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Competências profissionais

¿Qué hay de los bibliotecarios en tiempos de pandemia?

En un entorno educativo crecientemente digital, los bibliotecarios necesitan reevaluar el criterio de habilidades necesarias para seguir ejerciendo.

Texto por Sofía García-Bullé

En 2016, Meredith Schwartz, editora en jefe del Library Journal, escribió un artículo sobre las habilidades que necesitarían los bibliotecarios para adaptarse a las necesidades del siglo XXI, entre ellas, colaboración, comunicación, buen trato con la gente, creatividad, innovación, pensamiento crítico, análisis de datos, flexibilidad, liderazgo, dominio de la mercadotecnia, administración de proyectos y manejo de tecnología. 

Esto fue mucho antes de que el surgimiento del COVID-19 instalara al mundo entero en una situación de aislamiento y medidas preventivas, además de plantear las preguntas, ¿esta lista de habilidades aún es relevante? ¿Cuántas de estas han aplicado las y los bibliotecarios? ¿Han tenido un impacto positivo en la comunidad educativa?

La biblioteca y la comunidad

Las bibliotecas estuvieron entre los espacios más impactados por el aislamiento mandatorio. Hoy en día, no sirven únicamente al propósito de prestar libros, se han vuelto espacios de desarrollo integral y aprendizaje alternativo.

Ahora, en tiempos de pandemia, las bibliotecas han tenido que dejar en segundo plano la función de ser meros repositorios de libros en favor de ofrecer espacios públicos que sirvan como refugio y cubran las necesidades básicas para los miembros de su comunidad. 

Lei a matéria completa publicada pelo Observatorio de Innovación Educativa

As competências de Bibliotecários Universitários na Gestão de Dados Científicos na Ciência Aberta

Esta live trará alguns conceitos baseados na experiência e pesquisas recentes sobre a Ciência Aberta e o bibliotecário de dados. Abordando as competências e habilidades necessárias para o Bibliotecário de Dados atuar em um novo perfil profissional. A palestrante também fará relatos de sua experiência como estudante de doutorado no Projeto DataONE.

Soft skills: porque devemos desenvolver humanidades em Biblioteconomia

Era um dia perdido na memória de julho de 2018, provavelmente estava frio, mas não muito como imaginei que seria meu primeiro inverno no interior do Rio. Antes de me mudar para a cidade de Três Rios, no centro-sul fluminense, imaginei que mudaria para região serrana e que assim como os petropolitanos, meus dias gélidos seriam o cenário perfeito para gastar boa parte do cartão de crédito em roupas novas e pesadas. Ledo engano. Assim como a minha primeira mala de mudança que me fizeram andar de camisas de manga cumprida e tecido de gramatura gaúcha sob sol de quarenta graus. A cidade é mais quente que Bangu e a única coisa que tem em comum com Petropólis é a BR-040.

Depois de ter transformado esse início em uma descrição Tolkieniana totalmente desnecessária e que poderia ter sido resolvida com pesquisas ou telefonemas, aproveito este parágrafo para retomar a minha memória deste dia gélido de julho. Recebi um e-mail que mudaria todo o sentido da minha existência: um pedido de informação sobre a biblioteconomia e o futuro do trabalho pela produção do programa Globo Repórter.

Entendo que estamos em uma época esquisita, em que muita gente tenha revirado os olhos ao ler a palavra Globo, mas lá vamos nós para as minhas memórias afetivas com o programa. Lembro das sextas quando criança em que pernoitava na casa dos meus avós e juntos assistíamos o alecrim dourado sendo semeado enquanto um lobo guará escolhia sua presa lá na misteriosa floresta amazônica, narradas pelo inconfundível Sérgio Chapelin. Assim como, me apaguei fortemente ao programa depois da partida do meu avô e o usei como fortalecedor do meu relacionamento com a minha avó.

Chegava da faculdade correndo para assistirmos juntos as aventuras históricas do queijo, do pão, da serra gaúcha e fazia notas mentais de lugares a se conhecer. Era um alento para fechar o dia após 4h seguidas de normalização documentária. São muitos e muitos anos desejando ter o passaporte da Glória Maria.

Respirei fundo e respondi o e-mail. Que virou um, dois, três telefonemas. E depois mais e-mails. Remarcações de datas. Um processo único para mim que envolveu muita ansiedade, expectativa e principalmente pesquisas.

Virei a louca dos artigos científicos. Li em inglês, espanhol, cacei vídeos em outras áreas, conversei com especialistas. Tudo para me sentir preparada e segura. E dentro de tudo isso percebi que o futuro da biblioteconomia, além da informação, tecnologias, robôs, inteligências artificiais era algo muito mais importante e que a gente tende muito a não valorizar: nossa humanidade.

O que são softs skills e por que são importantes para os bibliotecários?

Sim, caro leitor. Como sempre te fiz ler mil parágrafos antes de entrar de fato no assunto. Assumo. Essa é a minha vida. Esse é o meu clube. Mas vamos lá. Soft skills são habilidades comportamentais, inerentes aos seres humanos. São muito analisadas pelos profissionais de RH para a contratação. Mas quais são essas habilidades? Bem, elas podem ser a criatividade, colaboração, adaptabilidade, inteligência emocional e entre outras que vamos comentar mais abaixo. Inclusive para Daniel Goleman, o pai da inteligência emocional, as soft skills são competências baseadas nas competências socioemocionais.

Alguns diriam que as soft skills são as coisas que a gente fala quando não se tem hard skills, as habilidades técnicas, para se glorificar ou até mesmo para suprir a falta da experiência profissional. Mas ao meu ver, as soft skills resgatam a humanidade envolvida nos processos em uma era em que IAs, IoT, algoritmos e outras muitas tecnologias fazem a parte técnica acontecer, em milionésimos de segundos. Algo humanamente impossível de superar . É claro que para o mercado, é importante dominar as hard skills e ninguém vai ser contratado só porque consegue sentir o outro. Os profissionais do futuro, para mim , do presente, precisam dominar os dois lados. Afinal, é tudo uma questão de equilíbrio.

As 5 principais soft skills do bibliotecário

  1. Colaboração: viver em biblioteca significa também viver em comunidade. Além de conviver com uma equipe na biblioteca, precisamos conhecer e colaborar com outros setores em que estamos inseridos. E lembrar que somos parte de uma classe. A de bibliotecários. A nossa colaboração nos fortifica e nos faz maior. Bibliotecários que possuem a capacidade de colaborar, ampliam a sua atuação e se fazem presentes.
  2. Resiliência: uma vez escrevi que não acreditava em resiliência, pelo significado físico do termo. Para a ciência, resiliência é a capacidade da matéria em voltar ao seu estado original, mesmo após receber alguma interferência. Eu discordo, na humildade, porque acredito na memória do objeto, na memória da matéria. E a memória, assim como os metadados de qualquer informação, jamais será filosoficamente a mesma. Mas aprendi durante a pandemia que a resiliência é mais que voltar em seu estado original. É a capacidade que temos de sermos fortes, de aguentar as adversidades e problemas. A Biblioteconomia para existir no século XXI precisou ser muito resiliente. Para continuar existindo no presente e no futuro precisamos continuar fortes.
  3. Liderança: ser líder não significa saber mandar outras pessoas. O conceito de liderança se fortificou e evoluiu ao longo dos anos. Mas isso qualquer pessoa que tenha lido Augusto Cury ou tenha caído na armadilha da reunião da Hinode já compreende bem. A liderança promove o fortalecimento de outras habilidades pessoais pertinentes como a: responsabilidade, proatividade e independência. O bibliotecário líder influencia positivamente e motiva sua equipe e seus pares; tem a capacidade reconhecer os talentos da sua equipe e gerenciá-los; aprimora habilidades de terceiros; consegue se autogerenciar e ter processos fluídos para tomadas de decisão; tem objetivos e metas claras; entre outros.
  4. Empatia: essa é a palavra do momento. Empatia é capacidade ou habilidade que o ser humano tem de se colocar no lugar do outro. Não é só ‘ah, eu entendo você’. Ter empatia é se livrar de todos os pressupostos e preconceitos, esvaziar-se de si e preencher-se do outro. É ver o mundo através dos olhos, do corpo, da dor do outro. É uma das habilidades mais humanas que possuímos. É a que nos torna pessoas. Ser empático em biblioteconomia é mais que entender o problema de pesquisa do seu usuário. É compreender o usuário. A comunidade. Se colocar no lugar deles e criar mais que serviços, é criar redes, criar uma comunidade. Aliás, um dos bibliotecários mais incríveis que conheço, David Lankes afirma “bibliotecas ruins fazem coleções, bibliotecas boas realizam serviços e bibliotecas excelentes criam comunidades”.
  5. Comunicação eficaz: é comum nas grades curriculares dos cursos de Biblioteconomia as disciplinas voltadas para comunicação em que analisamos as teorias da comunicação, seus ruídos e problemas. Inclusive, foi durante uma aula de comunicação que eu percebi que era uma bibliotecária. Sabemos então que a comunicação é um processo que compreende a troca de informação entre um interlocutor e um receptor. É o nosso primeiro processo social. Nascemos chorando para transmitir a mensagem ao mundo de ‘que droga, reencarnei de novo?’. Brincadeiras à parte, analiso que a comunicação é a soft skill mais importante para a nossa sobrevivência no mercado. A comunicação eficaz é muito além que transmitir uma mensagem a alguém. É compreender e mediar todo o processo envolvido. É conseguir compreender o usuário (empatia!) e levar a informação (seja ela qual for) da maneira que gere menos ruído possível. O quanto a máquina vai conseguir estabelecer isso?

Como aprimorar as soft skills?

Primeiro de tudo precisamos nos olhar no espelho e nos conhecer. Dessas habilidades necessárias, quais eu naturalmente tenho? É um processo de autoconhecimento. Sinceramente acredito que não há nada melhor que terapia para nos compreender, mas não é só isso que vou recomendar aqui.

