lê no Ninho e sair da biblioteca com um kit para reproduzir a experiência – que aproxima os pequenos dos livros – em casa. As contações de histórias, por sua vez, enchem a Oca de alegria e acontecem sempre às sextas-feiras, às 15h, com a equipe da biblioteca, e aos sábados e domingos, com grupos convidados, às 16h.

Ainda há o Pintando o 7, o Brincando e Aprendendo, os Jogos Sensoriais e muito mais, em uma programação divertida e gratuita distribuída pela semana toda, para quem chegar e quiser transformar suas férias em algo mais que especial. Não abre mão do videogame? Pois aqui também há uma sala com jogos eletrônicos disponíveis. Como se vê, é lugar para todos aproveitarem, cada um à sua maneira. Isso sem falar em nosso acervo de livros (inclusive obras em braile) e de jogos. Clique aqui para conhecer toda a programação da Biblioteca São Paulo.

Fonte: Portal do Governo

Oficina de Férias – Biblioteca Municipal de Itapetininga

Já estão abertas as inscrições para a Oficina de Férias, que acontecerá entre os dias 13 e 17 de janeiro, das 14h às 15h30, para crianças de 5 a 10 anos.

Confira as atividades e não deixe para a última hora, pois as vagas são limitadas.

Se a criança tiver cadastro, pode se inscrever por telefone. Se não tiver, basta comparecer à Biblioteca com comprovante de residência e documentos pessoais da criança e do responsável.

BIBLIOTECA DE SÃO PAULO E BIBLIOTECA PARQUE VILLA-LOBOS CELEBRAM O ANIVERSÁRIO DA CIDADE

São várias as atividades temáticas referentes ao aniversário da cidade na Biblioteca de São Paulo (BSP) e na Biblioteca Parque Villa-Lobos (BVL), instituições da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, geridas pela Organização Social SP Leituras (entre as 100 Melhores ONGs do Brasil, pelo segundo ano consecutivo). Os dois espaços funcionarão normalmente no feriado, 25 de janeiro, das 9h30 às 18h30, e são opções para quem vai passar esse tempo livre na capital paulista.

Na BSP, haverá uma partida simultânea com o Grande Mestre Mequinho, campeão de xadrez, às 11h (inscrições a partir das 10h do dia 10 de janeiro no link www.bsp.org.br/inscricao). E a Hora do Conto, às 16h, terá como tema “Os fantasmas da São Paulo antiga”, de Miguel Millano, com a Cia. Mapinguary. Já na BVL, a tarde será animada com a Oficina Maker, que começa às 14h e ensinará as crianças a criarem uma luminária com a silhueta da cidade (com a Escola de Inventor – vagas limitadas, preenchidas por ordem de chegada). Também a contação de histórias, às 16h, fará referência ao aniversário com “A história da cidade de São Paulo”, de Walter Vetillo, com o Grupo #BoraLê e interpretação em Libras. Mas há muito mais neste dia especial nas duas bibliotecas (confira abaixo).

Outras atividades distribuídas pelo mês também seguem o tema. Na BVL, a Hora do Conto do dia 24, às 15, trará “Crônicas de São Paulo: um olhar indígena”, de Daniel Munduruku, com a equipe da biblioteca; já no dia 22, às 16h30, o Leitura ao Pé do Ouvido, será centrado em trechos do livro “Quadras paulistanas”, de Fabrícilio Corsaletti. Na BSP, a Hora do Conto do dia 19, às 16h, será com a Cia. Luarnoar interpretando “São Paulo de tantas histórias”, inspirado nas obras de Daniel Munduruku, Janaína Azevedo, Leonardo Boff e Gustavo Prudente; e o Pintando o 7 do dia 23, às 15h, proporá uma São Paulo colorida. Confira, a seguir, a programação (sujeita à alterações) do dia 25 de janeiro:

Biblioteca de São Paulo

10h às 11h30 – Compartilhando Saberes: Yoga – Em ambiente aconchegante e inspirador você poderá desfrutar desta prática milenar, que promove o bem-estar e a melhora da qualidade de vida. As aulas de Hatha Yoga serão direcionadas com posturas e técnicas simples, que podem ser praticadas por qualquer pessoa, e contemplam o trabalho dinâmico do corpo (alongamento – fortalecimento muscular – equilíbrio), a concentração na respiração e o relaxamento. Recomenda-se que os praticantes ingiram apenas alimentos leves antes da aula e usem roupas confortáveis. Com Amanda Velloso. Vagas limitadas, preenchidas por ordem de chegada.

11h às 11h45 – Lê no Ninho – Atividade de estímulo e iniciação à leitura para crianças entre 6 meses e 4 anos, realizada com livros lúdicos, contação de histórias e músicas. Pais e responsáveis podem, ao fim, emprestar os kits utilizados, com dois livrinhos e um fantoche, e reproduzir a experiência em casa. Com equipe BSP. Vagas limitadas, preenchidas por ordem de chegada.

11h às 14h – Simultânea de Xadrez com Grande Mestre – Você já pensou em jogar uma partida simultânea com um Grande Mestre de xadrez brasileiro? É exatamente isso que acontecerá na BSP. O enxadrista Henrique Mecking, o Mequinho, participará da atividade, indicada para jogadores de xadrez a partir de 12 anos com conhecimento médio. Inscrições a partir das 10h do dia 10 de janeiro no link www.bsp.org.br/inscricao . 20 vagas (confira disponibilidade).

16h às 17h – Hora do Conto – Contação de histórias da literatura infantojuvenil, para aguçar o hábito da leitura e a imaginação das crianças. “Os fantasmas da São Paulo antiga”, de Miguel Millano. Com a Cia. Mapinguary. Não é necessário fazer inscrição.

Biblioteca Parque Villa-Lobos

10h30 às 11h15 – Lê no Ninho – Atividade de estímulo e iniciação à leitura para crianças entre 6 meses e 4 anos, realizada com livros lúdicos, tablet, contação de histórias e músicas. Pais e responsáveis podem, ao fim, emprestar os kits utilizados, com dois livrinhos e um fantoche, e reproduzir a experiência em casa. Com equipe BVL. Vagas limitadas, preenchidas por ordem de chegada.

14h às 16h – Oficina Maker – Aproveite as férias escolares para aprender e trocar experiências sobre à cultura maker, onde a proposta é estimular o faça-você- mesmo. Atividade com foco na inovação, colaboração e criatividade. De forma lúdica e divertida, as crianças irão produzir um projeto com circuitos elétricos. Luminária Skyline São Paulo, com a silhueta da cidade. Com a Escola de Inventor. Vagas limitadas, preenchidas por ordem de chegada.

15h às 17h – Jogos para Todos! – Oficina de xadrez – Os participantes aprendem as regras, os movimentos das peças e algumas táticas do xadrez, além de disputar partidas. Pessoas com deficiência visual dispõem de tabuleiros adaptados.  Com a FOX (Formação e Orientação de Xadrez). Vagas limitadas, preenchidas por ordem de chegada.

16h às 17h – Hora do Conto – Contação de histórias da literatura infantojuvenil, para aguçar o hábito da leitura e a imaginação das crianças. “A história da cidade de São Paulo”, de Walter Vetillo. Com interpretação em Libras. Com o Grupo #BoraLê. Não é necessário fazer inscrição.

Serviço:

Biblioteca de São Paulo

Parque da Juventude Dom Paulo Evaristo Arns – Av. Cruzeiro do Sul, 2.630, Santana, São Paulo (SP) (ao lado da Estação Carandiru do Metrô).

Tel.: (11) 2089-0800.

Funcionamento: terça a domingo (fechada às segundas), das 9h30 às 18h30. Dia 1º de janeiro, a biblioteca estará fechada.

Atividades gratuitas.

https://bsp.org.br/

Biblioteca Parque Villa-Lobos

Av. Queiroz Filho, 1.205 – Alto de Pinheiros, São Paulo / SP.

Telefone: (11) 3024-2500.

Funcionamento: terça a domingo (fechado às segundas), das 9h30 às 18h30. Dia 1º de janeiro, a biblioteca estará fechada.

Atividades gratuitas.

www.bvl.org.br

Fonte: Secretaria de Cultura e Economia Criativa

Osasco terá “óculos para cego ler” em bibliotecas municipais

 

A Prefeitura de Osasco, por meio da Secretaria da Cultura, entregará 6 óculos para pessoas com deficiência visual em 4 bibliotecas municipais. O OrCam MyEye 2.0 é um dispositivo de inteligência e visão artificial, que permite o acesso fácil e instantâneo à informação disponível em tempo real. Ele é bem pequeno e, por isso, fácil de ser levado.

A tecnologia chegou ao Brasil no ano passado e é capaz de detectar todo e qualquer tipo de objeto no campo de visão de uma microcâmera, que escaneia tudo o que “vê”, transformando as informações em arquivos de áudio instantaneamente. A partir daí o dispositivo retransmite a informação discretamente no ouvido do usuário por meio de um fone conectado.

Os aparelhos capazes de fazer leituras de livros impressos, digitais, reconhecer pessoas e olhar as horas estarão disponíveis na Biblioteca Monteiro Lobato, na Biblioteca Heitor Senegaglia, Biblioteca CEU das Artes Camila Rossafa, CEU das Artes Yolanda A.A. Ribeiro.

Fonte: Correio Paulista

Biblioteca recebe mais um novo painel artístico

“Jacareí Imaginária” é o novo painel artístico apresentado pelo artista visual Rafael Raico, que será inaugurado na Biblioteca Municipal Macedo Soares, na próxima quinta-feira (12), às 19h. O painel oferece a cidade uma obra de arte visual urbana – muralismo, como um novo ponto de apreciação cultural, artística e de investigação.

O projeto do mural foi resultado do PROAC Municípios, contemplado no prêmio lançado pela Fundação Cultural de Jacarehy “José Maria de Abreu”, no “Concurso: Jacareí Cidade Viva- Cultura que pulsa”, financiado pelo Governo do Estado de São Paulo, que contou com o apoio e colaboração da Biblioteca.

O painel, de quatorze metros de comprimento e um metro e meio de largura, utiliza técnicas de pintura tradicional, fazendo referência ao Movimento Muralista do século XX, mais popularizado no Brasil por obras de artistas como Portinari.

A obra presta uma homenagem ao cidadão jacareiense e ficará na fachada lateral de entrada da Biblioteca Macedo Soares, evidenciando este espaço, como um importante patrimônio da cidade, em mais uma iniciativa da cultura em firmar apoio e parceria com a educação.

As imagens que compõem o painel formam um emaranhado de símbolos e representações que retratam a cidade, enfatizando elementos de reconhecimento comunitário, trazendo à tona imagens do imaginário e prestando uma homenagem ao cidadão anônimo de Jacareí.

O artista Rafael Raico apresenta nesta obra uma quebra de paradigmas estilísticos como uma de suas características técnicas, utilizando uma linguagem híbrida a favor da ampliação do campo de leitura e percepção da obra para diferentes públicos e de todas as idades, resultando em uma estética contemporânea que transita entre o clássico e o expressionismo evocando o campo do surrealismo e explorando as potencialidades do desenho.

O trabalho tem como base as investigações desenvolvidas há mais de oito anos pelo artista jacareiense, que desenvolveu neste período, um vasto repertório de produções sobre a identidade e iconografia do município, e faz parte de uma série de murais que fecham uma etapa da pesquisa sobre os espaços imaginários de Jacareí.

Fonte: Prefeitura de Jacareí

Biblioteca Municipal implanta cadastro digital para novos leitores

Texto por Prefeitura de Hortolândia

Você quer se tornar usuário da Biblioteca Municipal “Terezinha França de Mendonça Duarte”? Saiba então que agora o processo para se cadastrar está mais ágil. A biblioteca implantou, nesta semana, o cadastro digital para novos usuários. 

De acordo com o coordenador da biblioteca, Rafael Antônio da Silva, com o novo sistema a pessoa interessada não precisará mais levar uma foto 3X4. A imagem será feita na hora por meio de uma webcam. “Com esta novidade, a Prefeitura busca dinamizar o atendimento e tornar o acesso à biblioteca mais democrático. Existe grande procura de pessoas que querem se tornar usuárias da biblioteca, mas algumas delas desistem por não ter a foto 3X4”, explica Silva. O interessado também não precisará mais preencher à mão a ficha de cadastro. O preenchimento é feito pelos funcionários da biblioteca, direto no computador. 

Para fazer o cadastro é necessário ser morador da cidade e apresentar cópia da Carteira de Identidade (RG) e cópia de comprovante de residência. Já para menores de idade, é necessário que o pai, a mãe ou responsável leve cópia da Carteira de Identidade. Pessoas que não moram na cidade também podem fazer o cadastro. Para isso, elas devem comprovar ter algum vínculo com a cidade (trabalho ou estudo). De acordo com o coordenador, a biblioteca tem cerca de 5.000 leitores cadastrados.

Ao fazer o cadastro, o usuário já pode pegar livros emprestados, bastando apresentar a Carteira de Identidade.  Depois de 14 dias, ele receberá da biblioteca a Carteirinha de Leitor. 

A biblioteca ainda oferece outra facilidade aos usuários. A renovação do prazo de empréstimo de livros pode ser feita pelo BiblioZap, o serviço de atendimento via aplicativo WhatsApp. A renovação pelo BiblioZap só pode ser feita no prazo estipulado de devolução, que é de 14 dias, e caso os livros não estejam em lista de reserva. A renovação e o atendimento via WhatsApp são realizados somente no horário normal de funcionamento da biblioteca, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h50. O número do WhatsApp da biblioteca é (019) 99578-6759. Os leitores podem consultar o acervo da biblioteca on line por meio do site http://biblivre.hortolandia.sp.gov.br/Biblivre5/single/. Atualmente, a biblioteca conta com acervo de cerca de 16 mil títulos.

A Biblioteca Municipal fica no piso inferior do Open Shopping, localizado na rua Luiz Camilo de Camargo, 581, região central. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone é 3887-1684, ou pelo e-mail

Fonte: Portal de Hortolândia

Intervenção Artística e Brincante nas bibliotecas

Mulheragem a Tula Pilar, Vivência de Pandeiro Afetivo para Mulheres Idosas, Batakerê – Cânticos que Encantam, Na palma da mão: cacuriando novas formas de brincar (gRUPO êBA!), Luderê para bebês e Vem Brincar! nas bibliotecas de bairro em dezembro.

Mulheragem a Tula Pilar

Mulheragem a Tula Pilar
A Homenagem a Tula Pilar é uma intervenção artística que visa relembrar vida e obra da escritora e atriz.
Será realizada a leitura dramática de alguns poemas e trechos dos livros de Tula, onde a plateia será convidada a depor e cantar. Durante a intervenção será realizado um grafite em tela em homenagem a escritora que ficará na Biblioteca, além de um livro da autora. Classificação indicativa: 14 anos. Duração: 90 min.
Dia 4 de dezembro às 14h – Biblioteca Prefeito Prestes Maia

Vivência de Pandeiro Afetivo para Mulheres Idosas

Vivência de Pandeiro Afetivo para Mulheres Idosas
Vivência de Pandeiro Afetivo para Mulheres Idosas tem como proposta um encontro com uma percussionista e uma cantora, realizar um resgate histórico das músicas que são repertórios do público (mulheres da terceira), que sempre frequentaram o samba para dançar, mas nunca puderam ter a oportunidade de se imaginar tocando. A ideia é que elas possam trazer suas memórias afetivas de sambas, cantados e tocados, para experimentação de uma vivência com o pandeiro afetivo das artistas. Classificação indicativa: 3ª idade. Duração: 90 min.
Dia 18 de dezembro às 14h – Biblioteca Álvares de Azevedo

Batakerê - Cânticos que Encantam

Batakerê – Cânticos que Encantam
Inspirado em algumas expressões culturais existentes em nosso país, “Cânticos que Encantam” é o diálogo das Cirandas, dos afoxés, dos maculelês, das capoeiras, dos cocos de roda, dos sambas de roda, dos jongos, dos sambas reggaes, das puxadas de redes, das percussões corporais, das danças de rua, dos cacuriás, das brincadeiras e dos bumbas meu boi, que se fundem em uma só voz, em só corpo, desabrochando em um brincar interativo, integrando público e os artistas em só energia. Classificação indicativa: Livre. Duração: 40 min.
Dia 2 de dezembro às 10h – Biblioteca Paulo Duarte
Dia 3 de dezembro às 10h – Biblioteca Amadeu Amaral
Dia 4 de dezembro às 15h – Biblioteca Chácara do Castelo
Dia 6 de dezembro às 15h – Biblioteca Castro Alves
Dia 7 de dezembro às 14h – Biblioteca Marcos Rey
Dia 11 de dezembro às 10h – Biblioteca Érico Veríssimo
Dia 14 de dezembro às 14h – Biblioteca Helena Silveira
Dia 17 de dezembro às 14h – Biblioteca Malba Tahan
Dia 18 de dezembro às 14h – Biblioteca Roberto Santos
Dia 20 de dezembro às 10h – Biblioteca Professor Arnaldo Magalhães Giácomo

Na palma da mão: cacuriando novas formas de brincar (gRUPO êBA!)

