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Bibliotecas como makerspaces

Com a evolução da tecnologia, as bibliotecas tendem a se transformar em espaços de criação, conhecidos como makerspaces, constituindo-se como espaços em constante evolução que se adaptam às novas tecnologias e guiam as pessoas no mundo de criação e transmissão de informação e conhecimento.

Várias bibliotecas no mundo já passaram a oferecer um espaçoonde as pessoas podem se dedicar à criação intelectual e manual e deixam disponíveis as ferramentas e a tecnologia necessárias para o desenvolvimento pessoal, como as bibliotecas que oferecem impressoras 3D para seus usuários tornarem seus projetos digitais em realidade. Outras bibliotecas já foram mais longe e oferecem o empréstimo de ferramentas, instrumentos musicais, telescópios e de aparelhos que permitem o acesso à internet mesmo fora da biblioteca. Saiba mais!

 

Vejam o que algumas bibliotecas andam fazendo no Brasil e no mundo!

Duas bibliotecas nos Estados Unidos – a Westport Libray, em Connecticut, e a Fayetteville Free Library, em Nova York – já tem seus MakerSpaces, destinados ao desenvolvimento de projetos que estimulem idéias inovadoras, como oficinas de recuperação de SuperNintendos, aulas de serigrafia e até montagem de maquetes de aviões. Para saber mais!

 

Cinebiblio

A biblioteca pode programar em suas atividades a projeção de filmes com a utilização de retroprojetores, DVDs, Smart TV, entre outras ferramentas tecnológicas em seu espaço. Com o objetivo de fazer com que os alunos da biblioteca desfrutem de uma boa seleção de filmes (clássicos e contemporâneos) e se possível, com a participação de toda comunidade escolar. A partir desta ação a biblioteca pode acender um debate in loco e/ou virtual sobre as impressões que seus usuários tiveram em relação ao filme? Tudo pode ser comentado e compartilhado com a utilização de redes sociais e aplicativos. Além disso, os alunos podem elaborar seu próprio roteiro cinematográfico e criar seus próprios filmes, como podemos verificar nas ações desenvolvidas na escola de Pernambuco São Vicente de Ferrér.

 

Jogos na biblioteca

Por que não abrir um espaço tanto para jogar (jogos de tabuleiros, xadrez, cartas, que divertem e exercitam o cérebro) quanto para criar jogos na biblioteca? Existem variados jogos que estimulam o processo cognitivo impulsionam a criatividade, então, que tal pôr professores e alunos com o cérebro em atividade máxima e propor que eles mesmos criem seus jogos? Há jogos em que você coloca em execução sua capacidade de criação, através laboratórios maker em bibliotecas,  nos quais é possível aprender, investigar, inventar e construir compartilhamento de conhecimento. Para saber mais!

 

Concertos musicais e biblioteca escolar… tudo a ver!

Música na biblioteca escolar… porque não usar este espaço para promover a cultura musical? Com a exibição de concertos musicais pode-se levar cultura e conhecimento para alunos e toda a comunidade escolar. Estes concertos podem ser exibidos pelos próprios alunos e professores, funcionários da escola e até mesmos familiares. Pode-se montar um laboratório musical na biblioteca com vários equipamentos que podem ser dos próprios alunos ou adquiridos pela escola e/ou por meio de doações. Vejam como a Biblioteca Pública de Zamora (Espanha) promoveu esta atividade: Concertos musicais.

 

Casateca…. O que será?

Pensando nas questões de consciência planetária, envolvendo produção e descarte de resíduos, consumo e consumismo, logística reversa e matemática contextualizada, alunos e professores do Colégio Nossa Senhora Medianeira, em Curitiba (PR), surgiu a ideia de usar os materiais para construir a Casateca – uma biblioteca para todos da escola usarem como espaço de estudo ou descanso, para pegar ou doar livros. A atividade também possibilitou refletir sobre a importância de um projeto como este para a construção de moradias de baixo custo, sendo uma alternativa sustentável de reaproveitamento de resíduos que levariam centenas de anos para se decompor na natureza. Foram utilizadas 808 caixas de leite, totalizando 161 kg de resíduos (cálculos realizados pelos alunos, após a construção). Para trabalhar também com o reaproveitamento, os alunos organizados em equipes, construíram móveis e objetos decorativos para o interior da casa. O que não coube foi doado à educação infantil para seus projetos. Para saber mais!

Fonte: BLOGTEC@ SEDU

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