Por ser habilidades humanas, não é só fazer um curso ou ler, elas precisam ser vivenciadas e exploradas ao longo do tempo. Mas leituras e cursos são primordiais para a compreensão de cada uma delas. Compreender é o primeiro passo para aprender, apreender e reconhecer durante o processo de viver. Conheça abaixo alguns livros e cursos indicados para saber e dominar mais as soft skills:

Inteligência emocional: a teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente – Daniel Goleman

Este livro transformou a maneira de pensar a inteligência. Alterou práticas de educação e mudou o mundo dos negócios. Das fronteiras da psicologia e da neurociência, Daniel Goleman trouxe o conceito de “duas mentes” – a racional e a emocional – e explicou como, juntas, elas moldam nosso destino. Segundo Goleman, a consciência das emoções é fator essencial para o desenvolvimento da inteligência do indivíduo.

Inteligência social: a ciência revolucionária das relações humanas – Daniel Goleman

Goleman explica neste novo best-seller a surpreendente precisão de nossas primeiras impressões, explora o carisma, confronta a complexidade da atração sexual e também descreve “o lado sombrio” da inteligência social, do narcisismo ao maquiavelismo e à psicopatia. O autor compartilha sua pesquisa com grande convicção: os seres humanos têm uma predisposição natural para a empatia, a cooperação e o altruísmo. Tudo o que precisamos é desenvolver a inteligência social.

Liderança: a inteligência emocional na formação do líder de sucesso – Daniel Goleman

Ok. Deu para perceber a importância desse autor no desenvolvimento de habilidades humanas, né? Neste livro, o autor observa que não há dúvida de que o QI é a melhor forma de encaminhar as pessoas para as carreiras que lhes são mais adequadas: é preciso um QI com um desvio padrão para lidar com a complexidade cognitiva de profissões como medicina, direito ou contabilidade, ou para ser um executivo de alto nível. No entanto, “na hora de prever quem dentre essas pessoas extremamente inteligentes irá emergir como a mais produtiva, o melhor membro de equipe ou um líder destacado, a inteligência emocional passa a ter mais importância. Isso ocorre porque as habilidades da inteligência emocional — quão bem gerimos nossa vida e nossos relacionamentos — são as habilidades que distinguem aqueles com desempenho excepcional. E quanto mais se sobe em uma organização, maior a importância da IE para distinguir os líderes mais eficazes”, escreve Daniel Goleman.

Comunicação não-violenta: técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais – Marshall B. Rosenberg

Manual prático e didático que apresenta metodologia criada pelo autor, voltada para aprimorar os relacionamentos interpessoais e diminuir a violência no mundo. Aplicável em centenas de situações que exigem clareza na comunicação: em fábricas, escolas, comunidades carentes e até em graves conflitos políticos

 

 

Liderança com base nas soft skills – Cyndia Bressan (coord.)

Definidas basicamente como capacidades comportamentais, as soft skills ganharam importância nas corporações e, para atender a um público ávido por estratégias práticas e com comprovação científica para que possam obter os melhores resultados, esta obra reuniu especialistas que fazem uma abordagem diferente desse tema, pois seu foco é a formação de líderes bem-sucedidos. Comunicação efetiva, liderança empática, capacidade de pensamento crítico, motivação, flexibilidade em se adaptar aos cenários, administração do tempo, resolução de conflitos, aprender sempre, postura positiva, resiliência e orientação para os resultados são alguns temas desenvolvidos nos 17 capítulos de Liderança com base nas Soft Skills, uma obra essencial aos profissionais e estudiosos do ambiente corporativo.

Soft skills: conheça as ferramentas para você adquirir, consolidar e compartilhar conhecimentos – José Carlos Cordeiro Martins

Neste livro é apresentada uma caixa de ferramentas que nos permitirá desenvolver alguns soft skills importantes. São elas: leitura de livros, leitura dinâmica, mapas conceituais e mapas mentais, redações e resumos, desenhos de ideias, apresentações orais, histórias, pensamento crítico e argumentação.

 

 

O que esperar do bibliotecário do futuro?

Rudy de Waele, futurista e estrategista em inovação, acredita que o futuro é o resgate da humanidade. O que vai nos separar dos robôs é a nossa capacidade de sentir, sermos empáticos. E como isso nos projeta dentro da biblioteconomia? Particularmente, acredito que o nosso diferencial é ainda ser humano, desenvolver atividades e facilidades que nos conectam entre nós.

“O futurismo não é prever o que vai acontecer, mas fazer escolhas conscientes para criar o futuro de que precisamos”. Rudy de Waele

Resumindo, a capacidade que temos de mediar, de nos conectar e comunicar. É ter habilidade técnica (hard skill) de entender a tecnologia e capacidade humana (soft skill) de mediar para outro ser humano. O bibliotecário é o profissional capaz de traduzir a necessidade do usuário, de transformá-la e entregá-la através da mediação. É isso que nos torna humanos em biblioteconomia. E isso que nos faz sobreviver.

Fonte: Doce Biblioteca

Organização de Bibliotecas Pessoais: conheça as vantagens de contratar um Bibliotecário para esse serviço

fonte: https://quadrosdecorativos.net/dicas-de-decoracao-como-fazer-uma-biblioteca-em-casa/

A Paixão pela literatura, cinema, músicas e o conhecimento em geral  nos faz adquirir muitas obras literárias, livros técnicos, revistas DVD’s, CD’s, e até mesmo LP”s,  no decorrer de nossa trajetória, formando verdadeiras Bibliotecas Pessoais em nossas casas. Ali estão as obras que fizeram parte de nossas histórias e nos  ajudaram a forjar nossas personalidades, caráter e valores.

Do mesmo modo, os álbuns de fotos familiares, brinquedos e outros objetos são partes tangíveis de nossas memórias, nossas infâncias e nossas raízes, ali estão as lembranças de nossos entes queridos distantes ou falecidos  bem como dos grandes momentos que somente nós conseguimos compreender e enxergar o valor.

Há também os profissionais liberais como os Engenheiros, Advogados, Professores, Médicos entre outros fazem parte de um público que majoritariamente possuem vastas e diversificadas bibliotecas particulares, com obras e informações muitas vezes dificilmente encontradas no mercado convencional.

No entanto com o passar dos anos, encontrar algo nessas grandes e valiosas coleções se torna cada vez mais difícil, isso sem contar àqueles empréstimos que nunca são devolvidos e que nem nos lembramos mais para quem emprestamos. Fora tudo isso nos deparamos com a sujeira e o aspecto de desorganização que esses acervos podem trazer ao nosso lar.

É nesse contexto que vem surgindo no mercado profissionais que tratam e organizam essas coleções deixando-as com características semelhantes às melhores Bibliotecas do Brasil e do Mundo, os Bibliotecários. Você já ouviu falar deles?

Os Bibliotecários são profissionais de nível superior, formados no Curso de Biblioteconomia, sua atuação tem o objetivo de catalogar, classificar, indexar a informação buscando os melhores meios para sua recuperação sempre pensando no melhor para o usuário dessa mesma informação.

Os Bibliotecários trabalham em Bibliotecas Públicas, Escolares, Universitárias ou Particulares, Centros de Documentação, Arquivos, Museus, Centros Culturais, Editoras, Provedores de Internet, ONGs, clubes e associações, ou mesmo em sites de e-commerce.

Dentre os processos que um Bibliotecário pode executar em uma coleção pessoal de livros, filmes, discos e outros objetos estão:

Higienização da coleção;

Classificação de acordo com os assuntos e tipo de material;

Catalogação em sistema especializado em gestão de acervos com possibilidade de realização de empréstimos e devoluções;

Cadastro de palavras chave para facilitar a busca por assunto;

Carimbagem de personalizada;

Colagem de etiquetas nas obras;

Organização nas estantes de acordo com os assuntos e autores.

Muitas são as vantagens em contratar um Bibliotecário experiente para organizar sua Biblioteca Particular, dentre as quais:

Controle total do acervo (para aqueles que emprestam e não curtem devolver);

Acesso em software específico o que facilitam as buscas;

Total organização por assuntos;

Agilidade e eficiência na recuperação das informações;

amplas possibilidades de busca;

Limpeza e organização no ambiente.

Esse mercado vem crescendo exponencialmente e alguns Bibliotecários abriram  empresas especializadas nessa atividade inclusive com pacotes personalizados e serviços retirada e devolução da coleção, caso o cliente não fique a vontade com o transito de pessoas em sua residência.

Fonte: Linkedin

Como a inteligência emocional pode nos ajudar durante o confinamento?

Os momentos de crise nos deixam mais vulneráveis. Agora mais do que nunca, é o momento de despertar a nossa inteligência emocional para lidar melhor com a preocupação que surge no dia a dia, com a ansiedade, com a frustração e com o estado de tristeza que está nos visitando regularmente durante o período de confinamento.

Fazer uso da inteligência emocional durante o confinamento pode nos ajudar muito. Esta é a área da psicologia que atua como uma fonte de bem-estar em momentos de crise. A inteligência emocional é uma ferramenta para gerir emoções, enfoques de pensamento, dimensões como a esperança e inclusive as nossas relações sociais.

Como diz Daniel Goleman nos seus livros Foco e o já famoso Inteligência emocionalnada é tão importante em momentos difíceis quanto controlar a nossa atenção. Em momentos nos quais as preocupações são incontáveis e os pensamentos se atropelam na mente, nos enchendo de ansiedade e angústia, é essencial saber apertar o pause e se concentrar.

É necessário treinar a calma, a paciência e um otimismo construtivo para aceitar a situação e se permitir avançar. A profunda compreensão da alquimia das nossas emoções nos dá a ferramenta necessária para enfrentar melhor os dias mais difíceis, a incerteza, e também desenvolver nossa responsabilidade diante do momento que estamos vivendo.

Garota na janela

Dicas para colocar a inteligência emocional em prática durante o confinamento

Em um interessante estudo realizado na Universidade de Buffalo, em Nova York, pelo doutor Mark Seery, foi possível observar uma questão importante. O que não nos mata mas que, ao mesmo tempo, não conseguimos gerir, pode nos colocar em um estado de estresse cumulativo capaz de criar estados de vulnerabilidade psicológica muito intensa. O que isso quer dizer, e que relação isso tem com o atual contexto da pandemia?

Significa, basicamente, que milhões de pessoas sobreviverão ao coronavírus, isso é evidente. No entanto, sair fisicamente da pandemia não significa que a parte emocional também estará intacta.