Na palma da mão: cacuriando novas formas de brincar (gRUPO êBA!)
Com Libras
Através de histórias e brincadeiras construídas coletivamente principalmente pelos cacuriás, dança típica do estado do Maranhão, nosso objetivo geral é proporcionar aprendizado e diversão entre os diferentes.Apesar de ideal, pela nossa proposta, não se faz obrigatória a presença de Surdos E ouvintes em cada apresentação. A vivência é totalmente possível para públicos somente de Surdos ou somente de ouvintes. Ainda nesses casos, a interação com a outra cultura será feita através de nós, principalmente do uso de ambas as línguas, Portuguesa e Língua Brasileira de Sinais. Limite de público 30 pessoas para melhor interação das atividades. Classificação indicativa: Livre. Duração: 60 min.
Dia 3 de dezembro às 10h30 – Biblioteca Belmonte
Dia 4 de dezembro às 9h30 – Biblioteca Helena Silveira
Dia 5 de dezembro às 15h – Biblioteca Clarice Lispector
Dia 6 de dezembro às 14h – Biblioteca Anne Frank
Dia 7 de dezembro às 14h – Biblioteca Camila Cerqueira César
Dia 11 de dezembro às 14h – Biblioteca Roberto Santos
Dia 13 de dezembro às 14h – Biblioteca Mário Schenberg
Dia 18 de dezembro às 15h – Biblioteca Viriato Corrêa
Dia 19 de dezembro às 10h30 – Biblioteca Raul Bopp
Dia 19 de dezembro às 14h – Biblioteca Pedro Nava

Luderê para bebês

Luderê para bebês
A vivência Luderê para bebês será realizada a partir da Instalação de um espaço Afro Lúdico onde as crianças terão contato com diferentes materiais como: caxixis, cabaças, colher de pau, livros sem palavras, caixinhas surpresas, folhas secas, tecidos, entre outros. A possibilidade de livre exploração sensorial e sonora é o principal objetivo dessa atividade. Bebês e crianças. Classificação indicativa: 0 à 3 anos. Duração: 90 min.
Dia 4 de dezembro às 10h – Biblioteca Brito Broca
Dia 6 de dezembro às 15h – Biblioteca Alceu Amoroso Lima
Dia 10 de dezembro às 14h – Biblioteca Malba Tahan

Vem Brincar!
Tá na hora, Vem Brincar! Tem histórias mágicas para ler na praia literária, uma piscina de bolinha com diversos livros para serem desbravados. Tem brincadeira popular. Tem bolinha de sabão, para imaginar de montão. Brincadeira de roda, ciranda e bambolê, só quem não pode ficar de fora é você! Chama todo mundo e Vem Brincar!! Classificação indicativa: Livre. Duração: 120 min.
Dia 3 de dezembro às 9h30 – Biblioteca Milton Santos
Dia 4 de dezembro às 14h30 – Biblioteca Cora Coralina
Dia 5 de dezembro às 10h – Biblioteca Jamil Almansur Haddad
Dia 6 de dezembro às 14h – Biblioteca Vicente de Carvalho
Dia 7 de dezembro às 11h – Biblioteca Jovina Rocha Álvares Pessoa
Dia 11 de dezembro às 14h – Biblioteca Gilberto Freyre
Dia 12 de dezembro às 14h30 – Biblioteca Vinícius de Moraes
Dia 14 de dezembro às 14h – Biblioteca Raimundo de Menezes
Dia 18 de dezembro às 10h – Biblioteca Paulo Setúbal
Dia 19 de dezembro às 10h – Biblioteca Aureliano Leite

Fonte: Prefeitura Municipal de São Paulo

25 anos – IFLA – UNESCO: Manifesto das Bibliotecas Públicas

25 anos do #ManifestodasBibliotecasPúblicas

O Manifesto das Bibliotecas Públicas da IFLA/UNESCO está completando hoje 25 anos. Entre a comunidade bibliotecária nacional ele é referência, é leitura obrigatória e mais que isso é material de trabalho dos profissionais que alinham programas e projetos para que as bibliotecas possam desempenhar todas as funções descritas no Manifesto.

Lamentavelmente não possuímos as bibliotecas públicas que desejamos. A demanda existente ainda é insuficiente e, muitas vezes, as bibliotecas não têm a infraestrutura necessária para trabalharem plenamente, devido ao descaso dos governantes das diferentes esferas (municipal, estadual e federal).

Neste aniversário a FEBAB vem reafirmar o compromisso na defesa das bibliotecas como um direito de todos os cidadãos que vivem no país.

Vamos demonstrar o quanto esses espaços são significativos! Convidamos a todos a utilizarem a hashtag #ManifestodasBibliotecasPúblicas com depoimentos, histórias de frequentadores que utilizam os serviços das bibliotecas, mostrando que a importância desses espaços e fortalecendo nosso trabalho de advocacy.

Vamos encher a timeline com nosso textos, vídeos e fotos. O aniversário de 25 anos do Manifesto é também dia de visibilidade e de luta!

Fonte: Febab Federação

Biblioteca de São Paulo está na região de novo tombamento da capital paulista

A Biblioteca de São Paulo está na região de novo tombamento na capital paulista. Trata-se da área onde, antes, funcionava o Complexo do Carandiru. Confira a matéria em https://globoplay.globo.com/v/8092345/ A edição completa do telejornal deste dia, você confere em https://globoplay.globo.com/v/8092542/programa/

Reprodução / TV Globo / SP1.

Reprodução / TV Globo / SP1.

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Reprodução / TV Globo / SP1.

Reprodução / TV Globo / SP1.

Fonte: Biblioteca de São Paulo

Bonecas negras, em exposição, no Hall da Biblioteca Central “Cesar Lattes”

Bonecas negras em exposição na BCCL

Aproximadamente 100 bonecas negras, adquiridas na fase adulta da colecionadora Loide de Souza Mafra, psicóloga aposentada pelo no Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp, estarão em exposição nos dias 21 e 22 de novembro, no Hall de entrada da Biblioteca Central “Cesar Lattes”  (BCCL), à rua Sérgio Buarque de Holanda, no campus universitário. As visitas são gratuitas.

A exposição é organizada pela Diretoria de Cultura (DCult), orgão da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proec) e faz parte do Unicamp Afro, evento que, desde o ínício de novembro, objetiva resgatar e valorizar os traços afro-brasileiros que compõem a construção da identidade do país, através de atividades, como oficinas, palestras e apresentações culturais. O Unicamp Afro será encerrado com a realização da I Feira Afro-Brasileira da Unicamp. [Veja programação completa].

A mostra esteve no Centro Cultural de Inclusão e Integração Cultural (Cis-Guanabara), ocasião em que as bonecas foram mencionadas em uma palestra sobre racismo pela Doutora em Educação e mestre em Psicologia, Kiusam de Oliveira. [Leia]

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (19) 3521-1738
(Hélio Costa Júnior)

Fonte: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS

Biblioteca em Jacareí ganha mural de Guataçara Monteiro baseado na lenda da Cobra Grande

Projeto tem apoio da Suzano por meio da Lei de Incentivo à Cultura, em parceria com a Fundação Cultural de Jacarehy. (Foto: Divulgação)

A Biblioteca Municipal Macedo Soares, em Jacareí, ganhará uma atração especial em breve: o artista plástico Guataçara Monteiro está finalizando o mural de azulejos que remete à lenda da Cobra Grande, em projeto apoiado pela Suzano por meio da LIC (Lei de Incentivo à Cultura) de Jacareí.

A obra será inaugurada no dia 26 de novembro e chama a atenção pelo tamanho. São 10 m² (2 x 5m) e 250 azulejos (com 20 x 20 cm cada), nos quais aparecem referências a riquezas do patrimônio cultural material e imaterial do município que ajudam a ilustrar a lenda da cobra gigantesca que diziam viver nas águas do Rio Paraíba.

“O público de Jacareí vai se reconhecer muito no mural, com os símbolos relacionados à história e cultura local. Não vou falar todos, mas posso dizer que o MAV (Museu de Antropologia do Vale do Paraíba), a igreja, o bolinho caipira e o café, que fez parte da história da região, estão representados. O restante, será surpresa”, afirma Guataçara.

O artista utilizou pigmento mineral e óleo para pintar os azulejos. A fixação do pigmento se dá a partir da queima em alta temperatura – são três no total –, para conseguir atingir o nível de detalhamento característico das obras do artista.

“Meu pai, que era contador de histórias, tinha como principal tema, lá na Amazônia, as serpentes gigantes. Essas lendas me seguem há bastante tempo, e gosto de pesquisá-las. A escolha da biblioteca é por ser um lugar de multiplicação da cultura. A obra ficará em uma sala bem especial, de leitura, num local de passagem para as crianças que participam do projeto de contação de histórias”, conta.

Radicado no Vale do Paraíba há 16 anos, ele celebrou o fato de poder homenagear a cidade que o acolheu. “Estou muito feliz em colaborar um pouquinho com a formação cultural do cidadão jacareiense. Morei aqui por sete anos, após ganhar uma bolsa de estudos e vir do Pará. Tenho um carinho e respeito enorme por essa cidade, que promoveu em mim profundas transformações. Ter uma obra minha fixada por dezenas e, quiçá, centenas de anos, é um grande privilégio”, diz Guataçara, que no ano passado também contou com apoio da Suzano no projeto “Trilhas de um Sonhador”, com exposição e lançamento de livro sobre suas obras.

“O mural de azulejos é uma grande homenagem à cultura e ao povo de Jacareí, reunindo símbolos e valorizando a memória da cidade, com destaque par a arquitetura, arte e gastronomia locais. Nada melhor do que ficar instalada na biblioteca, um ponto tradicional de difusão de saberes e tradições”, afirma o consultor de Desenvolvimento Sustentável da Suzano, Adriano Martins.

A Lenda

Antigamente, diziam que uma enorme serpente vivia no fundo das águas do rio Paraíba. Ela era tão grande que viam sua cabeça em Jacareí e seu corpo só terminava em Guararema. O apetite dela era compatível com seu tamanho: todos os dias sumia um pescador ou animais criados nas redondezas. Nem as árvores eram poupadas.

Assustada, a população de Jacareí temia que a Cobra Grande engolisse a Igreja Matriz, dedicada à padroeira da cidade, Nossa Senhora da Conceição, e resolveu organizar uma procissão para acalmar a fera. Durante o evento, um devoto lançou uma imagem da padroeira nas águas do rio. Após o ato de fé, a Cobra Grande desapareceu, talvez pelo canto da santa, que a hipnotizou e expulsou rio abaixo. Há ainda quem acredite que a víbora fugiu para o leito do rio, mas pode acordar a qualquer momento.

Quanto à imagem milagrosa, dizem ter sido encontrada tempos depois no Paraíba por pescadores de Guaratinguetá, que foram abençoados com peixes em abundância. Ela seria a da Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida.

 Fonte: PortalR3

Literatura e mundo geek são as atrações da 1ª Festa Literária de Jundiaí

Evento trouxe 53 expositores, entre artistas plásticos, cosplayers, ilustradores, caricaturistas, quadrinistas e escritores no Parque da Uva

Por 

Jundiaí recebe 1ª Festa Literária com programação gratuita

Literatura e mundo geek são as atrações da 1ª Festa Literária de Jundiaí (Foto: Reprodução/Prefeitura de Jundiaí)

 Neste sábado (9), o Parque da Uva recebeu mais um evento da Festa Literária de Jundiaí (FLIJ), que começou no dia anterior e terá, até o dia 15, uma extensa programação gratuita pela cidade.

O objetivo do evento é incentivar o hábito da leitura entre crianças, jovens e adultos e é uma realização da Unidade de Gestão de Cultura (UGC) da Prefeitura e do Conselho Municipal de Política Cultural, por meio da Câmara Setorial de Literatura e apoio das demais Câmaras.

Esta edição da Festa tem como curadora Rosana Congílio e homenageia as escritoras Júlian Heimann e Mariazinha Congílio (está “in memorian”). O evento deste sábado se repete no domingo (10), também no Parque da Uva.

Neste fim de semana, a 13ª JundComics, que trouxe 53 expositores, entre artistas plásticos, cosplayers, ilustradores, caricaturistas, quadrinistas, entre outros, além de cerca de 30 autores literários que também estavam presentes para a realização da 1ª Festa Literária.

Responsável pela organização da JundComics, o ilustrador Ede Galileu contou que aguarda até este domingo a passagem de cerca de 5 mil pessoas pelo Parque da Uva, para prestigiar não só os expositores, como as demais atrações programadas para o evento.

“Entre nossas palestras, conseguimos trazer nomes como Marcio Antonio Cortez, que é ilustrador de literatura em quadrinhos; pockets shows como o do Harry Potter, e apresentação de bandas, como a Ryusei, que tem um repertório baseado em temas de séries, animes e videogames”, diz, lembrando que no domingo (10), às 14h, a palestra “Quadrinhos e Literatura Fantástica” será feita pelo quadrinista e escritor Tiago Zanetic.

Rosana Congílio, que assim como Ede Galileu integra o Conselho Municipal de Política Cultural de Jundiaí, contou estar empolgada com a realização da 1ª FLIJ. “Esta mistura de públicos é uma oportunidade de troca, de conhecimento, e de possibilidades de termos nomes como Júlia Heimann, que é uma das nossas homenageadas, Élvio Santiago, e tantos outros interagindo com autores mais jovens, com artistas do cenário de quadrinhos. Isso é muito positivo”, destacou.

Mistura de públicos

A estudante autodidata de desenhos, Giovanna Montrés, de 14 anos, pediu à mãe que a levasse ao Parque para participar da JundComics. “Adoro o universo geek e não queria perder a oportunidade”, disse.

O artista plástico, Elbert Alves da Cunha, 24 anos, llevou algumas de suas esculturas para a mostra e aproveitava o público presente para explicar um pouco de sua técnica de modelagem, realizada em massa clay. “Acho muito importante eventos como este, porque é uma forma do público conhecer o nosso trabalho.”

Já na parte literária, a romancista histórica Tuka Vilhena estava ansiosa para apresentar sua mais nova produção literária, o romance “Honra ou Traição”. “A história se passa na Escócia, em 1359, e vou lançar aqui na FLIJ, que é uma ótima oportunidade para que o público da cidade conheça os talentos daqui. Eu, por exemplo, sou aqui de Jundiaí, mas vendo muito mais meus livros pela internet”.

Para conferir toda a programação de eventos da 1ª FLIJ, clique aqui.

‘Viagem Literária’ na Biblioteca Municipal discute literatura brasileira

Local fica na quadra 8 da avenida Nações Unidas, no Centro

Nathalia, Francimeire e José Coutinho

Nos dias 6, 13, 20 e 27 de novembro a Biblioteca Municipal “Rodrigues de Abreu” será o local de encontro para a “Viagem Literária”. O encontro irá apresentar e discutir alguns autores e autoras da literatura brasileira de forma descontraída. Para participar, é só estar na biblioteca nos dias da atividade, que ocorrem sempre das 9h às 10h.

A ação será realizada por Nathalia de Assis Silva, pedagoga e mestranda em educação; Francimeire Lemes, formada e mestranda em linguística e Isabelle Maturana, que é formada em letras e especialista em arte. As três mulheres fazem parte do Coletivo Manas, que discute literatura feminina e lança semanalmente a Revista Helenas, no site https://medium.com/revistahelenas.

Nathalia conta que “o coletivo discute literatura na casa de uma das integrantes e fomos convidadas pelo Diretor de Divisão de Bibliotecas, José Coutinho o, para fazer as reuniões na biblioteca “. “Uma das meninas tem um filho e a Brinquedoteca é um espaço que está sendo preparado para acolhimento da criança e da família”, explica José Coutinho.

O coletivo irá realizar ação pra falar sobre literatura brasileira, considerando também a formação das integrantes. Serão três etapas: primeiro, haverá uma roda inicial para apresentação. Depois, começa em si a viagem: ao percorrer o espaço da Biblioteca, os participantes devem encontrar informações sobre o livro e sobre o autor. Em seguida, haverá um debate final sobre para discutir as impressões.

José Coutinho explica que “a Biblioteca sempre busca realizar ações de incentivo à leitura, para criar novos leitores a partir de experiências agradáveis, como essa. Isso permite fomentar a leitura na cidade e reavivar os espaços públicos”.

A atividade é voltada para pessoas de 15 a 20 anos, mas pessoas de diversas faixas etárias podem participar. Quem tiver interesse em realizar projetos de incentivo à leitura na Biblioteca, deve entrar em contato pelo telefone: 3235-1312.

Confira quais obras serão discutidas:

06/11 – Memórias Póstumas de Brás Cuba de Machado de Assis;

13/11 – Macunaíma de Mário de Andrade;

20/11 – Vidas Secas de Graciliano Ramos;

27/11 – A hora da estrela, de Clarice Lispector.

Serviço

Viagem literária” na Biblioteca Central “Rodrigues de Abreu”

Dias 06, 13, e 20 e 27 de novembro

Horário: 09h – 10h

Av. Nações Unidas, 8-9

Fonte: JCNET

Clássicos e infanto-juvenis atraem mais nas bibliotecas

Na biblioteca central e nas ramais, leitores de diversas idades buscam desde os grandes nomes da literatura até os best sellers adolescentes

por Ana Beatriz Garcia

Grandes clássicos da literatura dividem grande procura com literatura infanto-juvenil

Detrás de suas paredes, suas estantes guardam universos diversos, histórias lúdicas e reais, ensinamentos filosóficos e descobertas científicas. As bibliotecas em Bauru, com cerca de 83 mil exemplares, atraem leitores de várias idades e interesses que têm se dividido entre os clássicos e os infanto-juvenis.

Esses dois gêneros são os mais procurados no município, de acordo com Marco Aurélio Octaviano, que trabalha na biblioteca central há 23 anos. “Os clássicos sempre têm grande procura, tanto por estudantes de ensino médio, quanto por leitores que gostam desse tipo de literatura. Mas os professores também vêm incentivando bastante a leitura de títulos infanto-juvenis, que têm saído bastante”, afirma o auxiliar de biblioteca e ex-diretor da Divisão de Bibliotecas de Bauru.

Com isso, Octaviano tem percebido uma presença maior de adolescentes no ambiente. “Não temos dados específicos ainda, mas temos observado que, cada vez mais, os jovens estão buscando as bibliotecas, tanto para trabalhos escolares quanto para leitura espontânea”, diz.

Para mensurar de forma mais assertiva o perfil do leitor bauruense e suas preferências literárias, a divisão ainda têm planos de integração dos sistemas das ramais com a central, já para o ano que vem (leia mais na página 44).

TÍTULOS

Por enquanto, Octaviano afirma que “Angústia”, de Graciliano Ramos, “Quarto de Despejo”, de Carolina Maria de Jesus, “Meu pé de Laranja Lima”, de José Mauro de Vasconcelos, “Sagarana”, de João Guimarães Rosa, “Claro Enigma”, de Carlos Drummond de Andrade, e “Quincas Borba”, de Machado de Assis, são os clássicos mais retirados da biblioteca central.

Já títulos do Pedro Bandeira, como “Droga de Americana”, “Pântano de Sangue”, “A Droga do Amor” e “Droga da Obediência”, além de “A Turma da rua 15”, de Marçal Aquino, “O Gênio do crime”, de João Carlos Marinho, “O Escaravelho do Diabo”, de Lucia Machado de Almeida, e “Poliana”, de Eleanor H. Porter, são os infanto-juvenis mais procurados.

TEMPO LIVRE

Os clássicos e as poesias são as principais escolhas de Paulo Sérgio Garcia, 47 anos. Ele é autônomo e tira meia-hora na sua rotina diária para ir à biblioteca ler um pouco. “Tenho esse costume há dois anos. Nunca fui muito de ler, mas por conta de uma doença do meu filho, em que a leitura o auxiliou muito, abri os olhos para este hábito. Hoje, já não me vejo mais sem parar, nem que seja 30 minutos do meu dia, para ler um pouco”, conta, após finalizar um livro de poemas na biblioteca central.

Quem também prefere os clássicos é a professora de filosofia Laís Dias Ramos, 30 anos. “Como tive que ler muito durante a faculdade, tive que parar com outras leituras que também gosto. Agora, estou voltando a ler os clássicos. Por ano, leio uns 10 livros”, destaca. “Sempre falo para os meus alunos sobre como é bom ter as obras físicas. A leitura não é para se sentir intelectual, mas para tentar ter outras visões de mundo. Eu utilizo até como terapia”, conclui.

No Brasil

Paulo Sérgio Garcia e Laís Dias Ramos fazem parte da estimativa crescente de brasileiros que consomem livros. Entre 2011 e 2015, o índice passou de 50% para 56%, totalizando 104,7 milhões de pessoas. A quantidade anual média de livros lidos por habitante também teve salto de 4 para 4,96.

Os dados são da última edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, de 2016 – o mais amplo estudo sobre o tema, que é realizado pelo Instituto Pró-Livro a cada quatro anos. A nova versão do levantamento está prevista para 2020.

Você sabia?

O Dia Nacional do Livro

é comemorado em

29 de outubro e celebra

a importância da leitura

e, consequentemente,

dos livros

e escritores.

Fonte: JCNET

Bibliotecas trabalharão em rede

A expectativa da Divisão de Bibliotecas é atualizar o sistema interno permitindo mais acesso aos dados; nos bairros, unidades já são tidas como polos culturais

por Ana Beatriz Garcia

Marco Aurélio Octaviano fala sobre a proposta de integração dos sistemas das bibliotecas central e ramais

Hoje, a Divisão de Bibliotecas de Bauru é integrada pela Biblioteca Municipal “Rodrigues de Abreu” e sete bibliotecas ramais nos bairros Falcão, Geisel, Jardim Progresso, Tibiriçá, Ouro Verde e CEU das Artes. Algumas dessas últimas, já tornaram-se mais do que bibliotecas, mas verdadeiros polos de cultura para os bairros em que estão inseridos (leia mais abaixo).

Para o próximo ano, a expectativa é de aproximar ainda mais a comunidade e ter maior acesso às informações do perfil dos leitores de Bauru. “Ainda estamos em um processo para definir qual o melhor programa que fará essa integração. Portanto, sabemos que não será uma ação para agora, mas com certeza para o próximo ano”, afirma o auxiliar de biblioteca e ex-diretor da Divisão de Bibliotecas de Bauru, Marco Aurélio Octaviano.

O objetivo dessa atualização da rede é ter maior controle sobre os exemplares das bibliotecas ramais e conhecer mais sobre o perfil dos leitores. “No momento, nós só temos um sistema na biblioteca central, mas as ramais não estão integradas. Tendo este programa, a intenção é aumentar o controle e saber mais detalhes como quais livros têm mais procura, quais faltam”, diz. “Além disso, queremos estruturar melhor algumas unidades ramais”, completa.

ENVOLVIMENTO

Além das estantes recheadas de livros, a Biblioteca Ramal Núcleo Geisel guarda todo o carinho e dedicação da comunidade pela cultura. O local, ativo há 6 anos, é exemplo dentre as bibliotecas ramais que virou ponto de encontro para pessoas de diferentes idades, seja para leitura, passatempo ou cursos variados.

A agente cultural Neli Maria Fonseca Viotto acompanha o crescimento e a interação do bairro de perto. “Temos atividades durante toda a semana. As escolas trazem seus alunos regularmente, um grupo de mais de 20 senhoras vêm fazer aulas de tricô e crochê e temos alunos de desenho também”, conta.

Outras unidades, como a da Vila Falcão e Mary Dota, também desempenham atividades semelhantes, que servem como chamariz para a presença constante de visitantes na biblioteca do bairro. Além de empréstimos de livros, são desenvolvidas palestras, cursos, exposições e oficinas para a comunidade local.

Apaixonada pelo trabalho diário, Neli também é contadora de histórias e atende aos chamados das escolas para atividades na biblioteca ou fora dela. “Nesta semana da criança, levei a contação de história para mais de 1500 crianças das escolas que atendemos”, revela, acrescentando que acha importante a biblioteca ir até a população.

DESDE CEDO

Mariana Arques de Campos, 12 anos, é leitora assídua da biblioteca do Geisel desde ainda mais nova. “Hoje, eu ainda tenho outros livros da escola para ler, o que me tira um pouco o tempo. Mesmo assim, amo ler livros e sempre que posso empresto um daqui”, diz. Segundo ela, os preferidos são os da série “Diário de um banana” e os mangás – história em quadrinhos feita no estilo japonês. “Eu tenho livros também na minha casa e sempre falo para as minhas amigas lerem também. Aqui, a gente se reúne, sempre tem alguma atividade, é um lugar gostoso”, conta.

Neli conta que, assim como Mariana, outros estudantes também preferem os infanto-juvenis. “Eles gostam muitos dos livros da Coleção Vagalume e também emprestam bastante os gibis”, finaliza.

Perfil e incentivo

Lidyane Silva Lima reforça a importância do incentivo à leitura

A bibliotecária Lidyane Silva Lima reforça a importância do incentivo à leitura e da inserção da sociedade neste ambiente. Trabalhando na Biblioteca Central “Cor Jesu”, da Unisagrado, ela destaca que as obras raras e os grandes clássicos tem destaque especial. “Além dos alunos que fazem uso da biblioteca para estudos e pesquisas, notamos a presença de pessoas da comunidade em geral que encontra em nossa biblioteca títulos raros e exemplares importantes da literatura brasileira e internacional”, comenta. “É importante sempre frisar a importância deste incentivo à leitura para a formação das pessoas. Todos os nossos processos cognitivos estão relacionadas à nossa capacidade de ler e interpretar”, destaca.

A Biblioteca Central “Cor Jesu”, da Unisagrado, fica aberta de segunda à sexta-feira das 13h às 22h e aos sábados das 9h às 13h. No período de férias e recesso escolar, o horário muda para segunda à sexta-feira, das 9h às 17h. O endereço é rua Irmã Arminda, 10-50 – Jardim Brasil.

Fonte: JCNET

Bibliotecas municipais da zona norte monta programação para novembro

As bibliotecas municipais de São Paulo organizaram uma programação voltada ao Dia da Consciência negra (20/11). As atividades são gratuitas e prometem agradar o público infantil e adulto. Entre as ações estão rodas de conversa, sarau, teatro, contação de história, intervenções artísticas e muitos outros.

Confira a programação completa do mês de novembro:

MULHERES, NEGRAS E ARTISTAS. RETRATOS DE BRASIL E MOÇAMBIQUE

Classificação: Livre

Como desdobramento do recente intercâmbio para a cidade de Maputo/Moçambique, o Sarau das Pretas recebe as artistas moçambicanas Eliana N’zualo e Mel Matsinhe no projeto Conexões poéticas: Brasil – Moçambique.

  • 14/11, às 14h – Biblioteca José Mauro de Vasconcelos

POESIA DA DIÁSPORA

Autoras : Bianca Chioma e Thata Alves

Mediadora: Deusa Poetisa

A poesia da diáspora é aquela que continua dando tom a um legado composto por milhares de povos, milhares de culturas. Fala de África e das tradições de resistência que se mantiveram viva e estão presentes ainda hoje. Viva as LOAS, as Chulas, aos Pontos, aos Cantos, aos Repentes e a Poesia Marginal!

  • 23/11, às 15h00 – Biblioteca José Mauro de Vasconcelos

PALAVRAS PRETA, RIMAS E POESIAS: PALMARES, QUEBRADAS, FAVELAS E LITERATURA MUSICAL:

Classificação: Livre

O Show Circuito de Bibliotecas – Palavras Preta, Rimas e Poesias: Palmares, Quebradas, Favelas e Literatura Musicais convida DJ Lobato, Edição Especial NOVEMBRO 2019. Irá realizar shows nas bibliotecas temáticas da cidade, em acordo com a programação cultural do mês de novembro de 2019. O projeto visa o incentivo e difusão a cultura negra, proporciona a população e frequentadores do equipamento o acesso a bens e serviços culturais, promove o incentivo a leitura e a criação artística autoral e seus processos reflexivos.

  • 13/11, às 11h – Biblioteca Pedro Nava

SARAU DO MEIO DO MUNDO

Classificação: Livre

O Sarau no Meio do Mundo surgiu da necessidade de se ter espaços de reflexão e compartilhamento de ideias dos artistas e escritores do território. Além da poesia como carro chefe, a música também é muito presente no sarau, que conta com apresentações de diversas linguagens artísticas.

  • 23/11, às 14h – Biblioteca José Mauro de Vasconcelos

SARAU RESISTÊNCIA PERIFÉRICA

Classificação: 12 Anos

SARAU RESISTÊNCIA PERIFÉRICA é a união de alguns dos melhores poetas e escritores da cena dos saraus e slams de SP, com performances em grupo e individuais, que refletem a resistência estética e literária das periferias. Edição Especial: CONSCIÊNCIA NEGRA.

  • 13/11, às 14h30 – Biblioteca José Mauro de Vasconcelos
  • 21/11, às 14h – Biblioteca Pedro Nava
  • 28/11, às 14h – Biblioteca Sylvia Orthof
  • 29/11, às 19h – Biblioteca Álvares de Azevedo
  • 30/11, às 11h – Biblioteca Narbal Fontes

SARAU DAS BIBLIOTECAS CONVIDA

Classificação indicativa: livre

Todos os sábados às 14h ocorrem saraus multilinguagens nas bibliotecas municipais, com o intuito de difundir a poesia escrita e falada. Os Saraus contam com a participação de Mc’s, Rappers, Arte-educadores e poetas marginais que dividem com a gente as suas escrevivências.

Sarau das Bibliotecas Convida: Joy Amaru e Denna Souza

  • 23/11, às 14h – Biblioteca Narbal Fontes

Sarau das Bibliotecas Convida: Bianca Hoffman e Eliefe

  • 09/11, às 14h – Biblioteca Nuto Sant’anna
  • 23/11, às 14h – Biblioteca Nuto Sant’anna
  • 30/11, às 14h – Biblioteca Nuto Sant’anna

Sarau das Bibliotecas Convida: Malokeiro Anônimo e Torya

  • 09/11, às 14h – Biblioteca Pedro Nava
  • 23/11, às 14h – Biblioteca Pedro Nava
  • 30/11,às 14h – Biblioteca Pedro Nava

Sarau das Bibliotecas Convida: Evelyn e Rogério

  • 09/11, às 14h – Biblioteca Afonso Schmidt
  • 23/11, às 14h – Biblioteca Afonso Schmidt
  • 30/11, às 14h – Biblioteca Afonso Schmidt

O CANTO DE ASSARÉ

Classificação indicativa: 14 anos

Zé é um andarilho que anda por aí com um livro de cordel de cidade em cidade desse nosso nordeste, recitando as poesias do poeta e cordelista Patativa do Assaré. Pois ele percebe que naquela folhas de papel esta retratado todo sofrimento e alegria de um povo que carrega beleza no seu jeito de ser e traz a garra de viver. E Zé se nesses versos.

  • 14/11, às 14h – Biblioteca Sylvia Orthof
  • 22/11, às 14h – Biblioteca Álvares de Azevedo
  • 27/11, às 14h30 – Biblioteca José Mauro de Vasconcelos

Vem Brincar!

Classificação: Livre

A intervenção “Vem Brincar!” ressignifica espaços por meio das brincadeiras populares brasileiras, propondo a criação de um ambiente de contação de histórias, uma área de oficinas infantis, intervenção com bolhas de sabão, espaços com diversas brincadeiras que estimulam a musicalização e o contato com elementos da natureza, onde crianças junto a seus pais e mães se divertem com brincadeiras atemporais.

  • 05/11, às 14h – Biblioteca Thales Castanho de Andrade
  • 06/11 às 14h – Biblioteca Álvares de Azevedo
  • 09/11, às 14h – Biblioteca Menotti Del Picchia

MESTRE ZÉ NEGÃO – COCO DE SENZALA

Classificação: Livre

A vivência aborda a história e prática do Coco de Senzala, tradicional ritmo da cultura  popular pernambucana, a partir da transmissão de saberes com base na tradição oral e possibilitando a garantia dos direitos culturais e direito à memória.

Na vivência são ensinadas as técnicas de execução do ritmo nos instrumentos tradicionalmente utilizados no Coco de Senzala, como tambor, atabaque, mochila, agogô e pandeiro permitindo ao participante também conhecer a forma de confecção e contexto histórico desses instrumentos. Toda essa historicidade é trazida pelo Mestre na Oficina de forma que a mesma, além do repasse das formas de tocar, cantar e dançar é um momento de partilha de saberes ancestrais de uma tradição.

23/11, às 16h – Biblioteca José Mauro de Vasconcelos

VIVÊNCIA DE PANDEIRO AFETIVO PARA MULHERES IDOSAS

Classificação: 3ª Idade

Vivência de Pandeiro Afetivo para Mulheres Idosas, tem como proposta um encontro com uma percussionista e uma cantora, realizar um resgate histórico das músicas que são repertórios do público (mulheres da terceira), que sempre frequentaram o samba para dançar, mas nunca puderam ter a oportunidade de se imaginar tocando. A ideia é que elas possam trazer suas memórias afetivas de sambas, cantados e tocados, para experimentação de uma vivência com o pandeiro afetivo das artistas.

  • 19/11, às 14h – Biblioteca Menotti Del Picchia
  • 23/11, às 10h – Biblioteca Sylvia Orthof
  • 28/11, às 10h – Biblioteca Afonso Schmidt
  • 28/11, às 14h – Biblioteca Pedro Nava
  • 29/11, às 14h – Biblioteca Thales Castanho de Andrade

 

ENDEREÇOS

  • Biblioteca Pedro Nava. Rua Helena do Sacramento, nº 1.000 – Mandaqui
  • Biblioteca Thales Castanho de Andrade. R. Doutor Artur Fajardo, 447
  • Biblioteca Sylvia Orthof. Av. Tucuruvi, 808, Tucuruvi.
  • Biblioteca Álvares de Azevedo. Pça Joaquim José da Nova, s/nº, Vila Maria
  • Biblioteca Menotti Del Picchia. R. São Romualdo, 382, Bairro do Limão.
  • Biblioteca Jayme Cortez. Av. Deputado Emílio Carlos, 3.641, Vila Nova Cachoeirinha
  • Biblioteca José Mauro de Vasconcelos. Pça Comandante Eduardo de Oliveira, s/nº, Parque Edu Chaves
  • Biblioteca Thales Castanho de Andrade. R. Doutor Artur Fajardo, 447, Freguesia do Ó.
  • Biblioteca Narbal Fontes. Av. Conselheiro Moreira de Barros, 170, Santana.
  • Biblioteca Afonso Schmidt. Av. Elísio Teixeira Leite, 1.470, Freguesia do Ó/Brasilândia. Zona Norte

Fonte: Jornal SP Norte

A ERA DAS BIBLIOTECAS NÃO ACABOU, PORQUE ELA SEQUER COMEÇOU

Nesse momento em que as bibliotecas são ameaçadas de censura e os seus investimentos estão estagnados, é preciso apostar num movimento crescente de reivindicação e de defesa da sua importância

Biblioteca Municipal é finalista em prêmio de incentivo à leitura

Biblioteca Municipal é finalista em prêmio de incentivo à leitura

A Biblioteca Municipal “Dr. Júlio Prestes de Albuquerque”, em Itapetininga, é finalista na 4ª edição do Prêmio Instituto Pró Livro (IPL) – Retratos da Leitura, categoria Bibliotecas: Públicas, escolares e comunitárias.

O projeto inscrito foi o Clube do Livro, que é realizado mensalmente na Biblioteca, reunindo um público diversificado para leitura e debate de obras dos mais variados gêneros e estilos, com participação aberta e gratuita. O principal objetivo do Clube do Livro é formar leitores, expandir o universo da leitura e ter a biblioteca como um ponto de encontro comunitário.

A premiação será em São Paulo, no dia 4 de dezembro e contará com a presença do grande escritor brasileiro, Pedro Bandeira. A equipe da Biblioteca e a jornalista Fernanda Gehrke, que voluntariamente conduz o projeto, estarão presentes.

Sobre o Instituto Pró-Livro

O Instituto Pró- Livro – IPL é uma associação de caráter privado e sem fins lucrativos mantida com recursos constituídos, principalmente, por contribuições de entidades do mercado editorial, com o objetivo principal de fomento à leitura e à difusão do livro.

Foi criado em outubro de 2006, como resultado de estudos e conversação entre representantes do governo e entidades do livro, e constitui uma resposta institucional à preocupação de especialistas de diferentes segmentos – públicos e privados – das áreas da educação, cultura e de produção e distribuição do livro, pelos níveis de letramento e hábitos de leitura da população em geral e, em particular, dos jovens, significativamente inferiores à média dos países industrializados e em desenvolvimento.

Saiba mais em http://prolivro.org.br/home/pro-livro

Biblioteca de São Paulo passará a exibir filmes brasileiros gratuitamente

As obras tratam de temas importantes como cultura indígena, direitos sociais, cultura popular e urbanidade. As produções foram divididas em ciclos: Subjetividade e narrativas / Outras paisagens / Direitos e cidadania / Brasilidades e as classificações indicativas das obras variam, bem como a duração das exibições.