O desconcerto, tudo o que é visto e vivido, cada preocupação e angústia sentida, ficam. Ninguém é imune a esse tipo de crise, e é justamente em uma situação com impacto mundial que as incertezas em relação ao futuro se tornam ainda maiores.

A inteligência emocional durante o confinamento pode nos ajudar a gerir melhor essa situação Vejamos como a seguir.

Autoconsciência

Uma pessoa pode ser um especialista em vários assuntos, mas ainda assim um completo analfabeto da ponta do nariz para dentro no que se refere às emoções. O que uma pessoa sente, o que uma pessoa precisa, aquilo que se mexe no interior e que muitas vezes dói, é algo desconhecido para muitos. É aí que entra a importância de praticar a arte da autoconsciência.

Trata-se de ser consciente das suas emoções e sentimentos. Detectar aquilo que o corpo sente e o que está acontecendo na mente, saber dar o nome, reconhecer a presença e aceitar. Ter autoconsciência é investigar cada realidade interna e entrar em contato com elas.

Autocontrole, evitando o sequestro da amígdala cerebral

A amígdala cerebral é aquela pequena região do cérebro que regula as emoções mais adversas. Todas elas são necessárias e cumprem uma função. No entanto, há momentos que essa estrutura intensifica a realidade, pintando-a com medo e com angústia. Ao fazer isso, a amígdala bloqueia totalmente o pensamento racional e reflexivo.

Tudo isso nos faz ter comportamentos pouco adequados como as compras compulsivas, o pânico ou a negatividade e o medo constantes em relação ao que acontecerá amanhã. Assim, uma das dicas para desenvolver inteligência emocional durante o confinamento, e a que mais devemos trabalhar, é o autocontrole. Temos que detectar essas emoções mais adversas e evitar que elas se intensifiquem e acabem sequestrando a nossa mente.

Isso pode ser alcançado se detectarmos os estímulos que causam a preocupação, o medo e o mal-estar e que desviam a nossa atenção. Por exemplo, ao invés de constantemente ler informação relativa ao coronavírus, aproveite para fazer atividades mais prazerosas, como falar com seus amigos ou com a sua família.

Idoso trabalhando de casa

Treinar a atenção, a importância do aqui e agora

Estávamos falando sobre isso no início. Quando a ansiedade aparece, a mente se torna refém do seu ruído e começa a antecipar o futuro. Mas essas previsões nunca são boas.

Os pensamentos criam um nó e ficamos obcecados com o que pode acontecer, com o que ocorrerá amanhã, e com cenários tão terríveis quanto desgastantes.

Devemos aprender a treinar a atenção, focando-a no momento presente. A única coisa que importa é o aqui e o agora, viver o momento, focar no bem-estar e no presente.

Inteligência emocional durante o confinamento: conexão emocional de qualidade

Trabalhar a inteligência emocional durante o confinamento requer também cuidar da gestão das relações. Que implicação esse exercício traz? Significa, basicamente, que devemos buscar uma conexão emocional de qualidade. Nestes dias, a última coisa que queremos é falar com pessoas que intensifiquem a preocupação e o medo.

Também temos que evitar alimentar a ansiedade dos outros. Dessa forma, na hora de falar por telefone ou por chamada de vídeo com nossos pais ou avós, amigos ou outras pessoas, devemos procurar tornar o momento enriquecedor. Seja um refúgio e também uma luz capaz de trazer esperança.

A gestão das relações em tempos de pandemia implica cuidar dos nossos laços sociais, estejam eles próximos ou distantes. Temos que ajudar quem está perto e nos preocupar com quem está longe neste momento. As emoções devem agir como nutrientes que façam o ânimo melhorar, a proteção e o amor verdadeiro capazes de servir como vacina.

Trabalhemos esses pilares da inteligência emocional no dia a dia.

Fonte: A mente é maravilhosa

Dia do Bibliotecário – Comemoração Interior de São Paulo

Comemoração ao Dia do Bibliotecário – Interior de São Paulo

BIBLIOTECÁRIO: o conhecimento, a ética e a informação

O Conselho Regional de Biblioteconomia do Estado de São Paulo – CRB-8 comemorará o dia do Bibliotecário na capital em 10/03 e nas cidades de Campinas, São Carlos, Ribeirão Preto, Bauru e Taubaté.  As comemorações são oportunidades de reflexão sobre temas atuais e de experiências profissionais. Neste sentido, convida a comunidade bibliotecária e demais interessados a prestigiarem os eventos.

PROGRAMAÇÃO INTERIOR DE SÃO PAULO

 

Dia 11/03 – 19h – São Carlos

PALESTRA: Ética nas redes sociais e fake news

Profa. Ms. Regina dos Anjos Fazioli – Bibliotecária e Mestre. Especialização em Gerência de Sistemas e Serviços de Informação pela FESPSP. Idealizadora e coordenadora da Biblioteca Virtual do Governo do Estado de São Paulo. Professora Assistente do Curso de Gestão de Arquivos e Bibliotecas Escolares – UNIFAI.

Local: Anfiteatro Bento Prado Júnior, localizado na área Norte, Campus São Carlos – UFSCar

 

 

 

Dia 12/03 – 14h – Campinas

PALESTRA: Acervos híbridos, livros digitais nas bibliotecas

Dra. Liliana Giusti Serra – Bibliotecária, Doutora em Ciência da Informação. Mestre em Ciência da Informação pela ECA/USP. Profissional da informação dos sistemas SophiA Biblioteca e SophiA Acervo.

Local: Auditório da Biblioteca Central César Lattes / UNICAMP

 

Dia 12/03 – 19h – Ribeirão Preto

PALESTRA: Ética x Inovação x Tecnologia

Alisson de Castro – Palestrante e consultor internacional, atua com Gestão de Conhecimento, transformação digital e Humanidades digitais. Community Manager da ABRAINFO. Diretor executivo da ABRAINFO 2017-2019. Consultor e Membro AB2L – Lawtechs Association Editor da Revista Inovação e Negócios.

Local: SESC Ribeirão Preto – Rua Tibiriçá, 50 – Centro

 

Dia 13/03 – 19h – Bauru

PALESTRA: O impacto da LGPD na gestão documental

Prof. Dr. Francisco Lopes de Aguiar  – Bibliotecário, Co-Fundador da empresa Soluarq Soluções em Arquivo e Gestão da Informação.  Doutor em Ciência da Informação pela USP. Consultor, Professor e Palestrante em ECM e GED, RDC-Arq, BPM, Governança Arquivística, Gestão Documental e Preservação.

Local: SESC Bauru – Av. Aureliano Cardia, 6-71 – Vila Cardiaão Digital.

 

Dia 17/03 – 19h30 – Taubaté

PALESTRA: O cenário da informação no século XXI e as competências do bibliotecário.

Prof. Dr. Ivan Cláudio Pereira Siqueira  – Doutor em Letras, Especialista em Música e Hist. Da Arte. Conselheiro no Cons. Nacional de Promoção e Igualdade Racial. Professor da ECA/USP em Ciência da Informação, Humanidades Digitais, Educação e Cultura Afro-Brasileira.

Local: Faculdade Dehoniana – Av. Francisco Barreto Leme, 550 – Vila São Geraldo

El CCB reconoce el perfil «Bibliotecario / documentalista especializado en Ciencias de la Salud»

Bibliotecario / documentalista especializado en Ciencias de la Salud

Existe una amplia variedad de perfiles profesionales de bibliotecarios, y a los cuales habría que añadir uno nuevo: el Bibliotecario/documentalista especializado en Ciencias de la Salud. La Asociación de profesionales de las bibliotecas y centros de documentación de Ciencias de la Salud en la Comunidad de Madrid (BiblioMadSalud) ha logrado recientemente que el Consejo de Cooperación Bibliotecaria (CCB) tenga en cuenta este perfil y lo incluya en el documento Perfiles profesionales del Sistema Bibliotecario Español: fichas de caracterización

Todo empezó en la reunión de trabajo de BiblioMadSalud el 7 de junio de 2017. El problema más repetido era no tener bien definida la figura de bibliotecaria de Ciencias de la Salud.  Esto se estaba traduciendo en puestos de trabajo y convocatorias a oposiciones que no se correspondían con las competencias específicas de esta profesión y, por tanto, con las habilidades, conocimientos y dominio de las herramientas requeridas para ofrecer servicios profesionales completos y de alta calidad. […] En septiembre de 2019 se publicó la 2ª edición del documento Fichas de Caracterización de los Perfiles Profesionales del Sistema Bibliotecario Español donde está incluido el Perfil profesional del bibliotecario/documentalista especializado en ciencias de la salud. [Todos los proyectos surgen de una idea. Perfil profesional del bibliotecario/documentalista especializado en ciencias de la salud]

La misión del perfil profesional «Bibliotecario / documentalista especializado en Ciencias de la Salud» es gestionar y administrar la colección específica de Ciencias de la Salud de una institución. Proporcionar apoyo y ofrecer formación y seguimiento a los usuarios a través de recursos especializados. Además de servir como referente en la investigación, la práctica clínica y la docencia de la institución y sus profesionales.

Funciones del Bibliotecario / documentalista especializado en Ciencias de la Salud

Entre las funciones propias del «Bibliotecario / documentalista especializado en Ciencias de la Salud» estarían:

  • Representar a la Biblioteca.

  • Planificar instalaciones y equipamientos de la Biblioteca.

  • Coordinar al equipo humano de la Biblioteca.

  • Planificar, gestionar y evaluar los recursos, servicios y sistemas de información adecuados a las necesidades y funciones propias del organismo en el que se enmarca la Biblioteca.

  • Gestionar la colección: selección, adquisición, registro, catalogación, ordenación, circulación, conservación, expurgo, evaluación.

  • Facilitar y difundir el acceso a la información contenida en la colección y fomentar su uso.

  • Establecer medidas que promuevan la visibilidad y accesibilidad de la Biblioteca dentro y fuera de la institución promoviendo campañas de marketing y participando en las redes sociales.

  • Desarrollar canales de comunicación adecuados a los usuarios: correo electrónico, web social, blogs, wikis…

  • Impulsar la labor de trabajo en equipo.

  • Fomentar políticas de cooperación bibliotecaria.