Oficina sobre documentários

Os amantes da 7ª arte não podem perder a oportunidade de participar da Oficina de Documentários – Teoria e Prática, com Franthiesco Ballerini, nos dias 22 e 29 de novembro, na Biblioteca de São Paulo. As aulas são gratuitas, é necessário fazer inscrição pelo link (clique aqui)

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

PRISIONEIRO DA GRADE DE FERRO

Sinopse: Um ano antes da desativação da Casa de Detenção do Carandiru, ocorrida em setembro de 2002, detentos aprendem a utilizar câmeras de vídeo e documentam seu cotidiano no maior presídio da América Latina.

Sessões: Sexta-feira, 1º/11, às 14h e Sábado, 2/11, às 14h

O CÁRCERE E A RUA

Sinopse: A obra acompanha a trajetória de três detentas de uma penitenciária de Porto Alegre: Cláudia, a presidiária mais antiga e respeitada, que deve deixar o cárcere em breve; Betânia, que vai para o regime semi-aberto, e Daniela, que recém chegou na prisão e aguarda julgamento.

Sessões: Sexta-feira, 1º/11, às 16h30 e Domingo, 3/11, às 14h

RAP DO PEQUENO PRÍNCIPE CONTRA AS ALMAS SEBOSAS

Sinopse: Garnizé, músico, 26 anos, componente da banda de rap Faces do Subúrbio, militante político e líder comunitário em Camaragibe. Helinho, justiceiro, 21 anos, conhecido na comunidade como O Pequeno Príncipe, é acusado de matar 65 bandidos no município de Camaragibe, Pernambuco. Dois jovens moradores de uma mesma periferia. Para a sobrevivência de cada um, armas diferentes: o revólver e o instrumento musical; a bala e o batuque; o acerto de contas rápido, mortal, em vez da conscientização através da palavra.

Sessões: Sábado, 2/11, às 16h30 e Quarta-feira, 6/11, às 10h

JUSTIÇA

Sinopse: Maria Augusta Ramos pousa a câmera onde muitos brasileiros jamais puseram os pés: um Tribunal de Justiça no Rio de Janeiro, acompanhando o cotidiano de alguns personagens. Há os que trabalham ali diariamente (defensores públicos, juízes, promotores) e os que estão de passagem (réus).

Sessões: Domingo, 3/11, às 15h30 e Quarta-feira, 6/11, às 14h

EDIFÍCIO MASTER

Sinopse: Durante uma semana, Eduardo Coutinho e sua equipe conversaram com 27 moradores de um enorme edifício de apartamentos em Copacabana. Entre eles um casal de meia-idade que se conheceu pelos classificados de um jornal, uma garota de programa que sustenta a filha e a irmã, um ator aposentado, um ex-jogador de futebol e um porteiro desconfiado de que o pai adotivo, com quem sonha toda noite, é seu pai verdadeiro. O assunto desse documentário é a vida privada na grande cidade, o apartamento como último refúgio de individualidade, além de ressaltar o fato de que, morar junto num mesmo lugar não garante a formação de uma comunidade.

Sessões: Quarta-feira, 13/11, às 10h e Sábado, 16/11, às 15h30

 33

Sinopse: O diretor Kiko Goifman sempre soube que era filho adotivo, mas aos 33 anos decidiu procurar a mãe biológica. A partir de pistas dadas por detetives de São Paulo e Belo Horizonte, o cineasta realizou o filme, baseado no diário on-line que escreveu durante a busca. Misturando diversos gêneros cinematográficos – entre eles o film noir -, o diretor não se esquivou dos sentimentos e incluiu a mãe adotiva na busca. 33 mergulha no universo peculiar dos detetives, que atuam num terreno movediço entre o legal e o ilegal, o público e o privado, que acompanhou o diário mantido por Kiko Goiffman na internet, que teve grande importância no processo.

Sessões: Quarta-feira, 13/11, às 14h Sábado, 16/11, às 14h

PRO DIA NASCER FELIZ

Sinopse: Estudantes com idades entre 14 e 17 anos, ricos e pobres, enfrentam situações adversas nas escolas que frequentam. Foram ouvidos alunos de escolas da periferia de São Paulo, Rio de Janeiro e Pernambuco e também de dois renomados colégios particulares, um de São Paulo e outro do Rio de Janeiro. Os estudantes relatam suas expectativas em relação ao futuro profissional, à família e ao amor. Revelam a existência de preconceito, violência e esperança.

Sessões: Sexta-feira, 15/11, às 14h e Domingo, 17/11, às 16h

 JANELA DA ALMA

Sinopse: A partir da ansiedade daqueles que ‘pouco’ enxergam, o documentário faz um ensaio poético e bem-humorado sobre o que é ‘olhar’. Depoimentos como o do escritor José Saramago, do músico Hermeto Pascoal, do cineasta Wim Wenders e do fotógrafo cego Bavcar ilustram a dificuldade de ver as coisas como elas são.

Sessões: Sexta-feira, 15/11, às 16h e Domingo, 17/11, às 14h

FRACTAIS SERTANEJOS

Sinopse: A história de um operário da construção civil que se torna artista ao sair do coma, esculpindo obras abstratas que denomina “TudoeNada”, semelhantes aos fractais estudados na física e na matemática do caos.

Sessões: Quarta-feira, 20/11, às 11h e Sexta-feira, 22/11, às 14h

IRMÃOS ANICETO – NO RASTRO DO CAMALEÃO

Sinopse: Procurando revelar a magia com que criam e executam sua arte, o documentário segue o rastro dos Irmãos Aniceto, artistas-agricultores do Crato-CE, adentrando no seu universo poético e sonoro, como camaleões que mimetizam a natureza, o cotidiano e a própria chegada do cinema em suas vidas.

Sessões: Quarta-feira, 20/11, às 11h e Sexta-feira, 22/11, às 14h

FLOREADOS DO REPIQUE

Sinopse: Os territórios sonoros do Rio de Janeiro durante o carnaval, a mistura do samba com o hip-hop. Com Seu Jorge, Marcelo D2, Grupo Cultural Afroreggae e outros.

Sessões: Quarta-feira, 20/11, às 11h e Sexta-feira, 22/11, às 14h

CÂMARA VIAJANTE

Sinopse: Documentário que retrata o universo e o ofício dos fotógrafos populares que atuam nas festas, feiras e romarias do interior nordestino. A visão do artista do retrato pintado, suas técnicas e seu trabalho.

Sessões: Quarta-feira, 20/11, às 11h e Sexta-feira, 22/11, às 14h

JORJÃO

Sinopse: Um perfil do diretor de bateria de escolas de samba, Mestre Jorjão. Ele fala da sua relação com os ritmistas, da sua criatividade na hora de criar as famosas ‘paradinhas’, da polêmica que causou ao introduzir uma batida funk na bateria da Unidos do Viradouro e de como começou na bateria da escola da samba Mocidade Independente de Padre Miguel.

Sessões: Quarta-feira, 20/11, às 14h e Sábado, 23/11, às 14h

BATUQUE NA COZINHA

Sinopse: O filme apresenta as Tias Eunice, Doca e Surica, Pastoras da velha Guarda da Portela, conhecidas e respeitadas no mundo do samba por comandar tradicionais rodas de fundo de quintal, eventos que remontam ao século 19, quando baianas da  Praça XI, como Tia Ciata, abriam seus quintais para batucadas, umbigadas, capoeira e samba.

Sessões: Quarta-feira, 20/11, às 14h e Sábado, 23/11, às 14h

NELSON SARGENTO

Sinopse: Um dos compositores mais carismáticos da Estação Primeira de Mangueira, o sambista Nelson Sargento sobe o morro neste documentário para falar de sua música, de sua Escola e também suas outras atividades, como a pintura e a poesia.

Sessões: Quarta-feira, 20/11, às 14h e Sábado, 23/11, às 14h

GERALDO FILME

Mergulho no universo do samba e da cultura negra paulista através da obra do compositor Geraldo Filme.

Sessões: Quarta-feira, 20/11, às 14h e Sábado, 23/11, às 14h

CARTOLA – MÚSICA PARA OS OLHOS

Sinopse: Documentário sobre um dos compositores mais importantes da música brasileira. A história do samba a partir de um dos seus expoentes mais nobres. Utilizando linguagem fragmentada, o filme traça um painel da formação cultural do Brasil, convidando a uma reflexão sobre a construção da memória do país.

Sessão: Quarta-feira, 20/11, às 16h

NGUNÉ ELÜ, O DIA EM QUE A LUA MENSTRUOU

Sinopse: Durante uma oficina de vídeo na aldeia Kuikuro, no Alto Xingu, ocorre um eclipse. De repente, tudo muda. Os animais se transformam. O sangue pinga do céu como chuva. O som das flautas sagradas atravessa a escuridão. Não há mais tempo a perder. É preciso cantar e dançar. É preciso acordar o mundo novamente.

Sessões: Quinta-feira, 21/11, às 14h e Sábado, 23/11, às 16h

 DE VOLTA À TERRA BOA

Sinopse: Homens e mulheres Panará narram a trajetória de desterro e reencontro de seu povo com seu território original, desde o primeiro contato com o homem branco, em 1973, passando pelo exílio no Parque do Xingu, até a luta e reconquista da posse de suas terras.

Sessões: Quinta-feira, 21/11, às 14h e Sábado, 23/11, às 16h

 PRÎARA JÕ, DEPOIS DO OVO A GUERRA

Sinopse: As crianças Panará apresentam seu universo em dia de brincadeiras na aldeia. O tempo da guerra acabou, mas ainda continua vivo no imaginário das crianças.

Sessões: Quinta-feira, 21/11, às 14h e Sábado, 23/11, às 16h

 HUNI MEKA – OS CANTOS DO CIPÓ

Sessões: Quinta-feira, 21/11, às 14h e Sábado, 23/11, às 16h

THOMAZ FARKAS, BRASILEIRO

Sinopse: Curta-metragem que homenageia Thomaz Farkas, o húngaro que, nos anos 1970, tornou-se um dos maiores fotógrafos do nosso país e que, com sua visão muito particular do Brasil, foi capaz de produzir uma série de documentários intitulada “A Condição Brasileira”, também conhecida como Caravana Farkas.

Sessão: Quinta-feira, 21/11, às 15h30.

OS IMAGINÁRIOS

Sinopse: Os romeiros nordestinos têm o hábito de comprar imagens de personagens em que neles identificam um comportamento exemplar. Talhando a madeira para dar forma a estas figuras, os imaginários, artesãos que fazem imagens de personagens típicos do nordeste tradicional, perpetuam uma tradição que se modificou com o tempo.

Sessão: Quinta-feira, 21/11, às 15h30.

VITALINO/LAMPIÃO

Sinopse: Do barro de telha ou massapê começa a surgir, pelo trabalho do ceramista Manuel Vitalino dos Santos, uma imagem de Lampião, o rei do Cangaço. Segundo o artista, filho do Mestre Vitalino, o mais famoso artesão do barro do Nordeste, seria preferível abandonar a arte a ter que mudar sua forma artesanal de produção.

Sessão: Quinta-feira, 21/11, às 15h30.

JORNAL DO SERTÃO

Sinopse: A literatura popular de cordel, cantada e escrita, constitui nas feiras e fazendas nordestinas, o Jornal do Sertão. As emboladas dos cantadores de coco; cantorias nos gêneros Mourão, Martelo e Dez pés a quadrão. Uma discussão sobre a sobrevivência das mais eficientes práticas de expressão da tradição nordestina frente a influência dos valores do sul.

Sessão: Quinta-feira, 21/11, às 15h30.

 VISÃO DE JUAZEIRO                   

Sinopse: Em 1969, a cidade de Juazeiro do Norte, no Ceará, inaugurava uma grande estátua de concreto para homenagear seu morador mais conhecido e adorado: o Padre Cícero Romão Batista. No feriado de Finados desse mesmo ano, a romaria e a devoção, o comércio e a política em torno da figura e da imagem do Padre Cícero.

Sessão: Quinta-feira, 21/11, às 15h30.

FREI DAMIÃO TROMBETA DOS AFLITOS, MARTELO DOS HEREGES

Sinopse: Nordeste brasileiro, 1969. Frei Damião Bozzano, frade capuchinho, motivo de culto popular, chega à cidade de Taperoá, na Paraíba, para uma das suas costumeiras missões sertanejas em uma visita anunciada pelos cantadores das feiras e  mercadores da cidadezinha. A história de vida de Frei Damião remontando a capítulos passados sobre o fenômeno do beatismo no nordeste.

Sessão: Quinta-feira, 21/11, às 15h30.

A MARGEM DO CONCRETO

Sinopse: É um documentário sobre os sem-tetos e os movimentos de moradia na cidade de São Paulo. O filme acompanha a atuação de várias lideranças que promovem atos de ocupação na região central de São Paulo e que estão fazendo justiça social com as próprias mãos, conquistando a tão sonhada moradia para uma população miserável que não suporta mais viver em albergues e cortiços.

Sessões: Quarta-feira, 27/11, às 10h, Sexta-feira, 29/11, às 16h e Domingo, 1º/12, às 14h

ABOIO

Sinopse: No interior do Brasil, adentrando as extensões semiáridas da caatinga, há homens que ainda hoje conservam hábitos arcaicos, como o costume de tanger o gado por meio de um canto de nome aboio. Um filme sobre a música, a vida, o tempo e a poesia dos vaqueiros do sertão.

Sessões: Quarta-feira, 27/11, às 14h e Sábado, 30/11, às 11h

 ESTAMIRA

Sinopse: Conta a história de uma mulher de 63 anos que sofre de distúrbios mentais, e vive e trabalha há mais de 20 anos no Aterro Sanitário de Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro. Carismática e maternal, Estamira convive e lidera uma pequena comunidade de velhos que habitam o lixão. Filmado entre 2000 e 2004, quando Estamira começou a se tratar num centro psiquiátrico público, o filme mostra seu cotidiano ao longo de três anos, a sua transformação e os efeitos dos remédios que se obriga a tomar.

Sessões: Quarta-feira, 27/11, às 15h30, Sexta-feira, 29/11, às 14h e Domingo, 1º/12, às 15h30

BIBLIOTECA DE SÃO PAULOF

Onde: Av. Cruzeiro do Sul, 2630 – Santana

Telefone: (11) 2089-0800

Funcionamento: De terça-feira a domingo, das 9h30 às 18h30

A partir do dia 1º de novembro, a Biblioteca de São Paulo receberá a mostra “A Força do Documentário Brasileiro”, no qual ocorrerão sessões gratuitas de 30 produções brasileiras . Para participar das exibições, não é necessário fazer inscrição. As sessões vão até 1º de dezembro.

A iniciativa é assinada pela Sociedade Amigos da Cinemateca e SP Leituras, com o apoio da Cinemateca Brasileira e Programadora Brasil.

Fonte: SP Norte

São Bernardo é referência na implantação do sistema de acervo on-line das bibliotecas

Funcionários da Divisão de Bibliotecas Públicas da cidade foram até Campinas para relatarem a experiência da cidade na implantação do sistema Koha

São Bernardo é referência na implantação do sistema de acervo on-line das bibliotecas

Crédito: Divulgação

Ter acesso ao acervo da biblioteca pública, da comodidade de casa. A iniciativa pioneira da Prefeitura de São Bernardo permite a disponibilização do catálogo de publicações dos espaços de leitura, por meio de uma plataforma on-line, que é referência para outras cidades do País. A ação é coordenada pela Secretaria de Cultura e Juventude (bibliotecapublica/saobernardo.sp.gov.br).

Na última terça-feira (22/10), funcionários da Divisão de Bibliotecas Públicas foram até Campinas para relatarem, a outros servidores municipais, entre bibliotecários, coordenadora e diretores, a experiência da cidade na implantação do sistema Koha, software livre, de código aberto.

Em São Bernardo, o desenvolvimento do programa foi realizado em 2017, por colaboradores, sem custos aos cofres públicos, após a migração do antigo TAUBIP – sistema criado no município na década de 80, que informatizou todas as bibliotecas e não tinha sido atualizado. O sistema foi para a plataforma web, assim como o inventário de todo o acervo, composto por mais de 135 mil exemplares.

O secretário de Cultura e Juventude, Adalberto Guazzelli, afirma que o Koha é um sistema que pode ser atualizado constantemente, corrigindo e implantando novas funcionalidades. “É importante que este software continue sendo instalado em outros municípios, pois iremos customizá-lo de acordo com a realidade local, melhorando cada vez mais o atendimento à população”, disse. Outras localidades interessadas no processo de implantação e desenvolvimento do sistema é a cidade de Ourinhos (SP) e o Estado da Paraíba.

Fonte: Portal ABCdoABC

Biblioteca Mário de Andrade sedia feira Miolo(s), reunindo mais de 180 editoras independentes

Além da exposição dos livros, os visitantes poderão participar de palestras sobre o mercado literário
Carla Menezes

Mais de 180 editoras independentes nacionais e internacionais participarão da sexta edição da Feira Miolo(s), que acontecerá no fim de semana dos dias 2 e 3 de novembro. Desde 2014, o evento é realizado na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo.

Além da exposição dos livros, o evento contará com o ciclo de palestras curtas Fala Miolo(s). Os temas vão desde produção impressa e arte gráfica até a circulação dos produtos.

A feira acontece das 17h às 20h nos dois dias de evento (sábado e domingo) e a entrada é gratuita.

Confira a programação de palestras:

SÁBADO, 3 DE NOVEMBRO

12h Um panorama da produção de arte impressa, com JOÃO VARELLA e CECILIA ARBOLAVE

13h Estratégias para amenizar a invisibilidade da produção gráfica-literária fora dos centros, com LARISSA MUNDIM

14h Livro objeto na Argentina, com GUSTAVO DARÍO LOPEZ

15h A tradição reinventada: editar livros hoje, com PAULO VERANO

16h Ateliê de impressão como projeto social, com LUIZ LIRA

17h Um puñado de literatura latino-americana, com LAURA DEL REY

18h Processos, colagens e narrativas, com RICARDO RODRIGUES

19h Eu nunca leio, só vejo figuras: livro de artista para crianças, com AMIR BRITO CADOR

DOMINGO, 4 DE NOVEMBRO

13h Transcriação: da fala pro papel e vice-versa, com DANIEL MINCHONI

14h Publicações de artista como cartografia de territórios possíveis, com VANIA MEDEIROS

15h Novas vozes na literatura nas suas primeiras publicações, com EDUARDO LACERDA

16h Caminhos de livrarias e editoras independentes na Colômbia, com ALEJANDRA ALGORTA e ANDREA TRIANA

17h Histórias em quadrinhos: gênero e representação, com GABRIELA BORGES

18h As quatro décadas dos Cadernos Negros, com ESMERALDA RIBEIRO e MÁRCIO BARBOSA

19h Criação coletiva e experimental de arte gráfica, com DANIEL BUENO

Fonte: Terra

O papel dos Fundos Locais nas Bibliotecas Públicas

Nesse sentido, este artigo pretende destacar a importância da criação e manutenção do Fundo Local, dentro do acervo das Bibliotecas Públicas. Evidenciando os seguintes pontos do Manifesto, “5. Promover o conhecimento sobre a herança cultural; 8. Apoiar a tradição oral; 9. Assegurar o acesso dos cidadãos a todo o tipo de informação da comunidade local”. 

O Fundo Local é, por assim dizer, a memória de uma comunidade. No que concerne à recolha, tratamento e divulgação da cultura do concelho e da Região. É através dele que as Bibliotecas Publicas cumprem parte da sua missão. Observando que parte da “sua história” foi construída a partir da transmissão oral, de geração em geração e que os eventos ocorridos hoje serão tema de pesquisa no futuro. É imprescindível recuperar todo o “material” produzido na área geográfica em que a Biblioteca está inserida, como forma de “arquivo temático”, para divulgação e promoção da cultura local e regional. Nesse sentido e tendo noção da importância da preservação das memórias, usos e costumes da sua coletividade, o Fundo Local revela-se uma mais-valia para a cultura local.

Fundo loca l- Biblioteca Municipal de Portimão

As Bibliotecas Públicas do Algarve, em geral, oferecem aos seus utilizadores, um Fundo Local em livre acesso e/ou, um Fundo Local reservado. Sendo que, cada uma, ordena o seu Fundo, segundo a sua politica de disposição da coleção e pelas necessidades dos seus utilizadores. Em ambos (em livre acesso e/ou, reservado), é possível estudar registos de fontes e factos, analisados e recuperados por investigadores, historiadores, estudantes e/ou curiosos, com interesse no património cultural da região. Conhecimento da “história das gentes”, transformado em documentos ordenados numa subcolecção, desenvolvida e arrumada de forma a poder ser reavida nos diversos géneros da memória individual e coletiva da comunidade onde estão inseridos.

Os documentos, que constituem o Fundo Local são, quase todos, adquiridos através de oferta, ou permuta, uma vez que este tipo de publicação é normalmente editada pelos próprios municípios. Contudo, as publicações sobre temáticas regionais aumentaram nos últimos anos, valorizando assim a subcolecção e a consolidação de uma resposta positiva para as questões colocadas pelos utilizadores.

A Subclasse (Fundo Local, Regional e/ou Reservado) representa uma percentagem diminuta do acervo global das Bibliotecas Publicas, mas é, cada vez mais, de importância superior à quantidade de documentos que a constitui. O que se justifica pela especificidade da temática, raridade de algumas obras e pelo papel social que as Bibliotecas representam atualmente para a comunidade.

[1] https://www.ifla.org/files/assets/public-libraries/publications/PL-manifesto/pl-manifesto-pt.pdf

Virgínia Maio
(Biblioteca Municipal Manuel Teixeira Gomes de Portimão)

(CM)

Fonte: Postal do Algarve

O Digital Para o Jovem na Biblioteca

Data: 17/10/2019 a 17/10/2019

Dias e Horários: Quinta, 14h às 18h45.

As inscrições podem ser feitas a partir de 26 de setembro, às 14h, aqui no site do Centro de Pesquisa e Formação ou nas Unidades do Sesc em São Paulo.

Local: Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – 4º andar, Bela Vista – São Paulo.

Programa: Que lugar ocupa o digital na biblioteca nos dias atuais? Por que incentivar o uso de videogames na biblioteca? Que tipo de aplicativos e videogames jogar na biblioteca? Quais ferramentas? Qual estratégia? Como criar espaços criativos na biblioteca? Essas perguntas vão nortear os intercâmbios entre os responsáveis por essas iniciativas em bibliotecas.

Os objetivos deste curso são:

Aprofundar o conhecimento sobre as novas práticas do público infantil e jovem.
Pensar no lugar do digital nas bibliotecas.
Explorar os recursos digitais e de jogos.

Este evento é aberto para todos os profissionais do livro, bibliotecários e interessados.

A atividade é uma parceria com o Institut Français no Brasil e a o Consulado Geral da França em São Paulo.

As inscrições pela internet podem ser realizadas até um dia antes do início da atividade. Após esse período, caso ainda haja vagas, é possível se inscrever pessoalmente em todas as unidades. Após o início da atividade não é possível realizar inscrição. O cadastro é pessoal e intransferível.

Se você necessita de recursos de acessibilidade, como tradução em Libras, audiodescrição, entre outros, solicite por e-mail ou telefone, com até 48 horas de antecedência do início da atividade. centrodepesquisaeformacao@sescsp.org.br / 11 3254-5600

(Foto: Divulgação)

Palestrante

Julien Devriendt

Julien Devriendt

Atua na midiateca Choisy -le -Roi e é coordenador da publicação “Jogar na biblioteca”. Apaixonado pelas ferramentas de criação e de expressão digital , interessa-se particularmente na aplicação dessas ferramentas nas bibliotecas e midiatecas.
(Foto: Acervo Pessoal)

Mais informações: https://centrodepesquisaeformacao.sescsp.org.br/atividade/o-digital-para-o-jovem-na-biblioteca?fbclid=IwAR3TWVQCizWSS-9g4OcWaWMZmLsBInp4czcOtLJ3E9Z3BbFH7ABDhyg-Jn0

Biblioteca Municipal terá oficina de ilustração e desenho para livro infantil

CULTURA – A atividade será ministrada pelo vencedor do ProAc José Custódio Rosa Filho e acontecerá no dia 9 (quarta-feira), às 13h30

A Biblioteca Municipal está situada na Rua Cunha Moreira, 71, Centro

Palavras e imagens se conectam e se completam em um livro ilustrado. A Biblioteca Municipal Poeta Paulo Bomfim abrirá as portas para o cartunista, escritor e roteirista José Custódio Rosa Filho ministrar a oficina ‘Ilustração e Desenho para Livro Infantil’ que acontecerá no dia 9 (quarta-feira), às 13h30, na Rua Cunha Moreira, 71, Centro.

Além da oficina, José Custódio realizará a leitura dramática do seu livro ‘Maria, a brisa’ e fará uma discussão sobre a obra literária e o seu conteúdo. A atividade é totalmente gratuita e terá duração de três horas.

Quem é o autor

Vencedor do ProAc de Literatura Infantojuvenil de 2018, José Custódio Rosa Filho nasceu em São Paulo em 1967 e desde 1988 já fez charges, personagens tiras e animações para revistas, jornais, canais de televisão, agências de publicidade e sindicatos. Custódio tem diversos livros publicados, onde trabalhou tanto como desenhista como roteiristas, desde obras de ficção até biografias históricas.

Fonte: Prefeitura Municipal de Itanhaém

Arquitetura da nova biblioteca pública de Nova York se une à comunidade

  • POR REDAÇÃO

Em meio aos arranha-céus de Nova York, o escritório Steven Holl Architects projetou a Hunters Point Library, uma biblioteca pública que traz um espaço dedicado à comunidade na orla de Long Island City. Após duas décadas de planejamento e anos de atrasos, a estrutura independente, que custou mais de US$ 40 milhões, foi inaugurada na última semana de setembro numa área de 2972,89 m² integrada ao parque à beira do East River.

Biblioteca Mário de Andrade homenageia bibliófilos em nova exposição de obras raras

Em cartaz até dezembro, a mostra Grandes Colecionadores foi montada com base no acervo de nomes como Félix Pacheco e Otto Maria Carpeaux

Texto por Maria Fernanda Rodrigues

A Biblioteca Mário de Andrade abre nesta quinta-feira, 3, na véspera da primeira edição do Festival Mário de Andrade, com debates e feira de livros, uma nova exposição com raridades de seu acervo. A mostra Grandes Colecionadores apresenta exemplares significativos da trajetória pessoal de bibliófilos que doaram ou venderam suas coleções para a Biblioteca Mário de Andrade.

A exposição Grandes Colecionadores pode ser visitada até o dia 12 de dezembro, todos os dias, das 10h às 19h.

Com curadoria de Rizio Bruno Sant’Ana, a mostra exibe livros do acervo de nomes como Félix Pacheco (1879-1935), Barão Homem de Mello (1837-1918), Antonio Baptista Pereira (1880-1960), Paulo Prado (1869-1943), Pirajá da Silva (1873-1961), Antonio Francisco Paula Souza (1843-1917), Francisco de Assis Carvalho Franco (1886-1953), Alceu Maynard Araújo (1913-1974), Otto Maria Carpeaux (1900-1978), Paulo Duarte (1899-1984), José Pereira de Mattos e José Perez.

De Félix Pacheco, por exemplo, os visitantes poderão ver o primeiro documento impresso que descreve costumes folclóricos brasileiros: Relação das Faustíssimas Festas, de 1762. Trata-se de um relato das festas para comemorar o casamento entre a Princesa do Brasil (futura rainha D. Maria I) e D. Pedro infante de Portugal (depois, D. Pedro III).

Pacheco foi político, jornalista, poeta e reconhecido como introdutor no Brasil de traduções e estudos sobre Charles Baudelaire. Eleito imortal da Academia Brasileira de Letras em 1912, ele reuniu a maior coleção privada de obras raras e de Brasiliana do País, em seu tempo. Sua coleção de 14 mil volumes foi comprada por Rubens Borba de Moraes, em 1936.

Já de Paulo Prado, advogado, fazendeiro, escritor e patrocinador da Semana de Arte Moderna de 1922, cuja coleção de livros de artistas e obras de história e literatura francesa foi doada em 1945, será exposto um projeto de lei sobre os escravos no Brasil que seria apresentado por José Bonifácio de Andrade e Silva à Assembleia Gerak Constituinte quando ela foi dissolvida e o autor e outros deputados foram presos e deportados. O material foi publicado em 1825, durante o exílio, em Paris.

Otto Maria Carpeaux também foi um colecionador. De sua coleção, o público poderá ver uma edição bilíngue com poemas de Carlos Drummond de Andrade organizada por Hans Magnus Enzensberger e publicada em 1965 pela alemã Suhrkamp. Foi Carpeaux quem fez a ponte entre o poeta mineiro e os editores estrangeiros, e o volume traz uma dedicatória assinada por Drummond em 28 de julho de 1965.

Exposição Grandes Colecionadores

De 3/10 a 12/12, das 10h às 19h (todos os dias). Biblioteca Mário de Andrade (Rua da Consolação, 94)

Fonte: BIBLIOTECNOLOGIA

Biblioteca em Hortolândia atende pelo WhatsApp

Tem novidade boa para os usuários da Biblioteca Municipal “Terezinha França de Mendonça Duarte”, órgão da Prefeitura. A partir desta quinta-feira (26/09), a biblioteca inicia atendimento aos leitores via aplicativo de celular WhatsApp. Por meio deste novo canal de comunicação, o público poderá obter informações gerais, tais como quais os documentos necessários para fazer a carteirinha, o endereço da biblioteca, e sobre como consultar o catálogo da biblioteca via internet. O número do WhatsApp da biblioteca é 99578-6759.

O coordenador da biblioteca, Rafael Antonio da Silva, destaca que o atendimento via WhatsApp também facilitará a vida dos leitores que querem renovar o prazo de empréstimo de livros, e com isso evitar que eles se desloquem até o local. “Para solicitar a renovação, os usuários têm que trazer as obras emprestadas até a biblioteca. Agora, por meio do aplicativo, para pedir a renovação de prazo, basta o usuário informar o nome completo e o número da carteirinha”, explica Silva.

A renovação via WhatsApp só pode ser feita no prazo estipulado de devolução e caso os livros não estejam em lista de reserva. A renovação e o atendimento via WhatsApp serão realizados somente no horário normal de funcionamento da biblioteca, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h50. Além de aproximar a biblioteca cada vez mais do usuário, Silva destaca que o atendimento via WhatsApp visa oferecer praticidade aos leitores, e com isso, otimizar o atendimento presencial na biblioteca.

Para a secretária de Cultura, Alessandra Amora Barchini, o aplicativo é uma ferramenta moderna que a Prefeitura utiliza com o objetivo de estimular o hábito da leitura entre a população. “Ao oferecer o atendimento via WhatsApp, a Prefeitura fortalece o trabalho de acesso à leitura para a população. O aplicativo ainda facilita o processo de empréstimo de obras literárias aos usuários cadastrados”, destaca Alessandra.

Atualmente, a Biblioteca Municipal “Terezinha França de Mendonça Duarte” tem quase 5.000 usuários cadastrados. Já o acervo conta com cerca de 16 mil títulos. O público pode consultar os títulos disponíveis por meio do site http://biblivre.hortolandia.sp.gov.br/Biblivre5/single/. A Biblioteca Municipal fica no piso inferior do Open Shopping, localizado na rua Luiz Camilo de Camargo, 581, região central. Os demais canais de informação da biblioteca continuam a funcionar pelo telefone 3887-1684 ou pelo e-mail bibliotecacentral.smc@hortolandia.sp.gov.br.

Fonte: Seu Jornal

La biblioteca cambia de rol: de los libros a la formación

  • Han pasado de patrimonio documental a puentes de información para todos
  • En la crisis, se cerraron más de 600 bibliotecas en España
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Ayer, 13 de septiembre, se celebraba en países como Argentina el Día del Bibliotecario. Una profesión que ha sobrevivido a lo largo de los años a pesar de haber estado sometida a los reveses del mundo moderno.

El interés de los seres humanos por acumular y ordenar libros y, por ende, aglutinar conocimiento, despertó hace la friolera de 2.700 años, pero, al contrario de la creencia popular, esta forma de consumir cultura no surgió con las estanterías egipcias de la Biblioteca de Alejandría, sino con la de Asurbanipal. Según diferentes registros, este edificio, ubicado en la ciudad asiria de Nínive, fue el primero dedicado a almacenar papiros y tabletas de piedra que fungían como archivos de lectura, en el siglo VII a. C. No obstante, la de Alejandría, no fue sino otra cosa que la biblioteca más grande de la antigüedad.

A lo largo de la historia, el prestigio de estos edificios custiodiadores de libros, documentos y archivos, se ha mantenido como el patrimonio documental y cultural más inherente al ser humano. Porque una casa vale lo que vale su biblioteca, y esto nunca pasa de moda.

Sin embargo, el mundo avanza para todos igual, y siguiendo la máxima darwiniana por antonomasia, “solo sobreviven los que se adaptan al medio”, estos emblemáticos edificios y los profesionales que los tutelan, han tenido que reinventarse para no morir.

Las nuevas tecnologías y las diferentes formas de consumir información, provocaron un cambio de paradigma que no dejó indiferente a nadie. Esta Nueva Era, acompañada de la crisis mundial que azotó al mundo entero, se saldó con el cierre de más de 600 bibliotecas en España. Un hecho que provocó que este sector se tambaleara en la cuerda floja y tuviera que empujar, con ayuda de todos los que lo conforman, hacia un cambio de rol.

Así lo cuenta Glòria Pérez-Salmerón (Barcelona, 1958), ex directora de la Biblioteca Nacional de España y actual presidenta de la Ifla (Federación Internacional de Asociaciones de Bibliotecarios y Bibliotecas) y Fesabid (Federación Española de Sociedades de Archivística, Biblioteconomía, Documentación y Museística). “En todo el mundo hubo una alerta. Algo que nos sirvió como reflexión para ver que, si no nos adaptábamos a las necesidades actuales de la ciudadanía, las bibliotecas irían pereciendo”, explica la presidenta. En este sentido, puntualiza el cambio de rumbo que ha llevado a cabo una de las organizaciones que preside: “La Ifla ha trabajado siempre en representación de todo el sector bibliotecario, pero ha habido un cambio reciente muy importante, y es que ahora también defiende y representa el acceso a la información de la ciudadanía. Se trata de un cambio que afecta a la humanidad, a lo que las personas necesitan para desarrollarse, que es la información”, remata.

“La Ifla ha trabajado siempre en representación de todo el sector bibliotecario, pero ha habido un cambio reciente muy importante, y es que ahora también defiende y representa el acceso a la información de la ciudadanía”.

Y es que, aunque entrar en una biblioteca sigue significando acceder a un edificio agradable, cómodo, con una buena instalación y con una colección de libros ordenada y archivada al servicio de la población, ahora, además de eso, es posible encontrar a una persona preparada para formar a cualquier usuario en los códigos actuales de la información, que comprenden desde actualizar un currículum, navegar por la web, acceder a un cuestionario online o aconsejarle sobre cualquier obra que necesite. “Hemos dado un paso más. Hemos pasado del trabajo más técnico, que es el de organizar una colección para ponerla accesible en una biblioteca, a abogar y ser activistas para que las personas, en todas las partes del mundo, puedan llegar a tener una información fiable”, añade la presidenta.

Declaración de Lyon

Las diferentes vías y formas de consumir información y la preocupación por parte del sector bibliotecario por formar parte de este circuito, se materializó en la Declaración de Lyon de 2015. En este comunicado, la Ifla negoció con Naciones Unidas su implicación para alinearse con la agenda para seguir los objetivos de desarrollo sostenible (ODS). En este manifiesto, la federación se comprometía a velar por el progresivo acceso a la información y al conocimiento de toda sociedad ayudada por la disponibilidad de las tecnologías de la información y las comunicaciones (TICs), con el fin de mejorar la calidad de vida de las personas.