  • Alfabetización informacional dirigida a profesionales y a usuarios.

  • Realizar memorias, informes y balances de resultados.

  • Buscar y recuperar información en bases de datos.

  • Generar contenidos bibliotecarios: bibliografías, guías de uso, DSI, boletines, alertas documentales, etc.

  • Dominar las diferentes interfaces de consulta.

  • Diseñar y mantener el sitio web de la Biblioteca teniendo en cuenta los principios de la arquitectura de la información, de la usabilidad y de la accesibilidad.

  • Evaluar las necesidades, expectativas, demandas y satisfacción de los usuarios.

  • Tutorización de prácticas.

También habría que tener en cuenta una serie de funciones asociadas que no tienen una relación directa con el perfil profesionales pero que se suelen desarrollar. Funciones como analizar las áreas de interés de los diferentes segmentos de usuarios y su comportamiento informacional con el objetivo de identificar la formación adecuada, fomentar políticas de asesoramiento a la investigación y de acceso abierto, promover actividades de extensión cultural y bibliotecaria, aplicar el sistema de gestión de calidad de su red de pertenencia, cuando la tenga, y recopilar datos estadísticos relacionados, gestionar y seleccionar la documentación producida por la institución (repositorio), proponer mejoras tecnológicas en el uso de las herramientas informáticas, y participar en el proceso de definición del plan estratégico de la institución.

Fonte: JulianMarquina

Pesquisa confirma valor dos bibliotecários escolares

Papéis do professor bibliotecário

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A Biblioteca do Estado de Nova York lançou Papéis do Bibliotecário Escolar: Empowering Student Learning and Success (2019) , um resumo informativo que é uma compilação de estudos de pesquisa sobre os papéis e o valor dos bibliotecários escolares. Um resumo executivo do documento também está disponível.

“As contribuições dos bibliotecários escolares, diretas ou indiretas, são consistentemente mostradas como sendo de valor positivo não apenas para alunos e professores, mas para  a comunidade escolar em geral”, diz o resumo. “É importante considerar a   sustentabilidade  das bibliotecas escolares para o sucesso de todos os alunos em Nova York e em todo o país nas próximas gerações, porque as bibliotecas escolares e o papel dos bibliotecários escolares têm e continuarão a evoluir para atender às condições do mundo e do tempo em que existem “.

O Northhome Comprehensive Center / RMC Research Corporation, o Departamento de Educação do Estado de Nova York e a Biblioteca do Estado de Nova York produziram este resumo como uma atualização do Resumo Informativo de 2011  : Impacto das bibliotecas escolares no desempenho dos alunos . […]

Referência: Research Confirms Value of School Librarians. (2019). School Library Journal. Retrieved 29 November 2019, from https://www.slj.com/?detailStory=research-confirms-value-school-librarians

Fonte: RBE – Rede de Bibliotecas Escolares

 

A especialidade dos Bibliotecários de Dados na Ciência Aberta

No âmbito da pesquisa acadêmica, está ocorrendo uma transição histórica. Por um lado, há o avanço da ciência aberta como um novo modus operandi de projetar, executar e comunicar pesquisas. Por outro lado, uma nova dimensão da era da informação se manifesta no “big data“. A gestão de dados de pesquisa surge como um novo componente da comunicação científica que afeta pesquisadores e as instâncias de publicação, indexação e avaliação. Por outro lado, o volume de dados (data sets) e as estatísticas disponíveis já estão maiores do que nunca e continuam a aumentar. Estes avanços na esfera do conteúdo levaram à biblioteconomia e, mais especificamente, os bibliotecários enriquecem suas funções e perfil profissional no tratamento para o armazenamento, preservação, disseminação e uso de fontes de dados. Uma consequência imediata é o surgimento de bibliotecários de dados (data librarian) como uma nova especialidade que dá lugar ao surgimento de novas oportunidades de trabalho.

O assunto é novo. Tão novo que nos faz perguntar: qual é esta nova função dos bibliotecários em gerenciar dados de pesquisa? A importância e sua relevância são evidenciadas por uma simples consulta no Google Acadêmico com a expressão “data librarian” que resulta mais de 31 mil resultados publicados a partir de 2018. Quando nos referimos a data librarian, isso também inclui outras atividades relacionadas, como, por exemplo, data services librarian, data curation librarian, e research data management librarian.

Surgem, portanto, duas maneiras de vê-lo:

  • O que é um data librarian, o que ele faz.
  • Que coisas são estudadas e onde elas são estudadas?

Uma análise do mercado de trabalho nas bibliotecas acadêmicas dos EUA indica que a profissão do Bibliotecário de Dados é responsável por investigar e auxiliar na implementação de serviços de suporte das bibliotecas relacionadas à descrição, armazenamento e intercâmbio de metadados de pesquisa e conjuntos de dados.

A descrição das propostas de emprego indica as habilidades necessárias, bem como os critérios de seleção para estes cargos.

Competências do data librarian:

  • Dados e tecnologias geoespaciais;
  • Linguagens de programação;
  • Pacotes estatísticos (SPSS, Stata, SAS);
  • Gestão e preservação de dados;
  • Redação de solicitação de financiamento à pesquisa;
  • Gestão de projetos;
  • Pensamento crítico e resolução de problemas;
  • Empacotamento de dados, reutilização de dados, codificação de dados;
  • Repositórios institucionais e metadados;
  • Tecnologias on-line atuais;
  • Análise de dados qualitativos e quantitativos.

Critérios de seleção

  • Experiência em comunicação científica ou processos de pesquisa;
  • Experiência em planejamento, implementação e relatórios de informação;
  • Projetos ou serviços de pesquisa e gestão de dados;
  • Compreensão sólida dos requisitos para a gestão da informação durante a pesquisa;
  • Experiência em gestão da informação ou gestão de conteúdo, com conhecimento das tecnologias e padrões atuais, como repositórios institucionais, padrões de codificação (por exemplo, XML) e metadados;
  • Experiência no desenvolvimento de serviços de suporte, incluindo produtos on-line em gestão da informação ou uma área relacionada.

Para aprofundar o conceito, recomendamos a leitura do artigo “Os diferentes conselhos de dados de pesquisa na gestão de biblioteconomia de dados”1.

Onde se estuda

Apenas alguns dias atrás, em 7 de outubro de 2019, foi inaugurada a Research Data Management Librarian Academy (RDMLA). O RDMLA é um programa on-line gratuito para o desenvolvimento de habilidades profissionais de gestão de dados de pesquisa para bibliotecários, profissionais da informação, pesquisadores e outros profissionais que trabalham em um ambiente intensivo de pesquisa em todo o mundo.

Atualmente, o RDMLA está associado às nove instituições: Harvard Medical SchoolHarvard LibrarySimmons UniversityBoston UniversityBrown UniversityMassachusetts College of Pharmacy and Health SciencesNortheastern UniversityTufts University e Elsevier.

Os cursos são ministrados totalmente on-line, para a conveniência do interessado e são gratuitos. Além disso, o curso tem uma licença Creative Commons, permitindo a outras pessoas e instituições adaptá-lo e reutilizá-lo sem fins comerciais.

De acordo com a página do site, o curso inclui oito módulos que estarão disponíveis a partir de janeiro de 2020. No momento, está disponível apenas em inglês, mas eles buscam parcerias com outras instituições para criar uma versão multilíngue dos cursos.

  • Fundamentos de gestão de dados de pesquisa (research data management, RDM).
  • Navegação na cultura de dados de pesquisa.
  • Defender e comercializar o valor do RDM nas bibliotecas.
  • Lançamento de serviços de dados em bibliotecas.
  • Gestão e avaliação de projetos (em relação aos serviços de RDM)
  • Descrição geral das ferramentas de análise e visualização de dados.
  • Descrição geral das ferramentas de codificação.
  • Visão geral das ferramentas da plataforma (Open Science FrameworkMendeley Data e outros)

Nossa reflexão

A Rede SciELO inclui mais de 1.200 periódicos ativos em 17 países que aderiram à filosofia do Acesso Aberto e, progressivamente, estão sendo incorporados à Ciência Aberta. A Rede compreende centenas de instituições que possuem bibliotecas acadêmicas para apoiar a pesquisa e muitas delas também dão suporte editorial a estes periódicos. Na medida em que o SciELO esteja promovendo o alinhamento de periódicos com a ciência aberta, seguindo políticas internacionais e nacionais, certamente haverá uma demanda muito grande por bibliotecários de dados nos países da Rede no curto prazo. Seria de valor estratégico que os cursos de biblioteconomia ministrados nestes países reforcem seu currículo com objetivos semelhantes aos ministrados no RDMLA.

Notas

1. SEMELER, A.R. and PINTO, A.L. Os diferentes conceitos de dados de pesquisa na abordagem da biblioteconomia de dados. Ciência da Informação. 2019, vol. 48, no. 1, ISSN: 1518-8353 [viewed 30 October 2019]. Available from: http://revista.ibict.br/ciinf/article/view/4461

Referências

CARPENTER, T.A. A New Academy to Train Librarians and Researchers about Data Management Has Launched. RDMLA Answers Our Questions [on-line]. The Scholarly Kitchen, 2019 [viewed 30 October 2019]. Available from: https://scholarlykitchen.sspnet.org/2019/10/15/a-new-academy-to-train-librarians-about-research-data-management/?informz=1

KHAN, H.R., DU, Y. (2018). What is a Data Librarian?: A Content Analysis of Job Advertisements for Data Librarians in the United States Academic Libraries. In: IFLA WLIC 2018, Kuala Lumpur, 2018 [viewed 30 October 2019]. Available from: http://library.ifla.org/2255/

PACKER, A.L. and SANTOS, S. Ciência aberta e o novo modus operandi de comunicar pesquisa – Parte I [on-line]. SciELO em Perspectiva, 2019 [viewed 30 October 2019]. Available from: https://blog.scielo.org/blog/2019/08/01/ciencia-aberta-e-o-novo-modus-operandi-de-comunicar-pesquisa-parte-i/

SEMELER, A.R. and PINTO, A.L. Os diferentes conceitos de dados de pesquisa na abordagem da biblioteconomia de dados. Ciência da Informação. 2019, vol. 48, no. 1, ISSN: 1518-8353 [viewed 30 October 2019]. Available from: http://revista.ibict.br/ciinf/article/view/4461

Link externos

Research Data Management Librarian Academy (RDMLA) https://rdmla.github.io/

Sobre Ernesto Spinak

Colaborador do SciELO, engenheiro de Sistemas e licenciado em Biblioteconomia, com diploma de Estudos Avançados pela Universitat Oberta de Catalunya e Mestre em “Sociedad de la Información” pela Universidad Oberta de Catalunya, Barcelona – Espanha. Atualmente tem uma empresa de consultoria que atende a 14 instituições do governo e universidades do Uruguai com projetos de informação.