“Lo que hemos hecho es que las bibliotecas de todo el mundo se den cuenta de que tienen que abogar por el acceso a la información, luchar para que los gobiernos sean transparentes a la hora de comunicar, y que esta información sea significativa para que la gente se desarrolle”, aclara Pérez-Salmerón.

No obstante, además de ampliar el ratio de funciones de estas entidades a nivel internacional, todas las personas que forman parte del sector bibliotecario, tienen que realizar cursos impartidos por la Ifla para formar a los usuarios en esta misma dinámica, de forma virtual o física. “Teníamos que poner en contexto lo que podían hacer las bibliotecas, que es muchísimo, y para eso, los bibliotecarios tenemos que abogar por que esto se sepa. Porque en estos edificios se realizan multitud de encuentros, actividades y proyectos, más allá de la mera actividad de leer, que son muy importantes para el desarrollo de las personas. Este es el mayor de los beneficios que podemos aportar”, completa.

Así las cosas, el final parece haber tenido un feliz desenlace. Y, según explica la presidenta, los resultados han sido muy positivos desde que se sumergieron en este cambio de papel. Tanto es así, que, actualmente, en más de 20 target de los ODS, el acceso a la información es imprescindible, y las bibliotecas están incluidas como pilares de información. También, existe una quincena de países que ya reconoce esta necesidad en su agenda de desarrollo. Algo realmente bueno, pero no suficiente, pues Pérez-Salmerón confía en que pronto se añadirán “muchos más”.

Actualmente, en más de 20 target de los ODS, el acceso a la información es imprescindible, y las bibliotecas están incluidas como pilares de información

Otra forma de ayudar

Existen bibliotecas en toda la geografía española que llevan a cabo actividades dignas de mención. Con un prisma original, proponen citas que aúpan a los más necesitados y desfavorecidos.

Entre éstas, encontramos como uno de los mejores ejemplos la biblioteca municipal Eugenio Trías de la Capital, ubicada en el emblemático parque del Retiro. Los bibliotecarios de este edificio han llevado a cabo un proyecto llamado La lectura que da vida. Una iniciativa para acompañar a través de los libros a los niños y adolescentes ingresados en oncología o patologías psiquiátricas del Hospital Niño Jesús, y que le ha otorgado el premio Biblioteca pública y compromiso social. Seis profesionales de la biblioteca se han implicado para que la lectura fuera uno de los mejores compañeros de estos pequeños y chavales. Además, comparten con ellos juegos sobre cómo funciona una biblioteca, en colaboración con el colegio del propio hospital. Una acción que también está dirigida a los familiares y personal sanitario, con la intención de aliviar el día a día de las personas que atraviesan un mal momento sumergiéndose en la magia de la lectura.

Desplazándonos algo más al sur del país, llegamos a Purchena, Almería, que cuenta con una biblioteca pública que ha sido premiada por el proyecto Biblioteca de Acogida: un proyecto de biblioteca social con menores inmigrantes y en riesgo de exclusión. Esta actividad convertía a esta entidad pública en un espacio de paz y encuentro entre jóvenes inmigrantes y en riesgo de exclusión social con jóvenes de la localidad. Entre los objetivos de esta iniciativa, se comprende la lucha contra la xenofobia, el racismo y la exclusión social; visibilizar la labor social y cultural de las bibliotecas públicas; convertir la biblioteca en un lugar de encuentro de jóvenes de diferentes procedencias y realidades; promover la cultura democrática; y fomentar la lectura. Así, el público objetivo de la actividad son jóvenes inmigrantes llegados en pateras a las costas de Almería y jóvenes en riesgo de exclusión de los centros de Purchena.

Por su parte, en el este de España, se encuentra la Red de bibliotecas municipales de Llíria (Valencia). En su caso, el premio por su compromiso social le ha sido otorgado por su programa Biblioteca Fácil, enfocado a un colectivo de personas con discapacidades psíquicas, problemas mentales o Alzheimer. De esta manera, la actividad tiene como finalidad desarrollar la capacidad y la autonomía de las personas que conforman estos colectivos e integrarlos en la biblioteca como una parte de su vida: un lugar de referencia, seguro, agradable y donde se enriquecen a través de la lectura.

En la Ciudad Condal también hay lugares que llevan a cabo acciones interesantes. La biblioteca Joan Fuster, perteneciente la diputación de Barcelona, coordina diferentes clubs de lectura con la intención de reunir a personas de diferentes edades, ideas e historias para compartir e intercambiar opiniones sobre diferentes lecturas, combinando de esta forma el placer de la lectura y el de la conversación en torno a un libro. Aquí, es posible encontrar temáticas tan diversas como cine, cómic, filosofía o poesía en lenguas extranjeras, entre otras, para no cerrarle la puerta a nadie.

Así las cosas, y parafraseando al gran escritor argentino del siglo XX, José Luis Borges; seguro que, para todas estas personas, el paraíso será algún tipo de biblioteca. Y, cada vez, más idílico.

Fonte: elEconomista

Encontro do Clube de Poesia – Vida e a obra do poeta brasileiro Manuel Bandeira

A Biblioteca Municipal “Dr. Júlio Prestes de Albuquerque” realizará mais um encontro do Clube de Poesia. Será neste sábado, dia 28, às 15h. O grupo fará leitura e partilha sobre a vida e a obra do poeta brasileiro Manuel Bandeira. O evento é de graça e aberto ao público. Ao final do encontro, estudantes universitários podem solicitar declaração de presença para atividade complementar. A Biblioteca dispõe de diversos livros do autor para empréstimo.

Saiba mais sobre o Clube de Poesia

O Clube de Poesia se reúne mensalmente para estudos de diversos poetas brasileiros. O grupo é aberto e a participação é livre, basta comparecer no encontro. A conversa é conduzida voluntariamente pela professora de Língua Portuguesa Cecília Fontes, especialista em Literatura Brasileira.

Sobre Manuel Bandeira

O poeta pernambucano nasceu em 1886 e faz parte da geração modernista. Foi o terceiro ocupante da cadeira 24 da Academia Brasileira de Letras. Sua obra retrata especialmente o cotidiano, com um pouco de piada, de forma simples e direta. Entre seus livros estão Libertinagem, A Cinza das Horas e Carnaval.

Fonte: Prefeitura Municipal de Itapetininga

 

Biblioteca Municipal tem sarau literário e lançamento de livro no sábado

A Biblioteca Municipal Prof. Ernesto Manoel Zink, localizada ao lado do prédio da Prefeitura, promove neste sábado, dia 28 de setembro, às 10h, mais um sarau literário. O encontro acontece todo último sábado do mês, com participação gratuita.

A atividade deste sábado terá como foco o lançamento do livro de poesias “Banco de Jardim” da poeta Rachel dos Santos Dias. Declamação dos poemas do livro e discussão sobre os temas serão abertos aos participantes.

O livro começou com um projeto realizado pela autora e reúne parte significativa de seu trabalho poético. O início, denominado “Natureza Viva”, é formada pelos poemas escritos a partir dos anos 60. Em seguida, vem uma seleção dos cadernos de poesia da jovem Rachel, produzidas entre 1951 e 1958.

A autora se apropriou dos modelos românticos tardios, de uma produção cultural que se disseminava pela emergente cultura de massas e que se mantinha na cultura popular, refletindo, assim, sobre os dilemas de seu tempo. As dores de amor que fizeram a alma do tango, do fado, do bolero e do samba canção são o caldo cultural em que Rachel se inspirou em sua juventude – anos quarenta e cinquenta do século passado.

Sua poesia “Banco de Jardim”, título do livro, tornou-se notória nas rodas literárias de Campinas, que Rachel frequenta e onde apresenta seus poemas.

Sobre a autora

Rachel dos Santos Dias, da cidade mineira Curvelo, é pedagoga, poeta, escritora, cronista, revisora, declamadora e musicista. Morou em vários países e, atualmente, reside em Campinas.

Já publicou poemas em coletâneas organizadas pelas entidades Casa do Poeta de Campinas, Centro de Poesia e Artes de Campinas, Portal do Poeta Brasileiro e Ciranda Literária. Recebeu prêmios pela sua produção poética e foi homenageada pela Câmara Municipal de Campinas com o Diploma de Mérito Literário “José Paranhos de Siqueira”, por serviços prestados à cultura na área de literatura. 

É membro da diretoria da Casa do Poeta de Campinas, participou da Fundação da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro, e se imortalizou na cadeira de número 47.

Serviço

Sarau literário e lançamento de livro

Quando: 28 de setembro

Horário: 10h

Local: Biblioteca Municipal Prof. Ernesto Manoel Zink

Endereço: Av. Benjamin Constant, n°1633 – Centro

Fonte: Prefeitura de Campinas

São Paulo ganha festa literária em outubro

“Festival Mário de Andrade – A Virada do Livro”, acontece de 4 a 6 de outubro com mais de 150 atividades gratuitas realizadas em onze pontos da cidade

De Secretaria Especial de Comunicação

A cidade de São Paulo vai ganhar, pela primeira vez, uma festa de rua dedicada ao livro e à leitura: o Festival Mário de Andrade – A Virada do Livro. Parte do calendário integrado da cidade, o Agendão, do programa São Paulo Capital da Cultura, da Secretaria Municipal de Cultura (SMC), o festival será realizado entre os dias 4 e 6 de outubro. Serão mais de 150 atividades, todas gratuitas, entre conversas com autores, oficinas, espetáculos de rua, duelo de cordel, sarau, teatro, dança e música, realizadas em onze pontos da cidadeClique aqui e acesse a programação completa, com os endereços.

“Esse tipo de política cultural tem o lado importante para a formação dos cidadãos. Quando falamos em ampliação da leitura, difusão dos livros, estamos falando da formação da consciência, da cultura crítica, do conhecimento do mundo e, portanto, da formação dos paulistanos. Fomentar o livro é fomentar uma sociedade mais crítica e mais consciente do seu papel”, disse o prefeito Bruno Covas

O evento promove a ocupação cultural da cidade em um grande encontro inspirado na cultura do livro, reunindo autores, editores, leitores, bibliotecários, livreiros, coletivos e públicos de todas as idades e de todo o Brasil. O projeto, que se propõe a contribuir para a importantíssima formação de leitores no país, celebra a arte literária, o conhecimento em humanidades e a pesquisa científica.

“Nós temos várias ações no sentido da difusão literária, com o objetivo de melhorar os índices de leitura na cidade. Esta ação vai a esse encontro, com um evento de grande porte que chega para aprimorar ainda mais o calendário de eventos da cidade. Uma ocupação cultural e um grande encontro inspirado na cultura do livro, como acontece em várias cidades no mundo todo”, disse o secretário municipal de Cultura, Alê Youssef.

Batizado Corredor do Livro, o trajeto entre a Biblioteca Mário de Andrade e a Praça das Artes, passando pela Rua Coronel Xavier de Toledo e pelo Theatro Municipal, é o eixo central do evento, que se espalha ainda por pontos como os centros culturais Tendal da Lapa e Cidade TiradentesCentro de Culturas Negras e Centro Cultural da Juventude.

A área ao ar livre ocupada pelo festival compreende cerca de um quilômetro e meio, considerando o entorno dos três equipamentos centrais. Neste trecho, cem tendas abrigam as principais editoras, livrarias, bancas e coletivos do país.

Nomes como Companhia das Letras, Record, Todavia, Planeta, Editora 34, Ubu, Zahar, Saraiva, Banca Tatuí, Malê, Libre, Editora da Unesp, Imprensa Oficial, Edições Sesc SP, Senac, Giostri, Leia Mulheres, Flima (Festa Literária Internacional da Mantiqueira), Quilombhoje, Poetas do Tietê, Coletivos Ponte Cultural, Nômade, Perifatividade e Fantasistas, Livraria do Comendador e Território Geek, entre muitos outros, marcam presença no trajeto.

“Este evento representa a valorização da leitura, trazendo o livro como um componente indispensável para o desenvolvimento da sociedade. Essa base do conhecimento, com a leitura oferecida por este projeto me parece algo fundamental”, destacou o diretor do Sesc SP, Danilo Miranda.

No espaço, estão representadas iniciativas editoriais voltadas para a diversidade LGBTQIA+, a questão racial e o feminismo. Os expositores aderiram massivamente ao chamamento público lançado pela Secretaria Municipal de Cultura num movimento que posiciona o festival, já em sua estreia, como um novo incentivo em meio à crise do mercado editorial.

 

Programação

O Festival valoriza e promove a leitura e a literatura em todas as suas manifestações, ampliando o reconhecimento e o fortalecimento de tradições e também de expressões e tecnologias literárias contemporâneas. Em três dias de programação intensa e integrada, o evento consolida o trabalho de formação de leitores; a potência cultural de novas linguagens, saraus e slams; e a circulação de escritores, livros e ideias. Além de conversas com autores, a programação inclui música, teatro, dança, oficinas e tendas de coletivos, editoras e livrarias, sempre com artistas e espetáculos em diálogo com a literatura.

abertura do evento, dia 04 de outubro, às 19h, na Praça das Artes, é marcada pela apresentação compacta de “Yebo”, espetáculo no estilo gumboot dance (dança de botas de borracha), criado pelos trabalhadores das minas de ouro e carvão da África do Sul, no século XIX. A coreografia aborda a exploração tanto dos minérios como dos sete povos que os extraíam, assim como a espera das mulheres por seus maridos mineiros.

Após a apresentação, o Festival recebe o autor moçambicano Mia Couto, laureado com o Camões, mais importante prêmio de literatura da língua portuguesa. Em conversa com a jornalista, escritora e atriz Bianca Ramoneda, serão abordadas questões como as relações do homem com seus pares e o planeta, analisadas sob uma perspectiva africana e literária. Na ocasião, o ator Silvio Restiffe lê trechos da obra do autor.

No sábado (05), as ruas são ocupadas com o espetáculo “Um Quilômetro de Baile”, comandado pelo grupo Bolo de Rolo, que faz o trajeto da Biblioteca Mário de Andrade para a Praça das Artes. A tradição das festas populares brasileiras comemorada em uma performance com cerca de 40 artistas.

No Theatro Municipal, a atriz Fernanda Montenegro, indicada ao Oscar por “Central do Brasil”, lança o seu livro de memórias “Prólogo, Ato, Epílogo” no domingo (06), relembrando sua trajetória em conversa com a jornalista Marta Góes, colaboradora do livro.

Já a programação da Praça das Artes reúne debates, bate-papos e intervenções. Entre os destaques, o encontro da moçambicana Isabela Figueiredo, autora de “Caderno de Memórias Coloniais”, com Milton Hatoum, autor de “Dois Irmãos” (05); o espetáculo “Goitá”, que reúne a companhia de dança Cisne Negro e a companhia de teatro de bonecos Pia Fraus (06); a conversa sobre natureza, ação predatória do homem e criação artística entre o líder indígena, ambientalista e escritor Ailton Krenak e a artista visual da região amazônica Berna Reale (05); e o bate-papo da autora gaúcha Angélica Freitas com a escritora portuguesa Alexandra Lucas Coelho sobre arte, criação, feminismo e o lugar do escritor nos debates das grandes questões do mundo.

Na Biblioteca Mário de Andrade, oficinas, teatro e música compõem a programação. Entre os destaques está a peça “Amar, Verbo Intransitivo”, texto de Mário de Andrade. Com direção de Dagoberto Feliz, o espetáculo tem apresentações sexta (04), sábado (05) e domingo (06). Na programação infantojuvenil, duas peças da Cia. das Cores: “Chiquinha Gonzaga, a Menina Faceira” (05) e “Tico-Tico” (06). A programação musical da Mário fica por conta dos shows Dueto, voz e violão com Livia & Arthur Nestrovski (06); e “La Commedia é Finita” (05), com Rômulo Fróes, Clima, Rodrigo Campos, Kiko Dinucci, Juliana Perdigão, Richard Ribeiro e Fábio Sá, num show com canções compostas por Clima e Nuno Ramos.

Entre as oficinas ministradas na Biblioteca Mário de Andrade, destaque para temas como poesia, com Angélica Freitas (05 e 06); performance, com Ricardo Aleixo (05 e 06); romance, com Assis Brasil (06); e contos, com Socorro Acioli (05 e 06). Uma programação especial do Centro de Pesquisa e Formação – Sesc SP oferece oficinas como as de conservação em acervos, com Fernanda Kelly Silva de Brito (05); e estudos de palavras, com André do Amaral (06).

palco da praça Dom José Gaspar recebe uma programação focada em manifestações poéticas e populares, com cordel e slam de poesias. Entre os destaques, a homenagem “Um Sarau Para Mário” (05), da qual participam os poetas Binho, Sacolinha e Luiza Romão e o ator Paschoal da Conceição, interpretando o homenageado; e Peleja de Cordel: Encontro de Seis Cordelistas, com artistas de cinco estados brasileiros que recitam versos de várias épocas, seguindo a tradição do gênero literário.

No domingo, a Dom José Gaspar é palco do debate “Escritos na Rede”, que propõe uma conversa sobre redes sociais, literatura e comportamento. O bate-papo conta com a presença do ilustrador Aureliano Medeiros, autor de “Madame Xanadu”; da youtuber Liliane Prata, autora de “O Mundo Que Habita em Nós”; e da poeta Ryane Leão, autora de “Tudo Nela Brilha e Queima”. O palco também recebe “Coro de Vozes Comuns – Voco”, uma intervenção comandada pelo performer Ricardo Aleixo.

Parceiro da primeira edição do Festival Mário de Andrade, o Sesc São Paulo apresenta, entre os dias 4 e 6, uma programação especial na unidade 24 de Maio e no Centro de Pesquisa e Formação. Entre os destaques, a Feira de Publicações das Edições e Selo Sesc, com livros, CDs e DVDs; bate-papos sobre conservação de acervos e cultura negra; contações de histórias; duas apresentações da Orquestra Modesta, com repertório do álbum “Canções para Pequenos Ouvidos”; a coreografia “Mar: Uma Dança com o Vento”, de Marina Guzzo; e o show com contação de causos do violeiro Levi Ramiro.

Nos palcos descentralizados, os destaques são a conversa com o artista angolano Kalaf Epalanga (05), no Centro de Culturas Negras; e o encontro do moçambicano Mia Couto com Milton Hatoum (06), no Tendal da Lapa.

Na Praça das Artes, a neta de Nelson Mandela, Zamaswazi Dlamini-Mandela Sam Venther, organizadora das cartas da prisão, encerram o Festival com um tributo a Mandela, ganhador do Nobel da Paz. A conversa é mediada pela historiadora e antropóloga Lilia Schwarcz e o ator Felipe Soares fará leituras das cartas de Mandala.

 

Transmissão ao vivo pela Spcine Play

Parte da programação da primeira edição do Festival Mário de Andrade – A Virada do Livro será transmitida ao vivo para todo o Brasil pela Spcine Play. O público poderá acompanhar grandes momentos da maratona literária na única plataforma pública de streaming do país, pelo site www.spcineplay.com.br

A transmissão da programação ao vivo pela plataforma começa na sexta (04), com bate-papo com o escritor moçambicano Mia Couto. Intitulada “uma casa chamada terra”, a conversa será guiada pela jornalista, escritora e atriz Bianca Ramoneda e traz uma perspectiva africana e literária para a relação dos seres humanos com o planeta. O painel vai ao ar às 19h30, direto da Praça das Artes.

Já no domingo (06), para fechar a programação ao vivo, às 19h, Zamaswazi Dlamini, neta de Nelson Mandela, e Sahm Venter, responsável pela reunião de sua correspondência, relembram o legado humanista do líder africano, ganhador do Nobel da Paz.

A ação faz parte da estratégia da Spcine Play de exibir a efervescência cultural da cidade, incluindo shows e espetáculos realizados pela Secretaria Municipal de Cultura.

Em maio, a plataforma transmitiu 4 horas de programação da Virada Cultural. A curadoria da plataforma inclui ainda mostras digitais simultâneas aos principais festivais de cinema do país (como a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, o Festival In-Edit de Documentários Musicais e o É Tudo Verdade) e um catálogo de clássicos do cinema brasileiro.

Frente Parlamentar trabalha por mais leitores e bibliotecas

Uma pesquisa do IBGE de 2018 mostra que o Brasil é um país com 38 milhões de brasileiros analfabetos funcionais

Da Redação
redacao@grupojbr.com

Na próxima terça-feira (10), será lançada a Frente Parlamentar Mista do Livro, da Leitura e da Escrita, em Brasília. A Frente Parlamentar é uma iniciativa da deputada federal Fernanda Melchionna e do Senador Jean Paul Prates, com apoio de mais 200 parlamentares das duas casas legislativas.

Uma pesquisa do IBGE de 2018 mostra que o Brasil é um país com 38 milhões de brasileiros analfabetos funcionais e, conforme a 4ª edição da pesquisa Retratos da Literatura no Brasil, do Instituto Pró-Livro de 2016, o número de pessoas consideradas leitoras pela pesquisa passou de 88,2 milhões em 2011 para 104,7 milhões em 2015.

“Lutar pela valorização e investimento em bibliotecas públicas, comunitárias e escolares, repensar a baixa prioridade que o nosso país vem dando às políticas de incentivo ao livro e à leitura é urgente, ainda mais diante desse cenário em que o atual governo trata a produção de conhecimento como inimiga, corta verbas da educação e da cultura e propaga a desinformação”, aponta Fernanda.

Como bibliotecária de formação, a deputada federal Fernanda Melchionna sempre teve uma trajetória comprometida com a luta pela garantia de políticas públicas de descentralização e democratização do acesso ao livro e à leitura e de fortalecimento do sistema de bibliotecas públicas, escolares e comunitárias em Porto Alegre. Ela é a primeira bibliotecária a assumir uma cadeira na Câmara dos Deputados.

A Frente Parlamentar pretende debater e cobrar, também, a aplicação da lei 12.244/2010, que obriga a instalação de bibliotecas em todas escolas até 2020. Fernanda apontou que é preciso assegurar que as bibliotecas escolares brasileiras tenham infraestrutura e profissionais concursados e qualificados para exercer seu trabalho é fundamental para avançar na garantia de uma sociedade mais leitora e com formação humana e crítica.

A última pesquisa Retratos da Leitura no Brasil também mostrou que os brasileiros leem em média apenas 2,43 livros por ano, mas é possível reverter esse quadro. “Temos um ótimo exemplo em Passo Fundo, que com um trabalho de longo prazo hoje é a capital nacional da leitura, onde a população lê o dobro de livros do que a média nacional. Em uma sociedade tão dominada por fake news, a leitura ganha papel fundamental para que os cidadãos possam discernir a verdade diante de uma maré de notícias falsas”, conclui a deputada Fernanda.

A Frente também pretende acompanhar pressionar pela implementação do Plano Nacional do Livro e da Leitura e analisar as diversas leis que tratam do tema, ainda não regulamentadas no país. Acompanhar e lutar contra o desmonte de programas importantes como o Programa Nacional do Livro Didático e Programa Nacional Biblioteca da Escola que promovem a democratização do acesso ao livro e a leitura nas escolas. Entre outros desafios da Frente estão a construção da Política Nacional da Leitura e Escrita e envolver os planos estaduais e municipais do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas.

Com a realização de audiências públicas, encontros e seminários em todo país, a Frente tem objetivo de envolver os atores sociais e entidades nacionais na promoção de políticas públicas de incentivo ao livro e tirar da invisibilidade a luta secular pela democratização do acesso à leitura, buscando identificar problemas e propor soluções e alternativas na expansão da leitura. O calendário de audiências no Rio Grande do Sul será definido a partir da instalação da Frente, na próxima semana.

Fonte: Jornal de Brasília

Biblioteca Zink recebe Feira SUB neste sábado com vasta programação

A Feira SUB de arte impressa e publicações independentes que acontece neste sábado, 14 de setembro, na Biblioteca Pública Municipal ‘Professor Ernesto Manoel Zink’, das 11h às 21h, terá uma programação que inclui encontro literário, exposições, exibição de documentário e bate-papo. Alguns eventos acontecem antes do dia da Feira, na própria Biblioteca, e outros dois em dias alternados na Unicamp. A Feira e toda a programação têm entrada gratuita.
Uma novidade da programação é o encontrinho literário que vai acontecer nesta terça, 10, das 14h às 17h, na Biblioteca, com entrada gratuita. Também na Biblioteca, já está em cartaz a exposição ‘Passaragem’, de Vinícius Cruz, artista convidado para elaborar o cartaz da Feira SUB 2019. No dia da Feira, uma mini exposição vai mostrar os cartazes das edições anteriores elaborados por outros artistas.
Para Suze Elias, chefe de Setor da Biblioteca Pública Municipal ‘Professor Ernesto Manoel Zink’, “a Feira SUB transforma a Biblioteca em um dos mais importantes cenários para as editoras e publicadores independentes apresentarem seus trabalhos. É um evento único que responde à necessidade de uma biblioteca conectar pessoas com a criação e inovação e ser um espaço de trocas”.
A 4ª edição da Feira terá a participação recorde de 90 expositores. Em edições anteriores o número máximo foi 70. “A cada ano o número de inscritos aumenta. Priorizamos para essa edição ocupar cada espacinho da Biblioteca com expositores, ampliando a visibilidade de mais e mais editoras e artistas independentes. Será uma edição especial nesse sentido e acredito que teremos algumas atividades espontâneas que podem surgir no decorrer da Feira”, conta Fabiana Pacola Ius, coordenadora da feira e uma das responsáveis pela curadoria. Entre os participantes dessa edição, uma mesa com trabalho expositivo dos alunos, ex-alunos e professores do curso de Especialização em Design Gráfico da Unicamp.
“A parceria com universidades sempre está no nosso foco. Consideramos importante essa ponte entre universidade e feira porque é uma maneira de incentivar a produção artística de  alunos, estreitar o contato deles com editoras, produtores independentes e o público. Possíveis parcerias podem eventualmente surgir desses encontros”, complementa Fabiana.
No dia da Feira, em parceria com o Festival Hercule Florence, haverá uma ação de colagem de lambe-lambes pelas ruas de Campinas, organizada por Ricardo Lima e Matheus Hofstatter, fotógrafo e artista expositor, respectivamente.
Confira abaixo a programação completa. Todos os eventos são gratuitos.
Programação
Feira SUB 2019
Data: 14 de setembro
Horário: 11 às 21 horas
Local: Biblioteca Pública Municipal ‘Professor Ernesto Manoel Zink’ | Avenida Benjamim Constant, 1633 | Centro | Campinas, SP (ao lado da Prefeitura).
Programação paralela 
16.08 a 27.09
Exposição | Acervo de Publicações Independentes da Feira SUB
Local | ‘Projeto Estante de Livros e Cadernos de Artista’ do Depto. de Artes Plásticas do Instituto de Artes da Unicamp (DAP-IA) | térreo | R. Elis Regina, 50 | Cidade Universitária
Exposição de livros de artista, foto-livros, revistas, zines, cadernos e livros de publicadores independentes do acervo da Feira SUB.
Curadoria | Marcela Pacola e Fabiana Pacola Ius.
Expografia | Valéria Scornaienchi
Visitação | segunda a sexta, das 9h às 22h
Até 30.09
Exposição | PASSARAGEM | Vinícius Cruz
Local | Biblioteca Pública Municipal ‘Professor Ernesto Manoel Zink’ | Avenida Benjamim Constant, 1633 | Centro (ao lado da Prefeitura).
PASSARAGEM é uma pequena enciclopédia de reminiscências pessoais traduzidas para pássaros. Esta série de desenhos, realizados com nanquim e aquarela sobre folhas de dicionários, estabelece um glossário cuidadosamente desordenado das insignificâncias que levam alguém a acariciar o vento.”Para ser olhada como um céu de pipas por um moleque”.
Visitação | segunda a sexta | 9h às 17h
10.09
14h às 17h | Literal [ especial Feira SUB ]
Local | Biblioteca Pública Municipal ‘Professor Ernesto Manoel Zink’ | Avenida Benjamim Constant, 1633 | Centro (ao lado da Prefeitura).
Mediador | Eduardo Barbosa
‘Literal’ são encontrinhos descontraídos e itinerantes para troca de ideias sobre textos literários. É um projeto do MIX Estúdio Criativo com Eduardo Barbosa que está na 17ª edição. Em setembro, como parte da programação paralela da Feira, o encontrinho será na Biblioteca. No Literal [especial Feira SUB], a partir da leitura de diversos textos, vamos compartilhar nossas sensações e opiniões a respeito deles, estabelecer relações com a vida e refletir sobre o que a Literatura nos oferece.
25 vagas | sem inscrição | por ordem de chegada
Público | qualquer pessoa a partir de 16 anos pode participar
Pré requisito | não necessita
No dia da Feira
14.09
11h às 21h | Mini exposição ‘Cartazes’
Local | Biblioteca Pública Municipal ‘Professor Ernesto Manoel Zink’ |Avenida Benjamim Constant, 1633 | Centro (ao lado da Prefeitura).
Mini exposição dos cartazes da Feira SUB de todas as edições. A cada edição a SUB convida um artista para elaborar o cartaz, peça central da comunicação da Feira. Liberdade estética e ousadia criativa são elementos que devem nortear a concepção e a única referência proposta é com relação a simbologia da Feira representada pela figura de um peixe.
14.09
16h | Colagem Lambe | Ação do festival de Fotografia Hercule Florence
Colagem de lambe-lambe. Arte urbana nas ruas de Campinas numa ação do Festival de Fotografia Hercule Florence.
Projeto | Ricardo Lima e Matheus Hofstatter
Expositores 2019
+UM Coletivo | 2 no Telhado | Alexandre Teles | Amanda Miranda | anaiaiá | André Calvão | Anna Charlie | Annima de Mattos | AQUASTRE ateliê de arte | Arte de Maria | Arthur Moura Campos | Associações Insólitas | Ateliê Nômade | Ateliê Oráculo | Ateliê ReTina | Atelier Daniela Galanti | Banca Tatuí | Besoura |  Borogodó Editora | Carlos Rincon | Carriero | Claudia Schmidt | Coletivo Discórdia | Coticoá | Cultura e Barbárie | Dani Akemi | Desgarra + Edições Insurrectas | Devora Editorial | Dink | Edições Barbatana | Edições Jabuticaba | Editora Incompleta | Editora Origem | Especialização Design Gráfico Unicamp | Experimentos Impressos | Figo | Flor Absurda | Galeria Na Bike | graficafábrica | Guilherme Fonseca | gustavoinafuku | Havaiana Papers | Isadora Não Entende Nada | Keila Knobel | Kenji Lambert | Kinco | Laboratório Torpe de Malcriações Gráficas | Liquido Preto | Loreley Books | Lote 42 | Lovely House | Malha Fina Cartonera | Malu Bragante | Márcio Sno Produções | Mariane Rubinato | Maringelli | Marisa Martins Carvalho | Matheus Hofstatter | MESMO | Mosca Dragônica | NADA∴Estúdio Criativo | Nestor Jr | Neuber | No Barbante | Old Boy | Olívia AF | ÔZé Editora | Palavraria Coletivo Literário | PAP e TIN | Partes | Pat Cividanes | PHONTE88 | Poupée Rouge Publicações Independentes | Priscila Bellotti | Rafaela Jemmene | Rendas Urbanas | Revista Subversa | Rusvel Magazine | selo doburro  | Sismo | Studio Treze | Thiago Bortolozzo | Vanessa Prezoto | Vinícius Cruz | Vitor Pascale | Xilomóvel – Ateliê Itinerante | YOYO | Zarabatana Books | Zebra Amarela
A Feira SUB é uma iniciativa do MIX estúdio criativo (www.facebook.com/mixestudiocriativo/)  de Campinas.  A edição de 2019 conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Campinas, da Secretaria de Cultura, do Instituto CPFL e da Agência Social de Notícias.

Deputados e senadores lançam frente em defesa do livro e contra a censura

Frente Parlamentar Mista do Livro, da Leitura e da Escrita na Câmara dos Deputados conta com o apoio de mais de 200 parlamentares | Foto: Divulgação

Da Redação

Sob gritos de ‘censura nunca mais’, o Congresso Nacional instalou nesta terça-feira a Frente Parlamentar Mista do Livro, da Leitura e da Escrita. Proposta pela deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL-RS) e pelo senador Jean Paul Prates (PT-RN), a iniciativa conta com o apoio de mais de 200 parlamentares.

O objetivo da Frente é propor, acompanhar e cobrar a implantação de leis já existentes que visam o fomento da leitura, a democratização do acesso à informação, a valorização dos profissionais bibliotecários e das bibliotecas públicas, escolares e comunitárias. Contudo, o lançamento dela foi marcado por pronunciamentos de condenação da censura imposta a um livro com temática LGBT na Bienal do Rio de Janeiro na última semana.

No evento, também foi realizada a leitura de um manifesto em defesa da liberdade de expressão nas artes, na escrita e na leitura e contra a censura, em que parlamentares repudiaram oficialmente os fatos recentes. “É mais um movimento no sentido de tornar o Brasil refém de um pensamento político difuso, reacionário, ultrapassado”, diz um trecho do documento.

Frente Parlamentar Mista do Livro, da Leitura e da Escrita na Câmara dos Deputados conta com o apoio de mais de 200 parlamentares | Foto: Divulgação

Presidente da Frente Parlamentar, a deputada Fernanda afirmou que o movimento ocorre em um momento em que se faz necessário reafirmar a luta contra a ameaça à liberdade de expressão e pelo respeito à diversidade e à pluralidade na literatura e nas artes no país. “Vivemos um tempo histórico em que a censura ameaça voltar. Não é um raio em céu azul”.

Ela destacou que a tentativa de cercear a liberdade de expressão vem se repetindo sistematicamente, com o recolhimento de livros didáticos pelo governo paulista e encerramento de uma exposição de charges críticas à Bolsonaro em Porto Alegre. “Este é um projeto autoritário que sabe que precisa acabar com pensamento crítico, precisa atacar a arte, a literatura e fazer como em outros momentos: queimar livros”.

Como a primeira bibliotecária deputada federal, Fernanda também lamentou a estatística de que quase metade da população se considera não-leitora. “A desigualdade social se reflete no nosso país na desigualdade informacional, na dificuldade de acesso à informação, ao livro, à educação às bibliotecas. Nós precisamos reverter esse quadro. Para o melhor exercício da cidadania, a luta pela democratização do acesso aos livros é fundamental, afinal eles abrem as portas para o mundo”.

Fonte: SUL21

Biblioteca norte-americana mostra quanto o cliente economizou alugando livros

Foi o que a Biblioteca Pública de Wichita, no estado norte-americano do Kansas, fez recentemente. Sem cobrar taxas ou mensalidade dos usuários que procuram livros para diversão ou estudo, o local passou a informar, no recibo fiscal, quanto cada leitor economizou ao retirar uma publicação por empréstimo. Um dos clientes da biblioteca, que compartilhou seu último recibo na internet, economizou US$ 164,80 ao usar os serviços do local apenas uma vez, além de mais de mil dólares ao retirar livros por empréstimo durante um ano.

Jennifer Lane, gerente de comunicação da Biblioteca Pública de Wichita, disse que, “embora as bibliotecas ofereçam enormes benefícios a suas comunidades, às vezes os benefícios são mais abstratos ou exigem estudos de longo prazo para mostrar o valor de seus programas”, explicando que “incluir essa informação é uma forma de quantificar facilmente uma das maneiras pelas quais a Biblioteca se mostra como algo de valor para seus usuários”. A responsável pelo projeto diz que “até o momento, o valor mais alto em dólares economizado pela conta de um cliente desde que esse recurso foi implementado é de US$ 196.076,21”.

Fundada por empresários locais em 1876, a Biblioteca Pública de Wichita é atualmente formada por uma biblioteca principal localizada na região central da cidade e seis filiais distribuídas por outras regiões. O local também oferece um grande número de recursos de pesquisa em sua Advanced Learning Library, localizada na unidade principal.