Traduzido do original em espanhol por Lilian Nassi-Calò.
 
Como citar este post [ISO 690/2010]:
SPINAK, E. A especialidade dos Bibliotecários de Dados na Ciência Aberta [online]. SciELO em Perspectiva, 2019 [viewed 11 November 2019]. Available from: https://blog.scielo.org/blog/2019/11/01/a-especialidade-bibliotecarios-de-dados-na-ciencia-aberta/

Fonte: SciELO

CICLO DE PALESTRAS – EMPREENDEDORISMO COM INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Inscrições: http://encurtador.com.br/cFOS9 

Conteúdo Programático:

  1. Destrinchando Empreendedorismo com inteligência emocional;

  2. Emprego ou Carreira;

  3. Bibliotecário do século XXI;

  4. Os 12 caminhos para desenvolver sua consciência emocional;

  5. Dinâmica “Construindo seu Mapa Mental”.

Resumo

As mudanças ocorridas nos cenários econômico e social neste século XXI, provocam verdadeiras revoluções no ambiente organizacional, requerendo pessoas eficazes e dinâmicas. O termo empreendedorismo foge as fronteiras das organizações e passa a definir pessoas com quais competências e habilidades? A inteligência emocional é a base para o desenvolvimento da maior parte das habilidades interpessoais exigidas para o sucesso no mercado de trabalho. E, por isso, aprender como gerenciar as nossas emoções e a das pessoas à nossa volta no ambiente profissional, faz de nós mais humanos e contribui para um ambiente mais humanizado, onde todos ganham.

O Bibliotecário passa a ter múltiplos espaços de atuação e as competências e habilidades adquiridas no decorrer da formação podem lhe ser úteis se usadas de forma estratégica. Como garantir melhor posicionamento frente às oportunidades que o mercado de trabalho apresenta na era do conhecimento?

Palestrante: Angélica Cintra Fermann

Empreendedora, Mentora de Startups pelo Programa Inovativa Brasil, Estrategista de Carreira, Membro do grupo de pesquisa do Observatório do Mercado de Trabalho da USP e consultora-sócia da Indexare. Há mais de 20 anos como Gestora de Informação Tecnológica nos segmentos de: industrial design, bens de capital mecânico, metais preciosos, fármaco, energia elétrica e normalização técnica, desenvolvendo pessoas e construindo inteligência de negócio. Graduada em Biblioteconomia e Ciência da Informação e pós-graduada em Gestão de Serviços de Informação (A Carreira do Bibliotecário frente a Empregabilidade do século XXI) pela FESPSP.

Participou do Programa Women ́s, em empreendedorismo, da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Goldman Sachs (USA); Practitioner PNL (Programação Neurolinguística pela Sociedade Brasileira de Programa Neurolinguística (SBPN); certificada como Executive Coach pela Sociedade Latino Americana de Coaching(SLAC), acreditada pela International Association of Coaching (IAC), entre outras e certificada também pela Associação Brasileira de Coaches (ABRACOCHES), para atuar na formação de líderes e coach de Executivos. Certificada pela Atools – Ferramenta DISC, para aplicação Perfil Comportamental.

Liaison Librarians: ¿Que son los bibliotecarios de enlace?

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Cada vez es más frecuente encontrar en la literatura profesional el término liaison librarians, especialmente cuando se trata de determinados temas como el papel profesional del bibliotecarios en las Humanidades Digitales, Apoyo a la Investigación o en la Gestión de Datos de Investigación (RDM). la tarea fundamental del bibliotecario de enlace tiene que ver con el nuevo desempeño profesional en respuesta de las últimas tendencias en bibliotecas universitarias.

El término bibliotecario de enlace tiene una amplia variedad de perspectivas, incluyendo aquellas más cercanas que pueden usar diferentes terminos y matices como son “bibliotecario temático”, “Asesor bibliotecario” “bibliotecario departamental” y/o “bibliotecario integrado

Las bibliotecas universitarias existen dentro del contexto de sus instituciones específicas y comparten con estas entornos políticos, sociales y normativos más amplios. En este contexto cada vez con más frecuencia hablamos de las partes interesada​​s​ o socios colaboradores (del inglés stakeholder) en referencia a una persona, organización o empresa que tiene un interés común en una empresa u organización. Las partes interesadas pueden ser los trabajadores de esa organización, sus accionistas, los clientes, los proveedores de bienes y servicios, proveedores de capital, las organizaciones civiles y gubernamentales que se encuentren vinculadas a la misma. En este sentido el bibliotecario de enlace responde a este perfil de socio colaborador interno.

Un bibliotecario de enlace sobrepasa y amplia las funciones tradicionales de la profesión para participar en iniciativas de colaboración con el personal académico y administrativo. La biblioteconomía de enlace implica generalmente a bibliotecarios individuales que asumen la responsabilidad de apoyar a los grupos con los que se relacionan en todas las áreas principales de la biblioteconomía (formación, gestión de colecciones y servicios de referencia) y también a menudo involucra componente de “extensión”. Principalmente el bibliotecario de enlace se centran en la colaboración con el académico para conectarse mejor con los investigadores, y apoyar y de manera más intensa su trabajo académico, siendo el principal punto de contacto de un alumno o de un investigador con la biblioteca. Los bibliotecarios de enlace pueden asistir al investigador en y tareas tales como:

  • Consejos para encontrar información y pedagogía digital

  • Ayuda en el uso de recursos (bases de datos, gestores de referencias, servicios de información.. )

  • Obtener cualquier consulta sobre la biblioteca

  • Apoyo a las tareas de investigación

  • Minería de datos y de textos

  • Producción académica digital

  • Curación de contenidos, perservación, metadatos

En el caso de las Humanidades Digitales, esta área implica el trabajo de equipos de investigación en espacios o centros de colaboración. Los miembros del equipo podrían incluir a investigadores y profesores de múltiples disciplinas, bibliotecarios, científicos de datos y expertos en preservación, tecnólogos con experiencia en métodos críticos de computación e informática y estudiantes universitarios. Esto permite a los investigadores analizar nuevas cuestiones sobre la experiencia humana a una escala y alcance sin precedentes, fomentando una investigación altamente interdisciplinaria, involucrando a equipos de disciplinas que tradicionalmente no han interactuado con estudiosos de las humanidades, aportando visibilidad a la forma en que los humanistas piensan y trabajan.

A medida que las Humanidades Digitales (DH) evolucionan, el papel de las bibliotecas y bibliotecarios que trabajan en este campo continúa desarrollándose. Por lo general, su trabajo exige comunicarse con los departamentos, ofrecer referencias bibliográficas y ayudar en el desarrollo de la investigación en una variedad de formatos, ofrecer novedades, tendencias y manejo de colecciones. De este modo, estas nuevas funciones pueden requerir del aprendizaje de nuevas habilidades; así, los especialistas en la materia que trabajan en el campo de las humanidades se ven abocados a asumir nuevos roles como resultado del interés por las humanidades digitales, incluyendo temas relativos el valor del acceso abierto, el trabajo con formatos y herramientas sostenibles, archivos y teoría archivística, intercambio de datos, ética de la información, metadatos, publicación digital, evaluación, uso de datos y lo relativo a visibilidad de la información científica.

En lo relativo a la formación, la biblioteconomía de enlace no aboga por el abandono de los conocimientos básicos sobre la información, ni de ninguno de los otros elementos esenciales de la caja de herramientas del bibliotecario, si no que promueve activamente el desarrollo y la extensión de nuevas habilidades para participar de una manera más activa con la comunidad académica.

La tarea y el desempeño del bibliotecario de enlace, en lo que se refiere a la gestión programática de modelos, conlleva la gestión y evaluación del trabajo de cada bibliotecario de enlace para mejorar la capacidad y eficiencia de este servicio. Este proceso de construcción de relaciones y colaboración toma tiempo, pero los beneficios de trabajar en estrecha colaboración con docentes e investigadores es crucial para el éxito de la institución.

En esencia el bibliotecario de enlace demuestra el potencial del papel de enlace y enfatiza la necesidad de flexibilidad, imaginación e iniciativa en aquellos que ocupan estos puestos. La investigación necesita que los especialistas en la materia y enlaces (bibliotecarios) establezcan un fuerte compromiso para generar servicios de valor.

Fonte: Universo Abierto

Las 13 competencias y conocimientos que debe tener el personal de biblioteca infantil y juvenil

Las 13 competencias y conocimientos que debe tener el personal de biblioteca infantil y juvenil

La biblioteca pública tiene que atraer y ganarse la confianza de la población infantil

La biblioteca pública tiene que atraer y ganarse la confianza de la población infantil. Ya os digo que no es una tarea fácil… y es que existen múltiples factores que pueden llegar a dificultar esta labor. Bastaría con recordar las múltiples ofertas de ocio a las que están expuestos los jóvenes o la necesidad de los más jóvenes de acudir a la biblioteca con una persona adulta, la cual muchas veces no tiene tiempo para ello en su día a día. De ahí la importancia de trabajo del personal de biblioteca infantil y juvenil. Debe saber llamar la atención y enganchar tanto a la población infantil como a las personas adultas para que vean a la biblioteca como una de las principales alternativas de entretenimiento, información y aprendizaje a la que acudir cada tarde o fin de semana.

El bibliotecario infantil y juvenil debe trabajar para crear una biblioteca útil e imprescindible. Un espacio en el que tanto la población infantil como la adulta se sientan cómodas y en el que se satisfagan sus necesidades culturales y de ocio. Para ello se requiere un gran compromiso por parte del personal de biblioteca de servicios infantiles y juveniles. Un compromiso que va desde la formación y el desarrollo continuo hasta estar constantemente informado de las tendencias para ese núcleo poblacional. Sin olvidar la necesidad principal de identificar las necesidades de la comunidad de usuarios a la que se dirige y la continua demostración del valor e impacto de la biblioteca infantil.

Recientemente se han revisado y publicado las «IFLA Guidelines for Library Services to Children aged 0-18» (Pautas de la IFLA para servicios bibliotecarios infantiles de 0 a 18 años). De dichas pautas me gustaría destacar tanto la misión de la biblioteca infantil para su conocimiento tanto a profesionales como al resto de personas (usuarias y no usuarias de bibliotecas) como las competencias y conocimientos que debe tener el personal bibliotecario infantil y juvenil.

La misión de la biblioteca infantil es servir como un centro de información, aprendizaje y cultura, que adquiera y proporcione un acceso significativo a la información, programas y servicios apropiados para la edad y la capacidad en idiomas relevantes para la comunidad multicultural infantil, sus familias y cuidadores. El apoyo a la alfabetización, el aprendizaje y la lectura son universalmente reconocidos como

Según la IFLA Children and Young Adults Section, el personal de biblioteca debe disponer de las siguientes competencias y conocimientos para desarrollar un trabajo eficaz y competente sobre la población infantil y juvenil:

  1. Entender las teorías del desarrollo y psicología infantil, incluyendo la comunicación, el lenguaje y la alfabetización, y sus implicaciones para los servicios de la biblioteca.

  2. Utilizar las técnicas establecidas para identificar las necesidades de la población infantil y sus familias en la comunidad local.

  3. Diseñar, entregar efectivamente y evaluar una variedad de programas y actividades divertidas y atractivas para satisfacer las necesidades de toda la población infantil de la comunidad local.

  4. Demostrar el conocimiento y la gestión de la cultura infantil actual: literatura, juegos, música y películas, uso infantil de contenidos digitales y medios de comunicación, y de otros materiales que contribuyan a una colección infantil diversa, inclusiva y relevante.

  5. Mantenerse informado sobre las tendencias de las tecnologías emergentes, el mundo digital y los medios sociales y sus implicaciones para los servicios bibliotecarios infantiles.

  6. Cultivar un ambiente acogedor y de apoyo para la población infantil y sus familias a fin de facilitar el acceso a la participación en los recursos, programas y actividades de la biblioteca.

  7. Facilitar la participación de la comunidad y la creación de asociaciones.

  8. Comunicar y colaborar en asociación con otras organizaciones que atienden a la población infantil y a sus familias en la comunidad para lograr objetivos comunes.

  9. Comunicarse efectivamente con la población infantil y sus familias.

  10. Establecer metas, desarrolla planes y prioridades para el servicio de la biblioteca infantil.

  11. Trabajar de manera creativa y efectiva con sus colegas para lograr las metas y prioridades de la biblioteca infantil.

  12. Planificar, administrar, controlar y evaluar los recursos presupuestarios disponibles de la biblioteca infantil para ayudar a cumplir con los objetivos de servicio.

  13. Practicar la autoevaluación, adaptar y emprender oportunidades de desarrollo profesional de manera continuada.

Para tener más información sobre las competencias del personal bibliotecario infantil, no dudes en echar un vistazo a los siguientes documentos:

Imagen superior cortesía de Shutterstock

Fonte: Julián Marquina

O Papel de Profissionais de Biblioteconomia Para A Competência Crítica Em Informação

A Teoria Crítica, que influencia diretamente a Pedagogia Crítica, tem na atualidade, segundo Elmborg (2012), congruência com a filosofia da biblioteca. Mas ele pergunta como essa filosofia, de fato, se desempenha nos papéis que profissionais de Biblioteconomia assumem na educação dos estudantes? Para o autor, uma maneira de enquadrar, é pensar como a Biblioteconomia pode ser vista como uma forma de viver e praticar estudos críticos. Para ele, a resposta é o desenvolvimento de Competência Crítica em Informação.

Atuação Educadora

Elmborg (2012), influenciado pela da pedagogia crítica, especialmente com base nos estudos do educador brasileiro Paulo Freire, convida-nos a refletir sobre o quão problemática a relação ensino-aprendizagem pode ser quando não são levados em consideração os conflitos culturais e sociais que moldam nosso imaginário sobre o papel da escola e da biblioteca escolar. O autor atenta para a incipiente produção bibliográfica sobre o tema nos EUA e destaca a importância da atuação educadora por parte de bibliotecárias e bibliotecários.

Licenciatura em Biblioteconomia

Trazendo essa perspectiva para o contexto brasileiro, reconhece-se a formação da licenciatura em Biblioteconomia, como a que mais adequa a perspectiva do autor no que se refere a atuação de profissionais de Biblioteconomia na relação ensino-aprendizagem. Destaca-se a importância destes profissionais uma vez que toda a formação Biblioteconômica é atrelada à didática, à Filosofia da Educação e à dinâmica e organização escolar (UNIRIO, 2009). O autor recomenda que profissionais de Biblioteconomia questionem-se não só sobre o conceito e bases filosóficas que fundamentam a Competência Crítica em Informação, mas também reflitam sobre o que podem fazer tanto para o desenvolvimento da área, como na sua atuação na sociedade.

Estimular o pensamento crítico

Pensamento crítico: nuvem de palavras-chave

 

A “Competência crítica em informação existe em uma relação entre pessoas e informação mais do que uma coisa identificável por si só” (ELMBORG, 2012, p. 78). Elmborg defendeu a transição da Competência em Informação, mais tecnicista, para uma mais crítica, mais rica e mais centrada no humano. Profissionais de Biblioteconomia que se envolvem com a perspectiva crítica e humanista no seu fazer no mundo como profissional, colaboram com a cidadania de seus usuários estimulando o pensamento crítico e trabalhando a Competência Crítica em Informação destes.

A percepção deste profissional a respeito das condições econômicas, sociais e culturais que incidem sobre a informação e o usuário, bem como as dimensões aqui citadas da própria informação, são fundamentais para que sua mediação com o usuário seja adequada, estimulante e crítica. Elmborg (2012) confronta a felicidade ante uma consciência crítica, “a consciência de que os confortos materiais e a felicidade dependem, em diferentes circunstâncias, daqueles que ainda precisam “fazer” e daqueles que talvez nunca façam”7 (ELMBORG, 2012, p. 78). A consciência das discrepâncias sociais e dos condicionantes que atingem os indivíduos os empurrando mais para cima ou engessando mais abaixo, constitui um problema fundamental para educadores, profissionais de Biblioteconomia e pesquisadores da área. Como o autor coloca, “Uma vez que estamos despertados para a questão, não podemos “desquestionar” isso”8 (ELMBORG, 2012, p. 78).

Competência Crítica em Informação

A Competência Crítica em Informação leva em consideração os fatores socioeconômicos e culturais do usuário e não apenas a eficiente busca e uso da informação de maneira tecnicista. É preciso perguntar para quem e para o quê essa informação é útil. A/O bibliotecária/o acadêmica/o, como todas as outras partes interessadas, que não leva em conta a dimensão crítica, se mantém a uma distância da usuária(o)o/estudante. Apenas avalia seu progresso em relação à Competência em Informação, usando a vareta de medição dos padrões, o que se considera ser uma replicação do produtivismo capitalista hegemônico.

Nesse aspecto, profissionais de Biblioteconomia, especialmente com formação em licenciatura, que abraçam o fazer crítico, procuram quebrar o ciclo da educação bancária e incorporar o pensamento de Freire de que homens e mulheres são seres conscientes, capazes de romper a ideia determinista e modificar suas histórias. Emprestando a teoria de Freire, o contato com a informação é então focado em atos de cognição e não em mera transferência. A relação entre profissional de Biblioteconomia e estudantes deixa de ser vertical e distante para assumir uma relação dialógica, que desenvolve uma práxis crítica, reposicionando assim, usuária(o)/estudante em uma “consciência crítica” emancipatória (FREIRE, 1987).

Para ler o artigo na íntegra clique AQUI.

Fonte: Portal do Bibliotecário

¿Cuáles son las habilidades necesarias de un un bibliotecario de datos?

Lisa Federer. “Defining Data Librarianship: A Survey of Competencies, Skills, and Training”.Journal of Medical Librarianship (JMLA). Vol 106, No 3 (2018)

Texto completo

Encuesta

La gestión de datos de investigación aparece como una de las tendencias clave en el trabajo que desarrollará el bibliotecario universitario del siglo XXI; si bien, al tratarse de un área emergente y en continua evolución, aún no están definidas las habilidades y competencias del bibliotecario de datos, en general, la tarea del bibliotecario de datos implica una amplia comunidad de bibliotecarios con diversas capacidades, antecedentes y responsabilidades profesionales. El artículo analiza las opiniones de 90 profesionales que están proporcionando algún servicio relacionado con datos, y esboza algunas de las habilidades y competencias que están desarrollando.

Muchos bibliotecarios están asumiendo nuevos roles en los servicios de datos de investigación. Sin embargo, el campo emergente de la biblioteconomía de datos, incluidos los roles y competencias específicos, no se ha establecido claramente. Este estudio tiene como objetivo definir mejor la biblioteca de datos mediante la exploración de las habilidades y los conocimientos que utilizan los bibliotecarios de datos y la capacitación que necesitan para tener éxito en esta área emergente.

Para conocer la formación y competencias de los bibliotecarios de datos se encuestó sobre su trabajo diferentes bibliotecarios que realizan trabajos relacionados con datos, y se les pidió que calificaran la relevancia de un conjunto de habilidades y conocimientos profesionales relacionados con los datos. Los encuestados consideraron una amplia gama de habilidades y conocimientos importantes para su trabajo, especialmente las “habilidades básicas” y las características personales, tales como las habilidades de comunicación y la capacidad de desarrollar relaciones con los investigadores. En general, las habilidades tradicionales de la biblioteca, como la catalogación y el desarrollo de colecciones, se consideraron menos importantes. Un análisis de agrupamiento de las respuestas reveló dos tipos de bibliotecarios de datos: generalistas de datos, que tienden a proporcionar servicios de datos en una variedad de campos, y especialistas en temas, que tienden a proporcionar servicios más especializados a una disciplina concreta.