Fonte: traduzca.com

Prefeitura realiza circuito de atividades literárias nas bibliotecas públicas

Durante todo o mês a Prefeitura promoverá a ação “Vozes Periféricas”, um circuito de debates e atividades com o objetivo de mostrar a variedade da produção literária nas periferias. As atividades são gratuitas.

Os encontros promoverão conversas com escritores da acadêmica, poetas, romancistas e cronistas, além de saraus e apresentações de teatro.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DA VOZES PERIFÉRICAS NA ZONA NORTE:

A ALEGRIA DO CHORO

Relembrando os grandes nomes do choro, como Pixinguinha, Jacó do Bandolim e Ernesto Nazareth, o Regional Mateus Santos apresenta uma performance musical cativante, “A alegria do choro”, que reflete toda a criatividade e originalidade da música e da cultura brasileira.

SARAU DO INFINITO

Sarau Do Infinito nasceu no coração do Jardim Brasil zona norte de São Paulo onde poetas, poetisas e Mcs têm o espaço para declamarem o que são.

DAS PRÊ SARAU

A Edição de Performances do Sarau é uma tentativa de resgate e reverência ancestral,  pensando em escritoras pretas contemporâneas trazendo à memória, as escrevivências de mulheres pretas que viveram em outros tempos, nos antecedendo e abrindo caminhos e portas para que pudéssemos produzir, ter espaço para que fôssemos ouvidas e continuar a lutar utilizando a escrita enquanto ferramenta de transformação e formação social.

NAS ÁGUAS DA REALEZA

A montagem retrata os mandos e desmandos da rainha de toda a região, Lindorréia. Ela viaja pelos estados por onde o ‘Velho Chico’ passa, acompanhada de seu Bobo da Corte, que no decorrer do espetáculo, tenta conscientizá-la da importância do cuidado com o Rio São Francisco.

  • 10/09, terça-feira, às 14h | Biblioteca Menotti Del Picchia
  • 12/09, quinta-feira, às 14h30 | Biblioteca Afonso Schmidt

MINA!

Com uma atriz e uma musicista em cena (Flávia Melman e Natalia Mallo), se revezando entre textos, músicas, poemas e danças. O espetáculo propõe um passeio pelo universo individual de uma criança chamada MINA. Essa menina que ama a noite: quando todos dormem, o mundo está quieto e ela pode ouvir o próprio coração e deixar sua imaginação voar livre.

  • 05/09, quinta-feira, às 14h30 | Biblioteca Afonso Schmidt
  • 18/09, quarta-feira, às 14h | Biblioteca Álvares de Azevedo

BECO DOS GATOS

Pepê, Mortadela, Edgar e Socorro são gatos que vivem em um beco escondido na cidade. Seu único amigo é o morador de rua Zé dos Gatos, que vive junto com os bichanos e adora oferecer presentes toda vez que volta das ruas.

  • 17/09, terça-feira, às 17h30 | Biblioteca Jayme Cortez

BALONÁRIO (O BALÃO DO IMAGINÁRIO)

Atracados nesta ilha estão dois pescadores (músicos) em um pequeno barquinho. Sem saber o que fazer, Zé tenta se virar com o que possui: uma lona de balão, um cesto do mesmo, um pente, um rádio, e… bom humor. Os dois pescadores acabam se tornando cúmplices de Zé Gabriel, porém se divertem com as confusões causadas por ele.

  • 28/09, sábado, às 14h | Biblioteca Menotti Del Picchia

Endereços

  • Biblioteca Pedro Nava. Rua Helena do Sacramento, nº 1.000 – Mandaqui
  • Biblioteca Thales Castanho de Andrade. R. Doutor Artur Fajardo, 447
  • Biblioteca Sylvia Orthof. Av. Tucuruvi, 808, Tucuruvi.
  • Biblioteca Álvares de Azevedo. Pça Joaquim José da Nova, s/nº, Vila Maria
  • Biblioteca Menotti Del Picchia. R. São Romualdo, 382, Bairro do Limão.
  • Biblioteca Jayme Cortez. Av. Deputado Emílio Carlos, 3.641, Vila Nova Cachoeirinha
  • Biblioteca José Mauro de Vasconcelos. Pça Comandante Eduardo de Oliveira, s/nº, Parque Edu Chaves
  • Biblioteca Thales Castanho de Andrade. R. Doutor Artur Fajardo, 447, Freguesia do Ó.
  • Biblioteca Narbal Fontes. Av. Conselheiro Moreira de Barros, 170, Santana.
  • Biblioteca Afonso Schmidt. Av. Elísio Teixeira Leite, 1.470, Freguesia do Ó/Brasilândia. Zona Norte.

Fonte: Jornal SP Norte

Biblioteca de São Paulo divulga atividades sobre literatura fantástica

Encontro com a escritora Flávia Muniz integra o Programa Viagem Literária; bate-papo na capital ocorrerá em 11 de setembro

Do Portal do Governo

Neste mês, o público de 76 bibliotecas de cidades paulistas tem um encontro marcado com a literatura fantástica e os principais autores desse gênero literário no Brasil. A iniciativa integra o programa Viagem Literária, promovido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado, por meio do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo (SisEB), e realizado pela SP Leituras – Associação Paulista de Bibliotecas e Leitura.Em 11 de setembro, às 10h, a escritora Flávia Muniz, criadora de contos, novelas de literatura fantástica e romances dark, participará de um bate-papo na Biblioteca de São Paulo (BSP), na zona norte da capital. De 16 a 18 deste mês, a autora participará de conversas com o público das bibliotecas de cidades da região de Bauru.Ao todo, 15 escritores participam do módulo de Literatura Fantástica. Em clima de conversa descontraída, eles falam sobre temáticas e enredos extraordinários e favorecem a aproximação dos cidadãos da leitura. A ação também promove a reciclagem do acervo, com a aquisição de obras dos escritores convidados, o que torna as bibliotecas culturalmente mais atraentes para as comunidades.

Frequência

Na 12ª edição, o programa busca estimular o prazer pela literatura e ampliar a frequência nas bibliotecas, além de disseminar o conhecimento. Em maio deste ano, o Viagem Literária passou pelo interior do Estado, com o módulo de Contação de Histórias.

Agora, pela primeira vez, a ação oferece ao público a oportunidade de um contato pessoal com os principais escritores desse gênero literário no Brasil. Os livros dos autores escolhidos estão entre os mais vendidos e os mais emprestados nas bibliotecas brasileiras.

O Viagem Literária foi lançado em 2008 e, desde então, já passou por 217 municípios paulistas, levando escritores, contadores, fábulas, mitos e lendas do folclore brasileiro e da literatura universal para mais de 330 mil cidadãos que vivem no território paulista.

Os interessados podem conferir a programação completa pela internet.

Serviço

Programa Viagem Literária

Flávia Muniz

11 de setembro (quarta-feira)
São Paulo (SP) – 10h – Biblioteca de São Paulo

16 de setembro (segunda-feira)
Lins (SP) – 9h – Biblioteca Nicolau Zarvos
Cafelândia (SP) – 15h – Biblioteca de Cafelândia

17 de setembro (terça-feira)
Lençóis Paulista (SP) – 9h – Biblioteca Orígenes Lessa
Macatuba (SP) – 15h – Biblioteca Carlos Drummond de Andrade

18 de setembro (quarta-feira)
Jaú (SP) – 9h – Biblioteca Rubens do Amaral

Fonte: Governo de São Paulo

Biblioteca Municipal registra 1.301 livros emprestados em agosto

Biblioteca Municipal registra 1.301 livros emprestados em agosto

Em agosto, o órgão contabilizou 1.301 obras que foram retiradas por usuários cadastrados.  Pelo terceiro mês consecutivo, a Biblioteca Municipal “Terezinha França de Mendonça Duarte”, superou a meta de mais de 1.000 livros emprestados.

Segundo a bibliotecária, Andreia Santos, o grande número de empréstimos é resultado do projeto Leitor Vip, lançado em maio deste ano. O projeto beneficia os usuários assíduos da biblioteca, que podem pegar mais livros com prazo de devolução maior. Uma das metas estipuladas com a implantação do projeto era aumentar em 25% a média de empréstimos.

Andreia salienta que em junho, o órgão registrou 1.093 livros emprestados. Já em julho, foram 1.439 obras retiradas. A bibliotecária salienta que a quantidade maior se deve ao fato de ter sido período de férias escolares.

Outro fator que Andreia destaca foi o número de cadastros de novos leitores. “Em agosto, foram realizados 73 novos cadastros e 110 intenções de cadastros, ou seja, pessoas que procuraram a biblioteca para solicitar informações para realizar o cadastro”, explica a bibliotecária.

Dentre os 1.301 empréstimos feitos em agosto, o livro que ficou em 1º lugar no ranking das obras mais retiradas pelos leitores foi o best seller “A Culpa É das Estrelas” (foto), de John Green. O romance foi transformado em filme, lançado em 2014.

Outro destaque do ranking é a série infantojuvenil “Diário de Um Banana”, que continua a atrair leitores. Na lista de agosto, a série aparece com três títulos diferentes. Dois clássicos da literatura brasileira também marcam presença na lista: “Capitães de Areia”, de Jorge Amado, e “Sagarana”, de João Guimarães Rosa. De acordo com a bibliotecária Andreia Santos, as obras tem sido requisitadas para trabalhos escolares.

Confira abaixo o ranking dos livros mais emprestados pelos usuários da Biblioteca Municipal:

1. “A Culpa é das Estrelas” – John Green

2. “Diário de Um Banana: A Gota D´Água” – Jeff Kinney

3. “Diário de Um Banana: As Memórias de Greg Heffley” – Jeff Kinney

4. “Capitães de Areia” – Jorge Amado

5. “Diário de Um Banana: Bons Tempos” – Jeff Kinney

6. “Thanos Sentença de Morte” – Stuart Moore

7. “A Natureza do Espaço e do Tempo” – Stephen Hawking e Roger Penrose

8. “A Bíblia Que Jesus Lia” – Philip Yancey

9. “Para Sir Phillip, Com Amor – Série Os Bridgertons Vol.5” – Julia Quinn

10. “A Mão Esquerda de Deus” – Paul Hoffman

11. “Sussurro” – Becca Fitzpatrick

12. “A Sombra da Serpente” – Rick Riordan

13. “A Duquesa” – Danielle Steel

14. “Sagarana” – João Guimarães Rosa

15. “Cinquenta Tons de Cinza” – E L James

16. “Um Passe de Mágica” – Agatha Christie

17. “Valsa Maldita” – Tess Gerritsen

18. “Harry Potter E O Prisioneiro de Azkaban” – J.K. Rowling

19. “O Código da Inteligência: A Formação de Mentes Brilhantes e a Busca da Excelência Emcional e Profissional” – Augusto Cury

20. “Carrie, A Estranha” – Stephen King

Fonte: Portal Hortolândia

Bibliotecária cria projeto para incentivar a leitura em Guararapes

Biblioteca cria projeto para incentivar leitura em Guararapes

A bibliotecária Tabata Ponce criou um projetou para incentivar a leitura entre moradores de Guararapes (SP). A ideia é simples: quem ler mais livros e escrever um resumo de cinco linhas sobre o que entendeu ganha brindes e o título de “leitor do mês”.

“A pessoa precisa ser cadastrada da biblioteca, não pode ter livros em atraso ou ter danificado eles. Tudo isso para desenvolver o senso de responsabilidade das crianças. O resumo serve para perceber se eles entenderam o que leram”, afirma.

O projeto, que começou em junho deste ano e funciona na Biblioteca Municipal, já conta com mais de 60 participações entre crianças de 6 a 11 anos e de leitores a partir de 12 anos. Contudo, a iniciativa também conquistou adultos.

“Eu acho projeto muito legal. Ele incentiva muito a leitura e a gente procura ler mais. Isso que é interessante”, afirma a estudante Daisy Maria Santana.

Bibliotecária cria projeto para incentivar leitura em Guararapes — Foto: Reprodução/TV TEM

Bibliotecária cria projeto para incentivar leitura em Guararapes — Foto: Reprodução/TV TEM

A adolescente Ronara Rodrigues de Magalhães, de 13 anos, já levou o título de “leitora do mês” para casa. Além disso, a foto dela foi divulgada nas redes sociais e ela ainda ganhou um kit com livros, chocolates e um quebra-cabeça.

“Toda vez, quando ela se interessa em comprar um livro que ela gosta, nós damos o maior apoio. É legal demais. Vai ajudar ela na educação e no futuro”, afirma o pai de Ronara, Ronaldo Magalhães.

No entanto, ela não foi a única a vencer. Jonathan Juan Gonçalves Pereira, de 6 anos, se esforçou e também conseguiu ser eleito o leitor mais assíduo do mês.

“A gente sempre incentivou. Sentamos com ele na mesa, ajudamos no dever de casa. Ele está tomando cada vez mais gosto pela leitura”, diz a mãe do menino, Joana D’Arc.

Projeto funciona na Biblioteca Municipal de Guararapes — Foto: Reprodução/TV TEM

Projeto funciona na Biblioteca Municipal de Guararapes — Foto: Reprodução/TV TEM

Fonte: G1 Rio Preto e Araçatuba

BIBLIOTECA DE SÃO PAULO ATINGE MARCA DE 3 MILHÕES DE VISITANTES

Espaço cultural construído no local onde funcionava o Carandiru recebe, diariamente, moradores de albergues da região para lazer, integração e trabalho; instituição já foi finalista de prêmio internacional

A Biblioteca de São Paulo, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado, celebra nesta quinta-feira a marca de 3 milhões de visitantes. A instituição, que segue o conceito de “biblioteca viva”, foi construída no terreno onde funcionava a antiga Casa de Detenção de São Paulo (Carandiru); foi finalista do The London Book Fair International, uma das mais importantes feiras de livros do mundo, na categoria “Melhor Biblioteca do Ano”; e recebe, diariamente, moradores de albergues e casas de acolhida da Zona Norte para atividades educativas, acesso a leitura e internet, integração e lazer.

O advogado Bruno Garcia Fontes, de 33 anos, foi o visitante número 3 milhões da Biblioteca de São Paulo. Morador de Guarulhos, Bruno é frequentador assíduo e visita a biblioteca para estudar e ler clássicos.

Números

Com a marca de 3 milhões de visitantes atingida nesta quinta (29), a Biblioteca de São Paulo possui 26.819 sócios ativos, acervo com 41.244 livros e realiza, em média, 60 atividades por mês, entre elas, cursos de tecnologia e oficinas de smartphones para idosos, contações de histórias, atividade de iniciação e estímulo à leitura para crianças de 6 meses a 4 anos, aulas de yoga e bate-papos com escritores.

Antigo Carandiru

A Biblioteca de São Paulo foi inaugurada em 8 de fevereiro de 2010 como parte do projeto de revitalização urbana no terreno em que funcionou a Casa de Detenção de São Paulo, também conhecida como Carandiru. Atualmente ocupada pelo Parque da Juventude, a área congrega um conjunto de equipamentos culturais, esportivos e de educação, dos quais a Biblioteca faz parte.

Prêmio internacional

A Biblioteca de São Paulo foi finalista do The London Book Fair International Excellence Awards 2018 na categoria Melhor Biblioteca do Ano, ao lado de instituições da Noruega, Dinamarca e Letônia. Os diferenciais do projeto e das atividades oferecidas pela BSP, que transformaram a área onde anteriormente existia o Carandiru em uma praça cultural e local de acolhimento e descobertas, motivaram a indicação.

Biblioteca Viva

A Biblioteca de São Paulo, instituição da Secretaria de Cultura e Economia tem como objetivo não apenas incentivar e promover o interesse pela leitura, mas de seguir o conceito de “biblioteca viva”, participando do cotidiano da comunidade em que está inserida e promovendo atividades diversas. Além de atividades para todas as idades – desde o “Lê no Ninho”, espaço de estímulo à leitura para bebês, a contações de histórias para todas as idades e clube de leitura para adultos -, o espaço conta com computadores com acesso à internet e sala de videogames.

Acessibilidade

Máquinas que folheiam as páginas de qualquer livro, scanners que transformam livros comuns em áudio, impressora de imagens em alto relevo e dispositivo tátil que reproduz as informações da tela do computador em braile são apenas alguns dos aparelhos que possibilitam o acesso de deficientes visuais e pessoas com mobilidade reduzida à leitura disponíveis na Biblioteca de São Paulo.

As tecnologias disponíveis nas bibliotecas são: leitor de audiolivro Victor Reader, scanner Plustek BookReader, ampliador de caracteres, folheador eletrônico, mesa tátil e óculos Orcam My Eye. O scanner Plustek é o aparelho mais utilizado pelos portadores de deficiência que frequentam as bibliotecas.

A BSP conta também com serviço de assistência social.

Fonte: Governo do Estado

Transbordar bibliotecas na era digital: tecendo caminhos para a formação de leitor@s no Brasil

Transbordar bibliotecas na era digital: tecendo caminhos para a formação de leitor@s no Brasil

Formadoras: Élida Marques e Amanda Leal de Oliveira
Carga horária: 6h
Períodos: Sábado, 23/11 de 2019 (encontro único)
Horário: 10:00 – 17:00
Inscrições:
http://centrodeformacao.acaoeducativa.org.br/cursos/transbordar-bibliotecas-na-era-digital-tecendo-caminhos-para-formacao-de-leitors-no-brasil/

A contemporaneidade vem redefinindo os modos como nos relacionamos com a informação, desafiando o papel das bibliotecas em nossa sociedade.

Nesta perspectiva, a Oficina pretende refletir sobre as bibliotecas como contextos educativos essenciais: dispositivos de acesso, mediação, negociação e produção cultural, promovendo o encontro com o texto entre diversas linguagens e expressões artísticas, como artes manuais, música e artes cênicas.

A Oficina terá como eixo a contribuição para a criação e o fortalecimento de bibliotecas escolares, comunitárias e públicas, partindo da apresentação e análise de duas experiências premiadas (Projetos Ler é uma Viagem e Piracaia na Leitura) para