Los hallazgos de este estudio sugieren que los bibliotecarios de datos proporcionan una amplia gama de servicios a sus usuarios y, por lo tanto, necesitan una variedad de habilidades y experiencia amplias. Estos hallazgos también tienen implicaciones tanto para la contratación de bibliotecarios de datos por parte de las instituciones, como para las escuelas de biblioteconomía, que podrían considerar adaptar sus planes de estudios para preparar mejor la formación de sus estudiantes para roles de bibliotecarios de datos.

Los resultados del estudio sugieren que los bibliotecarios de datos son una comunidad heterogénea de profesionales de la información con antecedentes educativos y profesionales variados, que realizan muchos tipos diferentes de trabajo. Las opiniones sobre cuáles son las competencias y habilidades necesarias difieren entre las opiniones manifestadas por los propios bibliotecarios de datos acerca de los tipos específicos de conocimientos especializados que son importantes, y los tipos de trabajo que realizan los diferentes bibliotecarios de datos que pueden ser muy divergentes. La existencia de dos grupos de profesionales similares, descritos aquí como especialistas en la materia y generalistas de datos, sugiere que la Biblioteconomía de datos puede no ser una función única, sino más bien una disciplina que permite a los profesionales centrarse en áreas relacionadas con sus propios intereses o las necesidades de sus usuarios.

Los generalistas de datos, con un amplio conocimiento de cómo se usan los datos a través de varias áreas temáticas o habilidades, pueden ser muy adecuados para trabajar en entornos académicos en los que tendrán oportunidades de involucrarse con estudiantes, profesores e investigadores en una variedad de disciplinas. Por otro lado, los especialistas en un tema que desarrollan unas pocas habilidades especializadas y tienen una experiencia práctica trabajando con grupos de usuarios específicos pueden ser una buena opción para una institución en la que puedan centrarse más específicamente en el tipo de usuarios que pueden beneficiarse de su experiencia.

El estudio muestra que la mayoría de los bibliotecarios de datos consideran unas diez habilidades que son “absolutamente esenciales” para su trabajo, además se realizó un análisis de contenido de las ofertas de empleo, en las que se requerían unas veinte habilidades. En lugar de adoptar un enfoque que incluya una amplia gama de habilidades, las instituciones que buscan contratar a un bibliotecario de datos pueden, de hecho, identificar a los candidatos que encajan mejor reflexionando sobre cuáles son las necesidades específicas de la institución, así como qué tipos de habilidades profesionales de los bibliotecarios de datos consideran más esenciales, tal como se identifican en investigaciones como el presente estudio, donde se especifican 10 habilidades y competencias fundamentales:

  1. Gestión de datos. a. Planificación de la gestión de datos. b. Preservación, conservación administración de datos. c. Desarrollo o aplicación de ontologías y metadatos. d. Apoyo a los recursos de datos. e. Soporte para la gestión de datos clínicos. f. Soporte para la gestión general de datos. g. Soporte bioinformático. h. Soporte para el uso y análisis de datos. i. Apoyo al repositorio institucional. j. Desarrollo de servicios de datos

  2. Tecnología de la información (TI) a. Visualización de datos. b. Programación científica. c. Software estadístico. d. Desarrollo y mantenimiento de sitios web. e. Software y datos del Sistema de Información Geográfica (SIG)

  3. Evaluación y valoración. a. Evaluación de clases o programas de instrucción. b. Evaluación de servicios. c. Evaluación de las necesidades

  4. Enseñanza e instrucción. a. Instrucción integrada en el curso. b. Desarrollo del contenido del curso o currículo. c. Desarrollo de tutoriales en línea, materiales del curso o guías instructivas. d. Consulta o instrucción individualizada. e. Formación del personal o de los bibliotecarios.

  5. Comercialización y divulgación. a. Servicios de enlace específicos de datos. b. Servicios generales de enlace de la biblioteca. c. Medios de comunicación social. d. Desarrollar relaciones con investigadores, profesores, etc.

  6. Habilidades bibliotecarias.a. Desarrollo de colecciones. b. Servicio de bibliotecas y comités institucionales. c. Apoyo de referencia. d. Búsqueda de literatura y apoyo a la revisión sistemática. e. Apoyo a la comunicación académica (derechos de autor, apoyo a la publicación académica, etc.). f. Catalogación.

  7. Implicación profesional.a. Membresía. b. Participación en actividades de educación continua o de desarrollo profesional. c. Realización de investigaciones y/o redacción de artículos en revistas.

  8. Habilidades y atributos personales. a. Habilidades de servicio al cliente. b. Innovación y creatividad. c. Habilidades de comunicación oral y presentación. d. Habilidades de comunicación escrita. e. Habilidades de supervisión. f. Habilidades de enseñanza. g. Habilidades de trabajo en equipo e interpersonales. h. Habilidades de gestión y liderazgo.

  9. Educación y capacitación.a. Maestría acreditada. b. Maestría en ciencias. c. Otras maestrías. d. Licenciatura en ciencias. e. Doctorado (PhD). f. Certificación de bibliotecología especializada.

Como señalaron varios encuestados, la capacitación continua es esencial para asegurar que los bibliotecarios de datos se mantengan actualizados en un campo que evoluciona rápidamente, por lo que las instituciones pueden considerar la posibilidad de proporcionar tiempo y fondos para que los bibliotecarios de datos continúen dicha capacitación.

Dada la naturaleza emergente del campo, los bibliotecarios de datos a menudo se encuentran en posición de implementar servicios nuevos y no probados anteriormente. Por lo que el liderazgo de proyectos de datos será importante para los profesionales y la institución debido a que la gestión de datos de investigación conlleva un amplio alcance, que incluye el compromiso de las partes interesadas de más alto nivel de la institución, beneficiándose así de la capacidad de liderazgo en la formación de relaciones y el impulso de proyectos de datos.

El apoyo a las necesidades de datos de los investigadores es un objetivo cambiante, con tecnologías en constante evolución y un panorama político que cambia rápidamente. Los bibliotecarios de datos deben estar al tanto de las necesidades de sus instituciones para asegurarse de que sus habilidades, conocimientos y competencias siguen siendo pertinentes y actualizadas. Las instituciones encargadas de la formación de profesionales y las organizaciones profesionales deben mantenerse al día sobre las tendencias en este campo en rápida evolución para asegurarse de que sus planes de estudio y programas de educación continua sean adecuados para preparar a los profesionales de la información para que asuman nuevas funciones de bibliotecarios de datos.

Fonte: Universo Abierto

TOI IV – MINICURSO: Inteligência Emocional

Evento GRATUITO – VAGAS LIMITADAS – CERTIFICADO DE PARTICIPAÇÃO USP

Inscrição

OBJETIVO
O minicurso tem por objetivo auxiliar os alunos a desenvolverem competências de inteligência emocional por meio de técnicas e ferramentas de Coaching. O intuito é que os alunos sejam capazes de realizar uma autoanalise a fim de identificar pontos fortes e de melhoria e desenvolver novas competências e habilidades, de modo que possam atuar e se relacionar de forma mais consciente e produtiva dentro e fora do trabalho.

PÚBLICO ALVO

O MINICURSO: INTELIGÊNCIA EMOCIONAL, tem como foco os profissionais da informação, estudantes, executivos, gestores, analistas, arquivistas, bibliotecários e jornalistas, entre outros.

LOCAL
Local – USP – Escola de Comunicação e Artes (ECA) – Auditório Lupe Cotrim – 1º andar

Dia – 23 de maio de 2018

Horário – 19h às 21h

Mais informações: http://www.toiomtid.com.br/toi-iv-minicurso-inteligencia-emocional/

TOI IV – MINICURSO: Empreendedorismo, Perfis Comportamentais e “Coaching Game”

Evento GRATUITO – VAGAS LIMITADAS – CERTIFICADO DE PARTICIPAÇÃO USP

Inscrição

OBJETIVO
O minicurso tem por objetivo auxiliar os alunos a desenvolverem competências de inteligência emocional por meio de técnicas e ferramentas de Coaching. O intuito é que os alunos sejam capazes de realizar uma autoanalise a fim de identificar pontos fortes e de melhoria e desenvolver novas competências e habilidades, de modo que possam atuar e se relacionar de forma mais consciente e produtiva dentro e fora do trabalho.

PÚBLICO ALVO

O MINICURSO: EMPREENDEDORISMO & GAMIFICAÇÃO, tem como foco os profissionais da informação, estudantes, executivos, gestores, analistas, arquivistas, bibliotecários e jornalistas, entre outros.

LOCAL
Local – USP – Escola de Comunicação e Artes (ECA) – Auditório Lupe Cotrim – 1º andar

Dia – 22 de maio de 2018

Horário – 19h às 21h

Mais informações: http://www.toiomtid.com.br/toi-iv-minicurso-empreendedorismo-gamificacao/

TOI IV – MINICURSO – Liderança Informacional

Evento GRATUITO – VAGAS LIMITADAS – CERTIFICADO DE PARTICIPAÇÃO USP

Inscrição

OBJETIVO
O minicurso busca capacitar as pessoas no desenvolvimento de habilidades de liderança.

PÚBLICO ALVO

O MINICURSO – LIDERANÇA INFORMACIONAL, tem como foco os profissionais da informação, estudantes, executivos, gestores, analistas, arquivistas, bibliotecários e jornalistas, entre outros.

LOCAL
Local – USP – Escola de Comunicação e Artes (ECA) – Auditório Lupe Cotrim – 1º andar

Dia – 21 de maio de 2018

Horário – 19h às 21h

Mais informações: http://www.toiomtid.com.br/toi-iv-minicurso-lideranca-informacional/

Las bibliotecas escolares necesitan a líderes entre sus filas

Las bibliotecas escolares necesitan profesionales preparados. Profesionales que hagan de las bibliotecas escolares espacios imprescindibles dentro de los centros docentes e imprescindibles para sus comunidades de usuarios (alumnos, profesores, padres…). Profesionales que lleven como bandera la gestión eficaz y eficiente de la biblioteca y cuyo crecimiento esté basado en sus buenas prácticas en cuanto a promoción y comunicación de sus servicios y actividades. En definitiva, bibliotecarios escolares líderes dentro de la comunidad educativa.

La capacidad de liderazgo, el saber promocionar la biblioteca escolar y el saber comunicar lo que se hace deben ser requisitos imprescindibles para estos profesionales. Requisitos que buscan hacer a los usuarios (reales y potenciales) protagonistas de todo lo que sucede en la propia biblioteca del centro escolar. Porque una biblioteca sin usuarios no es nada y porque no hay duda de que el mejor defensor de la biblioteca escolar es el propio bibliotecario/a que la gestiona.

La American Association of School Librarians (AASL) ha publicado recientemente un trabajo en el cual se recogen mensajes, ideas y buenas prácticas para hacer llegar el valor de la biblioteca escolar en el siglo XXI. En dicho trabajo se muestran una serie de habilidades que deben poseer los bibliotecarios/as escolares y sugerencias prácticas para llevar a la biblioteca escolar lo más alto posible. Además se hace referencia al programa Learning4Life en el cual se da importancia a cuatro ideas claves y en el siguiente orden: pensar, crear, compartir y crecer.

Liderazgo del bibliotecario escolar

El liderazgo del bibliotecario/a escolar es un punto clave para que el uso y participación de la biblioteca aumente. Además, el bibliotecario/a, debe fomentar el trabajo en equipo, debe identificar los distintos grupos de de interés de la biblioteca para saber a quién se tiene que dirigir y debe saber comunicar lo que hace, y lo que la biblioteca puede hacer por los demás, de manera efectiva.

Entre las sugerencias prácticas, en cuanto al liderazgo, estarían las siguientes:

  • Fomentar las relaciones con colegas de otras bibliotecas escolares.

  • Asistir a reuniones y presentar propuestas.

  • Colaborar con profesores.

  • Ser miembro activo de comités escolares.

  • Crear la presencia de la biblioteca en los medios sociales.

  • Crear contenido en los sitios web del centro educativo y en los medios locales.

  • Establecer relaciones con el exterior: asociaciones, juntas, organizaciones…

  • Invitar a líderes locales a que vayan a contar su historia a la biblioteca.

  • Ser mentor de otros bibliotecarios y de estudiantes.

  • Asistir a conferencias.

La promoción de las bibliotecas escolares

La promoción de la biblioteca escolar busca convertir el apoyo pasivo de la misma en un apoyo activo. Este es un proceso continuo en el cual se debe escuchar y evaluar las necesidades de los usuarios, para luego seleccionar y promocionar los recursos y servicios para satisfacer dichas necesidades.

Para que dicha promoción sea un éxito es muy importante comunicar de forma efectiva. Además se requiere planificación, identificación de los grupos estratégicos y evaluación de los resultados finales.

Se debe mostrar a la biblioteca como el lugar dinámico y cambiante que es. Además el bibliotecario debe permanecer visible y mantenerse en contacto tanto con los estudiantes como con los profesores.

Entre las sugerencias prácticas, en cuanto a la promoción, estarían las siguientes:

  • Formar grupos de estudiantes para asesorar y desarrollar la biblioteca.

  • Invitar a que los profesores y administradores del centro educativo participen de la biblioteca escolar.

  • Incluir el programa de la biblioteca en todas las actividades de la escuela.

  • Dar a los profesores más protagonismo en la biblioteca.

  • Desarrollar colecciones para los profesores continúen con su formación.

  • Hacer que los padres visiten la biblioteca.

  • Tratar de recaudar fondos para la biblioteca a través de asociaciones, empresas…

  • Patrocinar actividades.

  • Iniciar grupos de amigos de la biblioteca.

  • Colaborar con otros organismos locales.

El poder de la comunicación en las bibliotecas escolares

El desarrollo de un plan de marketing es esencial para hacer llegar la voz de la biblioteca. Este plan debe tener en cuenta los siguientes aspectos: Necesidades, objetivos, audiencia y medios de comunicación.

Entre las sugerencias prácticas, en cuanto a la comunicación, estarían las siguientes:

  • Formar un comité consultivo para tratar de llegar a todos los grupos implicados en la biblioteca escolar.

  • Hacer pública la misión de la biblioteca escolar.

  • Enviar paquetes de bienvenida al inicio del año.

  • Gestionar la información de la escuela: boletines, noticias… e incluso proporcionar enlaces de interés.

  • Hacer preguntas para saber qué gusta y qué no.

  • Contribuir con artículos en los medios de la escuela.

  • Ser partícipes de las principales actividades de la escuela.

  • Ofertar programas de voluntariado para implicar a la comunidad estudiantil.

  • Difundir imágenes de la biblioteca [Cuidado con las imágenes de los estudiantes]

  • Trabajar por proyectos.

  • Contactar con periodistas locales.

  • Hacer listas de lectura.

  • Trabajar junto a otras bibliotecas.

Imagen cortesía de Shutterstock

Fonte: Comunidad Baratz

Las 20 competencias personales que todo bibliotecario debería tener

Hay una serie de competencias personales que todo bibliotecario debe tener en el ejercicio de sus funciones. Estos conocimientos, habilidades y actitudes (sumados a sus competencias profesionales) harán que el desarrollo de sus funciones en la biblioteca sean llevadas a la máxima excelencia profesional, y por lo tanto acaben repercutiendo en el buen funcionamiento de la biblioteca y en la satisfacción de las personas que la utilizan. Ahora bien… ¿cuáles son las competencias personales se les presupone al personal de biblioteca?

El otro día estuve revisando el estudio sobre los Perfiles profesionales del Sistema Bibliotecario Español: fichas de caracterización que el Grupo de Trabajo sobre Perfiles Profesional del Consejo de Cooperación Bibliotecaria elaboró en el 2013. Quería incidir en las competencias personales del bibliotecario más que en sus competencias profesionales. Quería saber qué deben aportar los bibliotecarios más allá de lo que puedan enseñarles en universidades o academias o que puedan aprender por sí mismos.

Es verdad que muchas de las competencias personales de los bibliotecarios se pueden trabajar e ir adquiriendo con la práctica y el día a día, pero hay otras que van incrustadas en el ADN de cada persona. Como por ejemplo la capacidad de adaptación, la autonomía, la empatía o la aptitud de negociación.

Al siguiente listado que os voy a mostrar a continuación le sumaría algunos de los rasgos característicos de personalidad y profesionalidad, y de los cuales ya hablé hace unos meses. Rasgos como la accesibilidad, sociabilidad, amabilidad, entusiasmo, positividad y creatividad.

El siguiente listado está tomado de los 21 perfiles profesionales que se pueden encontrar dentro de las bibliotecas (Director de biblioteca, Jefe de área, Técnico responsable de colección, Técnico responsable de servicios a los usuarios, Técnico de biblioteca, Técnico auxiliar de biblioteca…). Es una lista ordenada por acumulación de las competencias personales que más se repiten en ellos. Es decir, las competencias personales que aparecen en los primeros puestos son competencias que más posibilidades de tener tienen todos los perfiles profesionales ligados al mundo bibliotecario.

Las competencias personales de todo personal bibliotecario

  1. Rigor. Propiedad y exactitud o precisión en la realización de algo, especialmente en el análisis, el estudio o el trabajo científicos.

  2. Espíritu de equipo (Trabajo en equipo). Es el trabajo hecho por varios individuos donde cada uno hace una parte pero todos con un objetivo común. Pero para que se considere trabajo en equipo o cooperativo, el trabajo debe tener una estructura organizativa que favorezca la elaboración conjunta del trabajo y no que cada uno de los miembros realicen una parte del trabajo y juntarlas.

  3. Capacidad de comunicación. Conjunto de habilidades que posibilita la participación apropiada en situaciones comunicativas específicas. Es la capacidad de escuchar, hacer preguntas, expresar conceptos e ideas de forma efectiva, exponer aspectos positivos, la habilidad de saber cuándo y a quién preguntar o localizar las fuentes de información teórica o experta para llevar adelante un propósito.

  4. Espíritu crítico. Capacidad de cuestionar los principios, valores y normas que se le ofrecen en el entorno en el que se desenvuelve, siendo capaz de formarse un criterio propio que le permita tomar sus propias decisiones en las distintas situaciones que se le presentan.

  5. Capacidad de adaptación. Capacidad para variar el modo trabajo y lidiar con aquellos cambios que no fueron previstos de forma precisa cuando la organización (o la profesión) fue diseñada.

  6. Espíritu de decisión. Capacidad de determinación o resolución que una persona toma.

  7. Espíritu de iniciativa. Cualidad que poseen algunas personas de poder por sí mismos iniciar alguna cuestión, bien sea comenzar un proyecto, o buscar soluciones a alguna problemática.

  8. Espíritu de análisis. Capacidad para examinar detalladamente una cosa para conocer sus características o cualidades, o su estado, y extraer conclusiones, que se realiza separando o considerando por separado las partes que la constituyen.

  9. Perseverancia. Firmeza y constancia en la manera de ser o de obrar.

  10. Autonomía. Facultad de la persona que puede obrar según su criterio, con independencia de la opinión o el deseo de otros.

  11. Sentido de la anticipación. Capacidad para anticiparse a los acontecimientos.

  12. Sentido de la organización. Grado de implicación de las personas dentro de la organización en la que trabajan.

  13. Espíritu de síntesis. Capacidad de reducir (resumir) un contenido respetando las ideas esenciales del mismo.

  14. Disponibilidad. Posibilidad de una persona de estar presente cuando se la necesita.

  15. Empatía. Capacidad de identificarse con alguien y compartir sus sentimientos.

  16. Aptitud de negociación. Capacidad de intercambiar propuestas y concesiones entre dos posiciones diferentes sobre un mismo asunto.

  17. Sentido pedagógico. Capacidad para enseñar o guiar a alguien en un determinado tema.

  18. Curiosidad intelectual. Medida en que las personas se interesan por considerar ideas nuevas y tal vez poco convencionales.

  19. Capacidad de respuesta rápida. Capacidad de rápida resolución ante preguntas, problemas o situaciones de diversa índole.

  20. Discreción. Actitud del que hace, dice o piensa algo procurando no cometer ligerezas o imprudencias.

Fonte: Julián Marquina